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17/05/2024
1
Vigilância em Saúde
Profa. Dra. Carolina de Alvarenga Cruz
Doutora em Medicina Veterinária Preventiva
Observação e análise permanente da
situação de saúde da população, articulando-se
em um conjunto de ações destinadas a controlar
determinantes, riscos e danos à saúde de
populações que vivem em determinados
territórios, garantindo a integralidade da atenção,
o que inclui tanto a abordagem individual como
coletiva dos problemas de saúde
Vigilância em SaúdeVigilância em Saúde
1. Conceituação
17/05/2024
2
No setor saúde este termo é utilizado para
definir o ato de observar sistematicamente,
registrar fenômenos, problemas, situações,
comportamento de indicadores, etc., e intervir
sobre eles.
VIGIAR, ESTAR ATENTO A....VIGIAR, ESTAR ATENTO A....
Vigilância em saúde:
OBSERVAR / REGISTRAR (Notificar) / INTERVIROBSERVAR / REGISTRAR (Notificar) / INTERVIR
1. Conceituação
Vigilância em saúde:
1. Conceituação
17/05/2024
3
Conjunto de atividades voltadas para a
identificação, análise, monitorização, controle
e prevenção dos fatores de RISCO à saúde de
uma comunidade
RISCO = PROBABILIDADE
FATORES DE RISCO: Componentes críticos dos
acontecimentos, fatos ou coisas que colocam, ou
possam vir a colocar em risco a saúde dos
indivíduos da coletividade
 Saúde Pública no Brasil
 Década de 50: criação do Ministério da Saúde 
 Final da década de 80: criação do Sistema Único de Saúde 
(SUS)
Vigilância em Saúde
1. Conceituação
17/05/2024
4
Constituição Federal 1988
Saúde, direito de todos e dever do 
Estado
Lei 8.080/1990 Institui o SUS Promoção, prevenção e 
recuperação da saúde
Vigilância em Saúde
4 pilares
Vigilância Sanitária
Vigilância Epidemiológica
Saúde do trabalhador
Vigilância Ambiental
SUS: VIGILÂNCIA EM SAÚDE
Atenção Básica / Primária à Saúde
Núcleo Ampliado de Saúde 
da Família e Atenção 
Básica (Nasf-AB)
Estratégia da Saúde da 
Família (eSF)
Portaria 1.378 de 9 de julho de 2013Portaria 1.378 de 9 de julho de 2013
• Regulamenta as responsabilidades e
define diretrizes para execução e
financiamento das ações de Vigilância
em Saúde pela União, Estados, Distrito
Federal e Municípios, relativos ao Sistema
Nacional de Vigilância em Saúde e
Sistema Nacional de Vigilância Sanitária
• Regulamenta as responsabilidades e
define diretrizes para execução e
financiamento das ações de Vigilância
em Saúde pela União, Estados, Distrito
Federal e Municípios, relativos ao Sistema
Nacional de Vigilância em Saúde e
Sistema Nacional de Vigilância Sanitária
17/05/2024
5
CAPÍTULO I
DOS PRINCÍPIOS GERAIS
CAPÍTULO I
DOS PRINCÍPIOS GERAIS
• Definição de Vigilância em Saúde:
• Art. 2º: Processo contínuo e sistemático
– Coleta
– Consolidação
– Análise
– Disseminação de dados sobre eventos relacionados à
saúde
– Planejamento e a implementação de medidas de saúde
pública para a proteção da saúde da população, a
prevenção e controle de riscos, agravos e doenças, bem
como para a promoção da saúde (Lei 8.080 – SUS)
• Art. 3º As ações de Vigilância em Saúde são
coordenadas com as demais ações e serviços
desenvolvidos e ofertados no Sistema Único
de Saúde (SUS) para garantir a integralidade
da atenção à saúde da população.
• Art. 4º As ações de Vigilância em Saúde
abrangem toda a população brasileira e
envolvem práticas e processos de trabalho
voltados para
CAPÍTULO I
DOS PRINCÍPIOS GERAIS
CAPÍTULO I
DOS PRINCÍPIOS GERAIS
17/05/2024
6
• I - a vigilância da situação de saúde da população, com a
produção de análises que subsidiem o planejamento,
estabelecimento de prioridades e estratégias,
monitoramento e avaliação das ações de saúde pública;
• II - a detecção oportuna e adoção de medidas adequadas 
para a resposta às emergências de saúde pública;
• III - a vigilância, prevenção e controle das doenças 
transmissíveis;
• IV - a vigilância das doenças crônicas não transmissíveis, 
dos acidentes e violências;
CAPÍTULO I
DOS PRINCÍPIOS GERAIS
CAPÍTULO I
DOS PRINCÍPIOS GERAIS
• V - a vigilância de populações expostas a riscos
ambientais em saúde;
• VI - a vigilância da saúde do trabalhador;
• VII - vigilância sanitária dos riscos decorrentes da
produção e do uso de produtos, serviços e tecnologias de
interesse a saúde;
• VIII - outras ações de vigilância que, de maneira rotineira
e sistemática, podem ser desenvolvidas em serviços de
saúde públicos e privados nos vários níveis de atenção,
laboratórios, ambientes de estudo e trabalho e na
própria comunidade.
CAPÍTULO I
DOS PRINCÍPIOS GERAIS
CAPÍTULO I
DOS PRINCÍPIOS GERAIS
17/05/2024
7
CAPÍTULO II
DAS COMPETÊNCIAS
CAPÍTULO II
DAS COMPETÊNCIAS
• Art. 5º Compete ao Ministério da Saúde a 
gestão das ações de vigilância em saúde no 
âmbito da União, cabendo:
I - à Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS/MS) 
a coordenação do Sistema Nacional de Vigilância 
em Saúde
II - à Agência Nacional de Vigilância Sanitária 
(ANVISA) a coordenação do Sistema Nacional de 
Vigilância Sanitária
Vigilância em SaúdeVigilância em Saúde
Vigilância em saúde
Vigilância Prevenção Controle
Doenças transmissíveis
2. Portaria 1.378/2013
17/05/2024
8
Vigilância em SaúdeVigilância em Saúde
Vigilância em saúde
Vigilância
Doenças crônicas não transmissíveis
2. Portaria 1.378/2013
Vigilância em SaúdeVigilância em Saúde
Vigilância em saúde
Saúde
ambiental
Saúde do 
trabalhador
Análise de situação 
de saúde da 
população 
brasileira
2. Portaria 1.378/2013
17/05/2024
9
Organização InstitucionalOrganização Institucional
Organização Mundial de Saúde
ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária)
Secretarias de Saúde (Estaduais e Municipais)
Vigilâncias
 Epidemiológica, Sanitária, Ambiental, Saúde do Trabalhador
CCZ (Unidades de Vigilância de Zoonoses - UVZs)
AMBIENTAL
EPIDEMIOLÓGICASANITÁRIA
Articulação
entre Intervenções
Vigilância em SaúdeVigilância em Saúde
Vigilância em saúde:
17/05/2024
10
SUS: Atuação do Médico Veterinário
Vigilância em saúde:
Vigilância Sanitária
Vigilância Epidemiológica
Saúde do Trabalhador
Vigilância Ambiental
Vigilância em saúde:
INFORMAÇÃO AÇÃO
Profissionais da saúde são 
fundamentais nesse 
processo
17/05/2024
11
“Aprova a Política Nacional de Atenção Básica,
estabelecendo a revisão de diretrizes para a
organização da Atenção Básica, no âmbito do
Sistema Único de Saúde (SUS)”
Vigilância em SaúdeVigilância em Saúde
2. Portaria 1.436/2017
• Política Nacional de Atenção Básica
– Serviços basais à família nos territórios definidos
e controle social: equipe especializada
• Agentes comunitários da atenção básica e
agentes sanitários
• Necessidade da comunidade em questão
Vigilância em SaúdeVigilância em Saúde
2. Portaria 1.436/2017
Atenção básica à família é a porta de entrada do SUS
17/05/2024
12
Vigilância Sanitária
VIGILÂNCIA SANITÁRIA
• É um conjunto de ações capaz de: 
1. ELIMINAR, DIMINUIR ou PREVENIR riscos à 
saúde
2. Intervir nos problemas sanitários decorrentes: 
• do meio ambiente
• da produção e circulação de bens
• da prestação de serviços
Lei nº 8.080 de 1990 - SUS
17/05/2024
13
Abrange:
Controle de bens de consumo (direta ou indireta)
em todas as etapas (da produção ao consumo)
Controle da prestação de serviços (diretos ou
indiretos à saúde)
Relacionado à saúde
VIGILÂNCIA SANITÁRIAVIGILÂNCIA SANITÁRIA
Lei nº 8.080 de 1990 - SUS
• Lei 9.782 / 99:
• Cria a Agência Nacional de Vigilância Sanitária
(ANVISA) e,
– Cria normas, regulamentos e dá suporte
• Define o novo Sistema Nacional de VISA
VIGILÂNCIA SANITÁRIA
17/05/2024
14
http://portal.anvisa.gov.br/
SNVS
Federal
• a ANVISA, e o Instituto Nacional de Controle de Qualidade em
Saúde – INCQS - vinculado administrativamente à fundação
Oswaldo Cruz (FIOCRUZ) e tecnicamente à ANVISA
Estadual:
• 27 órgãos de vigilância sanitária (Departamentos, serviços,
agências) das Secretarias Estaduais de Saúde
• suporte de um laboratório central - LACEN em cada Unidade da
Federação, com grandes diferenças de capacidade analítica; em
sua maioria, atendem também àdemanda por exames clínicos
Municipal:
• Os Serviços de Vigilância Sanitária (VISA) dos municípios, que
variam muito em termos de estrutura, recursos e capacidade
operativa
VIGILÂNCIA SANITÁRIAVIGILÂNCIA SANITÁRIA
17/05/2024
15
VISA nos MunicípiosVISA nos Municípios
• Um detalhe importante:
Ao município é dada a competência para a
execução de todas as ações de Vigilância
Sanitária, assegurado nas leis federais e
estaduais.
• Esse processo é chamado de municipalização
das ações de VISA
• Atuação de equipes multiprofissionais
VISA no Brasil - Ações
17/05/2024
16
• Governo (ANVISA – Ministro):
– Adota normas ou leis sanitárias 
– Levam à fiscalização de sua aplicação
• Produção, uso e circulação de produtos que
apresentam algum tipo de risco para a saúde
das pessoas
– EX: alimentos.
VISA no Brasil - Ações
Riscos controlados pela VISARiscos controlados pela VISA
AMBIENTAIS
OCUPACIONAIS
SOCIAIS
IATROGÊNICOS
INSTITUCIONAIS
17/05/2024
17
Riscos controlados pela VISARiscos controlados pela VISA
RISCOS AMBIENTAIS:
Água (consumo e mananciais hídricos)
Esgoto
Lixo (doméstico, industrial, hospitalar)
Vetores (mosquitos, barbeiros, outros animais)
Poluição do ar, do solo e de recursos hídricos
Transporte de produtos perigosos
Contaminação – Agrotóxicos (defensivos)...
Riscos controlados pela VISARiscos controlados pela VISA
RISCOS SOCIAIS:
Transporte
ALIMENTOS
Substâncias psicoativas
Necessidades básicas insatisfeitas
17/05/2024
18
Riscos controlados pela VISARiscos controlados pela VISA
RISCOS OCUPACIONAIS:
Processo de produção 
Substâncias manipuladas
Intensidade, carga horária, ritmo e ambiente de 
trabalho
Trabalho em conjunto:
Vigilância em Saúde do Trabalhador
Riscos controlados pela VISARiscos controlados pela VISA
RISCOS IATROGÊNICOS:
Uso de medicamentos (responsável)
Infecção hospitalar
Vigilância de sangue e hemoderivados
Tecnologias médico-sanitárias, procedimentos e 
serviços de saúde
17/05/2024
19
Riscos controlados pela VISARiscos controlados pela VISA
RISCOS INSTITUCIONAIS:
 Creches, 
 Escolas, 
 Restaurantes
 Clubes, 
 Pet shops
 Clínicas veterinárias
Hotéis, motéis
Portos, aeroportos,
fronteiras, estações
ferroviárias e
rodoviárias
Salão de beleza
Presídios
Saunas...
• O campo de atuação da vigilância sanitária
é amplo e quase inesgotável, intervindo
em todos os aspectos que possam dizer
respeito à saúde dos cidadãos
• O campo de atuação da vigilância sanitária
é amplo e quase inesgotável, intervindo
em todos os aspectos que possam dizer
respeito à saúde dos cidadãos
17/05/2024
20
Poder de polícia
• “Polícia sanitária”
• É de interesse social
O poder público, quando flagra alguém
desrespeitando as regras da Vigilância Sanitária,
pode puni-lo por não cumprir as normas
determinadas, em nome da proteção à saúde da
população
– ***Multas, prisões,...
Irregularidades SanitáriasIrregularidades Sanitárias
• O estabelecimento é orientado e autuado 
– Podendo ser interditado, ter produtos e
equipamentos apreendidos e/ou multado
• Auto de infração (10 dias)
• Multa (posteriormente)
• Interdição
– Pode ser feita já na primeira inspeção (visita)
– Risco grave ou iminente à saúde pública
17/05/2024
21
VISA nos dias de hoje
• Sai a visão:
– Regular, vigiar e punir
• Prioriza-se:
– Regular, vigiar, educar, advertir, orientar
– Punir (último caso)
• Ação educativa:
– Fiscalizações, reuniões, seminários
Vigilante voluntárioVigilante voluntário
• Cada cidadão pode ser um vigilante voluntário
da transformação das condições de saúde
Ex.: ao comprar remédios ou alimentos, verifique
as condições do produto, o rótulo, a data de
vencimento.
Contribuir para um maior rigor por parte das
indústrias e do comércio.
Avisar o serviço de Vigilância Sanitária toda
irregularidade que notar
17/05/2024
22
ReflexãoReflexão
Como seria a saúde e a qualidade de vida das
pessoas sem as ações da Vigilância Sanitária?
Quem garantiria a qualidade da água e do
alimento que consumimos?
O que aconteceria se não houvesse o controle
de doenças e epidemias?
Vigilância Epidemiológica
Dra. Carolina de Alvarenga Cruz
17/05/2024
23
VetAprova
(Marca d`agua) 
LOGO
VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA
É um conjunto de atividades que proporcionam:
• CONHECIMENTO (reunir informações);
• DETECÇÃO ou;
• PREVENÇÃO
Prever mudanças nos fatores determinantes e condicionantes
de saúde individual ou coletiva
Finalidade de recomendar e adotar as medidas de prevenção e
controle das doenças ou agravos
Funções:
Coleta de dados
 Processamento dos dados coletados
 Análise e interpretação dos dados processados
 Recomendação das ações de prevenção e controle indicadas
 Avaliação da eficácia e efetividade das medidas adotadas
 Divulgação de informações pertinentes
VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA
17/05/2024
24
 Dados de Morbidade
- Os mais utilizados em VE
- Correspondem à distribuição de casos segundo a
condição de portadores de infecções ou patologias
específicas, como também de sequelas
Tipos de dados de interesse
 Dados de Mortalidade
- Indicadores da gravidade do fenômeno vigiado
- Casos de doenças de alta letalidade, são mais
importantes que os dados de morbidade, por serem
mais confiáveis
VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA
COLETA DE DADOS
ANÁLISE 
DESCRIÇÃO
INTERPRETAÇÃO
Orientar a tomada de decisão
Direcionar as ações de prevenção e controle de
eventos de importância em saúde pública
VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA
17/05/2024
25
Notificação – O que é? Notificação – O que é? 
• É a comunicação da ocorrência de
determinada doença ou agravo à saúde,
feita à autoridade sanitária por
profissionais de saúde ou qualquer
cidadão, para fins de adoção de medidas
de intervenção pertinentes
• É a comunicação da ocorrência de
determinada doença ou agravo à saúde,
feita à autoridade sanitária por
profissionais de saúde ou qualquer
cidadão, para fins de adoção de medidas
de intervenção pertinentes
VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA
LISTA NACIONAL DE NOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIA
 Registro que unifica e obriga a existência das notificações
Visando rápido controle de eventos
Ocorrência de suspeita ou confirmação de eventos de
saúde pública, doenças e agravos listados e/ou a
notificação de surto
Comunicação obrigatória à autoridade de saúde
Realizada por profissionais de saúde
 É facultado a estados e municípios incluir outros
problemas de saúde importantes em sua região
17/05/2024
26
Total de 48 doenças e agravos
17/05/2024
27
Sistemas de Informação em saúde:
VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA
Sistema de Informação de Agravos de
Notificação (SINAN)
Sistema de Informação de Mortalidade (SIM)
Sistema de Informação sobre Nascidos Vivos
(SINASC)
Sistema de Informação Hospitalares (SIH)
Sistema de Informação Ambulatoriais (SIA)
Sistema de Informação de Agravos de
Notificação (SINAN)
Sistema de Informação de Mortalidade (SIM)
Sistema de Informação sobre Nascidos Vivos
(SINASC)
Sistema de Informação Hospitalares (SIH)
Sistema de Informação Ambulatoriais (SIA)
Principal instrumento de coleta de dados das
doenças de notificação compulsória
Registro e processamento dos dados sobre
agravos de notificação em todo o território
nacional, fornecendo informações para
análise
Sinan - Objetivo
17/05/2024
28
• Notificação: 
– mês, ano, estado e município.
• Paciente:
– sexo, escolaridade, raça, área residencial (urbano 
ou rural), estado e município de residência.
• Agravo: 
– Data dos primeiros sintomas, município, estado e 
país da infecção. 
**Outras variáveis são coletadas, dependendo do 
tipo de agravo.
Variáveis
17/05/2024
29
Investigação Epidemiológica de Casos e 
Epidemias
Investigação Epidemiológica de Casos e 
Epidemias
• Atividade obrigatória da Vigilância
Epidemiológica
• Trabalho de campo, a partir dos casos
notificados (clinicamente declarados ou
suspeitos) e seus contatos
• Objetivos:
• Identificar fonte e modo de transmissão
• Grupos expostos a maior risco
• Fatores determinantes
• Confirmar o diagnóstico• Determinar as principais características
epidemiológicas
Investigação Epidemiológica de Casos e 
Epidemias
Investigação Epidemiológica de Casos e 
Epidemias
17/05/2024
30
Investigação de Surtos/Epidemias
• Identificar formas de interromper a
transmissão e prevenir a ocorrência de novos
casos
ETAPA 1 – Confirmação do Diagnóstico da DoençaETAPA 1 – Confirmação do Diagnóstico da Doença
ETAPA 2 – Confirmação da existência de Surto/EpidemiaETAPA 2 – Confirmação da existência de Surto/Epidemia
ETAPA 3 – Caracterização da EpidemiaETAPA 3 – Caracterização da Epidemia
ETAPA 4 – Formulação de hipóteses preliminaresETAPA 4 – Formulação de hipóteses preliminares
ETAPA 5 – Análises ParciaisETAPA 5 – Análises Parciais
ETAPA 6 – Busca ativa de casosETAPA 6 – Busca ativa de casos
ETAPA 7 – Busca de dados adicionaisETAPA 7 – Busca de dados adicionais
ETAPA 8 – Processamento e Análise FinalETAPA 8 – Processamento e Análise Final
17/05/2024
31
ETAPA 9 – Recomendações de medidas de 
controle
ETAPA 9 – Recomendações de medidas de 
controle
ETAPA 10 – Relatório FinalETAPA 10 – Relatório Final
ETAPA 11 – DivulgaçãoETAPA 11 – Divulgação
O site
http://portalsinan.saude.gov.br
17/05/2024
32
Ministério da Saúde
http://portalsaude.saude.gov.br
Questões a serem respondidas Informações produzidas
Trata-se realmente de casos da 
doença que se suspeita?
Confirmação do diagnóstico
Quais são os principais atributos 
individuais dos casos?
Identificação de características 
biológicas, ambientais e sociais
A partir do quê ou de quem foi 
contraída a doença?
Fonte de infecção
Como o agente da infecção foi 
transmitido aos doentes?
Modo de transmissão
17/05/2024
33
Outras pessoas podem ter sido 
infectadas/afetadas a partir da mesma 
fonte de infecção?
Determinação da abrangência da 
transmissão
A quem os casos investigados podem ter 
transmitido a doença?
Identificação de novos 
casos/contatos/comunicantes
Que fatores determinaram a ocorrência 
da doença ou podem contribuir para que 
os casos possam transmitir a doença a 
outras pessoas?
Identificação de fatores de risco
Durante quanto tempo os doentes 
podem transmitir a doença?
Determinação do período de 
transmissibilidade
Como os casos encontram-se 
distribuídos no espaço e no tempo?
Determinação de agregação 
espacial e/ou temporal dos casos
Como evitar que a doença atinja outras 
pessoas ou se dissemine na população?
Medidas de controle
Casos – Terminologia VigilânciaCasos – Terminologia Vigilância
• SUSPEITOS
– Sintomas sugestivos da enfermidade
• CONFIRMADOS:
– Sintomas sugestivos + Confirmação laboratorial
• DESCARTADOS:
– Não atende aos requisitos necessários para a 
confirmação
17/05/2024
34
Exemplos de atuação...Exemplos de atuação...
• Dengue 
• Febre Amarela
• Leishmaniose
• Leptospirose
• Raiva (Ciclo urbano*)
• Tuberculose (Humana)
• Influenza (gripe)
• Sarampo, Rubéola, Poliomielite
Lembre-se...Lembre-se...
• Não há boa vigilância sem NOTIFICAÇÃO
• Não há boa vigilância sem bons
SISTEMAS DE INFORMAÇÃO
• Não há boa vigilância sem uma boa rede
de LABORATÓRIOS
17/05/2024
35
 No Brasil
3. Médico veterinário e saúde pública
 No Brasil
3. Médico veterinário e saúde pública
17/05/2024
36
Prevenção de 
zoonoses 
endêmicas
Prevenção de 
doenças 
emergentes e re-
emergentes
Inspeção de POA
3. Médico veterinário e saúde pública
Epidemiologia 
em geral
Laboratório de 
saúde pública
Produção e 
controle de 
produtos 
biológicos
Avaliação e 
controle de 
medicamento
s
Proteção dos 
alimentos
Saneamento 
ambiental
Pesquisa em 
saúde pública
3. Médico veterinário e saúde pública
17/05/2024
37
 Participação no Controle Social do SUS – através da sua
inserção junto aos Conselhos de Saúde e Conferências de
Saúde em todas as esferas (local, distrital, municipal,
estadual e nacional).
Médico veterinário e saúde pública
 Residência multiprofissional
 Lei n° 11.129 de 2005
Orientadas pelos princípios e diretrizes do SUS
Necessidades e realidades locais e regionais
Profissões da área da saúde: Medicina Veterinária
Médico veterinário e saúde pública
17/05/2024
38
17/05/2024
39
(Fonte: facebook da Profa. Adolorata Aparecida Bianco carvalho – Unesp Jaboticabal)
(Fonte: facebook da Profa. Adolorata Aparecida Bianco Carvalho – Unesp Jaboticabal)
17/05/2024
40
Jataí-
GO
 Medicina Veterinária: nível de competência consistente
com as demandas da sociedade
 O reconhecimento da importância da profissão para a
sociedade está na dependência de sua relevância social
a. Produção de alimentos com utilização de métodos sustentáveis
levando em consideração o crescimento populacional
b. Proteção do meio ambiente à degradação e perda da biodiversidade
c. Profilaxia das novas zoonoses com potencial epidêmico.
4. Considerações finais
17/05/2024
41
Educação em Saúde
• Capacitar profissionais de saúde da Atenção Básica 
– Ações de vigilância
– Prevenção
– Controle 
• Produção coletiva de materiais educativos
– Dirigidas aos diferentes públicos
– Respeitando as características regionais
– Acordo com análise epidemiológica
• Elaborar e validar, junto às diferentes categorias profissionais
– Materiais educativos técnicos a serem utilizados nas capacitações e 
treinamentos
(PNCT)
4. Considerações finais
• IMPORTANTE:
• Educação em saúde
– Difusão de informações
– Conscientização das pessoas sobre
os temas ligados à saúde
– Proteção e promoção da saúde
humana em comunidades dentro
dos princípios do desenvolvimento
sustentável
4. Considerações finais
17/05/2024
42
A primeira medicina do 
coletivo é a Medicina 
Veterinária.
(Almeida Filho, 1986)
Reflexão
Muito obrigada!

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