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PROCESSO PENAL II 
13ª SEMANA
PROFESSOR: WAGNO DE SOUZA
EMAIL: prof.wagnodesouza@gmail.com
PROCESSO PENAL II 
NULIDADES
1- Noções Gerais:
Em razão do princípio do devido processo legal, previsto no art. 5º, inc. LIV, da CF, a tipicidade dos atos processuais assegura aos sujeitos do processo uma maior segurança jurídica no curso do procedimento, uma vez que o ato processual deverá ser praticado em consonância com a Constituição Federal e com as Leis Processuais Penais. O tema nulidade é tratado nos arts. 563 a 573, do CPP.
2 – Conceito:
Podemos então conceituar nulidade como a sanção cominada pelo ordenamento jurídico ao ato praticado em desrespeito às formalidades legais. Entretanto, frisa-se, que podem ocorrer defeitos sem qualquer consequência processual, o que denominamos de mera irregularidade (Ex. art. 472, do CPP). Outras irregularidades acarretam apenas consequências extraprocessuais (Ex. art. 277, § único, “c” e 265, ambos do CPP). E outros defeitos tornam o ato inexistente.
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PROCESSO PENAL II 
NULIDADES
3- Espécies:
A doutrina aponta a existência de duas espécies de nulidade: a) absoluta; b) relativa.
3.1 Absoluta: Significa que o vício constante do ato processual atenta mais fortemente contra o interesse público na existência de um processo penal justo, ou seja, contém vício mais grave, razão pela qual, via de regra, podem ser decretadas de ofício pelo Juiz, ou a requerimento das partes a qualquer tempo e em qualquer grau de jurisdição, e independem da demonstração de prejuízo, uma vez que este é presumido. As nulidades que não admitem convalidação (art. 572, do CPP) e as ofensas às normas constitucionais são consideradas nulidades absolutas.
3.2 – Relativa: É aquela que contraria norma infraconstitucioinal que na maioria das vezes tutela interesse predominantemente das partes. Por isso, por conter um vício menos grave, deve ser arguida pela parte no momento processual oportuno, sob pena de preclusão, além de haver necessidade de se demonstrar o prejuízo causado pela prática do ato viciado.
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PROCESSO PENAL II 
NULIDADES
EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO
Analise os itens abaixo de depois assinale V para Verdadeiro F para Falso.
1 - ( ) As nulidades são divididas conforme a gravidade dos vícios, em relativas e absolutas, sendo que a nulidade de ordem absoluta o prejuízo é presumido.
2 – ( ) De acordo com a doutrina majoritária, haverá nulidade absoluta quando o ato processual for praticado em detrimento do interesse público ou de ambas as partes.
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PROCESSO PENAL II 
NULIDADES
4- Princípios:
Os princípios que informam o regramento das nulidades processuais penais são construídos pelo intérprete a partir de enunciado constitucional ou legal. Trataremos dos seguintes: a) princípio do prejuízo; b) Princípio da instrumentalidade das formas; c) Princípio do interesse; d) Princípio da Consequencialidade; e)Princípio da conservação dos atos processuais; e, f) Princípio da convalidação; 
4.1 - Princípio do Prejuízo ou transcendência: Também conhecido como princípio do pas de nullité sans grief, significa que não há nulidade se não houver prejuízo (artigo 563 do CPP). Esse princípio, segundo entendimento predominante na doutrina, aplica-se à nulidade relativa, na qual precisa ser demonstrado o prejuízo, pois, na nulidade absoluta, esse é presumido.
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PROCESSO PENAL II 
NULIDADES
4- Princípios:
4.2 - Princípio da Instrumentalidade das Formas: Quer dizer que não se declara a nulidade de ato que não influiu na apuração da verdade real e na decisão da causa (artigo 566 do CPP) e também de ato que, apesar de praticado de forma diversa da prevista, atingiu sua finalidade (artigo 572, inciso II, do CPP).
4.3 – Princípio do Interesse ou da Proteção: Significa que ninguém pode alegar nulidade que só interesse à parte contrária, bem como não pode ser arguida nulidade para a qual tenha concorrido ou dado causa. Esse princípio, segundo a maioria da doutrina, só se aplica à nulidade relativa, pois a absoluta pode ser alegada por qualquer das partes e até mesmo reconhecida de ofício pelo Magistrado.
4.4 – Princípio da Consequencialidade: Significa que uma vez declarada a nulidade de um ato,, causará a dos atos que dele diretamente dependam ou sejam consequência – art. 573, § 1º do CPP.
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PROCESSO PENAL II 
NULIDADES
4- Princípios:
4.5 - Princípio da Conservação dos Atos Processuais ou Aproveitamento: Quer dizer que a incompetência do Juízo somente anula os atos decisórios, devendo o processo, quando for declarada a nulidade, ser remetido ao Juízo Competente. Entretanto, a maioria da doutrina entende que somente tem aplicabilidade quando se tratar de incompetência relativa – art. 567, do CPP.
4.6 – Princípio da Convalidação: Por este princípio possibilita que o ato viciado seja sanado. O Código de Processo Penal elenca três formas de convalidação: Ratificação (art. 568 , do CPP), Suprimento (art. 569, do CPP) e Substituição (art. 570). 
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NULIDADES
EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO
Analise os itens abaixo de depois assinale V para Verdadeiro F para Falso.
3 - ( ) A nulidade do ato não será pronunciada quando o julgamento de mérito for favorável à parte beneficiada pelo seu reconhecimento.
4 – ( ) Princípio da causalidade significa que não se anula o ato se, embora praticado em desacordo com a forma prevista em lei, atingiu o seu fim.
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NULIDADES
5- Nulidades em Espécie: O art. 564, do CPP elenca várias hipóteses de nulidades, tanto absolutas como relativas. Na realidade trata-se de um rol meramente exemplificativo, conforme se extrai da própria redação do art. 564, IV, da Lei Adjetiva. 
5.1 – Incompetência, Suspeição e Suborno: Competência é a medida da jurisdição. A competência em razão da jurisdição (comum ou especializada), da hierarquia e da matéria, assim como a competência recursal, são hipóteses de competência absoluta, imodificáveis pelas partes. Já competência em razão do foro territorial, por ser relativa, depende de argüição da parte, sob pena de preclusão, com a prorrogação da competência. A suspeição acarreta a nulidade absoluta do ato. O juiz deve declarar-se suspeito ou impedido quando for o caso; se não o fizer, o vício pode ser argüido por qualquer das partes (artigo 112 do CPP). O suborno ou peita é a pratica dos crimes de concussão (artigo 316 do CP), corrupção passiva (artigo 317 do CP). Também é causa geradora da nulidade absoluta do ato.
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NULIDADES
5- Nulidades em Espécie: 
5.2 – Ilegitimidade de Parte: A ilegitimidade pode ser ad causam ou ad processum. A primeira se refere à pertinência subjetiva da ação, ou seja, é o titular da ação ajuizada ou o sujeito que deve figurar no polo passivo. Trata-se de nulidade absoluta e insanável. Já a legitimidade ad processum está relacionado com capacidade postulatória ou de estar em juízo. Essa nulidade pode ser sanada pela ratificação dos atos processuais (artigo 568 do CPP). Configura nulidade relativa.
5.3 – Falta da denúncia, da queixa, da representação e da requisição do Ministro da Justiça: De acordo com o art. 41, do CPP, a denúncia ou a queixa deve observar determinados requisitos. Assim, a sua não observância enseja a nulidade. O mesmo ocorre quando há ausência de representação ou da requisição do Ministro da Justiça.
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NULIDADES
5- Nulidades em Espécie: 
5.4 – Ausência do Exame de Corpo de Delito: Segundo o art. 158, do CPP, nos delitos não transeuntes é imprescindível a realização do Exame de Corpo de Delito. Assim, a sua ausência enseja a nulidade. Entretanto, a jurisprudência não tem pronunciado essa nulidade ante a falta do exame de corpo de delito, direto ou indireto, optando por absolver o réu, por insuficiência de provas.
5.5 – Falta de Nomeação de Defensor: A Defesa Técnica é indisponível e renunciável no processo penal, razão pela qual o Juiz deverá nomear um Defensor, independentemente da situação econômica do réu. 
5.6 – Não Intervenção do Ministério Público: No processo penal o MinistérioPúblico atua como parte e como custus legis. Assim, quando não há intervenção em razão de sua atuação como parte a nulidade é absoluta. Já como custus legis, trata-se de nulidade relativa.
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NULIDADES
5- Nulidades em Espécie: 
5.7 – Falta de Citação, do interrogatório ou de concessão dos prazos para a acusação e defesa: Como já mencionado a citação é o ato pelo qual se dá ciência ao réu de que contra ele foi instaurada uma ação penal e, caso queira, possa vir a se defender. Assim, a falta de citação enseja a nulidade absoluta por ferir os princípios do contraditório e da ampla defesa. Já o interrogatório é um desdobramento da autodefesa, devendo o Juiz assegurar a possibilidade de se ouvir a versão do acusado, se assim entender pertinente. Por fim, a não concessão de prazo ou até mesmo a sua redução da ensejo a nulidade do processo.
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NULIDADES
5- Nulidades em Espécie: 
5.8 – Nulidades cominadas no procedimento bifásico do Tribunal do Júri: O art. 564, III, alíneas “f” a “l”, e parágrafo único, do CPP traz algumas hipóteses de nulidades que podem ocorrer no procedimento do Tribunal do Júri, mormente na 2ª fase, quais sejam: i) Falta de decisão de pronúncia; ii) Falta de intimação do réu para a Sessão Plenária; iii) Falta de intimação das testemunhas arroladas pelas partes para oitiva na Sessão Plenária; iv) Instalação da Sessão Plenária com menos de 15 jurados; v) Falta do sorteio dos jurados do Conselho de Sentença em número legal e a sua incomunicabilidade; vi) Equívocos na elaboração e votação dos quesitos; vii) Atuação da Acusação e Defesa em Plenário;
5.9 – Vícios na Sentença: Segundo o art. 383, do CPP, a sentença deverá conter relatório, fundamentação, conclusão, data e assinatura do Juiz. Dessa forma, a não observância dessas formalidades pode ensejar a nulidade do ato. 
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NULIDADES
5- Nulidades em Espécie: 
5.10 – Falta do recurso de ofício: O nosso ordenamento jurídico em matéria processual penal ainda prevê que determinadas decisões sejam obrigatoriamente reexaminadas por um órgão jurisdicional superior. É o que denominamos recurso de ofício. Assim, a não observância desse recurso dá ensejo a nulidade do processo, ou como se diz a súmula 423, do STF: “não transita em julgado a sentença por haver omitido o recurso ex officio, que se considera interposto ex lege”.
5.11 – Falta de intimação, nas condições estabelecidas pela lei, para ciência das sentenças e despachos que caiba recursos: Como forma de privilegiar o contraditório, as partes devem tomar ciência das decisões proferidas para que, caso queira, exerçam o direito de recorrer. 
5.12 – Falta do quorum legal para julgamento nos Tribunais Superiores, Tribunais dos Estados e Tribunais Regionais Federais: A não observância do número mínimo de juízes exigidos por lei para o órgão colegiado possa realizar o julgamento dá ensejo a nulidade. 
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NULIDADES
5- Nulidades em Espécie: 
5.13 – Decisão carente de fundamentação: A Lei 13.964/19 acresceu o inciso V, no art. 564, do CPP, para cominar como nulidade a ausência de fundamentação nas decisões. Esse dispositivo deve ser lido em conjunto com a nova redação do art. 315, § 2º, do mesmo Diploma Legal: § 2º Não se considera fundamentada qualquer decisão judicial, seja ela interlocutória, sentença ou acórdão, que: I - limitar-se à indicação, à reprodução ou à paráfrase de ato normativo, sem explicar sua relação com a causa ou a questão decidida; II - empregar conceitos jurídicos indeterminados, sem explicar o motivo concreto de sua incidência no caso;  III - invocar motivos que se prestariam a justificar qualquer outra decisão; IV - não enfrentar todos os argumentos deduzidos no processo capazes de, em tese, infirmar a conclusão adotada pelo julgador; V - limitar-se a invocar precedente ou enunciado de súmula, sem identificar seus fundamentos determinantes nem demonstrar que o caso sob julgamento se ajusta àqueles fundamentos; VI - deixar de seguir enunciado de súmula, jurisprudência ou precedente invocado pela parte, sem demonstrar a existência de distinção no caso em julgamento ou a superação do entendimento.    
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NULIDADES
5- Nulidades em Espécie: 
5.14 – Omissão de formalidades que constitua elemento essencial do ato: Trata-se de uma cláusula geral em que se comina a nulidade do ato quando não for observada alguma de suas formalidades.
5.15 – Nulidades no inquérito policial: Em razão de o inquérito policial ser mera peça de informação para a formação da opinião delicti do autor da ação penal, a doutrina majoritária entende que eventuais vícios ocorridos na fase investigativa não têm o condão de anular o processo penal subsequente, embora seja possível de que o resultado deste ato seja desentranhado dos autos.
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PROCESSO PENAL II 
NULIDADES
EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO
Analise os itens abaixo de depois assinale V para Verdadeiro F para Falso.
5 - ( ) De acordo com a doutrina majoritária, é taxativo o rol de nulidades previsto no CPP, em razão de estas consubstanciarem em sanções processuais, que devem ser expressamente estabelecidas na lei processual.
6 – ( ) A ausência de intimação do denunciado para apresentar contrarrazões ao recurso interposto da rejeição da denúncia constitui nulidade que não pode ser suprida pelo Juízo por meio de defensor dativo.
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NULIDADES
SÚMULAS DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA
SÚMULA 117: A INOBSERVANCIA DO PRAZO DE 48 HORAS, ENTRE A PUBLICAÇÃO DE PAUTA E O JULGAMENTO SEM A PRESENÇA DAS PARTES, ACARRETA NULIDADE.
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PROCESSO PENAL II 
NULIDADES
SÚMULAS DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL
SÚMULA 155: É relativa a nulidade do processo criminal por falta de intimação da expedição de precatória para inquirição de testemunha.
SÚMULA 156: É absoluta a nulidade do julgamento, pelo júri, por falta de quesito obrigatório.
SÚMULA 160: É nula a decisão do Tribunal que acolhe, contra o réu, nulidade não argüida no recurso da acusação, ressalvados os casos de recurso de ofício.
SÚMULA 206: É nulo o julgamento ulterior pelo júri com a participação de jurado que funcionou em julgamento anterior do mesmo processo.
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PROCESSO PENAL II 
NULIDADES
SÚMULAS DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL
SÚMULA 351: É nula a citação por edital de réu preso na mesma unidade da Federação em que o juiz exerce a sua jurisdição. 
SÚMULA 366: Não é nula a citação por edital que indica o dispositivo da lei penal, embora não transcreva a denúncia ou queixa, ou não resuma os fatos em que se baseia.
SÚMULA 431: É nulo o julgamento de recurso criminal, na segunda instância, sem prévia intimação, ou publicação da pauta, salvo em habeas corpus. 
SÚMULA 523: No processo penal, a falta da defesa constitui nulidade absoluta, mas a sua deficiência só o anulará se houver prova de prejuízo para o réu.
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PROCESSO PENAL II 
NULIDADES
SÚMULAS DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL
SÚMULA 706: É relativa a nulidade decorrente da inobservância da competência penal por prevenção. 
SÚMULA 707: Constitui nulidade a falta de intimação do denunciado para oferecer contra-razões ao recurso interposto da rejeição da denúncia, não a suprindo a nomeação de defensor dativo.
SÚMULA 708: É nulo o julgamento da apelação se, após a manifestação nos autos da renúncia do único defensor, o réu não foi previamente intimado para constituir outro.
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PROCESSO PENAL II 
NULIDADES
SÚMULAS DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL
SÚMULA 709: Salvo quando nula a decisão de primeiro grau, o acórdão que provê o recurso contra a rejeição da denúncia vale, desde logo, pelo recebimento dela.  
SÚMULA 712: É nula a decisão que determina o desaforamento de processo da competência do júri sem audiência da defesa. 
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PROCESSO PENAL II 
NULIDADES
BIBLIOGRAFIA
Processo Penal, Norberto Avena, pag. 1145 a 1194.
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