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CONHECIMENTOS 
ESPECÍFICOS
O Projeto Político Pedagógico
Livro Eletrônico
Presidente: Gabriel Granjeiro
Vice-Presidente: Rodrigo Calado
Diretora de Produção Educacional: Vivian Higashi
Gerência de Produção de Conteúdo: Magno Coimbra
Todo o material desta apostila (incluídos textos e imagens) está protegido por direitos autorais 
do Gran Cursos Online. Será proibida toda forma de plágio, cópia, reprodução ou qualquer 
outra forma de uso, não autorizada expressamente, seja ela onerosa ou não, sujeitando-se o 
transgressor às penalidades previstas civil e criminalmente.
CÓDIGO:
230224393963
GUSTAVO SILVA
Professor da SEDF. Professor de cursos para concursos e da rede privada. Formado 
em Letras – Português com especialização em alfabetização e letramento.
 
O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para JESUS SOMBRA SANTIAGO - 89483340349, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título,
a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.
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O Projeto Político Pedagógico
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SUMÁRIO
O Projeto Político Pedagógico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4
1. Projeto Político-Pedagógico da Escola e o Compromisso com a Qualidade 
Social do Ensino . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4
2. Novas Tecnologias da Informação e Comunicação, e suas Contribuições com 
a Prática Pedagógica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11
3. Didática e Organização do Ensino. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 20
4. Saberes, Processos Metodológicos e Avaliação da Aprendizagem . . . . . . . . . . . . 25
5. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Básica . . . . . . . . . . . . . . . . . . 34
6. A Função Social da Escola, Inclusão Educacional e Respeito à Diversidade . . . . 42
7. Educação em Direitos Humanos, Democracia e Cidadania . . . . . . . . . . . . . . . . . . 48
8. Relações Socioeconômicas e Político-Culturais da Educação. . . . . . . . . . . . . . . . 52
9. Concepções e Tendências Pedagógicas Contemporâneas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 56
Resumo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 60
Questões de Concurso . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 61
Gabarito . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 91
Gabarito Comentado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 92
 
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O Projeto Político Pedagógico
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O PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICOO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO
1. PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO DA ESCOLA E O 1. PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO DA ESCOLA E O 
COMPROMISSO COM A QUALIDADE SOCIAL DO ENSINOCOMPROMISSO COM A QUALIDADE SOCIAL DO ENSINO
Pensar em escola e educação é pensar em qualidade de ensino e de serviços prestados 
à sociedade em constante transformação. A elaboração de um projeto político-pedagógico, 
portanto, torna-se de extrema importância para a instituição escolar, considerando-se que 
deve envolver toda a sua comunidade – interna e externa. Nesse sentido, entende-se que 
o projeto faz parte de uma construção coletiva e deve buscar consolidar os ideais de uma 
escola democrática, inclusiva e abrangente.
É preciso ressaltar que todos, trazendo sua parcela de contribuição, refletindo, agindo, 
desenvolvendo e aproveitando potencialidades podem colaborar com soluções coerentes para 
dificuldades encontradas, tornando possível efetivar um processo de ensino-aprendizagem 
de qualidade, em que todos estejam dispostos a cooperar e se emancipar para um mundo 
cada vez mais exigente.
Em face dos constantes desafios e transformações na sociedade, a educação, focada 
na qualidade de uma prática social, pode contribuir para a democratização da sociedade 
brasileira. Evidencia-se, nesse processo, que a busca de qualidade representa o desejo de 
prestar um serviço eficiente para formar homens e mulheres capazes de compreender a 
sociedade em que vivem.
Essa temática destaca a importância social do projeto político-pedagógico no contexto 
escolar, uma vez que o seu processo de construção e execução visa a melhoria dos serviços 
educacionais considerados relevantes para estruturar princípios que norteiam as práticas 
educativas.
Políticas educacionais centralizadoras e autoritárias, permeadas por questões 
antidemocráticas e ideológicas que causam situações de conflito e de resistência têm 
marcado a história da Educação brasileira, inviabilizando, e muito, a implantação de uma 
escola independente, capaz de gerir democraticamente, projetada para a autonomia e a 
liberdade.
Mudar a escola não é fácil nem rápido; contudo é necessário e urgente. Entendemos 
que sua transformação é marcada por um campo de luta pelas conquistas sociais que têm 
sido, a longo prazo, limitadas para a maioria da população brasileira. Cabe, porém, à escola 
tornar-se um dos agentes de mudança social e constituir-se em um espaço democrático, 
garantindo ao educando o direito de usufruir da construção do seu conhecimento, oferecendo 
aos professores educação continuada, viabilizando uma gestão mais democrática, atuante, 
que saiba criar propostas alternativas para superação de problemas escolares e, nesse 
contexto, fazer com que todos estejam comprometidos com a qualidade na educação.
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Torna-se importante ressaltar, também, que o projeto político-pedagógico pode 
contribuir para a qualidade dos serviços oferecidos na escola, a partir do momento em 
que ele é pensado e executado de maneira correta; isto é, para que se torne realidade, ele 
precisa, primeiramente, ser encarado por toda a comunidade escolar como um instrumento 
de transformação, e não apenas como um documento padrão que será arquivado. Para que 
isso aconteça, ele deve ser construído coletivamente e de acordo com a realidade, com as 
necessidades e expectativas de todos os envolvidos no cotidiano escolar.
O projeto político-pedagógico deve ser o norteador do ideal de qualidade que uma 
comunidade almeja alcançar, considerando-se objetivos, metas e recursos disponíveis 
para uma educação de qualidade. Mais importante: deve ser consultado, revisto, avaliado 
e reformulado constantemente, de acordo com as novas demandas que vão surgindo no 
contexto educacional.
Sendo assim, o projeto não pode ser algo construído para logo em seguida ser arquivado 
ou encaminhadomeios para se chegar ao 
esperado. Os objetivos educacionais expressam propósitos definidos, pois o professor quando 
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vai ministrar a aula já vai com os objetivos definidos. Eles têm por finalidade, preparar o 
docente para determinar o que se requer com o processo de ensino, isto é prepará-lo para 
estabelecer quais as metas a serem alcançadas, eles constituem uma ação intencional e 
sistemática.
Os objetivos são exigências que requerem do professor um posicionamento reflexivo, 
que o leve a questionamentos sobre a sua própria prática, sobre os conteúdos os materiais 
e os métodos pelos quais as práticas educativas se concretizam. Ao elaborar um plano de 
aula, por exemplo, o professor deve levar em conta muitos questionamentos acerca dos 
objetivos que aspira, como O que? Para que? Como? E Para quem ensinar?, e isso só irá 
melhorar didaticamente as suas ações no planejamento da aula.
Os conteúdos de ensino são constituídos por um conjunto de conhecimentos. É a forma 
pela qual, o professor expõem os saberes de uma disciplina para ser trabalhado por ele e 
pelos seus alunos. Esses saberes são advindos do conjunto social formado pela cultura, a 
ciência, a técnica e a arte. Constituem ainda o elemento de mediação no processo de ensino, 
pois permitem ao discente através da assimilação o conhecimento histórico, cientifico, 
cultural acerca do mundo e possibilitam ainda a construção de convicções e conceitos.
A contextualização consiste em trazer para dentro da sala de aula questões presentes no 
dia a dia do aluno e que vão contribuir para melhorar o processo de ensino e aprendizagem do 
mesmo. Valorizando desta forma o contexto social em que ele está inserido e proporcionando a 
reflexão sobre o meio em que se encontra, levando-o a agir como construtor e transformador 
deste. Então, pois, ao selecionar e organizar os conteúdos de ensino de uma aula o professor 
deve levar em consideração a realidade vivenciada pelos alunos.
O professor no processo de ensino é o mediador entre o indivíduo em formação e os 
conhecimentos prévios de uma matéria. Tem como função planejar, orientar a direção dos 
conteúdos, visando à assimilação constante pelos alunos e o desenvolvimento de suas 
capacidades e habilidades. É uma ação conjunta em que o educador é o promotor, que faz 
questionamentos, propõem problemas, instiga, faz desafios nas atividades e o educando 
é o receptor ativo e atuante, que através de suas ações responde ao proposto produzindo 
assim conhecimentos. O papel do professor é levar o aluno a desenvolver sua autonomia 
de pensamento.
Métodos de ensino são as formas que o professor organiza as suas atividades de ensino 
e de seus alunos com a finalidade de atingir objetivos do trabalho docente em relação 
aos conteúdos específicos que serão aplicados. Os métodos de ensino regulam as formas 
de interação entre ensino e aprendizagem, professor e os alunos, na qual os resultados 
obtidos é assimilação consciente de conhecimentos e desenvolvimento das capacidades 
cognoscitivas e operativas dos alunos.
A relação objetivo-conteúdo-método procuram mostrar que essas unidades constituem 
a linhagem fundamental de compreensão do processo didático: os objetivos, explicitando 
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os propósitos pedagógicos intencionais e planejados de instrução e educação dos alunos, 
para a participação na vida social; os conteúdos, constituindo a base informativa concreta 
para alcançar os objetivos e determinar os métodos; os métodos, formando a totalidade 
dos passos, formas didáticas e meios organizativos do ensino que viabilizam a assimilação 
dos conteúdos, e assim, o atingimento dos objetivos.
4. SABERES, PROCESSOS METODOLÓGICOS E AVALIAÇÃO 4. SABERES, PROCESSOS METODOLÓGICOS E AVALIAÇÃO 
DA APRENDIZAGEMDA APRENDIZAGEM
Embora a pedagogia contemporânea defenda uma concepção de avaliação escolar 
como instrumento de emancipação, no cotidiano escolar prevalece ainda nas práticas 
avaliativas, uma ênfase nas notas obtidas pelos alunos e não na sua aprendizagem. O 
uso dos resultados das avaliações encerra-se na obtenção e registro de símbolo do valor 
mensurável da aprendizagem do aluno.
Tal momento de avaliar a aprendizagem do aluno não deve ser o ponto de chegada, mas 
uma oportunidade de parar e observar se a caminhada está ocorrendo com a qualidade 
previamente estabelecida para esse processo de ensino e aprendizagem para retomar a 
prática pedagógica de forma mais adequada, uma vez que o objeto da ação avaliativa, no 
caso a aprendizagem.
A discussão sobre a avaliação escolar está diretamente vinculada ao processo de ensino 
e aprendizagem, ou seja, à prática pedagógica do professor. Porém, muitos educadores 
percebem o processo em questão de modo dicotomizado: o professor ensina e o aluno aprende.
No entanto, a avaliação deve ter como objetivo a qualidade da prática pedagógica do 
professor. A mesma é condição necessária para a construção da aprendizagem bem sucedida 
do aluno e não para classificar ou discriminar, mas um parâmetro para a práxis educativa.
Os novos desafios do mundo contemporâneo exigem inovações didático-pedagógicas que 
possam contribuir para que a escola cumpra com seus objetivos de ensino e aprendizagem 
proporcionando um espaço repleto de possibilidades.
Sendo a avaliação uma das etapas da atividade escolar, é necessário que esteja sintonizada 
com a finalidade do processo ensino e aprendizagem e como possibilidade de perceber 
nos sujeitos escolares suas fragilidades, seus avanços e desta forma, mediar o processo 
de apropriação do conhecimento e consequentemente, com a função social da escola que 
é a de promover o acesso aos conhecimentos socialmente produzidos pela humanidade a 
fim de possibilitar ao aluno condições de emancipação humana.
Deste modo, a educação ofertada pela instituição escolar deve possibilitar o processo 
dialético de trabalho pedagógico para formar alunos autônomos em sua aprendizagem 
e em seu desenvolvimento humano, produtores de conhecimento crítico e significativo, 
conscientes e compromissados com a melhoria do seu meio social.
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O processo de avaliação da aprendizagem deve ser praticado com esta perspectiva 
dialética do conhecimento, mas os critérios e procedimentos de avaliação muitas vezes não 
condizem com a realidade vivida pelo aluno no processo de construção do conhecimento, 
levando-o ao fracasso escolar.
O conhecimento deve ajudar a compreender o mundo e nele intervir sendo que a principal 
finalidade da avaliação no processo escolar é ajudar a garantir a formação integral do aluno 
pela mediação do conhecimento e da aprendizagem por parte de seus alunos.
Esta concepção de avaliação exige uma mudança de postura do professor o qual deve 
investir suas potencialidades, não no controledo que foi transmitido e sim na aprendizagem 
dos alunos. Nesta concepção dialética, a forma de trabalho em sala de aula terá que 
sofrer mudanças.
É preciso olhar para o que cada aluno já sabe e para suas reais necessidades e, isso 
significa olhar para a prática e para a teoria que sustenta essa prática, articulando-as com a 
dinâmica do trabalho em sala de aula. Superar os conteúdos desvinculados da prática social 
dos alunos e a metodologia passiva, uma vez que o professor, pela avaliação, vai acompanhar 
a construção da aprendizagem do aluno na perspectiva de superação do senso comum.
A avaliação deve ter efeito prático, ou seja, para o professor mudar a forma de trabalhar 
retomando conteúdos, explicando de outra maneira, mudando a forma de organizar o trabalho 
em sala de aula e dar atenção especial aos alunos que apresentam maior dificuldade; quanto 
à escola, proporcionar mais condições de estudo, criar espaço para recuperação, rever o 
currículo, incentivar a integração entre professores e desenvolver sempre alternativas para 
melhoria do processo de ensino e aprendizagem, envolvendo o coletivo escolar.
Cabe à escola, buscar a socialização através das ações pedagógicas que desenvolve e 
realizar tarefas coletivas cuidando para que estas sejam desenvolvidas pelo grupo e não por 
um único componente. Nesse caso, é preciso ensinar os alunos a trabalhar individualmente 
e em grupos e a serem responsáveis na execução do seu trabalho. Tal procedimento faz 
com que os mesmos sintam-se como partes integrantes de um grupo e de um contexto 
social mais amplo.
Na concepção pedagógica tradicional a educação é concebida como mera transmissão 
e memorização de informações prontas e o aluno é visto como um ser passivo e receptivo. 
Nesta pedagogia a avaliação está diretamente associada ao fazer prova, fazer exame, dar 
notas, repetir ou passar de ano.
O trabalho pedagógico dentro da pedagogia histórico-crítica, tem como ponto de partida 
a prática social inicial do conteúdo, onde o aluno é mobilizado a fazer a primeira leitura da 
realidade, ou seja, um contato inicial com o tema a ser estudado, devendo perceber alguma 
relação entre o conteúdo e seu cotidiano, das suas relações sociais, cabendo ao professor 
respeitar os diferentes níveis de conhecimento que o aluno traz consigo à escola, ou seja, 
seu saber anterior considerado no momento de diagnóstico.
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Ao iniciar seu trabalho frente aos alunos, evidentemente o professor deve ter elaborado 
um planejamento de suas atividades, ter uma expectativa, no plano teórico, em relação 
ao aluno, como ele aprende, o que ele vai ensinar para que na prática, o professor busque 
uma coerência pedagógica, refletindo e discutindo com os mesmos.
No segundo momento vem a problematização, fundamental para o encaminhamento 
de todo o processo de trabalho docente-discente, elemento chave entre a prática e a 
teoria, entre o fazer cotidiano e a cultura elaborada, iniciando o trabalho com o conteúdo 
sistematizado, confrontando-o com a prática social.
A partir das questões levantadas nos passos anteriores, esse terceiro passo do método, a 
Instrumentalização, onde os alunos, sujeitos aprendentes e o objeto da sua aprendizagem e o 
objeto do conhecimento apresentado, são postos em recíproca relação através da mediação 
do professor que auxilia e orienta os alunos para que estes apropriem-se do conhecimento 
socialmente produzido e sistematizado para responder aos problemas levantados. É um 
dos pontos centrais do processo.
Na sequência, quarto momento, temos a catarse, cuja operação fundamental é a 
síntese. O educando mostra que, de uma visão sincrética que o mesmo trouxe em relação 
ao conteúdo, agora ele pode concluir com uma síntese, no seu novo nível de aprendizagem 
(momento da avaliação que traduz o crescimento do aluno). Conforme as circunstâncias, a 
avaliação pode ser realizada de maneira informal ou formal, mas sempre devem ser levados 
em conta dois elementos básicos: os instrumentos e os critérios.
As pedagogias contemporâneas valorizam uma metodologia mais participativa onde 
a avaliação é concebida como experiência de vivência. Na relação dialética, presente na 
avaliação, o aluno confronta-se com o objeto do conhecimento que o levará a participação 
ativa, valorizando o fazer e refletir, sem medo de errar porque o erro, no processo ensino-
aprendizagem, assume o caráter mediador. Assim, tanto o aluno como o professor podem 
rever sua trajetória para compreender e agir sobre o conhecimento e a avaliação não se 
reduz a apenas atribuir notas.
No início de cada ano letivo, o professor deve explicitar aos seus alunos, a metodologia a 
ser utilizada, o conteúdo a ser desenvolvido, seus critérios de avaliação que devem ser claro 
para favorecer os processos avaliativos que permitirão que a avaliação tenha realmente 
uma função de feedback. Isto possibilita que as atividades didático-pedagógicas sejam 
desenvolvidas de maneira mais eficaz e positiva pelo professor.
Neste sentido, a avaliação não será aplicada somente ao nível de aprendizagem do 
aluno, mas também ao aperfeiçoamento do ensino. Cabe ressaltar que a avaliação da 
aprendizagem escolar está relacionada a uma concepção de homem, de sociedade, ao 
Projeto Pedagógico da escola. No entanto, de modo geral, não se percebe a discrepância 
entre a proposta educativa teórica e a prática efetiva.
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A avaliação é um meio ou recurso para verificar se a aprendizagem ocorreu ou não. Ela 
está a serviço da prática pedagógica como um mecanismo social que busca superar as 
contradições existentes na sala de aula, tentando dar autonomia ao aluno.
A pedagogia dos conteúdos sócio-culturais centrada na ideia de igualdade para todos no 
processo de educação e na compreensão que a prática educacional se faz pela socialização 
do conhecimento produzido pela humanidade, ao longo de sua história através da prática 
social, nos traz uma prática de avaliação condizente com o novo modelo social. Propõe a 
superação do autoritarismo exigindo a participação democrática de todos.
A garantia da aprendizagem na escola é um direito dos alunos e a garantia deste direito 
requer condições objetivas para que a escola cumpra sua função de ensinar conhecimentos 
sistematizados reconhecidos culturalmente como importantes à sociedade.
Entre estas condições está a busca de ações coordenadas do coletivo escolar, criando 
espaços para o redimensionamento da prática avaliativa estruturada a partir de um 
embasamento teórico adequado pelos professores. Só assim, estes poderão aliar teoria à 
prática de forma efetivamente positiva.
As Diretrizes Curriculares Estaduais (2007) objetivam favorecer que os professores 
busquem a coerência entre a concepção pedagógica defendida e as práticas avaliativas 
que integram o processo de ensino e aprendizagem.
Na fundamentação dos documentos educacionais citados, a ênfase está na qualidade 
da construção do conhecimento pelo aluno, mostra professores e alunos como co-autores 
no processo de ensino e aprendizagem e que a avaliação tem o papel de mediação neste 
processo pedagógico.
No Projeto Político Pedagógico da escola em questão,verificamos que a realidade do 
cotidiano escolar está posta, como também o desejo de realizar mudanças necessárias:
À medida em que buscamos promover o desenvolvimento de uma nova cultura de 
avaliação da aprendizagem escolar para a melhoria da qualidade da educação ofertada em 
escolas públicas de ensino, compreendemos que vários fatores interferem no desempenho 
dos alunos.
Muitos cuidados devem ser tomados no desenvolvimento da prática avaliativa do 
conhecimento dos alunos utilizando procedimentos que assegurem realmente o pleno 
desenvolvimento destes, evitando a comparação dos alunos entre si, o que caracterizaria uma 
prática avaliativa classificatória, portanto indesejável do ponto de vista pedagógico atual.
Portanto, é necessário que a escola abra cada vez mais espaços para estudo e reflexão, 
onde todo o coletivo escolar encontre caminhos para oferecer uma formação adequada a 
partir de melhores condições pedagógicas e estabelecimento de estratégias significativas, 
tendo em vista o desenvolvimento dos alunos dentro da dinâmica social, uma vez que 
sempre encontramos uma resistência a tudo que é novo também no âmbito educacional. 
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Propostas de ação coletivas e articuladas certamente seriam o fio condutor para construir 
e efetivar uma prática educativa transformadora.
Há também que se considerar os hábitos cristalizados de práticas pedagógicas 
conservadoras e autoritárias que permearam a formação de muitos professores. Tais 
fatores, intencionalmente ou não, estão presentes no dia a dia escolar, o que nos faz propor 
um maior suporte de conhecimentos filosóficos como também conhecimentos na área da 
psicologia educacional por todos os profissionais da educação, destacando-se os professores.
Entendemos que um professor é verdadeiramente mediador quando começa seu 
trabalho a partir do que o aluno sabe, isto é, tem como ponto de partida a prática da 
avaliação diagnóstica, objetivando auxiliar o aluno no seu desenvolvimento pessoal a partir 
do processo de ensino-aprendizagem.
Do professor espera-se, a partir de uma prática em sala de aula segura e responsável, 
embasada em um conhecimento teórico condizente com os avanços científicos 
contemporâneos, verificar em que medida os conhecimentos anteriores de seus alunos 
ocorreram, acolher a situação real e tomar decisões para obter resultados cada vez mais 
satisfatórios na construção do conhecimento, proporcionando aos mesmos a oportunidade 
de compreender a realidade e sobre ela se posicionar, enfrentar e resolver a contento os 
problemas nela existentes.
O que muitos professores confundem é o uso dos instrumentos de avaliação como a 
aplicação de provas e exames com o processo e gestão da aprendizagem dos alunos. A prova 
é somente uma formalidade do sistema escolar, uma ferramenta, ela sozinha não deve ser 
usada como avaliação, mas como uma parte do processo, que tem início, meio e fim.
O educador não pode simplesmente usar os instrumentos para avaliar e se esquecer de 
realizar o acompanhamento do aluno para verificar se está ou não aprendendo. É bastante 
comum os professores usarem os instrumentos de forma pontual, por exemplo, ao final de 
um bimestre e no fechamento do semestre sem realizar o acompanhamento do início ao fim.
O que pode implicar no erro de aplicar o exame de nota para classificar o aluno e rotular 
os que aprenderam e os que não aprenderam de acordo com um critério e patamar. O que 
não significa que o aluno que foi classificado com uma nota abaixo de um patamar não tenha 
aprendido os conceitos e práticas daquela disciplina. Para não cometer esse erro é importante 
entender os tipos de avaliação e como aplicá-los no processo de ensino-aprendizagem.
De acordo com os estudos de Bloom (1993) a avaliação do processo ensino-aprendizagem, 
apresenta três tipos de funções: diagnóstica (analítica), formativa (controladora) e somativa 
(classificatória). Entenda cada tipo:
Diagnóstica: Auxilia o professor a detectar ou fazer uma verificação dos conteúdos e 
conhecimento do aluno. E a partir dos dados desse diagnóstico realizar o planejamento de 
ações que supram as necessidades e atinja os objetivos propostos. Com isso se utiliza a 
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avaliação de aprendizagem como suporte para o planejamento de ensino. Recomenda-se 
aplicar este tipo de avaliação no início do processo de ensino-aprendizagem.
Formativa: Tem como objetivo verificar se tudo aquilo que foi proposto pelo professor 
no seu planejamento em relação aos conteúdos estão sendo atingidos durante todo o 
processo de ensino aprendizagem do aluno passo a passo. Com isso é possível aplicar a 
recuperação paralela, onde os alunos resgatam os conceitos revisando-os ao longo do 
caminho e evoluindo cada um no seu ritmo.
Essa intervenção e postura do professor como mediador tira de cena aquela prática 
de classificar o aluno com uma nota. Não se tem mais a visão da avaliação no resultado do 
teste e sim no potencial de desenvolvimento do aluno.
Somativa: Tem o objetivo de atribuir notas e conceitos para o aluno ser promovido ou 
não de uma classe para outra, ou de um curso para outro, normalmente realizada durante 
o bimestre ou semestre.
É necessário que o professor tenha clareza destas etapas para que possa realizar a 
avaliação de forma integrada. A prática da avaliação escolar que tem o foco a classificação, no 
processo de obtenção de médias de aprovação ou médias de reprovação está ultrapassado. 
Para um verdadeiro e atual processo de avaliação, não interessa a aprovação ou reprovação 
de um aluno, mas sim sua aprendizagem e, consequentemente, o seu crescimento.
Ao avaliar, o professor precisa atentar para as diversas técnicas e instrumentos para 
possibilitar o diagnóstico em sala de aula. É necessário compreender o que o estudante 
responde e como responde, tendo em vista que a média final não é suficiente para definir 
os seus conhecimentos. É imprescindível a ação em busca de novos instrumentos que 
possam “caracterizar” o aprendizado desse estudante e refletir até que ponto isso está 
colaborando com o seu desempenho, ou seja, o que este sabe ou não de um determinado 
assunto. Considerando que a avaliação faz parte do processo e o implica, ela continua sendo 
o instrumento utilizado pelo professor, que precisa mudar sua postura em busca de novos 
dilemas para o avaliar em sala de aula, sem que torne seletivo o aprendizado.
É importante considerar que as escolas ainda não conseguem enxergar os estudantes 
perante os saberes e a capacidade de aprender na proporção de suas competências – 
conhecimentos adquiridos na sua vida social e escolar e, suas habilidades – de como essas 
competências podem ser trabalhadas para enriquecer a aprendizagem.
Quanto aos critérios de avaliação, eles elevam às expectativas de aprendizagem, sendo 
baseados nos objetivos e organização de conteúdos condizentes à disciplina ou para o 
curso ou para o ciclo, com suas particularidades em cada etapa do processo e de acordo 
com determinada situação, prevendo estabelecer condições estruturais e cognitivas, na 
qual os estudantes possam ter boas experiências para serem conduzidos à progressão da 
socializaçãono contexto de suas capacidades.
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O ato de avaliar a aprendizagem implica em acompanhamento e reorientação permanente 
da aprendizagem. Ela se realiza através de um ato rigoroso de diagnóstico e reorientação 
da aprendizagem tendo em vista a obtenção dos melhores resultados possíveis, frente aos 
objetivos que se tenha à frente. E, assim sendo, a avaliação exige um ritual de procedimentos, 
que inclui desde o estabelecimento de momentos no tempo, construção, aplicação e 
contestação dos resultados expressos nos instrumentos; devolução e reorientação das 
aprendizagens ainda não efetuadas. (LUCKESI, 2004, p. 4 )
Para tanto, vale salientar que por mais que um dia não exista nota ou conceito, é 
importante entender que a avaliação se faz necessária e é uma exigência formal do sistema 
educacional e sempre haverá a necessidade de continuar existindo para possibilitar caminhos 
para o desenvolvimento e amenizar as problemáticas existentes no âmbito escolar.
Nesse caminho, torna-se imprescindível que o professor reveja a sua prática e compreenda 
que o estudante é capaz de melhorar os seus “erros” mediante as suas orientações pedagógicas. 
Avaliar requer renunciar a velhos paradigmas e conceber alternativas de recuperação de 
falhas que muito tem afetado o processo educativo. Para isso, é preciso que seja planejada 
com o intuito de alcançar plenamente os objetivos propostos desde o início do ano letivo.
A atual prática da avaliação no contexto escolar tem se apresentado com a função 
de classificar e não diagnosticar como deveria ser e, essa classificação, é definida em 
números que somados se transformam em notas e determinam quem está apto a seguir 
adiante nos anos escolares. Vale ressaltar que o professor precisa compreender o porquê 
está avaliando e para quê avaliar. Portanto, é necessário que essa compreensão ocorra no 
intuito de conduzir o processo avaliativo da melhor forma, a fim de reajustar os planos de 
ação através de uma reflexão sempre constante, crítica e participativa.
Diante do exposto é preciso compreender que a avaliação deixará de ser autoritária se 
o contexto dos modelos e das práticas da educação deixarem de ser autoritárias. Nessa 
ideia, a avaliação precisa ser comprometida com uma proposta histórico-crítica, onde o 
estudante perceba o seu papel na sociedade. Quando o professor se utiliza desse tipo de 
avaliação, tipo diagnóstica ou analítica, ele propõe uma ação de sondagem da situação e 
do desenvolvimento da aprendizagem, o que pode contribuir na verificação do que o aluno 
aprendeu e como aprendeu em toda a sua trajetória escolar, possibilitando conhecer a 
realidade do processo de ensino-aprendizagem através do conhecimento prévio de cada 
estudante, suas habilidades ou saberes já adquiridos.
Quando se fala em avaliação, logo se relaciona às expressões de se realizar provas, exames, 
notas, repetir ou seguir de ano letivo. Essas expressões são resultado de uma concepção 
pedagógica que perdurou por muitos anos, mas que ainda reflete em nossos tempos, porque 
sempre esteve atrelada somente ao papel do professor no processo do ensino e não na 
aprendizagem, onde o aluno sempre foi visto como um ser receptivo. Todavia, dentro de 
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uma concepção mais moderna, a educação visa um olhar de múltiplas vivências, tendo em 
vista o desenvolvimento cognitivo, social e de capacidades motoras nos estudantes.
Para tanto, a avaliação tem seu valor e suas influências quando o estudante de fato 
pode tomar conhecimento de seus desempenhos e fracassos para continuar avançando na 
construção de seus saberes e, assim, amadurecendo a cada fase de sua vida. Ela contempla 
tantas dimensões e não se reduz somente em lançar notas. A avaliação da aprendizagem 
busca ir mais além da simples aplicação de testes ou provas. Ela verifica o desempenho 
do estudante, no sentido de obter informações que possam subsidiar a sua tomada de 
consciência do professor, no sentido de criar e possibilitar soluções.
Nesse pressuposto, a avaliação deslumbra toda a educação. Ela perpassa por todos os 
trâmites escolares e influência no fazer pedagógico e no fazer aprender. E, se os movimentos 
da sociedade exigem um novo modelo de escola, isso não se difere de um novo modelo 
para a constituição dos processos avaliativos, tendo em vista que, deve averiguar se os 
objetivos propostos foram alcançados de acordo com as individualidades, vivências, meio, 
características e totalidade de cada indivíduo.
Partindo desse conceito, entende-se que essa postura de construção de conhecimento 
retratado pela autora requer uma mudança de concepção pedagógica, o que implica 
também uma mudança de postura ao processo avaliativo. Tanto a avaliação quanto a ação 
pedagógica, em suas totalidades, podem encontrar novos caminhos que venham permitir que 
os estudantes sejam impulsionados a assumir um papel ativo frente ao processo educativo 
e com isso desenvolver ainda mais aprendizagens, por isso a importância do avaliar.
A necessidade de avaliar sempre se fará presente. Não importa a ocasião, norma ou 
padrão. Não há como fugir dessa necessidade, apesar de que pode-se inferir que o processo 
de avaliação tem inúmeras finalidades e vai muito além do que tem se apresentado, o intuito 
deve ser o de empregado, no sentido de conhecer melhor o estudante e buscar distinguir 
as suas competências e habilidades, seus interesses e o seu protagonismo, para que possa 
ser feito um planejamento assertivo e, assim, gerir os resultados da avaliação como ponto 
inicial para depois vir a constatar o que realmente precisa ser aprendido por esse estudante.
Considerando que cada aluno tem suas peculiaridades é preciso entender que cada um 
aprende de forma diferente, uns mais lentos, outros mais acelerados, mas todos aprendem. 
Esse é o ponto chave da questão da pedagogia do aprendizado. É preciso compreender todas 
as etapas percorridas pelo estudante em sua fase de desenvolvimento, fazer o diagnóstico 
sustentável e eficiente que possa levantar a trajetória sobre: o que aprendeu, o que ele já 
sabe de informações, o que ele pode melhorar, para que isso gere novos conhecimentos 
que sejam desenvolvidos no processo de ensino e aprendizagem, que deve ser dinâmico, 
sutil e em permanente construção.
Desta feita, a ação avaliativa oferece informações para os educadores refletirem sobre a 
sua prática pedagógica, com a intenção de identificar os conhecimentos prévios dos alunos 
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para poder auxiliá-los no seu processo de desenvolvimento. Ensinar e avaliar precisam ter 
correspondência e deve ser feito num processo contínuo, onde vai questionar a forma 
ensinada, sua adequação às diversas maneiras de desenvolver as aprendizagens e levando 
em consideração a contextualização dos fatoshistóricos vividos pelos educandos, o que 
influencia fortemente na sua forma de aprender.
Uma das perspectivas dentro do processo de ensino é instituir práticas avaliativas 
que focalize o estudante como um todo, podendo ocorrer na liberdade de expressão, 
oportunizando-o com projetos que visem sua participação nas construções e/ou produções 
de trabalhos, dispondo momentos de discussões acerca de determinados assuntos e em 
diversas atividades em que ele mesmo tome iniciativas ou decisões e, com isso, promover 
o desenvolvimento de capacidades para que o professor entenda o que fazer diante dessas 
observações.
A avaliação é ainda muito discutida, passou por diversas mudanças conceituais e 
metodológicas, afinal é um procedimento que implica uma tríade entre o estudante, o 
professor e as suas relações escolares. Ela precisa proporcionar a reflexão sobre a prática, 
pois refere-se a uma tomada de decisão sobre o que fazer, como fazer e para que fazer, 
para superar os obstáculos que interferem na aprendizagem dos estudantes e, com isso, 
poder acompanhá-los e ajudá-los em suas eventuais dificuldades.
Outro ponto analisado é a maneira como a escola tem avaliado o processo ensino-
aprendizagem e o que isso tem refletido nos tempos atuais. A escola sempre trabalhou com 
base nos modos conteudistas e na classificação e, quando se indaga a quem ela beneficia 
ou a quem interessa, se questiona o ensino que está disponibilizando à sociedade.
Quando se fala em avaliação, grande parte das pessoas associa a ideia com a realização 
de provas e notas. Porém, tais aspectos não devem ser os únicos parâmetros de análise 
do desempenho educativo, até porque a avaliação abarca o processo de aprendizagem de 
forma integral.
O maior objetivo, portanto, é fazer um diagnóstico detalhado sobre o nível atual de 
rendimento dos estudantes para que, a partir disso, atividades, metodologias e práticas 
possam ser implementadas de acordo com as principais necessidades apresentadas pelos 
discentes.
Com isso, a tendência é os elementos de avaliação serem ferramentas de motivação 
em busca de resultados mais positivos para a instituição de ensino e seus alunos. Sendo 
assim, os professores devem buscar por abordagens que contemplem métodos didáticos 
mais adequados a cada disciplina e seus conteúdos, objetivando maior crescimento e 
avanço escolar.
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5. DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA A 5. DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA A 
EDUCAÇÃO BÁSICAEDUCAÇÃO BÁSICA
As Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs) são normas obrigatórias para a Educação 
Básica que orientam o planejamento curricular das escolas e dos sistemas de ensino. Elas são 
discutidas, concebidas e fixadas pelo Conselho Nacional de Educação (CNE). Mesmo depois 
que o Brasil elaborou a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), as Diretrizes continuam 
valendo porque os documentos são complementares: as Diretrizes dão a estrutura; a Base 
o detalhamento de conteúdos e competências.
As DCNs têm origem na Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), de 1996, que assinala 
ser incumbência da União “estabelecer, em colaboração com os estados, Distrito Federal e 
os municípios, competências e diretrizes para a Educação Infantil, o Ensino Fundamental 
e o Ensino Médio, que nortearão os currículos e os seus conteúdos mínimos, de modo a 
assegurar a formação básica comum”.
O processo de definição das diretrizes curriculares conta com a participação das mais 
diversas esferas da sociedade. Dentre elas, o Conselho Nacional dos Secretários Estaduais 
de Educação (Consed), a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), 
a Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação (ANPED), além de 
docentes, dirigentes municipais e estaduais de ensino, pesquisadores e representantes 
de escolas privadas.
A função da Base é especificar aquilo as habilidades que se espera que os alunos aprendam 
ano a ano. A BNCC foi elaborada à luz do que diz das DCN e, portanto, um documento não 
exclui o outro. “Fazendo uma analogia, as DCNs dão a estrutura, e a Base recheia essa forma, 
com o que é essencial de ser ensinado. Portanto, elas se complementam”, afirma Eduardo 
Deschamps, presidente do CNE. Diretrizes e Base são obrigatórios e devem ser respeitados 
por todas as escolas, tanto da rede pública como particular.
As diretrizes curriculares visam preservar a questão da autonomia da escola e da 
proposta pedagógica, incentivando as instituições a montar seu currículo, recortando, 
dentro das áreas de conhecimento, os conteúdos que lhe convêm para a formação daquelas 
competências explícitas nas DCNs.
Desse modo, as escolas devem trabalhar os conteúdos básicos nos contextos que lhe 
parecerem necessários, considerando o perfil dos alunos que atendem, a região em que 
estão inseridas e outros aspectos locais relevantes.
A formulação de Diretrizes Curriculares Nacionais constitui, portanto, atribuição federal, 
que é exercida pelo Conselho Nacional de Educação (CNE), nos termos da LDB e da Lei n. 
9.131/1995, que o instituiu. Esta lei define, na alínea “c” do seu artigo 9º, entre as atribuições 
de sua Câmara de Educação Básica (CEB), deliberar sobre as Diretrizes Curriculares propostas 
pelo Ministério da Educação. Esta competência para definir as Diretrizes Curriculares 
Nacionais torna-as mandatórias para todos os sistemas. Ademais, atribui-lhe, entre outras, a O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para JESUS SOMBRA SANTIAGO - 89483340349, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título,
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responsabilidade de assegurar a participação da sociedade no aperfeiçoamento da educação 
nacional (artigo 7º da Lei n. 4.024/1961, com redação dada pela Lei n. 9.131/1995), razão 
pela qual as diretrizes constitutivas deste Parecer consideram o exame das avaliações por 
elas apresentadas, durante o processo de implementação da LDB.
A necessidade de definição de Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a 
Educação Básica está posta pela emergência da atualização das políticas educacionais 
que consubstanciem o direito de todo brasileiro à formação humana e cidadã e à formação 
profissional, na vivência e convivência em ambiente educativo. Têm estas Diretrizes por 
objetivos:
I – sistematizar os princípios e diretrizes gerais da Educação Básica contidos na Constituição, na 
LDB e demais dispositivos legais, traduzindo-os em orientações que contribuam para assegurar 
a formação básica comum nacional, tendo como foco os sujeitos que dão vida ao currículo e à 
escola;
II – estimular a reflexão crítica e propositiva que deve subsidiar a formulação, execução e avaliação 
do projeto político-pedagógico da escola de Educação Básica;
III – orientar os cursos de formação inicial e continuada de profissionais – docentes, técnicos, 
funcionários -da Educação Básica, os sistemas educativos dos diferentes entes federados e as 
escolas que os integram, indistintamente da rede a que pertençam.
A comissão promoveu uma mobilização nacional das diferentes entidades e instituições que 
atuam na Educação Básica no País, mediante:
I – encontros descentralizados com a participação de Municípios e Estados, que reuniram escolas 
públicas e particulares, mediante audiências públicas regionais, viabilizandoampla efetivação 
de manifestações;
II – revisões de documentos relacionados com a Educação Básica, pelo CNE/CEB, com o objetivo 
de promover a atualização motivadora do trabalho das entidades, efetivadas, simultaneamente, 
com a discussão do regime de colaboração entre os sistemas educacionais, contando, portanto, 
com a participação dos conselhos estaduais e municipais.
Durante essa trajetória, os temas considerados pertinentes à matéria objeto deste Parecer 
passaram a se constituir nas seguintes ideias-força:
I – as Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Básica devem presidir as demais 
diretrizes curriculares específicas para as etapas e modalidades, contemplando o conceito de 
Educação Básica, princípios de organicidade, sequencialidade e articulação, relação entre as 
etapas e modalidades: articulação, integração e transição;
II – o papel do Estado na garantia do direito à educação de qualidade, considerando que a educação, 
enquanto direito inalienável de todos os cidadãos, é condição primeira para o exercício pleno dos 
direitos: humanos, tanto dos direitos sociais e econômicos quanto dos direitos civis e políticos;
III – a Educação Básica como direito e considerada, contextualizadamente, em um projeto de 
Nação, em consonância com os acontecimentos e suas determinações históricosociais e políticas 
no mundo;
IV – a dimensão articuladora da integração das diretrizes curriculares compondo as três etapas 
e as modalidades da Educação Básica, fundamentadas na indissociabilidade dos conceitos 
referenciais de cuidar e educar;O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para JESUS SOMBRA SANTIAGO - 89483340349, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título,
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V – a promoção e a ampliação do debate sobre a política curricular que orienta a organização da 
Educação Básica como sistema educacional articulado e integrado;
VI – a democratização do acesso, permanência e sucesso escolar com qualidade social, científica, 
cultural;
VII – a articulação da educação escolar com o mundo do trabalho e a prática social;
VIII – a gestão democrática e a avaliação;
IX – a formação e a valorização dos profissionais da educação;
X – o financiamento da educação e o controle social.
Ressalte-se que o momento em que estas Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação 
Básica estão sendo elaboradas é muito singular, pois, simultaneamente, as diretrizes das etapas 
da Educação Básica, também elas, passam por avaliação, por meio de contínua mobilização dos 
representantes dos sistemas educativos de nível nacional, estadual e municipal. A articulação 
entre os diferentes sistemas flui num contexto em que se vivem:
I – os resultados da Conferência Nacional da Educação Básica (2008);
II – os 13 anos transcorridos de vigência da LDB e as inúmeras alterações nela introduzidas por 
várias leis, bem como a edição de outras leis que repercutem nos currículos da Educação Básica;
III – o penúltimo ano de vigência do Plano Nacional de Educação (PNE), que passa por avaliação, 
bem como a mobilização nacional em torno de subsídios para a elaboração do PNE para o período 
2011-2020;
IV – a aprovação do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização 
dos Professores da Educação (FUNDEB), regulado pela Lei n. 11.494/2007, que fixa percentual 
de recursos a todas as etapas e modalidades da Educação Básica;
V – a criação do Conselho Técnico Científico (CTC) da Educação Básica, da Coordenação de 
Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior do Ministério da Educação (Capes/MEC);
VI – a formulação, aprovação e implantação das medidas expressas na Lei n. 11.738/2008, que 
regulamenta o piso salarial profissional nacional para os profissionais do magistério público da 
Educação Básica;
VII – a criação do Fórum Nacional dos Conselhos de Educação, objetivando prática de regime 
de colaboração entre o CNE, o Fórum Nacional dos Conselhos Estaduais de Educação e a União 
Nacional dos Conselhos Municipais de Educação;
VIII – a instituição da política nacional de formação de profissionais do magistério da Educação 
Básica (Decreto n. 6.755, de 29 de janeiro de 2009);
IX – a aprovação do Parecer CNE/CEB n. 9/2009 e da Resolução CNE/CEB n. 2/2009, que institui 
as Diretrizes Nacionais para os Planos de Carreira e Remuneração dos Profissionais do Magistério 
da Educação Básica Pública, que devem ter sido implantados até dezembro de 2009;
X – as recentes avaliações do PNE, sistematizadas pelo CNE, expressas no documento Subsídios 
para Elaboração do PNE Considerações Iniciais. Desafios para a Construção do PNE (Portaria 
CNE/CP n. 10/2009);
XI – a realização da Conferência Nacional de Educação (CONAE), com o tema central “Construindo 
um Sistema Nacional Articulado de Educação: Plano Nacional de Educação – Suas Diretrizes e 
Estratégias de Ação”, tencionando propor diretrizes e estratégias para a construção do PNE 
2011-2020;
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XII – a relevante alteração na Constituição, pela promulgação da Emenda Constitucional n. 
59/2009, que, entre suas medidas, assegura Educação Básica obrigatória e gratuita dos 4 aos 
17 anos de idade, inclusive a sua oferta gratuita para todos os que a ela não tiveram acesso na 
idade própria; assegura o atendimento ao estudante, em todas as etapas da Educação Básica, 
mediante programas suplementares de material didático-escolar, transporte, alimentação e 
assistência à saúde, bem como reduz, anualmente, a partir do exercício de 2009, o percentual 
da Desvinculação das Receitas da União incidente sobre os recursos destinados à manutenção 
e ao desenvolvimento do ensino.
Para a comissão, o desafio consistia em interpretar essa realidade e apresentar orientações 
sobre a concepção e organização da Educação Básica como sistema educacional, segundo 
três dimensões básicas: organicidade, sequencialidade e articulação. Dispor sobre a formação 
básica nacional relacionando-a com a parte diversificada, e com a preparação para o trabalho 
e as práticas sociais, consiste, portanto, na formulação de princípios para outra lógica de 
diretriz curricular, que considere a formação humana de sujeitos concretos, que vivem em 
determinado meio ambiente, contexto histórico e sociocultural, com suas condições físicas, 
emocionais e intelectuais.
Além do PNE, outros subsídios têm orientado as políticas públicas para a educação 
no Brasil, entre eles as avaliações do Sistema de Avaliação da Educação Básica (SAEB), da 
Prova Brasil e do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), definidas como constitutivas do 
Sistema de Avaliação da Qualidade da Oferta de Cursos no País.
Outro limite que tem sido apontado pela comunidade educativa, a ser considerado na 
formulação e implementação das Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação 
Básica, é a desproporção existente entre as unidades federadas do Brasil, sob diferentes 
pontos de vista: recursos financeiros, presença política, dimensão geográfica, demografia, 
recursos naturais e, acima de tudo, traços socioculturais.
Entre múltiplos fatores que podem ser destacados, acentua-se que, para alguns 
educadores que se manifestaram durante os debates havidos em nível nacional, tendo 
como foco o cotidiano da escola e as diretrizes curriculares vigentes, há um entendimento 
de que tanto asdiretrizes curriculares, quanto os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN).
Inicialmente, apresenta-se uma sintética reflexão sobre sociedade e a educação, a 
que se seguem orientações para a Educação Básica, a partir dos princípios definidos 
constitucionalmente e da contextualização apresentada no histórico, tendo compromisso 
com a organicidade, a sequencialidade e a articulação do conjunto total da Educação 
Básica, sua inserção na sociedade e seu papel na construção do Projeto Nacional. Visa-
se à formulação das Diretrizes Curriculares específicas para suas etapas e modalidades, 
organizando-se com os seguintes itens:
• • 1) Referências conceituais;
• • 2) Sistema Nacional de Educação;
• • 3) Acesso e permanência para a conquista da qualidade social;O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para JESUS SOMBRA SANTIAGO - 89483340349, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título,
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• • 4) Organização curricular: conceito, limites, possibilidades;
• • 5) Organização da Educação Básica;
• • 6) Elementos constitutivos para organização e implantação das Diretrizes Curriculares 
Nacionais Gerais para a Educação Básica.
A sociedade, na sua história, constitui-se no locus da vida, das tramas sociais, dosencontros 
e desencontros nas suas mais diferentes dimensões. É nesse espaço que se inscreve a 
instituição escolar. O desenvolvimento da sociedade engendra movimentos bastante 
complexos. Ao traduzir-se, ao mesmo tempo, em território, em cultura, em política, em 
economia, em modo de vida, em educação, em religião e outras manifestações humanas, a 
sociedade, especialmente a contemporânea, insere-se dialeticamente e movimenta-se na 
continuidade e descontinuidade, na universalização e na fragmentação, no entrelaçamento 
e na ruptura que conformam a sua face.
Por isso, vive-se, hoje, a problemática da dispersão e ruptura, portanto, da superficialidade. 
Nessa dinâmica, inscreve-se a compreensão do projeto de Nação, o da educação nacional e, 
neste, o da instituição escolar, com sua organização, seu projeto e seu processo educativo 
em suas diferentes dimensões, etapas e modalidades.
O desafio posto pela contemporaneidade à educação é o de garantir, contextualizadamente, 
o direito humano universal e social inalienável à educação. O direito universal não é passível 
de ser analisado isoladamente, mas deve sê-lo em estreita relação com outros direitos, 
especialmente, dos direitos civis e políticos e dos direitos de caráter subjetivo, sobre os 
quais incide decisivamente.
Compreender e realizar a educação, entendida como um direito individual humano e 
coletivo, implica considerar o seu poder de habilitar para o exercício de outros direitos, isto 
é, para potencializar o ser humano como cidadão pleno, de tal modo que este se torne apto 
para viver e conviver em determinado ambiente, em sua dimensão planetária.
A educação é, pois, processo e prática que se concretizam nas relações sociais que 
transcendem o espaço e o tempo escolares, tendo em vista os diferentes sujeitos que a 
demandam. Educação consiste, portanto, no processo de socialização da cultura da vida, 
no qual se constroem, se mantêm e se transformam saberes, conhecimentos e valores.
Exige-se, pois, problematizar o desenho organizacional da instituição escolar, que 
não tem conseguido responder às singularidades dos sujeitos que a compõem. Torna-se 
inadiável trazer para o debate os princípios e as práticas de um processo de inclusão social, 
que garanta o acesso e considere a diversidade humana, social, cultural, econômica dos 
grupos historicamente excluídos. Trata-se das questões de classe, gênero, raça, etnia, 
geração, constituídas por categorias que se entrelaçam na vida social – pobres, mulheres, 
afrodescentendes, indígenas, pessoas com deficiência, as populações do campo, os de 
diferentes orientações sexuais, os sujeitos albergados, aqueles em situação de rua, em 
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privação de liberdade – todos que compõem a diversidade que é a sociedade brasileira e 
que começam a ser contemplados pelas políticas públicas.
Para que se conquiste a inclusão social, a educação escolar deve fundamentar-se na 
ética e nos valores da liberdade, na justiça social, na pluralidade, na solidariedade e na 
sustentabilidade, cuja finalidade é o pleno desenvolvimento de seus sujeitos, nas dimensões 
individual e social de cidadãos conscientes de seus direitos e deveres, compromissados 
com a transformação social.
Diante dessa concepção de educação, a escola é uma organização temporal, que deve ser 
menos rígida, segmentada e uniforme, a fim de que os estudantes, indistintamente, possam 
adequar seus tempos de aprendizagens de modo menos homogêneo e idealizado. A escola, 
face às exigências da Educação Básica, precisa ser reinventada: priorizar processos capazes 
de gerar sujeitos inventivos, participativos, cooperativos, preparados para diversificadas 
inserções sociais, políticas, culturais, laborais e, ao mesmo tempo, capazes de intervir e 
problematizar as formas de produção e de vida.
A escola tem, diante de si, o desafio de sua própria recriação, pois tudo que a ela se 
refere constitui-se como invenção: os rituais escolares são invenções de um determinado 
contexto sociocultural em movimento. A elaboração das Diretrizes Curriculares Nacionais 
Gerais para a Educação Básica pressupõe clareza em relação ao seu papel de indicador de 
opções políticas, sociais, culturais, educacionais, e a função da educação, na sua relação 
com os objetivos constitucionais de projeto de Nação, fundamentando-se na cidadania e na 
dignidade da pessoa, o que implica igualdade, liberdade, pluralidade, diversidade, respeito, 
justiça social, solidariedade e sustentabilidade.
Os fundamentos que orientam a Nação brasileira estão definidos constitucionalmente 
no artigo 1º da Constituição Federal, que trata dos princípios fundamentais da cidadania 
e da dignidade da pessoa humana, do pluralismo político, dos valores sociais do trabalho e 
da livre iniciativa. Nessas bases, assentam-se os objetivos nacionais e, por consequência, 
o projeto educacional brasileiro: construir uma sociedade livre, justa e solidária; garantir o 
desenvolvimento nacional; erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades 
sociais e regionais; promover o bem de todos sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, 
idade e quaisquer outras formas de discriminação.
As bases que dão sustentação ao projeto nacional de educação responsabilizam o poder 
público, a família, a sociedade e a escola pela garantia a todos os estudantes de um ensino 
ministrado com base nos seguintes princípios:
I – igualdade de condições para o acesso, inclusão, permanência e sucesso na escola;
II – liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar a cultura, o pensamento, a arte e o saber;
III – pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas;
IV – respeito à liberdade e aos direitos;
V – coexistência de instituições públicas e privadas de ensino;
VI – gratuidade do ensino público em estabelecimentos oficiais;O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para JESUS SOMBRA SANTIAGO - 89483340349, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título,
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VII – valorização do profissional da educação escolar;
VIII – gestão democrática do ensino público, na forma da legislação e normas dos sistemas de 
ensino;
IX – garantia de padrão de qualidade;
X – valorização da experiência extraescolar;
XI – vinculação entre a educação escolar, o trabalho e as práticas sociais.
Além das finalidades da educação nacional enunciadas na Constituição Federal (artigo 205) 
e na LDB (artigo 2º), que têm como foco o pleno desenvolvimento da pessoa,a preparação para 
o exercício da cidadania e a qualificação para o trabalho, deve-se considerar integradamente 
o previsto no ECA (Lei n. 8.069/1990), o qual assegura, à criança e ao adolescente de até 18 
anos, todos os direitos fundamentais inerentes à pessoa, as oportunidades oferecidas para 
o desenvolvimento físico, mental, moral, espiritual e social, em condições de liberdade e de 
dignidade. São direitos referentes à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao esporte, 
ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito mútuo, à liberdade, à 
convivência familiar e comunitária (artigos 2º, 3º e 4º).
A Educação Básica é direito universal e alicerce indispensável para a capacidade deexercer 
em plenitude o direto à cidadania. É o tempo, o espaço e o contexto em que o sujeito aprende 
a constituir e reconstituir a sua identidade, em meio a transformações corporais, afetivo-
emocionais, socioemocionais, cognitivas e socioculturais, respeitando e valorizando as 
diferenças. Liberdade e pluralidade tornam-se, portanto, exigências do projeto educacional. 
Da aquisição plena desse direito depende a possibilidade de exercitar todos os demais 
direitos, definidos na Constituição, no ECA, na legislação ordinária e nas inúmeras disposições 
legais que consagram as prerrogativas do cidadão brasileiro.
Somente um ser educado terá condição efetiva de participação social, ciente e consciente 
de seus direitos e deveres civis, sociais, políticos, econômicos e éticos. Nessa perspectiva, é 
oportuno e necessário considerar as dimensões do educar e do cuidar, em sua inseparabilidade, 
buscando recuperar, para a função social da Educação Básica, a sua centralidade, que é o 
estudante. Cuidar e educar iniciam-se na Educação Infantil, ações destinadas a crianças a 
partir de zero ano, que devem ser estendidas ao Ensino Fundamental, Médio e posteriores.
Cuidar e educar significa compreender que o direito à educação parte do princípio da 
formação da pessoa em sua essência humana. Trata-se de considerar o cuidado no sentido 
profundo do que seja acolhimento de todos – crianças, adolescentes, jovens e adultos 
com respeito e, com atenção adequada, de estudantes com deficiência, jovens e adultos 
defasados na relação idade-escolaridade, indígenas, afrodescendentes, quilombolas e 
povos do campo.
Educar exige cuidado; cuidar é educar, envolvendo acolher, ouvir, encorajar, apoiar, no 
sentido de desenvolver o aprendizado de pensar e agir, cuidar de si, do outro, da escola, 
da natureza, da água, do Planeta. Educar é, enfim, enfrentar o desafio de lidar com gente, 
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isto é, com criaturas tão imprevisíveis e diferentes quanto semelhantes, ao longo de uma 
existência inscrita na teia das relações humanas, neste mundo complexo. Educar com 
cuidado significa aprender a amar sem dependência, desenvolver a sensibilidade humana 
na relação de cada um consigo, com o outro e com tudo o que existe, com zelo, ante uma 
situação que requer cautela em busca da formação humana plena.
A responsabilidade por sua efetivação exige corresponsabilidade: de um lado, a 
responsabilidade estatal na realização de procedimentos que assegurem o disposto nos 
incisos VII e VIII, do artigo 12 e VI do artigo 13, da LDB; de outro, a articulação com a família, 
com o Conselho Tutelar, com o juiz competente da Comarca, com o representante do 
Ministério Público e com os demais segmentos da sociedade.
Para que isso se efetive, torna-se exigência, também, a corresponsabilidade exercida 
pelos profissionais da educação, necessariamente articulando a escola com as famílias e a 
comunidade. Nota-se que apenas pelo cuidado não se constrói a educação e as dimensões 
que a envolvem como projeto transformador e libertador.
A relação entre cuidar e educar se concebe mediante internalização consciente de 
eixos norteadores, que remetem à experiência fundamental do valor, que influencia 
significativamente a definição da conduta, no percurso cotidiano escolar. Não de um valor 
pragmático e utilitário de educação, mas do valor intrínseco àquilo que deve caracterizar o 
comportamento de seres humanos, que respeitam a si mesmos, aos outros, à circunstância 
social e ao ecossistema.
Valor este fundamentado na ética e na estética, que rege a convivência do indivíduo no 
coletivo, que pressupõe relações de cooperação e solidariedade, de respeito à alteridade e à 
liberdade. Cuidado, por sua própria natureza, inclui duas significações básicas, intimamente 
ligadas entre si. A primeira consiste na atitude de solicitude e de atenção para com o outro.
A segunda é de inquietação, sentido de responsabilidade, isto é, de cogitar, pensar, 
manter atenção, mostrar interesse, revelar atitude de desvelo, sem perder a ternura 
(Boff, 1999, p. 91), compromisso com a formação do sujeito livre e independente daqueles 
que o estão gerando como ser humano capaz de conduzir o seu processo formativo, com 
autonomia e ética.
Cuidado é, pois, um princípio que norteia a atitude, o modo prático de realizar-se, 
de viver e conviver no mundo. Por isso, na escola, o processo educativo não comporta 
uma atitude parcial, fragmentada, recortada da ação humana, baseada somente numa 
racionalidade estratégico-procedimental. Inclui ampliação das dimensões constitutivas do 
trabalho pedagógico, mediante verificação das condições de aprendizagem apresentadas 
pelo estudante e busca de soluções junto à família, aos órgãos do poder público, a diferentes 
segmentos da sociedade.
Seu horizonte de ação abrange a vida humana em sua globalidade. É essa concepção de 
educação integral que deve orientar a organização da escola, o conjunto de atividades nela 
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realizadas, bem como as políticas sociais que se relacionam com as práticas educacionais. 
Em cada criança, adolescente, jovem ou adulto, há uma criatura humana em formação e, 
nesse sentido, cuidar e educar são, ao mesmo tempo, princípios e atos que orientam e dão 
sentido aos processos de ensino, de aprendizagem e de construção da pessoa humana em 
suas múltiplas dimensões.
6. A FUNÇÃO SOCIAL DA ESCOLA, INCLUSÃO EDUCACIONAL 6. A FUNÇÃO SOCIAL DA ESCOLA, INCLUSÃO EDUCACIONAL 
E RESPEITO À DIVERSIDADEE RESPEITO À DIVERSIDADE
A educação escolar de crianças com deficiência tem constituído temática de grande 
relevância atualmente, pelos desafios e dilemas que coloca, tanto em termos das políticas 
públicas quanto em termos das práticas educativas cotidianas. Essa atenção está em pauta 
na agenda de pesquisas que enfocam a educação especialno contexto das políticas de 
educação inclusiva, ampliando o escopo das investigações a respeito das condições e das 
formas de acolhimento educacional de alunos com deficiência que passam a frequentar a 
instituição escolar.
No atual momento histórico, em que constatamos muitos esforços no sentido de projetar 
as transformações das condições existentes de acesso, permanência e progressão na escola 
pública, é preciso destacar conquistas que se tornaram possíveis em meio às arenas de 
lutas que marcam o campo da educação em geral, e da educação especial em particular.
Diante desse cenário humanista, há vários autores de diversos campos do conhecimento, 
que levantam os questionamentos das diversas possibilidades da função social da escola no 
que tange o sistema educacional aristocrático, poder ser realmente um órgão que cumpra 
com a sua função.
Inicialmente, eles fomentam argumentos que sustentam a tese de que seria possível 
criarmos novos conceitos de pensarmos a escola, não só pela sua estruturação, mais sim, 
a sua adequação em transmitir os verdadeiros valores que uma instituição de ensino pode 
ou deveria passar para um indivíduo no seu ambiente de aprendizagem e que possibilite a 
participação de todos.
A função social da escola é o desenvolvimento das potencialidades físicas, cognitivas e 
afetivas do indivíduo, capacitando-o a tornar um cidadão, participativo na sociedade em que 
vivem. A função básica da escola é garantir a aprendizagem de conhecimento, habilidades 
e valores necessários à socialização do individuo sendo necessário que a escola propicie 
o domínio dos conteúdos culturais básicos da leitura, da escrita, da ciência das artes e 
das letras, sem estas aprendizagens dificilmente o aluno poderá exercer seus direitos de 
cidadania.
A função social da escola, ela é muito relativa e complexa, pois há varias formas de 
pensar a educação, para três grandes sociólogos há diferenças da forma de pensar a função 
da escola na construção do aluno.
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A educação física que é atividade que promova a saúde do ser e a outra é o estudo 
tecnológico que visa acabar com a alienação do proletariado perante a classe dominante. 
Para MAX WEBER a educação é um modo pelo qual os homens são preparados para exercer 
as funções dentro da sociedade, sendo uma educação racional, a visão de educar está 
vinculada enquanto formação integral do homem, uma educação para habilitar o indivíduo 
para a realização de uma determinada tarefa para obtenção de dinheiro dentro de uma 
sociedade cada vez mais racionalizada e burocrática e estratificada.
Cabe à escola formar alunos com senso crítico, reflexivo, autônomo e conscientes de 
seus direitos e deveres tendo compreensão da realidade econômica, social e política do 
país, sendo aptas a construir uma sociedade mais justa, tolerante as diferenças culturais 
como: orientação sexual, pessoas com necessidades especiais, etnias culturais e religiosas 
etc. Passando a esse aluno a importância da inclusão e não só no âmbito escolar e sim em 
toda a sociedade.
A escola pública nos dias atuais deixa muito a desejar quando se fala de educação e de 
formar cidadãos para viver numa sociedade tão multicultural e pluriétnicas, como a nossa. 
A falta de investimentos e de capacitação de professores, escolas sem infraestrutura 
adequada para o recebimento desse aluno. O modelo segregado e homogêneo que com muito 
esforço está mudando para o modelo de escola inclusiva, mesmo escolas sem condições 
adequadas para receber esse aluno.
A educação é fundamental e sempre será, porém, merece uma análise critica, e a forma 
como o processo educativo ocorre para as diferentes classes dominantes, aonde, mais vagas, 
mais tempo na escola, mais disciplinas curriculares, mais e mais regulamentos, superam a 
dignidade e a cidadania, para educação inclusiva ser mais eficiente na prática, devemos ter 
docentes inclusivos, uma infraestrutura inclusiva, uma diretriz inclusiva e uma sociedade 
inclusiva, só assim que vamos colher os resultados da aprendizagem dos nossos alunos, 
tornando-os, assim um melhor profissional, um melhor cidadão.
O professor é o protagonista, desta encenação que acontece a milhares de anos, sendo 
assim, os verdadeiros heróis deste questionamento. O que assistimos aqui não é uma ficção, 
ela é uma mera realidade, tanto para o professor, como para o aluno.
É comum lermos ou ouvirmos dos intelectuais afirmações do tipo “estamos vivendo uma 
crise de paradigmas”, “um novo paradigma de conhecimento está surgindo”, “os paradigmas 
atuais estabelecem novos marcos de compreensão das pessoas e do mundo”, entre outras 
profecias interessantes.
Quase sempre, o pensamento que está na base dessas afirmações envolve a desconstrução 
das verdades históricas imutáveis, fixadas em modelos ideais, sejam de pessoas, sejam 
de instituições, sejam de práticas sociais. A crise de identidades que se origina nesse 
processo faz com que toda “norma”, ou tendência à normalização ou homogeneização sejam 
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questionadas, repudiadas e banidas das práticas sociais. A visão que norteia os debates nos 
inúmeros segmentos sociais, é que são as diferenças que constituem os seres humanos.
Os sujeitos têm suas identidades determinadas pelo contexto social e histórico em 
que sua existência é produzida. A vida em sociedade pressupõe o reconhecimento das 
multiculturas, advindas da acelerada tecnologização e das complexas transformações 
nos modos de produção social que fazem surgir novas formas de acúmulo do capital e 
distribuição de renda na contemporaneidade.
No que se refere à educação, a tradução desse direito compreende a construção de um 
espaço dialógico no qual as diferenças se complementem, e não sejam fatores de exclusão, e 
os currículos tornem-se abertos e flexíveis, oportunizando a reflexão crítica sobre a história 
das minorias, dos estigmatizados, dos colonizados, dos dominados.
Aqueles que, oficialmente, foram narrados como coadjuvantes passam a protagonizar 
novas práticas discursivas, nas quais retomam as rédeas de sua história, como sujeitos 
e não mais objetos da ação de elites dominantes que, por séculos, trabalharam para a 
manutenção das relações sociais vigentes.
As políticas da secretaria de educação têm como alvo, todos os grupos que sofreram 
exclusão física ou simbólica, ao longo da história, reconhecendo seus direitos sociais como 
é o caso dos moradores do campo e das regiões ribeirinhas, de pescadores e ilhéus, das 
populações indígenas, dos jovens e adultos que não tiveram acesso à escolarização em idade 
própria, dos grupos afrodescendentes, dos jovens e adultos impedidos de frequentar a 
escola em virtude de tratamento ou internamento médico-hospitalar, às crianças e jovens 
que, por inúmeros motivos, se evadem da escola, das pessoas que apresentam necessidades 
especiais, oriundas ou não de deficiências.
Cabe ao Estado democrático, por meio da implementação de políticas públicas, enfrentar 
as desigualdades sociais e promover o reconhecimento político e a valorização dos traços 
e especificidades culturais que caracterizam a diferença das minorias sem visibilidade 
social, historicamentesilenciadas. Concorrem para esse fato os textos legais e as políticas 
educacionais, materializadas em orientações político-pedagógicas da Secretaria de Educação.
Traduzindo esse conjunto de reflexões para nossa realidade imediata, a perspectiva 
da inclusão de TODOS os alunos está contemplada nos princípios norteadores das ações, 
amplamente debatidos pelos profissionais da educação no processo de construção das 
diretrizes curriculares, as quais apresentam como linha condutora a universalização do 
acesso à escola pública gratuita e com qualidade para TODOS.
A nova realidade sugerida aos sistemas de ensino, muitos órgãos municipais e estaduais 
de Educação, inadvertida e precipitadamente, operaram o desmonte da Educação Especial, 
já que, a ampla abrangência sugerida pela nova terminologia indicava que todos nós 
experimentamos necessidades educacionais especiais em algum momento da trajetória 
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escolar, significando que, se mantida, essa modalidade de educação estaria destinada a 
maioria dos alunos.
Isso significa que a SEED não só reconhece o enorme contingente de alunos que 
apresentam necessidades educacionais especiais, como desenvolve vários projetos que 
enfocam a inclusão social e a promoção da cidadania dessas crianças, jovens e adultos. A 
oferta de serviços e apoios especializados na modalidade de Educação Especial, destina-
se ao alunado que apresenta necessidades educacionais permanentes, caracterizado em 
três grandes grupos:
A dificuldades acentuadas de aprendizagem ou limitações no processo de desenvolvimento, 
vinculados a distúrbios, limitações ou deficiências, demandando apoios intensos e contínuos 
(deficiência mental, múltiplas deficiências e/ou transtornos invasivos de desenvolvimento 
associados a graves problemas de comportamento;
A dificuldades de comunicação e sinalização, demandando a utilização de outras línguas, 
linguagens e códigos aplicáveis (surdez, surdocegueira, deficiência visual e deficiência 
física-neuromotora);
A superdotação ou altas habilidades que, devido às necessidades e motivações específicas, 
requeiram enriquecimento, aprofundamento curricular e aceleração (...). A definição desses 
grupos evidencia, em muitas ocasiões a origem das resistências dos professores em relação 
à inclusão desse alunado.
Historicamente, esses alunos (com exceção daqueles que apresentam superdotação, 
que apenas na última década foram contemplados nas políticas educacionais) tiveram sua 
educação sob a responsabilidade de especialistas, em classes ou escolas especiais. Essa 
situação provocou uma cisão no campo da educação, determinando que os alunos “normais” 
estariam sob a responsabilidade do ensino regular e os alunos com deficiência receberiam 
atendimento educacional na educação especial.
A inclusão condicional, é considerado a forma mais conservadora de todos. Ou seja, 
afirmações que remetem a um futuro incerto que, pela impossibilidade de concretização 
a curto prazo, inviabiliza o direito de acesso e permanência desses alunos à escola, no 
momento atual, descumprindo o preceito assegurado na Constituição Federal.
Em direção radicalmente oposta a esse posicionamento, está um segundo movimento 
denominado de inclusão total ou radical. Dentre os defensores dessa proposta estão muitos 
intelectuais e pesquisadores na área da educação, representantes de organizações não 
governamentais em defesa dos direitos de pessoas com deficiência.
A oferta de serviços e apoios especializados na modalidade de Educação Especial, destina-
se ao alunado que apresenta necessidades educacionais permanentes, caracterizado em 
três grandes grupos:
A dificuldades acentuadas de aprendizagem ou limitações no processo de desenvolvimento, 
vinculados a distúrbios, limitações ou deficiências, demandando apoios intensos e contínuos 
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(deficiência mental, múltiplas deficiências e/ou transtornos invasivos de desenvolvimento 
associados a graves problemas de comportamento;
A dificuldades de comunicação e sinalização, demandando a utilização de outras línguas, 
linguagens e códigos aplicáveis (surdez, surdocegueira, deficiência visual e deficiência 
física-neuromotora);
A superdotação ou altas habilidades que, devido às necessidades e motivações específicas, 
requeiram enriquecimento, aprofundamento curricular e aceleração (...).
A definição desses grupos evidencia, em muitas ocasiões a origem das resistências dos 
professores em relação à inclusão desse alunado. Historicamente, esses alunos (com exceção 
daqueles que apresentam superdotação, que apenas na última década foram contemplados 
nas políticas educacionais) tiveram sua educação sob a responsabilidade de especialistas, 
em classes ou escolas especiais. Essa situação provocou uma cisão no campo da educação, 
determinando que os alunos “normais” estariam sob a responsabilidade do ensino regular 
e os alunos com deficiência receberiam atendimento educacional na educação especial.
Como a cada época corresponde um conjunto de crenças, valores e práticas intrínsecos 
aos paradigmas vigentes, não nos cabe aqui questionar o valor dessas práticas, senão 
explicálas no interior da lógica dos modos de produção da sociedade naquele momento 
histórico, entendendo que, na contemporaneidade já não se aplicam, tendo em vista que 
mudam os homens, mudam as verdades, mudam as formas de produzir a vida material.
O processo de inclusão desestabilizou velhas certezas, uma vez que trouxe inúmeros 
questionamentos sobre concepções e práticas arraigadas na educação. Se os professores 
especialistas dominam estratégias metodológicas específicas que beneficiam os alunos 
especiais, desconhecem, muitas vezes, princípios teórico-metodológicos subjacentes às 
diferentes áreas de conhecimento, já que seu “fazer pedagógico” esteve por anos relacionado 
a práticas de reabilitação.
Ou seja, profissionais de ambos os contextos de ensino possuem experiência acumulada 
em suas áreas de atuação que devem ser mutuamente valorizadas. Dessa forma, não há que 
se perder de vista a necessidade de um trabalho conjunto e interligado que se concretize 
interdisciplinarmente na aprendizagem da criança, de modo a não se caracterizarem dois 
processos distintos e desvinculados, ou seja, duas educações.
A reflexão acerca da educação inclusiva e seus desafios aos pais, educadores, gestores 
e pessoas com necessidades educacionais especiais provocam o surgimento de uma vasta 
gama de expectativas a respeito da efetivação, na prática, do ideal de uma escola pública 
de qualidade, que acolha todos os alunos.
No entanto, essa é uma tarefa que não depende apenas da convicção e do compromisso 
técnico e político dos governos, mas de pais, familiares, professores, profissionais, enfim, de 
todos os membros da sociedade, sob o risco de termos apenas o efeito de seus benefícios 
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COnheCimentOsàs autoridades competentes. Ele precisa ser construído e vivenciado por 
todos em todos os momentos do processo educacional; como é um processo coletivo, visa 
o comprometimento da intencionalidade de se construir um cidadão participativo, crítico 
e criativo.
Sem dúvida, a construção do projeto político-pedagógico é a forma objetiva de a escola 
dar sentido ao seu saber fazer na condição de instituição escolar: é a realização concreta de 
seus sonhos, em que ações são construídas e reconstruídas de forma dinâmica e histórica; é 
a revelação de seus compromissos, sua intencionalidade e, principalmente, de sua identidade 
e de seus membros.
No entanto, só podemos falar de qualidade dos serviços oferecidos quando identificarmos 
a qualidade nos relacionamentos interpessoais, incluindo a preocupação com o outro e, 
acima de tudo, o respeito à opinião de outras pessoas que também vivem, choram e lutam 
como nós, mas, todos, sem exceção, pensam de forma diversificada.
Portanto, torna-se fundamental para confecção de um projeto político-pedagógico o 
levantamento das necessidades de uma determinada comunidade escolar a curto e longo 
prazo; o estabelecimento de objetivos e metas, organização, planejamento de etapas e 
administração de recursos humanos e de materiais que possam garantir, em primeiro lugar, 
o desenvolvimento urgente de prioridades para futuros planos de ação. Tudo isso exige 
sintonia de propósitos, lideranças, trabalho colaborativo e cooperativo, permeando todo 
processo em diferentes frentes e etapas.
Ademais, estamos convictos de que, quando a escola avalia as suas próprias práticas e 
percebe as suas necessidades, pode tomar iniciativas para superar problemas e enfrentar 
novos desafios. O sucesso do projeto vai depender do compromisso dos envolvidos (qualidade 
política) e do referencial teórico-metodológico adotado (qualidade)
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Nesse processo, concorrem habilidades e competências individuais que equilibram 
passos, determinam ritmo e compasso em cada etapa do projeto, sem, contudo, ter a 
pretensão de estabelecer hegemonia entre os pares, mas, sim, de permanecer tecendo, na 
simplicidade das ações, a rede complexa existente em projetos político-pedagógicos, tendo 
em vista que necessitam ser relevantes, inclusivos, abrangentes e sustentáveis, visando 
transformações sociais contemporâneas, úteis, significativas. Ressaltamos aqui a marcha 
incessante para a formação integral e emancipação de todos os participantes envolvidos 
no processo, privilegiando, sem dúvida, os alunos.
A escola como instituição social voltada para a educação do cidadão tem como objetivos 
principais a sua instrução e a sua formação. Entretanto, esses objetivos podem ser alcançados 
com melhor qualidade quando integrados e articulados aos objetivos administrativos e a 
uma gestão democrática.
À gestão caberá promover não apenas uma ação institucional e comunitária para que as 
pessoas se sintam responsáveis pela escola e realizar seus objetivos essenciais, mas também 
uma articulação harmônica entre os recursos humanos e materiais, elementos essenciais de 
que a escola necessita para alcançar sucesso no processo ensino-aprendizagem, e formar 
cidadãos autônomos, criativos, construtores e transformadores da sociedade.
O projeto político pedagógico é um dos pilares mais fortes na construção de uma gestão 
democrática. É através dele que o gestor reconhece e concretiza a participação de todos 
na definição de metas e na implementação de ações e a equipe assume a responsabilidade 
de cumprir as metas projetadas.
Com um projeto político pedagógico bem estruturado, a escola ganha uma identidade 
clara, e a equipe, segurança para tomar decisões. E, a partir disto, a gestão se torna cada 
vez mais democrática, com a participação efetiva de toda a comunidade escolar na sua 
elaboração e execução.
Portanto, o princípio participativo no sentido de gerar a democracia na escola não 
esgota as ações necessárias para assegurar a qualidade de ensino. Tanto quanto o processo 
organizacional, e como um de seus elementos, a participação é apenas um meio de alcançar 
melhor e mais democraticamente os objetivos da escola, os quais se localizam na qualidade 
dos processos de ensino e aprendizagem. Em razão disso, a participação necessita do 
contraponto da direção, outro conceito importante da gestão democrática, que visa 
promover a gestão da participação.
O projeto não é algo que é construído e em seguida arquivado ou encaminhado às 
autoridades educacionais como prova do cumprimento de tarefas burocráticas. Ele é 
construído e vivenciado em todos os momentos, por todos os envolvidos com o processo 
educativo da escola, contribuindo assim para uma escola ativa, uma escola democrática. 
Contudo, é importante grifar que nem todas as escolas trabalham dessa forma, contribuindo 
para um ambiente escolar não participativo, autoritário e centralizado.
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O gestor deve agir de maneira democrática na elaboração desse projeto, integrar a 
sociedade no ambiente escolar respeitando sempre seu marco referencial, aceitando opiniões 
do corpo docente e funcionários, com isso pode-se restaurar o senso crítico e participativo 
de todos. O gestor não é único nessa elaboração, talvez essa seja uma das grandes falhas 
existentes nos dias atuais.
Planejar e construir um projeto político pedagógico, é ter compromisso com uma 
educação de qualidade e participativa, é a união entre escola e comunidade, comunidade 
e escola, pois ambos são indissociáveis. É trilhar um caminho com foco na aprendizagem, 
participar de opiniões e responder os questionamentos.
Nesse contexto, determinou-se, dentre as incumbências dos sistemas públicos, que 
esses devem definir as normas da gestão democrática do ensino básico, com a garantia da 
participação dos profissionais da educação na elaboração do projeto pedagógico da escola, 
e da participação das comunidades escolar e local em Conselhos Escolares ou equivalentes.
A participação dos profissionais da escola e dos órgãos colegiados é de fundamental 
importância na construção e implementação do Projeto Político Pedagógico. O Conselho 
Escolar e o Conselho de Classe que são instâncias colegiadas e podem muito contribuir no 
processo de reflexão, mobilização, na implementação e avaliação do projeto.
Em especial, o Conselho Escolar, aqui concebido como instância máxima no processo de 
tomada de decisão, de participação e de representação dos diversos segmentos da escola, 
enfim, cabe-lhe papel central em todas as etapas do projeto. O projeto político pedagógico 
constitui-se em um imprescindível instrumento de intervenção na realidade escolar e de 
comunicação entre os sujeitos que interagem no cotidiano escolar, bem como se configura 
como elo de diálogo e de participação dos diversos cidadãos da comunidade externa.
Nesta perspectiva, o projeto político pedagógico se consolida como instrumento de uma 
gestão colegiada caracterizada pela tomada de decisão coletiva e pela contínua reflexão 
em torno das demandas, necessidades, fragilidades e potencialidades apresentadas na 
realidade escolar.
A democratização da gestão escolar, tendo por sustentáculoesPeCífiCOs
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para os alunos “no discurso” e nenhuma ação concreta e transformadora da realidade em 
que se encontram.
A resistência dos professores em relação à implementação da proposta de inclusão 
escolar pode ser motivada pela insegurança, ao temor de não corresponder às expectativas, 
ao fato de não terem sido “preparados” para lidar com esses alunos, ou por razões menos 
nobres como o preconceito e a discriminação.
Já professores especialistas, desconfiam e ficam temerosos de que, com o processo 
de inclusão, a educação especial seja “exterminada”, por meio do fechamento de classes e 
escolas especiais. Muitos, ao serem consultados, exageram no uso de terminologias técnicas 
e enumeram metodologias e materiais específicos dos quais depende o aprendizado de 
“seus” alunos especiais, prevendo seu improvável sucesso caso sejam incluídos pela falta 
de domínio dos professores do “regular” em relação a essa “especialidade”.
Entre os pais de alunos com deficiências encontram-se sentimentos e atitudes variadas 
a respeito da opção quanto ao contexto educacional para atendimento de seus filhos; há 
os que não aceitam matricular o filho na escola especial e outros preferem não abrir mão 
da infraestrutura e atendimento quase que individualizado que os mesmos recebem em 
escolas especiais.
Já alguns pais de alunos “ditos normais”, alegam que a inclusão do aluno com deficiência 
na classe regular, faz com que o ensino seja “fraco” e mais lento em relação as outras turmas 
nas quais não há educandos “incluídos”, sendo tais posturas decorrentes dos muitos mitos e 
tabus que circulam no imaginário social e que reforçam estigmas e práticas discriminatórias.
De fato, há uma diversidade de atitudes e práticas, favoráveis e desfavoráveis no 
enfrentamento desse processo e, infelizmente, algumas posturas hostis residem na 
desinformação. A educação escolar, nesse contexto, ocupa um inegável papel de destaque 
na formação do cidadão, já que detém os mecanismos sistematizados que oferecem 
possibilidades de reflexão e, consequente, transformação da realidade.
O projeto político-pedagógico é uma das formas de concretização desse trabalho, como 
veículo que sintetiza as aspirações e princípios que refletem a ação da escola, oferecendo 
possibilidades de legitimar as diretrizes e linhas de ação pelos quais serão construídas 
propostas para a aprendizagem e participação de todos os alunos da escola.
As discussões e a elaboração do projeto político-pedagógico devem contemplar a 
participação de toda a comunidade escolar, considerando reflexões e propostas em torno 
de três dimensões de ação, que competem a segmentos distintos:
a) a construção de culturas inclusivas (comunidade escolar e sociedade em geral) – envolve 
propostas para a construção de uma comunidade escolar segura, receptiva, colaboradora 
e estimulante em que todos são considerados importantes para a remoção de barreiras 
para a aprendizagem e para a participação.
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b) a elaboração de políticas inclusivas (secretarias municipais e estaduais de educação) 
– envolve a organização de apoios e a formação continuada dos professores e demais 
profissionais da educação, de modo que a escola desenvolva sua capacidade de responder 
às necessidades dos alunos, sem nenhum mecanismo de exclusão.
c) a dimensão das práticas inclusivas (professores e equipe técnico-pedagógica) - 
envolve a organização do processo de aprendizagem, por meio da flexibilização e adaptações 
curriculares (de conteúdos, métodos, avaliação), de modo a contemplar a participação de 
todos os alunos, considerando seus conhecimentos prévios, suas necessidades linguísticas 
diferenciadas e o contexto social.
7. EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS, DEMOCRACIA E 7. EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS, DEMOCRACIA E 
CIDADANIACIDADANIA
A Educação em Direitos Humanos (EDH) é, na atualidade, um dos mais importantes 
instrumentos dentre as formas de combate às violações de direitos humanos, posto que 
educa na tolerância, na valorização da dignidade e nos princípios democráticos. Sua inserção 
nos vários âmbitos do saber, porém, requer a compreensão do seu significado e da sua práxis. 
No campo da educação formal, é igualmente necessário estar atento às metodologias que 
lhe são compatíveis e às possibilidades de que ela possa permear os conteúdos de todas 
as disciplinas numa perspectiva interdisciplinar.
O objetivo desta revisão sistemática foi identificar as concepções acerca da educação 
em direitos humanos e para a cidadania global por professores(as) da Educação Infantil 
presentes na produção acadêmica publicada na forma de artigos científicos, e discuti-las 
a partir do conhecimento dos documentos oficiais nacionais que orientam as práticas 
pedagógicas da educação em direitos humanos.
Direitos Humanos é uma forma abreviada de se referir a um conjunto de exigências e 
enunciados jurídicos que são superiores aos demais direitos. Superiores porque anteriores 
ao Estado, porque não são meras concessões da sociedade política, mas nascem com o 
homem, fazem parte da própria natureza humana e da dignidade que lhe é inerente.
Sem eles o homem não é capaz de existir, de se desenvolver e participar plenamente do 
mundo. São universais, porque exigíveis de qualquer autoridade política, em qualquer lugar. 
Eles representam as condições mínimas necessárias para uma vida digna. Estes direitos 
possuem algumas características que se identificam com sua natureza, pois fazem parte 
da própria essência e os diferem de outros direitos.
Pode-se verificar que os direitos humanos não são uma construção teórica, mas uma 
resposta sociológica, histórica e geograficamente referenciáveis. São, todavia, direitos 
inerentes a todos os seres humanos, independentemente de raça, sexo, nacionalidade, 
etnia, idioma, religião ou qualquer outra condição.
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A perspectiva apresentada na revisão conjectura que os direitos humanos se arranjam a 
partir das ações e das relações humanas, nas suas diversidades. Registre-se especialmente 
que a adesão pelo Estado, ou seja, Direito Internacional dos Direitos Humanos, institui as 
obrigações dos governos de atuarem de certo modo ou não praticarem determinados atos, 
a fim de proteger ou promover os direitos humanos bem como as liberdades individuais 
ou de grupos específicos.
Assim, a partir da Declaração Universal dos Direitos Humanos, alguns assuntos passaram 
a ser considerados universais para quase todos os seres humanos, tais como direito à 
saúde, educação, liberdade para expressar-se, direito a ter respeitada a sua fé, direito de 
se deslocar livremente em tempo de paz, receber herança, entre outros.
Estes direitos exigem ações dos indivíduos e deveres em relação ao Estado, tais como: 
escolher os governantes, cumprir leis, educar e proteger os demais humanos, a natureza 
e o patrimônio público. Logo, viver os direitos e praticar os deveres está na origem da 
construção de cidadania.
Cidadania é o direito a ter uma ideia e poder expressá-la. Não há como conceituar 
cidadania sem se considerar o contexto social a que se está referindo e, com isso, a mesma 
adquire característicaspróprias que se diferenciam conforme o tempo, o lugar e as condições 
socioeconômicas.
Então, cidadão é o indivíduo que tem liberdade e, possuindo-a, age ativamente na 
configuração do futuro de sua sociedade por meio da participação. Como se observa, o 
termo encerra certa ambiguidade, pois supõe um conjunto de direitos e, ao mesmo tempo, 
de deveres em relação à sociedade.
Embora esteja ligado muito estreitamente à noção de direito, especialmente na dimensão 
política, é a cidadania que permite que as pessoas intervenham na direção das questões 
do Estado, de forma direta ou indireta, na administração pública.
As pessoas vão se tornando cidadãs também pela atividade educativa, pela vida em 
sociedade; por isso a cidadania é processo individual assim como na dimensão sociológica, 
pois vai se efetivando na mesma medida que direitos são conquistados e garantidos; por 
isso é um processo em contínua construção, quiçá, aperfeiçoamento.
Em resumo, a origem da Cidadania está nos Direitos Humanos, mas é mais restrita. Então, 
se os direitos de cidadania e Direitos Humanos são distintos, haverá diferenças também na 
educação dirigida. Educar para a cidadania é despertar no indivíduo a consciência de seus 
direitos e deveres com sua comunidade política, muito mais para saber exigir e opor-se a 
ações totalitárias do Estado e seus órgãos e deles participar politicamente.
É a exaltação dos feitos e das glórias do seu povo; é uma educação cívica. A educação 
em direitos humanos, por sua vez, é um campo recente tanto no contexto brasileiro quanto 
no latino-americano, apesar de vários documentos internacionais já tratarem sobre a 
necessidade de sua execução. Educar para os direitos humanos é ensinar a respeitar os 
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direitos dos demais; é educar para a paz, para a tolerância, para o amor, é ensinar a doar-
se pelo bem comum.
A educação é o caminho para qualquer mudança social que se deseje realizar dentro de 
um processo democrático. A educação em direitos humanos, por sua vez, é o que possibilita 
sensibilizar e conscientizar as pessoas para a importância do respeito ao ser humano, 
apresentando-se, na atualidade, como uma ferramenta fundamental na construção da 
formação cidadã, assim como na afirmação de tais direitos.
A finalidade maior da EDH, portanto, é a de atuar na formação da pessoa em todas as 
suas dimensões, a fim de contribuir ao desenvolvimento de sua condição de cidadão e cidadã, 
ativos na ação por seus direitos, no cumprimento de seus deveres e na fomentação de sua 
humanidade. Dessa forma, uma pessoa que goza de uma educação neste âmbito é capaz 
de atuar ante as injustiças e desigualdades, reconhecendo-se como sujeito autônomo e, 
ademais, reconhecendo o outro com iguais direitos e preceitos de diversidade e tolerância, 
valorizando, assim, a convivência harmoniosa, o respeito mútuo e a solidariedade.
A educação em direitos humanos, além de todo processo de formação em seus conteúdos, 
pretende a socialização dos valores e princípios que lhe são intrínsecos, com o fim de 
construir e consolidar uma cultura de direitos humanos. Neste caminho, a dita socialização 
busca envolver todas as pessoas na vivência e no respeito a tais direitos. Esse objetivo vem 
demarcado no último documento da ONU nesta área, em que a EDH é sinônimo do conjunto 
das atividades de capacitação e difusão orientadas a criar uma cultura universal na esfera 
dos direitos humanos.
A formação do professor em direitos humanos depende tanto de uma prática pedagógica 
condizente com o respeito ao ser humano quanto de uma educação que privilegie a 
interdisciplinaridade e a multidimensionalidade que envolve a temática. Esses aspectos 
representam uma nova postura diante do conhecimento, possibilitando uma ação educativa 
capaz de ampliar as capacidades, desenvolver a consciência crítica diante da informação 
e priorizar a interação e participação de forma democrática.
O foco, portanto, valoriza o que é construído e não simplesmente transmitido. O professor 
em direitos humanos tem diante de si uma responsabilidade imensa. Primeiro, de educar-se 
a si mesmo e, depois, de educar aos demais na tolerância, no respeito, na compreensão da 
diferença. Segundo, de atuar democraticamente e com persistência para que o compromisso 
com as transformações sociais, necessárias para reverter as injustiças e desigualdades, 
possa chegar a ser o horizonte de todos.
Esta orientação é universal, aplicando-se a todas as dimensões: educação básica, 
superior, não escolar e, por conseguinte, à educação Infantil. A formação dos professores 
em direitos humanos deve privilegiar as metodologias ativas e participativas de forma a 
envolver e despertar o interesse, sem esquecer o sensibilizar, indignar-se, atuar de forma 
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comprometida, para que o professor em direitos humanos se articule com a historicidade 
na qual está inserido.
Em síntese, a metodologia para o desenvolvimento da Educação em Direitos Humanos, 
na educação infantil, requer a seleção e organização dos conteúdos e atividades, materiais 
e recursos didáticos, que sejam condizentes com a finalidade de um processo educativo em 
direitos humanos em âmbito do desenvolvimento das crianças pequenas. O foco central é 
fazer os futuros professores entender que a proposta deve ser inspiradora de novas práxis, 
e não de ações vazias de sentido e significado para eles e seus alunos.
Da mesma forma, é necessário que o professor não seja um mero transmissor dos 
conteúdos formais e sim que:
a) acredite no que faz, pois, sem a convicção de que o respeito aos direitos humanos 
é fundamental para todos, não é possível despertar os mesmos sentimentos nos demais;
b) eduque com o exemplo, porque de nada adianta ter um discurso desconectado da 
prática ou ser incoerente, exigindo aos demais determinadas atitudes que a própria pessoa 
não cumpre;
c) desenvolva uma consciência crítica com relação à realidade e um compromisso com 
as transformações sociais, posto que o propósito deste tipo de educação é formar sujeitos 
ativos que se empenham pelo respeito aos direitos de todos.
A democracia e cidadania andam juntas, pois a democracia como forma de governar um 
povo, é sobretudo, forma de participação deste, seja direta ou indiretamente. Por sua vez, 
a cidadania, exercida por cada cidadão, é a forma de exercício destes direitos, individuais e 
coletivos, presentes na Constituição de 1988, porém, de forma consciente, de acordo com 
valores de cada um, sobretudo com os valores de respeito e tolerância com as diferenças.
Quanto as virtudes cívicas de que trata a citação, é a disposição de fazer o bem pensando 
não somente em si, mas no todo que está inserido. Essas virtudes podem ser ensinadas ou 
até mesmo despertadas pelo ensino em direitos humanos, que por sua vez são exteriorizadas 
em atitudes positivas para com todos.
Ao assegurar o exercício dos direitos sociais, neste incluso a educação como um direito 
fundamental e principal pilar para o desenvolvimento da sociedade, deve-se desenvolver e 
cultivar valores voltados a manter a harmonia no âmbito social, através de práticas como 
o não preconceito por conta de diferenças,alcançando assim, finalmente, uma sociedade 
mais fraterna solidária.
O respeito às particularidades do indivíduo, bem como o acesso à educação, são condições 
básicas para que a pessoa exerça a cidadania de forma democrática e consciente, ciente 
de seus direitos e deveres, construindo uma sociedade realmente forte, no sentido de ter 
a eficácia de seus direitos garantidos pelo Estado.
Como a própria Constituição do país salienta, a educação, que é direito de todos, sendo 
dever primeiramente da família, mas também do Estado. Este deve dar as condições reais 
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para que o “desenvolvimento da pessoa” seja o mais próximo de ser “pleno”, palavra que 
por sua vez, em seu significado mais simples remete a “completo”, ou seja, em se tratando 
de educação, esta deve ser mais completa possível, desenvolvendo na pessoa, além de 
capacidade para o exercício do trabalho, fundamental se faz o despertar para sentimentos 
de fraternidade, solidariedade, respeito às diferenças, independentes de quais sejam.
A educação deve dar a condição de desenvolver os potenciais da pessoa, os quais ainda 
podem ser despertados, ensinados nas escolas de forma transversal, desde a pré-escola, 
ou seja, desde os denominados “jardins” a cursos superiores, dentro da própria educação 
tradicional, a qual a educação em direitos humanos estaria inclusa desde de exemplos em 
sala de aula à vivências práticas feitas pelo docente fora desta, construindo assim, uma 
verdadeira cultura em direitos humanos ao longo do tempo.
É fundamental que, além dos valores e virtudes desenvolvidos, que a estes sejam 
associados os direitos concernentes ao exercício da cidadania, os quais abarca os direitos 
fundamentais, através de uma educação que ensine a pensar acerca das escolhas, as quais 
incidirão direitos e deveres. Deve ser feito um trabalho de conscientização através da 
educação para que desenvolva no indivíduo certa clareza de pensamento, resultando em 
escolhas mais assertivas para a coletividade.
É necessário que em se tratando de saber quais são os direitos e deveres, que se 
diferencie direitos fundamentais de direitos humanos. Mesmo os direitos fundamentais 
tendo nascido dos direitos humanos, ambos têm significados diferentes, sendo o primeiro, 
direitos instituídos por ordenamentos jurídicos de cada Estado.
Já o segundo diz respeito a um direito mais amplo, o qual garante direitos 
independentemente de raça, sexo, religião. Partindo do pressuposto, que o ser humano 
está em constante construção, faz-se mister neste desenvolvimento a educação como 
forma de auxílio ao desenvolvimento pleno das capacidades do indivíduo, conscientizando-o 
primeiramente da própria falta de consciência.
O papel da educação, deve ser o de fornecer as condições para este “pleno desenvolvimento”, 
como elencado na Constituição brasileira, juntamente com a liberdade e o respeito como 
pedra fundamental desta construção. A liberdade está intrinsecamente ligada aos Direitos 
Humanos de tal forma, que ao exercer a cidadania em um Estado Democrático de Direito, 
essa liberdade é afirmada através do direito de escolha e da participação em sociedade, 
na qual os homens são os titulares de direitos.
8. RELAÇÕES SOCIOECONÔMICAS E POLÍTICO-CULTURAIS 8. RELAÇÕES SOCIOECONÔMICAS E POLÍTICO-CULTURAIS 
DA EDUCAÇÃODA EDUCAÇÃO
É fato, que para conseguirmos alcançar a solução de diversos problemas enfrentados 
em nosso país, é necessário que se façam investimentos reais no processo educacional, 
mas a situação é muito mais complexa do que se pensa, pois não se implanta uma política 
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de educação investindo somente em ensino superior, sendo que a realidade que mais 
afeta o país nesse sentido está na qualidade do ensino dispensado ainda no processo de 
escolarização básico, e em quantos alunos concluem esse ensino.
A baixa qualidade de nossa educação pode ser observada sob diversos aspectos, onde o 
principal personagem, é o aluno, que vive a margem da discriminação social por depender 
de uma escola pública que não satisfaz a necessidade de escolarização para sua inserção 
de forma igualitária na sociedade, que cada dia tem se tornado mais competitiva.
A realidade das instituições públicas de ensino é assustadora, visto que, em muitas 
instituições nem profissionais preparados para professarem o ensino possuem, e quando 
os tem não valorizam nem o tempo que é dispensado para o exercício de sua profissão, 
quanto mais a qualidade daquilo que ensinam.
Salários baixos, conteúdos retrógrados, falta de infraestrutura, são algumas das 
dificuldades enfrentadas pela educação brasileira, e que entra governo e sai governo 
continua no mesmo patamar de desenvolvimento.
Simplesmente acabar com o analfabetismo não resolve o problema, pois visão crítica 
de mundo não se adquire assinando o nome ou fazendo contas, se desenvolve através de 
discussões mais maduras sobre a realidade que acontece a sua volta, mas penso que o 
problema está justamente no medo da conscientização.
É louvável que se invista em inserção do jovem no ensino superior, mas a grande parte 
deles não consegue concluir no ensino fundamental, pois precisam colocar o pão em casa, 
e a necessidade fala mais alto do que a vontade de continuar na escola, mesmo porque a 
escola nem sempre traz consigo atrativos para a permanência de seus alunos, e isso pode 
ser observado pelo grande número de menores em idade escolar envolvidos em situações de 
violência e criminalidade, sem contar a expansão do uso de drogas na realidade vivida por eles.
Diante da realidade que nossa sociedade vive e dos resultados que estamos colhendo em 
nosso dia a dia, é evidente que a educação tão discutida não está sendo tão priorizada, pois 
a cada dia estamos perdendo ainda mais nossos valores morais, o que pode ser observado 
por tantos escândalos políticos, que também estão sendo vivenciados por nossos jovens, 
investir em educação é muito mais do que abrir vagas, é ter responsabilidade com a formação 
de um novo cidadão que integrará o processo social, e será o principal personagem na busca 
pelo desenvolvimento e transformação da realidade vergonhosa que nosso país tem vivido, 
e esse investimento só trará frutos se for feito a partir da semente, ou seja, a educação é 
um todo, e só alcançará sua finalidade se valorizada em sua totalidade.
A educação ao longo do tempo vem tentando situar-se em algumas reestruturações 
advindas aos novos rumos do Estado, assim como as dos profissionais que atuam nessa 
área, tornando-se uma valiosa ferramenta que tange dentro de um viés capitalista.
Na realidade essa discussão perpetua desde a Idade Média, com a sociedade feudal, 
que já mostrava a dualidade da sociedade no que se refere à desigualdade social, dividindo 
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a sociedadeentre manso servil (casa dos servos com espaço de terra para plantar), manso 
senhoril (a casa dos senhores feudais) e área de bosques (lugar utilizado pelos senhores 
feudais como forma de lazer), esse esquema era formado pela ausência do poder público, ou 
seja, não havia interferência do Estado. Partindo do contexto histórico, podemos identificar 
alguns pensamentos sobre a interferência do Estado na sociedade, com o intuito de diminuir 
as desigualdades, através da criação de políticas sociais que de certa forma beneficiem a 
sociedade.
As mudanças da sociedade, no sentido do trabalho, economia e educação, os direitos sociais 
são contemplados através de um movimento chamado Estado de Bem-Estar Social, também 
conhecido por Estado-providência, que nada mais é do que uma forma de organização política 
e econômica que coloca o Estado como agente da promoção social e organizador da economia.
Diante das abordagens, podemos perceber diferentes formas de pensar como o fator 
econômico interfere no contexto social, tendo como parâmetros o consumo, o capital e 
o investimento. Essa é uma pequena explanação sobre o Estado de Bem-Estar Social, que 
por sua vez merece uma análise mais profunda, porém esse não é o foco dessa discussão. 
Nossa intenção é estabelecer somente uma análise, para que possamos compreender 
a organização política e econômica que se coloca o Estado e como podemos delinear os 
caminhos da educação dentro desse movimento de promoção social.
Por volta de 1980, alguns educadores iniciam um processo de discussão sobre os currículos 
escolares, dentro do que chamavam de educação popular, movimento criado para conceber 
uma educação em espaços não escolares, uma educação fora dos padrões formais.
Por mais que o Estado tenha planos de terceirizar suas responsabilidades, fica evidente 
que foi a partir da Constituição Federal de 1988, que foram estabelecidos os direitos sociais, 
os benefícios de igualdade, principalmente dentro da educação, deixando em evidência em 
seus artigos 205-214, que a educação é um direito de todos e dever do Estado e da família, 
promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento 
da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho.
As políticas educacionais foram efetivadas com o objetivo de atingir a grande massa, 
trazendo através do acesso à educação oportunidades que possibilitarão a igualdade social, 
por isso identifico nesse momento a preocupação com a educação em um sentido mais 
amplo, ou seja, sua abordagem nos espaços não escolares. Dessa forma, é necessária a 
reflexão acerca da formação dos profissionais da educação, os pedagogos para atuar nesses 
espaços, tendo como eixo norteador as políticas educacionais relacionadas à sua formação.
Diante do que é legitimado nas Diretrizes, podemos observar que a formação do pedagogo, 
não se restringe na educação formal, portanto dentro dos conteúdos para a formação, 
deverá conter a abordagem do trabalho pedagógico em espaços não escolares, com um 
olhar voltado ao que podemos denominar, educação social, que por sua vez é estabelecida 
dentro das relações sociais.
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As práticas dentro da educação não escolar têm se transformado em atividades reconhecidas 
pelo Estado e pela sociedade o termo educação não escolar é utilizado para distinguir todas as 
práticas educativas que ocorrem no campo social daquelas que ocorrem no interior da escola.
Muitos alunos matriculados nas escolas “formais” fazem parte de uma camada menos 
favorecida da sociedade e participam de projetos e programas envolvidos dentro da sua 
prática social. Por isso, é importantíssimo o trabalho dos pedagogos dentro do âmbito 
social, pois tem um caráter de construção de ações direcionadas, como intervenção à 
inclusão social.
Essa questão nos leva a repensar a formação do pedagogo, procurando aspectos para 
a sua atuação dentro do que podemos denominar de educação social, que por sua vez 
é pautada em uma Pedagogia Social, enquanto complemento da educação em espaços 
escolares.
A Pedagogia voltada ao social apresenta pouco material teórico no Brasil, temos como 
ponto de partida a proposta de Paulo Freire, que mesmo sem ter a base teórica como 
fundamentação, trabalhava a pedagogia social como contraponto da Pedagogia Globalizada, 
iniciando o seu trabalho através da Educação Popular.
Os caminhos percorridos no Brasil com a educação popular tem como princípio a 
participação popular, a solidariedade rumo à construção de um projeto político de sociedade 
mais justa, mais humana e mais fraterna.
Hoje, conhecemos por educação popular a educação que ocorre em espaços não 
escolares, porém foi em 1990 que se dá maior ênfase aos processos de aprendizagem em 
grupos, priorizando valores culturais, privilegiando uma educação política dentro de um 
trabalho de conscientização, preparando o indivíduo para o trabalho, dentro da organização 
da aprendizagem, com objetivos comunitários, voltados para a solução dos problemas 
comunitários.
A escola adota atitudes globais, como se o indivíduo não fosse único em seu saber, sua 
cultura, sua história e a prática social em que está inserido. A contribuição de Paulo Freire está 
presente no contexto de conscientização do indivíduo, e é reconhecida internacionalmente, 
dentro de uma abordagem teórico-metodológica desenvolvida para alfabetizar jovens e 
adultos. O Método utilizado consiste em três momentos entrelaçados dentro do diálogo e da 
interdisciplinaridade.
O primeiro Momento, refere-se a investigação temática, educador e educando buscam, 
no universo vocabular do aluno e da sociedade onde ele está inserido, as palavras e temas 
centrais de sua biografia. O segundo Momento é o da tematização, Educador e educando 
irão buscar o significado social, tomando consciência do mundo em que vivem. Descobrindo 
novos temas geradores, relacionados com os que foram inicialmente levantados. O terceiro 
momento refere-se a problematização, é a hora de formar a visão crítica, partindo para a 
transformação do contexto vivido.
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A visão de uma educação voltada a esses problemas deve ser pauta prioritária dentro 
do universo acadêmico, principalmente dentro do contexto de inúmeros projetos sociais 
que abrangem uma visão mais consciente e política sobre os problemas sociais.
A questão é a formação nos cursos de Pedagogia licenciatura, serem insuficientes em 
seu currículo e discussões, para que o profissional em formação tenha possibilidade de 
atuar em espaços não escolares.
Vivemos um momento aonde os profissionais da educação precisam ter um olhar 
mais amplo sobre os aspectos políticos, buscando conhecer mais especificamente as 
políticas educacionais, para que possam exercer sua profissão. Se o profissional não tiver 
um conhecimento dentro da sua formação, que procure contemplar as relações sociais que 
envolvem os problemas de ordem social, terá dificuldade em atuar dentro dos espaços não 
escolares, por isso é importante esse conhecimento dentro da sua formação.
É importante, para que educador compreenda como pode contribuir para que não haja 
mais a dualidadena educação brasileira, dando reais oportunidades a todas as pessoas.
9. CONCEPÇÕES E TENDÊNCIAS PEDAGÓGICAS 9. CONCEPÇÕES E TENDÊNCIAS PEDAGÓGICAS 
CONTEMPORÂNEASCONTEMPORÂNEAS
De acordo com essa tendência pedagógica, a escola denominada tradicional, faz com 
que o aluno seja educado para atingir sua plena realização através de seu próprio esforço. 
Sendo assim, as diferenças de classe social não são consideradas e toda a prática escolar 
não tem nenhuma relação com o cotidiano do aluno. Quem garante seu aprendizado é o 
próprio aluno através de seus esforços.
A pedagogia tradicional tem como objetivo transmitir uma separação dos conteúdos 
sociais para com a realidade, neste modelo de tendência apenas o professor tem razão, 
é ele o centro das atenções. Sua metodologia se baseia na memorização, tornando a 
aprendizagem mecânica, passiva e repetitiva.
Pedagogia Tradicional é um modelo de educação onde o principal sujeito da ação é o 
professor. Tendo este a função de instigar, acompanhar, criticar, observar, analisa educar 
culturalmente lecionar os ensinamentos da matéria ao qual foi destinado através de 
suas aulas expositivas. Os alunos por sua vez, neste modelo, ficam prestando atenção 
aos ensinamentos, realizam exercícios e atividades repetitivas como forma de gravar o 
conhecimento e por fim reproduzir como forma de aprendizado este conhecimento gravado.
A pedagogia tecnicista tem como base filosófica a concepção analítica: centrada na 
análise lógica da linguagem educacional e, em parte, na concepção humanista moderna. 
Sua raiz se encontra no período imediatamente após a segunda guerra mundial. Neste 
contexto surgiram teorias importantes sobre planejamento, que enfatizavam a utilização 
de conceitos como utilitarismo, objetividade, eficiência, eficácia, técnica e outros.
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A pedagogia renovada, segundo Libâneo (1992) agrupa correntes que advogam a 
renovação escolar, opondo-se a primeira e tem como características: valorização da criança, 
dotada de liberdade, iniciativa de interesses próprios e, por isso mesmo, sujeito da sua 
aprendizagem e agente do seu próprio desenvolvimento; individualização do ensino conforme 
os ritmos próprios de aprendizagem.
A Pedagogia Crítico-Social dos Conteúdos surge no final dos anos 70 e início dos 80 e 
é uma reação de alguns educadores que não aceitam a pouca relevância que a pedagogia 
libertadora dá ao aprendizado do chamado ‘saber elaborado’, historicamente acumulado 
e que constitui o acervo cultural da humanidade.
Esta tendência não tem proposta explícita de Didática e muitos dos seus adeptos se 
recusam a admitir o papel dessa disciplina na formação de educadores. A atividade escolar é 
centrada na discussão de temas sociais e políticos, ou seja, um ensino centrado na realidade 
social, em que professores e alunos realizam a problematização de determinado fenômeno.
A teoria associacionista antecede o comportamentalismo ou o behaviorismo. É uma 
teoria inspirada na filosofia empirista e positivista, tal teoria atribui ao ambiente em que 
vive as caracterizações humanas e privilegia a experiência como a fonte do conhecimento 
e formação dos hábitos comportamentais dos indivíduos, sendo assim, o que determina o 
aprendizado e desenvolvimento do indivíduo segundo esta teoria são os fatores externos.
O cognitivismo, cujas ideias baseiam-se na Teoria de Piaget, enfatiza a importância 
do conhecimento no desenvolvimento da inteligência, ou seja, centra-se no fato de que 
o conhecimento é fruto da interação entre o sujeito e o mundo exterior, através de um 
processo permanente de construção e reconstrução que resulta na formação das estruturas 
cognitivas.
O ensino é, nessa perspectiva, a ação de potencializar e favorecer a construção de 
estruturas cognitivas. As situações externas só podem influenciar o desenvolvimento do 
indivíduo se ele já tiver construído estruturas (esquemas cognitivos) que lhe permitam 
assimilar essas situações, apropriar-se delas e empregá-las na construção de novos 
conhecimentos.
A ênfase nos esquemas mentais estabelece, posteriormente, um novo modelo de 
processamento de informação, baseado na comparação da mente humana com a estrutura 
básica de funcionamento de um computador. Tem-se que a mente, tal qual um computador, 
recebe inicialmente registros sensoriais que são processados em uma memória de curto prazo 
e depois transferidos à memória de longo prazo. Na memória de longo prazo, os conhecimentos 
são armazenados na forma de esquemas, os quais são ativados e reestruturados no processo 
de aprendizagem e recuperados quando necessário.
Indo além de concepções mais individualizadas do construtivismo, Vygotsky, psicólogo 
e filósofo russo, recupera as raízes sociais da aprendizagem significativa, oferecendo à 
educação a perspectiva socioconstrutivista da aprendizagem. Para ele, as funções psicológicas 
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superiores são fruto do desenvolvimento cultural, e não do desenvolvimento biológico. 
É a aprendizagem que sustenta o desenvolvimento humano, não o inverso. A formação 
de processos superiores de pensamento se dá pela atividade instrumental e prática, em 
interação e cooperação social, na zona de desenvolvimento proximal, objeto de atuação 
instrucional. Os instrumentos psicológicos ordenam e reposicionam a informação, através 
da inteligência, memória e atenção.
Os conhecimentos são construídos a partir da atividade nas situações e experiências vividas pelo 
aprendiz; o aprendiz ocupa o bojo do processo, no qual a aprendizagem acontece pela interação 
do aprendiz com os componentes do seu meio ambiente, incluindo as informações disponíveis; 
e o contexto de aprendizagem desempenha um papel determinante, uma vez que a atividade 
do aprendiz está inserida num meio ambiente que possibilite a apropriação do conhecimento. 
(Resende 2005, p.6)
Aprender é muito mais a ação individual de obter informação geral a partir de um corpo 
de conhecimentos descontextualizados. É um fenômeno social, um processo dialético que 
envolve interagir com outras pessoas, ferramentas e o mundo físico (que existem dentro de 
um contexto histórico com significados, linguagem e artefatos culturais próprios). Interação 
social e colaboração são componentes críticos para a aprendizagem.
A aprendizagem é tida como uma atividade inerentemente social, na qual o diálogo 
cooperativo permite que os participantes experimentem similaridades e diferenças entre 
vários pontos de vista. Professores, materiais instrucionais e colegas de classe são vistos 
como fontes de informação e insights que podem ser consultados para resolver problemas 
reais. Valorizam-se as estratégias de ensino que permitem aos alunos aplicar diversas 
perspectivas a um problema e assumir a postura de que, para entender o ponto de vista 
dos outros, é necessário dialogar, e não apenas ouvir. Assim, a aprendizagem deve ocorrer 
em um ambiente social, não como uma ação privada, e precisa estar situada em contextos 
realistas e que interessam aos alunos.
Numa abordagem de um processo comunicativo conectivo na EAD, há uma mudança da 
função do professor, pois além do planejamento de cursos e estratégias, hásempre pré-
requisitos de conhecimentos, diferentes formas de aprender, já que os alunos podem acessar 
informações sem preparação e ajuda do professor. Nesse sentido, alunos e professores 
desenvolverão habilidades e capacidade de autonomia para recuperar e gerenciar dados.
As tecnologias de informação e comunicação, cada vez mais, fazem com que a distinção 
entre ensino presencial e a distância desapareça. Uma simples constatação disso pode ser 
feita quando se verifica o quanto ambas as modalidades incorporam possibilidades, funções 
e atividades que eram típicas da outra. Aqueles que lidam com a EAD passaram a perceber 
que ela pode ser melhor se possibilitar, entre outras coisas, a interação.
Na educação presencial, já se verifica que todas as tecnologias podem ser utilizadas para 
aprimorar o processo de ensino aprendizagem. Dessa forma, gradativamente passa-se do O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para JESUS SOMBRA SANTIAGO - 89483340349, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título,
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‘presencial’ ou ‘à distância’ para o ‘presencial mediado’, ou melhor, para uma ‘aprendizagem 
mediada pelas tecnologias’; da previsibilidade ao experimento e simulação; do ‘eu’ para o ‘nós’.
No entanto, há indissociabilidade entre treinamento e os recursos de EAD. Na verdade, 
a EAD está trazendo para a área de treinamento uma pedagogia cujo pilar de sustentação 
é a conectividade. Algumas possibilidades pedagógicas da conectividade: aprendizagem 
assíncrona, interatividade, conhecimento compartilhado (ou colaborativo), objetos de 
aprendizagem, pílulas de conhecimento diagnóstico e mapeamento das competências 
desenvolvidas.
A guisa do que se estabeleceu no senso comum, o Brasil não carece de ‘mais treinamento’ 
e sim de ‘melhor treinamento’: maior interatividade, incentivo ao autodesenvolvimento, 
aliando conformação tecnológica e gosto pelo aprendizado. Os conteúdos devem produzir 
sentido para além do cotidiano da empresa. Ou seja, o aprendizado deve guardar relação 
também com a vida das pessoas.
Por outro lado, melhorar o treinamento pressupõe aprimorar os mecanismos de avaliação 
de resultados e de retorno sobre o capital investido na formação de pessoal e, nesse aspecto, 
a tecnologia oferece inúmeros aparatos de controle e mensuração da aprendizagem.
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RESUMORESUMO
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QUESTÕES DE CONCURSOQUESTÕES DE CONCURSO
001. 001. (INSTITUTO FEDERAL GOIANO/CS UFG/2019) Dentre os princípios filosóficos e teórico-
metodológicos do Projeto Pedagógico Institucional (PPI), que se consolida em um documento 
que detalha concepções, objetivos, diretrizes e ações do processo educativo a ser desenvolvido 
no Instituto Federal Goiano, destaca-se o seguinte:
a) política de comunicação institucional.
b) ampliação das instalações físicas.
c) indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão.
d) níveis e modalidades de ensino.
002. 002. (PREFEITURA MUNICIPAL DE SANTA CECÍLIA DO SUL RS/FUNDATEC/2019)
Em relação ao sentido da aprendizagem, Piletti (2013) afirma que alguns aspectos são 
importantes e precisam ser considerados. Um deles é:
a) A utilidade da aprendizagem.
b) A experiência afetiva do aluno.
c) O professor não se preocupar com a influência da organização do material pedagógico.
d) A maturação orgânica da criança.
e) O número grande de alunos em sala de aula não prejudica a aprendizagem nem o trabalho 
do professor.
003. 003. (PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO NACIONAL (TO/COPESE/UFT/2019) Analise as 
afirmativas abaixo e assinale a alternativa CORRETA.
O Projeto Político Pedagógico da escola deve ser uma construção coletiva, envolvendo toda a 
comunidade escolar, ou seja, trabalhar numa visão democrática. Esse processo é visto como:
a) descentralização de papéis, democratização do processo de tomada de decisões, processo 
coletivo de avaliação de cunho emancipatório.
b) controle hierárquico das divisões de tarefas, centralização dos papéis, continuidade de 
ações.
c) democratização dos papéis, instalação de um processo coletivo de fragmentação das 
decisões, avaliação de cunho classificatório.
d) reorganização da escola, tomada coletiva de decisões e descontinuidade de ações passadas.
004. 004. (PREFEITURA MUNICIPAL DE SANTA CECÍLIA DO SUL RS/FUNDATEC/2019) De acordo 
com Vasconcellos, no processo de elaboração do Projeto Político Pedagógico, muitos fatores 
podem interferir de forma a comprometê-lo parcial ou totalmente, quais sejam:
I – Comodismo por parte dos sujeitos: não quererem a desacomodação que poderá vir em 
decorrência da concretização das ideias ali colocadas.
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II – Imediatismo: ter pressa, não querer ‘perder tempo’ com as discussões; achar que não 
há necessidade de se fazer a elaboração teórica, que se deveria ir direto à ação.
III – Formalismo: perigo de reduzir o Projeto a uma sequência de passos, a simplesmente 
elaborar um documento, sem vida, sem significado, sem envolvimento com as ideias, com 
as propostas.
Quais estão corretos?
a) Apenas I.
b) Apenas II.
c) Apenas III.
d) Apenas I e III.
e) I, II e III.
005. 005. (PREFEITURA MUNICIPAL DE SANTA CECÍLIA DO SUL RS/FUNDATEC/2019) De acordo com 
Vasconcellos, o Projeto Político-Pedagógico (PPP) é um instrumento teórico-metodológico 
que visa ajudar a enfrentar os desafios do cotidiano da escola, só que de uma forma:
I – Refletida.
II – Consciente.
III – Sistematizada.
IV – Orgânica.
Quais estão corretas?
a) Apenas I.
b) Apenas I e III.
c) Apenas II e IV.
d) Apenas I, II e III.
e) I, II, III e IV.
006. 006. (INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA PARAÍBA/IDECAN/2019) 
Em relação ao papel dos profissionais do magistério na organização do sistema de ensino, 
analise as afirmativas abaixo:
I – Há duas maneiras de formar professores: o magistério em nível médio e atual licenciatura 
no curso superior.
II – As reformas educacionais trouxeram muitas mudanças para a vida dos docentes, bem 
como para sua formação. Podemos afirmar que as mudanças socioeconômicas apresentam 
novas exigências. Por um lado, têm suas tarefas ampliadas, mas, por outro, pouco lhes é 
oferecido em troca.
III – Também implica reconhecer que os professores podem ser verdadeiros agentes sociais, 
capazes de planejar e gerir o processo de ensino-aprendizagem, além de intervir nos 
complexos sistemas que constituem a estrutura social e profissional.
AssinaleO conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para JESUS SOMBRA SANTIAGO - 89483340349, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título,
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a) se todas as afirmativas estiverem corretas.
b) se somente as afirmativas I e II estiverem corretas.
c) se somente as afirmativas I e III estiverem corretas.
d) se somente as afirmativas II e III estiverem corretas.
e) se somente a afirmativa II estiver correta.
007. 007. (IDECAN/INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA PARAÍBA/2019) 
Considerando que é no espaço da sala de aula onde ocorrem as avaliações desenvolvidas 
durante o processo ensino-aprendizagem, que deve estar vinculado a um projeto educativo 
mais amplo, em nível de escola, devendo ter como premissa básica o alcance de objetivos 
que correspondam aos interesses e necessidades dos alunos, analise as assertivas abaixo:
I – Sendo a escola o lugar da construção da autonomia e da cidadania, a avaliação dos 
processos de qualquer natureza, dentro da escola, das aprendizagens, da dinâmica escolar 
ou instituição são responsabilidades tanto da coletividade, como de cada um, em particular.
II – O professor deve responsabilizar-se unicamente pelo ato de avaliar as aprendizagens 
de seus alunos.
III – A avaliação, sendo integrante dos processos cotidianos e do ensino aprendizagem, 
onde todos estão envolvidos, não pode ser entendida como algo à parte, separada desse 
processo, haja vista que estão subjacentes uma concepção de educação e uma estratégia 
pedagógica.
Assinale
a) se todas as afirmativas estiverem corretas.
b) se somente as afirmativas I e II estiverem corretas.
c) se somente as afirmativas I e III estiverem corretas.
d) se somente as afirmativas II e III estiverem corretas.
e) se somente a afirmativa II estiver correta.
008. 008. (HOSPITAL MUNICIPAL DE CUIABÁ MT/SELECON/2019) Segundo Veiga (2007), um projeto 
pedagógico de qualidade deve apresentar, dentre outras, as seguintes caraterísticas em 
relação à sua concepção
a) ser um processo participativo de decisões e explicitar o compromisso com a formação 
do cidadão
b) ser exequível, com prazo estabelecido, e prever as condições necessárias ao desenvolvimento 
e à avaliação
c) visar um rearranjo formal da escola e ater-se aos conteúdos curriculares determinados 
por órgãos federais
d) constituir-se na elaboração e registro de um documento escrito e submetido aos ditames 
da direção da escola
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O Projeto Político Pedagógico
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009. 009. (FUNDATEC/PREFEITURA MUNICIPAL DE QUARAÍ RS/2019) Conforme Vasconcellos 
(1999), o Projeto Político-Pedagógico é composto basicamente de três grandes partes que 
se articulam entre si, denominadas:
a) Marco situacional, realização interativa e avaliação de conjunto.
b) Levantamento de dados, programação e execução.
c) Realização interativa, marco operacional e avaliação de conjunto.
d) Marco referencial, diagnóstico e programação.
e) Referência, execução e avaliação de conjunto.
010. 010. (IBADE/INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE RONDÔNIA/2019) 
Na construção do Projeto Político Pedagógico (PPP) é preciso considerar que não há:
a) multiculturalismo.
b) pluralidade.
c) interação.
d) neutralidade.
e) intencionalidade.
011. 011. (INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA BAIANO/IDECAN/2019) 
As Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio, em seu artigo 15, afirmam que 
“com fundamento no princípio do pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas, no 
exercício de sua autonomia e na gestão democrática, o projeto político-pedagógico das 
unidades escolares deve traduzir a proposta educativa construída coletivamente, garantida 
a participação efetiva da comunidade escolar e local, bem como a permanente construção 
da identidade entre a escola e o território no qual está inserida”.
Sobre o tema, assinale a alternativa correta quanto as recomendações para elaboração do 
Projeto político pedagógico - PPP.
a) O projeto político-pedagógico, na sua concepção e implementação, deve considerar os 
estudantes e os professores como objetos da história e sujeitos de deveres, participantes 
ativos e protagonistas na sua diversidade e singularidade.
b) A instituição de ensino tem o compromisso com a criação do projeto político-pedagógico, 
sendo facultativa sua atualização.
c) Cabe a cada unidade de ensino a elaboração do seu Projeto político-pedagógico, com a 
proposição de alternativas para a formação integral e acesso aos conhecimentos e saberes 
necessários.
d) O PPP deve orientar mecanismos de alocação de recursos financeiros, administrativos e 
de suporte técnico para contemplar as atividades regulares do laboratório de informática.
e) O PPP não se obriga a mencionar os espaços físicos e sua utilização na escola, sendo uma 
ação facultativa.
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O Projeto Político Pedagógico
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012. 012. (INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA BAIANO/IDECAN/2019) A 
respeito dos princípios da gestão democrática, analise as seguintes assertivas:
I – De acordo com a legislação vigente, cabe aos sistemas de ensino regulamentar a gestão 
democrática por meio de dois instrumentos fundamentais ao incremento da participação 
que são o projeto político-pedagógico da escola e conselhos escolares.
II – Autonomia significa gestão democrática construída por meio do conselho escolar, do 
projeto político-pedagógico como expressão da cultura e da comunidade escolar.
III – O projeto político-pedagógico da escola pode ser desenvolvido sem o envolvimento dos 
profissionais da educação, sendo obrigatório apenas a gestão administrativa e o conselho 
escolar prescindem os professores e os funcionários.
Assinale:
a) se todas as assertivas estiverem corretas.
b) se somente as assertivas I e II estiverem corretas.
c) se somente as assertivas II e III estiverem corretas.
d) se somente a assertiva I estiver correta.
e) se somente a assertiva II estiver correta.
013. 013. (PREFEITURA MUNICIPAL DE CONCEIÇÃO DA APARECIDA MG/REIS & REIS/2018) O Projeto 
Político Pedagógico numa perspectiva emancipatória apresenta as seguintes características:
I – Está voltado para a inclusão – observa a diversidade dos alunos, suas origens culturais, 
suas necessidades e suas expectativas educacionais;
II – Há vínculo muito estreito entre a autonomia escolar e o PPP;
III – Sua legitimidade reside no grau e no tipo de participação de todos os envolvidos com 
o ambiente educativo; supõe continuidade de ações;
IV – Apresenta uma pluralidade entre a dimensão técnica e política; despreocupa-se com 
o trabalho pedagógico, e deixa de articulá-lo com o contexto social.
Marque a alternativa correta:
a) Apenas as afirmativas, I, II e IV estão corretas.
b) Apenas as afirmativas, II, III e IV estão corretas.
c) Apenas as afirmativas, I, II e III estão corretas.
d) Todas as afirmativas estão corretas.
014. 014. (PREFEITURA MUNICIPAL DE SEBERI RS/FUNDATEC/2018) Com qual documento 
institucional os Parâmetros Curriculares Nacionais, que servem de subsídios para elaboração 
da proposta curricular de cada instituição escolar, devem estar contextualizados?
a) Regimento Escolar.
b) Projeto PolíticoPedagógico.
c) Base Nacional Comum Curricular.
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O Projeto Político Pedagógico
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d) Lei de Diretrizes e Bases.
e) Constituição da República.
015. 015. (PREFEITURA MUNICIPAL DE GUAPORÉ RS/UMA/2018) Segundo Veiga, a gestão 
democrática é um dos princípios norteadores do projeto político-pedagógico. Sobre a 
gestão democrática assinale a afirmação incorreta:
a) Gestão democrática é um princípio consagrado pela Constituição vigente e abrange as 
dimensões pedagógica, administrativa e financeira.
b) A gestão democrática exige a compreensão em profundidade dos problemas postos pela 
prática pedagógica. Ela visa romper com a separação entre concepção e execução, entre o 
pensar e o fazer, entre teoria e prática.
c) A gestão democrática implica principalmente o repensar da estrutura de poder da escola, 
tendo em vista sua socialização.
d) A busca pela gestão democrática não inclui a participação dos representantes dos diferentes 
segmentos da escola na decisões/ações administrativo-pedagógicas ali desenvolvidas.
016. 016. (UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ/UTFPR/2018) Segundo Veiga 
(2001), ao construirmos os projetos de nossas escolas, planejamos o que temos intenção de 
fazer, de realizar. Lançamo-nos para adiante, com base no que temos, buscando o possível.
Sobre o projeto político-pedagógico, assinale (V) para as afirmativas verdadeiras e (F) para 
as falsas.
( ) É um instrumento burocrático eficiente, que deve ser construído e, em seguida, arquivado 
ou encaminhado às autoridades educacionais como prova do cumprimento das tarefas.
( ) Deve ser entendido como um processo permanente de reflexão e discussão dos problemas 
da escola, na busca de alternativas viáveis à efetivação de sua intencionalidade.
( ) É um simples agrupamento de planos de ensino e atividades diversas.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
a) V, V, V.
b) F, F, F.
c) V, F, V.
d) F, V, F.
e) F, V, V.
017. 017. (PREFEITURA MUNICIPAL DE GUARAPUAVA PR/FAUEL/2018) Veiga (1995) afirma que a 
escola é um lugar de concepção, realização e avaliação de seu projeto educativo, uma vez 
que necessita organizar seu trabalho pedagógico com base em seus alunos. Para tanto, é 
importante que se fortaleçam as relações entre escola e sistema de ensino. Para a autora, 
o projeto político-pedagógico é:
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a) Um agrupamento de planos de ensino e de atividades diversas como os projetos didáticos 
elaborados pelos professores.
b) Um documento administrativo e normativo que estabelece a organização e o funcionamento 
da escola e regulamenta as relações entre os seus participantes.
c) Uma ação intencional com um sentido explícito, com um compromisso definido 
coletivamente, que busca um rumo, uma direção para a escola.
d) O plano de trabalho da escola, a ser desenvolvido durante o ano letivo, no qual são 
definidos os objetivos, as formas de organização e a programação das atividades.
018. 018. (PREFEITURA MUNICIPAL DE GUARAPUAVA PR/FAUEL/2018) A concepção da organização 
do trabalho de toda a escola está fundamentada nos princípios que devem nortear uma 
escola democrática, pública e gratuita, dentre esses princípios, do projeto político pedagógico, 
podemos citar:
a) Liberdade, Auto centrismo, Pluralismo de decisões, Igualdade de condições, Qualidade, 
Transparência, Organização.
b) Restrição, Solidariedade, Pluralismo de ideias, Diferenciação de condições, Qualidade, 
Opacidade, Participação.
c) Liberdade, Solidariedade, Pluralismo de ideias, Igualdade de condições, Qualidade, 
Transparência, Participação.
d) Emancipação, Solidariedade, Dualismo de ideias, Facilidade de condições, Qualidade, 
Transparência, Participação.
019. 019. (UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO/UNIFESP/2018) Ao analisar o Projeto Político-
Pedagógico (PPP) de um dos cursos de saúde da universidade você verifica o que segue 
descrito abaixo:
O PPP do curso indica para o ensino das disciplinas da área profissional da saúde, ministradas 
no 1º e 2º semestres, o estudo de casos reais ou simulados e o desenvolvimento de projetos 
interdisciplinares como a metodologia mais recorrente, justificando-a pela necessidade 
de utilizar diferentes cenários de ensino-aprendizagem que permitam ao aluno conhecer 
e vivenciar situações variadas de vida, da organização da prática e do trabalho em equipes 
multiprofissionais. Contudo, os planos de ensino da área em questão indicam a adoção 
de uma diversidade de métodos e técnicas para desenvolver as atividades curriculares, 
envolvendo: aulas teóricas e práticas de laboratório, exposição dialogada, seminários, 
leitura da descrição de práticas clínicas realizada em grupos, leitura e discussão de artigos 
científicos.
Considerando o que o PPP do curso indica para a área e os planos de ensino analisados, 
constata-se:
a) Que o currículo do curso nos planos analisados não privilegia, ainda, um ensino pautado na 
adoção de metodologias ativas, ancoradas na problematização como método predominante O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para JESUS SOMBRA SANTIAGO - 89483340349, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título,
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e orientador do processo de aprendizagem, centradas no estudante e com atividades 
estruturadas a partir das necessidades de saúde da população;
b) Que o plano de curso não é prescritivo, é apenas indicativo das metodologias a serem 
adotadas desde que os conteúdos sejam dados, mantendo a liberdade dos docentes 
para a adoção ou não delas em razão da tradição de suas práticas docentes e experiência 
acumulada na docência;
c) Que é necessário aguardar a avaliação institucional dentro do ciclo avaliativo do curso 
para tomar providências no sentido de orientar os docentes a implementarem as diretrizes 
curriculares do curso descritas no PPP e não praticadas no currículo;
d) Que nos cursos de saúde o currículo oculto é que ganha lugar de destaque tendo em 
vista o papel da formação em círculos produtivos endógenos que superam as dificuldades 
de cooperação entre as instâncias de ensino e os serviços de saúde;
e) Que o currículo desenvolvido pelos docentes em seus planos de ensino atende ao previsto 
no PPP uma vez que adotam como cenários de aprendizagem espaços alternativos à sala 
de aula, apesar de estarem dispostos no mesmo espaço físico da escola.
020. 020. (PREFEITURA MUNICIPAL DE GRAMADO RS/FUNDATEC/2018) Segundo Veiga, a concepção 
do projeto político-pedagógico como organização do trabalho de toda a escola está 
fundamentada nos princípios que devem nortear a escola democrática, pública e gratuita, 
quais sejam:
a) Liberdade, solidariedade, igualdade, pluralismo, qualidade, transparência e participação.
b) Socialismo, interatividade, individualismo, qualidade, intencionalidade, capacidade e 
criatividade.
c) Impessoalidade, legalidade, moralidade, participação, igualdade, singularidade e 
intencionalidade.
d) Solidariedade, coletividade, qualidade, impessoalidade, capacidade,finalidade e 
transparência.
e) Interatividade, legalidade, publicidade, liberdade, coletividade, pluralismo e solidariedade.
021. 021. (FUNDATEC/PREFEITURA MUNICIPAL DE GRAMADO RS/2018) Segundo Vasconcellos, o 
objetivo principal do planejamento é possibilitar um trabalho mais, EXCETO:
a) Significativo e transformador.
b) Criativo e organizado.
c) Objetivo e verdadeiro.
d) Classificatório e burocrático.
e) Crítico e comprometido.
022. 022. (PREFEITURA MUNICIPAL DE GRAMADO RS/FUNDATEC/2018) Segundo Vasconcellos, 
quem é o responsável pelo processo de planejamento nas escolas?
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O Projeto Político Pedagógico
Gustavo Silva
a) A direção de escola.
b) O orientador escolar.
c) O coordenador pedagógico.
d) A comissão de educação especial.
e) O professor.
023. 023. (PREFEITURA MUNICIPAL DE ROMELÂNDIA SC/UNOESC/2018) A Lei de Diretrizes e Bases 
da Educação Nacional de 1996, aponta para três grandes eixos diretamente relacionados 
a construção do projeto político pedagógico, sendo eles:
a) Flexibilidade, avaliação e liberdade.
b) Justaposição, avaliação e currículo.
c) Valorização, inclusão e rotinização.
d) Clareza, verdade e linguagens.
024. 024. (PREFEITURA MUNICIPAL DE URUÇUÍ PI/CRESCER CONCURSOS/2018) A Constituição 
Federal do Brasil de 1988 e a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei n. 9394/1996, 
determinaram a gestão democrática como princípio para o ensino público. Em relação a 
Gestão Democrática na escola pública, assinale (V) para as afirmativas verdadeiras e (F) 
para as falsas.
( ) A participação é condição básica para a gestão democrática.
( ) É um processo por meio do qual as ações são executadas, acompanhadas, fiscalizadas 
e avaliadas coletivamente.
( ) Pressupõe a participação exclusiva do diretor e da equipe diretiva nas decisões da escola.
( ) Pode ser entendida como espaço, de descentralização do poder e de exercício de cidadania.
( ) As decisões e as ações devem ser elaboradas e executadas de forma hierarquizada.
A sequência correta de cima para baixo é:
a) V-V- V- V- F.
b) V-F- V- F- V.
c) F-V- F- V-V.
d) V-V-F- V- F.
025. 025. (URI/PREFEITURA MUNICIPAL DE NOVA CANDELÁRIA RS/2018) O Projeto Político-
Pedagógico de uma escola vai além de um conjunto de planos de ensino ou de atividades 
diversas. É um documento construído com a participação da comunidade escolar, onde 
estão expressas, entre tantas outras, as concepções de homem, mundo e sociedade que 
temos e queremos. Além disso, tem a ver com a organização do trabalho pedagógico em 
dois níveis (Veiga, 1995): a organização da escola como um todo e a organização da sala 
de aula. Essa abordagem está fundamentada nos princípios que devem nortear a escola 
democrática, pública e gratuita. Esses princípios são:
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O Projeto Político Pedagógico
Gustavo Silva
a) Igualdade, liberdade, acesso e permanência.
b) Igualdade, qualidade, liberdade, gestão democrática e valorização do magistério.
c) Acesso, ingresso e permanência, com sucesso.
d) Igualdade, qualidade, liberdade, acesso, permanência, gestão democrática e valorização 
do magistério.
026. 026. (PREFEITURA MUNICIPAL DE GUAPIRAMA PR/FAFIPA/UNESPAR/2018) Assinale a 
alternativa CORRETA. O Projeto Político Pedagógico (PPP) é um documento que deve ser 
elaborado por cada:
a) Estado.
b) Professor.
c) Aluno.
d) Instituição de ensino.
027. 027. (PREFEITURA MUNICIPAL DE GUAPIRAMA PR/FAFIPA/UNESPAR/2018) Assinale a alternativa 
CORRETA. O Projeto Político Pedagógico é um documento:
a) Liberal.
b) Autocrático.
c) Socialista.
d) Democrático.
028. 028. (UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE PERNAMBUCO/SUGEP/2018) A construção 
democrática, pela escola, do Projeto Pedagógico evidencia o atendimento a uma regra 
essencial para o funcionamento adequado e harmônico da escola, qual seja:
a) integração à comunidade.
b) a flexibilidade do ensino.
c) a formação continuada.
d) a liberdade escolar.
e) a autonomia escolar.
029. 029. (SECRETARIA MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL E DIREITOS HUMANOS RJ/FGV/2018) 
O artigo 3º da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional determina que o ensino público 
deverá ser ministrado com base na gestão democrática, dentre outros princípios, a partir 
das determinações da própria Lei e da legislação dos sistemas de ensino.
Considera-se que uma gestão democrática, no âmbito da escola, deve prever a elaboração 
de um Projeto Político Pedagógico – PPP que envolva os diferentes atores da comunidade 
escolar, devendo ser uma referência norteadora da ação educativa da escola.
Dessa forma, é correto afirmar que o PPP:
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O Projeto Político Pedagógico
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a) Deve considerar a função social da educação e da escola e os anseios da comunidade 
escolar;
b) Delega para os pais e outros funcionários da escola a função do professor de definir a 
prática pedagógica;
c) É um conjunto de planos e sugestões de membros da unidade escolar, que devem ser 
aceitos e incorporados, contemplando a perspectiva da gestão democrática;
d) Poderá ser construído pela direção da escola e o coordenador pedagógico, sem necessidade 
de participação dos demais atores da comunidade escolar, já que pode ser atualizado a 
qualquer momento;
e) Se constitui em um instrumento de controle das práticas pedagógicas, voltado para 
o cumprimento de normas técnicas, de aplicação de estatísticas e do alcance das metas 
definidas para a qualidade da educação.
030. 030. (FGV/SECRETARIA MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL E DIREITOS HUMANOS RJ/2018) 
Com o decorrer dos anos, a educação tem assumido múltiplas e complexas tendências 
educacionais como correntes teóricas e alternativas metodológicas.
Dentro da perspectiva de uma educação para a cidadania, tem representado um desafio 
para todos os educadores da escola o(a):
a) Planejamento mensal da escola;
b) Projeto Político Pedagógico;
c) Censo escolar;
d) Projeto interescolar;
e) Filosofia da escola.
031. 031. (CENTRO DE INSTRUÇÃO E ADAPTAÇÃO DA AERONÁUTICA/DAS CIAAR/2018) Associe 
as duas colunas relacionando as partes do Projeto Político Pedagógico às perguntas que 
orientam o processo de seu planejamento.
Partes do Projeto
(1) Marco Referencial
(2) Diagnóstico
(3) Programação
Perguntas orientadoras
( ) Onde estamos? Para onde queremos ir?
( ) Quais fatores facilitadores e dificultadores para concretizar o desejado?
( ) Que ações concretas, finalidades e linhas de ação devem orientar os trabalhos?
( ) O que nos falta para ser o que desejamos?
( ) O que queremos alcançar?
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O Projeto Político Pedagógico
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A sequência correta dessa associação é
a) (1); (2); (1); (2); (3)
b) (1); (2); (3); (2); (1)
c) (2); (3); (2); (1); (3)
d) (3); (2); (1); (1); (2)
032. 032. (CENTRO DE INSTRUÇÃO E ADAPTAÇÃO DA AERONÁUTICA/DAS CIAAR/2018) Avalie as 
afirmações sobre a concepção democrático-participativa de gestão e organização.
I – Enfatiza que todos dirigem e são dirigidos, todos avaliam e são avaliados numa organização.
II – Baseia-se na relação burocrática e hierárquica entre a direção e a participação do pessoal 
da escola.
III – Defende que as decisões sejam tomadas pela direção, que tem autoridade, e sejam 
obedecidas coletivamente por todos.
IV – Acentua a importância da busca de objetivos comuns serem assumidos por todos 
participantes da equipe.
Está correto apenas o que se afirma em
a) I e II.
b) I e IV.
c) II e III.
d) II e IV.
033. 033. (QUADRIX/PREFEITURA MUNICIPAL DE CRISTALINA GO/2018) Assinale a alternativa 
que apresenta os elementos constitutivos da organização do trabalho pedagógico escolar 
no segundo ciclo.
a) gestão democrática, avaliação formativa e ciclos
b) organização curricular, eixos integradores e letramento
c) avaliação formativa, formação continuada e gestão democrática
d) eixos integradores e letramento
e) formação continuada, eixos integradores, ciclos e letramento
034. 034. (QUADRIX/PREFEITURA MUNICIPAL DE CRISTALINA GO/2018) Considerando que o projeto 
político‐pedagógico seja o principal instrumento organizador do trabalho pedagógico da 
escola, assinale a alternativa que apresenta os atores de sua elaboração.
a) equipe gestora e grêmio estudantil
b) conselho escolar e mestres
c) pais, alunos, funcionários e professores
d) pais e mestres
e) conselho escolar e grêmio estudantil
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O Projeto Político Pedagógico
Gustavo Silva
035. 035. (PREFEITURA MUNICIPAL DE VIDEIRA SC/FEPESE/2018) Identifique abaixo as afirmativas 
verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ).
( ) O projeto pedagógico da escola é capaz de auxiliar a definição de suas metas e 
gerenciamento de suas ações para todo o ano letivo.
( ) O projeto pedagógico é um instrumento teórico-metodológico que visa ajudar a enfrentar 
os desafios do cotidiano da escola, só que de uma forma refletida, consciente, sistematizada, 
orgânica e, o que é essencial, participativa.
( ) As ações previstas no projeto pedagógico devem ser fundamentadas na meritocracia 
escolar.
( ) O projeto pedagógico é uma metodologia de trabalho que possibilita atribuir novos 
significados à ação de todos os envolvidos no processo educacional.
( ) O projeto torna-se pedagógico quando compreende as concepções de educação e de 
mundo que a escola vai elaborar, sistematizar e socializar. Constitui a identidade da escola.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
a) F • V • V • F • F
b) F • V • V • V • V
c) V • F • F • V • V
d) V • V • F • V • V
e) V • V • V • V • F
036. 036. (PREFEITURA MUNICIPAL DE MILTON BRANDÃO/PI/INSTITUTO MACHADO DE ASSIS/2018) 
São princípios norteadores do Projeto Político Pedagógico contemplados na LDB n. 9394/1996, 
no seu Art. 3º, EXCETO:
a) Gestão democrática do ensino público
b) Valorização do profissional da educação escolar.
c) Valorização da experiência extracurricular
d) Democratização do ensino privado
037. 037. (PREFEITURA MUNICIPAL DE SANTA CRUZ/PB/CONPASS/2018) A professora Gorete, 
aplicando os conhecimentos da Psicologia cognitivista cria situações didáticas com os 
docentes que permitem ao aluno determinar o seu próprio tempo de aprendizagem. 
Compreendendo ser no cotidiano escolar que estas condições se revelam, uma tarefa 
igual não é cumprida por todos ao mesmo tempo, tem sido um dos nortes para que todos 
evoluam. Desta forma ao desenvolver um projeto a professora deve:
a) considerar que o planejamento é flexível, pois este pode ou não acabar dentro do tempo 
esperado
b) avaliar apenas os objetivos esperados e não as aprendizagens individuais e rumos tomados 
pelo grupo de alunos
c) desconsiderar o plano de aula elaborado com base nos conhecimentos prévios dos alunosO conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para JESUS SOMBRA SANTIAGO - 89483340349, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título,
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O Projeto Político Pedagógico
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d) ter a sabedoria de atribuir uma nota que permita sempre a aprovação automática
e) ter a clareza que a ausência na prova merece um conceito semelhante a zero, a não ser 
que antes o estudante lhe apresente um atestado médico
038. 038. (PREFEITURA MUNICIPAL DE GUABIRUBA SC/FURB/2018) O Projeto Político-Pedagógico - 
PPP é instância de construção coletiva que respeita os sujeitos das aprendizagens, entendidos 
como cidadãos com direitos à proteção e à participação social. Considerando a Resolução 
CNE/CEB n. 4, de 13 de julho de 2010, assinale a alternativa que indica corretamente o 
aspecto que o PPP deve contemplar:
a) Definição de programa exclusivos de formação continuada dos profissionais da educação 
não regentes.
b) A concepção sobre educação, conhecimento, avaliação da aprendizagem e mobilidade 
escolar.
c) Os fundamentos da gestão democrática, compartilhada e participativa dos órgãos 
colegiados docentes e administrativos, excluídos os de representação estudantil.
d) A ampliação do espaço físico da instituição escolar de modo a poder aplicar as normas 
de acessibilidade.
e) As ações de contratação de serviços especializados de avaliação interna e externa.
039. 039. (UNIVERSIDADE ESTADUAL DE FEIRA DE SANTANA BA/INSTITUTO AOCP/2018) Referente 
ao Projeto Político Pedagógico, é correto afirmar que
a) é apenas um produto da intencionalidade de um grupo.
b) é um documento que, burocraticamente, serve para o funcionamento administrativo 
da escola.
c) sua elaboração envolve uma ação coletiva que engloba gestores, coordenadores, professores, 
funcionários, alunos, pais e familiares, além de representantes da comunidade vinculada 
ao processo educativo da escola.
d) é um documento que independe das metas e estratégias do Plano de Educação do 
município, estado ou país.
e) é independente do Regimento Escolar.
040. 040. (FUNDEP/PREFEITURA MUNICIPAL DE LAGOA SANTA MG/2018) A Lei n. 3.163, de 07 
de julho de 2011, dispõe sobre a inclusão de medidas de conscientização, prevenção e 
combate ao bullying escolar no projeto político pedagógico (PPP) elaborado pelas escolas 
públicas do município de Lagoa Santa. De acordo com essa Lei, analise as afirmativas a 
seguir, assinalando com V as verdadeiras e com F as falsas.
( ) Instigar atos violentos utilizando-se de meios tecnológicos é um exemplo de bullying.
( ) As escolas particulares da educação básica do município de Lagoa Santa deverão incluir 
em seu PPP medidas de conscientização, prevenção e combate ao bullying escolar.
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O Projeto Político Pedagógico
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( ) Entre os objetivos a serem atingidos com a criação da Lei n. 3.163 está o de capacitar 
docentes e equipe pedagógica para a implementação das ações de discussão, prevenção, 
orientaçãoa participação dos sujeitos 
escolares na elaboração/implementação do PPP e na atuação dos órgãos colegiados requer, 
portanto, mudança de mentalidade. Implica a mudança no uso de tempos e espaços escolares, 
na organização do trabalho pedagógico e nas formas de comunicação e interação.
É notório a importância do projeto político pedagógico, quando o processo de elaboração 
e implementação se pauta pelo princípio democrático da participação e, portanto, como um 
dos elementos do exercício da gestão escolar democrática. O projeto político pedagógico 
é o principal instrumento para a construção de uma unidade de ação entre os agentes 
educativos.
A gestão democrática na escola tem o objetivo de envolver toda a comunidade escolar 
através da participação efetiva na construção do Projeto Político Pedagógico e em todas 
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O Projeto Político Pedagógico
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as decisões que imergirem desta gestão. A gestão democrática da escola só tem êxito 
se a comunidade participar de forma efetiva e ativamente direta, ou através dos órgãos 
colegiados da escola como o Conselho Escolar e o Grêmio Estudantil.
Segundo o Art. 14, da lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional n. 9394/1996, 
os sistemas de ensino definirão as normas de gestão democrática do ensino público na 
educação básica, de acordo com suas peculiaridades e conforme os seguintes princípios:
I – participação dos profissionais da educação na elaboração do projeto pedagógico da escola;
II – participação das comunidades escolar e local em conselhos escolares ou equivalentes.
Art. 15. Os sistemas de ensino assegurarão às unidades escolares públicas de educação básica 
que os integram progressivos graus de autonomia pedagógica e administrativa e de gestão 
financeira, observadas as normas gerais de direito financeiro público.
A gestão democrática voltada para um processo de decisão baseado na participação e 
na deliberação pública, expressa um anseio de crescimento dos indivíduos como cidadãos 
e do crescimento da sociedade enquanto sociedade democrática.
A gestão democrática permite o controle da sociedade civil sobre a educação e a escola 
pública, introduzindo a eleição de dirigentes escolares e os conselhos escolares, garante 
a liberdade de expressão, de pensamento, de criação e de organização coletiva da escola, 
e facilita a luta por condições materiais para aquisição e manutenção dos equipamentos 
escolares (material didático, de pesquisa e leitura, de informatização).
Assim, para que os fundamentos do novo paradigma constitucional, que preconiza uma 
educação democrática, emancipadora, cidadã, possam desfazer os do antigo paradigma 
patrimonialista, é necessário que a comunidade escolar e local adote a estratégia de participar 
efetivamente nos conselhos, com autonomia para exercer seu poder cidadão na gestão 
das instituições públicas de educação, tendo como pressuposto que essas instituições 
pertencem à cidadania.
A organização do trabalho pedagógico na escola pública não é uma tarefa fácil, requer 
uma formação de boa qualidade além de exigir do gestor um trabalho coletivo que busque 
a autonomia e a participação na construção do projeto político-pedagógico.
Numa gestão democrática, o gestor precisará saber como trabalhar os conflitos e 
desencontros, deverá ter competência para buscar novas alternativas e que as mesmas 
atendam aos interesses da comunidade escolar, deverá também, compreender que a 
qualidade da escola dependerá da participação ativa de todos os envolvidos no processo, 
respeitando individualidade de cada um e buscando nos conhecimentos individuais novas 
ideias para enriquecer o trabalho coletivo.
A escola emerge como uma instituição fundamental para a constituição do indivíduo e 
para ele próprio, da mesma forma como emerge para a evolução da sociedade e da própria 
humanidade. A escola como instituição social possui objetivos e metas, empregando e 
reelaborando os conhecimentos socialmente produzidos.O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para JESUS SOMBRA SANTIAGO - 89483340349, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título,
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O Projeto Político Pedagógico
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No mundo atual, a escola, preocupada com o papel social, tem que se preocupar com 
a formação do indivíduo enquanto cidadão e repensar a forma de ensinar os seus alunos. 
Deve mostrar caminhos, bem como mostrar como procurar tais caminhos. A escola deve 
intermediar no processo de ensino-aprendizagem, deve dar suporte ao aluno para que 
construa suas próprias teias do conhecimento.
Deve despertar no aluno também a criatividade, a motivação pelo estudo, pelo que ele 
representa na sociedade e que o estudo é umas das formas de reverter às desigualdades sociais.
O Projeto Político Pedagógico se constitui um projeto democrático que contempla as 
condições à realidade em que a escola está inserida, tem que se configurar como um projeto 
de solidariedade, onde a escola seja necessária socialmente, privilegiando o saber, o pensar, 
o ser humano num todo. O PPP é um projeto democrático porque todos os funcionários são 
chamados a participar de sua elaboração, execução e acompanhamento.
O Projeto Político Pedagógico é o espelho da participação coletiva na construção dos 
desejos maiores do grupo social. Ele é construído mediante uma conversa política entre 
cidadão participante de uma mesma relação social, com o objetivo comum convergente e, 
sobretudo, pela valorização do trabalho e da ação comunitária.
O Projeto Político Pedagógico define uma posição da escola no que se refere à melhoria 
do processo ensino versus aprendizagem. Ao conter o seu currículo básico e pleno, suas 
estratégias de ensino para todas as disciplinas ou conjunto de disciplinas, seus recursos 
didáticos a serem utilizados, seus planos de avaliação, sua visão de mundo e de sociedade, 
afirma-se conteúdo de cidadania e pluralidade cultural, é um documento que abrange as 
diferentes perspectivas da escola e é através dele que se dá a organização do trabalho 
pedagógico escolar como um todo.
Alguns professores, embora tenham participado da reelaboração do projeto, acham que 
não seria necessária a participação de todos eles, pois acreditam uma representação seria 
suficiente. Os mesmos não veem a diversidade como ponto chave para uma boa reelaboração 
deste documento norteador, pois acreditam que todos os alunos de seis anos de idade são 
basicamente iguais e podem aprender o currículo da mesma forma.
A escola é responsável pela promoção do desenvolvimento do discente, de acordo 
com a visão de sociedade que apresenta. Cabe-lhe, também, a incumbência de definir 
as mudanças que julga necessário fazer nessa sociedade, por meio das mãos do cidadão 
que irá formar. Para superar o desafio de elaborar o PPP, deve-se considerá-lo como um 
instrumento que se constrói constantemente e se orienta com intencionalidade explícita, 
porque é prática educativa.
Construí-lo significa ver e assumir a educação como processo de ensino-aprendizagem, 
inserida no mundo real que comporta ideais, valores, crenças, princípios e não apenas 
conhecimento sistematizado.
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Assinale a sequência correta.
a) V F V
b) V V F
c) F V F
d) F F V
041. 041. (PREFEITURA MUNICIPAL DE CORUMBÁ MS/FUNDATEC/2018) Tanto a elaboração do 
Projeto Político-Pedagógico quanto o Regimento Escolar, ambos são de competência:
a) Da União.
b) Do Estado.
c) Do Município.
d) Da Secretaria de Educação.
e) Da Escola.
042. 042. (VUNESP/PREFEITURA MUNICIPAL DE GUARARAPES SP/2018) Segundo Veiga (1996), 
“O projeto político-pedagógico, ao se construir em processo democrático de decisões, 
preocupa-se em instaurar uma forma de organização do trabalho pedagógico que supere os 
conflitos, buscando eliminar as relações competitivas, corporativas e autoritárias, rompendo 
com a rotina do mando impessoal e racionalizado da burocracia que permeia as relações no 
interior da escola, diminuindo os efeitos fragmentários da divisão do trabalho que reforça as 
diferenças e hierarquiza os poderes de decisão. Desse modo, o projeto político-pedagógico 
tem a ver com a organização do trabalho pedagógico em dois níveis: com a organização 
da ________________ como um todo e com a organização da _____________, incluindo sua 
relação com o contexto social imediato, procurando preservar a visão de totalidade”.
Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas do texto
a) escola …… sala de aula
b) escola ….... reunião pedagógica
c) coordenação pedagógica…. escola
d) reunião pedagógica ….. sala de aula
e) sala de aula ….. coordenação pedagógica
043. 043. (VUNESP/PREFEITURA MUNICIPAL DE GUARARAPES SP/2018) Conforme Libâneo (2004), 
o projeto pedagógico, numa perspectiva progressista, é o meio pelo qual os agentes diretos 
da escola tornam-se sujeitos históricos, capazes de intervir consciente e coletivamente nos 
objetivos e práticas de sua escola, na produção social do futuro (da escola, da comunidade, 
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O Projeto Político Pedagógico
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da sociedade). Analisando a construção do projeto político-pedagógico, Veiga, in Veiga (org. 
1995), afirma: para que ela “seja possível, é necessário
a) fundamentar esse projeto a partir de uma teoria tecnicista, a qual permita à equipe 
escolar, em especial aos docentes, desenvolver um ensino de qualidade a todos os alunos.”
b) propiciar aos professores, à equipe escolar e aos funcionários situações que lhes permitam 
aprender a pensar e a realizar o fazer pedagógico de forma coerente.”
c) atribuir maior poder ao diretor e à coordenação pedagógica para que os agentes escolares 
se constituam sujeitos históricos no processo educativo.”
d) mobilizar a equipe pedagógica e administrativa, fazendo-a trabalhar mais para assegurar 
melhor realização dos objetivos e práticas da escola.”
e) priorizar a organização do trabalho administrativo e gerencial, deixando para segundo 
plano as intervenções quanto ao trabalho pedagógico.”
044. 044. (VUNESP/PREFEITURA MUNICIPAL DE GUARARAPES SP/2018) A escola que é autora 
de seu próprio projeto educacional caminha com clareza em direção aos objetivos que 
possui e, dessa forma, contribui para a formação do cidadão. Em uma gestão democrática, 
a elaboração do referido projeto envolve todos os participantes da escola e um de seus 
pontos mais fortes é o diálogo. Entendendo o planejamento nessa perspectiva, Veiga (1995) 
afirma que “A principal possibilidade de construção do Projeto Político Pedagógico passa 
pela relativa autonomia da escola, de sua capacidade de delinear sua própria identidade. 
Isto significa resgatar a escola como espaço público, lugar de
a) estabelecimento de critérios para desenvolver laços de amizade.”
b) engajamento da maioria em proposta político-partidária.”
c) submissão de todas as decisões a votação.”
d) debate, do diálogo, fundado na reflexão coletiva.”
e) busca de soluções científicas para o futuro.”
045. 045. (CESPE/CEBRASPE/INSTITUTO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E ARTÍSTICO NACIONAL/2018) 
Acerca da relação entre políticas culturais e educação, julgue o item que se segue.
Em uma política cultural cujas ações estejam articuladas à dimensão educativa, a participação 
dos agentes sociais e culturais deve ocorrer de modo consciente somente na etapa de 
acompanhamento dos resultados.
046. 046. (CESPE/CEBRASPE/INSTITUTO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E ARTÍSTICO NACIONAL/2018) 
Para a elaboração do projeto político pedagógico (PPP) da escola, a equipe gestora convocou os 
professores, pais de alunos, representantes dos estudantes e representantes de organizações 
não governamentais da cidade. Em uma das reuniões de planejamento, com a participação 
de todos os convocados, foram pautadas as diferenças sociais e culturais dos estudantes 
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que frequentavam a escola, bem como debatidas ações apropriadas para o tratamento de 
tais diferenças no cotidiano escolar.
Com relação a essa situação hipotética, julgue o próximo item
A proposta de ações para tratar das diferenças existentes entre os estudantes se configura 
como construção do currículo oculto da escola.
047. 047. (INSTITUTO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E ARTÍSTICO/CESPE/CEBRASPE//2018) Para 
a elaboração do projeto político pedagógico (PPP) da escola, a equipe gestora convocou os 
professores, pais de alunos, representantes dos estudantes e representantes de organizações 
não governamentais da cidade. Em uma das reuniões de planejamento, com a participação 
de todos os convocados, foram pautadas as diferenças sociais e culturais dos estudantes 
que frequentavam a escola, bem como debatidas ações apropriadas para o tratamento de 
tais diferenças no cotidiano escolar.
Com relação a essa situação hipotética, julgue o próximo item
A metodologia de construção do PPP adotada pela instituição na situação hipotética em 
questão tem como princípio a gestão democrática.
048. 048. (PREFEITURA MUNICIPAL DE CAXIAS MA/INSTITUTO MACHADO DE ASSIS/2018) É 
importante garantir que o Projeto Político Pedagógico:
a) Tenha objetivos pontuais
b) Estabeleça metas temporárias para médio e longo prazos.
c) Seja pautado em estratégias que deem voz a todos os atores da comunidade escolar.
d) Preveja aspectos relativos aos valores que se deseja instituir na escola, ao currículo e à 
organização
049. 049. (PREFEITURA MUNICIPAL DE CAXIAS MA/INSTITUTO MACHADO DE ASSIS/2018) O Projeto 
Político Pedagógico deve ser elaborado por:
a) Apenas professores
b) Apenas funcionários
c) Apenas pais.
d) Funcionários, pais, professores e alunos.
050. 050. (PREFEITURA MUNICIPAL DE CAXIAS MA/INSTITUTO MACHADO DE ASSIS/2018) Assinale 
a alternativa INCORRETA em relação ao Projeto Político Pedagógico.
a) O Projeto Político Pedagógico deve ser compreendido como instrumento e processo de 
organização das escolas, tendo em conta as características do instituído e do instituinte.
b) O Projeto Político Pedagógico é uma metodologia de trabalho que possibilita ressignificar 
a ação de todos os agentes da instituição.
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c) O projeto político pedagógico é um conjunto de normas estabelecidas como uma ferramenta 
gerencial exclusivamente de dimensão pedagógica.
d) O projeto político pedagógico deve se constituir na referência norteadora de todos os 
âmbitos da ação educativa da escola.
051. 051. (PREFEITURA MUNICIPAL DE VEREDINHA MG/COTEC/2019) A ação docente encontra 
grandes desafios em relação ao processo ensino e aprendizagem e à construção de uma escola 
comprometida com a transformação social. Analise as proposições a seguir, considerando a 
forma como se caracterizam as tarefas de uma escola pública, democrática e de qualidade, 
segundo Libâneo (1994).
I – Proporcionar às crianças e aos jovens a escolarização básica e gratuita, assegurando 
a todos as condições de assimilação dos conhecimentos sistematizados e a cada um o 
desenvolvimento de suas capacidades físicas e intelectuais.
II – Entender que o processo de assimilação de conhecimentos é resultado da reflexão 
proporcionada pela percepção prático-sensorial e pelas ações mentais que caracterizam 
o pensamento.
III – Assegurar o desenvolvimento das capacidades e habilidades intelectuais sobre a base dos 
conhecimentos científicos, de forma que estimulem o pensamento crítico e independente, 
permitam o domínio de métodos e técnicas do trabalho intelectual, bem como a aplicação 
prática dos conhecimentos na vida escolar e na prática social.
IV – Assegurar uma organização interna da escola em que os processos de gestão e 
administração e os de participação democrática de todos os elementos envolvidos na vida 
escolar estejam voltados para o atendimento da função básica da escola, o processo de 
ensino e aprendizagem.
Assinale a alternativa CORRETA.
a) Apenas I, III e IV estão corretas.
b) Apenas III e IV estão corretas.
c) Apenas II e III estão corretas.
d) I, II, III e IV estão corretas.
052. 052. (PREFEITURA MUNICIPAL DE SANTA ROSA RS/FUNDATEC/2019) Alguns teóricos e 
práticos da educação infantil escreveram sobre a organização do ambiente escolar. Sobre 
isso, analise as seguintes assertivas:
I – Jean Piaget considerava o ambiente importante quando este proporcionava oportunidades 
de as crianças interagirem com os objetos e com os outros.
II – Na Reggio Emilia, os ateliês funcionam como uma combinação entre oficina e estúdio 
de arte.
III – Emmi Pikler considerava o ambiente escolar um fator secundário, pois o que importava 
era como as crianças eram cuidadas.O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para JESUS SOMBRA SANTIAGO - 89483340349, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título,
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Quais estão corretas?
a) Apenas I.
b) Apenas I e II.
c) Apenas I e III.
d) Apenas II e III.
e) I, II e III.
053. 053. (FUNDATEC/PREFEITURA MUNICIPAL DE NOVO HORIZONTE/SP/2019) Segundo 
Fraboni, a etapa histórica que estamos vivendo, fortemente marcada pela transformação 
tecnológico-científica e pela mudança ético-social, cumpre todos os requisitos para tornar 
efetiva a conquista do salto na educação da criança, legitimando-a como sujeito social e 
transformando-a em:
a) Educando.
b) Figura social.
c) Ser emocional.
d) Ser cognitivo.
e) Criança.
054. 054. (PREFEITURA MUNICIPAL DE SANTA CECÍLIA DO SUL RS/FUNDATEC/2019) Nessa técnica 
obtém-se uma produção gráfica e verbal, permitindo uma análise do conteúdo latente e 
manifesto da relação do sujeito com a aprendizagem e com quem a propicia. Para a aplicação, 
entrega-se uma folha em branco, um lápis preto e uma borracha e solicita-se que o sujeito 
desenhe duas pessoas: uma que está ensinando e outra que está aprendendo. Depois o 
sujeito deve falar sobre o que desenhou. A essa técnica dá-se o nome de:
a) Anamnese.
b) Pareja educativa.
c) Hora do jogo.
d) Técnica do “eu” ideal e real.
e) Coleção papel de carta.
055. 055. (PREFEITURA MUNICIPAL DE NOVO HORIZONTE/SP/FUNDATEC/2019) Na sociedade 
da informação, a escola deve servir de bússola para navegar nesse mar do conhecimento, 
superando a visão utilitarista de só oferecer informações “úteis” para a competitividade, 
para obter resultados. Assim, o educador deve oferecer uma formação geral, em direção à:
a) Mediação escolar.
b) Orientação de estudos.
c) Pesquisa.
d) Educação integral.
e) Competição.
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056. 056. INSTITUTO ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE E RECURSOS HÍDRICOS DO ESTADO DO ESPÍRITO 
SANTO/CEBRASPE/2010) Considerando que o planejamento é uma etapa importante em 
qualquer processo administrativo, julgue o item subsequente.
Toda instituição de ensino necessita de um projeto pedagógico, que é um instrumento 
formal, mas não interfere nem reproduz as políticas educacionais dessa instituição.
057. 057. (FUNDATEC/PREFEITURA MUNICIPAL DE NOVO HORIZONTE/SP/2019) Conforme 
Cortelazzo (2006), os professores devem trabalhar com seus alunos não só para ajudá-los 
a desenvolver habilidades, procedimentos, estratégias para coletar e selecionar informações, 
mas, sobretudo, para ajudá-los a desenvolver conceitos. Esses conceitos serão a base 
para que haja:
a) Promoção de habilidades sociais.
b) Treinamento cognitivo.
c) Construção do seu conhecimento.
d) Treino emocional.
e) Construção curricular.
058. 058. (PREFEITURA MUNICIPAL DE RONDA ALTA RS/FUNDATEC/2019) Assinale V, se verdadeiro, 
ou F, se falso, aos benefícios da inversão, segundo Bergmann:
( ) Ajuda os estudantes que enfrentam dificuldades.
( ) Ajuda alunos com diferentes habilidades a se superarem.
( ) Cria condições para que os alunos pausem e rebobinem o professor.
( ) Diminui a interação professor-aluno.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
a) V – F – V – F.
b) V – V – V – F
c) F – V – F – V.
d) F – F – F – V.
e) V – V – V – V.
059. 059. (PREFEITURA MUNICIPAL DE RONDA ALTA RS/FUNDATEC/2019) O docente assume um 
papel ativo na formação de seus alunos, auxiliando e incitando a reconstrução dos esquemas 
de pensamento, sentimento e comportamento de cada indivíduo. Essa concepção inclui:
a) A manipulação do pensamento estudantil.
b) O despertar da ativa participação intelectual do próprio educando.
c) O treino das habilidades sociais.
d) A quebra de paradigmas culturais.
e) O conceito de educação integral.
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060. 060. (IDHTEC/PREFEITURA MUNICIPAL DE MACAPARANA PE/2019) A proposta pedagógica de 
uma escola pública de ensino fundamental adota como metodologia de ensino a participação 
ativa do estudante de forma problematizadora, interativa e dialógica. Um exemplo dessa 
prática está em:
I – Rodas de discussão de temática como discriminação, a partir de uma situação-problema 
apresentada.
II – Construção das normas de disciplina por professor e estudantes.
III – Leitura das etapas do projeto cultural que será desenvolvido pelos alunos e que foi 
pensado e elaborado pelo professor.
IV – Articular a vivência de datas comemorativascom conteúdos de Direitos Humanos de 
forma transversal.
Estão corretas:
a) I e II
b) I, II, IV
c) II e IV
d) II e III
e) Todas
061. 061. (SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO E ESPORTE DO ACRE/IBADE/2019) As regras 
do contrato didático são:
a) contrassensoais
b) explícitas e implícitas.
c) indevidas e intransigentes.
d) apenas implícitas.
e) apenas explícitas
062. 062. (IBADE/SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO E ESPORTE DO ACRE/2019) Atividades 
desenvolvidas através de agrupamentos produtivos provocam no aluno uma postura:
a) imperativa
b) ativa
c) introspectiva
d) passiva
e) reativa
063. 063. (VUNESP/PREFEITURA MUNICIPAL DA ESTÂNCIA TURÍSTICA DE OLÍMPIA (SP/2019) Levar 
o aluno a aprender a aprender é uma bandeira que ressurge nos dias atuais, afirma Weisz. 
Para isso, de acordo com a autora, é preciso considerar que
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a) a escola precisa sistematicamente trabalhar o aluno para que ele adquira essa condição, 
que está diretamente relacionada ao domínio de conhecimentos tradicionais, que elevam 
culturalmente o aluno.
b) todo sujeito, egresso de um sistema educacional, domina os conhecimentos necessários 
para construir estratégias a partir do que sabe, para alcançar novos conhecimentos.
c) na verdade, a escola tem um papel social definido, deve ensinar os conteúdos planejados 
e não haveria tempo ou condição para se dedicar a mais essa tarefa.
d) o aluno precisa dominar conhecimentos de diferentes naturezas, e desenvolver a capacidade 
de estabelecer relações inteligentes entre os dados, as informações e os conhecimentos 
já construídos.
e) o aluno precisa ser atendido por profissionais que conheçam e desenvolvam essa técnica 
na escola, devidamente articulada com o projeto político-pedagógico, ao longo de todo o 
percurso escolar.
064. 064. (PREFEITURA MUNICIPAL DA ESTÂNCIA TURÍSTICA DE OLÍMPIA SP/VUNESP/2019) Antunes 
(2006), em seus estudos sobre as inteligências múltiplas, afirma que os dois hemisférios 
do cérebro se especializam de maneira desigual e para cada tipo de inteligência ao longo 
do desenvolvimento humano. Constatando esse fato, neurobiólogos criaram um mapa que 
chamaram janelas de oportunidades, indicando os períodos em que a criança está mais 
aberta para o desenvolvimento de cada uma das inteligências. De acordo com o autor, o 
período do nascimento aos 10 anos é propício ao desenvolvimento da inteligência linguística 
ou verbal, que deve ser estimulado, proporcionando à criança
a) atividades físicas e jogos operatórios que explorem noções de lateralidade e de posição, 
natação, judô, bem como alfabetização cartográfica.
b) canto e brincadeiras de aprender a ouvir sons naturais, sons da natureza e sons das 
palavras, e criar o hábito de ouvir música, quando a criança estiver brincando ou comendo.
c) contato com muitas palavras novas, participar de conversas estimulantes, construir, 
com palavras, imagens sobre a composição de objetos e aprender uma língua estrangeira.
d) atividades que estimulem o desenho e envolvam a descoberta de escalas presentes em 
todas as fotos e nos desenhos mostrados.
e) estímulo à percepção da temperatura e do movimento do ar e da água, bem como o 
brincar de descobrir a chuva, o mar e o vento.
065. 065. (FUNDATEC/PREFEITURA MUNICIPAL DE ÁGUA SANTA RS/2019) O erro e o fracasso 
escolar geralmente são ligados à reprovação do aluno, mas o erro faz parte do aprendizado 
e possibilita uma melhor oportunidade de crescimento diante das situações no cotidiano 
escolar. É ideal que o professor não tenha a visão do erro como indício do fracasso, mas, sim, 
uma postura comprometida com a concepção do erro construtivo, o que significa encarar 
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o conhecimento produzido pelo educando em processo de construção. Nesse sentido, faz 
parte da tarefa docente não apenas ensinar conteúdos, mas:
I – Ensinar a refletir.
II – Compreender a realidade.
III – Participar das suas mudanças.
Quais estão corretas?
a) Apenas I.
b) Apenas II.
c) Apenas III.
d) Apenas I e II.
e) I, II e III.
066. 066. (FUNDATEC/PREFEITURA MUNICIPAL DE ÁGUA SANTA RS/2019) “A caracterização da 
didática como mediação do processo de ensino-aprendizagem não abandona a clássica 
metáfora do triângulo didático, mas o amplia” (LIBÂNEO, 2012). Assim, os três componentes 
do ato didático são:
a) O professor, o aluno e a matéria.
b) O planejamento, a aula e a avaliação.
c) Os objetivos, a metodologia e a avaliação.
d) O ensino, a aprendizagem e os conteúdos.
e) Os conteúdos, os recursos e a metodologia.
067. 067. (FAUEL/PREFEITURA MUNICIPAL DE HONÓRIO SERPA/PR/2019) Todas as características 
abaixo podem ser atribuídas à abordagem comunicativa, EXCETO:
a) Ênfase no papel do professor como único transmissor do conhecimento.
b) Introdução de textos autênticos na situação de aprendizagem.
c) Intensificação das experiências pessoais do aluno como elementos importantes na 
contribuição para a aprendizagem em sala de aula.
d) O ato de vincular a aprendizagem de línguas na sala de aula com a ativação da linguagem 
fora da sala de aula.
068. 068. (CESPE/CEBRASPE/PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO CRISTÓVÃO SE/2019) A respeito do 
planejamento e da execução de aulas de educação física na educação básica, bem como de 
práticas pedagógicas adequadas ao ensino fundamental, julgue o item subsecutivo
Os professores possuem autonomia para realizar suas práticas pedagógicas, exercendo 
sua autoridade docente.
069. 069. (CESPE/CEBRASPE/PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO CRISTÓVÃO SE/2019) A sala de 
aula é o lugar em que há uma reunião de seres pensantes que compartilham ideias, trocam 
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experiências, contam histórias, enfrentam desafios, rompem com o velho, buscam o 
novo, enfim... há pessoas que trazem e carregam consigo saberes cotidianos que foram 
internalizados durante sua trajetória de vida, saberes esses que precisam ser rompidos para 
dar lugar a novos saberes. O aluno precisa se apropriar das informações que circulam nos 
meios sociais e culturais para transformá-las em conhecimento. Não podemos perder de 
vista que essas informações devem fazer sentido para a vida desse sujeito, para que ele possa 
ser articulado com suas ações, seus objetivos e seus sonhos e outras aspirações que tenha
Considerando o fragmento de texto precedente, julgue o próximo item, a respeito dos 
modos de aprender em contextos educacionais e da organização do processo didático.
A utilização das metodologias de ensino e aprendizagem problematizadora, colaborativa 
e argumentativa favorece que os estudantes se apropriem das informações que circulam 
nos meios sociais e culturais e as transformem em conhecimentos que façam sentido em 
suas vidas.
070. 070. (CESPE/CEBRASPE/PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO CRISTÓVÃO/SE/2019) A sala de 
aula é o lugar em que há umareunião de seres pensantes que compartilham ideias, trocam 
experiências, contam histórias, enfrentam desafios, rompem com o velho, buscam o 
novo, enfim... há pessoas que trazem e carregam consigo saberes cotidianos que foram 
internalizados durante sua trajetória de vida, saberes esses que precisam ser rompidos 
para dar lugar a novos saberes. O aluno precisa se apropriar das informações que circulam 
nos meios sociais e culturais para transformá-las em conhecimento. Não podemos perder 
de vista que essas informações devem fazer sentido para a vida desse sujeito, para que 
ele possa ser articulado com suas ações, seus objetivos e seus sonhos e outras aspirações 
que tenha.
Considerando o fragmento de texto precedente, julgue o próximo item, a respeito dos 
modos de aprender em contextos educacionais e da organização do processo didático.
Infere-se do texto uma visão de sala de aula como espaço restrito à mediação do professor, 
cuja tarefa é optar por abordagens metodológicas para a transmissão de conhecimentos.
071. 071. (PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO CRISTÓVÃO/SE/CESPE/CEBRASPE/2019) Depois de 
perceber o grande interesse de uma turma de 1º ano do ensino fundamental nas atividades 
com a massa de modelar, um professor propôs em sala de aula a confecção de massa de 
modelar caseira. Inicialmente, os estudantes foram levados a registrar, com a ajuda do 
professor, as respostas para as seguintes perguntas: “O que já sabemos sobre a massa de 
modelar?”; “Como podemos utilizá-la no dia a dia?”; “Como podemos descobrir o modo 
de preparar a massa de modelar?”. Para esta última pergunta, a resposta mais rápida que 
surgiu foi “Podemos pesquisar na Internet”. Tendo em vista essa resposta, o professor 
disponibilizou tablets para os estudantes, que, em grupos, deveriam registrar em um 
texto o passo a passo para a confecção da massa de modelar. Em momento posterior, a O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para JESUS SOMBRA SANTIAGO - 89483340349, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título,
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turma elaborou coletivamente um texto informativo sobre a massa de modelar e o modo 
de preparo dela. O texto produzido foi utilizado pelo professor para trabalhar questões 
gramaticais e conteúdos de matemática.
Considerando essa situação hipotética, julgue o item subsequente.
A metodologia de desenvolvimento da atividade realizada pelos estudantes na situação 
apresentada está em consonância com a corrente pedagógica chamada de tecnicismo, 
porque permitiu a reprodução fiel de conteúdos encontrados na Internet, auxiliando a sua 
assimilação e repetição
072. 072. (PREFEITURA MUNICIPAL DE HONÓRIO SERPA/PR/FAUEL/2019) A palavra Didática tem 
seu significado no verbo grego: a arte de transmitir conhecimentos. No século XVII, devido 
ao grande empreendimento dos intelectuais europeus para uma explicação científica e 
racional do mundo, e a necessidade de partir do olhar sistemático sobre uma ampla reforma 
do conhecimento humano e dos métodos de ensino, o sentido de arte se aproxima a uma 
técnica de ensinar. Sendo assim, a Didática passa a ser um método de ensino centrado na 
razão, na busca de princípios gerais, na observação da natureza, das semelhanças e diferenças 
entre os fenômenos. Logo, diferentes tendências pedagógicas foram sendo propostas. 
Dentre as diferentes tendências, a classificação de Libâneo (1986) sustenta o pressuposto 
da Pedagogia Liberal (Tendência Tradicional, Tendência Renovadora Progressista, Tendência 
Renovadora não-diretiva Tendência Pedagogia Tecnicista). Logo, a Tendência Tradicional 
assume qual pressuposto?
a) Inclui várias correntes que assumem como eixo central a valorização da educação, enquanto 
espaço de fomento no indivíduo das condições para a resolução por si própria dos seus 
problemas do cotidiano, não se limitando a uma postura simplesmente contemplativa.
b) Assume como princípio norteador a valorização do indivíduo enquanto um ser livre, ativo 
e social. O centro da atividade escolar não pode ser caracterizado enquanto ensino no 
professor, ou mesmo nos conteúdos disciplinares. O centro da atividade escolar se revela 
enquanto um espaço onde o discente e docente tem a oportunidade de serem ativos e 
curiosos.
c) Enfatiza a rigorosa programação dos passos para se adquirir o conhecimento, bem 
como austera programação das técnicas e dos procedimentos pedagógicos. Ela privilegia 
o planejamento, a organização, a condução e o controle, intensifica a burocratização e a 
divisão do trabalho que termina submetendo o plano pedagógico ao administrativo.
d) A função social da escola centra-se na transmissão de conhecimentos disciplinares 
visando à formação integral do sujeito e a sua inserção futura na sociedade. Essa formação 
apresenta características bivalentes, pois é um tipo de educação onde a escola é apresentada 
ao povo e à classe dominante.
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073. 073. (IBFC/EMPRESA MUNICIPAL DE DESENVOLVIMENTO DE CAMPINAS S/A/SP/2019) Quanto 
ao processo de ensino e aprendizagem envolvendo a leitura e escrita, analise as afirmativas 
abaixo e dê valores Verdadeiro (V) ou Falso (F).
( ) O professor deve utilizar uma variedade de possibilidades de leitura (livros, revistas, 
quadrinhos, jornais, panfletos etc.) fazendo associações com conhecimentos prévios, 
resumos, figuras de modo a promover o avanço da aprendizagem.
( ) A escrita não se desenvolve paralelamente à leitura, entretanto são raros os casos de 
jovens estudantes que são competentes em escrever, isto é, são capazes de copiar, mas 
não leem o que escrevem.
( ) O professor deve monitorar a criança, incentivando-a a compreender o que lê e a 
desenvolver estratégias para resolver eventuais problemas, como reler trechos difíceis, ler 
uma frase de cada vez e decodificá- la, pensar em exemplos.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.
a) F, V, F
b) V, F, V
c) V, V, F
d) F, F, V
074. 074. (PREFEITURA MUNICIPAL DE PITANGUEIRAS/SP/CONSULPLAN/2019) Segundo 
Vasconcellos (2002), do ponto de vista educacional, o planejamento é um ato político-
pedagógico porque revela intenções e intencionalidade, expõe o que se deseja realizar e o 
que se pretende atingir. Para esse autor, na educação escolar, pode-se realizar planejamentos 
em diferentes níveis de abrangência. Um deles trata-se da proposta geral das experiências 
da aprendizagem da escola, incorporada nos diversos conjuntos de áreas de conhecimentos. 
Acerca dessa informação, podemos inferir que se trata do:
a) Planejamento da escola.
b) Planejamento curricular.
c) Projeto de ensino-aprendizagem.
d) Planejamento do sistema de educação.
075. 075. (IDECAN/INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA PARAÍBA/2019) 
Constitui-se como finalidade geral no trabalho com sequências didáticas no ensino de 
gêneros textuais:
a) Domínio na produção e na recepção dos gêneros de textos, na medida em que eles se 
constituem como instrumentos de adaptação e de participação na vida social/comunicativa.
b) Domínio no planejamento e avaliação dos gêneros de textos, na medida em que eles se 
constituem como instrumentos pedagógicos importantes no fazer pedagógico.
c) Domínio na execução de atividades práticas de textos, na medida em que eles refletem 
a vida social através da manifestação dalinguagem escrita.O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para JESUS SOMBRA SANTIAGO - 89483340349, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título,
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d) Domínio na produção e na recepção de artefatos culturais, na medida em que os textos 
se constituem como instrumentos de manifestações de culturas diversas.
e) Domínio na produção e na recepção de sequências didáticas, na medida em que elas se 
constituem como instrumentos pedagógicos na vida social/comunicativa.
076. 076. (IDECAN/INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA PARAÍBA/2019) 
Em relação às implicações na formação de professores de matemática originária das teorias 
críticas do ensino no tocante à Didática, assinale a alternativa correta.
a) A educação bancária propõe a educação a partir de uma concepção dialógica que reconhece 
e respeita a autonomia do educando.
b) Na didática dialógica, o ato de ensinar passa a ser um fenômeno simples, com maior 
exigência de saberes da prática, diferenciados na formação dos professores.
c) A subjetividade é um elemento estruturador de saberes docentes, pois favorece uma 
relação vertical entre professor e aluno no processo de apropriação do conhecimento.
d) A didática crítica permite ao professor ignorar o saber assistemático dos alunos e 
problematizar os conteúdos científicos, possibilitando-lhes a sua transformação.
e) Mediante o exercício da reflexividade, os sujeitos elaboram projetos e definem estratégias 
com base nas circunstâncias sociais em que estão inseridos e nos recursos a que têm acesso, 
constituindo-se exercício de autoanálise das ações docentes.
077. 077. (IDECAN/INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA PARAÍBA/2019) 
Sobre as concepções e práticas de Estágio Supervisionado como pesquisa e a pesquisa no 
estágio, assinale a alternativa correta.
a) Essa concepção trata a prática como instrumentalização técnica, sendo necessária a 
utilização de técnicas para executar operações de pesquisa e interpretação da realidade.
b) Essa concepção considera a pesquisa como verdade absoluta, em que o professor fica 
restrito ao prático, ao como fazer.
c) Essa concepção retrata a pesquisa como método de formação do futuro professor por 
meio da problematização das situações, visando compreendê-las fora de seu contexto.
d) Essa concepção aborda a pesquisa como fundamental no processo de compreensão da 
realidade com enfoque na ampliação e análise dos contextos como métodos indispensáveis 
a formação do futuro professor.
e) Essa concepção utiliza a prática como imitação de modelos em que o futuro professor 
aprende com a observação, imitação e reelaboração dos modelos existentes.
078. 078. (PREFEITURA MUNICIPAL DE LAJES/RN/FUNCERN/2019) A Didática é o principal ramo 
de estudo da pedagogia. No ambiente escolar é um dos componentes fundamentais cujo 
objeto de estudo é:
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O Projeto Político Pedagógico
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a) O processo de ensino e de aprendizagem.
b) O processo de ensino e o desenvolvimento cognitivo e motor.
c) O processo de aprendizagem baseado em projetos.
d) O processo de construção do conhecimento, para ajudar a superar obstáculos
079. 079. (INSTITUTO FEDERAL GOIANO/CS UFG/2019) A questão das desigualdades perante 
o ensino educacional tem se constituído em um fenômeno central para a compreensão 
da estratificação social e ocupacional nas sociedades capitalistas contemporâneas. Isto 
se explica
a) pela condição de que, por um determinado tempo, as características do ensino educacional 
visavam às desigualdades sociais com o objetivo da construção e manutenção de determinadas 
hierarquias sociais.
b) pela perspectiva de que o ensino escolar tem como função no sistema educacional, antes 
de mais nada, ser seletivo para os indivíduos no contexto de uma cultura em desenvolvimento 
e em uma sociedade emergente.
c) pelo aspecto de que, nos países em desenvolvimento, a estratificação social é fundamental 
para o crescimento e o ensino educacional não é significativo para a socialização e integração 
dos indivíduos.
d) pelo fato de que, durante um certo período, teorias e ideologias atribuíram à educação o 
papel de redentora das disparidades socioeconômicas e culturais presentes nas sociedades 
de classes ocidentais.
080. 080. (INSTITUTO FEDERAL GOIANO/CS UFG/2019) A formação de professores tem se 
constituído, atualmente, um campo de estudo bastante profícuo e de profundas 
transformações. A didática, como uma das áreas da pedagogia, também passa por 
transformações importantes, possibilitando novas configurações de programas. Constituem 
objetos de investigação e estudo da didática
a) as regras, os métodos e as ações válidas para qualquer tempo, contexto e lugar.
b) os fundamentos, as condições e os modos de realizar a educação mediante o ensino.
c) as disciplinas específicas, sua etiologia e seus conteúdos.
d) os fundamentos históricos, sociológicos e políticos da educação como um todo.
081. 081. (INSTITUTO FEDERAL GOIANO/CS UFG/2019) A Escola Nova, de acordo com Gadotti 
(2003), representou um dos movimentos mais vigorosos de renovação da educação depois 
da criação da escola pública burguesa. O educador norte-americano John Dewey, integrante 
do movimento escolanovista, propôs que o ensino deveria, prioritariamente, dar-se pela
a) ação.
b) instrução.
c) repetição.
d) memorização.O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para JESUS SOMBRA SANTIAGO - 89483340349, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título,
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082. 082. (PREFEITURA MUNICIPAL DE SANTA LUZIA/MG/FUNDEP/2019) O trabalho com a memória 
é central para o ensino de História. Nesse sentido, analise as afirmativas a seguir.
I – A memória constitui-se como importante dimensão na construção de identidades 
individuais e coletivas.
II – Trabalhar com a memória exige que o educador opere com a noção de inconsciente 
como linguagem a ser decifrada no exercício do fazer docente.
III – Para explorar a memória no ensino de História é necessário ressaltá-la como construção 
que ocorre na relação passado-presente.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
a) II, apenas.
b) II e III, apenas.
c) I e III, apenas.
d) I, II e III.
083. 083. (PREFEITURA MUNICIPAL DE SALTO DO JACUÍ RS/FUNDATEC/2019) Para que possa 
haver aprendizagem, é preciso um processo de assimilação ativa que, para ser efetivo, 
necessita de atividades práticas em várias modalidades e exercícios, nos quais se pode 
verificar a consolidação e aplicação prática de conhecimentos e habilidades. Outro fator de 
suma importância é a motivação que pode acontecer de duas formas distintas: intrínseca 
e extrínseca. Nesse sentido, relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando as formas com 
os exemplos.
Coluna 1
1. Intrínseca.
2. Extrínseca.
Coluna 2
( ) Satisfação de necessidades orgânicas ou sociais.
( ) A expectativa de benefícios sociais que o estudo pode trazer.
( ) A estimulação da família, do professor ou dos demais colegas.
( ) A aspiração pelo conhecimento.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo,
a) 1 – 2 – 2 – 1.
b) 2 – 1 – 1– 2.
c) 1 – 2 – 1 – 2.
d) 2 – 1 – 2 – 1.
e) 1 – 1 – 2 – 2.
084. 084. (FUNDATEC/PREFEITURA MUNICIPAL DE SALTO DO JACUÍ RS/2019) Sabemos que a criança 
aprende por intermédio da interação com o ambiente. Essa interação se dá, principalmente, 
com o ato de brincar. “Cesto dos Tesouros”, que não por acaso traz este nome, faz jus a ele, O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para JESUS SOMBRA SANTIAGO - 89483340349, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título,
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O Projeto Político Pedagógico
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visto que dentro há mais que objetos, há uma gama infinita de conhecimentos, aprendizados, 
emoções, risos, choros, medos, desafios, curiosidades, imaginação, capacidade de expressão, 
novas habilidades e competências, criatividade, novos pensamentos, fantasias, jogos 
simbólicos, exploração, interação, reações emocionais. O “Brincar Heurístico”, conforme o 
próprio nome sugere, trata-se do brincar baseado
a) na exploração e na curiosidade dos pequenos.
b) no desenvolvimento intelectual da criança.
c) na intenção do adulto diante do desenvolvimento infantil
d) na interação com jogos estruturados previamente.
e) na intencionalidade proposta.
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GABARITOGABARITO
1. 1. c
2. 2. a
3. 3. a
4. 4. e
5. 5. e
6. 6. d
7. 7. c
8. 8. a
9. 9. d
10. 10. d
11. 11. d
12. 12. b
13. 13. c
14. 14. b
15. 15. d
16. 16. d
17. 17. c
18. 18. c
19. 19. a
20. 20. a
21. 21. d
22. 22. c
23. 23. a
24. 24. d
25. 25. b
26. 26. b
27. 27. d
28. 28. e
29. 29. a
30. 30. b
31. 31. b
32. 32. b
33. 33. c
34. 34. c
35. 35. d
36. 36. d
37. 37. a
38. 38. b
39. 39. c
40. 40. a
41. 41. e
42. 42. a
43. 43. b
44. 44. d
45. 45. E
46. 46. E
47. 47. C
48. 48. b
49. 49. d
50. 50. c
51. 51. d
52. 52. b
53. 53. b
54. 54. b
55. 55. d
56. 56. E
57. 57. c
58. 58. b
59. 59. b
60. 60. b
61. 61. b
62. 62. b
63. 63. d
64. 64. c
65. 65. e
66. 66. a
67. 67. a
68. 68. C
69. 69. C
70. 70. E
71. 71. E
72. 72. d
73. 73. b
74. 74. b
75. 75. d
76. 76. e
77. 77. d
78. 78. a
79. 79. e
80. 80. b
81. 81. a
82. 82. c
83. 83. a
84. 84. a
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GABARITO COMENTADOGABARITO COMENTADO
001. 001. (INSTITUTO FEDERAL GOIANO/CS UFG/2019) Dentre os princípios filosóficos e teórico-
metodológicos do Projeto Pedagógico Institucional (PPI), que se consolida em um documento 
que detalha concepções, objetivos, diretrizes e ações do processo educativo a ser desenvolvido 
no Instituto Federal Goiano, destaca-se o seguinte:
a) política de comunicação institucional.
b) ampliação das instalações físicas.
c) indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão.
d) níveis e modalidades de ensino.
A determinação da indissociabilidade entre o ensino, a pesquisa e a extensão, está prevista 
na Constituição Federal de 1988, art. 207, para as Universidades (entre as quais também 
se equiparam os Institutos Federais).Assim, o Projeto Pedagógico Institucional dessas 
instituições deve ter, dentre outros princípios, o da indissociabilidade entre ensino, pesquisa 
e extensão orientando suas ações.
CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL DE 1988
Art. 207. As universidades gozam de autonomia didático-científica, administrativa e de gestão 
financeira e patrimonial, e obedecerão ao princípio de indissociabilidade entre ensino, pesquisa 
e extensão.
§ 1º É facultado às universidades admitir professores, técnicos e cientistas estrangeiros, na 
forma da lei.(Incluído pela Emenda Constitucional n. 11, de 1996)
§ 2º O disposto neste artigo aplica-se às instituições de pesquisa científica e tecnológica.(Incluído 
pela Emenda Constitucional n. 11, de 1996)
Letra c.
002. 002. (PREFEITURA MUNICIPAL DE SANTA CECÍLIA DO SUL RS/FUNDATEC/2019) Em relação 
ao sentido da aprendizagem, Piletti (2013) afirma que alguns aspectos são importantes e 
precisam ser considerados. Um deles é:
a) A utilidade da aprendizagem.
b) A experiência afetiva do aluno.
c) O professor não se preocupar com a influência da organização do material pedagógico.
d) A maturação orgânica da criança.
e) O número grande de alunos em sala de aula não prejudica a aprendizagem nem o trabalho 
do professor.
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O Projeto Político Pedagógico
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Aprendizagem é um processo de mudança de comportamento obtido através da experiência 
construída por fatores emocionais, neurológicos, relacionais e ambientais. Aprender é o 
resultado da interação entre estruturas mentais e o meio ambiente.
Sobre a aprendizagem, Piletti afirma que ela só irá existir se houver mudança de 
comportamento. O autor ainda reforça que é por meio da solução dos problemas do dia a 
dia que os indivíduos se ajustam ao seu ambiente. Da mesma forma deve proceder a escola, 
no sentido de desenvolver os processos de pensamento do aluno e melhorar sua capacidade 
para resolver os problemas do cotidiano. Diante disso, a aprendizagem se torna útil, pois 
o seu ato possibilita mudança no processo.
Letra a.
003. 003. (PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO NACIONAL TO/COPESE UFT/2019) Analise as 
afirmativas abaixo e assinale a alternativa CORRETA.
O Projeto Político Pedagógico da escola deve ser uma construção coletiva, envolvendo toda a 
comunidade escolar, ou seja, trabalhar numa visão democrática. Esse processo é visto como:
a) descentralização de papéis, democratização do processo de tomada de decisões, processo 
coletivo de avaliação de cunho emancipatório.
b) controle hierárquico das divisões de tarefas, centralização dos papéis, continuidade de 
ações.
c) democratização dos papéis, instalação de um processo coletivo de fragmentação das 
decisões, avaliação de cunho classificatório.
d) reorganização da escola, tomada coletiva de decisões e descontinuidade de ações passadas.
A escola, para se desvencilhar da divisão do trabalho, de sua fragmentação e do controle 
hierárquico, precisa criar condições para gerar outra forma de organização do trabalho 
pedagógico.
A reorganização da escola deverá ser buscada de dentro para fora. O fulcro para a realização 
dessa tarefa será o empenho coletivo na construção de um projeto político-pedagógico e 
isso implica fazer rupturas com o existente para avançar.
A construção do projeto político-pedagógico requer continuidade das ações, descentralização, 
democratização do processo de tomada de decisões e instalação de um processo coletivo 
de avaliação de cunho emancipatório. (Fonte: diaadiaeducacao.pr.gov.br - Projeto de 
Intervenção Pedagogia Escola)
O examinador exigiu conhecimento sobre Projeto Político Pedagógico da escola, descrevendo 
na alternativa A o gabarito, pois esse processo é visto como descentralizaçãode papéis, 
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O Projeto Político Pedagógico
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democratização do processo de tomada de decisões, processo coletivo de avaliação de 
cunho emancipatório.
Letra a.
004. 004. (PREFEITURA MUNICIPAL DE SANTA CECÍLIA DO SUL RS/FUNDATEC/2019) De acordo 
com Vasconcellos, no processo de elaboração do Projeto Político Pedagógico, muitos fatores 
podem interferir de forma a comprometê-lo parcial ou totalmente, quais sejam:
I – Comodismo por parte dos sujeitos: não quererem a desacomodação que poderá vir em 
decorrência da concretização das ideias ali colocadas.
II – Imediatismo: ter pressa, não querer ‘perder tempo’ com as discussões; achar que não 
há necessidade de se fazer a elaboração teórica, que se deveria ir direto à ação.
III – Formalismo: perigo de reduzir o Projeto a uma sequência de passos, a simplesmente 
elaborar um documento, sem vida, sem significado, sem envolvimento com as ideias, com 
as propostas.
Quais estão corretos?
a) Apenas I.
b) Apenas II.
c) Apenas III.
d) Apenas I e III.
e) I, II e III.
No processo de elaboração do Projeto, muitos fatores podem interferir de forma a 
comprometê-lo parcialmente ou totalmente.
Podemos citar, por exemplo:
• • Comodismo por parte dos sujeitos: não quererem a desacomodação que poderá vir 
em decorrência da concretização das ideias ali colocadas;
• • Imediatismo: ter pressa, não querer ‘perder tempo’ com as discussões; achar que 
não há necessidade de se fazer a elaboração teórica, que se deveria ir direto à ação;
• • Perfeccionismo: querer chegar a um texto extremamente preciso e correto;
• • Falta de esperança e confiança na instituição: ‘Não adianta falar que nada vai acontecer 
mesmo...’;
• • Formalismo: perigo de reduzir o Projeto a uma sequência de passos, a simplesmente 
elaborar um documento, sem vida, sem significado, sem envolvimento com as ideias, 
com as propostas;
• • Nominalismo: achar que definir uma linha de trabalho para a escola é se ‘filiar’ a 
alguma concepção corrente;
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O Projeto Político Pedagógico
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• • Falta de experiência de caminhada comum enquanto grupo; a rotatividade das 
pessoas na instituição.
Letra e.
005. 005. (PREFEITURA MUNICIPAL DE SANTA CECÍLIA DO SUL RS/FUNDATEC/2019) De acordo com 
Vasconcellos, o Projeto Político-Pedagógico (PPP) é um instrumento teórico-metodológico 
que visa ajudar a enfrentar os desafios do cotidiano da escola, só que de uma forma:
I – Refletida.
II – Consciente.
III – Sistematizada.
IV – Orgânica.
Quais estão corretas?
a) Apenas I.
b) Apenas I e III.
c) Apenas II e IV.
d) Apenas I, II e III.
e) I, II, III e IV.
Toda escola tem que ter objetivos de alcançar, metas a cumprir e sonhos a realizar. O conjunto 
para alcançar esses objetivos é através do projeto político-pedagógico, conhecido como 
PPP. O significado desse nome se deu devido os motivos abaixo:
Projeto porque reúne propostas de ação concreta a executar durante determinado período 
de tempo.
Político por considerar a escola como um espaço de formação de cidadãos conscientes, 
responsáveis e críticos, que atuarão individual e coletivamente na sociedade, modificando 
os rumos que ela vai seguir.
Pedagógico porque define e organiza as atividades e os projetos educativos necessários ao 
processo de ensino e aprendizagem.
Conforme afirma Vasconcelos (1995), o projeto é justamente um instrumento teórico – 
metodológico que visa ajudar a enfrentar os desafios do cotidiano da escola, só que de 
uma forma refletida, consciente, sistematizada, orgânica, cientifica. E o que é essencial, 
ser participativa. É uma metodologia de trabalho que possibilita ressignificar ação de todos 
os agentes da escola.
Letra e.
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006. 006. (INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA PARAÍBA/IDECAN/2019) 
Em relação ao papel dos profissionais do magistério na organização do sistema de ensino, 
analise as afirmativas abaixo:
I – Há duas maneiras de formar professores: o magistério em nível médio e atual licenciatura 
no curso superior.
II – As reformas educacionais trouxeram muitas mudanças para a vida dos docentes, bem 
como para sua formação. Podemos afirmar que as mudanças socioeconômicas apresentam 
novas exigências. Por um lado, têm suas tarefas ampliadas, mas, por outro, pouco lhes é 
oferecido em troca.
III – Também implica reconhecer que os professores podem ser verdadeiros agentes sociais, 
capazes de planejar e gerir o processo de ensino-aprendizagem, além de intervir nos 
complexos sistemas que constituem a estrutura social e profissional.
Assinale
a) se todas as afirmativas estiverem corretas.
b) se somente as afirmativas I e II estiverem corretas.
c) se somente as afirmativas I e III estiverem corretas.
d) se somente as afirmativas II e III estiverem corretas.
e) se somente a afirmativa II estiver correta.
I – Errada. O Art. 62 da LDB n. 9.394/1996 determina a formação em nível superior com 
licenciatura plena para exercer o magistério, não havendo outra maneira de formar o 
professor.
Entende-se, porém, que em casos excepcionais se admite a formação em nível médio, na 
modalidade normal, para o trabalho docente na educação infantil e nas quatro primeiras 
séries do ensino fundamental. Essa excepcionalidade advém do fato de que em muitas 
localidades do país ainda existe defasagem na formação docente inicial.
É importante lembrar que o Curso Normal Superior, que habilitava para o exercício em 
classes de pré-escola e de séries iniciais do ensino fundamental, foi extinto pelo MEC em 
2006. Em seu lugar, passou-se a oferecer a licenciatura em Pedagogia.
II – Certa. Ao passo que se implementaram inúmeras reformas do ensino a partir de alterações 
significativas na legislação educacional, observa-se que não houve um aumento proporcional 
dos recursos públicos reservados ao desenvolvimento da educação no país.
Em relação ao professor especificamente se verifica um crescimento progressivo de suas 
atribuições, sem que haja valorização profissional.
III – Certa. O professor deve ter uma sólida formação inicial e preocupar-se com o constante 
aperfeiçoamento profissional, pois dominar o conteúdo de sua área de formação e desenvolver 
a capacidade de transpor didaticamente esse conhecimento para o educando constituem 
quesitos essenciais do trabalho docente.
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Não se pode negar que o professor deve ter consciência de sua responsabilidade em planejar 
seu trabalho e administrar com eficácia o processo de ensino-aprendizagem,legitimando 
seu papel transformador da realidade no intuito de promover uma educação de qualidade.
Letra d.
007. 007. (IDECAN/INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA PARAÍBA/2019) 
Considerando que é no espaço da sala de aula onde ocorrem as avaliações desenvolvidas 
durante o processo ensino-aprendizagem, que deve estar vinculado a um projeto educativo 
mais amplo, em nível de escola, devendo ter como premissa básica o alcance de objetivos 
que correspondam aos interesses e necessidades dos alunos, analise as assertivas abaixo:
I – Sendo a escola o lugar da construção da autonomia e da cidadania, a avaliação dos 
processos de qualquer natureza, dentro da escola, das aprendizagens, da dinâmica escolar 
ou instituição são responsabilidades tanto da coletividade, como de cada um, em particular.
II – O professor deve responsabilizar-se unicamente pelo ato de avaliar as aprendizagens 
de seus alunos.
III – A avaliação, sendo integrante dos processos cotidianos e do ensino aprendizagem, 
onde todos estão envolvidos, não pode ser entendida como algo à parte, separada desse 
processo, haja vista que estão subjacentes uma concepção de educação e uma estratégia 
pedagógica.
Assinale
a) se todas as afirmativas estiverem corretas.
b) se somente as afirmativas I e II estiverem corretas.
c) se somente as afirmativas I e III estiverem corretas.
d) se somente as afirmativas II e III estiverem corretas.
e) se somente a afirmativa II estiver correta.
A avaliação da aprendizagem constitui-se em um processo contínuo e permanente de análise 
de variáveis que interferem no processo de ensino aprendizagem, nessa perspectiva, é um dos 
elementos fundamentais que permite a escola, o professor, a comunidade escolar analisar 
os resultados de sua prática pedagógica e rever procedimentos, para atingir os objetivos 
elencados no Projeto Político-Pedagógico, assim, constitui-se como responsabilidade de 
todos que participam do processo educativo.
Nesse sentido, a avaliação deve ser articulada à concepção de mundo, de sociedade, de 
educação, de trabalho, de cultura, permeando toda a prática pedagógica.
Assim, o processo de avaliação não se restringe a medir, comparar ou julgar, pois, possui 
uma importância social, política e crucial no fazer educativo. Nessa perspectiva, esses 
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aspectos sociais estão presentes em todas as atitudes e estratégias avaliativas adotadas. 
(KRAMER, 2009, p.94).
Letra c.
008. 008. (HOSPITAL MUNICIPAL DE CUIABÁ MT/SELECON/2019) Segundo Veiga (2007), um projeto 
pedagógico de qualidade deve apresentar, dentre outras, as seguintes caraterísticas em 
relação à sua concepção
a) ser um processo participativo de decisões e explicitar o compromisso com a formação 
do cidadão
b) ser exequível, com prazo estabelecido, e prever as condições necessárias ao desenvolvimento 
e à avaliação
c) visar um rearranjo formal da escola e ater-se aos conteúdos curriculares determinados 
por órgãos federais
d) constituir-se na elaboração e registro de um documento escrito e submetido aos ditames 
da direção da escola
Umas das características do PPP é ser elaborado coletivamente. Além disso, no documento 
constarão tanto as necessidades da escola, os objetivos, quanto a concepção de educação 
que a escola tem, revelando assim, a sua própria identidade.
Segundo Veiga,
O Projeto Político Pedagógico concebido como organização do trabalho da escola deve está 
fundamentado nos princípios que deverão nortear a escola democrática, pública e gratuita; que 
assegure igualdade, qualidade, gestão democrática, liberdade (associada à ideia de autonomia) 
e valorização do magistério. VEIGA (2006, p. 11‐33).
Portanto, estes são princípios fundamentais para um debate aberto e dinâmico sobre as 
temáticas que regem o PPP.
Letra a.
009. 009. (FUNDATEC/PREFEITURA MUNICIPAL DE QUARAÍ RS/2019) Conforme Vasconcellos 
(1999), o Projeto Político-Pedagógico é composto basicamente de três grandes partes que 
se articulam entre si, denominadas:
a) Marco situacional, realização interativa e avaliação de conjunto.
b) Levantamento de dados, programação e execução.
c) Realização interativa, marco operacional e avaliação de conjunto.
d) Marco referencial, diagnóstico e programação.
e) Referência, execução e avaliação de conjunto.
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O Projeto Político Pedagógico
Gustavo Silva
Alguns autores como Gadotti, Veiga, Vasconcellos, discorrem sobre os elementos que 
constituem o processo de elaboração do Projeto Político Pedagógico da escola. Seguindo 
a visão desses autores, a elaboração desse documento, partindo-se da premissa de um 
planejamento participativo, perpassa três dimensões: marco referencial, diagnóstico e 
programação.
O marco referencial constitui a etapa em que são definidos princípios, valores e pretensões 
que orientam os objetivos e a identidade da escola.
O diagnóstico caracteriza-se pelo levantamento dos elementos da realidade da escola e 
da comunidade escolar. Após levantamento dos dados, realiza-se uma análise sobre eles e 
verifica-se se o que foi estabelecido no Marco Referencial atende aos aspectos delineados, 
ou seja, o que foi registrado como o desejado para a escola. Essa análise deve ser feita tendo 
como princípio a historicidade dos fatos, entendendo como esses se dão, suas causas e 
mecanismos.
A programação configura-se na fase de definição de metas a serem atingidas, de modo 
que a distância entre real e o ideal seja diminuída. Assim, são estabelecidas metas de longo, 
médio e curto prazos, além das ações imediatas e de rotina da escola.
Letra d.
010. 010. (IBADE/INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE RONDÔNIA/2019) 
Na construção do Projeto Político Pedagógico (PPP) é preciso considerar que não há:
a) multiculturalismo.
b) pluralidade.
c) interação.
d) neutralidade.
e) intencionalidade.
A questão requer conhecimento do que é o Projeto Político Pedagógico, suas principais 
características enquanto documento obrigatório da escola e as responsabilidades coletivas 
assumidas no seu preparo. Entendendo como um plano global da escola, abrangendo as 
dimensões políticas, sociais e culturais da escola e da comunidade que ela está inserida.
O Projeto Político Pedagógico não pode ser um projeto neutro.Sua constituição é política e por 
isso a escola deve estar ciente da sua diversidade caracterizando os aspectos multiculturais 
desse planejamento. Quando realizado democraticamente o projeto busca um rumo, uma 
solução para os problemas da escola sendo um ato intencional de todos os envolvidos.
Letra d.
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O Projeto Político Pedagógico
Gustavo Silva
011. 011. (INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA BAIANO/IDECAN/2019) 
As Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio, em seu artigo 15, afirmam que 
“com fundamento no princípio do pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas,no 
exercício de sua autonomia e na gestão democrática, o projeto político-pedagógico das 
unidades escolares deve traduzir a proposta educativa construída coletivamente, garantida 
a participação efetiva da comunidade escolar e local, bem como a permanente construção 
da identidade entre a escola e o território no qual está inserida”.
Sobre o tema, assinale a alternativa correta quanto as recomendações para elaboração do 
Projeto político pedagógico - PPP.
a) O projeto político-pedagógico, na sua concepção e implementação, deve considerar os 
estudantes e os professores como objetos da história e sujeitos de deveres, participantes 
ativos e protagonistas na sua diversidade e singularidade.
b) A instituição de ensino tem o compromisso com a criação do projeto político-pedagógico, 
sendo facultativa sua atualização.
c) Cabe a cada unidade de ensino a elaboração do seu Projeto político-pedagógico, com a 
proposição de alternativas para a formação integral e acesso aos conhecimentos e saberes 
necessários.
d) O PPP deve orientar mecanismos de alocação de recursos financeiros, administrativos e 
de suporte técnico para contemplar as atividades regulares do laboratório de informática.
e) O PPP não se obriga a mencionar os espaços físicos e sua utilização na escola, sendo uma 
ação facultativa.
A elaboração do projeto político-pedagógico realmente cabe às unidades de ensino de 
acordo com a Resolução n. 2 de 30 de Janeiro de 2012.
Art. 15. § 1º Cabe a cada unidade de ensino a elaboração do seu projeto político-pedagógico, 
com a proposição de alternativas para a formação integral e acesso aos conhecimentos e saberes 
necessários, definido a partir de aprofundado processo de diagnóstico, análise e estabelecimento 
de prioridades, delimitação de formas de implementação e sistemática de seu acompanhamento 
e avaliação.
Letra d.
012. 012. (INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA BAIANO/IDECAN/2019) A 
respeito dos princípios da gestão democrática, analise as seguintes assertivas:
I – De acordo com a legislação vigente, cabe aos sistemas de ensino regulamentar a gestão 
democrática por meio de dois instrumentos fundamentais ao incremento da participação 
que são o projeto político-pedagógico da escola e conselhos escolares.
II – Autonomia significa gestão democrática construída por meio do conselho escolar, do 
projeto político-pedagógico como expressão da cultura e da comunidade escolar.O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para JESUS SOMBRA SANTIAGO - 89483340349, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título,
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O Projeto Político Pedagógico
Gustavo Silva
III – O projeto político-pedagógico da escola pode ser desenvolvido sem o envolvimento dos 
profissionais da educação, sendo obrigatório apenas a gestão administrativa e o conselho 
escolar prescindem os professores e os funcionários.
Assinale:
a) se todas as assertivas estiverem corretas.
b) se somente as assertivas I e II estiverem corretas.
c) se somente as assertivas II e III estiverem corretas.
d) se somente a assertiva I estiver correta.
e) se somente a assertiva II estiver correta.
I – Certa.
II – Certa.
III – Errada. O Projeto Político Pedagógico é formulado pelos membros do colegiado, composto 
por gestores, professores, pais, alunos e membros da comunidade local, fazendo com que 
ele seja um documento único e individual de cada instituição de ensino.
Letra b.
013. 013. (PREFEITURA MUNICIPAL DE CONCEIÇÃO DA APARECIDA MG/REIS & REIS/2018) O Projeto 
Político Pedagógico numa perspectiva emancipatória apresenta as seguintes características:
I – Está voltado para a inclusão – observa a diversidade dos alunos, suas origens culturais, 
suas necessidades e suas expectativas educacionais;
II – Há vínculo muito estreito entre a autonomia escolar e o PPP;
III – Sua legitimidade reside no grau e no tipo de participação de todos os envolvidos com 
o ambiente educativo; supõe continuidade de ações;
IV – Apresenta uma pluralidade entre a dimensão técnica e política; despreocupa-se com 
o trabalho pedagógico, e deixa de articulá-lo com o contexto social.
Marque a alternativa correta:
a) Apenas as afirmativas, I, II e IV estão corretas.
b) Apenas as afirmativas, II, III e IV estão corretas.
c) Apenas as afirmativas, I, II e III estão corretas.
d) Todas as afirmativas estão corretas.
I – Certa.
II – Certa.
III – Certa.
IV – Errada. Articulação da escola com a família e com a comunidade. (Fonte: mec.gov.br)
Letra c.
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O Projeto Político Pedagógico
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014. 014. (PREFEITURA MUNICIPAL DE SEBERI RS/FUNDATEC/2018) Com qual documento 
institucional os Parâmetros Curriculares Nacionais, que servem de subsídios para elaboração 
da proposta curricular de cada instituição escolar, devem estar contextualizados?
a) Regimento Escolar.
b) Projeto Político Pedagógico.
c) Base Nacional Comum Curricular.
d) Lei de Diretrizes e Bases.
e) Constituição da República.
O projeto político pedagógico é o documento que representa a proposta educacional 
da escola, e deve estar em consonância com os referenciais legais que dispõem sobre a 
educação brasileira.
O Projeto Político-Pedagógico (PPP) é um documento que norteia a intencionalidade da 
escola. Sua elaboração deve contar com a participação de toda a comunidade escolar: 
Docentes, estudantes e a comunidade. Sendo assim, esse documento deve se fundamentar 
em uma prática democrática, buscando atender as necessidades da comunidade na qual 
ela está inserida. A escola é responsável por suas ações e elas devem promover a qualidade 
e o acesso à educação para todos.
Letra b.
015. 015. (PREFEITURA MUNICIPAL DE GUAPORÉ RS/UMA/2018) Segundo Veiga, a gestão 
democrática é um dos princípios norteadores do projeto político-pedagógico. Sobre a 
gestão democrática assinale a afirmação incorreta:
a) Gestão democrática é um princípio consagrado pela Constituição vigente e abrange as 
dimensões pedagógica, administrativa e financeira.
b) A gestão democrática exige a compreensão em profundidade dos problemas postos pela 
prática pedagógica. Ela visa romper com a separação entre concepção e execução, entre o 
pensar e o fazer, entre teoria e prática.
c) A gestão democrática implica principalmente o repensar da estrutura de poder da escola, 
tendo em vista sua socialização.
d) A busca pela gestão democrática não inclui a participação dos representantes dos diferentes 
segmentos da escola na decisões/ações administrativo-pedagógicas ali desenvolvidas.
O Projeto Político Pedagógico (PPP) é um documento extremamente importante que 
transcreve os anseios, dificuldades, traça metas, expectativas da comunidade, dos alunos, 
dos pais, dos professores e gestão, logo deve ser construído através de um processo 
democrático que ouve a todos.
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O Projeto Político Pedagógico
Gustavo Silva
O PPP deve ser um instrumento construído para assegurar a permanência e igualdade de 
condições de acesso da criança/educando, daquela comunidade que é única em vários 
anseios e tem uma realidade própria
E tudoisso passa por uma gestão democrática apoiada na dialógica e jamais na decisão 
monocrática.
Letra d.
016. 016. (UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ/UTFPR/2018) Segundo Veiga 
(2001), ao construirmos os projetos de nossas escolas, planejamos o que temos intenção de 
fazer, de realizar. Lançamo-nos para adiante, com base no que temos, buscando o possível.
Sobre o projeto político-pedagógico, assinale (V) para as afirmativas verdadeiras e (F) para 
as falsas.
( ) É um instrumento burocrático eficiente, que deve ser construído e, em seguida, arquivado 
ou encaminhado às autoridades educacionais como prova do cumprimento das tarefas.
( ) Deve ser entendido como um processo permanente de reflexão e discussão dos problemas 
da escola, na busca de alternativas viáveis à efetivação de sua intencionalidade.
( ) É um simples agrupamento de planos de ensino e atividades diversas.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
a) V, V, V.
b) F, F, F.
c) V, F, V.
d) F, V, F.
e) F, V, V.
(F) Falsa. Pelo contrário, o projeto político-pedagógico deve ser constantemente vivenciado 
pelos envolvidos com o processo educativo da escola. Tratar o projeto como uma tarefa a 
ser cumprida é esvaziá-lo de significado.
(V) Verdadeira. O projeto político-pedagógico não é estático, e deve ser sempre retomado 
pelos envolvidos pelo processo educativo, buscando maneiras de aprimorá-lo considerando 
o contexto e as necessidades da escola.
(F) Falsa. O projeto político-pedagógico é muito mais do que um agrupamento de planos e 
atividades. Ele indica um rumo a ser tomado, organizando a escola e o trabalho pedagógico 
em sala de aula a partir de um compromisso sociopolítico definido coletivamente.
Letra d.
017. 017. (PREFEITURA MUNICIPAL DE GUARAPUAVA PR/FAUEL/2018) Veiga (1995) afirma que a 
escola é um lugar de concepção, realização e avaliação de seu projeto educativo, uma vez 
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O Projeto Político Pedagógico
Gustavo Silva
que necessita organizar seu trabalho pedagógico com base em seus alunos. Para tanto, é 
importante que se fortaleçam as relações entre escola e sistema de ensino. Para a autora, 
o projeto político-pedagógico é:
a) Um agrupamento de planos de ensino e de atividades diversas como os projetos didáticos 
elaborados pelos professores.
b) Um documento administrativo e normativo que estabelece a organização e o funcionamento 
da escola e regulamenta as relações entre os seus participantes.
c) Uma ação intencional com um sentido explícito, com um compromisso definido 
coletivamente, que busca um rumo, uma direção para a escola.
d) O plano de trabalho da escola, a ser desenvolvido durante o ano letivo, no qual são 
definidos os objetivos, as formas de organização e a programação das atividades.
Segundo Veiga (2002), o projeto político-pedagógico é mais amplo do que um simples 
agrupamento de planos de ensino e de atividades diversas. Além disso, não constitui algo 
que é construído apenas para o atendimento a tarefas burocráticas, mas sim que deve ser 
e vivenciado em todos os momentos, por todos os envolvidos com o processo educativo 
da escola.
Nessa perspectiva, o projeto busca delinear uma direção, pois,
É uma ação intencional, com um sentido explícito, comum compromisso definido coletivamente. 
Por isso, todo projeto pedagógico da escola é, também, um projeto político por estar intimamente 
articulado ao compromisso sociopolítico com os interesses reais e coletivos da população 
majoritária. É político no sentido de compromisso com a formação do cidadão para um tipo de 
sociedade.
“A dimensão política se cumpre na medida em que ela se realiza enquanto prática especificamente 
pedagógica” (Saviani 1983, p. 93). Na dimensão pedagógica reside a possibilidade da efetivação da 
intencionalidade da escola, que é a formação do cidadão participativo, responsável, compromissado, 
crítico e criativo. Pedagógico, no sentido de definir as ações educativas e as características 
necessárias às escolas de cumprirem seus propósitos e sua intencionalidade.
Letra c.
018. 018. (PREFEITURA MUNICIPAL DE GUARAPUAVA PR/FAUEL/2018) A concepção da organização 
do trabalho de toda a escola está fundamentada nos princípios que devem nortear uma 
escola democrática, pública e gratuita, dentre esses princípios, do projeto político pedagógico, 
podemos citar:
a) Liberdade, Auto centrismo, Pluralismo de decisões, Igualdade de condições, Qualidade, 
Transparência, Organização.
b) Restrição, Solidariedade, Pluralismo de ideias, Diferenciação de condições, Qualidade, 
Opacidade, Participação.
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O Projeto Político Pedagógico
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c) Liberdade, Solidariedade, Pluralismo de ideias, Igualdade de condições, Qualidade, 
Transparência, Participação.
d) Emancipação, Solidariedade, Dualismo de ideias, Facilidade de condições, Qualidade, 
Transparência, Participação.
A questão exige conhecimento sobre o PPP- (Projeto Político Pedagógico).
Segundo Veiga (2002), o projeto busca delinear uma direção, pois, “é uma ação intencional, 
com um sentido explícito, comum compromisso definido coletivamente.
O PPP indica os objetivos para toda comunidade escolar. É um instrumento que reflete a 
proposta educacional da instituição de ensino, dando um caminho a ser tomado por toda 
comunidade escolar.
Por se caracterizar como um documento que é construído coletivamente e numa perspectiva 
democrática, pressupostos como: Auto centrismo, Diferenciação de condições, Opacidade, 
Restrições, Facilidade de condições não fazem parte dos seus princípios, tendo em vista 
que vão ao encontro dos princípios que o orientam, que são: Liberdade, Solidariedade, 
Pluralismo de ideias, Igualdade de condições, Qualidade, Transparência, Participação.
O projeto político-pedagógico como um processo permanente de reflexão e discussão dos 
problemas da escola, na busca de alternativas viáveis à efetivação de sua intencionalidade, 
que “não é descritiva ou constatativa, mas é constitutiva” (Marques 1990, p. 23). Por outro 
lado, propicia a vivência democrática necessária para a participação de todos os membros 
da comunidade escolar e o exercício da cidadania.
Letra c.
019. 019. (UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO/UNIFESP/2018) Ao analisar o Projeto Político-
Pedagógico (PPP) de um dos cursos de saúde da universidade você verifica o que segue 
descrito abaixo:
O PPP do curso indica para o ensino das disciplinas da área profissional da saúde, ministradas 
no 1º e 2º semestres, o estudo de casos reais ou simulados e o desenvolvimento de projetos 
interdisciplinares como a metodologia mais recorrente, justificando-a pela necessidade 
de utilizar diferentes cenários de ensino-aprendizagem que permitam ao aluno conhecer 
e vivenciar situações variadas de vida, da organização da prática e do trabalho em equipes 
multiprofissionais. Contudo, os planos de ensino da área em questão indicam a adoção 
de uma diversidade de métodos e técnicas para desenvolver as atividades curriculares, 
envolvendo: aulas teóricas e práticas de laboratório, exposição dialogada, seminários, 
leitura da descrição de práticas clínicas realizada em grupos, leitura e discussão de artigos 
científicos.
Considerando o que o PPP do curso indica para a área e os planos de ensino analisados,10 de 151www.grancursosonline.com.br
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O Projeto Político Pedagógico
Gustavo Silva
A equipe diretiva vem sentindo dificuldades em reunir todos os funcionários de todos 
os turnos que a escola funciona para discutir sobre as ações pedagógicas diárias. Os 
funcionários ainda veem que o importante é trabalhar para aqueles alunos que estudam 
no seu turno de trabalho e não a escola como um todo.
É por meio do PPP que a escola define e articula quais conteúdos serão ensinados e 
como, a partir da realidade social, cultural e econômica em que está presente. Assim, deve 
ser construído de acordo com as especificidades de cada escola e ser flexível para atender 
as demandas específicas dos alunos.
O Projeto Político Pedagógico deve ser realizado a partir de um diagnóstico interno 
da instituição, levando em consideração os dados de matrícula, inadimplência e outras 
informações específicas da escola.
A partir disso, o PPP deve funcionar como um norteador para as atividades da escola 
e contemplar não apenas os objetivos e metas, mas também as ações que serão tomadas 
para alcançá-los, levando em consideração a realidade da instituição de ensino.
Por ser um documento abrangente e que afeta todos os setores da instituição de ensino, 
o Projeto Político Pedagógico deve ser elaborado coletivamente para garantir sua eficiência.
Cada escola elabora o PPP de uma maneira diferente, não existe uma fórmula. Assim, 
algumas instituições preferem criar um conselho deliberativo para elaborar o documento, 
enquanto outras optam pela realização de plenárias.
Não existe uma fórmula pronta que funciona para todas as escolas, mas para garantir 
a eficiência do PPP é preciso dar voz a todos os envolvidos no dia a dia da gestão escolar. 
Porém, é importante definir uma pessoa responsável pela versão final do projeto, geralmente 
o diretor escolar.
Ter um Projeto Político Pedagógico (PPP) pronto é algo essencial para o sucesso e a 
boa gestão de uma escola. No entanto, muitos profissionais da área de educação ainda 
não sabem ao certo por que esse documento é relevante e para que exatamente ele serve.
O PPP é uma ferramenta que vai além do currículo escolar, trazendo os valores, a cultura, 
as crenças e as diretrizes de ação que devem orientar toda a comunidade escolar. Por isso, é 
fundamental que ele seja bem elaborado e sempre sirva como orientação para o cotidiano da 
instituição.
Elaborar o PPP pode ser um processo desafiador, especialmente para escolas que ainda 
não têm muita familiaridade com essa prática ou que não contem com o apoio e a orientação 
de um sistema de ensino.
Por ser um documento de interesse coletivo, não é raro que a equipe escolar encontre 
dificuldades para envolver todos os membros da comunidade no desenvolvimento do 
Projeto Político Pedagógico.
Porém, é importante que isso seja feito, dando voz a todos os envolvidos no cotidiano 
da gestão da instituição de ensino e fazendo com que o PPP seja relevante.
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O Projeto Político Pedagógico
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Sua importância está no desenvolvimento de uma instituição de ensino que almeja 
uma educação eficiente e de qualidade. Ele é completo o suficiente, tornando-se uma rota 
flexível o bastante para se adaptar às necessidades dos alunos. Assim, a sua construção 
deve conter os temas como: missão, público-alvo, dados sobre a aprendizagem, relação 
com as famílias, recursos, diretrizes pedagógicas e plano de ação.
Sua importância está no desenvolvimento de uma instituição de ensino que almeja 
uma educação eficiente e de qualidade. Ele é completo o suficiente, tornando-se uma rota 
flexível o bastante para se adaptar às necessidades dos alunos. Assim, a sua construção 
deve conter os temas como: missão, público-alvo, dados sobre a aprendizagem, relação 
com as famílias, recursos, diretrizes pedagógicas e plano de ação.
Assim, conclui-se que o projeto político-pedagógico apresenta dois desafios: o primeiro 
relaciona-se com a sua complexidade, pois, por ser um instrumento de construção coletiva, 
torna difícil a tarefa do grupo docente de executar as normas e diretrizes governamentais, 
satisfazer as necessidades da comunidade e executar o próprio projeto na íntegra. O segundo 
desafio liga-se à participação efetiva da comunidade, pela complicada comunicação entre 
pais e professores.
Portanto, a escola deveria promover maior interação com a comunidade local para que 
seja possível atingir as metas e concretizar seu plano de ação, assim como transformar a 
escola em um ambiente global, unindo questões pedagógicas, administrativas e políticas.
2. NOVAS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E 2. NOVAS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E 
COMUNICAÇÃO, E SUAS CONTRIBUIÇÕES COM A PRÁTICA COMUNICAÇÃO, E SUAS CONTRIBUIÇÕES COM A PRÁTICA 
PEDAGÓGICAPEDAGÓGICA
Atualmente, a sociedade vive um constante processo de globalização, principalmente 
a população mais jovem, que ocasiona os avanços das tecnologias, sobretudo aquelas 
relacionadas à informação e comunicação. Nesse sentido, o que nos motivou pesquisar este 
tema foi à necessidade de aprofundarmos os nossos conhecimentos acerca da importância 
da inserção das tecnologias de informação e comunicação (TIC) no processo de ensino-
aprendizagem. É notório que as TIC tornam as aulas mais atrativas e os alunos têm a 
oportunidade reconstruir conhecimentos de forma autônoma e significativa.
A educação formal (aquela que ocorre nos sistemas de ensino tradicionais) é o princípio 
da formação humana, ou seja, as formações sociais de sua organização para a vida. São 
várias as transformações no decorrer dessa formação para a construção do conhecimento 
na sociedade em que vivemos, para que possamos formar cidadãos verdadeiramente 
agentes de transformações.
É cada vez mais evidente a presença constante dessas transformações na sociedade e 
a cada dia vemos a importância do homem e da tecnologia criando um novo olhar diante 
do sistema educacional e que estão ligadas aos avanços tecnológicas.
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Uma vez que muitos veem as tecnologias digitais como uma concepção transformadora 
e deliberativa para um melhor silogismo, ou seja, uma visão mediadora no processo de 
ensino-aprendizagem. Isso os fazem verem que as tecnologias proporcionam o domínio 
de novas habilidades e entendimentos, mas sempre considerando que existirão alguns 
problemas que podem estar associados à inclusão de novas tecnologias a frente dos alunos 
e professores em sala de aula diariamente auxiliando no conteúdo escolar, tornando-se 
um desafio para ambos principalmente para os professores que tem que saber lidar com 
toda essa metodologia diferenciada juntando o tradicional com o renovado e levando um 
melhor conhecimento do ensino-aprendizagem para os alunos.
Os docentes podem utilizar os recursos digitais na educação, principalmente a internet, 
como apoio para a pesquisa, para a realização de atividades discentes, para a comunicação 
com os alunos e dos alunos entre si, para integração entre grupos dentro e fora da turma, 
para a publicação de páginas web, blogs, vídeos, para a participação em redes sociais e 
entre muitas outrasconstata-se:O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para JESUS SOMBRA SANTIAGO - 89483340349, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título,
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O Projeto Político Pedagógico
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a) Que o currículo do curso nos planos analisados não privilegia, ainda, um ensino pautado na 
adoção de metodologias ativas, ancoradas na problematização como método predominante 
e orientador do processo de aprendizagem, centradas no estudante e com atividades 
estruturadas a partir das necessidades de saúde da população;
b) Que o plano de curso não é prescritivo, é apenas indicativo das metodologias a serem 
adotadas desde que os conteúdos sejam dados, mantendo a liberdade dos docentes 
para a adoção ou não delas em razão da tradição de suas práticas docentes e experiência 
acumulada na docência;
c) Que é necessário aguardar a avaliação institucional dentro do ciclo avaliativo do curso 
para tomar providências no sentido de orientar os docentes a implementarem as diretrizes 
curriculares do curso descritas no PPP e não praticadas no currículo;
d) Que nos cursos de saúde o currículo oculto é que ganha lugar de destaque tendo em 
vista o papel da formação em círculos produtivos endógenos que superam as dificuldades 
de cooperação entre as instâncias de ensino e os serviços de saúde;
e) Que o currículo desenvolvido pelos docentes em seus planos de ensino atende ao previsto 
no PPP uma vez que adotam como cenários de aprendizagem espaços alternativos à sala 
de aula, apesar de estarem dispostos no mesmo espaço físico da escola.
As Diretrizes Curriculares Nacionais dos cursos da área da saúde apontam para a necessidade 
de um ensino crítico-reflexivo e a da implementação de metodologias que estimulem o 
aluno a refletir sobre a realidade social e aprenda a aprender. (BRASIL, 2001).
As metodologias ativas constituem um conjunto de estratégias de ensino-aprendizagem 
que se baseiam na problematização com o propósito de atingir, envolver e motivar o aluno, 
o qual diante de um problema, analisa, reflete e decide sobre determinada situação, 
apresentando envolvimento ativo no seu processo de formação.
Assim, percebe-se um esforço na construção na construção do PPP de atender as orientações 
apresentadas nas DCNs dos cursos de saúde, entretanto, essas premissas ficam limitadas 
ao PPP e não conseguem ser incorporadas aos planos de ensino, pois, estes continuam a 
privilegiar metodologias que destacam a transmissão de conteúdos e uma participação e 
interação limitada dos alunos, ou seja, baseadas no modelo tradicional de ensino e não nas 
metodologias ativas de aprendizagem.
Letra a.
020. 020. (PREFEITURA MUNICIPAL DE GRAMADO RS/FUNDATEC/2018) Segundo Veiga, a concepção 
do projeto político-pedagógico como organização do trabalho de toda a escola está 
fundamentada nos princípios que devem nortear a escola democrática, pública e gratuita, 
quais sejam:
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O Projeto Político Pedagógico
Gustavo Silva
a) Liberdade, solidariedade, igualdade, pluralismo, qualidade, transparência e participação.
b) Socialismo, interatividade, individualismo, qualidade, intencionalidade, capacidade e 
criatividade.
c) Impessoalidade, legalidade, moralidade, participação, igualdade, singularidade e 
intencionalidade.
d) Solidariedade, coletividade, qualidade, impessoalidade, capacidade, finalidade e 
transparência.
e) Interatividade, legalidade, publicidade, liberdade, coletividade, pluralismo e solidariedade.
O examinador exigiu conhecimento relativo ao pensamento de Veiga relativo a concepção 
do projeto político-pedagógico como organização do trabalho, descrevendo na alternativa 
A, de forma acertada, o gabarito, já que a concepção do projeto político-pedagógico como 
organização do trabalho de toda a escola está fundamentada nos princípios que devem 
nortear a escola democrática, pública e gratuita são: Liberdade, solidariedade, igualdade, 
pluralismo, qualidade, transparência e participação.
Letra a.
021. 021. (FUNDATEC/PREFEITURA MUNICIPAL DE GRAMADO RS/2018) Segundo Vasconcellos, o 
objetivo principal do planejamento é possibilitar um trabalho mais, EXCETO:
a) Significativo e transformador.
b) Criativo e organizado.
c) Objetivo e verdadeiro.
d) Classificatório e burocrático.
e) Crítico e comprometido.
Classificatório e Burocrático não são objetivos do Planejamento. Quando um planejamento 
é Classificatório e Burocrático, ele não terá os objetivos que possibilitem um trabalho.
Letra d.
022. 022. (PREFEITURA MUNICIPAL DE GRAMADO RS/FUNDATEC/2018) Segundo Vasconcellos, 
quem é o responsável pelo processo de planejamento nas escolas?
a) A direção de escola.
b) O orientador escolar.
c) O coordenador pedagógico.
d) A comissão de educação especial.
e) O professor.
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O Projeto Político Pedagógico
Gustavo Silva
De fato, o Coordenador Pedagógico é quem elabora o Projeto Político-Pedagógico.
Ele analisa a necessidade dos alunos juntamente com professor e direção, e, a partir dessa 
análise, elabora o Projeto Político-Pedagógico.
Letra c.
023. 023. (PREFEITURA MUNICIPAL DE ROMELÂNDIA SC/UNOESC/2018) A Lei de Diretrizes e Bases 
da Educação Nacional de 1996, aponta para três grandes eixos diretamente relacionados 
a construção do projeto político pedagógico, sendo eles:
a) Flexibilidade, avaliação e liberdade.
b) Justaposição, avaliação e currículo.
c) Valorização, inclusão e rotinização.
d) Clareza, verdade e linguagens.
A questão tem por tema central o direito à educação e exige do candidato o conhecimento 
dos três grandes eixos do projeto político pedagógico apresentados pela Lei n. 9.394/1996 
(Lei de Diretrizes Básicas da Educação Brasileira - LDB).
Segundo José Luis Monteiro da Conceição, em “A avaliação segundo a Lei de Diretrizes 
e Bases da Educação”, publicado na revista Educação Pública (Diretoria de Extensão da 
Fundação Cecierj – Fundação Centro de Ciências e Educação Superior a Distância do Estado 
do Rio de Janeiro):
Na LDB, destacam-se três grandes eixos diretamente relacionados à construção do projeto 
pedagógico para a melhoria da qualidade de ensino; dentre eles podemos destacar:
O eixo da Flexibilidade: vincula-se à autonomia, possibilitando à escola organizar o seu próprio 
trabalho pedagógico.
O eixo da Avaliação: reforça um aspecto importante a ser observado nos vários níveis do ensino 
(Artigo 9º, inciso VI).
O eixo da Liberdade: expressa-se no âmbito do pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas 
(Artigo 3º, inciso III) e da proposta de gestão democrática do ensino publico (Artigo 3º, inciso 
VIII), a ser definida em cada sistema de ensino (CONCEIÇÃO, 2016).
Letra a.
024. 024. (PREFEITURA MUNICIPAL DE URUÇUÍ PI/CRESCER CONCURSOS/2018) A Constituição 
Federal do Brasil de 1988 e a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei n. 9394/1996, 
determinaram a gestão democrática como princípio para o ensino público. Em relação a 
Gestão Democrática na escola pública, assinale (V) para as afirmativas verdadeiras e (F) 
para as falsas.
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O Projeto Político Pedagógico
Gustavo Silva
( ) A participação é condição básica para a gestão democrática.
( ) É um processo por meio do qual as ações são executadas, acompanhadas, fiscalizadas 
e avaliadas coletivamente.
( ) Pressupõe a participação exclusiva do diretor e da equipe diretiva nas decisões da escola.
( ) Pode ser entendida como espaço, de descentralização do poder e de exercício de cidadania.
( ) As decisões e as ações devem ser elaboradas e executadas de forma hierarquizada.
A sequência correta de cima para baixo é:
a) V-V- V- V- F.
b) V-F- V- F- V.
c) F-V- F- V-V.
d) V-V-F- V- F.
Sequência correta: V- V- F- V- F.
(V) Verdadeira. Essa afirmação é verdadeira, pois a participação é um princípio da gestão 
democrática.
(V) Verdadeira. Essa afirmação é verdadeira, pois elenca as funções da gestão democrática 
nas escolas públicas.
(F) Falsa. Essa afirmação é falsa, pois numa gestão democrática a participação deve envolver 
não só a participação do diretor, mas também a participação de todos os profissionais da 
educação, da comunidade escolar e local.
(V) Verdadeira. Essa afirmação é verdadeira, pois na gestão democrática na escola pública o 
poder não é centralizado somente no diretor, mas sim na participação de todos os envolvidos 
para o pleno exercício da cidadania com o propósito na melhora da qualidade do ensino.
(F) Falsa. Essa afirmação é falsa, pois as decisões e as ações devem ser elaboradas e 
executadas de forma não hierarquizada.
Letra d.
025. 025. (URI/PREFEITURA MUNICIPAL DE NOVA CANDELÁRIA RS/2018) O Projeto Político-
Pedagógico de uma escola vai além de um conjunto de planos de ensino ou de atividades 
diversas. É um documento construído com a participação da comunidade escolar, onde 
estão expressas, entre tantas outras, as concepções de homem, mundo e sociedade que 
temos e queremos. Além disso, tem a ver com a organização do trabalho pedagógico em 
dois níveis (Veiga, 1995): a organização da escola como um todo e a organização da sala 
de aula. Essa abordagem está fundamentada nos princípios que devem nortear a escola 
democrática, pública e gratuita. Esses princípios são:
a) Igualdade, liberdade, acesso e permanência.
b) Igualdade, qualidade, liberdade, gestão democrática e valorização do magistério.
c) Acesso, ingresso e permanência, com sucesso.O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para JESUS SOMBRA SANTIAGO - 89483340349, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título,
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O Projeto Político Pedagógico
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d) Igualdade, qualidade, liberdade, acesso, permanência, gestão democrática e valorização 
do magistério.
O examinador exigiu conhecimento sobre os princípios que norteiam a escola democrática, 
pública e gratuita, descrevendo na alternativa B o gabarito, pois apresenta de forma 
acertada os seguintes princípios: Igualdade, qualidade, liberdade, gestão democrática e 
valorização do magistério.
Letra b.
026. 026. (PREFEITURA MUNICIPAL DE GUAPIRAMA PR/FAFIPA/UNESPAR/2018) Assinale a 
alternativa CORRETA. O Projeto Político Pedagógico (PPP) é um documento que deve ser 
elaborado por cada:
a) Estado.
b) Professor.
c) Aluno.
d) Instituição de ensino.
A questão exigia o conhecimento a respeito do Projeto Político Pedagógico (PPP), especialmente, 
sobre a competência para a sua elaboração.
A alternativa B foi a única que formulou uma proposição verdadeira, somente às “Instituições 
de ensino” compete formular o PPP.
Nesse sentido dispõe o art. 12º, da Lei n. 9.394 - Lei de Diretrizes e Bases da Educação 
Nacional. Vejamos:
Art. 12. Os estabelecimentos de ensino, respeitadas as normas comuns e as do seu sistema de 
ensino, terão a incumbência de:
I – elaborar e executar sua proposta pedagógica;
Letra b.
027. 027. (PREFEITURA MUNICIPAL DE GUAPIRAMA PR/FAFIPA/UNESPAR/2018) Assinale a alternativa 
CORRETA. O Projeto Político Pedagógico é um documento:
a) Liberal.
b) Autocrático.
c) Socialista.
d) Democrático.
O Projeto Político Pedagógico (PPP) é um documento que reflete o objetivo educacional da 
instituição de ensino. Também conhecido apenas como projeto pedagógico, é um documento O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para JESUS SOMBRA SANTIAGO - 89483340349, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título,
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O Projeto Político Pedagógico
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que deve ser produzido por todas as escolas, segundo a Lei de Diretrizes e Bases da Educação 
Nacional (LDB). o projeto pedagógico foi instituído na Constituição de 1988. Desde então, 
a realidade local de cada comunidade começou a fazer parte das considerações gerais a 
serem analisadas na definição das diretrizes de uma escola.
Letra d.
028. 028. (UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE PERNAMBUCO/SUGEP/2018) A construção 
democrática, pela escola, do Projeto Pedagógico evidencia o atendimento a uma regra 
essencial para o funcionamento adequado e harmônico da escola, qual seja:
a) integração à comunidade.
b) a flexibilidade do ensino.
c) a formação continuada.
d) a liberdade escolar.
e) a autonomia escolar.
A questão exigiu conhecimentos acerca de Projeto Político-Pedagógico.
Apesar de haver diretrizes nacionais para a educação, é importante que cada escola adapte 
diretrizes para sua própria realidade, com vistas a seguir os princípios da gestão democrática. 
Um importante documento para a realização desta tarefa é o Projeto Político-Pedagógica. 
É através deste documento que a escola será capaz de exercer sua autonomia.
Letra e.
029. 029. (SECRETARIA MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL E DIREITOS HUMANOS RJ/FGV/2018) 
O artigo 3º da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional determina que o ensino público 
deverá ser ministrado com base na gestão democrática, dentre outros princípios, a partir 
das determinações da própria Lei e da legislação dos sistemas de ensino.
Considera-se que uma gestão democrática, no âmbito da escola, deve prever a elaboração 
de um Projeto Político Pedagógico – PPP que envolva os diferentes atores da comunidade 
escolar, devendo ser uma referência norteadora da ação educativa da escola.
Dessa forma, é correto afirmar que o PPP:
a) Deve considerar a função social da educação e da escola e os anseios da comunidade 
escolar;
b) Delega para os pais e outros funcionários da escola a função do professor de definir a 
prática pedagógica;
c) É um conjunto de planos e sugestões de membros da unidade escolar, que devem ser 
aceitos e incorporados, contemplando a perspectiva da gestão democrática;
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O Projeto Político Pedagógico
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d) Poderá ser construído pela direção da escola e o coordenador pedagógico, sem necessidade 
de participação dos demais atores da comunidade escolar, já que pode ser atualizado a 
qualquer momento;
e) Se constitui em um instrumento de controle das práticas pedagógicas, voltado para 
o cumprimento de normas técnicas, de aplicaçãode estatísticas e do alcance das metas 
definidas para a qualidade da educação.
A questão exigiu conhecimentos acerca de Projeto Político-Pedagógico (PPP).
Construído através da participação de toda a comunidade escolar, o Projeto Político- 
Pedagógico (PPP) é um documento em que serão impressas diretrizes escolares com vistas 
a atender ao público específico da comunidade escolar que o produzir, considerando a 
função social da educação e da unidade escolar.
Apesar de haver diretrizes nacionais para a educação, é importante que cada escola adapte 
diretrizes para sua própria realidade, com vistas a seguir os princípios da gestão democrática. 
Este documento deve apresentar o contexto sócio-histórico e cultural em que a unidade 
escolar está inserida. Desta maneira, a cidadania, democracia serão fortalecidos, num 
projeto que busque a educação do indivíduo em sua integralidade.
O PPP, sendo instrumento responsável por detalhar o contexto sócio-histórico, político 
e cultural da comunidade onde a unidade escolar está inserida, deve ser construído 
democraticamente. Assim sendo, torna-se primordial para um processo ensino-aprendizagem 
cujos parâmetros sejam a cidadania. É a partir do PPP que será possível traduzir parâmetros 
nacionais para a realidade local, imprimindo identidade e autonomia à unidade escolar. 
Assim, concebe-se um modelo educacional que preocupa-se com a educação do sujeito 
em sua totalidade.
Letra a.
030. 030. (FGV/SECRETARIA MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL E DIREITOS HUMANOS RJ/2018) 
Com o decorrer dos anos, a educação tem assumido múltiplas e complexas tendências 
educacionais como correntes teóricas e alternativas metodológicas.
Dentro da perspectiva de uma educação para a cidadania, tem representado um desafio 
para todos os educadores da escola o(a):
a) Planejamento mensal da escola;
b) Projeto Político Pedagógico;
c) Censo escolar;
d) Projeto interescolar;
e) Filosofia da escola.
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O Projeto Político Pedagógico
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A questão exigiu conhecimentos acerca da função social da escola.
A literatura contemporânea acerca da perspectiva de uma educação para a cidadania costuma 
considerar o aspecto central do Projeto Político-Pedagógico (PPP) para a sua consolidação.
O PPP, sendo instrumento responsável por detalhar o contexto sócio-histórico, político 
e cultural da comunidade onde a unidade escolar está inserida, deve ser construído 
democraticamente. Assim sendo, torna-se primordial para um processo ensino-aprendizagem 
cujos parâmetros sejam a cidadania.
Letra b.
031. 031. (CENTRO DE INSTRUÇÃO E ADAPTAÇÃO DA AERONÁUTICA/DAS CIAAR/2018) Associe 
as duas colunas relacionando as partes do Projeto Político Pedagógico às perguntas que 
orientam o processo de seu planejamento.
Partes do Projeto
(1) Marco Referencial
(2) Diagnóstico
(3) Programação
Perguntas orientadoras
( ) Onde estamos? Para onde queremos ir?
( ) Quais fatores facilitadores e dificultadores para concretizar o desejado?
( ) Que ações concretas, finalidades e linhas de ação devem orientar os trabalhos?
( ) O que nos falta para ser o que desejamos?
( ) O que queremos alcançar?
A sequência correta dessa associação é
a) (1); (2); (1); (2); (3)
b) (1); (2); (3); (2); (1)
c) (2); (3); (2); (1); (3)
d) (3); (2); (1); (1); (2)
O planejamento, a construção e a execução do projeto político-pedagógico (PPP) devem 
ser entendidos como parte essencial do processo político-pedagógico.
Consolida-se, portanto, como importante instrumento de transformação da escola, dado 
que possibilita mudanças concretas no âmbito político-social.
O planejamento e a elaboração do PPP devem ser desenvolvidos por meio de pesquisas e 
estudos rigorosos e reflexões coletivas, respeitando as especificidades da escola em cada 
uma das partes que o compõem.
Seus elementos constitutivos correspondem ao: MARCO REFERENCIAL, DIAGNÓSTICO e 
PROGRAMAÇÃO.O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para JESUS SOMBRA SANTIAGO - 89483340349, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título,
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O Projeto Político Pedagógico
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(1) MARCO REFERENCIAL
Deve obrigatoriamente responder às seguintes questões-problema: Onde estamos?, que 
corresponde ao marco situacional; Para onde queremos ir?, o marco filosófico; e O que 
queremos alcançar?, o marco operativo.
O MARCO REFERENCIAL busca explicitar o posicionamento teórico, político e filosófico 
assumido pela instituição escolar, a fim de definir seus princípios norteadores e as ações 
necessárias para a transformação de sua situação atual.
Assim, o MARCO REFERENCIAL estabelece os critérios que devem direcionar a realização 
do DIAGNÓSTICO e a elaboração da PROGRAMAÇÃO.
(2) DIAGNÓSTICO
Consiste na análise da realidade da instituição escolar a partir do levantamento criterioso 
de dados e informações sobre a escola e na interpretação dessas referências.
Com o DIAGNÓSTICO, pretende-se identificar não somente os problemas ou aspectos 
negativos, mas também os potenciais da instituição e da comunidade escolar.
O resultado da análise e interpretação da realidade escolar deve fundamentar a definição 
de metas e objetivos para superar a situação atual e o direcionamento das decisões da 
instituição e seu papel dentro da comunidade e da sociedade de modo geral.
(3) PROGRAMAÇÃO
Conjunto de ações que devem ser estabelecidas pela instituição de ensino para viabilizar 
a resolução dos problemas e dificuldades encontrados no DIAGNÓSTICO, no sentido de 
transcender a realidade atual e atingir a realidade possível.
Nesse momento, deve-se questionar a exequibilidade das metas e dos objetivos definidos, 
considerando-se os aspectos político, jurídico e material e a realidade na qual a instituição 
se insere.
A viabilização desse conjunto de ações depende também da participação ativa da coletividade 
escolar e da comunidade local.
Letra b.
032. 032. (CENTRO DE INSTRUÇÃO E ADAPTAÇÃO DA AERONÁUTICA/DAS CIAAR/2018) Avalie as 
afirmações sobre a concepção democrático-participativa de gestão e organização.
I – Enfatiza que todos dirigem e são dirigidos, todos avaliam e são avaliados numa organização.
II – Baseia-se na relação burocrática e hierárquica entre a direção e a participação do pessoal 
da escola.
III – Defende que as decisões sejam tomadas pela direção, que tem autoridade, e sejam 
obedecidas coletivamente por todos.
IV – Acentua a importância da busca de objetivos comuns serem assumidos por todos 
participantes da equipe.
Está correto apenas o que se afirma emO conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para JESUS SOMBRA SANTIAGO - 89483340349, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título,
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O Projeto Político Pedagógico
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a) I e II.
b) I e IV.
c) II e III.
d) II e IV.
I – Certo. O processo de democratização da gestão escolar implica repensar a concepção 
de trabalho, as relações sociais estabelecidas no interior da escola, a forma como ela está 
organizada, a natureza e especificidade da instituição escolar e as condições reais de 
trabalho pedagógico.
É preciso refletir sobre as formas autoritárias de gestão que impedem a participação de 
todos nas decisões relacionadas às dimensõestécnica, administrativa e pedagógica.
O trabalho da equipe pedagógica e da equipe de apoio deve ser redimensionado no sentido 
da efetiva participação de seus membros nas ações colegiadas e no processo de avaliação 
institucional.
Os princípios da gestão democrática e compartilhada, definidos no Art. 14, incisos I e II, da 
LDB, devem fundamentar as relações sociais e pessoais em direção a objetivos comuns e, 
nesse processo, todos os membros da comunidade escolar devem se autoavaliar e avaliar 
uns aos outros de maneira horizontal, explícita e negociada em oposição a processos de 
avaliação autoritários e antidemocráticos.
II – Errado. A restrição das atribuições do gestor escolar ao desenvolvimento e ao cumprimento 
das atividades burocráticas da escola constitui um retrocesso e uma redução da relevância 
do trabalho desse profissional na educação.
Ademais, vai de encontro ao que preceitua o Art. 12 da LDB no que se refere às incumbências 
dos estabelecimentos de ensino e ao exercício da gestão democrática e participativa, 
enfatizada nesse mesmo texto, no inciso VIII do Art. 3, e também nos princípios de exercício 
da autonomia e dos preceitos que estruturam a educação no país, destacados no inciso VI 
do Art. 206 da Constituição Federal de 1988.
III – Errado. O modelo autoritário e burocrático de gestão fundamenta-se na concepção 
cientificista e tecnicista de escola e na centralização do poder nas mãos de um único sujeito 
e predomina nas relações de trabalho da maioria das instituições de ensino brasileiras, 
contrariando os princípios da gestão democrática definidos pelo Art. 14 da LDB n. 9.394/1996.
Tal modelo controlador impede o desenvolvimento de um processo político-pedagógico 
democrático e dialógico no interior da escola, ao excluir os membros da comunidade escolar 
e local de decisões e ao adotar a cultura da eficiência pautada pelo conceito organizacional 
de qualidade total
IV – Certo. O trabalho da equipe pedagógica e da equipe de apoio merece atenção e, por 
esse motivo, deve ser repensado no intuito de se efetivar de fato a participação de seus 
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O Projeto Político Pedagógico
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membros nas decisões quanto aos objetivos da escola e do tipo de educação que nela deve 
prevalecer, mediante instâncias colegiadas.
Torna-se essencial construir espaços de participação e diálogo entre escola e sociedade/
comunidade a fim de tornar o ensino de qualidade uma responsabilidade de todos, de acordo 
com o que diz o Art. 14 da LDB, garantir a autonomia da instituição de ensino e propiciar a 
construção e consolidação de uma educação pública democrática.
Letra b.
033. 033. (QUADRIX/PREFEITURA MUNICIPAL DE CRISTALINA GO/2018) Assinale a alternativa 
que apresenta os elementos constitutivos da organização do trabalho pedagógico escolar 
no segundo ciclo.
a) gestão democrática, avaliação formativa e ciclos
b) organização curricular, eixos integradores e letramento
c) avaliação formativa, formação continuada e gestão democrática
d) eixos integradores e letramento
e) formação continuada, eixos integradores, ciclos e letramento
“Avaliação formativa, formação continuada e gestão democrática”.
São 3 pilares necessários para a organização do trabalho pedagógico, que buscam a 
participação contributiva no processo de planejamento da educação.
Vejamos cada um:
• • avaliação formativa: busca informações sobre a qualidade e eficiência do processo 
de aprendizagem, a fim de aperfeiçoá-lo, avaliando o aluno, o professor e o ensino;
• • formação continuada: é a contínua capacitação dos docentes, para o desenvolvimento 
educacional, que poderá ocorrer através de recursos tecnológicos;
• • gestão democrática: é uma proposta de interação entre a comunidade e as escolas, que 
ocorrerá de maneira participativa e contributiva, resultando em uma administração 
mais humana e atenta às necessidades sociais.
Letra c.
034. 034. (QUADRIX/PREFEITURA MUNICIPAL DE CRISTALINA GO/2018) Considerando que o projeto 
político‐pedagógico seja o principal instrumento organizador do trabalho pedagógico da 
escola, assinale a alternativa que apresenta os atores de sua elaboração.
a) equipe gestora e grêmio estudantil
b) conselho escolar e mestres
c) pais, alunos, funcionários e professores
d) pais e mestres
e) conselho escolar e grêmio estudantilO conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para JESUS SOMBRA SANTIAGO - 89483340349, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título,
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O Projeto Político Pedagógico
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De acordo com a Lei n. 9.394/1996 (Lei de diretrizes e bases da educação nacional), o projeto 
político‐pedagógico é uma proposta de interação entre a comunidade e as escolas, que 
ocorrerá de maneira participativa e contributiva, resultando em uma administração mais 
humana e atenta às necessidades sociais.
Art. 14. Os sistemas de ensino definirão as normas da gestão democrática do ensino público 
na educação básica, de acordo com as suas peculiaridades e conforme os seguintes princípios:
I – participação dos profissionais da educação na elaboração do projeto pedagógico da escola;
II – participação das comunidades escolar e local em conselhos escolares ou equivalentes.
Letra c.
035. 035. (PREFEITURA MUNICIPAL DE VIDEIRA SC/FEPESE/2018) Identifique abaixo as afirmativas 
verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ).
( ) O projeto pedagógico da escola é capaz de auxiliar a definição de suas metas e 
gerenciamento de suas ações para todo o ano letivo.
( ) O projeto pedagógico é um instrumento teórico-metodológico que visa ajudar a enfrentar 
os desafios do cotidiano da escola, só que de uma forma refletida, consciente, sistematizada, 
orgânica e, o que é essencial, participativa.
( ) As ações previstas no projeto pedagógico devem ser fundamentadas na meritocracia 
escolar.
( ) O projeto pedagógico é uma metodologia de trabalho que possibilita atribuir novos 
significados à ação de todos os envolvidos no processo educacional.
( ) O projeto torna-se pedagógico quando compreende as concepções de educação e de 
mundo que a escola vai elaborar, sistematizar e socializar. Constitui a identidade da escola.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
a) F • V • V • F • F
b) F • V • V • V • V
c) V • F • F • V • V
d) V • V • F • V • V
e) V • V • V • V • F
(V) Verdadeira. Deve constar no projeto pedagógico as metas e as ações que serão realizadas 
ao longo do ano letivo.
(V) Verdadeira. O projeto pedagógico deve ser uma ferramenta que nos possibilita o 
enfrentamento de diversas situações que a realidade escolar implica.
(F) Falsa. O projeto político pedagógico da escola deve se fundamentar em uma prática 
democrática, buscando atender as necessidades da comunidade na qual ela está inserida.
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(V) Verdadeira. Quando se pensa na ação pedagógica, como ela se realizará, qual o objetivo 
dessa ação é possível que haja novos significados para essa prática.
(V) Verdadeira. Ele norteia o trabalho pedagógico e ele se mostrapedagógico porque precisa 
definir qual sua concepção de educação.
Letra d.
036. 036. (PREFEITURA MUNICIPAL DE MILTON BRANDÃO/PI/INSTITUTO MACHADO DE ASSIS/2018) 
São princípios norteadores do Projeto Político Pedagógico contemplados na LDB n. 9394/1996, 
no seu Art. 3º, EXCETO:
a) Gestão democrática do ensino público
b) Valorização do profissional da educação escolar.
c) Valorização da experiência extracurricular
d) Democratização do ensino privado
Entre os princípios citados no art. 3º, não se inclui a democratização do ensino privado, o 
que confirma nosso gabarito como alternativa D. Vejamos quais são os princípios citados 
no referido artigo, com destaque para as demais alternativas:
Art. 3º O ensino será ministrado com base nos seguintes princípios:
I – igualdade de condições para o acesso e permanência na escola;
II – liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar a cultura, o pensamento, a arte e o saber;
III – pluralismo de idéias e de concepções pedagógicas;
IV – respeito à liberdade e apreço à tolerância;
V – coexistência de instituições públicas e privadas de ensino;
VI – gratuidade do ensino público em estabelecimentos oficiais;
VII – valorização do profissional da educação escolar;
VIII – gestão democrática do ensino público, na forma desta Lei e da legislação dos sistemas de 
ensino;
IX – garantia de padrão de qualidade;
X – valorização da experiência extra-escolar;
XI – vinculação entre a educação escolar, o trabalho e as práticas sociais.
XII – consideração com a diversidade étnico-racial.
XIII – garantia do direito à educação e à aprendizagem ao longo da vida.
Letra d.
037. 037. (PREFEITURA MUNICIPAL DE SANTA CRUZ/PB/CONPASS/2018) A professora Gorete, 
aplicando os conhecimentos da Psicologia cognitivista cria situações didáticas com os 
docentes que permitem ao aluno determinar o seu próprio tempo de aprendizagem. 
Compreendendo ser no cotidiano escolar que estas condições se revelam, uma tarefa 
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igual não é cumprida por todos ao mesmo tempo, tem sido um dos nortes para que todos 
evoluam. Desta forma ao desenvolver um projeto a professora deve:
a) considerar que o planejamento é flexível, pois este pode ou não acabar dentro do tempo 
esperado
b) avaliar apenas os objetivos esperados e não as aprendizagens individuais e rumos tomados 
pelo grupo de alunos
c) desconsiderar o plano de aula elaborado com base nos conhecimentos prévios dos alunos
d) ter a sabedoria de atribuir uma nota que permita sempre a aprovação automática
e) ter a clareza que a ausência na prova merece um conceito semelhante a zero, a não ser 
que antes o estudante lhe apresente um atestado médico
O projeto só é desenvolvido por um planejamento anterior. Neste é necessário que o que 
ocorra seja sempre repensado e reavaliado pela postura e propositura docente. Portanto 
no caso de uma ausência na prova deva ser identificada quais os motivos reais, podendo 
ser a falta de estudo, de compreensão com a responsabilidade ou outras questões, não 
somente focara na nota. E esse mesmo foco comete grave equívoco quando se deva aprovar 
automaticamente, sem questionamento e sem ter responsabilidade com o aprendizado 
discente. Para tal, pensar no aluno é necessário que considere seus conhecimentos prévios 
na elaboração desse planejamento que acarreta em uma estruturação para o plano de 
aula. Conseguinte, cada ser humano tem suas especificidades e elas devam ser avaliadas 
também individualmente.
Letra a.
038. 038. (PREFEITURA MUNICIPAL DE GUABIRUBA SC/FURB/2018) O Projeto Político-Pedagógico - 
PPP é instância de construção coletiva que respeita os sujeitos das aprendizagens, entendidos 
como cidadãos com direitos à proteção e à participação social. Considerando a Resolução 
CNE/CEB n. 4, de 13 de julho de 2010, assinale a alternativa que indica corretamente o 
aspecto que o PPP deve contemplar:
a) Definição de programa exclusivos de formação continuada dos profissionais da educação 
não regentes.
b) A concepção sobre educação, conhecimento, avaliação da aprendizagem e mobilidade 
escolar.
c) Os fundamentos da gestão democrática, compartilhada e participativa dos órgãos 
colegiados docentes e administrativos, excluídos os de representação estudantil.
d) A ampliação do espaço físico da instituição escolar de modo a poder aplicar as normas 
de acessibilidade.
e) As ações de contratação de serviços especializados de avaliação interna e externa.
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O PPP deve contemplar: os incisos do artigo 44 da RESOLUÇÃO CNE/CEB n. 4, DE 13 DE 
JULHO DE 2010, vemos que a alternativa b, apresenta a literalidade do inciso II - a concepção 
sobre educação, conhecimento, avaliação da aprendizagem e mobilidade escolar do Art. 
44. tornando a alternativa correta.
Letra b.
039. 039. (UNIVERSIDADE ESTADUAL DE FEIRA DE SANTANA BA/INSTITUTO AOCP/2018) Referente 
ao Projeto Político Pedagógico, é correto afirmar que
a) é apenas um produto da intencionalidade de um grupo.
b) é um documento que, burocraticamente, serve para o funcionamento administrativo 
da escola.
c) sua elaboração envolve uma ação coletiva que engloba gestores, coordenadores, professores, 
funcionários, alunos, pais e familiares, além de representantes da comunidade vinculada 
ao processo educativo da escola.
d) é um documento que independe das metas e estratégias do Plano de Educação do 
município, estado ou país.
e) é independente do Regimento Escolar.
A questão exige conhecimento sobre o projeto político pedagógico, que define a identidade 
da escola e indica caminhos para ensinar com qualidade.
Toda escola deve elaborar o seu projeto político pedagógico.
Pautando-se na ideia da colaboração coletiva para construção do projeto, onde os mais 
variados agentes possam colaborar com a sua construção.
Quem são esses agentes:
Gestores, professores coordenadores, orientadores, funcionários, alunos, pais e comunidade 
como um todo.
Ainda sobre a definição de projeto político pedagógico, temos que esclarecer suas três 
dimensões:
• • I – É projeto porque reúne propostas de ação concreta a executar durante determinado 
período de tempo.
• • II – É político por considerar a escola como um espaço de formação de cidadãos 
conscientes, responsáveis e críticos, que atuarão individual e coletivamente na 
sociedade, modificando os rumos que ela vai seguir.
• • III – É pedagógico porque define e organiza as atividades e os projetos educativos 
necessários ao processo de ensino e aprendizagem.
Letra c.
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040. 040. (FUNDEP/PREFEITURA MUNICIPAL DE LAGOA SANTA MG/2018) A Lei n. 3.163, de 07 
de julho de 2011, dispõe sobre a inclusão de medidas de conscientização, prevenção e 
combate ao bullying escolar no projeto político pedagógico (PPP) elaborado pelas escolas 
públicas do município de LagoaSanta. De acordo com essa Lei, analise as afirmativas a 
seguir, assinalando com V as verdadeiras e com F as falsas.
( ) Instigar atos violentos utilizando-se de meios tecnológicos é um exemplo de bullying.
( ) As escolas particulares da educação básica do município de Lagoa Santa deverão incluir 
em seu PPP medidas de conscientização, prevenção e combate ao bullying escolar.
( ) Entre os objetivos a serem atingidos com a criação da Lei n. 3.163 está o de capacitar 
docentes e equipe pedagógica para a implementação das ações de discussão, prevenção, 
orientação e solução do problema.
Assinale a sequência correta.
a) V F V
b) V V F
c) F V F
d) F F V
Para resolver utilizaremos a Lei n. 3.163, de 07 de julho de 2011.
(V) Verdadeira. Instigar atos violentos utilizando-se de meios tecnológicos é um exemplo 
de bullying. Está de acordo com o art. 2º, parágrafo único, o qual dispõe sobre exemplos 
de bullying.
(F) Falsa. As escolas particulares da educação básica do município de Lagoa Santa deverão 
incluir em seu PPP medidas de conscientização, prevenção e combate ao bullying escolar.
De acordo com o art. 1º, somente as escolas púbicas
(V) Verdadeira. Entre os objetivos a serem atingidos com a criação da Lei n. 3.163 está o 
de capacitar docentes e equipe pedagógica para a implementação das ações de discussão, 
prevenção, orientação e solução do problema. Está de acordo com o art. 3º, o qual elenca 
os objetivos a serem atingidos
Letra a.
041. 041. (PREFEITURA MUNICIPAL DE CORUMBÁ MS/FUNDATEC/2018) Tanto a elaboração do 
Projeto Político-Pedagógico quanto o Regimento Escolar, ambos são de competência:
a) Da União.
b) Do Estado.
c) Do Município.
d) Da Secretaria de Educação.
e) Da Escola.
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O Projeto Político Pedagógico
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A questão exigiu conhecimento sobre a elaboração do PPP e do Regimento escolar.
Tanto a elaboração do Projeto Político-Pedagógico quanto o Regimento Escolar, ambos são 
de competência da escola.
 Obs.: Obs.: É por meio do Regimento Escolar que são estruturadas, definidas e normatizadas 
as ações do coletivo escolar.
 Obs.: Obs.: Enquanto no PPP são apresentadas as ações educativas necessárias ao ensino e 
aprendizagem, o Regimento Escolar apresenta as normas, as “regras” que regem tais 
ações, bem como descreve o papel de cada segmento que compõe a comunidade 
escolar.
Letra e.
042. 042. (VUNESP/PREFEITURA MUNICIPAL DE GUARARAPES SP/2018) Segundo Veiga (1996), 
“O projeto político-pedagógico, ao se construir em processo democrático de decisões, 
preocupa-se em instaurar uma forma de organização do trabalho pedagógico que supere os 
conflitos, buscando eliminar as relações competitivas, corporativas e autoritárias, rompendo 
com a rotina do mando impessoal e racionalizado da burocracia que permeia as relações no 
interior da escola, diminuindo os efeitos fragmentários da divisão do trabalho que reforça as 
diferenças e hierarquiza os poderes de decisão. Desse modo, o projeto político-pedagógico 
tem a ver com a organização do trabalho pedagógico em dois níveis: com a organização 
da ________________ como um todo e com a organização da _____________, incluindo sua 
relação com o contexto social imediato, procurando preservar a visão de totalidade”.
Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas do texto
a) escola …… sala de aula
b) escola ….... reunião pedagógica
c) coordenação pedagógica…. escola
d) reunião pedagógica ….. sala de aula
e) sala de aula ….. coordenação pedagógica
Questão sobre ensino-aprendizagem nas escolas que exige do candidato conhecimentos 
acerca da construção do projeto político-pedagógico (PPP).
Segundo Veiga (1998), um projeto dessa natureza é uma construção coletiva, intencional 
e com sentido explícito que visa orientar as ações educativas da instituição tendo como 
norte um ideal de formação cidadã que esteja articulado com os interesses reais e coletivos 
da população. De acordo com essa autora, o trabalho deveria ser executado em dois níveis: 
com a organização da escola e com a organização da sala de aula. Ou seja, não se restringe 
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apenas ao trabalho do professor em sala de aula, mas também implica a imagem da escola 
e seu papel social na comunidade.
Letra a.
043. 043. (VUNESP/PREFEITURA MUNICIPAL DE GUARARAPES SP/2018) Conforme Libâneo (2004), 
o projeto pedagógico, numa perspectiva progressista, é o meio pelo qual os agentes diretos 
da escola tornam-se sujeitos históricos, capazes de intervir consciente e coletivamente nos 
objetivos e práticas de sua escola, na produção social do futuro (da escola, da comunidade, 
da sociedade). Analisando a construção do projeto político-pedagógico, Veiga, in Veiga (org. 
1995), afirma: para que ela “seja possível, é necessário
a) fundamentar esse projeto a partir de uma teoria tecnicista, a qual permita à equipe 
escolar, em especial aos docentes, desenvolver um ensino de qualidade a todos os alunos.”
b) propiciar aos professores, à equipe escolar e aos funcionários situações que lhes permitam 
aprender a pensar e a realizar o fazer pedagógico de forma coerente.”
c) atribuir maior poder ao diretor e à coordenação pedagógica para que os agentes escolares 
se constituam sujeitos históricos no processo educativo.”
d) mobilizar a equipe pedagógica e administrativa, fazendo-a trabalhar mais para assegurar 
melhor realização dos objetivos e práticas da escola.”
e) priorizar a organização do trabalho administrativo e gerencial, deixando para segundo 
plano as intervenções quanto ao trabalho pedagógico.”
De acordo com Veiga,
Para que a construção do projeto político pedagógico seja possível não é necessário convencer 
os professores, a equipe escolar e os funcionários a trabalhar mais, ou mobilizá-los de forma 
espontânea, mas propiciar situações que lhes permitam aprender a pensar e a realizar o fazer 
pedagógico de forma coerente. (VEIGA, 1995, p.15)
Letra b.
044. 044. (VUNESP/PREFEITURA MUNICIPAL DE GUARARAPES SP/2018) A escola que é autora 
de seu próprio projeto educacional caminha com clareza em direção aos objetivos que 
possui e, dessa forma, contribui para a formação do cidadão. Em uma gestão democrática, 
a elaboração do referido projeto envolve todos os participantes da escola e um de seus 
pontos mais fortes é o diálogo. Entendendo o planejamento nessa perspectiva, Veiga (1995) 
afirma que “A principal possibilidade de construção do Projeto Político Pedagógico passa 
pela relativa autonomia da escola, de sua capacidade de delinear sua própria identidade. 
Isto significa resgatar a escola como espaço público, lugar de
a) estabelecimento de critérios para desenvolver laços de amizade.”O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para JESUS SOMBRA SANTIAGO - 89483340349, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título,
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b) engajamento da maioria em proposta político-partidária.”
c) submissão de todas as decisões a votação.”
d) debate, do diálogo, fundadona reflexão coletiva.”
e) busca de soluções científicas para o futuro.”
Veiga (1995) afirma que
A principal possibilidade de construção do Projeto Político Pedagógico passa pela relativa autonomia 
da escola, de sua capacidade de delinear sua própria identidade. Isto significa resgatar a escola 
como espaço público, lugar de debate, do diálogo, fundado na reflexão coletiva.
Dessa forma, o mesmo deve ser elaborado de maneira colaborativa. Isto é, a unidade escolar 
deve determinar a maneira mais eficaz de incluir a comunidade escolar nesse processo 
de criação. Além disso, é por meio dele que a comunidade escolar provoca e fortalece um 
clima de coletividade, no qual todos que estão envolvidos possam se sentir elementos 
fundamentais para a execução dos objetivos estabelecidos.
Letra d.
045. 045. (CESPE/CEBRASPE/INSTITUTO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E ARTÍSTICO NACIONAL/2018) 
Acerca da relação entre políticas culturais e educação, julgue o item que se segue.
Em uma política cultural cujas ações estejam articuladas à dimensão educativa, a participação 
dos agentes sociais e culturais deve ocorrer de modo consciente somente na etapa de 
acompanhamento dos resultados.
Em uma política cultural cujas ações estejam articuladas à dimensão educativa, a participação 
dos agentes sociais e culturais deve ocorrer de modo consciente somente na etapa de 
acompanhamento dos resultados em todas as etapas do processo.
Os atores que participam de uma política cultural articulada à dimensão educativa devem estar 
envolvidos em todas as etapas do processo, e não somente na etapa de acompanhamento 
dos resultados.
Errado.
046. 046. (CESPE/CEBRASPE/INSTITUTO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E ARTÍSTICO NACIONAL/2018) 
Para a elaboração do projeto político pedagógico (PPP) da escola, a equipe gestora convocou os 
professores, pais de alunos, representantes dos estudantes e representantes de organizações 
não governamentais da cidade. Em uma das reuniões de planejamento, com a participação 
de todos os convocados, foram pautadas as diferenças sociais e culturais dos estudantes 
que frequentavam a escola, bem como debatidas ações apropriadas para o tratamento de 
tais diferenças no cotidiano escolar.O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para JESUS SOMBRA SANTIAGO - 89483340349, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título,
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O Projeto Político Pedagógico
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Com relação a essa situação hipotética, julgue o próximo item
A proposta de ações para tratar das diferenças existentes entre os estudantes se configura 
como construção do currículo oculto da escola.
A organização do currículo escolares se tornou muito essencial e de forma necessária, pois 
quando surgiu escolarização em massa, foi necessário padronizar o conhecimento a ser 
ensinado nas escolas, em outras palavras, deixar tudo igual as exigências dos conteúdos.
Para se construir um currículo escolar, são necessários analisar as novas práticas pedagógicas, 
refletir e levar em conta a necessidade do aluno, incluir tecnologia na prática do ensino, 
definir os padrões dos conteúdos e avaliar o desempenho atual e estabelecer as metas.
Errado.
047. 047. (INSTITUTO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E ARTÍSTICO/CESPE/CEBRASPE//2018) Para 
a elaboração do projeto político pedagógico (PPP) da escola, a equipe gestora convocou os 
professores, pais de alunos, representantes dos estudantes e representantes de organizações 
não governamentais da cidade. Em uma das reuniões de planejamento, com a participação 
de todos os convocados, foram pautadas as diferenças sociais e culturais dos estudantes 
que frequentavam a escola, bem como debatidas ações apropriadas para o tratamento de 
tais diferenças no cotidiano escolar.
Com relação a essa situação hipotética, julgue o próximo item
A metodologia de construção do PPP adotada pela instituição na situação hipotética em 
questão tem como princípio a gestão democrática.
Segundo Veiga, o PPP possui 5 princípios:
1. Igualdade
2. Qualidade
3. Gestão democrática
4. Liberdade
5. Valorização do magistério
3. GESTÃO DEMOCRÁTICA: Abrange as dimensões pedagógica, administrativa e financeira. 
Exige a compreensão em profundidade dos problemas postos pela prática pedagógica. Ela 
visa a romper com a separação entre concepção e execução, entre o pensar e o fazer, entre 
teoria e prática. Busca resgatar o controle do processo e do produto do trabalho pelos 
educadores. Todos envolvidos na comunidade escolar tem o papel de contribuir e participar 
da construção do PPP da escola.
Certo.
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048. 048. (PREFEITURA MUNICIPAL DE CAXIAS MA/INSTITUTO MACHADO DE ASSIS/2018) É 
importante garantir que o Projeto Político Pedagógico:
a) Tenha objetivos pontuais
b) Estabeleça metas temporárias para médio e longo prazos.
c) Seja pautado em estratégias que deem voz a todos os atores da comunidade escolar.
d) Preveja aspectos relativos aos valores que se deseja instituir na escola, ao currículo e à 
organização
O examinador exigiu conhecimento sobre gestão escolar cujo tema é o Projeto Político 
Pedagógico, estabelecendo na alternativa B o gabarito, pois É importante garantir que 
o projeto tenha objetivos pontuais e estabeleça metas permanentes para médio e longo 
prazos (esses itens devem ser decididos com muito cuidado, já que precisam ser válidos 
por mais tempo).
Letra b.
049. 049. (PREFEITURA MUNICIPAL DE CAXIAS MA/INSTITUTO MACHADO DE ASSIS/2018) O Projeto 
Político Pedagógico deve ser elaborado por:
a) Apenas professores
b) Apenas funcionários
c) Apenas pais.
d) Funcionários, pais, professores e alunos.
Segundo o PPP do SESI 2017,
Os grupos focais são compostos por estudantes, pais e funcionários não docentes para discussão 
das questões que geram impacto na aprendizagem e nos aspectos indispensáveis para a melhoria 
da qualidade do ensino e da educação oferecidos pela Escola. (Fonte: Projeto Político Pedagógico 
do SESI 2017)
Nesse sentido, a Letra d é a certa, pois segundo o projeto político pedagógico do SESI 2017 
os responsáveis por sua elaboração são: Funcionários, pais, professores e alunos.
Letra d.
050. 050. (PREFEITURA MUNICIPAL DE CAXIAS MA/INSTITUTO MACHADO DE ASSIS/2018) Assinale 
a alternativa INCORRETA em relação ao Projeto Político Pedagógico.
a) O Projeto Político Pedagógico deve ser compreendido como instrumento e processo de 
organização das escolas, tendo em conta as características do instituído e do instituinte.
b) O Projeto Político Pedagógico é uma metodologia de trabalho que possibilita ressignificar 
a ação de todos os agentes da instituição.O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para JESUS SOMBRA SANTIAGO - 89483340349, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título,
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c) O projeto político pedagógico é um conjunto de normas estabelecidas como uma ferramenta 
gerencial exclusivamente de dimensão pedagógica.
d) O projeto político pedagógico deve se constituir na referência norteadora de todos os 
âmbitos da ação educativa da escola.
O examinador exigiu conhecimento sobre Projeto Político Pedagógico, apresentando na 
alternativa C uma afirmaçãoincorreta, pois segundo o Projeto Político Pedagógico do SESI, 
o PPP é um instrumento teórico metodológico que visa ajudar a enfrentar os desafios do 
cotidiano da escola, não se confundindo com um conjunto de normas estabelecidas como 
uma ferramenta gerencial exclusivamente de dimensão pedagógica.
Letra c.
051. 051. (PREFEITURA MUNICIPAL DE VEREDINHA MG/COTEC/2019) A ação docente encontra 
grandes desafios em relação ao processo ensino e aprendizagem e à construção de uma escola 
comprometida com a transformação social. Analise as proposições a seguir, considerando a 
forma como se caracterizam as tarefas de uma escola pública, democrática e de qualidade, 
segundo Libâneo (1994).
I – Proporcionar às crianças e aos jovens a escolarização básica e gratuita, assegurando 
a todos as condições de assimilação dos conhecimentos sistematizados e a cada um o 
desenvolvimento de suas capacidades físicas e intelectuais.
II – Entender que o processo de assimilação de conhecimentos é resultado da reflexão 
proporcionada pela percepção prático-sensorial e pelas ações mentais que caracterizam 
o pensamento.
III – Assegurar o desenvolvimento das capacidades e habilidades intelectuais sobre a base dos 
conhecimentos científicos, de forma que estimulem o pensamento crítico e independente, 
permitam o domínio de métodos e técnicas do trabalho intelectual, bem como a aplicação 
prática dos conhecimentos na vida escolar e na prática social.
IV – Assegurar uma organização interna da escola em que os processos de gestão e 
administração e os de participação democrática de todos os elementos envolvidos na vida 
escolar estejam voltados para o atendimento da função básica da escola, o processo de 
ensino e aprendizagem.
Assinale a alternativa CORRETA.
a) Apenas I, III e IV estão corretas.
b) Apenas III e IV estão corretas.
c) Apenas II e III estão corretas.
d) I, II, III e IV estão corretas.
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A transformação social é uma das discussões propostas por José Carlos Libâneo, assim como 
a ideia de buscar uma escola pública acessível e democrática, assim, todas as assertivas 
estão corretas.
Segundo Libâneo (2007), são três os objetivos da escola:
I – a preparação para o processo produtivo e para a vida em uma sociedade técnico-informacional;
II – formação para a cidadania crítica e participativa;
III – formação ética.
Esses três objetivos associados as assertivas mencionadas conversam dentro da ótica, de que 
a escola deve buscar aplicar a ideia de intersetorialidade, que significa a união com todos os 
setores da sociedade que possibilitem a formação integral do aluno e, consequentemente, 
a qualidade do ensino.
Letra d.
052. 052. (PREFEITURA MUNICIPAL DE SANTA ROSA RS/FUNDATEC/2019) Alguns teóricos e 
práticos da educação infantil escreveram sobre a organização do ambiente escolar. Sobre 
isso, analise as seguintes assertivas:
I – Jean Piaget considerava o ambiente importante quando este proporcionava oportunidades 
de as crianças interagirem com os objetos e com os outros.
II – Na Reggio Emilia, os ateliês funcionam como uma combinação entre oficina e estúdio 
de arte.
III – Emmi Pikler considerava o ambiente escolar um fator secundário, pois o que importava 
era como as crianças eram cuidadas.
Quais estão corretas?
a) Apenas I.
b) Apenas I e II.
c) Apenas I e III.
d) Apenas II e III.
e) I, II e III.
A questão trata da educação infantil e organização do espaço escolar, destacando nos itens 
as visões de teóricos que abordaram esse tema.
Como podemos observar nesse trecho do livro de Gonzales-Mena, que trata sobre os 
fundamentos da educação infantil e sobre ambiente escolar, os itens I e II estão corretos e 
o item III, incorreto, pois ao contrário do que afirma, para o teórico Emmi Pikler o ambiente 
escolar era especialmente pensado para as crianças:
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NOTAS
1. Alguns dos grandes teóricos e práticos da educação infantil escreveram sobre a importância 
do ambiente. Loris Malaguzzi, da Reggio Emilia, considerada o ambiente um professor. Maria 
Montessori também enfatizava as qualidades de ensino do ambiente. E Jean Piaget considerava 
o ambiente importante ao proporcionar oportunidades das crianças interagirem com os objetos 
e com os outros.
Emmi Pikler pensava muito sobre o que faria parte do ambiente no Instituto Pikler; não só nos 
móveis, que eram especialmente desenhados para as crianças de cada faixa etária, mas também 
nos brinquedos pensados para encorajar a manipulação.
2. Os centros de cuidados da Reggio Emilia, na Itália, são famosos pelos seus ateliês, que funcionam 
como uma combinação de entre oficina/estúdio de arte.” (Gonzales-Mena, p.213)
Letra b.
053. 053. (FUNDATEC/PREFEITURA MUNICIPAL DE NOVO HORIZONTE/SP/2019) Segundo 
Fraboni, a etapa histórica que estamos vivendo, fortemente marcada pela transformação 
tecnológico-científica e pela mudança ético-social, cumpre todos os requisitos para tornar 
efetiva a conquista do salto na educação da criança, legitimando-a como sujeito social e 
transformando-a em:
a) Educando.
b) Figura social.
c) Ser emocional.
d) Ser cognitivo.
e) Criança.
A questão trata sobre a concepção de infância e criança que a partir da década de 90, 
com edição do ECA (Lei n. 8.069/1990) e da LDB (Lei n. 9.394/1996) passa a ser vista como 
sujeito social.
De um ser sem importância a criança passa ser um indivíduo de grande relevância na sociedade, com 
diretos e que precisa ter suas necessidades físicas, cognitivas, psicológicas, emocionais supridas.
Segundo Fraboni a etapa histórica que estamos vivendo, fortemente marcada pela “transformação”, 
tecnológico-cientifico e pela mudança ético-social, cumpre todos os requisitos para tornar 
efetiva a conquista do salto na educação da criança, legitimando-a finalmente como figura 
social, como sujeito de direitos enquanto sujeito social. (1998, pg.68).(in: A educação infantil e 
seu contexto histórico)
Com edição desses textos legais houve o fortalecimento da educação infantil, pois a 
oferta dessa etapa da educação básica se tornou obrigatória em creches e pré-escolas, 
entendendo a criança como cidadão em desenvolvimento, preocupando-se com a construção 
do conhecimento a partir das interações realizadas entre os sujeitos e entre os sujeitos 
e os objetos, defendendo a ideia de que a aprendizagem não é espontânea, já que as O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para JESUS SOMBRA SANTIAGO - 89483340349, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título,
a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.
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relações sociais possuem papel preponderante no desenvolvimento cognitivo (com base 
na perspectiva histórico-cultural do desenvolvimento cognitivo, que tem como principal 
teórico Vygotsky).
Letra b.
054. 054. (PREFEITURA MUNICIPAL DE SANTA CECÍLIA DO SUL RS/FUNDATEC/2019)
Nessa técnica obtém-se uma produção gráfica e verbal, permitindo uma análise do conteúdo 
latente e manifesto da relação do sujeito com a aprendizageme com quem a propicia. Para 
a aplicação, entrega-se uma folha em branco, um lápis preto e uma borracha e solicita-se 
que o sujeito desenhe duas pessoas: uma que está ensinando e outra que está aprendendo. 
Depois o sujeito deve falar sobre o que desenhou. A essa técnica dá-se o nome de:
a) Anamnese.
b) Pareja educativa.
c) Hora do jogo.
d) Técnica do “eu” ideal e real.
e) Coleção papel de carta.
Por meio dos jogos, o sujeito pode se manifestar, sem mecanismos de defesa, os desejos 
contidos em seu inconsciente. Para estar atento para ouvir e analisar as mensagens, do 
sujeito, algumas técnicas são realizadas. E algumas dessas técnicas é a Pareja Educativa.
Na técnica Pareja Educativa, obtém-se uma produção gráfica e verbal, permitindo uma 
análise do conteúdo latente e manifesto da relação do sujeito com a aprendizagem e com 
quem a propicia. Para a aplicação, entrega-se ao sujeito uma folha de sulfite ou seja, do 
tamanho de ofício, um lápis preto e uma borracha.
Letra b.
055. 055. (PREFEITURA MUNICIPAL DE NOVO HORIZONTE/SP/FUNDATEC/2019) Na sociedade 
da informação, a escola deve servir de bússola para navegar nesse mar do conhecimento, 
superando a visão utilitarista de só oferecer informações “úteis” para a competitividade, 
para obter resultados. Assim, o educador deve oferecer uma formação geral, em direção à:
a) Mediação escolar.
b) Orientação de estudos.
c) Pesquisa.
d) Educação integral.
e) Competição.
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Segundo Gadotti (2000, p. 8-9)
Na sociedade da informação, a escola deve servir de bússola para navegar nesse mar do 
conhecimento, superando a visão utilitarista de só oferecer informações “úteis” para a 
competitividade, para obter resultados. Deve oferecer uma formação geral na direção de uma 
educação integral. O que significa servir de bússola? Significa orientar criticamente, sobretudo 
as crianças e jovens, na busca de uma informação que os faça crescer e não embrutecer.
Letra d.
056. 056. INSTITUTO ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE E RECURSOS HÍDRICOS DO ESTADO DO ESPÍRITO 
SANTO/CEBRASPE/2010) Considerando que o planejamento é uma etapa importante em 
qualquer processo administrativo, julgue o item subsequente.
Toda instituição de ensino necessita de um projeto pedagógico, que é um instrumento 
formal, mas não interfere nem reproduz as políticas educacionais dessa instituição.
Na Gestão Democrática e Participativa, a construção coletiva do Projeto Político-Pedagógico, 
representa o elemento fundamental que caracteriza a singularidade da escola, criando sua 
identidade, seu modo de envolver todos no seu fazer pedagógico, dentro e fora dos muros 
da escola, pois o ato de educar além de transcender a todos os espaços, não limita o acesso 
ao conhecimento daqueles que desejam aprender.
Errado.
057. 057. (FUNDATEC/PREFEITURA MUNICIPAL DE NOVO HORIZONTE/SP/2019) Conforme 
Cortelazzo (2006), os professores devem trabalhar com seus alunos não só para ajudá-los 
a desenvolver habilidades, procedimentos, estratégias para coletar e selecionar informações, 
mas, sobretudo, para ajudá-los a desenvolver conceitos. Esses conceitos serão a base 
para que haja:
a) Promoção de habilidades sociais.
b) Treinamento cognitivo.
c) Construção do seu conhecimento.
d) Treino emocional.
e) Construção curricular.
Segundo Cortelazzo,
Os professores devem trabalhar com seus alunos não só para ajudá-los a desenvolverem 
habilidades, procedimentos, estratégias para coletar e selecionar informações, mas, sobretudo, 
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para ajudá-los a desenvolverem conceitos. Conceitos que serão a base para a construção de seu 
conhecimento.”(CORTELAZZO, 2006, p. 18) 1
Nessa perspectiva, o papel do professor está para além de apresentar informações e 
auxiliar ao aluno a fazer uso de estratégias para ter acesso a elas, pois, é preciso ajudá-lo a 
compreender conceitos, associar conceitos já conhecidos a conceitos novos, possibilitando 
que ele desenvolva autonomia e construa conhecimento.
Letra c.
058. 058. (PREFEITURA MUNICIPAL DE RONDA ALTA RS/FUNDATEC/2019) Assinale V, se verdadeiro, 
ou F, se falso, aos benefícios da inversão, segundo Bergmann:
( ) Ajuda os estudantes que enfrentam dificuldades.
( ) Ajuda alunos com diferentes habilidades a se superarem.
( ) Cria condições para que os alunos pausem e rebobinem o professor.
( ) Diminui a interação professor-aluno.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
a) V – F – V – F.
b) V – V – V – F
c) F – V – F – V.
d) F – F – F – V.
e) V – V – V – V.
A sala de aula invertida que é conhecida por flipped classroom, ela é muito importante e 
desafiador para a inovação do processo de ensino e aprendizagem. A lógica dessa inovação 
é de inversão, a organização da sala de aula é invertida.
O objetivo da aula invertida é que o aluno absorva o conteúdo por meio virtual para assim 
que estiver na sala presencial, ele já esteja ciente do assunto que será desenvolvido.
Alguns benefícios que a aula invertida irá trazer:
• • Os alunos que têm dificuldades, serão beneficiados, pois irá haver maior interatividade, 
como também irá adquirir conhecimento prévio antes de ser abordado o assunto;
• • Quanto mais troca de conhecimento e maior interatividade, maior a superação desses 
alunos com habilidades diferentes;
• • O papel do professor é fundamental nesses processos de intermediação, mas a inversão 
vai criar condições para os alunos se desenvolvam e comece a caminhar com por si;
1 CORTELAZZO, Iolanda Bueno de Camargo, ROMANOWSKI, Joana Paulin. Pesquisa e Prática Profissional – Materiais Didá-
ticos. Curitiba: IBPEX, 2006.O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para JESUS SOMBRA SANTIAGO - 89483340349, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título,
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Não haverá diminuição na relação professor e aluno, pelo contrário, irá aumentar, pois o 
papel docente é importante para o desenvolvimento do aluno.
Letra b.
059. 059. (PREFEITURA MUNICIPAL DE RONDA ALTA RS/FUNDATEC/2019) O docente assume um 
papel ativo na formação de seus alunos, auxiliando e incitando a reconstrução dos esquemas 
de pensamento, sentimento e comportamento de cada indivíduo. Essa concepção inclui:
a) A manipulação do pensamento estudantil.
b) O despertar da ativa participação intelectual do próprio educando.
c) O treino das habilidades sociais.
d) A quebra de paradigmas culturais.
e) O conceito de educação integral.
Segundo Groppa (1997), o desenvolvimento de atividades que ampliem a aprendizagem 
faz-se importante, através dos jogos e da tecnologia que está ao alcance de todos. Com 
isso, há a busca da integração dos interesses, raciocínio e informações que fazem com que 
o aluno atue operativamente nos diferentes níveis de escolaridade. Por isso, a educação 
deve ser encarada como um processo de construção do conhecimento que ocorre como 
uma complementação, cujos lados constituem de professor e aluno e o conhecimento 
construídopreviamente.
Letra b.
060. 060. (IDHTEC/PREFEITURA MUNICIPAL DE MACAPARANA PE/2019) A proposta pedagógica de 
uma escola pública de ensino fundamental adota como metodologia de ensino a participação 
ativa do estudante de forma problematizadora, interativa e dialógica. Um exemplo dessa 
prática está em:
I – Rodas de discussão de temática como discriminação, a partir de uma situação-problema 
apresentada.
II – Construção das normas de disciplina por professor e estudantes.
III – Leitura das etapas do projeto cultural que será desenvolvido pelos alunos e que foi 
pensado e elaborado pelo professor.
IV – Articular a vivência de datas comemorativas com conteúdos de Direitos Humanos de 
forma transversal.
Estão corretas:
a) I e II
b) I, II, IV
c) II e IV
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d) II e III
e) Todas
A questão nos permite analisar sobre a proposta pedagógica da escola pública, e nesse 
contexto deve ser levado em consideração que a mesma visa uma educação participativa, 
democrática, construtiva e interativa.
I – Certa. A alternativa está correta, pois diante uma educação participativa e interativa 
podemos mencionar a prática em sala de aula com rodas de discussão de temática como 
discriminação, a partir de uma situação-problema apresentada.
II – Certa. A questão citada nos permite analisar que diante uma educação participativa 
mencionar a prática da construção das normas de disciplina por professor e estudantes.
III – Errada. A alternativa apresenta erro pois contraria a ideia de uma educação participativa 
e interativa quando se menciona que as etapas do projeto cultural serão pensado e elaborado 
pelo professor.
IV – Certa. A alternativa está correta visto que diante uma educação interativa e 
problematizadora possibilitar e articular a vivência de datas comemorativas com o conteúdo 
de Direitos Humanos de forma transversal se faz necessária e imprescindível na prática 
educativa.
Letra b.
061. 061. (SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO E ESPORTE DO ACRE/IBADE/2019) As regras 
do contrato didático são:
a) contrassensoais
b) explícitas e implícitas.
c) indevidas e intransigentes.
d) apenas implícitas.
e) apenas explícitas
Podemos mencionar que as regras do contrato didático podem ser nomeadas como regras 
explícitas e implícitas.
Podemos citar que o contrato didático é o conjunto de regras que determinam o que cada 
elemento da relação didática deverá fazer e que será, de uma maneira ou de outra, válido 
para o outro elemento.
As regras implícitas são aquelas não ditas, mas que se manifestam regularmente no ambiente 
educativo e as explícitas são aquelas elaboradas diante as situações de aprendizagem.
Letra b.
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062. 062. (IBADE/SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO E ESPORTE DO ACRE/2019) Atividades 
desenvolvidas através de agrupamentos produtivos provocam no aluno uma postura:
a) imperativa
b) ativa
c) introspectiva
d) passiva
e) reativa
A questão nos permite analisar sobre os conceitos do agrupamento produtivo em sala de aula. 
Diante dessa premissa podemos analisar o mesmo como uma estratégia a ser implementada 
pelo professor, de modo a auxiliar os alunos em seu processo de ensino-aprendizagem.
Diante essa conceituação podemos considerar o agrupamento produtivo como ferramenta 
positiva, onde os educandos se desenvolvem ativamente, pois os mesmos aprendem diante 
um processo de interação entre sujeito e objeto.
A alternativa correta, pois, se refere as ideias trazidas pelo conceito de agrupamento produtivo 
em sala de aula. Podemos considerar tal estratégia imprescindível na prática educativa, pois 
a mesma possibilita o desenvolvimento de habilidades cognitivas e interpessoais, assim 
como de uma postura ativa no processo de ensino-aprendizagem.
Letra b.
063. 063. (VUNESP/PREFEITURA MUNICIPAL DA ESTÂNCIA TURÍSTICA DE OLÍMPIA (SP/2019) Levar 
o aluno a aprender a aprender é uma bandeira que ressurge nos dias atuais, afirma Weisz. 
Para isso, de acordo com a autora, é preciso considerar que
a) a escola precisa sistematicamente trabalhar o aluno para que ele adquira essa condição, 
que está diretamente relacionada ao domínio de conhecimentos tradicionais, que elevam 
culturalmente o aluno.
b) todo sujeito, egresso de um sistema educacional, domina os conhecimentos necessários 
para construir estratégias a partir do que sabe, para alcançar novos conhecimentos.
c) na verdade, a escola tem um papel social definido, deve ensinar os conteúdos planejados 
e não haveria tempo ou condição para se dedicar a mais essa tarefa.
d) o aluno precisa dominar conhecimentos de diferentes naturezas, e desenvolver a capacidade 
de estabelecer relações inteligentes entre os dados, as informações e os conhecimentos 
já construídos.
e) o aluno precisa ser atendido por profissionais que conheçam e desenvolvam essa técnica 
na escola, devidamente articulada com o projeto político-pedagógico, ao longo de todo o 
percurso escolar.
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Segundo Weisz (2002), para aprender a aprender é preciso já ter aprendido muita coisa, dominar 
conhecimentos, ser capaz de relacionar conhecimentos prévios a conhecimentos novos, ou 
seja, estabelecer relações inteligentes entre dados, informações e o os conhecimentos já 
construídos.
Nesse sentido, é necessário desenvolver autonomia no processo de construção do 
conhecimento, dominar as ferramentas necessárias para buscar informações e adquirir 
habilidades que possibilitem a aprendizagem permanente.
Letra d.
064. 064. (PREFEITURA MUNICIPAL DA ESTÂNCIA TURÍSTICA DE OLÍMPIA SP/VUNESP/2019) Antunes 
(2006), em seus estudos sobre as inteligências múltiplas, afirma que os dois hemisférios 
do cérebro se especializam de maneira desigual e para cada tipo de inteligência ao longo 
do desenvolvimento humano. Constatando esse fato, neurobiólogos criaram um mapa que 
chamaram janelas de oportunidades, indicando os períodos em que a criança está mais 
aberta para o desenvolvimento de cada uma das inteligências. De acordo com o autor, o 
período do nascimento aos 10 anos é propício ao desenvolvimento da inteligência linguística 
ou verbal, que deve ser estimulado, proporcionando à criança
a) atividades físicas e jogos operatórios que explorem noções de lateralidade e de posição, 
natação, judô, bem como alfabetização cartográfica.
b) canto e brincadeiras de aprender a ouvir sons naturais, sons da natureza e sons das 
palavras, e criar o hábito de ouvir música, quando a criança estiver brincando ou comendo.
c) contato com muitas palavras novas, participar de conversas estimulantes, construir, 
com palavras, imagens sobre a composição de objetos e aprender uma língua estrangeira.
d) atividades que estimulem o desenho e envolvam a descoberta de escalas presentes em 
todas as fotos e nos desenhos mostrados.
e) estímulo à percepção dapossibilidades.
Observa-se diante da fala do autor que os professores, ao fazerem uso das mídias digitais, 
encontram um suporte de apoio por meio da internet que proporciona um caminho mais 
rápido e fácil para elaborar as atividades dos seus alunos, assim como sua comunicação 
tanto individual como em grupos dentro e fora do sistema educacional.
Assim, em uma sociedade moderna em todas as circunstâncias sabemos que a tecnologia 
digital é uma primordialidade mundial, e que a unidade escolar deve estar elaborada para 
preencher os requisitos da realidade atual, uma vez que todos nós que fazemos parte da 
instituição escolar temos o dever de conhecer as novas exigências que o mundo nos oferece.
A sociedade está constantemente em busca de tecnologias avançadas, e diante disso vê-
se a prioridade da inclusão das TIC nas instituições escolares que busquem uma melhoria no 
modo de transmitir o conhecimento para auxiliar no aprendizado do aluno e, dessa forma, 
procurando ampliar os métodos de ensino que proporcione para os alunos um ambiente 
interativo, participativo, dinâmico no processo de ensino-aprendizagem.
Assim, compreende-se que a utilização de computadores nas escolas vem rompendo 
barreiras e se desenvolvendo de forma positiva quanto à importância do reconhecimento 
do seu uso benefício para explorar as habilidades e competências diversas, organizando e 
tornando fácil o desempenho no aprendizado do aluno.
Uma escola informatizada tem um papel representativo na educação, um meio, um 
canal de comunicação. a presença do computador na sala de aula torna-se um ato de 
aprendizagem, onde se tende a ser mais ativo e participativo, estimula ao aprendizado 
e o seu interesse e motivação para descobrir as informações que desejam isso acontece 
quando o mesmo é usado pelo aluno de forma responsável.
Nessa sociedade em que muitos estão em sintonia com as tecnologias, os professores 
têm em mente que a implantação da informática no ambiente escolar é importantíssima, e 
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colabora de modo geral para a composição de materiais midiáticos para auxiliar no processo 
de ensino-aprendizagem dos seus alunos.
Diante disso, o computador passa a ser uma ferramenta na produção do conhecimento 
gerando inúmeras possibilidades para que os indivíduos busquem suas idealizações, pois em 
uma visão geral do sistema educacional, observa-se que o Brasil precisa muito melhorar e 
ampliar a capacitação dos professores para que os mesmos estejam prontos para transmitir 
aos seus alunos conhecimento e que as escolas de fato estejam prontas e equipadas para 
oferecer qualidade e oportunidade para todos.
Assim sendo, as tecnologias digitais são recursos tecnológicos que se incorporam 
proporcionando uma comunicação diversificada modificando o sistema de ensino. E vem 
cooperando com um diferencial muito produtivo, que melhora a interação entre professor e 
aluno, melhorando o modo de transmitir e aprender. Tornando-se uma tecnologia utilizada 
para agregar, contribuir e dividir informações, assim, as TIC auxiliam para um melhor 
desenvolvimento quando usada em prol da educação, unindo-se aos métodos mais utilizados 
como giz, quadro, livros e jogos lúdicos pedagógicos abrilhantando ainda mais a aprendizagem.
A inclusão das TIC em sala de aula contribui de forma significativa no desempenho 
do conhecimento do aluno para que possa transformar a compreensão quanto aos 
questionamentos e inovações no processo de aprender em conjunto. Não podemos esquecer 
que o processo de aprender em conjunto ajuda a descobrir novas relações e desafiar regras, 
agir com improviso e pôr ao lado novos detalhes e outras atividades e deixando-as mais 
diferentes e inovadoras.
As TIC oferecem aos alunos a construção de seus saberes diante da comunicabilidade e 
interligações com o mundo de diversidade, o qual não existe limitações sociais e culturais o 
que tornam o conhecimento e as experiências uma constante. Seguindo esse entendimento, 
constata-se que as mídias digitais são geradoras de meios dinâmicos de ensino-aprendizagem, 
a importância de quando bem usadas, possibilitando o fortalecimento e o desenvolvimento 
das práticas pedagógicas modernas em todas as esferas escolares.
Na sociedade moderna em que estamos inseridos, em que a mão de obra humana está 
ficando de lado e dando o lugar às máquinas, pois cabe nesse momento ao ser humano o 
dever de ser crítico e criativo, ter uma boa observação e excelentes ideias. É nessa era da 
informática que se torna indispensável que os indivíduos saibam e consigam distinguir o 
que há de importante e fundamental.
É preciso deixar claro que as tecnológicas não podem se tornar uma ferramenta principal 
para o processo de ensino-aprendizagem, mas sim, um mecanismo que proporcione a 
mediação entre aluno, professor e saberes escolares; com isso, são imprescindíveis que 
possa ser superado a didática da pedagogia tradicional é, introduzindo o novo (a educação 
moderna com a transformação digital) ao velho (a educação tradicional com livros, giz e 
quadro negro).
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Dessa forma, entendemos que, a introdução das TIC no espaço escolar, vai depender da 
formação do professor em um entendimento que venha trazer um avanço na maneira de 
pensar e rever os conceitos para transformar o ensino em aulas dinâmicas e desafiadoras 
com o auxílio das tecnologias.
Além do que, proporciona o favorecimento e o desenvolvimento da aprendizagem, e ainda 
dar oportunidade para um melhor domínio no campo da comunicação proporcionando aos 
alunos a ocasião favorável da construção e compartilhamento do conhecimento, deixando-
os pessoas democráticas que aprendem a reconhecer as competências de cada um.
Para que os meios tecnológicos estejam presentes na vida escolar, é necessário que 
os alunos e professores saibam usar de maneira correta, é um elemento substancial, é a 
elaboração e atualização de professores, de maneira que a tecnologia seja introduzida de 
fato no currículo escolar, e não seja percebida apenas como uma ferramenta de auxílio 
complementar ou um aparato marginal.
Com a chegada das TIC e com uma geração nova de alunos em uma era cibernética, 
gestores, professores, funcionários, alunos e seus familiares tendem a difundir o ambiente 
escolar em um ambiente democrático e fomentador de ações educativas que repasse as 
fronteiras da sala de aula, influenciando todos a observarem o mundo como muito além dos 
muros escolares, apreciando diariamente os pensamentos e princípios de todos. A figura 
do professor tende a ser inteligente para conseguir identificar as divergentes maneiras de 
cogitar as curiosidades dos alunos sem que eles estabeleçam o seu modo de pensar.
Para tanto, a utilização das TIC nas escolas requer novas formas de comunicação, de ensinar 
e aprender, facilitando o aprendizado dos que estão com dificuldade de aprendizagem. As 
máquinas (computadores) e programas (software) em sala de aula não podem ser usados por 
apenas um professor ou disciplina, mas sim deve ser notada como um recurso de auxílio do 
professor na ligação dos conteúdos curriculares, seu objetivo não está somente nas habilidades 
de digitação ou em concepçõestemperatura e do movimento do ar e da água, bem como o 
brincar de descobrir a chuva, o mar e o vento.
A teoria das inteligências múltiplas de Gardner, defende que o sujeito possui inteligências 
múltiplas e que estas se manifestam de forma diferente em cada um dos indivíduos. Celso 
Antunes, na obra “Inteligências Múltiplas e seus estímulos” apresentou um quadro destacando 
os períodos de mais abertura para as “janelas de oportunidades”, descritas na questão.
Para o desenvolvimento da inteligência linguística ou verbal, destaca como janela de 
oportunidade o período do nascimento aos 10 anos o qual deve ser estimulado, proporcionando 
às crianças,
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[...] ouvir muitas palavras novas, participar de conversas estimulantes, construir com palavras 
imagens sobre a composição com objetos, aprender, quando possível, uma língua estrangeira. 
(p.22). 
Letra c.
065. 065. (FUNDATEC/PREFEITURA MUNICIPAL DE ÁGUA SANTA RS/2019) O erro e o fracasso 
escolar geralmente são ligados à reprovação do aluno, mas o erro faz parte do aprendizado 
e possibilita uma melhor oportunidade de crescimento diante das situações no cotidiano 
escolar. É ideal que o professor não tenha a visão do erro como indício do fracasso, mas, sim, 
uma postura comprometida com a concepção do erro construtivo, o que significa encarar 
o conhecimento produzido pelo educando em processo de construção. Nesse sentido, faz 
parte da tarefa docente não apenas ensinar conteúdos, mas:
I – Ensinar a refletir.
II – Compreender a realidade.
III – Participar das suas mudanças.
Quais estão corretas?
a) Apenas I.
b) Apenas II.
c) Apenas III.
d) Apenas I e II.
e) I, II e III.
I – Certo. Este é um dos objetivos do trabalho docente sob a perspectiva de uma avaliação 
inclusiva. Uma visão que não puna os alunos por seus erros, mas que a partir desses erros 
o professor busque maneiras para que esse aluno reflita sobre isso e aprenda a evoluir.
II – Certo. O professor deve buscar meios para orientar seus o aluno para que estes por meio 
dos conteúdos trabalhados de forma contextualizados compreendam a realidade vivida.
III – Certo. A partir do momento em que o professor por meio do seu trabalho alcance de 
forma significativa seus alunos, estes por meio do conhecimento modificar sua compreensão 
de mundo e eleva sua capacidade de intervir na casa vivida.
Letra e.
066. 066. (FUNDATEC/PREFEITURA MUNICIPAL DE ÁGUA SANTA RS/2019) “A caracterização da 
didática como mediação do processo de ensino-aprendizagem não abandona a clássica 
metáfora do triângulo didático, mas o amplia” (LIBÂNEO, 2012). Assim, os três componentes 
do ato didático são:
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a) O professor, o aluno e a matéria.
b) O planejamento, a aula e a avaliação.
c) Os objetivos, a metodologia e a avaliação.
d) O ensino, a aprendizagem e os conteúdos.
e) Os conteúdos, os recursos e a metodologia.
A Didática é uma área da pedagogia que tem o objetivo de utilizar métodos e técnicas 
durante a aplicação da aula. Esses métodos e técnicas são importantes, pois facilita o 
entendimento do aluno acerca do assunto abordado e além disso pode motivar tanto aluno 
como professores, pois a interação entre professor e aluno é fortalecida.
Os elementos que formam a tríade didática são, o professor, o aluno e a matéria, que juntos 
esses três elementos são importantes para que a aprendizagem aconteça:
O Professor, pois é ele que transmite conhecimento ao aluno.
O Estudante, pois é ele quem recebe o conhecimento.
A Matéria, pois é nela que consta o conhecimento, ou seja, o conjunto de informações.
Letra a.
067. 067. (FAUEL/PREFEITURA MUNICIPAL DE HONÓRIO SERPA/PR/2019) Todas as características 
abaixo podem ser atribuídas à abordagem comunicativa, EXCETO:
a) Ênfase no papel do professor como único transmissor do conhecimento.
b) Introdução de textos autênticos na situação de aprendizagem.
c) Intensificação das experiências pessoais do aluno como elementos importantes na 
contribuição para a aprendizagem em sala de aula.
d) O ato de vincular a aprendizagem de línguas na sala de aula com a ativação da linguagem 
fora da sala de aula.
Essa é uma característica da pedagogia da escola tradicional. Uma das características da 
abordagem comunicativa é a interação do aluno tanto na língua como no seu processo de 
aprendizagem.
As características da abordagem comunicativa listada por Nunan apud Brown (1994) são 
as seguintes:
• • uma ênfase no aprender a comunicar-se através da interação com a língua-alvo;
• • a introdução de textos autênticos na situação de aprendizagem;
• • a provisão de oportunidades para os alunos, não somente na linguagem, mas também 
no processo de sua aprendizagem;
• • uma intensificação das próprias experiências pessoais do aluno como elementos 
importantes na contribuição para aprendizagem em sala de aula; e
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• • uma tentativa de ligar aprendizagem da linguagem em sala de aula com a ativação 
da linguagem fora da sala de aula.
Letra a.
068. 068. (CESPE/CEBRASPE/PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO CRISTÓVÃO SE/2019) A respeito do 
planejamento e da execução de aulas de educação física na educação básica, bem como de 
práticas pedagógicas adequadas ao ensino fundamental, julgue o item subsecutivo
Os professores possuem autonomia para realizar suas práticas pedagógicas, exercendo 
sua autoridade docente.
Na prática, sem autonomia do professor nas aulas de educação física, esta não se realiza 
na forma como se propõe, sendo necessário atrelar aquilo que consta no currículo com a 
autonomia docente.
Certo.
069. 069. (CESPE/CEBRASPE/PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO CRISTÓVÃO SE/2019) A sala de 
aula é o lugar em que há uma reunião de seres pensantes que compartilham ideias, trocam 
experiências, contam histórias, enfrentam desafios, rompem com o velho, buscam o 
novo, enfim... há pessoas que trazem e carregam consigo saberes cotidianos que foram 
internalizados durante sua trajetória de vida, saberes esses que precisam ser rompidos para 
dar lugar a novos saberes. O aluno precisa se apropriar das informações que circulam nos 
meios sociais e culturais para transformá-las em conhecimento. Não podemos perder de 
vista que essas informações devem fazer sentido para a vida desse sujeito, para que ele possa 
ser articulado com suas ações, seus objetivos e seus sonhos e outras aspirações que tenha
Considerando o fragmento de texto precedente, julgue o próximo item, a respeito dos 
modos de aprender em contextos educacionais e da organização do processo didático.
A utilização das metodologias de ensino e aprendizagem problematizadora, colaborativa 
e argumentativa favorece que os estudantes se apropriem das informações que circulam 
nos meios sociais e culturais e as transformem em conhecimentos que façam sentido em 
suas vidas.
Desimples de como funciona o computador, a sempre uma gama de 
circunstâncias que deve ser conhecida minuciosamente tanto pelo aluno quanto pelo professor.
Em uma sociedade moderna tem-se à disposição muitas mudanças e inovações 
tecnológicas para ser utilizada no ambiente escolar, a que se encontra em conformidade 
com uma sociedade pautada na comunicação e informação, visto que, por intermédio 
desses meios temos a viabilidade virtual de ter acesso a vários tipos de informações em 
todo mundo, porque a nova era digital oferece muitos benefícios em se tratando de avanços 
científicos, educacionais, comunicação e conhecimento.
Do contrário, funde-se uma imaginação de democracia e de comunicação em uma real 
circunstância que é, sem dúvida, criada pelas mídias sociais e os proprietários da autoridade. 
Assim, esperamos ter colaborado para tornar cada dia maior à observação crítica quanto à 
utilização das TIC em sala de aula transmitindo as reais necessidades de indagar os meios 
tecnológicos não só como um simples auxílio no processo de ensino-aprendizagem ou meios 
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que associam os conjunto de valores, conhecimentos, habilidades e atitudes, mas sim como 
um novo método de aprendizagem que disponibiliza uma nova forma de aprendizagem e 
rompe com a ideia de modelo tradicional instituindo outra prática comunicacional.
O professor deve desenvolver em suas práticas educativas atividades mais atrativas 
como também jogos e vários outros recursos tecnológicos para que as crianças desenvolvam 
suas habilidades, conhecimentos e sua capacidade de aprender, com base nessas novas 
tecnologias.
Para se trabalhar com essas tecnologias dentro da Educação Infantil é necessário certo 
planejamento sistematizado, mesmo que para essas crianças seja somente uma brincadeira, 
para o educador é um recurso que vale muito. Assim, os mesmos vão se acostumando e se 
adaptando com as atividades propostas com base nas tecnologias.
Hoje em dia, podemos perceber que as TIC se encontram em todos os lugares do campo 
educacional; com isso, os professores têm a necessidade de manter-se atualizado diariamente, 
pois vivemos em uma sociedade de constantes transformações e que tivéssemos políticas 
públicas que possibilitasse rever os programas curriculares das escolas e a sua infraestrutura 
para dar mais oportunidade ao ensino infantil que é a base de suma importância para a 
criança aprender a interagir, pesquisar e opinar.
As mudanças na educação dependem também dos alunos. Alunos curiosos e motivados 
facilitam enormemente o processo, estimulam as melhores qualidades do professor, tornam-
se interlocutores lúcidos e parceiros de caminhada do professor-educador. Alunos motivados 
aprendem e ensinam, avançam mais, ajudam o professor a ajudá-los melhor. Alunos que 
provêm de famílias abertas, que apoiam as mudanças, que estimulam afetivamente os 
filhos, que desenvolvem ambientes culturalmente ricos, aprendem mais rapidamente, 
crescem mais confiantes e se tornam pessoas mais produtivas.
Portanto, ambos se tornam figuras importantes em uma sociedade moderna na qual a 
tecnologia domina todos os espaços, e dessa forma o aprendizado passa a ser visto como 
um ato liberal, levando os alunos a exprimirem-se através de palavras, gestos, atos; suas 
ideias e suas conversas em conjunto torna-se melhores, visto que dessa maneira o educador 
se torna um facilitador da comunicação, das relações dentro da sala de aula, diferente do 
educador que só traz informações e conteúdos e que só ele domina os conhecimentos. 
Olhando por outro ângulo, isso traz para o professor uma centralidade nos seus atos e 
pensamentos para que aquelas aulas tradicionais fiquem um pouco de lado e ele pense 
em enriquecer e dinamizar suas aulas, e que ele se sinta mais seguro e menos estressado 
para as novas mudanças de introduzir as TIC em sala de aula.
A tecnologia se faz presente na sociedade desde muito tempo, porém, ocorre um avanço 
nas quais essas ferramentas são aprimoradas para uma melhor utilização, em se tratando da 
educação esses recursos tecnológicos vem se aperfeiçoando para um melhor desempenho 
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tanto dos professores quanto dos alunos, favorecendo uma troca de informações e uma 
comunicação mais abrangente.
Com o crescimento das ferramentas tecnológicas cada vez mais em evidência no nosso 
cotidiano, torna-se essencial que os professores estejam qualificados e atentos a esses 
avanços, para que assim possam tornar o ensino no que se refere às novas Tecnologias da 
Informação e Comunicação satisfatório e de qualidade no processo educacional. Importante 
ressaltar que as crianças desde muito cedo já passam a ter contato com essas ferramentas 
e tanto à família quando a escola tem o papel de orientá-las quando ao uso das mesmas.
É preciso que o professor esteja preparado para utilizar-se desses recursos no processo 
escolar, adequando-se e superando os desafios encontrados a fim de proporcionar aos 
alunos um ensino de qualidade, atendendo às dificuldades e habilidades dos discentes.
A escola e o professor que buscam com as TICs provocar mudanças precisam assumir 
um novo perfil e uma formação adequada para que possam utilizar as novas tecnologias 
de forma que contribuam para uma educação de qualidade. Embora esse cenário para 
muito seja desconhecido, para os alunos é algo que faz parte do seu cotidiano e utilizam de 
forma natural, pois o contexto atual encontra-se muito voltada para o uso de ferramentas 
e mídias tecnológicas.
A Política de Inovação Educação Conectada tem como princípios ações como equidade das 
condições entre as escolas públicas da educação básica para uso pedagógico da tecnologia; 
autonomia dos professores quanto à adoção da tecnologia para a educação; estímulo ao 
protagonismo do aluno; amplo acesso aos recursos educacionais digitais de qualidade, 
entre outros.
A Tecnologia da Informação e Comunicação consiste em recursos que possibilitam 
uma comunicação em vários âmbitos e em diferentes processos, podendo ser utilizadas 
na educação favorecendo no processo do ensino aprendizagem dos alunos bem como 
contribuindo na metodologia utilizada pelo professor.
Se tratando de informação e comunicação na Educação, as TICs possibilitam ao professor 
um melhor envolvimento dos alunos, já que as mesmas funcionam como recursos dinâmicos, 
interativos, que atraem a atenção dos alunos, pois por ser algo que faz parte do cotidiano 
dos alunos, onde muitos têm acesso a alguma ferramenta tecnológica, sentem-se mais 
motivados a participarem de atividades que envolvam mídias tecnológicas ou alguma 
ferramenta.
É essencial que a formação docente seja trabalhada de maneira significativa e satisfatória 
no sentido de orientá-lo no que se refere ao uso das Tecnologias da Informação e Comunicação 
na Educação, como o professor pode utilizar a tecnologia a favor do ensino aprendizagem 
dos alunos, como também aperfeiçoar e nortear as práticas e métodos utilizados pelo 
docente na sala de aula, na orientação dos alunos enquanto ao uso das TICs em prol do 
desenvolvimento cognitivo, social e cultural da criança.
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A visão que o professor terá da criança e do seu desenvolvimento cognitivo norteará 
muito na escolha das suas práticas, pois, se o professor pensa a criança como um ser 
passivo no processo do ensino aprendizagem, ou enxerga a infância como uma fase de 
pouca importância no desenvolvimento do ser humano, possivelmente suas práticas serão 
tradicionais e reprodutivas onde a criança não terá oportunidades de viver seu contexto 
atual e tão pouco contribuirão para a formação de um sujeito crítico e social.
Tendo em vista a criança como um ser ativo no processo da aprendizagem, como alguém 
com características próprias, ou ver a infância como uma fase inicial de grande importância 
na construção do ser humano ativo e crítico na sociedade da qual faz parte, o professor 
terá uma postura na mediação do conhecimento de forma a contribuir significativamente 
para o desenvolvimento do aluno e buscará levar para sala de aula práticas que valorizem 
as características das crianças.
Utilizar-se de recursos tecnológicos no processo de ensino aprendizagem, torna-se 
cada vez, mas necessário, pois torna as aulas mais dinâmicas, atrativas, como proporciona 
aos alunos uma forma diferente de ensino. Para que de fato isso ocorra e se concretize de 
maneira que todos que estão envolvidos nesse processo sintam-se satisfeitos e beneficiados, 
a questão das TICs deve ser bem desenvolvida, a forma de ensinar e aprender podem ser 
beneficiados por essas tecnologias, como exemplo, a Internet, que oferece e traz uma 
diversidade de informações, mídias e softwares, que auxiliam na aprendizagem.
As práticas pedagógicas quanto ao uso dos aparelhos tecnológicos, devem levar em 
conta as dificuldades e os desafios que o docente enfrenta quanto ao uso das Tecnologias 
da Informação e Comunicação, e de que forma as supera para que o ensino não seja afetado 
ou insatisfatório, levando em conta suas práticas e metodologias em sala de aula no que 
se refere o tema.
Desta forma é de suma importância compreender como o professor do ensino fundamental 
utiliza a tecnologia a favor do ensino aprendizagem dos alunos, como também quais as 
práticas e métodos são utilizados pelo docente na sala de aula, na orientação dos alunos 
enquanto ao uso das TICs em prol do desenvolvimento cognitivo, social e cultural da criança.
Por meio do uso das TICs os professores podem aproximar os conteúdos estudados com 
a vida cotidiana do aluno, tornando a escola um ambiente mais interessante com vários tipos 
de fontes de informação e comunicação na produção e no aprendizado dos alunos, fazendo 
com que os discentes aprendam de maneira prazerosa, de forma lúdica e tornando o aluno 
um utilizador dessas ferramentas, capaz de utilizá-las para a sua formação e aprendizagem.
Outro ponto está na capacitação dos professores, pois os alunos estão quase sempre 
familiarizados para a utilização das tecnologias, enquanto por outro lado as maiorias dos 
docentes não estão preparados ou qualificados. Destaca também que as aulas dadas 
tradicionalmente estão gerando desinteresse nos alunos, pois os mesmos atualizam-se 
de informações por meio dos aparelhos tecnológicos, e com o despreparo por meio dos 
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professores, torna-se um desafio para os mesmos inteira-se com a cultura tecnológica 
para o processo de ensino-aprendizagem.
É preciso que na formação o professor adquira conhecimento básico de informática, 
pedagógicos, para que aprendam integrar a tecnologia da informação e comunicação a 
proposta pedagógica, que conheçam e saibam lidar com esse novo educando, revendo suas 
práticas e utilizando-se de maneira positiva das ferramentas tecnológicas, aproveitando 
as potencialidades dos equipamentos, atualizando-se constantemente pois o professor 
assume o papel de mediador no processo ensino aprendizagem.
As escolas devem utilizar-se das TICs como meios de aprendizagem no currículo escolar, 
pois podem ser utilizadas nos trabalhos extracurriculares, ou como complemento didático 
nas disciplinas, quando são articuladas a uma prática formativa que leva em conta os 
saberes que os alunos possuem, associando aos conhecimentos escolares, facilitam e são 
essenciais para a construção dos saberes, favorecendo aprendizagem e desenvolvimento, 
oportunizando melhor domínio na área da comunicação possibilitando que os mesmos 
construam e partilhem conhecimentos.
Quando não se há um uso adequado das ferramentas e mídias tecnológicas, os conteúdos 
apresentados por meio desse recurso tornam-se apenas um entretenimento para os alunos. 
Não havendo um aproveitamento das TICs o ensino aprendizagem torna-se insatisfatório, 
pois é necessário um uso adequado para que os alunos possam aprender por meio da 
utilização das ferramentas tecnológicas melhorando o processo de ensino.
A prática docente está muitas vezes relacionada a formação do professor e de que 
maneira procuram qualificar-se profissionalmente para desempenhar sua função com 
qualidade e satisfação em prol do ensino aprendizagem.
A capacitação dos professores no processo do ensino com a implantação das TIC’s torna-
se essencial para que suas práticas sejam planejadas de modo que os aparelhos tecnológicos 
sejam utilizados como ferramentas de apoio nas aulas. As professoras participantes da 
pesquisa apontaram como se qualificaram durante sua formação pedagógica e formação 
continuada no que se refere o uso das Tecnologias da Informação e Comunicação na educação.
Renovar as práticas pedagógicas é de suma importância para que os professores possam 
adotar uma postura coerente na utilização das ferramentas tecnológicas, fazendo com que 
as mesmas auxiliam nas aulas, proporcionando mais dinamismo nas aulas e na explanação 
dos conteúdos apresentados, tornando a aula mais prazerosa e aperfeiçoando sua prática.
Buscar meios de qualificar-se, fazer uma reciclagem profissional, desenvolver novas 
práticas, é fundamental nos dias atuais, visto que as transformações ocorrem tão rapidamente 
devido os avanços tecnológicos e a maneira como as informações encontram-se disponíveis 
ao acesso de todos. Os professores devem atentar-se aos avanços e utilizá-las a favor da 
educação e do desenvolvimento dos alunos.
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É notável a dificuldade que muitas instituições passam no que diz respeito a equipamentos 
tecnológicos para auxiliar no ensino aprendizagem dos alunos como também no que se 
refere às práticas pedagógicas com emprego dos recursos e ferramentas tecnológicas. Por 
vezes as escolas públicas dispõem de poucos equipamentos para o uso dos professores e 
alunos, outros casos na formação os professores não tiveram um preparo adequado para 
utilizarem da melhor forma os equipamentos.
A formação docente deixa muito a desejar na qualificação e preparo dos profissionais da 
educação no que se refere o uso da Tecnologiada Informação e Comunicação na educação, 
e quando essa temática é abordada e trabalhada na formação docente acontece de forma 
superficial ou de maneira insatisfatória. Saber explorar essas ferramentas é essencial para 
um bom aproveitamento dos recursos oferecidos.
No processo do ensino aprendizagem é importante frisar a importância do aprender 
com experiência, interesse, aprender de maneira participativa, integrando a Tecnologia 
da Informação e comunicação no processo do ensino e no desenvolvimento dos alunos, 
buscando utilizar-se das ferramentas e mídias tecnológicas da melhor forma possível.
O uso das TICs pode contribuir significativamente no processo do ensino aprendizagem, 
pois por meio desses recursos o professor pode desenvolver uma aula que motive os alunos 
a participarem, mantendo-os atentos na exposição dos conteúdos e fazendo com que os 
mesmos busquem mais informações, pois por meio dos aparelhos tecnológicos o acesso se 
torna mais amplo, facilitando a autonomia e exploração de conteúdos por parte dos alunos.
Desta forma o uso das TICs na educação além de contribuir para o desenvolvimento 
dos alunos, os prepara para uma sociedade em que os meios tecnológicos estão cada vez 
mais presentes nos vários âmbitos da sociedade. Diante disso fizemos uma pergunta as 
professoras em relação ao desenvolvimento dos alunos, de que forma as ferramentas 
digitais contribuem nesse processo.
O desenvolvimento dos alunos acontece à medida que as práticas docentes são 
desenvolvidas com objetivo de qualificar o ensino aprendizagem dos alunos, e que o processo 
acontece quando os professores utilizam as ferramentas tecnológicas pedagogicamente 
utilizando os recursos para que as aulas se tornem mais proveitosas.
Com todos os desafios existentes, é de suma importância ressaltar que o ensino 
aprendizagem dos alunos de fato torna-se mais motivador e interessante quando há 
um estímulo para que os mesmos sintam-se atraídos e motivados, levando em conta 
a realidade da escola no que se refere aos poucos recursos disponível na instituição às 
professoras desempenham suas práticas com a utilização das TICs de forma coerente, 
contribuindo para um ensino aprendizagem satisfatório, visto que com o uso das TICs é 
possível trabalhar de forma que os alunos sintam-se motivados a participarem ativamente 
das atividades e trabalhos desenvolvidos, buscando e compartilhando os conhecimento 
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adquiridos, proporcionando autonomia aos alunos e agregando um universo que os atraem 
e despertam suas curiosidades.
A educação é um meio do qual os indivíduos buscam novos conhecimentos e procuram 
um desenvolvimento tanto profissional como pessoal, e a escola e seus professores são 
fundamentais nesse processo e, portanto precisam acompanhar as mudanças que ocorrem 
na sociedade, buscando melhorar a aprendizagem e o desenvolvimento dos alunos bem 
como buscar meios de qualificar suas práticas e métodos. Com isso, o uso das TICs como 
ferramenta pedagógica se torna muito importante, já que as tecnologias se fazem cada 
vez mais presentes na sociedade e no cotidiano dos alunos.
3. DIDÁTICA E ORGANIZAÇÃO DO ENSINO3. DIDÁTICA E ORGANIZAÇÃO DO ENSINO
É fundamental que os educadores se apropriem da didática como elemento mediador 
do seu trabalho. Portanto, o objetivo do presente artigo é compreender as principais 
contribuições da didática para a prática docente, a partir da seguinte questão norteadora: 
quais elementos da didática podem fomentar o aperfeiçoamento do desempenho dos 
professores? Para tal, este trabalho focaliza os aspectos teóricos do seu surgimento e as 
questões que envolvem a escolha dos objetivos educacionais, o planejamento educacional, 
a seleção e organização de conteúdo, os métodos de ensino e a avaliação da aprendizagem.
O planejamento é um “processo de racionalização, organização e coordenação da ação 
docente, articulando a atividade escolar e a problemática do contexto social” (LIBÂNEO, 
2013, p. 246) e, por isso, é um campo de estudos importante para as instituições de ensino e 
para os professores. De acordo com Malheiros (2019), o planejamento educacional pode ser 
compreendido como a organização dos passos que serão dados para se atingir determinado 
objetivo, sendo divido em plano educacional e plano de ensino.
O planejamento curricular está dentro do planejamento educacional. É a organização 
dos conteúdos que serão trabalhados ao longo de determinado período. A organização 
curricular deve expressar coerência entre conteúdos e respeito ao potencial dos alunos. Já 
o plano de ensino apresenta de forma detalhada as atividades que o professor executará 
e propor a turma de modo a atingir os objetivos.
Ele é composto por objetivos, conteúdos, procedimentos e recursos e deve possuir as 
características de coerência, continuidade, objetividade e precisão. Para elaborar um plano 
de ensino é necessário cumprir as seguintes etapas: diagnóstico; construção do plano; 
execução do plano; e avaliação do plano.
O planejamento institucional é realizado em conjunto por todos os profissionais de uma escola 
com o propósito de atender às diretrizes da educação nacional, bem como as necessidades 
locais e específicas de sua clientela. Através dele, é possível identificar a filosofia de trabalho, 
missão, diretrizes pedagógicas, entre outros aspectos da escola. Dele, nasce o Projeto Político 
Pedagógico (GIL, 2018).
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Os métodos estão relacionados aos meios para atingir os objetivos, assim, determina 
as ações elencadas pelo docente, que em conjunto com os alunos busca, contemplar a 
efetivação do ensino, antecedendo-o de maneira planejada. Dessa forma, a prática docente 
deve ser pensada e baseada em condições que, considerando o contexto de sua sala de 
aula, permita uma aprendizagem significativa.
É cabível ressaltar que os métodos constituem um conjunto de princípios adotados 
pelo profissional docente, pois, implica compreender que influenciam a ação pedagógica de 
maneiras diferentes a partir da realidade escolar e, do que se quer atingir como objetivo. 
O processo de assimilação dos conhecimentos, deve ter como foco a construção de 
cidadãos cientes da realidade social, de suas circunstâncias, e que assim, os permitem a 
transformação delas.
A avaliação por sua vez, é uma das tarefas mais importantes durante o processo de 
ensino-aprendizagem, pois possibilita a reflexão acerca das práticas trabalhadas no decorrer 
do processo. O fato de avaliar não é tarefa fácil, prescinde preparação e organização da 
forma de avaliação.
A fim de que os processos citados acima sejam alcançados, o bom planejamento deve ser 
pensado. Para o exercício da profissão docente a racionalização, coordenação de atividades, 
contextos internos e externos escolares precisam ser considerados. É dessa maneira que 
o planejamento precisa acontecer.
No elemento, a aula como forma de organização do ensino, compreende-se que é na 
aula que todos os aspectos citados até então acontecem, esta então efetiva-se no diálogo 
entre professor-aluno, com perspectivas pelas quais o professor realiza a mediação do 
conhecimento.
A relação professor-aluno compreendeos aspectos cognoscitivo, o qual se refere a 
maneira como o professor apresenta a seus alunos de forma geral, os aspectos que vão 
compor a aula. E, os aspectos sócio-emocionais, que dizem respeito a forma afetiva que 
acontece nessa relação, assim como a rigorosidade no ensino. Para explicitar acerca da aula 
como forma de organização do ensino.
Portanto, é partindo desse propósito que faz-se relevante o estudo da Didática na 
formação inicial ou continuada para professores. Pois como podemos verificar no texto 
anteriormente a didática ele não se resume nas metodologias de ensino, mas apresenta 
diversos contextos em que o docente precisa estar inteirado para que possa fazer as 
organizações de suas aulas para a realização de um ensino eficaz e satisfatório resultando 
de forma concreta a aprendizagem dos discentes.
A Didática é o principal ramo de estudo da pedagogia, pois ela situa-se num conjunto 
de conhecimentos pedagógicos, investiga os fundamentos, as condições e os modos de 
realização da instrução e do ensino, portanto é considerada a ciência de ensinar. Nesse 
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contexto, o professor tem como papel principal garantir uma relação didática entre ensino e 
aprendizagem através da arte de ensinar, pois ambos fazem parte de um mesmo processo.
O processo de assimilação de determinados conhecimentos, habilidades, percepção e 
reflexão é desenvolvido por meios atitudinais, motivacionais e intelectuais do aluno, sendo 
o professor o principal orientador desse processo de assimilação ativa, é através disso que 
se pode adquirir um melhor entendimento, favorecendo um desenvolvimento cognitivo.
Através do ensino podemos compreender o ato de aprender que é o ato no qual 
assimilamos mentalmente os fatos e as relações da natureza e da sociedade. Esse processo 
de assimilação de conhecimentos é resultado da reflexão proporcionada pela percepção 
prático-sensorial e pelas ações mentais que caracterizam o pensamento.
Pelo meio cognitivo, os indivíduos aprendem tanto pelo contato com as coisas no 
ambiente, como pelas palavras que designam das coisas e dos fenômenos do ambiente. 
Portanto as palavras são importantes condições de aprendizagem, pois através delas são 
formados conceitos pelos quais podemos pensar.
O ensino é o principal meio de progresso intelectual dos alunos, através dele é possível 
adquirir conhecimentos e habilidades individuais e coletivas. Por meio do ensino, o professor 
transmite os conteúdos de forma que os alunos assimilem esse conhecimento, auxiliando 
no desenvolvimento intelectual, reflexivo e crítico.
Por meio do processo de ensino o professor pode alcançar seu objetivo de aprendizagem, 
essa atividade de ensino está ligada à vida social mais ampla, chamada de prática social, 
portanto o papel fundamental do ensino é mediar à relação entre indivíduos, escola e 
sociedade.
No desempenho de sua profissão, o professor deve ter em mente a formação da 
personalidade dos alunos, não apenas no aspecto intelectual, como também nos aspectos 
morais, afetivos e físicos. Como resultado do trabalho escolar, os alunos vão formando 
o senso de observação, a capacidade de exame objetivo e crítico de fatos e fenômenos 
da natureza e das relações sociais, habilidades de expressão verbal e escrita. A unidade 
instrução-educação se reflete, assim, na formação de atitudes e convicções frente à 
realidade, no transcorrer do processo de ensino.
É através desse ensino crítico que os processos mentais são desenvolvidos, formando 
assim uma atitude intelectual. Nesse contexto os conteúdos deixam de serem apenas 
matérias, e passam então a ser transmitidos pelo professor aos seus alunos formando assim 
um pensamento independente, para que esses indivíduos busquem resolver os problemas 
postos pela sociedade de uma maneira criativa e reflexiva.
É papel de o professor planejar a aula, selecionar, organizar os conteúdos de ensino, 
programar atividades, criar condições favoráveis de estudo dentro da sala de aula, estimular a 
curiosidade e criatividade dos alunos, ou seja, o professor dirige as atividades de aprendizagem 
dos alunos a fim de que estes se tornem sujeitos ativos da própria aprendizagem.
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Entretanto é necessário que haja uma interação mútua entre docentes e discentes, pois 
não há ensino se os alunos não desenvolverem suas capacidades e habilidades mentais.
Um professor que aspira ter uma boa didática necessita aprender a cada dia como lidar 
com a subjetividade do aluno, sua linguagem, suas percepções e sua prática de ensino. 
Sem essas condições o professor será incapaz de elaborar problemas, desafios, perguntas 
relacionadas com os conteúdos, pois essas são as condições para que haja uma aprendizagem 
significativa.
A aula é a forma predominante pela qual é organizado o processo de ensino e aprendizagem. 
É o meio pelo qual o professor transmite aos seus alunos conhecimentos adquirido no seu 
processo de formação, experiências de vida, conteúdos específicos para a superação de 
dificuldades e meios para a construção de seu próprio conhecimento, nesse sentido sendo 
protagonista de sua formação humana e escolar.
É ainda o espaço de interação entre o professor e o indivíduo em formação constituindo 
um espaço de troca mútua. A aula é o ambiente propício para se pensar, criar, desenvolver 
e aprimorar conhecimentos, habilidades, atitudes e conceitos, é também onde surgem 
os questionamentos, indagações e respostas, em uma busca ativa pelo esclarecimento e 
entendimento acerca desses questionamentos e investigações.
Por intermédio de um conjunto de métodos, o educador busca melhor transmitir os 
conteúdos, ensinamentos e conhecimentos de uma disciplina, utilizando-se dos recursos 
disponíveis e das habilidades que possui para infundir no aluno o desejo pelo saber.
Deve-se ainda compreender a aula como um conjunto de meios e condições por meio 
das quais o professor orienta, guia e fornece estímulos ao processo de ensino em função 
da atividade própria dos alunos, ou seja, da assimilação e desenvolvimento de habilidades 
naturais do aluno na aprendizagem educacional. Sendo a aula um lugar privilegiado da vida 
pedagógica refere-se às dimensões do processo didático preparado pelo professor e por 
seus alunos.
A aula é norteada por uma série de componentes, que vão conduzir o processo didático 
facilitando tanto o desenvolvimento das atividades educacionais pelo educador como 
a compreensão e entendimento pelos indivíduos em formação; ela deve, pois, ter uma 
estruturação e organização, afim de que sejam alcançados os objetivos do ensino.
Ao preparar uma aula o professor deve estar atento às quais interesses e necessidades 
almeja atender, o que pretende com a aula, quais seus objetivos e o que é de caráter urgente 
naquele momento. A organização e estruturação didática da aula têm por finalidade 
proporcionar um trabalho mais significativo e bem elaborado para a transmissão dos 
conteúdos. O estabelecimento desses caminhos proporciona ao professor um maior controle 
do processo e aos alunos uma orientação mais eficaz, que vá de acordo com previsto.
São metas que se deseja alcançar, para isso usa-se de diversos

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