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FECHAMENTO DE ARQUIVOS:
dicas para não errar
INTRODUÇÃO ...........................................................................................................................................................
SISTEMAS DE COR .................................................................................................................................................
RESOLUÇÃO DE IMAGEM ..................................................................................................................................
RESOLUÇÃO DE SAÍDA .......................................................................................................................................
O MITO DOS 300 DPI ............................................................................................................................................
QUAL É O TAMANHO IDEAL? ...........................................................................................................................
COMO FECHAR ARQUIVOS ..............................................................................................................................
SUPRIMENTOS: TÃO IMPORTANTES QUANTO UM BOM ARQUIVO ..........................................
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SUMÁRIO
BOA LEITURA!
O mercado de grandes formatos, de uns anos pra cá, tem revelado seu 
potencial econômico e, aliado às tendências, atende uma demanda que 
antes não era vista: a personalização junto às pequenas tiragens. Hoje em 
dia é muito fácil ter desde uma lancheira, por exemplo, com seu nome, até 
fronhas de travesseiro também personalizadas por preços acessíveis; 
adesivos não são mais um luxo e, cada vez mais, estão ao alcance das 
pessoas para decorar paredes, envelopar veículos, criar instalações e fazer 
tudo que a criatividade permitir.
Quando começamos neste mercado, seja na comunicação visual ou na 
área têxtil, muitas são as dúvidas e, geralmente, vamos aprendendo na 
tentativa e erro. Com o tempo, a dificuldade já não é mais um obstáculo.
A intenção da VinilSul com este e-book não é ensinar tudo que você precisa 
saber, mas te orientar de forma fácil a alguns detalhes que são importantes 
para que seus arquivos tenham ainda mais qualidade!
INTRODUÇÃO
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SISTEMAS DE COR
O SISTEMA RGB
Em 2019, a 3M do Brasil anunciou ao mercado a mudança da tonalidade do Amarelo do material BR6300-35, que correspondia ao 
Pantone 116C. A partir de junho daquele ano, a cor passou a ser o Pantone 7548C. Você pode se perguntar: qual é a diferença?
Mas você sabe para que serve o Pantone e os demais sistemas de Gerenciamento de Cores?
Os sistemas de cores utilizados nos dias de hoje são nada mais do que tentativas de padronizar as tonalidades de cores existentes 
em todos os dispositivos envolvidos na produção, desde a criação até a impressão. Essenciais para a indústria gráfica, garantem que 
o material impresso se mantenha fiel ao tom do arquivo solicitado pelo cliente, por exemplo. 
Além do Pantone, os padrões mais comuns de sistemas de cores são o RGB e o CMYK.
RGB é o sistema criado para reprodução de cores em objetos que 
emitem luz: aparelhos eletrônicos e seus diferentes modelos de 
tela (TVs, monitores, telas de notebooks, câmeras digitais, celulares, 
entre outros). A sigla representa as iniciais de suas três cores em 
inglês:
vermelho (Red), verde (Green) e azul (Blue).
É um padrão aditivo, pois, ao mesclar as três cores, obteremos mais 
luz, até chegar ao branco.
Este e-book, por exemplo, foi feito no sistema RGB, já que você 
provavelmente o está lendo através de uma tela.
04
O SISTEMA CMYK
É o sistema de cores padrão utilizado em impressões em 
todo o mundo, sejam em impressoras domésticas ou gráfi-
cas profissionais. Tem como suas cores primárias:
Azul (Cyan), magenta (Magenta), amarelo (Yellow) e preto 
(Black). 
É um padrão subtrativo pois é composto por pigmentos 
sólidos, que quando se sobrepõem, ficam cada vez mais 
escuros – e a partir da mistura desses pigmentos, é possível 
reproduzir a maioria das cores com diversas tonalidades.
Algumas marcas, como as da EPSON, adicionaram mais 
cores a esse sistema com a finalidade de melhorar ainda 
mais a qualidade de impressão de seus equipamentos. 
Entre elas, estão o Azul Claro (Light Cyan) e o Magenta 
Claro (Light Magenta). São facilmente encontradas nas 
linhas iniciais de grandes formatos.
Já nas impressoras voltadas ao mercado e à indústria, como 
a SureColor® S80600, por exemplo, o número de cores 
pode chegar a 11, potencializando ainda mais o sistema.
SureColor® S80600
(opcionais)
+
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A ESCALA PANTONE
A Pantone é uma empresa norte-americana, responsável pela criação de um 
sistema de cores na década de 1960, quando buscava um padrão de impres-
são. Hoje, a escala Pantone é referência em impressão para profissionais que 
buscam exatidão de cores em seus trabalhos. Além disso, a empresa atua em 
pesquisas de tendências e novas cores, indicando anualmente a cor do ano.
O sistema é baseado em uma mistura específica de pigmentos para se criar 
novas cores, permitindo também a impressão de cores especiais, como as 
cores metálicas e fluorescentes.
O Guia reune cartões de cores com códigos de identificação, especificando as 
cores de um trabalho. Assim, um arquivo enviado do Brasil para impressão no 
Japão, por exemplo, terá exatamente as cores escolhidas, pois o fornecedor 
pode identificar corretamente a cor desejada e desenvolver mecanismos 
para obtê-la.
®
06
CMYK OU RGB?
Ao finalizar um projeto, é preciso verificar qual dos padrões 
de cores está sendo usado no equipamento onde será feita 
a impressão. Na dúvida, escolha o padrão CMYK, assim 
você terá maiores chances de reproduzir as cores como 
são vistas na tela do computador.
Caso você tenha certeza que o equipamento possui um 
sistema de gerenciamento avançado de cores, como um 
software RIP, a melhor opção é imprimir em RGB.
COMO IMPRIMIR EM PANTONE?
Para imprimir arquivos na escala Pantone em impressoras 
de grandes formatos, é preciso um software RIP. Com essa 
tecnologia, a impressora é capaz de converter Pantone 
para CMYK com precisão, imprimindo exatamente o que 
está sendo exibido no monitor, independentemente do 
software de design.
Outra opção é utilizar o seu software de design favorito, 
como o Adobe Illustrator ou Corel, para tentar alcançar 
uma cor próxima à desejada.
Assim como em qualquer tecnologia 
de impressão digital, a qualidade de 
impressão e as cores que querem ser 
alcançadas, depende de três fatores 
principais: a tecnologia de impressão 
utilizada, as tintas e, por último, mas 
não menos importante, o substrato 
usado.
LEMBRE-SE:
TABELA DE CONVERSÃO
PANTONE | CMYK | RGB
CLIQUE AQUI!
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RESOLUÇÃO DE IMAGEM
O assunto pode ser um pouco complexo, mas a explicação 
a seguir, além de tirar suas dúvidas, pode te ajudar a criar 
projetos incríveis e impressões com qualidade de imagem 
superior.
PIXELS: UNIDADE DE MEDIDA
Toda imagem, quando trabalhamos com fotografia, 
design para a web ou impressão, é totalmente dependente 
de resolução, ou seja, depende da quantidade de pixels 
que possui. Logo, resolução de imagem é a relação entre 
altura e largura, porém não é o único fator para determinar 
a qualidade de imagem. Para saber quantos pixels há em 
uma imagem, basta consultar as propriedades dela.
Sendo o pixel uma unidade de medida, quanto mais se 
tem, maior é a imagem, o que não quer dizer que ela seja 
melhor. Isso se dá por causa de um outro elemento impor-
tante: o PPI.
PPI
A informação em PPI (pixels per inch) indica a quantidade de 
pixels existentes em uma polegada, independente se ela está na 
vertical ou na horizontal, pois é considerado que estamos tratando 
de pixels quadrados. Ele serve como um medidor de densidade.
970x728 px
400x300px
10ppi 72ppi
Como dá para perceber, quanto maior o PPI, maior será a qualida-
de da imagem, e isso sim definirá a boa ou má resolução.
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DPI
O DPI é muito parecido como PPI, mas a diferença é que 
temos a definição da imagem determinada em pontos por 
polegada, em vez de pixels, já que estamos tratando da 
impressão. Essa mudança de unidade de medida é necessá-
ria, já que o pixel é um elemento totalmente virtual, não 
podendo ser impresso.
Apesar disso, o DPI é dependente dos valores em pixels, já que 
é necessária uma conversão no computador antes de mandar 
um arquivo para impressão. De qualquer forma, vale a mesma 
regra que nos displays: quanto maior for o DPI, maior será a 
densidade.
ENTÃO QUANTO MAIOR O DPI,
MELHOR FICA O TRABALHO? NÃO É BEM ASSIM!
RESOLUÇÃO DE SAÍDA
Em resumo, é a resolução alcançada na hora da impressão. Cada impressora tem um limite, medido sempre em DPI. Ele é essencial 
para imagens nítidas e com cores bem vivas. Contudo, é necessário que o material a ser impresso seja também de qualidade. É isso 
que vai definir uma boa impressão e, por consequência, o sucesso de um negócio.
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O MITO DOS 300 DPI
Ao trabalhar com impressão, normalmente usamos 300dpi para 
que o resultado tenha qualidade superior. Isso nem sempre está 
exatamente certo! 
Diferente do que a maioria de nós pensamos, menos é mais. 
Quanto MAIOR a arte realizada, MENOS pontos por polegada são 
necessários. Isso se dá pela distância dos nossos olhos ao material 
impresso. De longe, o olho humano não tem a mesma percepção 
de um material que está perto. Sendo assim, se ele for:
Menor que 1m²: Entre 200 e 300dpi
Entre 1m² e 10m²: Entre 100 e 200 dpi
Maior que 10m²: Menos de 100dpi
Ou seja, um material que está a 30cm ou 40cm dos nossos olhos 
precisa de mais pontos por polegada para que vejamos tudo com 
nitidez, ao passo que, à uma distância maior, essa quantidade não é 
necessária.
De maneira geral, podemos dizer que, se o impresso com 300dpi 
pode ser visto de 40cm dos olhos, se dobrarmos a distância de visu-
alização, podemos dividir a resolução por 2.
Duas finalidades, duas resoluções
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CONSIDERE UM ARQUIVO DE:QUAL É O TAMANHO IDEAL?
Quando trabalhamos com grandes formatos, é normal lidarmos com 
programas que travam e arquivos muito pesados que, às vezes, são 
até mesmo difíceis de enviar.
O que muita gente não sabe é que, para criar materiais em grandes 
formatos, não é necessário que o arquivo tenha as mesmas dimensões 
do produto final. Trabalhando com a configuração e as proporções 
certas, você terá a mesma qualidade de entrega com facilidade e 
arquivos (bem) menores!
Como dito anteriormente, o DPI funciona de forma inversamente 
proporcional: quanto maior o arquivo, menor será o DPI.
COMO FAZER ESSE CÁLCULO?
Vamos trabalhar com o exemplo de um outdoor de 10 metros, que 
ficará a uma distância de 10 metros dos nossos olhos: não é necessário 
e nem desejável que o arquivo tenha esse mesmo tamanho, pois ficará 
muito pesado e, com certeza, dará muito mais trabalho. Logo, trabalha-
mos com medidas menores, mantendo a proporcionalidade de todos 
os elementos.
Para este outdoor, com 10 metros de largura, podemos trabalhar em 
um arquivo até 10 vezes menor, de acordo com o que você desejar. Ele 
pode ter 5 metros (metade) e até mesmo 1 metro (dez vezes menor)! A 
proporcionalidade é chave para o bom desempenho deste trabalho. A 
quantidade de DPIs necessários varia muito, mas em um outdoor tão 
grande, trabalharemos com 30dpi.
10 metros: 30dpi
5 metros: 150 dpi
1 metro: 300dpi
Se seu arquivo será, por exemplo, 10 VEZES MENOR 
que o material impresso, a quantidade de DPIsdeve 
ser 10 VEZES MAIOR para que, ao imprimir, a 
qualidade seja mantida.
POR QUE TÃO POUCO?
O termo “qualidade de impressão” 
tem a ver com a sensação de 
conforto visual. Ao visualizar uma 
imagem, a distância da qual essa 
imagem será vista influencia 
diretamente na quantidade de dpi 
necessária para imprimi-la.
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ATENÇÃO AO SISTEMA DE CORES1
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CONVERTA ARQUIVOS EM PDF/X-1A
FECHANDO ARQUIVOS
Depois de explorarmos alguns conceitos para que os trabalhos 
sejam cada vez melhores, chega a hora de fechar o arquivo.
Nessa etapa, algumas dicas são muito importantes. São elas:
Observe o sistema de cores do arquivo: de nada adianta criar 
materiais incríveis mas que, na hora de imprimir, vão dar erro;
CUIDADO COM AS FONTES
Sempre incorpore as fontes no arquivo original. Em 
outras palavras, faça a conversão de fontes em 
curvas. Isso evita problemas na hora da impressão, 
seja de grande formato ou não e garante que nada 
em seu trabalho será alterado.
ATENÇÃO AO MATERIAL
Certifique-se do material a ser impresso: adesivo, 
lona, papel para sublimação, etc., além das confi-
gurações de impressão indicadas para cada um.
MARGENS
Essencial no fechamento do arquivo, elas evitam 
que os materiais tenham erros de corte.
Certifique-se de que seu arquivo possui:
 marcas de corte;
 área de segurança (3mm de cada lado para 
dentro da área de corte);
 sangria (3mm de cada lado para fora da área de 
corte).
PDF significa “Portable Document Format” ou “Formato de 
Documento Portátil”. Ele foi projetado para tornar os arquivos 
mais leves. As especificações do PDF variam de empresa para 
empresa, mas fechar arquivos em PDF/X-1A é quase unânime.
Em seu “Novo Manual de Produção Gráfica”, David Bann 
(2011) explica mais:
“Uma vantagem do arquivo PDF é o fato de que é difícil alterá-lo 
sem conhecimento especializado o que diminui a ocorrência de 
erros na pré-impressão ou impressão. Todavia, qualquer erro 
detectado no arquivo fechado deve ser informado ao designer 
para que ele corrija e crie um novo PDF. Por outro lado, se o forne-
cedor for confiável, modificações e emendas podem ser feitas sem 
a criação de arquivos PDF completamente novos. Contudo, lem-
bre-se de que alterações significativas devem ser inseridas tanto 
no original quanto no arquivo PDF.” (BANN, 2011)
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SUPRIMENTOS: TÃO IMPORTANTES QUANTO UM BOM ARQUIVO
Há diversos substratos para impressão no mercado, como vinil, 
lona, papel para sublimação, rígidos, entre outros. É preciso 
levar em conta as configurações de impressão indicadas para 
cada um, além do uso correto de cada substrato em seu devido 
equipamento. 
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SUBSTRATOS
Você já sabe, mas não custa lembrar: a melhor tinta 
para sua impressora será sempre a que o fabricante 
recomendar. Ela trará mais qualidade para seus 
trabalhos, além de não danificar seu equipamento.
TINTAS
ANTES DE ESCOLHER UM MATERIAL:
ENTENDA O QUE SEU CLIENTE NECESSITA1 Se ele precisa de um projeto itinerante, por exemplo, os 
materiais usados devem resistir às mudanças de local.
EVITE SURPRESAS: EXPLIQUE TUDO AO CLIENTE5 Devido ao orçamento, seu cliente pode vir a escolher 
um material que não é adequado para o projeto. Neste 
caso, explique todos os prós e contras para que não 
hajam dúvidas e nem surpresas.
PERGUNTE SOBRE A DURABILIDADE DO PROJETO2 Essa informação é essencial para a escolha.
PERGUNTE QUAL É A SUPERFÍCIE DE APLICAÇÃO3 Isso evitará problemas com a instalação, além de um 
possível retrabalho.
ENTENDA QUAL É A FINALIDADE DE CADA MATERIAL4 Conhecer os materiais que compra para seu negócio te 
ajuda a decidir mehor quando e onde usar cada um;
AO COMPRAR SUBSTRATOS, VERIFIQUE:
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5)
Procedência / Fabricante
Validade
Informações técnicas do produto
Garantia
Suporte comercial e técnico
(48) 3372-8300
(41) 3207-0800