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PROTOCOLOS 
GERAIS EM EXAMES
DE TOMOGRAFIA.
 
APOSTILA 02. 
ALGUNS CONCEITOS GERAIS:
O TOPOGRAMA (SCOUT ou IMAGEM PILOTO OU ESCANOGRAMA). É A 1ª IMAGEM ADQUIRIDA. É UMA IMAGEM GERADA PELO APARELHO DE TC, SEMELHANTE A UMA IMAGEM GERADA EM APARELHOS DE RAIOS-X CONVENCIONAIS.
 
OBJETIVO DA IMAGEM DO TOPOGRAMA: 
É UTILIZADA PARA FAZER A PROGRAMAÇÃO (PLANEJAMENTO) DA AQUISIÇÃO DAS IMAGENS DE CORTE. 
PODE SER REALIZADO EM AP / LAT. 
PLANEJAMENTO A PARTIR DO TOPOGRAMA OU SCOUT
PROTOCOLOS GERAIS PARA TC DE CRÂNIO / APLICAÇÕES:
TUMORES, INFECÇÃO CEREBRAL, HIDROCEFALIA, EXAMES VASCULARES, SEIOS DA FACE, ÓRBITAS E ESTEREOTAXIA.
PROTOCOLO PARA EXAME DE CRÂNIO DE ROTINA.
Posição do paciente: Em decúbito dorsal, cabeça no encosto de cabeça, Gantry do equipamento paralelo à linha de base radiológica (LBR). Cabeça no centro do campo de exame. 
(Escanograma lateral). 
Posição inicial: ( LIOM / LSOM ) 
Protocolo: 
Espessura de corte 5 a 10 mm 
Incremento de mesa 10 mm 
Quilovoltagem 120 kV 
mAs por corte de 250 a 300 mAs Padrão 
Campo de visão da 25 cm (250 mm) varredura 
Campo de visão exibido 25 cm 
Largura da janela (WW) 150/100/80 
Nível de janela (WL) 40 
ADAPTANDO A TÉCNICA À PATOLOGIA E AO PACIENTE
· A FOSSA POSTERIOR. 
Quando a informação clínica indica com clareza patologia de fossa posterior ou de mesencéfalo, a largura do corte e o incremento de mesa são ajustados para 5 mm (ou, em alguns casos, 3 mm) para otimizar a demonstração dessas regiões. Pode ser necessário ajustar a mAs por corte para 320 mAs, para conseguir uma qualidade de imagem comparável. Na maioria dos adultos, são realizados, em média, 8 a 10 cortes. Inicie a varredura 1 cm abaixo e paralelamente à LSOM.
TC EM PEDIATRIA.
E necessário adaptar as técnicas, para ajusta-las à ampla variação de tamanhos de crianças e lactentes. Após os 7 anos de idade, pode ser empregada a programação adulto, com valores de mAs reduzidos até que a cabeça da criança atinja proporções próximas à do adulto. 
· Protocolo básico em pediatria: recém-nascido.
Posição do paciente: Decúbito dorsal, cabeça no suporte de cabeça, Gantry do aparelho paralelo à LBR. Cabeça no centro do campo de varredura. 
Posição inicial: LBR (LINHA DE BASE RADIOLÓGICA)
· Protocolo:
Espessura de corte 7 mm 
Incremento de mesa 7 mm 
Quilovoltagem 100 kV 
mAs por corte 100 mAs 
Campo de visão da 25 cm varredura 
Campo de visão exibido 20 cm 
Largura da janela (WW) 150/100/80 
Nível de janela (WL) 40 
PROTOCOLO BÁSICO EM PEDIATRIA: 6 MESES A 2 ANOS.
· Protocolo 
Espessura de corte 7 mm 
Incremento de mesa 7 mm 
Quilovoltagem: 100 kV 
mAs por corte 150 mAs 
Campo de visão da 25 cm varredura 
Campo de visão exibido 22 cm 
Largura da janela (WW) 150/100/80 
Nível de janela (WL) 40 
CRANIO: TRAUMATISMO.
Decúbito dorsal, cabeça no apoio de cabeça, se possível, Gantry do aparelho paralelo à LBR. Cabeça no centro do campo de varredura. 
Posição inicial: Forâmen Magno – Final: topo do crânio. 
· Protocolo 
Espessura de corte 10 mm 
Incremento de mesa 10 mm 
Quilovoltagem 120 kV 
mAs por corte 300 mAs 
Campo de visão da 25 cm 
Largura da janela (WW) 150/100/80 
Nível de janela (WL) 40 
Largura de janela óssea 1.500 
Nível de janela óssea 500 
LESÃO CEREBRAL COM TRAUMA DE FACE.
Posição inicial Margem alveolar da maxila 
Posição final Margem supra-orbitária
· Protocolo 
Espessura de corte 5 mm 
Incremento de mesa 5 mm 
Quilovoltagem 120 kV 
mAs por corte 300 mAs 
Campo de visão da 25 cm 
Campo de visão exibido 25 cm 
Largura da janela (WW) 150/100/80 
Nível de janela (WL) 40 
Largura de janela óssea 1.500 
Nível de janela óssea 500 
Faça a varredura da área restante como no trauma, acima, com corte e incremento de 10 mm. 
PROTOCOLO DE EXAME NA HEMORRAGIA AGUDA.
Um protocolo de crânio de rotina (ver anteriormente) é empregado nestes casos. Hemorragias de fossa posterior compõem uma proporção muito pequena desses quadros e, quando necessário, podem ser esclarecidas com um exame de região posterior com cortes finos. Observe que não deve ser administrado contraste algum na fase aguda. 
Hematoma subdural: E utilizado um protocolo de exame de crânio de rotina 
Hematoma subdural. 
Hematoma intraparenquimatoso
HEMATOMA EXTRADURAL OU EPIDURAL 
LÂMINA CONVEXA, COMPRESSÃO VENTRICULAR E DESVIO DE LINHA MÉDIA E ELEVAÇÃO DO PLEXO CORÓIDE.
OSSOS DA FACE.
O volume de varredura para os ossos da face é definido pelo limite superior do seio frontal até o limite inferior da mandíbula. Os pacientes devem ser posicionados em decúbito dorsal, havendo necessidade de angulação do GANTRY no eixo da linha que sai do centro da órbita até o meato auditivo externo, denominada linha meato-orbital. Um protocolo básico pode ser definido com OS seguintes parâmetros: 
Topograma lateral 
Alta-tensão: 120kV 
Corrente: 200mA 
Tempo de rotação do tubo: 0,8s 
Fator mAs: 160 
Espessura do corte: 2mm passo da mesa: 3mm pitch: 1,5 
Distância de varredura: 180mm 
FOV: 200mm 
Tempo de varredura: 48s 
Na opção multicorte essa aquisição pode ser feita mais rapidamente utilizando os seguintes parâmetros: 
Alta-tensão: 120kV 
Corrente: 250mA 
Tempo de rotação do tubo: 0,5s fator mAs: 125 
Espessura do corte: 4xlmm 
Passo da mesa: 4mm pitch: l 
Distância de varredura: 180mm 
FOV: 200mm 
Tempo de varredura: 23 s 
O posicionamento do paciente para a varredura dos ossos da face está apresentado na Fig. acima, assim como as linhas-limite que demarcam volume varredura cujos eixos de corte são orientados pela linha meato-orbital, que define a inclinação do Gantry. A imagem abaixo é um exemplo típico de imagem de corte axial dessa varredura. Nessa imagem, cujo FOV está limitado à região de interesse, é possível observar os ossos: zigomático, nasal, temporal e esfenóide, além dos seios esfenoidais e etmoidais, dos lobos temporais do cérebro, o septo nasal e os globos oculares. A imagem foi gerada com janela para tecidos ósseos e por essa razão apresenta pouco contraste entre os tecidos moles.
COLUNA VERTEBRAL.
Considerações gerais: Para um bom exame de TC da coluna vertebral, devemos antes de tudo promover um bom posicionamento do paciente, editar um bom planejamento do segmento da coluna a ser estudado (cervical, dorsal, lombar, sacro e cóccix), dos cortes (espessura) e quando necessário usar os acessórios específicos.
· Coluna cervical:
Posição do paciente: Decúbito dorsal, cabeça e pescoço em posição neutra / sem rotações.
Obs: Caso possível, tracionar os membros superiores para baixo, pois assim poderemos visualizar a transição C7 – T1 e obter a imagem da coluna cervical por inteiro.
O planejamento é realizado a partir do scout ou topograma ou escanograma em perfil ou lateral.
Em geral, nos exames de TC da coluna cervical como nos demais segmentos, temos a apresentação das duas janelas: Partes moles e Ósseas.
· Coluna dorsal ou torácica:
Posição do paciente: Decúbito dorsal, membros inferiores estendidos e membros superiores sobre a cabeça (braços levantados para cima).
O planejamento começa ao nível de C7, terminando ao nível de L1 (área de transição). Sendo assim, teremos toda a coluna dorsal documentada no exame.
O planejamento é realizado a partir do scout ou topograma ou escanograma em perfil ou lateral.
· Coluna lombar:
Posição do paciente: Decúbito dorsal, membros inferiores estendidos e membros superiores sobre a cabeça (braços levantados para cima).
O planejamento começa ao nível de T12, terminando ao nível de S1 (área de transição). Sendo assim, teremos toda a coluna lombar documentada no exame.
O planejamento é realizado a partir do scout ou topograma ou escanograma em perfil ou lateral.
· Obs: Em algumas situações, como nos casos de TC da coluna lombar para hérnia discal, os cortes são planejados nos espaços intervertebrais, sendo de L3 – L4, L4 – L5, L5 – S1, com cortes de espessura fina (1mm – 1,5mm).
Outras considerações
Observe a presença de adornos metálicos, pois a presença deles causaa formação de artefatos na imagem;
Devemos usar o acessório que promove a redução da lordose normal da coluna lombar para deixa-la o mais retilínea possível.
PROTOCOLOS DE ABDOME.
O Abdome é a região do corpo humano que a partir do músculo diafragma se estende longitudinalmente, indo de encontro com os membros inferiores. Nesta região, encontramos órgãos responsáveis pela maioria dos processos relacionados à digestão dos alimentos ingeridos, como o esôfago (que conduz o alimento da cavidade oral até o estômago), Estômago propriamente dito, duodeno e órgãos anexos (fígado, pâncreas, por exemplo), intestino delgado (jejuno e íleo) e intestino grosso. 
Ainda neste território, podemos encontrar órgãos relacionados com o sistema excretor, como rins, ureteres, bexiga e uretra. Também encontramos os grandes vasos abdominais (artérias e veias). 
SEUS LIMITES: 
Superior: _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ 
Inferior: _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
NOTA: Em situações mais simples, a maioria dos autores concorda com os limites acima mencionados, porém para estudo da anatomia radiológica do abdome em tomografia computadorizada, consideramos o nível mais inferior do abdome ao nível do trocânter menor. 
· Divisão simples do abdome:
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ 
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
· Divisão Básica: 
Divide o abdome em quadrantes (04 quadrantes), sendo o quadrante superior direito (QSD), quadrante superior esquerdo (QSE), quadrante inferior direito (QID) e quadrante inferior esquerdo (QIE).
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ 
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ 
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ 
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ 
· Divisão Específica: 
divide o abdome em 09 regiões específicas – 1 Região do hipocôndrio (dir. / esq.), 2 região epigástrica, 3 região lateral do abdome ou dos flancos (dir. / esq.), 4 região mesogástrica / mesogástrio ou umbilical, 5 região inguinal (dir. / esq.) e 6 região hipogástrica / hipogástrio. 
EXEMPLO:
TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA: OCORRÊNCIAS GERAIS EM NOSSO COTIDIANO. 
Em nossas atividades técnicas nos deparamos com as mais variadas situações que vão desde a abordagem do paciente, posicionamento do mesmo para determinado exame, escolha do protocolo adequado de acordo com a requisição do exame e do objeto de estudo e entre outras tantas que conhecemos. Portanto, coloco em destaque algumas destas situações problema para que possamos discuti-las. Vamos lá. 
· Você como profissional tem autonomia para aplicar o protocolo a determinado exame de TC? – ou fica na dependência total do médico solicitante? 
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PROTOCOLOS DE EXAMES DE TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DE ABDOME
· OS PROTOCOLOS DE TC DE ABDOME SÃO SUGERIDOS PARA AS SEGUINTES SITUAÇÕES: 
· ABDOME SUPERIOR, ABDOME INFERIOR e ABDOME TOTAL.
· ABDOME SUPERIOR. 
POSIÇÃO DO PACIENTE: EM DECÚBITO DORSAL E COM OS MEMBROS SUPERIORES SOBRE A CABEÇA. 
TOPOGRAMA EM: AP PARA O PLANEJAMENTO DOS CORTES 
ESPESSURA DOS CORTES: 7mm 
OBS: DEVEMOS CONSIDERAR O TIPO DE SUSPEITA CLÍNICA DA POSSÍVEL PATOLOGIA, POR EXEMPLO: TUMORES DE PÂNCREAS, O QUE EXIGE COERTES FINOS NESSA REGIÃO. 
POSIÇÃO INICIAL: UM PONTO ACIMA DO PROCESSO XIFÓIDE OU AO NÍVEL DA LINHA MAMILAR; 
POSIÇÃO FINAL: AO NÍVEL DA CICATRIZ UMBILICAL OU AO NÍVEL DA CRISTA ILÍACA. 
· ABDOME INFERIOR. 
POSIÇÃO DO PACIENTE: EM DECÚBITO DORSAL E COM OS MEMBROS SUPERIORES SOBRE A CABEÇA. 
TOPOGRAMA EM: AP PARA O PLANEJAMENTO DOS CORTES 
ESPESSURA DOS CORTES: 7mm A 10mm. 
POSIÇÃO INICIAL: AO NÍVEL DA CICATRIZ UMBILICAL 
POSIÇÃO FINAL: AO NÍVEL DA SÍNFISE PÚBICA / AO NÍVEL DO TROCÂNTER MAIOR. 
· ABDOME TOTAL. 
POSIÇÃO DO PACIENTE: EM DECÚBITO DORSAL E COM OS MEMBROS SUPERIORES SOBRE A CABEÇA. 
TOPOGRAMA EM: AP PARA O PLANEJAMENTO DOS CORTES 
ESPESSURA DOS CORTES: 7mm A 10mm. 
POSIÇÃO INICIAL: UM PONTO ACIMA DO PROCESSO XIFÓIDE; 
POSIÇÃO FINAL: AO NÍVEL DA SÍNFISE PÚBICA / AO NÍVEL DO TROCÂNTER MAIOR.
VISUALIZAÇÃO DE ÓRGÃOS E ESTRUTURAS COM O USO DE MEIO DE CONTRASTE RADIOLÓGICO:
IODADO OU BARITADO.
Na escala das densidades dos materiais ou tecidos corporais, os tecidos moles ou órgãos parenquimatosos assumem valores intermediários na escala de Hounsfield, sendo visualizado dentro das variações de tons de cinza semelhante, o que torna difícil sua diferenciação. Portanto, o uso de meio de contraste torna-se indispensável. 
Os meios de contraste mais utilizados nas mais variadas modalidades de diagnóstico por imagem são: meio de contraste Iodado e Baritado (raios-x, tomografia computadorizada), Gadolínio ou gadopentato dimeglumínico (Ressonância nuclear magnética) e D-galactose (Ultrassonografia).
· MEIO DE CONTRASTE IODADO: (ANOTE NO VERSO); 
· MEIO DE CONTRASTE BARITADO: (ANOTE NO VERSO). 
PROTOCOLOS DE TÓRAX.
O Tórax é a região do corpo humano que a partir do nível dos ápices pulmonares se estende longitudinalmente, indo de encontro com o músculo diafragma. Nesta região, encontramos órgãos responsáveis pela maioria dos processos relacionados às trocas gasosas (respiração) e circulação, como os pulmões, traqueia, coração e grandes vasos torácicos.
SEUS LIMITES: 
Superior: _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ 
Inferior: _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
NOTA: O músculo diafragma é a fronteira que separa a região do tórax e abdome.
O MEDIASTINO TORÁCICO: 
É a porção do tórax que ocupa a região mais central, bem ao nível do plano médio sagital. Nesta porção, encontramos o Coração, traqueia, esôfago torácicoe Hilos pulmonares.
NOTA: Em situações mais simples, a maioria dos autores concorda com os limites acima mencionados, porém para estudo da anatomia radiológica do abdome em tomografia computadorizada, consideramos o nível mais inferior do Tórax ao nível do margem costal inferior. 
Cortes transversos do tórax usando a tomografia computadorizada permitem evidenciar de forma simples e não-invasiva todas as estruturas do tórax. A TC é uma técnica reconhecida para realizar diagnóstico, diferenciar e estagiar a evolução de doenças pulmonares ou do mediastino. As técnicas de obtenção de imagens por TC e a identificação dos valores de atenuação podem definir o diagnóstico.
· TC helicoidal vs. TC convencional.
· TC convencional. 
Precisamos de mais de uma manobra de apneia e em alguns casos, dois planejamentos: 01 do ápice até a porção média do tórax e outro da porção média do tórax até a base do tórax. 
· TC helicoidal. 
Para tórax, a aquisição das imagens são realizadas com menor intervalo de tempo, devido ao movimento contínuo da mesa e do tubo de raios-x do aparelho. Essa aquisição é realizada com uma única manobra de apneia.
A TC convencional pode captar sinais de movimentação, o que implica em repetir alguns cortes ou até mesmo o exame todo, acarretando o aumento do risco de radiação para o paciente, coisa que a TC helicoidal reduz ao mínimo possível. É bom lembrar que a TC helicoidal para exames de alta resolução, com espessuras de corte muito finas, a resolução pode diminuir, o que pode ser uma desvantagem em TC helicoidal de tórax.
PROTOCOLOS GERAIS PARA TC DE TÓRAX.
Os protocolos para TC de tórax “trauma”, seguem os princípios básicos dos de TC rotina. O que devemos incluir é a reconstrução para osso / mediastino. As imagens de reconstrução devem ser documentadas juntamente com as de parênquima pulmonar. Os protocolos sugeridos para metástases pulmonares ou diferenciação de doença pulmonar focal são de aproximadamente: 5 mm a 7 mm (de 1mm a 3 mm) para a espessura do corte com um incremento de mesa de 10 mm.
 
DEMONSTRAÇÃO DAS JANELAS EM TC DE TÓRAX.
O posicionamento para um exame de TC de tórax. Decúbito dorsal com os braços para cima da cabeça (usar apoio de cabeça especial). 
PROTOCOLOS DE MEMBROS SUPERIORES & INFERIORES.
CONSIDERAÇÕES GERAIS: 
Os membros superiores são formados por: cintura escapular (Escápula e clavícula), braços (Úmeros), antebraços (Rádio e Ulna) e mãos. Já os membros inferiores, são formados pela cintura pélvica (Ílio, Ísquio e Púbis), coxas (fêmur), pernas (Tíbia e Fíbula) e pés.
· Tanto para membros superiores quanto para os inferiores, o planejamento deve ser realizado ao nível das articulações
Ex: ombros, cotovelos, punhos.
· Geralmente a parte proximal e distal desses ossos envolvidos;
· Pode ser requisitada uma TC de mãos, pés e neste caso, podemos fazer o planejamento direto dessas áreas.
· Obs: caso a lesão seja ao nível da porção média de um osso longo, então prepare o planejamento que possa cobrir a área lesionada.
ÁREAS DE INTERESSE PARA O PLANEJAMENTO DOS CORTES EM TC DOS MEMBROS SUPERIORES & INFERIORES.
TC dos membros superiores – ombro.
Posição do paciente: decúbito dorsal, o membro do lado a ser examinado relaxado e em posição anatômica.
O outro membro levantado sobre a cabeça.
Realizar um escanograma em AP
Espessura cos cortes: de 2mm a 3mm
Planejamento: 
Inicial: ao nível da articulação acromioclavicular
Final: ao nível do ângulo inferior da escápula.
TC dos membros superiores – cotovelo.
Posição do paciente: decúbito ventral, com o braço a ser examinado acima da cabeça em posição de supinação.
Realizar um escanograma em AP
Espessura cos cortes: de 1mm.
Planejamento:
Inicial: ao nível da fossa do olecrânio.
Final: ao nível da tuberosidade do rádio.
TC dos membros superiores – punho.
Posição do paciente: decúbito ventral, com o braço a ser examinado acima da cabeça em posição de pronação.
Realizar um escanograma em PA
Espessura cos cortes: de 1mm.
Planejamento:
Inicial: ao nível da porção distal da ulna e rádio.
Final: ao nível do término dos ossos do carpo.
TC dos membros superiores – mão.
Posição do paciente: decúbito ventral, com o braço a ser examinado acima da cabeça em posição de pronação.
Realizar um escanograma em PA
Espessura cos cortes: de 1mm.
Planejamento:
Inicial: ao nível da porção distal da ulna e rádio.
Final: ao nível do término dos ossos do carpo / metacarpo.
Obs: as falanges podem ser incluídas caso necessário.
TC dos membros inferiores – articulação coxofemoral.
Posição do paciente: decúbito dorsal, membros esticados sobre a mesa de exames.
Realizar um escanograma em AP
Espessura cos cortes: de 3mm.
Planejamento:
Inicial: ao nível do teto do acetábulo.
Final: ao nível do trocânter menor.
TC dos membros inferiores – articulação do joelho.
Posição do paciente: decúbito dorsal, membros esticados sobre a mesa de exames e sem rotação.
Realizar um escanograma em AP
Espessura cos cortes: de 3mm.
Planejamento:
Inicial: ao nível da base da patela.
Final: ao nível tuberosidade da tíbia.
TC dos membros inferiores – articulação do tornozelo (axial).
Posição do paciente: decúbito dorsal, membros esticados sobre a mesa de exames e sem rotação.
Realizar um escanograma em perfil.
Espessura cos cortes: de 2mm a 3mm.
Planejamento:
Inicial: ao nível da região distal da tíbia e fíbula.
Final: ao nível do plano inferior do osso calcâneo (região plantar do calcâneo).
TC dos membros inferiores – articulação do tornozelo (coronal).
Posição do paciente: decúbito dorsal, membros fletidos a 90º, pé apoiado sobre a mesa de exames.
Realizar um escanograma em perfil.
Espessura cos cortes: de 2mm a 3mm.
Planejamento:
Inicial: ao nível da borda anterior do tarso.
Final: ao nível da borda posterior do calcâneo.
TC dos membros inferiores – pé (axial).
Posição do paciente: decúbito dorsal, membros estendidos sobre a mesa de exames.
Realizar um escanograma em perfil.
Espessura cos cortes: de 2mm a 3mm.
Planejamento:
Inicial: ao nível da borda anterior do talus.
Final: ao nível da base do calcâneo.
TC dos membros inferiores – pé (coronal).
Posição do paciente: decúbito dorsal, membros fletidos a 90º, pé apoiado sobre a mesa de exames.
Realizar um escanograma em perfil.
Espessura cos cortes: de 2mm a 3mm.
Planejamento:
Inicial: ao nível da base dos metatarsos.
Final: ao nível da base do calcâneo.
INGLÊS APLICADO À TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA.
· GENERALIDADES:
A tomografia computadorizada, Ressonância magnética Nuclear, Mamografia, Radiologia digital são modalidades de exames diagnóstico por imagem de ampla aplicação, sendo utilizadas principalmente na área médica e, em outros seguimentos, na indústria em geral. 
A tecnologia que faz parte desses sistemas, na grande maioria é disponibilizada por países cujo idioma dominante é a língua Inglesa. Portanto, as partes de um tomógrafo por exemplo (Gantry, mesa de exames, console e acessórios gerais...) possuem especificações técnicas escritas ou descritas nesse idioma. Podemos falar o mesmo do sistema computacional (computadores) gerenciados por softwares específicos, desenvolvidos por esses países.
Atualmente temos a nossa disposição tecnologia de ponta que nos fornece menus, equipamentos e insumos totalmente descritos em nosso idioma, porém não podemos desconsiderar o uso do Inglês técnico aplicado.
· BOM, VAMOS LÁ... (Partes do corpo humano em inglês anatomia).
VISÃO GERAL DO CORPO HUMANO – OVERVIEW OF THE HUMAN BODY:
· INTERNAL ORGANS _____________________________________________________________
· BODY CAVITIES ____________________________________________________________
Partes do Corpo Humano - The Human Body
Em inglês, as partes do corpo humano mais relevantes são as seguintes:
	1- Forehead: testa
	19-Wrist: pulso
	37- Waist: cintura
	2- Cheek: bochecha
	20- Brain: cérebro
	38- Stomach: estômago
	3- Hair: cabelo
	21- Head: cabeça
	39- Belly: barriga
	4- Chin: queixo
	22- Shoulder: ombro
	40- Womb: útero
	5- Neck: pescoço 
	23- Chest: peito (tórax)
	41- Back: costas
	6- Eye: olho
	24- Upper arm: parte superior do braço
	42- Rib: costela
	7- Nose: nariz
	25- Arm: braço
	43- Navel: umbigo
	8- Ear: orelha
	26- Forearm: antebraço
	44- Nail: unha
	9- Mouth: boca
	27- Lung: pulmão
	45- Intestine: intestino
	10- Eyelashes: cílios 
	28- Heart: coração
	46- Hip: quadril
	11- Eyebrow: sobrancelha
	29- Thigh: coxa da perna
	47- Elbow: cotovelo
	12- Eyelid: pálpebra
	30- Knee: joelho
	48- Face: rosto
	13- Tooth: dente
	31- Calf: panturrilha
	49- Nape: nuca
	14- Lip: lábio
	32- Ankle: tornozelo
	50- Fingernail: unha da mão
	15- Tongue: língua
	33- Leg: perna
	51- Throat: garganta
	16- Fingers: dedos das mãos
	34- Lower leg: canela da perna
	52- Armpit: axila
	17- Thumb: polegar
	35- Breast: seio, peito (de mulher)
	53- Foot: pé
	18- Hand: mão
	36- Palm: palma da mão
	54- Toes: dedos do pé
· VAMOS ACOMPANHAR OS MENUS...
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