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Práticas Integrativas 
e Complementares 
em Saúde: Principais 
Abordagens e Legislação
Material Teórico
Responsável pelo Conteúdo:
Prof.ª Dr.ª Karina Camasmie Abe
Prof.ª Esp. Nidi Maria Camasmie
Revisão Textual:
Prof. Me. Luciano Vieira Francisco
Política Nacional de Práticas 
Integrativas e Complementares (PNPIC)
• Introdução;
• Histórico da PNPIC (BRASIL, 2006);
• Legislação e Marcos Regulatórios Acerca 
das Práticas Integrativas e Complementares;
• Principais Pontos da PNPIC;
• Oportunidades e Desafios;
• Diagnóstico Situacional de Práticas Integrativas
e Complementares no SUS;
• Perspectivas das PIC.
• Compreender o contexto que originou a Política Nacional de Práticas Integrativas
e Complementares (PNPIC);
• Conhecer o histórico da PNPIC e as principais ações e articulações que permitiram
a sua criação;
• Identifi car os principais marcos regulatórios e a legislação sobre o tema;
• Identifi car os principais objetivos e diretrizes da PNPIC;
• Reconhecer as oportunidades e os desafi os que essa política insere no contexto nacional;
• Conhecer a disseminação das práticas integrativas e complementares no sistema de 
saúde, nos municípios brasileiros.
OBJETIVOS DE APRENDIZADO
Política Nacional de Práticas Integrativas 
e Complementares (PNPIC)
Orientações de estudo
Para que o conteúdo desta Disciplina seja bem 
aproveitado e haja maior aplicabilidade na sua 
formação acadêmica e atuação profissional, siga 
algumas recomendações básicas:
Assim:
Organize seus estudos de maneira que passem a fazer parte 
da sua rotina. Por exemplo, você poderá determinar um dia e 
horário fixos como seu “momento do estudo”;
Procure se alimentar e se hidratar quando for estudar; lembre-se de que uma 
alimentação saudável pode proporcionar melhor aproveitamento do estudo;
No material de cada Unidade, há leituras indicadas e, entre elas, artigos científicos, livros, vídeos 
e sites para aprofundar os conhecimentos adquiridos ao longo da Unidade. Além disso, você tam-
bém encontrará sugestões de conteúdo extra no item Material Complementar, que ampliarão sua 
interpretação e auxiliarão no pleno entendimento dos temas abordados;
Após o contato com o conteúdo proposto, participe dos debates mediados em fóruns de discus-
são, pois irão auxiliar a verificar o quanto você absorveu de conhecimento, além de propiciar o 
contato com seus colegas e tutores, o que se apresenta como rico espaço de troca de ideias e 
de aprendizagem.
Organize seus estudos de maneira que passem a fazer parte 
Mantenha o foco! 
Evite se distrair com 
as redes sociais.
Mantenha o foco! 
Evite se distrair com 
as redes sociais.
Determine um 
horário fixo 
para estudar.
Aproveite as 
indicações 
de Material 
Complementar.
Procure se alimentar e se hidratar quando for estudar; lembre-se de que uma 
Não se esqueça 
de se alimentar 
e de se manter 
hidratado.
Aproveite as 
Conserve seu 
material e local de 
estudos sempre 
organizados.
Procure manter 
contato com seus 
colegas e tutores 
para trocar ideias! 
Isso amplia a 
aprendizagem.
Seja original! 
Nunca plagie 
trabalhos.
UNIDADE Política Nacional de Práticas Integrativas 
e Complementares (PNPIC)
Introdução
Antes da criação e aprovação da Política Nacional de Práticas Integrativas e 
Complementares (PNPIC), as experiências na rede pública estadual e municipal não 
possuíam diretrizes específicas, o que poderia ocasionar acesso aos serviços de 
modo desigual e, muitas vezes, sem o devido registro, fornecimento adequado de 
insumos ou ações de acompanhamento e avaliação (BRASIL, 2006). Com a cria-
ção de uma política específica, há novos desafios que devem ser discutidos e traba-
lhados como, por exemplo, a capacitação dos profissionais que atuarão nesse cam-
po de práticas integrativas; no entanto, iniciou-se o processo regulatório dessas 
práticas, o que pode auxiliar no seu monitoramento, análise situacional e expansão 
do acesso. 
Diretrizes: orientações, guias, rumos. São linhas que definem e regulam um traçado ou um 
caminho a seguir. São instruções ou indicações para se estabelecer um plano, uma ação, um 
negócio etc. No sentido figurado, diretrizes são as normas de procedimento.
Ex
pl
or
Fonte: https://goo.gl/ej88Cv
De acordo com a PNPIC, ao se levar 
em consideração o indivíduo na sua di-
mensão global – sem perder de vista a 
sua singularidade –, a PNPIC contribui 
para a integralidade da atenção à saú-
de, favorecendo a interação das ações 
e dos serviços existentes no Sistema 
Único de Saúde (SUS). Estudos têm de-
monstrado que tais abordagens contri-
buem para a ampliação da correspon-
sabilidade dos indivíduos pela saúde, 
contribuindo, assim, para o aumento 
do autocuidado (BRASIL, 2006). 
Histórico da PNPIC (BRASIL, 2006)
No final da década de 1970, a Organização Mundial da Saúde (OMS) criou o 
Programa de Medicina Tradicional, objetivando a formulação de políticas nessa 
área e o documento intitulado Estratégia da OMS sobre Medicina Tradicional 2002-
2005 e sua atualização, o documento Estratégia da OMS sobre Medicina Tradicio-
nal 2014-2023, reafirmando o desenvolvimento desses princípios. 
No Brasil, a legitimação e institucionalização dessas abordagens de atenção à 
saúde intensificaram-se a partir da década de 1980. Alguns eventos e documentos 
merecem destaque na regulamentação e tentativas de construção das políticas 
Figura 1
Fonte: Getty Images
8
9
nacionais nessa área (BRASIL, 2006; FIGUEREDO; GURGEL; GURGEL JUNIOR, 
2014), vejamos: 
• 1985: convênio entre o Instituto Nacional de Assistência Médica da Previdên-
cia Social (Inamps), Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Universidade Estadual 
do Rio de Janeiro (UERJ) e Instituto Hahnemaniano do Brasil, com o intuito 
de institucionalizar a assistência homeopática na rede pública de saúde; 
• 1986: a Conferência Nacional de Saúde (CNS), instância máxima de delibera-
ção de políticas de saúde, recomendou a implantação da Fitoterapia, Acupun-
tura, Homeopatia e outras práticas integrativas e complementares no SUS. 
Estas recomendações estão explícitas nos relatórios da oitava (1986), décima 
(1996), décima primeira (2000) e décima segunda (2003) conferências;
• 1988: as resoluções da Comissão Interministerial de Planejamento e Coor-
denação (Ciplan) números 4, 5, 6, 7 e 8/88, que fixaram normas e diretrizes 
para o atendimento em Homeopatia, Acupuntura, Termalismo, técnicas alter-
nativas de saúde mental e Fitoterapia; 
• 1995: foi instituído o Grupo Assessor Técnico-Científico em Medicinas Não 
Convencionais por meio da Portaria GM n.º 2.543, de 14 de dezembro de 1995;
• 1999: inclusão das consultas médicas em Homeopatia e Acupuntura na tabela 
de procedimentos do SIA/SUS (Portaria GM n.º 1.230, de outubro de 1999); 
• 2001: ocorreu a primeira Conferência Nacional de Vigilância Sanitária, a qual 
discutiu a necessidade de implantar práticas integrativas e complementares no 
SUS e incentivar o seu ensino e a sua pesquisa;
• 2003: foi constituído um grupo de trabalho no Ministério da Saúde, tendo por 
objetivo elaborar a Política Nacional de Medicina Natural e Práticas Comple-
mentares (PMNPC, ou apenas MNPC) no SUS (atual PNPIC); 
• 2003: foi publicado o relatório da primeira Conferência Nacional de Assistên-
cia Farmacêutica, que enfatizava a importância de ampliação do acesso aos 
medicamentos fitoterápicos e homeopáticos no SUS;
• 2003: relatório final da décima segunda Conferência Nacional de Saúde (CNS), 
deliberando para a efetiva inclusão da MNPC no SUS (atual PNPIC); 
• 2004: ocorreu a segunda Conferência Nacional de Ciência, Tecnologia e 
Inovações em Saúde, que incluiu a PNPIC na agenda nacional de prioridades 
em pesquisa; 
• 2005: foi publicado o Decreto Presidencial de 17 de fevereiro de 2005, que 
criou o Grupo de Trabalho para a elaboração da política nacional de plantas 
medicinais e fitoterápicos; 
• 2005: foi publicado o relatório final do Seminário Águas Minerais do Brasil, 
que indicou a constituição de projeto pilotode termalismo social no SUS;
• 2006: foi publicada a Portaria GM/MS n.º 971, com cinco práticas integrati-
vas (Homeopatia, Medicina tradicional chinesa, Medicina antroposófica, plan-
tas medicinais, Fitoterapia e Termalismo social/Crenoterapia). Essa portaria 
representa a publicação da PNPIC em sua primeira edição;
9
UNIDADE Política Nacional de Práticas Integrativas 
e Complementares (PNPIC)
• 2006: foi publicada também a política nacional de plantas medicinais 
e fitoterápicos;
• 2015: publicou-se a segunda edição da PNPIC;
• 2017: foi publicada a Portaria n.º 145, em janeiro, que incluiu no rol de proce-
dimentos do SUS as práticas da arteterapia, meditação, musicoterapia, trata-
mentos naturopático, osteopático, quiroprático e Reiki;
• 2017: publicou-se a Portaria n.º 849, que amplia a PNPIC, incluindo a arteterapia, 
ayurveda, biodança, dança circular, meditação, musicoterapia, naturopatia, osteo-
patia, quiropraxia, reflexoterapia, shantala, terapia comunitária integrativa e ioga.
Legislação e Marcos Regulatórios Acerca 
das Práticas Integrativas e Complementares
Para facilitar a consulta aos principais marcos regulatórios, organizou-se o Qua-
dro 1 com a descrição e respectiva identificação legislativa: 
Quadro 1 – Principais marcos regulatórios e legislação das práticas integrativas e complementares em saúde
Tipo Número Descrição
Decretos Decreto Presidencial n.º 5.813, 
de 22 de junho de 2006 
Aprova a política nacional de plantas medicinais e fi-
toterápicos e dá outras providências
Portarias
Portaria GM n.º 971, 
de 3 de maio de 2006
Aprova a Política Nacional de Práticas Integrativas e 
Complementares (PNPIC) no SUS
Portaria GM n.º 1.600, 
de 17 de julho de 2006
Aprova a constituição do Observatório das Experiên-
cias de Medicina Antroposófica no SUS
Portaria SAS n.º 853, 
de 17 de novembro de 2006
Inclui na tabela de serviços/classificações do Sistema 
de Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde 
(SCNES) de informações do SUS, o serviço de código 
068 – práticas integrativas e complementares
Portaria SAS n.º 154, 
de 18 de março de 2008
Recompõe a tabela de serviços/classificações do SC-
NES (Anexo I)
Portaria Interministerial n.º 2.960, 
de 9 de dezembro de 2008
Aprova o Programa Nacional de Plantas Medicinais e 
Fitoterápicos e cria o Comitê Nacional de Plantas Me-
dicinais e Fitoterápicos
Portarias
Portaria NR n.º 7/DGP, 
de 27 de janeiro de 2009
Aprova as normas reguladoras do exercício da Acu-
puntura no âmbito do serviço de saúde do Exército
Portaria SAS n.º 84, 
de 25 de março de 2009
Adequa o serviço especializado 134 – práticas inte-
grativas – e sua classificação 001 – Acupuntura
Portaria DNPM n.º 374, 
de 1 de outubro de 2009
Aprova a Norma Técnica n.º 001/2009, que dispõe so-
bre as “Especificações Técnicas para o Aproveitamen-
to de água mineral, termal, gasosa, potável de mesa, 
destinadas ao envase, ou como ingrediente para o 
preparo de bebidas em geral ou ainda destinada para 
fins balneários”, em todo o território nacional na for-
ma do Anexo a esta Portaria
10
11
Tipo Número Descrição
Portarias
Portaria DGP n.º 48, 
de 25 de fevereiro de 2010
Aprova a diretriz para implantação dos Núcleos de 
Estudos em Terapias Integradas (Neti) no âmbito do 
serviço de saúde do Exército
Portaria GM n.º 886, 
de 20 de abril de 2010 Institui a Farmácia Viva no âmbito do SUS
Portaria DNPM n.º 127, 
de 25 de março de 2011
Aprova o roteiro técnico para a elaboração do projeto 
de caracterização crenoterápica para águas minerais 
com propriedades terapêuticas utilizadas em comple-
xos hidrominerais ou hidrotermais
Portaria SAS n.º 470, 
de 19 de agosto de 2011 
Inclui na tabela de serviços/classificações do SCNES, 
no serviço de código 125 – Farmácia –, a classificação 
007 – Farmácia Viva
Portaria n.º 533, 
de 28 de março de 2012
Estabelece o elenco de medicamentos e insumos da 
Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (Rena-
me) no âmbito do SUS
Portaria n.º 145, 
de 11 de janeiro de 2017
Altera procedimentos na tabela de procedimentos, 
medicamentos, órteses, próteses e materiais especiais 
do SUS para atendimento na Atenção Básica
Portaria n.º 849, 
de 27 de março de 2017
Inclui arteterapia, Ayurveda, biodança, dança circular, 
meditação, musicoterapia, naturopatia, osteopatia, 
quiropraxia, reflexoterapia, Reiki, shantala, terapia 
comunitária integrativa e ioga à política nacional de 
práticas integrativas e complementares
Portaria n.º 633, de 28 
de março de 2017
Atualiza o serviço especializado de 134 práticas inte-
grativas e complementares na tabela de serviços do 
sistema de Cadastro Nacional de Estabelecimentos de 
Saúde (Cnes)
Instruções 
Normativas
Instrução Normativa Anvisa n.º 5, 
de 11 de dezembro de 2008
Determina a publicação da lista de medicamentos fi-
toterápicos de registro simplificado
Instrução Normativa Anvisa n.º 5, 
de 31 de março de 2010
Estabelece a lista de referências bibliográficas para 
avaliação de segurança e eficiência de medicamen-
tos fitoterápicos
Resoluções
Resolução CNS n.º 338, 
de 6 de maio de 2004 Aprova a política nacional de assistência farmacêutica
Resolução Anvisa-RDC n.º 67, 
de 8 de outubro de 2007
Dispõe sobre boas práticas de manipulação de pre-
parações magistrais e oficinais para uso humano 
em farmácias
Resolução Anvisa-RDC n.º 87, 
de 21 de novembro de 2008
Altera o Regulamento Técnico sobre Boas Práticas de 
Manipulação em Farmácias
Resolução Anvisa-RDC n.º 95, 
de 11 de dezembro de 2008 
Regulamenta o texto de bula de medicamentos fito-
terápicos
Resolução Anvisa-RDC n.º 10, 
de 9 de março de 2010
Dispõe sobre a notificação de drogas vegetais junto à 
Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e dá 
outras providências
Resolução Anvisa-RDC n.º 14,
 de 31 de março de 2010 Dispõe sobre o registro de medicamentos fitoterápicos
Resolução Anvisa-RDC n.º 17, 
de 16 de abril de 2010
Dispõe sobre as boas práticas de fabricação 
de medicamentos
Fonte: Brasil (2018)
11
UNIDADE Política Nacional de Práticas Integrativas 
e Complementares (PNPIC)
Hierarquia legislativa:
I Constituição: é a Lei fundamental, da qual todas as leis são subsidiárias. A Constituição 
é a Lei mais importante de um país;
II Leis: Lei é uma regra de direito ditada pela autoridade estatal e tornada obrigatória 
para manter, numa comunidade, a ordem e o desenvolvimento;
III Decretos: os decretos são decisões de uma autoridade superior, com força de Lei, que 
visam disciplinar um fato ou uma situação particular. O Decreto, sendo hierarquicamente 
inferior, não pode contrariar a Lei, mas pode regulamentá-la, ou seja, pode explicitá-la, 
aclará-la ou interpretá-la, respeitados os seus fundamentos, objetivos e alcance; 
IV Portarias: são documentos que estabelecem ou regulamentam assuntos específicos;
V Resoluções: são normas administrativas provenientes de secretarias ligadas ao Poder 
Executivo, visando disciplinar assuntos específicos já definidos nos Decretos e Portarias 
(fonte: SÃO PAULO, [20--?]).
Ex
pl
or
Figura 2 – Representação da hierarquia legislativa, sendo o topo da 
pirâmide a Constituição Federal e sua base, as Resoluções e Normas
Fonte: Getty Images
Principais Pontos da PNPIC
O Ministério da Saúde procurou conhecer as experiências que já eram desenvolvi-
das na rede pública dos municípios e Estados. Dessa forma, adotou como estratégia 
a realização de um diagnóstico nacional. Realizou-se, portanto, uma pesquisa pelo 
Departamento de Atenção Básica, da Secretaria de Atenção à Saúde, do Ministério 
da Saúde, no período de março a junho de 2004, por meio de questionário enviado 
a todos os gestores municipais e estaduais de saúde, no total de 5.560 questionários. 
Foram preenchidos e devolvidos 1.340 questionários, mostrando que, em alguns 
municípios e Estados existia a estruturação de algumas dessas práticas integrativas, 
chegando a 232 municípios, em um total de 26 Estados. A amostra foi considerada 
satisfatória no cálculo de significânciaestatística para um diagnóstico nacional. 
12
13
A Atenção Básica é o primeiro nível de atenção em saúde e se caracteriza por um conjunto 
de ações de saúde, nos âmbitos individual e coletivo, que abrange a promoção e proteção da 
saúde, a prevenção de agravos, o diagnóstico, tratamento, a reabilitação, redução de danos 
e manutenção da saúde com o objetivo de desenvolver uma atenção integral que impacte 
positivamente na situação de saúde das coletividades.
Ex
pl
or
O SUS é um sistema público e universal de saúde criado a partir da Constituição Federal brasileira 
de 1988, que foi regulamentado pela Lei Federal n.º 8.080/90, disponível em: https://goo.gl/twYSz
Aproveite e acesse também a publicação da política nacional de atenção básica, disponível 
em: http://bit.ly/1wiLCE6
Ex
pl
or
Objetivos da PNPIC
De acordo com o documento publicado da política nacional, são seus principais 
objetivos (BRASIL, 2006):
• Construir a implementação da PNPIC no SUS, principalmente na perspectiva 
da prevenção de agravos e da promoção e recuperação da saúde, com ênfase na 
Atenção Básica voltada ao cuidado continuado, humanizado e integral em saúde; 
• Contribuir ao aumento da resolubilidade do sistema e à ampliação do acesso à 
PNPIC, garantindo qualidade, eficácia, eficiência e segurança no uso; 
• Promover a racionalização das ações de saúde, estimulando alternativas inovado-
ras e socialmente contributivas ao desenvolvimento sustentável de comunidades; 
• Estimular as ações referentes ao controle e à participação social, promovendo 
o envolvimento responsável e continuado dos usuários, gestores e trabalhado-
res nas diferentes instâncias de efetivação das políticas de saúde. 
Diretrizes da PNPIC
Segundo o documento da política nacional, a PNPIC possui como diretrizes 
(BRASIL, 2006):
• A estruturação e o fortalecimento das Práticas Integrativas e Complementares 
(PIC) no SUS se dão mediante: 
» Incentivo à inserção da PNPIC em todos os níveis de atenção à saúde, com 
ênfase na Atenção Básica; 
» Desenvolvimento da PNPIC em caráter multiprofissional para as categorias 
profissionais presentes no SUS e em consonância com o nível de atenção; 
» Implantação e implementação de ações e fortalecimento de iniciativas existentes;
» Estabelecimento de mecanismos de financiamento;
13
UNIDADE Política Nacional de Práticas Integrativas 
e Complementares (PNPIC)
 » Elaboração de normas técnicas e operacionais para a implantação e o desen-
volvimento dessas abordagens no SUS;
 » Articulação com a política nacional de atenção à saúde dos povos indígenas 
e demais políticas do Ministério da Saúde. 
• Desenvolvimento de estratégias de qualificação para profissionais em PIC 
no SUS;
• Divulgação e informação dos conhecimentos básicos da PIC para profissionais 
de saúde, gestores e usuários do SUS, considerando as metodologias partici-
pativas e o saber popular e tradicional;
• Estímulo às ações intersetoriais, de forma a desenvolvê-las integralmente;
• Fortalecimento da participação social;
• Promover o acesso a medicamentos homeopáticos e fitoterápicos;
• Garantia do acesso aos demais insumos estratégicos da PNPIC, com qualidade 
e segurança das ações;
• Incentivar a pesquisa em PIC com vistas ao aprimoramento da atenção à saúde, 
avaliando eficiência, eficácia, efetividade e segurança dos cuidados prestados;
• Desenvolvimento de ações de acompanhamento e avaliação da PIC, para ins-
trumentalização de processos de gestão;
• Promoção de colaboração nacional e internacional das experiências da PIC;
• Garantia do monitoramento da qualidade dos produtos fitoterápicos pelo siste-
ma nacional de vigilância sanitária. 
Diretrizes são orientações, guias, rumos. São linhas que definem e regulam um traçado ou 
um caminho a seguir. São instruções ou indicações para se estabelecer um plano, uma ação, 
um negócio etc. No sentido figurado, diretrizes são as normas de procedimento 
Disponível em: https://bit.ly/36DXcz1
Ex
pl
or
O documento publicado pelo Ministério da Saúde traz informações adicionais sobre a im-
plementação das diretrizes que compõem a PNPIC. Acesse-o para se aprofundar nas ações 
referentes à implantação da política nacional, especialmente no tocante à página 28. 
Disponível em: https://goo.gl/xCGNt
Ex
pl
or
14
15
Oportunidades e Desafios
De acordo com alguns pesquisadores, de modo geral, a implantação da PNPIC no 
SUS tem recebido pouco apoio, pois ainda há baixo incentivo financeiro, poucos e 
recentes investimentos em formação e escassa avaliação e monitoramento, sobretudo 
quanto à inserção das PIC na atenção primária à saúde (SOUSA; TESSER, 2017). 
Entretanto, existem diversas experiências que contemplam diferentes racionalidades 
médicas e práticas integrativas e complementares. Segundo o Ministério da Saúde, 
em 2008, 25% dos municípios brasileiros tinham oferta das PIC, diferenciada con-
forme os contextos locais, com forte presença na Atenção Primária à Saúde, princi-
palmente na Estratégia Saúde da Família (ESF). As experiências municipais têm sido 
fruto de arranjos locais e gerado um cenário diversificado de inserção das PIC no 
SUS (SOUSA; TESSER, 2017).
Figura 3
Fonte: Getty Images
A partir da revisão global, torna-se evidente que existem várias oportunidades e 
desafios em relação às políticas, leis e regulamentos nacionais, qualidade, seguran-
ça e eficácia das PIC, cobertura de saúde universal e integração dessas práticas nos 
sistemas de saúde. Embora existam muitas questões sociais e econômicas urgentes, 
segundo a OMS, o aumento previsto das doenças crônicas é o motivo mais urgente 
para o desenvolvimento e fortalecimento da colaboração entre os setores de saúde 
convencionais e as PIC (WORLD HEALTH ORGANIZATION, 2013).
15
UNIDADE Política Nacional de Práticas Integrativas 
e Complementares (PNPIC)
Segundo alguns pesquisadores, não se deve desperdiçar as experiências exis-
tentes de inserção e integração das práticas integrativas. A significativa e crescente 
presença das PIC no SUS demanda um raciocínio estratégico para a sua expansão 
para além da Atenção Básica, enfatizada na PNPIC (SOUSA; TESSER, 2017). 
Além disso, há um contexto mundial favorável às práticas integrativas e com-
plementares, devido à crise dos paradigmas de Medicina Convencional até então 
vigentes, com seus altos custos e apoio intensivo em tecnologias que observam o 
indivíduo em partes isoladas. Em termos econômicos, existe um forte mercado 
internacional de PIC: apenas a Fitoterapia movimenta anualmente na Europa 3,5 
bilhões de euros e na China, 14 bilhões de dólares, mostrando crescimento ex-
pressivo ano a ano. Atualmente, tal mercado chega a 30% do total do comércio de 
medicamentos em geral (BRASIL, 2009) com futura expansão.
Diagnóstico Situacional de Práticas 
Integrativas e Complementares no SUS 
Reiterando informação aqui já passada, o diagnóstico foi realizado pelo Departamento 
de Atenção Básica, da Secretaria de Atenção à Saúde, do Ministério da Saúde, no período 
de março a junho de 2004. Essa análise se iniciou com o envio de 5.560 questionários, 
os quais retornaram 1.342, dos quais 232 apresentaram resultados positivos e demonstra-
ram a estruturação de alguma prática integrativa e/ou complementar em 26 Estados, em 
um total de 19 capitais. Essa amostra foi significativa do ponto de vista estatístico. 
Observou-se a existência de alguma das práticas em 26 Estados da Federação, 
com concentração na região Sudeste (Figura 5). Os resultados ainda demonstra-
ram que apenas 6% das práticas dispõem de Lei ou Ato Institucional estadual ou 
municipal criando algum tipo de serviço relativo às práticas integrativas e comple-
mentares. Constatou-se também que as ações estão, principalmente, inseridas na 
Atenção Básica – saúde da família – em todas as práticas contempladas.
Figura 4
Fonte: Getty Images
16
17
Quanto à capacitação dos profissionais, as atividades são desenvolvidas prin-
cipalmente nos próprios serviços de saúde, seguidas por capacitaçãoem outros 
centros formadores.
SP MG RS PR SC CE ES RJ GO PA PB MA PE SE TO AL AM BA MS PI RN AP RO AC DF MT
50
45
35
30
25
20
15
10
5
0
Figura 5 – Distribuição, por Estado, das práticas integrativas e complementares 
no SUS (resultado baseado nos questionários respondidos)
Para o Ministério da Saúde, a institucionalização das práticas integrativas e com-
plementares no SUS pela PNPIC ampliou o acesso a produtos e serviços antes res-
tritos à área privada, assim como trouxe o desafio de integrar saberes e práticas nas 
diversas áreas do conhecimento com o intuito de desenvolver novos projetos transdis-
ciplinares na área da Saúde (BRASIL, 2009). O impacto da política alcança diversos 
campos – econômico, técnico e sociopolítico (AZEVEDO; PELICIONI, 2011).
Após dois anos da implantação da PNPIC, o primeiro Seminário Internacional 
de Práticas Integrativas e Complementares em Saúde promoveu o intercâmbio de 
experiências nos sistemas oficiais de atenção à saúde de modelos instituídos em 
outros países (BRASIL, 2009). Desde então, a inclusão das práticas integrativas e 
complementares no SUS tem acontecido de forma gradual, como é esperado, em 
virtude do pouco conhecimento sobre as quais, pela falta de pesquisas na área e 
pela escassa formação de profissionais qualificados para realizá-las (AZEVEDO; 
PELICIONI, 2011).
Uma edição especial da Revista Brasileira de Saúde da Família, publicada pelo 
Ministério da Saúde (BRASIL, 2006; AZEVEDO; PELICIONI, 2011), compilou as 
experiências com tais práticas no SUS nos diferentes Estados e municípios, confor-
me resumidas a seguir:
• O Estado do Espírito Santo aprovou, em 2008, a proposta de instituciona-
lização da política das práticas integrativas e complementares: Homeopatia, 
Acupuntura e Fitoterapia; 
• No mesmo ano, o Município de São Paulo criou o Programa Qualidade de 
Vida com Medicinas Tradicionais e Práticas Integrativas em Saúde; 
• Em Campinas, SP, há uma Coordenadoria de Saúde Integrativa. Entre as suas 
várias realizações, destacam-se: a introdução da Medicina tradicional chinesa e 
Acupuntura e da Homeopatia nas Unidades Básicas de Saúde / Saúde da Fa-
mília (UBS/SF), a utilização da Fitoterapia e o Projeto Corpo em Movimento, 
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UNIDADE Política Nacional de Práticas Integrativas 
e Complementares (PNPIC)
que oferece as atividades de tai chi chuan, ginástica harmônica, ioga, atualiza-
ção terapêutica, ginástica postural, lian gong e osteopatia; 
• Em Suzano, SP, o Programa Saúde da Família oferece atividades de lian gong 
realizadas nas UBS/SF e em outros espaços comunitários espalhados por todo 
o Município; 
• A Secretaria Municipal de Saúde de Vitória, ES, implantou o Programa de Fi-
toterapia, em 1996, oferecendo aos usuários da Atenção Básica medicamentos 
fitoterápicos; 
• Em Itajaí, SC, a prática do do-in, associada ao uso da Homeopatia, foi intro-
duzida na Atenção Básica / Saúde da Família, em 2006, como uma das estra-
tégias de promoção da saúde no Município. Além disso, o Fundo Municipal de 
Saúde dessa cidade fornece 100% dos medicamentos homeopáticos prescritos 
pelos profissionais da Atenção Básica aos usuários do SUS; 
• No Amapá (CRTN), existe um Centro que atua, desde 2004, na assistência 
especializada em uma variedade de práticas e terapias naturais, entre as quais: 
Fitoterapia, Geoterapia, Iogaterapia, Acupuntura e Medicina tradicional chine-
sa, Homeopatia, terapia da autoestima, Reiki, pilates, Quiropraxia, Bioginásti-
ca, tai chi chuan, lian gong, chi gong; 
• Em Fortaleza, CE, há espaços para ações coletivas e individuais, além de uma 
farmácia de manipulação, escola para as crianças do bairro e uma UBS onde 
se desenvolve o Projeto Quatro Varas, com base na terapia comunitária e nas 
técnicas de massagem; 
• Ainda em Fortaleza, desenvolve-se o Programa Farmácias Vivas, com orientação 
para a população sobre como empregar com segurança as plantas medicinais; 
• No Recife, PE, em 2010, lançou-se o Núcleo de Apoio em Práticas Integrativas 
e uma equipe de profissionais, instrutores e terapeutas integrativos passou a 
atuar juntamente com o Programa de Saúde da Família; 
• Belo Horizonte, MG, desenvolveu o Programa de Homeopatia, Acupuntura e 
Medicina Antroposófica, atendendo em 21 UBS/SF e em uma unidade mista.
Perspectivas das PIC
Segundo as pesquisadoras Elaine de Azevedo e Maria Cecília Focesi Pelicioni 
(2011), da Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD) e da Universidade de 
São Paulo (USP), respectivamente, percebe-se que as práticas integrativas e com-
plementares têm o potencial de revitalizar as discussões da saúde coletiva e estimu-
lar mudanças no padrão biologizante e medicalizante do cuidado e da promoção da 
saúde. Entretanto, evidencia- -se o despreparo político e técnico de profissionais da 
Saúde para uma atuação efetiva com PIC dentro da realidade do SUS.
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Dessa forma, julga-se fundamental fomentar um amplo processo educativo e polí-
tico que contextualize e forme profissionais de Saúde capacitados em algumas práti-
cas integrativas e complementares e que seja estimulada e facilitada a especialização 
em alguma dessas práticas ou em outras racionalidades médicas. É também sugerido 
que todos os cursos de formação em PIC insiram o conteúdo do SUS e da saúde 
coletiva em suas formações, de modo a contribuir para o fortalecimento da PNPIC 
(AZEVEDO; PELICIONI, 2011).
Dado que as PIC têm potencial para melhorar a saúde individual, sua integração 
adequada nos sistemas nacionais de saúde permitirá que os consumidores tenham 
um ampliado leque de escolhas. Embora a integração possa ser de maior relevância 
para as populações que vivem com doenças crônicas ou na promoção da saúde, 
em certas circunstâncias, pode contribuir para o tratamento da doença aguda. 
A integração apropriada também foi abordada pela doutora Margaret Chan, direto-
ra geral da OMS, ao afirmar que:
Os dois sistemas de Medicina tradicional (“alternativa”) e ocidental não 
precisam entrar em conflito. No contexto dos cuidados de saúde pri-
mários, eles podem se misturar em uma harmonia benéfica, usando as 
melhores características de cada sistema e compensando certas fraquezas 
em cada um. Isso não é algo que aconteça sozinho, mas pode ser realiza-
do com sucesso (WORLD HEALTH ORGANIZATION, 2013).
Em alguns países, certos tipos de PIC foram completamente integrados no sis-
tema de saúde. Na China, por exemplo, a Medicina tradicional e a Medicina con-
vencional são praticadas juntas em todos os níveis do serviço de saúde público ou 
privado (WORLD HEALTH ORGANIZATION, 2013).
Segundo o relatório do primeiro Seminário Internacional em Práticas Integrati-
vas e Complementares em Saúde, que ocorreu em Brasília, DF, em 2008, é certo 
que há progressos na situação mundial das PIC, por exemplo, no incremento da 
informação obtida; isto no fato de que 30% dos países-membros da OMS dispõem 
de políticas nacionais para PIC, como é o caso do Brasil, bem como de 65% das 
nações já apresentarem procedimentos legais e de regulação. Logo, grande con-
tingente populacional de países em desenvolvimento ou desenvolvidos faz uso das 
PIC (BRASIL, 2009).
É interessante destacar que, antes da década de 1990, apenas cinco nações 
possuíam regulamentação e políticas voltadas à Medicina complementar. Em 2003, 
esse número subiu para 44. Em 1986, apenas 14 países tinham regulamentação 
sobre a Homeopatia, número que, em 2003, foi alterado para 83. Dados encami-
nhados pelos diversos povos, em 2007, revelam que: em 48 países, a Medicina 
complementar estava integrada ao sistema nacional de saúde; em 110 nações foi 
estabelecida regulamentação para a Fitoterapia; em 62 países existiam institutos de 
pesquisas voltados à Medicina complementar (BRASIL, 2009). Tais dados mostram 
a expansão e maior aceitabilidade das PIC, com grandes oportunidades futuras de 
complementação da Medicina convencional. 
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UNIDADE Política Nacional de Práticas Integrativas 
e Complementares (PNPIC)
Material Complementar
Indicaçõespara saber mais sobre os assuntos abordados nesta Unidade:
 Livros
A política nacional de plantas medicinais e fitoterápicos: construção, perspectivas e desafios
FIGUEREDO, C. A. de; GURGEL, I. G. D.; GURGEL JUNIOR, G. D. A política nacio-
nal de plantas medicinais e fitoterápicos: construção, perspectivas e desafios. Physis: 
Revista de Saúde Coletiva, v. 24, p. 381-400, 2014.
 Vídeos
A PNPIC, seu processo de construção e as práticas contempladas
COMUNIDADE DE PRÁTICAS. A PNPIC, seu processo de construção e as práticas 
contempladas. 2014.
https://youtu.be/w7MGvRr1uJ4
 Leitura
As práticas integrativas na Estratégia Saúde da Família: visão dos agentes comunitários de saúde
PARANAGUÁ, T. T. de B. et al. As práticas integrativas na Estratégia Saúde da Família: 
visão dos agentes comunitários de saúde. Rev. Enferm. UERJ, v. 17, n. 1, p. 75-80, 2009.
https://goo.gl/f1LJqJ
Práticas integrativas e complementares de desafios para a educação
AZEVEDO, E. de; PELICIONI, M. C. F. Práticas integrativas e complementares de desafios 
para a educação. Trab. Educ. Saúde, Rio de Janeiro, v. 9, n. 3, p. 361-378, nov. 2011.
https://goo.gl/LgHQsi
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Referências
AZEVEDO, E. de; PELICIONI, M. C. F. Práticas integrativas e complementares 
de desafios para a educação. Trab. Educ. Saúde, Rio de Janeiro, v. 9, n. 3, p. 
361-378, nov. 2011. Disponível em: . Acesso em: 26 
jan. 2018.
BRASIL. Ministério da Saúde. Práticas integrativas e complementares em saúde: 
uma realidade no SUS. Revista Brasileira Saúde da Família, 2008. Disponível 
em: . Acesso em: 
25 jan. 2018. 
______. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Portal 
da saúde: informes e legislação. Biblioteca/Estação Multimídia. 2018. Disponí-
vel em: . Acesso em: 25 jan. 2018.
______. Política nacional de práticas integrativas e complementares no 
SUS: atitude de ampliação de acesso. 2. ed. Brasília, DF, 2015.
______. Relatório do 1º Seminário Internacional de Práticas Integrativas e 
Complementares em Saúde (PNPIC). Brasília, DF, 2009. (Série C. Projetos, 
Programas e Relatórios).
______. Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares no 
SUS (PNPIC-SUS). Brasília, DF, 2006. (Série B. Textos Básicos de Saúde).
FIGUEREDO, C. A. de; GURGEL, I. G. D.; GURGEL JUNIOR, G. D. A política 
nacional de plantas medicinais e fitoterápicos: construção, perspectivas e desafios. 
Physis: Revista de Saúde Coletiva, v. 24, p. 381-400, 2014.
SÃO PAULO (Estado). Secretaria dos Transportes. Departamento de Estradas de 
Rodagem. Manual de produtos perigosos. São Paulo, [20--?].
SOALHEIRO, B.; NUNES A. C. Medicina alternativa. Superinteressante, 
31 out. 2016. Disponível em: . Acesso em: 12 jan. 2018.
SOUSA, I. M. C. de; TESSER, C. D. Medicina tradicional e complementar no 
Brasil: inserção no sistema único de saúde e integração com a atenção primária. 
Cadernos de Saúde Pública, v. 33, n. 1, 2017.
WORLD HEALTH ORGANIZATION. WHO traditional medicine strategy: 
2014-2023. Hong Kong, China, 2013. Disponível em: . Acesso em: 12 jan. 2018.
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