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Osteichthyes
 PEIXES ÓSSEOS 
Normalmente classificamos os peixes em dois
grandes grupos: os cartilaginosos e os ósseos.
Os peixes ósseos, também chamados de
osteíctes ou osteichthyes, são o grupo de
vertebrados com maior número de espécies,
incluindo representantes de água doce e
salgada. São extremamente variados quanto à
forma, cores e hábitos de vida.
Introdução 
Características 
podem viver em água doce e salgada;
possuem o maior número de espécies;
tem esqueleto principalmente formado de
ossos, em alguns casos possuem cartilagem;
sistema digestório completo começando pela
boca e terminando no ânus, possui bexiga
natatória, órgão importante que permite
flutuabilidade preenchido por ar ou óleo;
 
 
 
diferenças: escamas dérmicas,
glândulas de muco, 4 a 5 pares
de brânquias e opérculo.
opérculo: órgão exclusivo dos
peixes ósseos, é uma cobertura
óssea sobre as brânquias que
protege e mantém o fluxo de
água pelo corpo;
fecundação externa com
formação de larvas;
mais procurados: lambari,
traíra, traírão, robalo, jundías,
corvina, papa-terra e tucunaré.
 
 
 
Evolução Primeiro registro fóssil de Osteichthyes foi no período
siluriano. No período Devoniano houve diferenciação em
duas linhagens Actinoptrygii e Sarcoptrygii.
Actinoptrygii - possui nadadeira sustentada por raios dérmicos internos
articulados. No fim do período Triássico a partir da classe Actinoptrygii
surgiu a Teleostei com escamas finas e flexíveis, formada por uma única
camada de osso lamelar.
Sarcoptrygii - Grupo ancestral dos vertebrados terrestres possui um
eixo ósseo central que origina os raios dérmicos, escamas espessas,
nadadeiras carnosas.
Em osteíctes marinhos, a água ambiente tem uma grande concentração de sais,
deixando o meio hipertônico (elevada concentração de soluto). Dessa forma, de
acordo com a osmose, a água deveria sair do meio menos concentrado - nesse
caso, o interior do animal - e ir para o meio mais concentrado - o meio externo.
Essa passagem de água, contudo, dificultaria a sobrevivência dos peixes nesses
ambientes. Para evitar esse processo, os peixes marinhos minimizam os efeitos
da osmose ingerindo muita água marinha, urinando pouco e eliminando o
excesso de sal através das brânquias.
água salgada vs. água doce 
Já nos peixes ósseos de água doce, o inverso acontece: o meio externo é hipotônico, isto é, o
interior do peixe tem uma maior concentração de soluto quando comparada com o meio externo.
Dessa forma, água do meio externo tende a entrar no organismo pela superfície corporal dos
peixes e a osmorregulação, nesse caso, faz com que os peixes bebam menos água e absorvam os
sais presentes no meio externo através das brânquias. O excesso de sal pode ser eliminado
através da urina, que é abundante, quando comparada à urina dos peixes marinhos.
Classificação Ecológica 
Os peixes podem, ainda, ser classificados de acordo com seu comportamento
dentro do ambiente aquático em que vivem.
 
Pelágios: Peixes que vivem em cardumes, como as sardinhas e os atuns;
 
Demersais: Peixes territorialistas que vivem, geralmente, isolados no interior
de estruturas rochosas, como as garoupas e os linguados;
 
Batipelágios: Peixes que nadam livremente em águas de grande
profundidade;
 
Mesopelágios: Espécies migratórias que costumam subir para a superfície
apenas no período noturno.
 
Curiosidades 
 Peixes ósseos são um dos poucos que tem espécies que tem a capacidade de mudar de
sexo, estudos apontam que há mais de 500 espécies marinhas que mudam de sexo
naturalmente. Dentre as que possuem essa capacidade, se encontram o peixe-palhaço,
os dragões-barbudos (que, inclusive, conseguem mudar de sexo ainda dentro do ovo), a
lissarca miliaris (espécie de molusco), o peixe-papagaio e o peixe labridae.
Mutualismo: Camarão e Peixe
Camarões podem retirar parasitas e sujeiras fixadas em alguns peixes, funcionando
como limpadores de espécies, podendo se alimentar desses parasitas, se protegerem de
consumidores e o peixe em troca fica limpo e sem parasitas.
Anatomia 
Manoela Brum
Julia Peixoto 
Mateus Xavier 
 
ALUNOS

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