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1. O que são células de Reed-Sternberg e em que condição são encontradas? Células grandes com núcleo binucleado ou multinucleado e nucléolos proeminentes. São características do linfoma de Hodgkin. 2. Quais alterações celulares são indicativas de carcinoma adenocarcinoma em citologia? Células com núcleo aumentado e irregular. Cromatina hipercromática ou granular. Presença de vacúolos citoplasmáticos e formação de agrupamentos glandulares. 3. Como a citologia líquida difere do método convencional? Na citologia líquida, as células são suspensas em líquido preservativo, resultando em uma amostra mais limpa, com menos artefatos e maior sensibilidade para detecção de anormalidades. 4. O que é ASC-US no sistema Bethesda? Significa "células escamosas atípicas de significado indeterminado", indicando alterações celulares mínimas que não permitem diagnóstico definitivo. 5. Quais achados citológicos são típicos de carcinoma de células claras? Células com citoplasma claro e vacuolado. Núcleo deslocado para a periferia. Formação de estruturas glandulares ou papilares. 6. Qual é a importância da identificação de "clue cells" em citologia vaginal? Indica vaginose bacteriana, geralmente associada à presença de Gardnerella vaginalis. 7. Como a citologia pode ajudar no diagnóstico de asbestose? A identificação de corpos ferruginosos (fibras de asbestos revestidas por proteínas e ferro) em líquidos pleurais ou pulmonares é indicativa de exposição ao asbesto. 8. Quais alterações são observadas em infecções por Trichomonas vaginalis? Presença de parasitas móveis com núcleo excêntrico. Fundo inflamatório com neutrófilos. Alterações celulares leves nas células epiteliais. 9. Quais são os principais tipos de colorações usadas em citologia e sua finalidade? Papanicolau: Avaliar alterações nucleares e citoplasmáticas. Giemsa: Identificar células inflamatórias e infecciosas. HE (Hematoxilina-Eosina): Usado em histopatologia, mas também em citologia. 10. Qual é o papel da citologia na avaliação de líquidos cefalorraquidianos? Permite identificar células inflamatórias, infecciosas ou malignas (como em metástases), além de ajudar no diagnóstico de doenças neurológicas e infecciosas, como meningites. 4o