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JUSTIFICATIVA: 
 
O protagonismo exercitado pelo Conass e pelo Cosasems a partir da década 
de noventa, junto à instalação dos conselhos estaduais e municipais, permitiu 
ampliar a base de apoio ao SUS. Presentemente, o Conselho Nacional de 
Saúde (CNS) tem demonstrado um ativismo significativo, mobilizando grupos 
sociais e confrontando certas iniciativas do governo. Do mesmo modo, a 
expansão dos gestores municipais de saúde tem reforçado essas bases 
sociais e políticas. 
O Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) é uma entidade de 
direito privado, sem fins lucrativos, que se pauta pelos princípios que regem o 
direito público e que congrega os Secretários de Estado da Saúde e seus 
substitutos legais, enquanto gestores oficiais das Secretarias de Estado da 
Saúde (SES) dos estados e Distrito Federal. como uma associação civil sem 
fins lucrativos, de direito privado, que se pauta pelos princípios do direito 
público, com autonomia administrativa, financeira e patrimonial e surgiu a 
partir do desejo dos secretários estaduais de saúde à época liderados pelo 
médico Adib Jatene, então secretário de Estado da Saúde de São Paulo, de 
atender a recomendação de Alma Ata cujo lema era “Saúde para todos no 
ano 2000”. 
O Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (COSASEMS), 
nasceu a partir do movimento social em prol da saúde pública e se legitimou 
como uma força política, que assumiu a missão de agregar e de representar 
o conjunto de todas as secretarias municipais de saúde do país, hoje tem seu 
espaço político e sua luta reconhecida nas instâncias federais, incluindo na 
pauta de discussões da saúde grandes temas de interesse como 
financiamento público, recursos humanos e defesa dos princípios do Sistema 
Único de Saúde 
 (INEP, 2016) O aumento no número de mulheres com Aids trouxe 
como consequência o crescimento nas taxas de transmissão vertical 
do HIV, que tem sido responsável pelo aumento significativo de 
infecção de crianças de até 13 anos pelo HIV em todo o mundo. Em 
relação aos aspectos imunológicos e de atenção primária a 
gestantes com risco de transmissão vertical de HIV, avalie as 
afirmações a seguir. 
I. A infecção pelo HIV-1 evolui da fase aguda, em que o paciente é identificado 
como HIV+, à fase avançada; em gestantes, o risco de transmissão vertical só 
ocorre se a doença estiver na fase avançada. 
II. A maior parte das transmissões verticais de vírus HIV ocorre durante o 
trabalho de parto ou durante o parto propriamente dito, mas também podem 
ocorrer intraútero, especialmente nas últimas semanas de gestação. 
III. É crucial a identificação precoce da infecção por HIV nas gestantes ainda 
durante o pré-natal, para que haja tempo hábil de realizar a quimioprofilaxia 
para a prevenção da transmissão vertical e para a diminuição da 
possibilidade de transmissão. 
IV. Em gestantes HIV+ devem ser realizadas, a partir da primeira consulta de 
pré-natal, a contagem de linfócitos TCD8+ e da carga viral, pois, à medida 
que aumenta a imunossupressão, reduz-se a possibilidade de resposta 
imunológica, diminuindo-se os riscos de infecções oportunistas e de 
transmissão vertical. 
	5. (UNIFESO, 2019) De acordo com Paim (2018) a falta de prioridade ao SUS e os ataques visando ao seu desmonte foram reforçados pela crise econômica, pelas políticas de austeridade fiscal e, especialmente, pela Emenda Constitucional 95 (EC-95/2016) qu...
	JUSTIFICATIVA:
	(INEP, 2016) O aumento no número de mulheres com Aids trouxe como consequência o crescimento nas taxas de transmissão vertical do HIV, que tem sido responsável pelo aumento significativo de infecção de crianças de até 13 anos pelo HIV em todo o mundo...

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