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1 1 
 
 
Universidade Veiga de Almeida 
Graduação de Direito 
Processo do Conhecimento II 
 
 
AGATHA TEIXEIRA DOS SANTOS 
Matrícula: 20181105187 
 
 
 
 
Código de Processo Civil, §1º do Art. 489 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Cabo Frio 
2020 
 
 
 
 
 
 
 
 2 1 
 
 
AGATHA TEIXEIRA DOS SANTOS 
 
 
 
 
 
 
 
Código de Processo Civil, §1º do Art. 489 
 
 
 
 
Trabalho apresentado para fins de obtenção de 
 nota na disciplina processo de conhecimento II, 
sob orientação do Professor Vinicius 
 Tavares referente ao semestre do 5º período 
 do curso de direito do ano de 2020. 
 
 
 
 
 
 
Cabo Frio 
2020 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 3 1 
 
 
 
Código de Processo Civil, §1º do Art. 489 
 
 O presente trabalho possui como objetivo explicitar todos os incisos do Art. 489, §1º do 
Código do Processo Civil. Observa-se primeiramente a situação encontrada no país, com uma 
instabilidade política, o comando de lei favorável e indispensável que demanda do Poder 
Judiciário fundamentação legítima e íntegra de suas decisões judiciais, uma prestação judicial 
não apenas célere. Com a aparente grande preocupação em estabelecer a entrega de uma 
justiça legítima, o Poder Judicial do Brasil prima pela ferramenta de controle do exercício da 
função jurisdicional, o Princípio da Fundamentação das Decisões Judiciais, amparado pelo 
Art. 93, inciso IX CRFB/88 que estabelece que “todas as decisões deverão ser 
fundamentadas”. 
 Nesse sentido, é encontrada oportunidade a função política da motivação das decisões 
judiciais, fazendo-se inerente da prestação jurisdicional não apenas em relação às partes do 
processo, mas igualmente em face de toda a sociedade. 
 Evidencia-se que o Novo Código não busca velocidade a todo custo. Quer fazer cumprir, 
sobremaneira por seu art. § 1º do artigo 489, a ascensão da qualidade da prestação 
jurisdicional. Referido rol legal, vale destacar, é certo que possui caráter exemplificativo, o 
qual decorre, conforme leciona Fredie Didier, “do próprio móbil da norma, que é concretizar 
um direito fundamental, o direito à motivação das decisões judiciais (art. 93, IX, CF).É 
notável que o NCPC compreende um rol exemplificativo as hipóteses mais reiteradas do que 
a doutrina denominou de fundamentação inútil ou deficiente, equiparando-as à ausência de 
motivação que, consoante o artigo 93, inciso IX, da CRFB, nulifica o decisium. 
 Atravessemos a compreensão, amiúde, dos incisos do dispositivo em pauta. 
• Art. 489, §1º, Incisos I e II - (I: “se limitar à indicação, à reprodução ou à 
paráfrase de ato normativo, sem explicar sua relação com a causa ou a questão 
decidida”; II: “empregar conceitos jurídicos indeterminados, sem explicar o motivo 
concreto de sua incidência no caso”.) 
No que compreende os dispositivos em comento, para que o julgamento de uma causa 
esteja atendendo a novidade do comando processual, o julgador deverá: 
 ¹ Expor sua interpretação, relativamente sinopse fática da causa de pedir e da causa 
excipiendi do réu, e/ou, se for o caso, a sua interpretação quanto ao fato jurídico 
processual sobre o qual decide, apresentando claramente os parâmetros fáticos 
considerados em sua decisão; 
 ² Oferecer as razões da incidência, ou não, dessas normas aos fatos considerados; 
 
 
 
 
 
 4 1 
 
³ Enunciar as consequências jurídicas oriundas da eventual incidência dessas normas, 
assentando como e a razão de tais consequências, ou a ausência delas (no caso de a norma 
não gerar os efeitos alegados pela parte) determinarem a decisão proferida pelo juiz. 
Ressalta-se que naturalmente haverá causas em que a simplicidade dos fatos e a pouca 
abertura semântica das normas, exigirá fundamentação menos exigente do julgador, o que 
não significará descumprimento da norma. Haverá, também, o oposto, com a aplicação 
dos princípios, ou de normas que contenham conceitos jurídicos indeterminados. 
• Art. 489, §1º, Inciso III - “ Invocar motivos que se prestariam a justificar qualquer 
outra decisão”. 
Neste dispositivo o legislador teve o intuito de deter as conhecidas “decisões prontas”, de 
modo a conduzir o magistrado a enfrentar o conteúdo dos autos em confronto com a 
norma, particularizando o decisium. 
É de costume encontrar decisões, a guisa de exemplos, em que indefere-se o pedido 
apenas “porque ausentes os pressupostos da tutela antecipada”, sem que seja possibilitado 
ao jurisdicionado conhecer quais os motivos de não estarem presentes referidos 
pressupostos. Como tantas outras decisões que julga, antecipadas na lide pois presentes os 
pressupostos, não necessariamente apresentando estes na hipótese dos autos. 
A própria magistratura chama a atenção a prática que deve ser repelida. A obra abaixo 
referenciada, foi integralmente escrita por magistrados: 
"O inciso III cuida da decisão que invoca motivos que se prestariam a justificar 
qualquer outra. Na verdade, o legislador mostrou-se sensível ao fato de que, em 
tempos de produção em série, em que, para afastar a morosidade da justiça, louvam-
se as estatísticas, a produtividade do juiz, muitas vezes são exaradas decisões padrão, 
com termos vazios, que serviriam a ‘fundamentar’ qualquer outra decisão. O 
julgador não desce ao caso concreto. Aplica-se a decisão-padrão sem examinar as 
características próprias da controvérsia. Por exemplo: ‘verossímil a alegação do 
autor e sendo ele hipossuficiente, inverto o ônus da prova’. No mais das vezes, a 
hipótese do inciso III confunde-se com a do inciso I. É a paráfrase de textos 
normativos ou sua repetição, quase sempre, que permite a adoção de decisões-
padrão" ¹ 
Ensinam com virtuosidade neste quesito Marinoni, Arenhart e Mitidiero: 
Se determinada decisão apresenta fundamentação que serve para justificar qualquer 
decisão, é porque essa decisão não particulariza o caso concreto. A existência de 
respostas padronizadas que servem indistintamente para qualquer caso justamente 
pela ausência de referências às particularidades do caso demonstra a inexistência de 
consideração judicial pela demanda proposta pela parte. Com fundamentação 
padrão, desligada de qualquer aspecto da causa, a parte não é ouvida, porque o seu 
caso não é considerado. 
 
 
 
 
 
 5 1 
 
• Art. 489, §1º, Inciso IV - “não enfrentar todos os argumentos deduzidos no 
processo capazes de, em tese, infirmar a conclusão adotada pelo julgador. 
 Em julgamento recente, pelo Superior Tribunal de Justiça - STJ, do Recurso Especial 
1622386/MT, Relatoria da Ministra Nancy Andrighi, Terceira Turma, julgado em 
20/10/2016, DJe 25/10/2016, a controvérsia cingia-se a decidir sobre a invalidade do 
julgamento proferido pelo TJ/MT, por ausência de fundamentação, a caracterizar violação 
do art. 489, § 1º, IV, do CPC/2015, ora em apreço. 
 A Corte Superior afirmou sobre a matéria o entendimento de que, ainda que o julgador 
não esteja obrigado a contestar, com detalhes, cada um dos argumentos proferidos pelas 
partes, o NCPC, ressaltando os Princípios da Cooperação e do Contraditório, impodo-lhe 
o dever de enfrentar todas as situações capazes de, por si só e em tese, anular a sua 
conclusão sobre os pedidos formulados, sob pena de se reputar não fundamentada a 
decisão proferida (art. 489, § 1º, IV). 
 A ratio do decisum é, assim, a de que cumpre ao julgador enfrentar apenas as questões 
capazes de, por si sós e em tese, infirmar a sua conclusão sobre os pedidos formulados. 
• Art. 489, §1º, Incisos V e VI - ( V:” se limitar a invocar precedente ou enunciado de 
súmula, sem identificar seus fundamentos determinantes nem demonstrar que o 
caso sob julgamento se ajusta àqueles fundamentos”; IV:” deixar de seguir 
enunciado de súmula, jurisprudência ou precedente invocado pela parte, sem 
demonstrar a existência de distinção no caso em julgamento ou a superação do 
entendimento”). 
 Como estabelece tal inciso, numa decisão que fundamenta-seem precedente, que se 
limita a citar a emenda do julgado, ou transcrever o enunciado da súmula, considera-se, 
tal fundamento, inexistente. 
 Nesse contexto, a decisão que tenha precedente como único fundamento, seja 
obrigatório ou persuasivo, e não realiza o que a doutrina chamou de distinguishing, será 
nula em razão de sua não fundamentação. 
 Distinguishing ou “distinção” é conceito que deve ser analisado sob dois primas: O 
primeiro é na forma de verificar os pressupostos de fato e de direito e sua infrequente 
correspondência com os do caso concreto; O segundo é o resultado ou conclusão pela 
aplicabilidade ou pela distinção. 
 Ao tratar-se de fundamento de precedente vinculante, é necessária a observância no 
Inciso IV do dispositivo, sendo fundamental que o julgador especifique quais as 
diferenças entre os casos tornam inadequada a aplicabilidade do precedente, sob pena de 
ter-se por não fundamentada a decisão que não anuir o enunciado de súmula, 
jurisprudência, ou precedente invocado pela parte. 
 
 
 
 
 
 
 6 1 
 
¹ (OLIVEIRA, Swarai Cervone de. In: SANTOS, Silas Silva; CUNHA, Fernando Antonio Maia da; 
CARVALHO FILHO, Milton Paulo de; RIGOLIN, Antonio (coords.). Comentários ao Código de 
Processo Civil: perspectivas da magistratura. São Paulo: Thomson Reuters Brasil, 2018, p. 520/521). 
 
 
 
JURISPRUDÊNCIAS 
• Processo: 0731403-68.2019.8.09.0000 
Órgão Julgador: 4ª Câmara Cível 
Partes: Impetrante: Municipio De Rio Verde, Impetrado: PRESIDENTE DO TRIBUNAL 
DE CONTAS DOS MUNICIPIOS DE GOIÁS 
Publicação: DJ de 19/06/2020 
Julgamento: 19 de Junho de 2020 
Relator: CARLOS HIPOLITO ESCHER 
EMENTA 
AGRAVO INTERNO EM MANDADO DE SEGURANÇA. MEDIDA LIMINAR 
INDEFERIDA. TESE DE NULIDADE REJEITADA. OBSERVÂNCIA DO ART. 1º, § 3º, 
DA LEI 8.437/92. DESNECESSIDADE DE ANÁLISE APROFUNDADA. 1- Merece ser 
mantida a decisão agravada, rejeitando a tese de nulidade, quando verificado que foram 
expostos os fundamentos jurídicos que propiciaram o indeferimento da medida liminar 
pleiteado no mandado de segurança, inexistindo a violação ao art. 93, IX, da CF e do art. 489, 
§ 1º, incisos I a VI, do CPC. 2- Não se pode deferir a medida liminar contra ato do Poder 
Público, quando será esgotado o objeto da ação, ainda que parcialmente, conforme orientação 
do art. 1º, § 3º, da Lei 8.437/92. 3- Não se exige a análise aprofundada de todos os fatos e 
circunstâncias da causa, quando se tratar de exame de pedido de medida liminar em mandado 
de segurança, conforme orienta o STJ e STF, sendo também desnecessário analisar todos os 
argumentos apresentados pela parte recorrente, conforme orienta o STJ e STF. AGRAVO 
INTERNO DESPROVIDO. 
(TJ-GO - Mandado de Segurança (CF; Lei 12016/2009): 07314036820198090000, 
Relator: CARLOS HIPOLITO ESCHER, Data de Julgamento: 19/06/2020, 4ª Câmara Cível, 
Data de Publicação: DJ de 19/06/2020) 
 
• Processo: Ag-AIRR 11477-41.2015.5.01.0034 
Órgão Julgador: 3ª Turma 
 
 
 
 
 
 7 1 
 
Publicação: DEJT 19/06/2020 
Julgamento: 17 de Junho de 2020 
Relator: Alexandre de Souza Agra Belmonte 
EMENTA 
AGRAVO EM AGRAVO DE INSTRUMENTO EM RECURSO DE REVISTA. 
RECURSO DE REVISTA INTERPOSTO SOB A ÉGIDE DA LEI 13.467/2017. 
PRELIMINAR DE NULIDADE DA DECISÃO AGRAVADA. NEGATIVA DE 
PRESTAÇÃO JURISDICIONAL. Não procede a alegação recursal de nulidade do 
despacho agravado por negativa de prestação jurisdicional ao fazer remissão à decisão 
denegatória do recurso de revista sem acrescentar outra argumentação, uma vez que 
fundamentada aquela decisão "no inciso LXXVIII do artigo 5º da Constituição Federal, 
que preconiza o princípio da duração razoável do processo", tendo sido, efetivamente, 
dirimida a controvérsia de forma escorreita. Ademais, se tem pleno conhecimento do 
disposto nos artigos 489, § 1º, III e V, do NCPC, assim como do § 3º do art. 1.021 do 
CPC/2015, que impediu o relator de simplesmente reproduzir as decisões 
agravada/recorrida (fundamentação per relationem) que seriam, no seu entender, 
suficientes para embasar sua decisão. Contudo, do exame detido da decisão denegatória, 
concluiu-se que a parte agravante não logrou demonstrar o preenchimento de qualquer 
das hipóteses de admissibilidade do recurso de revista, nos termos do artigo 896 da CLT. 
Assim, não foi simplesmente ratificada ou reproduzida a decisão agravada, mas, realizada 
uma análise da possibilidade do provimento do apelo, bem como afastados os argumentos 
e dispositivos invocados nas razões recursais, mesmo que de forma sucinta pelo relator, 
nos termos do art. 5º, LV e LXXVIII, da CF/88. Dessa forma, não há negativa de 
prestação jurisdicional a ser declarada, assim como fica afastada a denúncia de violação 
do artigo, 93, IX, da CF e 489 do CPC. Agravo conhecido e desprovido. JORNADA 
EXTERNA . POSSIBILIDADE DE CONTROLE . INTERVALO INTRAJORNADA. A 
Corte Regional manteve a condenação ao pagamento de horas extras em face da irregular 
concessão do intervalo intrajornada. O quadro fático retratado pelo regional revela que o 
reclamante se ativava como motorista em jornada externa e com possibilidade de controle 
de jornada, tanto que o regional consignou que a própria ré juntou aos autos os controles 
de frequência e horário (manual e eletrônico). Essa , circunstância, por óbvio, afasta o 
enquadramento do autor na exceção prevista no artigo 62, I , da CLT. Agravo conhecido e 
desprovido. ADICIONAL DE HORAS EXTRAS DE 70%. PREVISÃO EM NORMA 
COLETIVA. EXTENSÃO PARA AS HORAS EXTRAS DECORRENTES DA 
IRREGULAR CONCESSÃO DO INTERVALO INTRAJORNADA. A reclamada 
pretende que não seja aplicado o adicional de 70% para as horas extras, previsto em 
norma coletiva, para as horas extraordinárias decorrentes da irregular concessão do 
intervalo intrajornada. Não há que se falar em percentual diverso, na medida em que a 
natureza jurídica da parcela é a mesma das horas extras decorrentes da prorrogação da 
jornada, ou seja, salarial (item III da Súmula 437 do TST). Ademais, não se extrai do 
 
 
 
 
 
 8 1 
 
acórdão do Regional que a norma coletiva que previu tal adicional, eventualmente o tenha 
excluído para as horas extras decorrentes da ausência/irregular concessão do intervalo 
intrajornada, a fim de se entender pela aplicação do percentual de 50% previsto na CLT. 
Agravo conhecido e desprovido. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO CONSIDERADOS 
PROTELATÓRIOS. TRANSCRIÇÃO INSUFICIENTE. NÃO ATENDIMENTO DOS 
REQUISITOS DO ART. 896, § 1º-A, I e III, DA CLT. Em que pese a reclamada ter 
indicado e transcrito o trecho extraído do acórdão regional, este não é suficiente para 
demonstrar, à luz do art. 896, § 1º-A, I a III, da CLT, a tese adotada pelo regional que 
consubstancia o prequestionamento da controvérsia objeto do recurso de revista. 
Constata-se que não foi transcrito o fundamento do Regional que considerou protelatórios 
os embargos de declaração, posto que esses fundamentos vão além do sintético trecho 
transcrito pela parte, razão pela qual incide na espécie o óbice dos incisos I a III do art. 
896, § 1º-A, da CLT. Agravo conhecido e desprovido. 
(TST - Ag-AIRR: 114774120155010034, Relator: Alexandre de Souza Agra Belmonte, 
Data de Julgamento: 17/06/2020, 3ª Turma, Data de Publicação: DEJT 19/06/2020) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 9 1 
 
 
REFERÊNCIAS 
 
1. DIDIER JUNIOR, Fredie. Et al. Curso de direito processual civil. 10 ed. Salvador: Jus 
Podivm, 2015. V2. P. 327. 
 
2. DIDIER JUNIOR, Fredie. Et al. Curso de direito processual civil. 10 ed. Salvador: Jus 
Podivm, 2015. V2. P. 326. 
 
3. MARINONI, Luiz Guilherme. AREHART, Sérgio Cruz. MITIDIERO, Daniel. Novo curso 
de processo civil. São Paulo: Editora RT, 2015. V2. P. 444455. 
4. DIDIER JR., Fredie; OLIVEIRA, Rafael Alexandria de; BRAGA, Paula Sarno. In 
Comentários ao Novo Código de Processo Civil (Coordenação Antonio do Passo Cabral e 
Ronaldo Cramer). Rio de Janeiro: Forense,2015. P. 715. 
 
5. DIDIER JR, Fredie. O art. 489, §1º do CPC e a sua incidência na postulação dos sujeitos 
processuais – um precedente do STJ Disponível em: (Clique aqui). Acesso em: 30 de mai. 
2017. 
6. TUCCI, José Rogério Cruz e. Precedente Judicial como fonte do direito. São Paulo: RT, 
2004, p. 174. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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