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Agravos traumáticos em Urgência e emergência 
 
Qualidades de um bom socorrista! 
 
-- CCaappaacciiddaaddee ddee iimmpprroovviissaaççããoo;; 
-- CCoommpprroommiissssoo ccoomm aa VViiddaa;; 
-- BBoomm sseennssoo;; 
-- RReeccoonnhheecceerr sseeuuss lliimmiitteess;; 
-- SSaabbeerr oo qquuee ffaazzeerr,, ee oo qquuee nnããoo ffaazzeerr;; 
-- PPaacciiêênncciiaa ee ccaallmmaa;; 
-- DDeetteerrmmiinnaaççããoo.. 
 
ATENDIMENTO INICIAL 
 
 Sucesso das equipes de urgência depende do conhecimento da população em 
relação aos primeiros socorros. 
SEGURANÇA DO LOCAL 
➢ Segurança para você, à vítima e “curiosos”. 
 
Existe risco? 
 
 Elimine-o 
 Isole-o 
 Retire a vítima 
 
 
 
 
REFLEXÃO SOBRE SEGURANÇA 
Existe vítima ? 
 
 
Existiu um RISCO e o perigo ainda pode estar presente ou em proporções 
maiores, lembre-se: 
 
“Não seja mais uma vítima” 
"Se você estiver seguro, maior é a chance da vitima" 
CINEMÁTICA DO TRAUMA 
➢ Observar a cena do “acidente” para identificar aquilo que causou a lesão. 
 
MECANISMO DE LESÃO 
MECANISMO DA LESÃO 
 O que aconteceu? 
 Como aconteceu? 
 Qual o resultado disso? 
 Objetivos Abordagem Primária 
 Distribuição Mundial da Mortalidade por Trauma 
 Introdução 
• Preparação 
• Triagem 
• Exame primário (ABCDE) 
• Reanimação 
• Medida auxiliares ao exame primário e à reanimação 
• Exame secundário (da cabeça ao dedo do pé) 
• Medida auxiliares ao exame secundário 
• Reavaliação e monitorização contínua 
• Cuidados definitivos 
 
 Preparação- Planejamento antecipado da equipe 
 Preparação- Planejamento antecipado da equipe 
 PREPARAÇÃO- Fase intra-hospitalar 
-Planejamento antecipado de toda quipe 
 
-Equipamentos organizados e testados 
 
-Cristalóides aquecidos (RL) 
 
-Laboratório e radiologia 
 
-Equipe de saúde protegida 
 Sala de Trauma 
 Triagem 
 TRIAGEM 
 TRIAGEM 
✓ Classificar de acordo com o tipo de tratamento e recursos disponíveis; 
 
✓ Escolher o hospital a ser transportado (centro de trauma); 
 
✓ Prioridade aos pacientes com risco de vida e politraumatizados; 
 
✓ Prioridade aos pacientes com maiores possibilidades de sobrevida. 
 
 
 Exame Primário 
 CIRCULAÇÃO 
✓ Hemorragia: principal causa de óbito no trauma 
 
 
✓ Avaliação -nível de consciência(menor perfusão cerebral) 
 -cor da pele (cianose – perda 30% volemia) 
 - PA (diminuição – perda 30% volemia) 
 - pulso ( taquicardia, filiformes, ausentes) 
 - diurese (50ml/h); 
 
 CIRCULAÇÃO 
 CIRCULAÇÃO 
Tratamento 
 REPOSIÇÃO VOLÊMICA INICIAL 
 Ringer lactato é a solução isotônica de escolha 
 CIRCULAÇÃO 
EXAME PRIMÁRIO 
✓ A Vias aéreas com proteção da coluna cervical 
✓ B Respiração e ventilação 
✓ C Circulação com controle da hemorragia 
✓ D Incapacidade , estado neurológico 
✓ E Exposição/controle do ambiente 
 EXAME PRIMÁRIO 
A Vias aéreas com controle da coluna cervical 
✓ Assegurar a permeabilidade , fraturas face, mandibula ou tráqueo-
laríngeas 
✓ Técnicas de manutenção das VAS: 
 
 - Elevação do queixo 
 
 - Aspirador rígido 
 
 - Anteriorização da mandíbula 
 
 -cânula orofaríngea 
 
 
 
 
A Vias aéreas com controle da coluna cervical 
✓ Considerar lesão de coluna cervical em todo paciente politraumatizado 
 
 
✓ Aplicar de forma adequada o colar cervical 
 
 INTUBAÇÃO NASOTRAQUEAL 
VIA AÉREA CIRÚRGICA 
 Indicações 
◼ Impossibilidade na intubação orotraqueal 
 edema de glote 
 fratura de laringe 
 hemorragia 
 lesões faciais extensas 
VIA AÉREA CIRÚRGICA 
 Tipos : 
 Cricotireoidosmia por punção 
 Cricotiroidostomia cirúrgica 
 Traqueostomia 
 
CRICOTIREOIDOSTOMIA CIRÚRGICA 
Abertura da membrana cricotireoídea 
cânula traqueostomia 
 TRAQUEOSTOMIA 
Trauma laríngeo 
Laceração traqueal extensa 
 TRAQUEOSTOMIA 
 EXAME PRIMÁRIO 
✓ A Vias aéreas com controle da coluna cervical 
✓ B Respiração e ventilação 
✓ C Circulação com controle da hemorragia 
✓ D Incapacidade , estado neurológico 
✓ E Exposição 
 
 RESPIRAÇÃO E VENTILAÇÃO 
✓ Expor o tórax do paciente 
✓ Inspeção, palpação, ausculta, percussão 
✓ Verificar a respiração 
✓ Via aérea pérvia não significa uma ventilação adequada 
✓ Nesta fase o oxímetro de pulso deve ser conectado ao paciente 
 EXAME PRIMÁRIO 
✓ A Vias aéreas com controle da coluna cervical 
✓ B Respiração e ventilação 
✓ C Circulação com controle da hemorragia 
✓ D Incapacidade , estado neurológico 
✓ E Exposição 
 
 EXAME PRIMÁRIO 
✓ A Vias aéreas com controle da coluna cervical 
✓ B Respiração e ventilação 
✓ C Circulação com controle da hemorragia 
✓ D Incapacidade , estado neurológico 
✓ E Exposição 
 
 
 AVALIAÇÃO NEUROLÓGICA 
✓ Nível de consciência - A (Alerta) 
 - V ( resposta ao estímulo Verbal ) 
 - D ( só responde a Dor ) 
 - I ( Inconsciente ) 
 
✓ Pupilas : tamanho e reação 
✓ Rebaixamento - diminuição oxigenação - lesão cerebral ou choque 
hipovolêmico 
✓ Excluir: hipoglicemia, álcool e/ou outras drogas 
 AVALIAÇÃO NEUROLÓGICA 
✓ Exames complementares 
✓ - Rx crânio: pouca utilidade 
✓ TC crânio: exame de escolha 
✓ Fraturas de base de crânio 
✓ otorréia 
✓ rinorréia 
✓ Equimose região Mastóidea 
✓ sinal de guaxinim (equimose periorbitária) 
 AVALIAÇÃO NEUROLÓGICA 
D - ESTADO NEUROLÓGICO 
 EXAME PRIMÁRIO 
✓ A Vias aéreas com controle da coluna cervical 
✓ B Respiração e ventilação 
✓ C Circulação com controle da hemorragia 
✓ D Incapacidade , estado neurológico 
✓ E Exposição 
 
 EXPOSIÇÃO 
✓ Despir totalmente o paciente 
✓ Cobrir o paciente: prevenir hipotermia 
✓ Cobertores aquecidos 
✓ Fluidos aquecidos 
✓ Ambiente aquecido 
 Reanimação 
 REANIMAÇÃO 
✓ Vias aéreas 
✓ Respiração/ Ventilação/ Oxigenação 
✓ Circulação 
 
 
FIQUE CALMO. 
 
➢ Controle Cervical durante toda abordagem. 
 
➢ ABC da Vida durante todo atendimento, inclusive no transporte. 
 
➢ Mudanças no nível de consciência da vítima. 
 Exame secundário 
 EXAME SECUNDÁRIO 
✓ Exame “da cabeça aos pés” 
✓ Avaliação de todas as regiões do corpo 
✓ História clínica, exame físico completos 
✓ Exame neurológico completo 
 EXAME SECUNDÁRIO 
✓ História - A (Alergia) 
 - M (Medicação) 
 - P (Passado médico) 
 - L (Líquidos e alimentos ingeridos) 
 - A (Ambiente e eventos relacionados ao trauma) 
 EXAME SECUNDÁRIO 
 EXAME SECUNDÁRIO 
 EXAME SECUNDÁRIO 
 EXAME SECUNDÁRIO 
Medidas Auxiliares ao Exame Secundário 
 Reavaliação e monitorização 
 REAVALIAÇÃO 
✓ Deve haver reavaliações constantes do paciente 
✓ Monitorização contínua dos sinais vitais, débito urinário, e da resposta do 
doente ao tratamento. 
 
 Cuidados definitivos 
 CUIDADOS DEFINITIVOS 
✓ Paciente evolui estável : alta 
 
✓ Paciente instável : cirurgia 
 
✓ Lesões que excedem a capacidade da instituição : transferência 
 Casos Clínicos 
 Casos Clínicos 
 CONSIDERAÇÕES 
FIQUE CALMO. 
 
➢ Controle Cervical durante toda abordagem. 
 
➢ ABC da Vida durante todo atendimento, inclusive no transporte. 
 
➢ Mudanças no nível de consciência da vítima.

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