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Testes Ortopédicos e Funcionais AVALIAÇÃO DOS TESTES ORTOPÉDICOS Avaliação Quadro álgico Capacidade funcional Aplicação do teste específico Tratamento específico Critérios de alta AVALIAÇÃO DOS TESTES ORTOPÉDICOS Testes ortopédicos são feitos para colocar estresse funcional em estruturas isoladas em termos da patologia subjacente. Quando o teste se torna positivo não é diagnostico em si, é uma avaliação biomecânica para ser usada como parte de uma avaliação clínica completa (CIPRIANO). (DIS)TRAÇÃO CERVICAL: ➢Paciente sentado, posicionar as duas mãos na região lateral da cabeça (orelhas) e puxar para cima a cabeça do paciente. ➢Teste Positivo: Se aumentar a dor local, suspeitar de distensão muscular, espasmos, entorse ligamentar ou capsulite de faceta. O alívio da dor ou irradiar indicativo de intrusão foraminal ou discal. TESTES ORTOPÉDICOS CERVICAIS TESTE DE SPURLING: ➢Paciente sentado, posicionar as duas mãos sobre a cabeça do paciente e aplicar uma pressão para baixo. ➢Teste Positivo: Se apresentar dor local, pode indicar envolvimento da articulação facetaria. E dor radiculada comprometimento na raiz nervosa. TESTES ORTOPÉDICOS CERVICAIS TESTE DE JOBE : ➢Paciente sentado, instruí-lo a abduzir o braço a 90° entre abdução e flexão e RI de ombro, realizar abdução contra a resistência aplicada. ➢Teste Positivo: Se referido dor e/ou fraqueza sobre a inserção do tendão supraespinal podendo indicar tendinite ou ruptura do tendão. A dor sobre o músculo deltóide pode indicar distensão do músculo deltóide. TESTES ORTOPÉDICOS DE OMBRO TESTE DE PATTE: • Posição do paciente: em pé e de costas para o examinador. • Descrição do teste: o terapeuta instrui o paciente para que realize uma abdução de ombro a 90º, flexão do cotovelo à 90º e rotação externa do braço contra a resistência imposta por sua mão na altura do punho do paciente. Esse teste será mais direcionado para o tendão do músculo infra-espinhoso. Sugere-se que o movimento inicie com o braço ainda em rotação interna e após realize o movimento de rotação externa contra resistência gradual do terapeuta. • Sinais e sintomas: durante o teste, o paciente sentirá uma dor na altura do ombro, que poderá descer pela face ântero-lateral do braço, ou ainda uma impotência funcional do membro superior em casos de ruptura do Manguito Rotador. TESTES ORTOPÉDICOS DE OMBRO TESTE DE DAWBARN: ➢Paciente sentado, aplicar pressão logo abaixo do acrômio no lado que está sendo testado. Após, abduzir o braço do paciente para além de 90°, mantendo a pressão. ➢Teste positivo: A dor e/ou a sensibilidade dolorosa naquela localização podem indicar inflamação da bolsa ou bursite. TESTES ORTOPÉDICOS DE OMBRO ➢Paciente sentado com o cotovelo em 90º, com punho cerrado e pronado. Orientá-lo a estender o punho contra resistência. ➢Teste Positivo: Se a dor for produzida no epicôndilo lateral, suspeitar de inflamação do epicôndilo lateral (epicondilite lateral). TESTE DE COZEN (COTOVELO DE TENISTA): TESTES ORTOPÉDICOS DE COTOVELO TESTE DE COTOVELO DE GOLFISTA: ➢Paciente sentado com o cotovelo em 90º, com a mão e antebraço supinados. Instruí-lo a flexionar o punho contra resistência. ➢Teste Positivo: Se a dor for produzida no epicôndilo medial, suspeitar de inflamação do epicôndilo medial (epicondilite medial). TESTES ORTOPÉDICOS DE COTOVELO TESTE DE PHALEN: ➢Paciente sentado ou em pé, com os cotovelos fletidos à 90º e com os punhos com o dorso em contato e à 90º de flexão. Permanecendo por 60 segundo. ➢Teste Positivo: Surgimento de formigamento ou dormência na mão, principalmente na região do nervo mediano, indicando uma possível Síndrome do túnel do carpo. TESTES ORTOPÉDICOS DE PUNHO TESTE DE FINKELSTEIN ➢Paciente sentado ou em pé, com o polegar aduzido e fletido, sendo “segurado pelos outros dedos”, e forçar o punho à um desvio ulnar. ➢Teste Positivo: A dor com forte sensação de “agulhada” sobre o processo estiloide do rádio, indica uma possível Tenossinovite estenosante dos tendões abdutor longo do polegar e extensor curto do polegar (Doença de De Quervain). TESTES ORTOPÉDICOS DE PUNHO TESTE DE TRENDELEMBURG : ➢Paciente em ortostatismo, segurar a cintura do paciente e colocar os seus polegares na espinha ilíaca posterossuperior de cada ilíaco. Instruindo-o a flexionar uma perna de cada vez. ➢Teste Positivo: Se o paciente não puder ficar sobre a perna por causa de dor e/ou porque a pelve oposta cair ou falhar ao levantar, podendo indicar fraqueza do músculo Glúteo Médio (oposto a drop). TESTES ORTOPÉDICOS DE QUADRIL TESTE DE PATRIK (FABER): ➢ Paciente em DD, flexionar a perna e colocar o pé sobre a mesa. Segurar o fêmur e pressioná-lo no acetábulo. Em seguida, cruzar a perna do paciente no joelho posto. Estabilizar a espinha ilíaca anterossuperior oposto e apertar o joelho do quadril que está sendo testado. ➢ Teste Positivo: A dor no quadril indica um processo inflamatório na articulação do quadril. Podendo ser indicativo de fratura na cavidade acetabular, necrose avascular da cabeça femoral. ➢ *FABER: Flexão, Abdução e Rotação Externa TESTES ORTOPÉDICOS DE QUADRIL TESTE DE THOMAS: ➢Paciente em DD, aproximar o joelho ao tórax, um de cada vez. Palpar os músculos quadríceps na perna não flexionada. ➢Teste Positivo: Se o paciente flexionar de forma involuntária o joelho oposto e uma tensão for palpada, é indicativo de contratura. Se não houver tensão, a causa provável está na estrutura da articulação do quadril ou na cápsula articular. TESTES ORTOPÉDICOS DE QUADRIL ➢Paciente em DD, fazer flexão de quadril com a perna flexionada. ➢Teste Positivo: Se a dor estiver presente quando o quadril é flexionado e a perna é estendida, é indicativo de radiculopatia ciática. TESTE DE LASÈGUE: TESTES ORTOPÉDICOS DE QUADRIL ➢Paciente em DD, instrui o paciente a elevar as pernas 5 a 7,5 cm acima da mesa e sustentar por pelo menos 30 segundos sem dor. ➢Teste Positivo: Se a dor estiver presente, suspeitar de uma lesão expansiva dentro ou fora do canal vertebral (protusão discal). TESTE DE MILGRAM: TESTES ORTOPÉDICOS DE LOMBAR MANOBRA DE ADAMS: ➢Paciente em ortostatismo, ficar diretamente atrás do paciente, inspecionando e palpando toda a extensão da coluna. Em seguida, instruí-lo a flexionar o tronco anteriormente e inspecionar novamente. ➢Teste Positivo: Se escoliose, hipercifose ou cifoescoliose estiver presente com paciente apenas em pé, supeitar de adaptação funcional da coluna e das estruturas de tecidos moles. Se a curvatura se manter após a flexão, supeitar de deformidade estrutural ou escoliose idiopática. TESTES ORTOPÉDICOS DA COLUNA DORSAL SINAL DE GAVETA: ➢ Paciente em DD, com flexionar a perna e colocar o pé sobre a mesa. Segurando atrás do joelho flexionado, com os polegares na tuberosidade da tíbia. Em seguida, puxar anteriormente e posteriormente. ➢ Teste Positivo: Se houver mais de 5 mm de movimento tibial no fêmur durante o movimento (puxada), pode haver lesão ou ruptura em: LCA, LCM, LCP, trato tibial, complexo arqueado-poplíteo. TESTES ORTOPÉDICOS DE JOELHO TESTE DE LACHMAN: ➢Paciente em DD e o joelho a 30° de flexão, segurar a coxa do paciente com uma mão para estabilizá-la e com a oposta, segurar a tíbia e puxá-la anteriormente. ➢Teste Positivo: Se houver sensação amolecida e translação anterior da tíbia quando movimentada, deve-se suspeitar de ruptura de LCA e/ou LOP. TESTES ORTOPÉDICOS DE JOELHO TESTE DE APLEY DE COMPRESSÃO: ➢Paciente em DV, perna flexiona a 90°, estabiliza- se a coxa do paciente com o seu joelho. Segurar o tornozelo do paciente e fazer uma pressão para baixo enquanto roda internamente e externamente. ➢Teste Positivo: Presença de dor ou crepitação em um dos lados do joelho, é indicativo de lesão meniscal naquele lado. TESTES ORTOPÉDICOS DE JOELHO TESTE DE THOMPSON: ➢Paciente em DV, flexionar o joelho a 90°, e apertar os músculosda panturrilha contra a tíbia e a fíbula. ➢Teste Positivo: Se o tendão do calcâneo, que por sua vez, faz flexão plantar do pé, estiver rompido, a contração dos músculos gastrocnêmio e sóleo não fará a flexão plantar do pe. TESTES ORTOPÉDICOS DE TORNOZELO SINAL DE GAVETA DO TORNOZELO: ➢ Paciente em DD, estabilizar o tornozelo com uma mão e com a oposta segurar e pressionar posteriormente a tíbia. A seguir, pegar o pé anteriormente com uma mão e com a outra o pé posteriormente e puxar para frente. ➢ Teste Positivo: O deslocamento quando a tíbia é empurrada, indica ruptura do ligamento talofibular anterior. O deslocamento quando puxada, indicativo de ruptura do ligamento talofibular posterior. TESTES ORTOPÉDICOS DE TORNOZELO Teste Step Down é utilizado para avaliar a estabilidade do tornozelo, valgo dinâmico, queda da pelve e, ainda, a habilidade de desacelerar e controlar a força excêntrica do corpo. O atleta é posicionado com o pé do membro avaliado sobre um step de altura regulável e deverá tocar o solo com o calcanhar do outro pé de forma cadenciada em 5 segundos, realizando duas repetições para familiarização e três para coleta de dados; TESTE FUNCIONAL - STEP DOWN STEP DOWN STEP DOWN Hop Test é um teste para avaliação da força e da confiança nos membros inferiores (MMII), comparando o membro lesado com o não lesado. O teste consiste numa avaliação a partir de diferentes tipos de salto unipodal (single, triplo, crossover) com a mensuração da distância do salto e posteriormente comparando os resultados entre os membros inferiores. TESTE FUNCIONAL - HOP TEST HOP TEST No teste de salto triplo, o objetivo é saltar o mais longe possível com uma única perna três vezes consecutivas, sem perder o equilíbrio e aterrissar com firmeza. A distância é medida da linha de partida até o calcanhar da perna de aterrissagem. HOP TEST HOP TEST HOP TEST Após a aplicação da fórmula (dividir o valor do membro lesionado pelo não lesionado e multiplicar por 100) caso esse valor esteja menor do que 90%, é indicativo de uma diferença importante de desempenho nos quesitos: alcance, controle e precisão. ISM = 100 – (ML/MNL x 100) ISM = 100 – (80/100 x 100) ISM = 100 (0,8 x 100) ISM = 100 – 80 ISM = 20% HOP TEST O Y Balance Test (YBT) é um teste simples, mas confiável, usado para medir o equilíbrio dinâmico. O YBT exige que o atleta se equilibre em uma perna enquanto alcança simultaneamente o máximo possível com a outra perna em três direções diferentes: anterior, posterolateral e posteromedial. Portanto, este teste mede a força, estabilidade e equilíbrio do atleta em várias direções. TESTE FUNCIONAL - Y BALANCE TEST Y BALANCE TEST - MATERIAIS • Elaboração da estação de Y-test é simples, bastam três fitas métricas separadas por 135º. • Primeiro, coloca-se a fita métrica da direção anterior; em seguida, com um goniômetro, define-se 135º para, então, colocar as fitas da direção PL e PM. • As fitas métricas das direções PM (póstero medial) e PL (póstero lateral) devem ser separadas por 90º. Y BALANCE TEST - POSIÇÕES COMO INTERPRETAR OS RESULTADOS E APLICÁ-LOS NA PRÁTICA • Para ser possível a comparação entre atletas é necessária a normalização do valor da distância (em centímetros) pelo comprimento do MI. • Assim, a distância normalizada corresponde à distância alcançada dividida pelo comprimento do MI (EIAS ao maléolo medial), multiplicado por 100. COMO INTERPRETAR OS RESULTADOS E APLICÁ-LOS NA PRÁTICA • Além disso, é necessário calcular a pontuação composta (composite score) para analisar o desempenho total no teste. • Soma das 3 direções dividida por 3 vezes o comprimento do MI, e o resultado é multiplicado por 100. COMO INTERPRETAR OS RESULTADOS E APLICÁ-LOS NA PRÁTICA • A assimetria entre membros é calculada pela diferença absoluta das distâncias para cada direção, ou seja, deve-se subtrair o valor da perna dominante (D) da não dominante (ND). Com o teste concluído e todos os desempenhos registrados, o aplicador do teste pode então calcular as pontuações de desempenho do YBT dos atletas usando qualquer uma ou todas as três equações a seguir: Distância de alcance absoluta (cm): (alcance 1 + alcance 2 + alcance 3) 3 Distância de alcance relativa (normalizada) (%): (distância de alcance absoluta) comprimento do membro x 100 Distância de alcance composta (%): (alcance anterior + posterolateral + posteromedial) x 100 3 x comprimento do membro Y BALANCE TEST Risco de lesão Score composto 4cm Y BALANCE TEST – VALOR DE REFERÊNCIA LATERAL STEP DOWN • Antes da execução do lateral step down (ou teste do agachamento no step), a altura do step deve ser ajustada para que o indivíduo faça 60º de flexão de joelho, pois o pé oposto ao do teste deve encostar no chão como ponto de referência. • Além disso, para facilitar a análise do alinhamento do teste, é indicado colar um marcador na tuberosidade da tíbia. • O indivíduo deve posicionar o pé na borda frontal do step de 20cm e a perna oposta deve ficar fora do step até atingir o chão, fazendo uma dorsiflexão O examinador orienta o indivíduo a colocar a mão na cintura, manter o tronco ereto e encostar o pé oposto na madeira ou no chão, sem fazer descarga de peso nessa perna. Após encostar o pé no chão, o indivíduo deve imediatamente re-estender o joelho da perna de apoio. É recomendado realizar 5 repetições de treinamento para, em seguida, fazer as 5 repetições do teste. O que observar/analisar O examinador deve pontuar o desempenho no teste de acordo com uma escala de 6 pontos. Os indivíduos podem ser alocados em duas categorias, de acordo com o padrão de movimento no teste: •bom (0 a 1 ponto); •moderado (2 ou mais pontos). Como interpretar os resultados e aplicá-los na prática Principal objetivo: análise do padrão de movimento durante a tarefa. É possível comparar o padrão antes e depois de uma intervenção de prevenção ou reabilitação. Após, são necessários outros testes para identificar a causa da alteração do padrão de movimento, como, por exemplo: • força e rigidez dos rotadores laterais do quadril; • ADM de dorsiflexão; •alinhamento perna-antepé; • força dos abdutores do quadril. TESTES FUNCIONAIS DE MEMBROS SUPERIORES E CINTURA ESCAPULAR • LOSE KINETIC CHAIN UPPER EXTREMITY STABILITY TEST • O CKCUEST foi o primeiro teste utilizado para análise da capacidade funcional dos MMSS em cadeia fechada (CFMSCCF) • O paciente deve ficar na posição de prancha (push-up) e o fisioterapeuta deve, durante 15s, contar quantas vezes o atleta consegue tocar a mão de suporte com a outra mão que está flutuando. • O teste também pode ser adaptado para a posição ajoelhada em atletas/pacientes do sexo feminino. • Além disso, é necessário fixar duas fitas adesivas no chão com 91,4cm de distância entre elas. • A capacidade preditiva foi identificada por Pontillo e colaboradores, os quais demonstraram – em atletas de softball – que valoresem uma posição de 90° de flexão entre braços e tronco (que deve estar paralelo ao solo), as pontas dos pés apoiadas no chão e as mãos posicionadas a uma distância de 30cm. • O atleta deve realizar um esforço máximo para alcançar, com a mão livre, a maior distância sobre as fitas métricas. • Devem ser realizadas 3 tentativas na direção medial (DM), na direção laterossuperior (DLS) e na direção lateroinferior (DLI) em relação à mão fixa, que está no meio das intersecções das linhas métricas no solo. Durante a realização do teste , o atleta não poderá mover outros seguimentos corporais ou tocar o solo fora da fita métrica. Ele realizará 3 repetições para se familiarizar com o teste, iniciando pelo braço não dominante ou pelo lado sadio. Após a familiarização, são realizadas mais 3 repetições e a média em cada direção será usada para a análise. Distância normalizada: Distância alcançada x100 3x Comprimento do MS • A aplicabilidade do UQYBT está em identificar as assimetrias e as limitações do sistema musculoesquelético, entretanto, além das assimetrias, é necessário identificar os componentes que influenciam para uma boa execução. • Em destaque, deve-se salientar a mobilidade torácica, a estabilidade dinâmica dos MMSS (principalmente, o controle dos músculos periescapulares, para impedir que essa escápula se afaste do gradil costal), a mobilidade articular associada ao controle neuromuscular dos músculos do Core, para a estabilidade do tronco e da região lombopélvica, assim como a rigidez passiva dos MMII. Slide 1: Testes Ortopédicos e Funcionais Slide 2: Avaliação dos testes ortopédicos Slide 3: Avaliação dos testes ortopédicos Slide 4: Testes ortopédicos cervicais Slide 5: Testes ortopédicos cervicais Slide 6 Slide 7: Testes ortopédicos de ombro Slide 8: Testes ortopédicos de ombro Slide 9: Testes ortopédicos de cotovelo Slide 10: Testes ortopédicos de cotovelo Slide 11 Slide 12 Slide 13 Slide 14 Slide 15 Slide 16 Slide 17 Slide 18 Slide 19 Slide 20 Slide 21 Slide 22 Slide 23 Slide 24 Slide 25 Slide 26 Slide 27 Slide 28 Slide 29 Slide 30 Slide 31 Slide 32 Slide 33 Slide 34 Slide 35 Slide 36 Slide 37: Como interpretar os resultados e aplicá-los na prática Slide 38: Como interpretar os resultados e aplicá-los na prática Slide 39: Como interpretar os resultados e aplicá-los na prática Slide 40 Slide 41 Slide 42: LATERAL STEP DOWN Slide 43 Slide 44 Slide 45: TESTES FUNCIONAIS DE MEMBROS SUPERIORES E CINTURA ESCAPULAR Slide 46 Slide 47 Slide 48: UPPER QUARTER Y BALANCE TEST Slide 49 Slide 50 Slide 51 Slide 52 Slide 53 Slide 54