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c) Disse que, por vezes, temos equivocado-nos nesse assunto.
d) Alguém nos informará o valor do prêmio.
e) Não devemos preocupar-nos tanto com ela.
94. (CESGRANRIO – 2011) A frase que NÃO admite o uso do pro-
nome destacado em posição proclítica é:
a) Ninguém me ofereceu ajuda quando mais precisei.
b) Quero que lhe entregue o resultado em breve.
c) Talvez a convide para passar o feriado em Búzios.
d) Eu não te darei uma resposta enquanto não tiver certeza.
e) Depois, se encarregue de avisar aos participantes que não 
haverá sorteio.
95. (CESGRANRIO – 2011) Leia as frases abaixo.
I. Convém que entregue o relatório o mais rápido possível. 
(me)
II. Amanhã, anunciarei as novas rotinas do setor. (lhes)
III. Sentindo ofendido, retirou-se do plenário. (se)
IV. Quem informará as suas novas designações? (lhe) 
A exigência da próclise ocorre APENAS nas frases
a) I e II.
b) I e III.
c) I e IV.
d) II e III.
e) III e IV.
 Æ PRONOMES RELATIVOS
96. (CESGRANRIO – 2018) O pronome relativo tem a função de 
substituir um termo da oração anterior e estabelecer relação 
entre duas orações.
Considerando-se o emprego dos diferentes pronomes relati-
vos, a frase que está em DESACORDO com os ditames da nor-
ma-padrão é:
a) É um autor sobre cujo passado pouco se sabe.
b) A ficção é a ferramenta onde os escritores trabalham.
c) Já entrei em muitas livrarias, em todas por quantas passei.
d) O autor de quem sempre falei vai autografar seus livros na 
Bienal.
e) Os poemas por que os leitores mais se interessam estarão 
na coletânea.
97. (CESGRANRIO – 2018) O uso do pronome relativo destacado 
está de acordo com a norma-padrão em:
a) Eram artistas de cujos trabalho todos gostavam.
b) A arquitetura, onde é uma arte, faz grandes mestres.
c) Visitamos obras que os livros faziam menção a elas.
d) Os artistas que todos elogiavam eram sempre os mesmos.
e) Os mestres dentre as quais faziam um bom trabalho eram 
elogiados.
98. (CESGRANRIO – 2012) A frase Compramos apostilas que nos 
serão úteis nos estudos está reescrita de acordo com a norma-
-padrão em:
a) Compramos apostilas cujas nos serão úteis nos estudos.
b) Compramos apostilas as cujas nos serão úteis nos estudos.
c) Compramos apostilas a qual nos serão úteis nos estudos.
d) Compramos apostilas as quais nos serão úteis nos estudos.
e) Compramos apostilas às quais nos serão úteis nos estudos.
 Æ PRONOMES DEMONSTRATIVOS
99. (CESGRANRIO – 2016) Texto I
“Quando eu for bem velhinho /
Bem velhinho, que [precise] usar um bastão / Eu hei de ter 
um netinho, ah... / Pra me levar pela mão / No carnaval, eu não 
fico em casa / Eu não fico, eu vou brincar! / Nem que eu vá me 
sentar na calçada / Pra ver meu bloco passar...”
Lupicínio Rodrigues — autor de elaboradas e densas can-
ções de amor — surpreende escrevendo, em 1936, ano em que 
nasci, essa singela e comovente marchinha carnavalesca. Uma 
raridade que constrói e, ao mesmo tempo, define um carnaval. 
O carnaval como um ritual — como um encontro necessário, 
como as festas religiosas e algumas cerimônias cívicas — e não 
como uma brincadeira da qual se escolhe, livre e individual-
mente, participar. O carnaval faz parte do calendário religioso 
católico romano que, mesmo no Brasil republicano, burguês 
e pós-moderno, continua a ser observado. Hoje, ao lado da 
Semana Santa e da Semana da Pátria, ele talvez seja mais um 
feriado festivo do que uma ocasião que coage o nosso compor-
tamento, obrigando à participação, como deixa claro a marchi-
nha de Lupicínio.
Ouvi a música pelo piano de mamãe quando era um meni-
no: supunha-me o netinho que levava o avô pela mão até o 
seu bloco de carnaval. Hoje, sendo um avô feliz e orgulhoso de 
cinco lindas moças e três belos rapazes, tenho nada mais nada 
menos do que 16 mãos dispostas a, amorosamente, me con-
duzirem ao meu bloco que passa todo ano pela minha calçada.
Leitor querido: se você tiver alguma recordação dessa 
música, ouça-a. Se você não souber manipular algum apare-
lho eletrônico, seu netinho o ajuda. E ouvindo a simplicidade 
dessa tocante canção, você vai ler esta crônica como eu a 
escrevo: com os olhos molhados dos antigos carnavais.
DAMATTA, R. O Globo, Rio de Janeiro, 10 fev. 2016. Primeiro Caderno, p. 13. 
Adaptado.
O autor empregou os demonstrativos essa (“dessa música”; 
“dessa tocante canção”) e esta (“esta crônica”). Considerando-se 
as regras da norma-padrão, tais construções estão adequadas 
à norma porque
a) essa se refere ao destinatário, e esta se refere ao enunciador.
b) essa tem vínculo com algo mencionado anteriormente no 
texto, e esta tem vínculo com o texto em si.
c) essa tem valor memorialista depreciativo, e esta tem valor 
enunciativo jornalístico.
d) essa tem vínculo com a memória do destinatário, e esta tem 
vínculo com a mídia de publicação da crônica.
e) essa é um pronome com amplo espectro de referência, e 
esta é um pronome que só pode ser usado no presente.
 Æ ORTOGRAFIA - CASOS GERAIS E EMPREGO DAS 
LETRAS
100. (CESGRANRIO – 2018) 
“Guerra” virtual pela informação
A internet quebrou a rígida centralização no fluxo mundial de 
dados, criando uma situação inédita na história recente. As princi-
pais potências econômicas e militares do planeta decidiram partir 
para a ação ao perceberem que seus segredos começam a ser 
divulgados com facilidade e frequência nunca vistas antes.
As mais recentes iniciativas no terreno da espionagem 
virtual mostram que o essencial é o controle da informação 
disponível no mundo - não mais guardar segredos, mas saber 
o que os outros sabem ou podem vir a saber. Os estrategistas 
em guerra cibernética sabem que a possibilidade de vazamen-
tos de informações sigilosas é cada vez maior e eles tendem a 
se tornar rotineiros.
A datificação, processo de transformação em dados de tudo 
o que conhecemos, aumentou de forma vertiginosa o acervo 
mundial de informações. Diariamente circulam na web pouco 
mais de 1,8 mil petabytes de dados (um petabyte equivale a

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