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SIMULADÃO 19 96 (UEPB) Um corpo de 4 kg descreve uma trajetó- ria retilínea que obedece à seguinte equação horá- ria: x � 2 � 2t � 4t2, onde x é medido em metros e t em segundos. Conclui-se que a intensidade da for- ça resultante do corpo em newtons vale: a) 16 d) 8 b) 64 e) 32 c) 4 97 (UFPE) Um corpo de 3,0 kg está se movendo so- bre uma superfície horizontal sem atrito com veloci- dade v0. Em um determinado instante (t � 0) uma força de 9,0 N é aplicada no sentido contrário ao movimento. Sabendo-se que o corpo atinge o re- pouso no instante t � 9,0 s, qual a velocidade inicial v0, em m/s, do corpo? 98 (UFPI) A figura abaixo mostra a força em função da aceleração para três diferentes corpos 1, 2 e 3. Sobre esses corpos é correto afirmar: a) O corpo 1 tem a menor inércia. b) O corpo 3 tem a maior inércia. c) O corpo 2 tem a menor inércia. d) O corpo 1 tem a maior inércia. e) O corpo 2 tem a maior inércia. 99 (UFU-MG) Um astronauta leva uma caixa da Ter- ra até a Lua. Podemos dizer que o esforço que ele fará para carregar a caixa na Lua será: a) maior que na Terra, já que a massa da caixa dimi- nuirá e seu peso aumentará. b) maior que na Terra, já que a massa da caixa per- manecerá constante e seu peso aumentará. c) menor que na Terra, já que a massa da caixa di- minuirá e seu peso permanecerá constante. d) menor que na Terra, já que a massa da caixa au- mentará e seu peso diminuirá. e) menor que na Terra, já que a massa da caixa per- manecerá constante e seu peso diminuirá. 100 (UFRJ) O bloco 1, de 4 kg, e o bloco 2, de 1 kg, representados na figura, estão justapostos e apoia- dos sobre uma superfície plana e horizontal. Eles são acelerados pela força horizontal F → , de módulo igual a 10 N, aplicada ao bloco 1 e passam a deslizar so- bre a superfície com atrito desprezível. a) Determine a direção e o sentido da força F1 2, → exercida pelo bloco 1 sobre o bloco 2 e calcule seu módulo. b) Determine a direção e o sentido da força F2 1, → exercida pelo bloco 2 sobre o bloco 1 e calcule seu módulo. 101 (UFPE) Uma locomotiva puxa 3 vagões de carga com uma aceleração de 2,0 m/s2. Cada vagão tem 10 toneladas de massa. Qual a tensão na barra de engate entre o primeiro e o segundo vagões, em uni- dades de 103 N? (Despreze o atrito com os trilhos.) 102 (MACK-SP) O conjunto abaixo, constituído de fio e polia ideais, é abandonado do repouso no ins- tante t � 0 e a velocidade do corpo A varia em fun- ção do tempo segundo o diagrama dado. Despre- zando o atrito e admitin- do g � 10 m/s2, a relação entre as massas de A (mA) e de B (mB) é: a) mB � 1,5 mA d) mB � 0,5 mB b) mA � 1,5 mB e) mA � mB c) mA � 0,5 mB 103 (UFRJ) Um operário usa uma empilhadeira de massa total igual a uma tonelada para levantar ver- ticalmente uma caixa de massa igual a meia tonela- da, com uma aceleração inicial de 0,5 m/s2, que se 0 aceleração (m/s2) força (N) 2 4 6 8 10 2 4 6 8 corpo 3 corpo 2 co rp o 1 F ←� 1 2 B A 123 20 SIMULADÃO mantém constante durante um curto in- tervalo de tempo. Use g � 10 m/s2 e calcule, neste curto intervalo de tempo: a) a força que a empi- lhadeira exerce sobre a caixa; b) a força que o chão exerce sobre a empilhadeira. (Despreze a massa das partes móveis da empilhadeira.) 104 No sistema da figura, mA � 4,5 kg, mB � 12 kg e g � 10 m/s2. Os fios e as polias são ideais. a) Qual a aceleração dos corpos? b) Qual a tração no fio ligado ao corpo A? 105 (ESFAO) No salvamento de um homem em alto- mar, uma bóia é largada de um helicóptero e leva 2,0 s para atingir a superfície da água. Considerando a aceleração da gravidade igual a 10 m/s2 e desprezando o atrito com o ar, determine: a) a velocidade da bóia ao atingir a superfície da água; b) a tração sobre o cabo usado para içar o homem, sabendo que a massa deste é igual a 120 kg e que a aceleração do conjunto é 0,5 m/s2. 106 (Vunesp-SP) Uma carga de 10 � 103 kg é abai- xada para o porão de um navio atracado. A veloci- dade de descida da carga em função do tempo está representada no gráfico da figura. a) Esboce um gráfico da aceleração a em função do tempo t para esse movimento. b) Considerando g � 10 m/s2, determine os módulos das forças de tração T1, T2 e T3, no cabo que susten- ta a carga, entre 0 e 6 segundos, entre 6 e 12 segundos e entre 12 e 14 segundos, respec- tivamente. 107 (UERJ) Uma balança na portaria de um prédio indica que o peso de Chiquinho é de 600 newtons. A seguir, outra pesagem é feita na mesma balança, no interior de um elevador, que sobe com acelera- ção de sentido contrário ao da aceleração da gravi- dade e módulo a � g/10, em que g � 10 m/s2. Nessa nova situação, o ponteiro da balança aponta para o valor que está indicado corretamente na se- guinte figura: a) c) b) d) 108 (Vunesp-SP) Um plano inclinado faz um ângulo de 30° com a horizontal. Determine a força cons- tante que, aplicada a um bloco de 50 kg, parale- lamente ao plano, faz com que ele deslize (g � 10 m/s2): I – para cima, com aceleração de 1,2 m/s2; II – para baixo, com a mesma aceleração de 1,2 m/s2. Despreze o atrito do bloco com o plano. I) II) a) 310 N para cima 190 N para cima b) 310 N para cima 310 N para baixo c) 499 N para cima 373 N para cima d) 433 N para cima 60 N para cima e) 310 N para cima 190 N para baixo 109 (Vunesp-SP) Dois planos inclinados, unidos por um plano horizontal, estão colocados um em frente ao outro, como mostra a figura. Se não houvesse atrito, um corpo que fosse abandonado num dos planos inclinados desceria por ele e subiria pelo ou- tro até alcançar a altura original H. A B 0 t (s) x (m/s) 6 12 14 3 H posição inicial posição final 570 N 540 N 660 N 630 N 168 RESOLUÇÃO SIM ULA DÃO : RE SOL UÇÃ O SIM ULA DÃO : RE SOL UÇÃ O 76 Alternativa a. No trecho compreendido entre o ponto A, no qual a moto se destaca da pista, e o ponto B, no qual a moto se choca contra a rampa, o movimento da moto é balístico. Como a velocidade da moto ao passar pelo ponto A é horizontal, o movimento é um lançamento horizontal. O lançamento horizontal é a composição de um movi- mento retilíneo uniforme, com velocidade 10 m/s na horizontal, com uma queda livre. Adotando-se os eixos como se indica na figura, as equações que permitem determinar as coordenadas da moto em um instante t são: x � v0t ⇒ x � 10t (1) y � 1 2 gt2 ⇒ y � 5t2 (2) 78 Alternativa b. III – Falsa. O vetor varia em direção e sentido. III – Verdadeira. A aceleração centrípeta é constante. III – Falsa. A aceleração e o plano da tragetória são coplanares. 79 Alternativa a. A velocidade v → é tangente à trajetória e no sentido do movimento. 80 Alternativa d. Dados: R � 0,1 m f � 10 Hz f � 1 T ⇒ 10 � 1 T ⇒ T � 1 10 � 0,1 s 81 Alternativa c. Dados: R � 0,4 m f � 20 rpm � 20 60 r.p.s. � 1 3 Hz v � R v � 2 fR ⇒ v � 2 � 1 3 � 0,4 v � 0 8 3 , m/s v � 0,8 3,14 3 � � 0,83 m/s s � vt ⇒ 200 � 0,83t t � 240,96 s ou t � 4 min 82 Vamos decompor para a roda, os movimentos: 1) de translação 2) de rotação 45° x y A H D B C g No ponto B as coordenadas x e y são iguais, pois o triângulo ABC é isósceles. Logo, x � y 10t � 5t2 Mas, no instante em que a moto atinge B, t � 0. Logo, 10 � 5t t � 2 s. Substituindo-se o valor t � 2 s na equação (1): D � 20 m 77 Alternativa c. 2000 m vH � v observador tv � ts � 23 s em que: tv � tempo de vôo ts � tempo de som tqueda � 24 g tq � 2 2 000 10 400� � � 20 s tqueda � tvôo � 20 s ts � tv � 23 s ⇒ ts � 3s s � v � t ⇒ s � 340 � 3 ⇒ s � 1 020 m A � vH � tv ⇒ 1 020 � vH � 20 ⇒ vH � 51 m/s ou 183,6 km/h ⎧ ⎨ ⎩ vo vo vo vo vo A C D B vo vo vo vo A C D B Para as posições A e C da pedra, esquematizadas, compondo agora seus movimentos vetorialmente e relativamente ao solo, temos: vo vo A C B vo � 0 Sendo v0 � 90 km/h, os possíveis valores da velocida- de da pedra serão: 0 � v � 180 km/h RESOLUÇÃO 169 SIM ULA DÃO : RE SOLUÇÃ O SIM ULA DÃO : RE SOL UÇÃ O 83 I – Alternativa a. Para a rotação no sentido anti-horário, temos: v � 2 fR � 2 2 10 � �R T v T ⇒ � 20 m/s acp � v R 2 ⇒ acp � 20 10 400 10 2 � � 40 m/s2 86 Dado: R � 20 cm � 0,2 m Determinando o nº- de pedaladas/segundo (freqüência). Sendo o movimento uniforme (v � cte): s � v � t ⇒ 2 R � v � T ⇒ 2 R � v � 1 f f � v R2 onde v � 24 30 � 0,8 m/s f � 0 8 2 0 2 , , � � � 2 pedaladas/segundo � 2 Hz 87 Sendo o movimento variado, temos: S � s0 � v0t � 1 2 at2 ⇒ S � 1 2 (0,5) (6)2 � 9 m Vm � � � � s t 9 6 � 1,5 m/s 88 Alternativa b. O projétil descreve linearmente uma distância 2R (diâ- metro) no mesmo intervalo de tempo em que o corpo dá meia-volta (R), ou seja: projétil corpo De (1) e (2), temos: S � v � t S � v � t 2R v � 2R � v � t R � R � t t � 2R v (1) t � R R (2) v � 2 R 89 Alternativa b. Como vA � vB, a polia B gira mais rapidamente que a polia A pois RB RA. Como a polia B é acoplada à polia na qual a mangueira é emelada, teremos B � P. Como é constante e v � R a velocidade da extre- midade P da mangueira é constante, isto é, sobe com movimento uniforme. 90 Alternativa b. Dados: Roda dianteira: f � 1 Hz R � 24 cm Roda traseira: R � 16 cm Nessa situação, a velocidade escalar das duas rodas é a mesma, ou seja: V1 V2 ⇒ 1R1 � 2R2 ⇒ 2 f1R1 � 2 f2R2 1 � 24 � f2 � 16 ⇒ f2 � 1,5 Hz ⇒ T � 1 f T � 1 3 2 2 3 � s v ←� a ←� III – A velocidade no M.C.U. é uniforme (constante), variando em direção e sentido, em função da acelera- ção centrípeta, que aponta sempre na direção do cen- tro da curva. III – R � 2 m f � 120 r.p.m � 120 60 voltas seg. � 2 Hz v � R � 2 fR � 2 � (3,14) � 2 � 2 � 25,12 m/s a � v R 2 ⇒ a � 25 12 2 2, � 315,51 m/s2 84 Alternativa c. Na situação proposta um dos passageiros estará 2 m mais próximo do centro da curva que o outro, ou seja, podemos interpretar o movimento como o de polias associadas ao mesmo eixo, onde A � B. A � B ⇒ V R V R V VA A B B A B� �⇒ 38 40 V V V VA B A B38 40 38 40 � � �⇒ VA � 0,95 � vB Sendo a velocidade de B igual a 36 km/h, ou seja, 10 m/s, temos: VA � 9,5 m/s e VB � 10 m/s ⇒ VB � VA � 0,5 m/s 85 Alternativa e. Dados: R � 10 m �t � 4,0 s �s � 80 m Para uma volta completa, teríamos: C � Z R ⇒ C � 2 � 10 � 20 m 20 m → T 20 � 4 � 80 � T ⇒ T � s 80 m ← 4 s Como a velocidade é constante, só teremos acelera- ção centrípeta. v ←� A Bcentro R � 40 m 2 m ⎫ ⎬ ⎭ 0 0 SIMULADÃO 21 d) e) 111 (UFRJ) Duas pequenas esferas de aço são aban- donadas a uma mesma altura h do solo. A esfera (1) cai verticalmente. A esfera (2) desce uma rampa in- clinada 30° com a horizontal, como mostra a figura. a) d) b) e) c) 110 (MACK-SP) Uma partícula de massa m desliza com movimento progressivo ao longo do trilho ilus- trado abaixo, desde o ponto A até o ponto E, sem perder contato com o mesmo. Desprezam-se as for- ças de atrito. Em relação ao trilho, o gráfico que melhor representa a aceleração escalar da partícula em função da distância percorrida é: Nestas condições, qual dos gráficos melhor descre- ve a velocidade v do corpo em função do tempo t nesse trajeto? a) b) c) Considerando os atritos desprezíveis, calcule a razão t t 1 2 entre os tempos gastos pelas esferas (1) e (2), respectivamente, para chegarem ao solo. 112 (UFG) Nas academias de ginástica, usa-se um aparelho chamado pressão com pernas (leg press), que tem a função de fortalecer a musculatura das pernas. Este aparelho possui uma parte móvel que desliza sobre um plano inclinado, fazendo um ân- gulo de 60° com a horizontal. Uma pessoa, usando o aparelho, empurra a parte móvel de massa igual a 100 kg, e a faz mover ao longo do plano, com velo- cidade constante, como é mostrado na figura. 0 t v 0 t v 0 t v 0 t v 0 t v 0,9 m 12 m 1,0 m 0,6 m 0,45 m 0,9 m A B C D E g ←� 0 x (m) a (m/s2) 1,5 2,5 3,25 4,25 8,0 �8,0 0 x (m) a (m/s2) 1,5 2,5 3,25 4,25 8,0 �8,0 0 x (m) a (m/s2) 1,5 2,5 3,25 4,25 8,0 0 x (m) a (m/s2) 1,5 2,5 3,25 4,25 8,0 4,0 0 x (m) a (m/s2) 1,5 4,25 8,0 �8,0 2,5 3,25 h (1) (2) 30° v → 60°