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Enfermagem em Centro Cirúrgico
Professora: Enfª Ana Beatriz Souza
INSTRUMENTAIS E TEMPOS CIRÚRGICOS
PROCESSO HISTÓRICO
A história dos instrumentais cirúrgicos surgiu em 2.500 a.C. Os primeiros instrumentais eram de pedras, pontiagudos e de dentes de animais. 
A medida que a técnica cirúrgica foi desenvolvida, em consequência da descoberta dos procedimentos anestésicos, da hemostasia e da assepsia cirúrgica, o acesso aos órgãos era mais possíveis ser realizado apenas com as mãos. 
A partir do ano de 1846 um número enorme de instrumentais foram idealizados facilitando os procedimentos cirúrgicos e por isso se tornam insubstituíveis nas cirurgias para os quais foram criados. 
Na Antiguidade cirurgiões da Grécia e de Roma desenvolveram engenhosos instrumentos feitos de bronze, ferro e prata, como: bisturis, curetas, pinças, fórceps e sondas, A maior parte desses instrumentos, aperfeiçoados, permaneceu em uso nos tempos medievais.
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INSTRUMENTAIS 
Instrumental cirúrgico é definido como o material utilizado na intervenção cirúrgica, exames e tratamentos e curativos. (ROSA, 2009). 
São ferramentas ou dispositivos concebidos com a realização de ações específicas com o intuito de levar o máximo de eficiência para um ato operatório. 
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DIVISÃO DOS INSTRUMENTAIS
ESPECIAIS: são usados apenas em alguns tempos cirúrgicos ou em determinados procedimentos. 
COMUNS: fazem parte do instrumental básico utilizado em qualquer tipo de intervenção cirúrgica nos tempos fundamentais como a diérese, hemostasia, exérese ou operações e a síntese. 
TEMPOS CIRÚRGICOS
São procedimentos ou manobras consecutivas realizadas pelo cirurgião desde o início até o término da cirurgia.
De modo geral todas as intervenções cirúrgicas são realizadas em fases ou tempos básicos e fundamentais. 
Para maior eficiência estuda-se os tempos operatórios visando a ANTECIPAÇÃO, ASSERTIVIDADE E DIMINUIÇÃO DO TEMPO CIRÚRGICO.
DIÉRESE: é o momento de rompimento da continuidade do tecidos. Há a criação de uma via de acesso através dos tecidos, para atingir uma região ou órgão por meio de instrumentos cortantes.
HEMOSTASIA: é o processo através do qual se detém ou previne uma hemorragia, ocasionado pela diérese, por meio de pinças hemostáticas
TEMPOS CIRÚRGICOS-4 tempos
TEMPOS CIRÚRGICOS- 4 TEMPOSempos
PROPRIAMENTE DITA: é o tempo cirúrgico principal, voltado para o objetivo do procedimento, podendo ser paliativo, curativo, estético ou diagnostico
SÍNTESE: é a união da continuidade dos tecidos, aproximação das bordas
TEMPOS CIRÚRGICOS- 6 tempos
	TEMPO	FUNÇÃO	INSTRUMENTAL
	DIÉRESE
	Criar vias de acesso
	Bisturis e tesouras
	PREENSÃO
	Manipulação de estruturas
	Pinças de Preensão
	HEMOSTASIA
	Conter ou prevenir sangramentos
	Pinças hemostáticas
	EXPOSIÇÃO
	Expor o campo operatório
	Afastadores
	ESPECIAL
	De acordo com a especialidade cirúrgica
	Peculiares
	SÍNTESE
	Unir tecidos seccionados e ressecados
	Porta-Agulhas
1. DIÉRESE
É o rompimento da continuidade ou contiguidade dos tecidos, ou planos anatômicos, para garantir uma região ou órgão. 
Manobra cirúrgica destinada a promover uma via de acesso através dos tecidos.
Pode ser classificada em mecânica e física.
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REALIZADA COM O USO DE CALOR. EX: BISTURI ELÉTRICO
BISTURI QUE EMPREGA UM FEIXE DE RADIAÇÃO INFRAVERMELHO
RESFRIAMENTO INTERNO E REPENTINO EM UMA ÁREA QUE IRÁ SER REALIZADO UMA INTERVENÇÃO. EX: NITROGÊNIO
Anatomia e fisiologia do Instrumento
INSTRUMENTOS DA DIÉRESE
Os principais instrumentais de diérese são bisturis, tesouras, serras e agulhas, trépano, ruginas entre outros instrumentos capazes de separar os tecidos com fim operatório.
BISTURI
Caracterizado por um cabo reto, com uma extremidade mais estreita chamada colo, no qual é acoplada uma variedade de lâminas descartáveis e removíveis.
O tamanho e o formato das lâminas e dos colos dos cabos dos bisturis são adaptados aos diversos tipos de incisões, sendo principalmente utilizados os cabos de número 3 e 4.
Quanto menor o número, menor a lâmina.
TESOURAS
TAMANHO:
Longas, médias ou curtas
FORMATO DA PONTA: 
Pontiagudas, rombas ou mistas
CURVATURA:
Retas ou curvas
Destacam-se 2 Modelos Básicos de Tesoura
É uma tesoura cirúrgica utilizada para cortar tecidos delicados.
Existem de diversos tamanhos, podendo suas lâminas ser retas ou
curvas, com tamanhos que variam de 14 a 26 cm. A principal característica é a proximidade da articulação com a ponta, em que a
haste ocupa mais de 50% do total do comprimento. Seu criador foi
Myron Metzenbaum, cirurgião americano que foi referência para
cirurgia reconstrutiva (ALMEIDA, ALMEIDA, 2005; TOLOSA, PEREIRA, MARGARIDO, 2005). 
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As tesouras de Mayo-Stille de ponta romba são comumente
utilizadas na Cirurgia Geral para desbridar e cortar tecidos mais
densos, como: fáscia e músculos. Podem ser retas ou curvas e,
também, usadas para cortar fios cirúrgicos e bandagens, entretanto, não são indicadas para o corte de fio de aço (TOLOSA, PEREIRA,
MARGARIDO 2005; TUDURY, POTIER, 2009). 
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DIFERENÇA
 ENTRE 
MAYO X METZENBAUM
Instrumentais auxiliares de diérese
PINÇA DE PEAN: Instrumentais que são empregados no inicio do ato operatório, logo auxiliando o primeiro tempo operatório, a diérese.
TETANCÂNDULA: Equipamento utilizado para guiar a ponta do bisturi
Instrumento de 15 cm de comprimento, com grande variedade de utilidade. Sua fenestração, por exemplo, auxilia na
liberação de “freios” da língua; a outra extremidade (em forma de calha) pode ser utilizada em operações sobre as unhas
(MARQUES, 2005). 
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2. INSTRUMENTAIS DE PREENSÃO
São destinadas à manipulação e à apreensão de órgãos, tecidos ou estruturas. São basicamente constituídos pelas pinças de preensão.
Os modelos básicos são:
Por apresentar uma extremidade distal estreita, é utilizada em cirurgias mais delicadas. É encontrada em três versões: 
PINÇA DE ADSON
TRAUMÁTICA 
Com endentações e um sulco longitudinal na extremidade;
Com dentes na ponta que lembram os de um roedor, sendo esta última utilizada para a preensão de aponeurose, membranas fibroses formadas por tecido conjuntivo e que envolve os músculos.
ATRAUMÁTICA 
Possui ranhuras finas e transversais na face interna de sua ponta; 
Por serem consideradas instrumentais auxiliares, as pinças de preensão são geralmente empunhadas com a mão não-dominante (tipo lápis), sendo que o dedo indicador é o responsável pelo movimento de fechamento da pinça, enquanto que os dedos médio e polegar servem de apoio.
3.INSTRUMENTAIS DE HEMOSTASIA
É o processo que consiste em impedir, deter ou prevenir a hemorragia. Pode ser feito simultaneamente ou individualmente por meio de pinçamento e ligadura de vasos, eletrocoagulação ou compressão. 
Na realidade a hemostasia começa antes do início da cirurgia, quando se realizam no pré-operatório imediato, os exames de tempo de coagulação e dosagem de protrombina.
Hemostasia pode ser classificada em:
PREVENTIVA:
Hemostasia que pode ser medicamentosa e cirúrgica:
A hemostasia medicamentosa é baseada nos exames laboratoriais pré-operatórios, enquanto a cirúrgica é realizada com a finalidade de interromper a circulação durante o ato operatório, temporária ou definitiva.
URGÊNCIA:
Hemostasia realizada quase sempre em condições não favoráveis e com material muitas vezes improvisado, como, por exemplo, compressão digital, garrotes e torniquetes.
CURATIVA:
Hemostasia realizada durante a intervenção cirúrgica e pode ser medicamentosa (drogas que diminuem o sangramento por vasoconstrição), mecânica (compressão e esponjas sintéticas), física (bisturi) ou biológica (absorventes).
INSTRUMENTAIS DA HEMOSTASIA
Esses instrumentais são identificados pelo nome de seus idealizadores, como: Pinças de Kelly, Crile, Halstead, Mixter e Kocher.
Apresentam cremalheira, uma estrutura localizada entre as argolas que tem por finalidade manter o instrumental fechado de maneira auto-estática, oferecendo diferentes níveis de pressão de fechamentoPINÇAS DE KELLY E CRILE
PINÇA HALSTEAD
Também chamadas de pinça Mosquito, destinada ao pinçamento de vasos de pequeno calibre, devido a seu tamanho reduzido, que pode ser observado ao compará-la a outras pinças hemostáticas.
PINÇA MIXTER
Apresenta ponta em ângulo aproximadamente reto em relação ao seu corpo, sendo largamente utilizada na passagem de fios ao redor de vasos para ligaduras, assim como na dissecção de vasos e outras estruturas
PINÇA KOCHER
Embora classificada como instrumental de hemostasia, não é habitualmente empregada para esta finalidade, uma vez que apresenta dentes em sua extremidade. Seu uso mais habitual é na preensão e tração de tecidos grosseiros como aponeuroses.
4. INSTRUMENTAIS DE EXPOSIÇÃO
São representados por afastadores, que são elementos mecânicos destinados a facilitar a exposição do campo operatório, afastando as bordas da ferida operatória e outras estruturas, de forma a permitir a exposição de planos anatômicos ou órgãos subjacentes, facilitando o ato operatório.
São classificados como:
Afastadores 
dinâmicos
Afastadores auto-estáticos.
AFASTADORES DINÂMICOS
apresenta-se em formato de “C”, sendo utilizado no afastamento de pele, tecido celular subcutâneo e músculos superficiais
Possui garras na parte curva, dando mais aderência aos tecidos, usado somente em planos musculares
por se apresentar em ângulo reto e ter ampla superfície de contato, é utilizado primordialmente em cirurgias abdominais
utilizado no afastamento de pele, tecido celular subcutâneo e músculos porém pode atingir planos mais profundos, pois tem o cabo mais longo e em formato de empunhadura
por apresentar sua extremidade distal em formato de semilua, análoga ao desenho de contorno dos pulmões, é amplamente utilizado em cirurgias torácicas, podendo também ser utilizado em cirurgias abdominais
empregada tanto em cirurgias na cavidade torácica, quanto na cavidade abdominal. Por ser flexível, pode alcançar qualquer tipo de formato ou curvatura, sendo, portanto, adaptável a qualquer eventual necessidade que venha a surgir durante o ato operatório. Espátula Haberer 
Afastador de Farabeuf: apresenta-se em formato de “C”, sendo utilizado no afastamento de pele, tecido celular subcutâneo e músculos superficiais
Afastador Volkmann: Possui garras na parte curva, dando mais aderência aos tecidos, usado somente em planos musculares
Afastador Doyen:por se apresentar em ângulo reto e ter ampla superfície de contato, é utilizado primordialmente em cirurgias abdominais
Afastador de Langenbeck: utilizado no afastamento de pele, tecido celular subcutâneo e músculos porém pode atingir planos mais profundos, pois tem o cabo mais longo e em formato de empunhadura
Afastador Deaver: por apresentar sua extremidade distal em formato de semilua, análoga ao desenho de contorno dos pulmões, é amplamente utilizado em cirurgias torácicas, podendo também ser utilizado em cirurgias abdominais.
Afastador Maleável: empregada tanto em cirurgias na cavidade torácica, quanto na cavidade abdominal. Por ser flexível, pode alcançar qualquer tipo de formato ou curvatura, sendo, portanto, adaptável a qualquer eventual necessidade que venha a surgir durante o ato operatório. Espátula Haberer 
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AFASTADORES AUTO-ESTÁTICO
utilizado principalmente para cirurgias abdominais
uma adaptação do afastador de Gosset, acoplando-se ao mesmo uma Válvula Supra púbica, que, quando utilizada isoladamente, consiste em um afastador dinâmico.
utilizado em cirurgias torácicas, possuindo uma manivela para possibilitar o afastamento da forte musculatura intercostal.
É utilizado em cirurgias neurológicas para o afastamento do couro cabeludo. Em operações que envolvem a coluna, serve para afastar os músculos superficiais
Afastador Gosset: utilizado principalmente para cirurgias abdominiais
Afastador de Balfour: uma adaptação do afastador de Gosset, acoplando-se ao mesmo uma Válvula Suprapúbica, que, quando utilizada isoladamente, consiste em um afastador dinâmico.
Afastador de Finochietto: utilizado em cirurgias torácicas, possuindo uma manivela para possibilitar o afastamento da forte musculatura intercostal.
Afastador de Adson: É utilizado em cirurgias neurológicas para o afastamento do couro cabeludo. Em operações que envolvem a coluna, serve para afastar os músculos superficiais
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Maneira correta de proteger as bordas para colocação do Afastador.
5. INSTRUMENTAIS DA EXÉRESE
É a etapa do procedimento cirúrgico em que ocorre a remoção cirúrgica de um tecido ou órgão mal-funcionante ou doente.
Os instrumentais são utilizados para finalidades específicas, nos procedimentos que consistem no objetivo principal da cirurgia.
FÓRCEPS
Utilizado em cirurgias obstétricas, apresenta ramos articulados, com grandes aros em sua extremidade, para o encaixe na cabeça do concepto durante partos em que o mesmo esteja mal posicionado ou com outras complicações. Quando desarticulado, é utilizado em cesarianas, no auxílio da retirada do neonato.
Saca-bocado
Semelhante a um grande alicate, é utilizado na retirada de espículas ósseas em cirurgias ortopédicas.
Cureta de Siemens
É amplamente utilizada em procedimentos obstétricos para remoção de restos placentários e endometriais da cavidade uterina especialmente após abortos,
Pinça de Backaus: 
é também denominada de pinça de campo, devido sua função de fixar os campos operatórios entre si.
6.INSTRUMENTAIS DE SÍNTESE
A síntese geralmente é o tempo final da cirurgia e consiste na aproximação dos tecidos seccionados ou ressecados no decorrer da cirurgia, com o intuito de favorecer a cicatrização dos tecidos de maneira estética, além de evitar as herniações de vísceras e minimizar as infecções pós-operatórias. 
Os instrumentais utilizados para este fim são os porta-agulhas, que se apresentam em dois modelos principais:
PORTA-AGULHAS DE MAYO-HEGAR
É estruturalmente semelhante às tesouras e pinças hemostáticas, apresentando argolas, para a empunhadura, e cremalheira, para o fechamento auto-estático. É mais utilizado para síntese em cavidades, sendo empunhado da mesma forma descrita para os instrumentais argolados ou de forma empalmada.
PORTA-AGULHAS DE MATHIEU
Possui hastes curvas, semelhante a um alicate, com cremalheira pequena. É utilizado em suturas de tecidos superficiais, especialmente na pele em cirurgias plásticas ou ainda em cirurgias odontológicas. Esse modelo de porta-agulha é empunhado sempre de forma empalmada.
FIOS CIRÚRGICOS
Diversos artigos foram usados ao longo da história, tais como ouro, tendão de canguru, crina de cavalo, linho, arame, tecido intestinal, algodão, seda e no momento se acrescenta artigos de origem sintética. Essa grande variedade deve-se á permanente procura de uma sutura ideal.
O tipo de material e a espessura do fio definem suas características de resistência, elasticidade, segurança dos nós, facilidade de manipulação e se é ou não absorvível.
Características do Fio Ideal:
Grande resistência á tração e á torção;
Calibre fino e regular;
Mole, flexível e pouco elástico
Ausência de reação tecidual
Esterilização fácil
Resistente a esterilização repetidas
Baixo custo
Deve ser feita de forma padronizada, de acordo com a ordem de utilização dos instrumentais no ato operatório, a fim de se facilitar o acesso aos mesmos. Durante a arrumação da mesa, é necessário imaginá-la dividida em 6 setores, correspondentes aos 6 tempos operatórios.
MONTAGEM DA MESA DE INSTRUMENTAÇÃO
1
2
3
4
5
6
1- DIÉRESE
2- PREENSÃO
3- HEMOSTASIA
4- EXPOSIÇÃO
5- ESPECIAL
6- SÍNTESE
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Exercício de fixação
1.O procedimento cirúrgico ocorre por meio de quatro tempos: a diérese, a hemostasia, a exérese e a síntese. Nessa sequência, os instrumentos ou produtos utilizados, em cada tempo, são?
2. Como é classificado a diérese? Cite exemplos.
3. Como deve ser feita a montagem da mesa de instrumentação cirúrgica? Explique a importância da montagem.
4- Qual a diferença entre a MAYO X METZENBAUM?5- Quais as características das pinças de Adson com dente e sem dente e a pinça dente de rato?
6- Qual a classificação da hemostasia?
7- Cite 3 exemplos de afastadores estáticos e dinâmicos
8. Ao instrumentador cirúrgico é essencial conhecer os instrumentais de acordo com sua utilização em cada tempo cirúrgico. Em qual tempo cirúrgico ocorre a separação dos planos anatômicos ou tecidos, por meio de instrumentos cortantes, como o bisturi e a tesoura?
Diérese mecânica
Diérese física 
Síntese completa
Hemostasia de Urgência
BOM ESTUDO A TODOS!
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