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LABORATÓRIOS ESCOLARES, BIBLIOTECAS E AMBIENTES DE CONVIVÊNCIA Joelma Guimarães Programa Nacional do Livro e do Material Didático Objetivos de aprendizagem Ao final deste texto, você deve apresentar os seguintes aprendizados: � Descrever o Programa Nacional do Livro e do Material Didático. � Explicar o processo de escolha dos livros didáticos. � Discutir estratégias de uso dos livros didáticos pelos professores. Introdução O Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD) é destinado à educação básica brasileira e organizado pelo Ministério da Educação (MEC). A concretização das ações do PNLD ocorre em várias fases dis- tintas, que envolvem a avaliação e a escolha do livro didático junto aos profissionais docentes. Neste capítulo, você vai estudar o contexto geral do PNLD. Além disso, vai conhecer o processo de escolha dos livros didáticos e as diferentes estratégias de uso desses materiais desenvolvidas pelos professores. 1 PNLD: origem e objetivos O PNLD foi instituído pelo Decreto da Presidência da República nº. 9.099, de 18 de julho de 2017. O órgão responsável pela execução das ações de qua- lificação de materiais para a aquisição descentralizada pelos entes federativos é o MEC. Em suma, o PNLD é um instrumento de avaliação e disponibili- zação —sistemática, regular e gratuita — de obras didáticas, pedagógicas e literárias, software e jogos educacionais, materiais de reforço e correção de fluxo, materiais de formação e materiais destinados à gestão escolar, entre outros materiais de apoio à prática educativa. Esses materiais são distribuídos às escolas públicas de educação básica das redes federal, estadual, municipal e distrital, bem como às instituições comunitárias, confessionais e filantrópicas sem fins lucrativos e conveniadas com o poder público (BRASIL, 2017a). Dialogar sobre o PNLD pode ajudar a fortalecer as ações e criar um am- biente de crescimento e aperfeiçoamento humano nas unidades escolares, contemplando todos os sujeitos que circulam nesses espaços. O Decreto nº. 9.099/2017, que define o PNLD, explicita as ações do programa. Essas ações visam ao atendimento aos alunos, docentes e gestores das escolas públicas, de todas as etapas e modalidades da educação básica, cadastrados preliminarmente no Censo Escolar da Educação Básica, efetivado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Os objetivos do PNLD abrangem: � o aprimoramento do processo de ensino e aprendizagem nas escolas públicas de educação básica, com a consequente melhoria da qualidade da educação; � a garantia do padrão de qualidade do material de apoio à prática edu- cativa utilizado nas escolas públicas de educação básica; � a democratização e o acesso às fontes de informação e cultura; � o fomento à leitura e o estímulo à atitude investigativa dos estudantes; � o apoio à atualização, à autonomia e ao desenvolvimento profissional do professor; � o apoio à implementação da Base Nacional Comum Curricular (BNCC). A seguir, veja quais são as diretrizes do PNLD: � o respeito ao pluralismo de ideias e concepções pedagógicas; � o respeito às diversidades sociais, culturais e regionais; � o respeito à autonomia pedagógica das instituições de ensino; � o respeito à liberdade e o apreço à tolerância; � a garantia de isonomia, transparência e publicidade nos processos de aquisição das obras didáticas, pedagógicas e literárias. As normas de conduta a serem seguidas pelos participantes indicam o que será desenvolvido e o que se deseja obter com o PNLD; essas regras são estabelecidas pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). Cabe às secretarias de Educação e às escolas participantes orientar os professores, os estudantes, as suas famílias e os seus responsáveis por meio de campanhas de conscientização sobre os modos de uso, conservação e devolução dos materiais no final do período letivo. Programa Nacional do Livro e do Material Didático2 O FNDE é o órgão responsável pela regulamentação do funcionamento do PNLD no que diz respeito aos seguintes aspectos: apresentação e divulgação das obras didáticas, pedagógicas e literárias nas escolas participantes; pro- cesso de adesão, por meio de edital, das redes de ensino municipal, estadual e federal (prazos, normas, obrigações e procedimentos); e aquisição periódica e regular dos materiais didáticos que visam ao atendimento à educação infantil, ao ensino fundamental (anos iniciais e finais) e ao ensino médio. O PNLD promove a acessibilidade por meio de materiais didáticos com mecanismos específicos destinados aos estudantes e aos professores com deficiência da educação básica (BRASIL, 2017a). Procure saber se as redes de ensino públicas de seu município têm adotado materiais didáticos do PNLD para serem utilizados na modalidade da educação especial. 2 Escolha dos livros didáticos A escolha dos livros didáticos, como determina o Decreto nº. 9.099/2017, em seu art. 18, envolve os responsáveis pela rede de ensino e os professores que atuam em todas as etapas da educação básica. Esses profissionais fazem a seleção, a avaliação e a indicação do material didático a ser adotado e distribuído aos estudantes. Esses procedimentos podem abranger: cada escola, cada grupo de escolas ou todas as escolas da rede (BRASIL, 2017a). Nesse processo, inicialmente os materiais são qualificados pelos respon- sáveis pela avaliação pedagógica do MEC. Posteriormente, o conjunto das obras (livros didáticos) das diversas editoras qualificadas é disponibilizado em forma de catálogo (por etapa e disciplina/área de ensino) para as escolas das redes de ensino municipal, estadual e federal. Essa etapa é caracterizada pela apreciação subjetiva e individual realizada pelos professores que atuam nas diversas áreas de conhecimento e etapas de ensino. Após a apreciação individual, ocorre a avaliação coletiva, na qual os professores discutem sobre as obras em grupos/áreas e etapas de ensino. 3Programa Nacional do Livro e do Material Didático A avaliação para a escolha dos livros didáticos geralmente é caracterizada por critérios que variam de acordo com as áreas de conhecimento apresentadas na BNCC. As áreas elencadas pela BNCC são as seguintes: área de lingua- gens (língua portuguesa, arte, educação física e língua inglesa), matemática, ciências da natureza (ciências, física, química e biologia) e ciências humanas (história e geografia) (BRASIL, 2017b). A seguir, veja algumas questões que podem nortear a escolha dos livros didáticos (DELVAL, 1998; LÜCK, 1994). Metodologia � A obra tem como embasamento as competências gerais e os fundamentos pedagógicos da BNCC? � As obras para a etapa da educação infantil trazem em seu conteúdo os direitos de aprendizagem e desenvolvimento das crianças e os campos de experiências? � As obras para o ensino fundamental (anos iniciais e finais) e o ensino médio trazem em seu conteúdo as competências e habilidades específicas das áreas de conhecimento? Propostas de ensino e aprendizagem � A obra alinha-se ao Projeto de Desenvolvimento Institucional (PDI) e ao Projeto Político-Pedagógico (PPP) da escola? � A obra traz em seu conteúdo e em suas atividades o princípio do de- senvolvimento da cidadania dos estudantes? � A obra cumpre o papel de estimular nos alunos o desenvolvimento crítico e criativo para a tomada de decisões? � A obra, em seu conteúdo e em suas atividades, respeita a faixa etária de desenvolvimento dos estudantes e utiliza uma linguagem clara, coesa e sem regionalismo? � A obra propicia a ampliação contextualizada e gradual do vocabulário dos estudantes? � A obra apresenta propostas em que os estudantes podem atuar como participantes ativos dos processos de ensino e aprendizagem? � A obra tem como proposta atividades que podem ser desenvolvidas por meio de metodologias ativas e de forma interdisciplinar? � A obra oferece suporte e orientação para o desenvolvimento daspráticas pedagógicas? � A iconografia do livro didático condiz com o objetivo do conteúdo proposto? Programa Nacional do Livro e do Material Didático4 Rigor do conteúdo conceitual � Quais são os conteúdos conceituais abordados no livro didático? � O livro didático está embasado em quais abordagem teóricas e científicas? � O livro didático tem como proposta auxiliar o docente a elaborar um tra- balho de campo, com coleta de dados e confecção de tabelas e gráficos? Apoio tecnológico � O livro didático apresenta recursos tecnológicos que podem intensificar os processos de ensino e aprendizagem nas práticas docentes desenvol- vidas com os estudantes? (Por exemplo: livro digital, apoio pedagógico on-line, acesso a vídeos e propostas interativas por meio de banco de questões on-line, quiz, infográficos, mapas conceituais, etc.) A Resolução FNDE nº. 15, de 26 de julho de 2018, elenca as normas de conduta im- plicadas no processo de escolha do livro didático. Veja algumas das obrigações dos profissionais que selecionam as obras: � manter sigilo sobre os dados de acesso ao sistema de registro de escolha; � informar sobre a visita de representante que realizou a divulgação de material do PNLD; � divulgar a seleção em local público. Agora veja algumas das ações proibidas: � aceitar, a qualquer tempo, vantagens, presentes ou brindes dos representantes em razão da escolha dos materiais do PNLD; � permitir o acesso de representantes às dependências da escola durante o período de registro da escolha; � permitir o acesso de representantes aos dispositivos em que é realizado o registro da escolha; � disponibilizar, a qualquer tempo, espaço público para a realização de eventos promovidos pelos representantes; � permitir, a qualquer tempo, a participação dos representantes em eventos pro- movidos pela escola. 5Programa Nacional do Livro e do Material Didático Após os livros didáticos serem analisados de forma aprofundada pelos docentes e dirigentes escolares, processa-se, em forma de registro específico, a escolha dos títulos e editoras em atas, com comprovante de registro, conforme as determinações da Resolução da Presidência República nº. 42, de 28 de agosto de 2012. Por fim, as obras selecionadas são informadas pelas equipes de coordenadores responsáveis pelo livro didático das secretarias de educação; isso acontece por meio do sistema interativo do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE). A partir daí, ocorrem as negociações, as aquisições e a distribuição das obras nas escolas (BRASIL, 2012, 2017a, 2018). A escolha dos livros didáticos é fundamental para o desenvolvimento das práticas docentes na escola (ANTUNES, 2002). Cumpre observar que o livro didático é um instrumento pedagógico de apoio às interações estabelecidas entre professores e alunos no desenvolvimento do currículo escolar e do plano de ensino, bem como no planejamento das aulas. 3 Estratégias de uso dos livros didáticos O trabalho na educação escolar requer do professor a adoção de diferentes estratégias para o desenvolvimento das práticas pedagógicas em sala de aula. Dessa forma, o livro didático, concebido enquanto um instrumento didático, pode colaborar com os processos que envolvem o ensino e a aprendizagem dos estudantes. A partir dessa perspectiva, torna-se relevante compreender o conceito de estratégia situando-a em relação aos procedimentos de ensino. Os procedimentos adotados pelos docentes na interação didática com os es- tudantes envolvem ações ordenadas e finalizadas, regras, técnicas, métodos, destrezas e habilidades que visam à concretização de uma meta (COLL, 1987). As estratégias vinculam-se aos procedimentos do trabalho docente, embora tenham como característica a não prescrição das ações a serem constituídas nas práticas pedagógicas. As estratégias dizem respeito ao planejamento, à contextualização do objeto de estudo, às competências, às habilidades, aos objetivos e à avaliação. Solé (1998) e Schneuwly e Dolz (2004) destacam que a estratégia se configura como um processo executivo e flexível realizado a partir de instrumentos, em sua dimensão material ou discursiva: suportes materiais (quadro, lousa, caderno, livro didático, entre outros), modo de trabalho (trabalho em grupo, trabalho individual) e tarefas. Programa Nacional do Livro e do Material Didático6 Nesse sentido, a transformação de um objeto de ensino em objeto ensinado exige do professor, em seu trabalho em sala de aula, a adoção de várias estra- tégias de ensino. Esse processo traz para o centro da discussão as estratégias de uso do livro didático que partem da metodologia dialética de construção do conhecimento em sala de aula nas diversas áreas do conhecimento, tendo em vista que esse não é o único recurso didático existente (BRASIL, 2017b). Veja o que Vasconcellos (2005, p. 55) pontua a respeito desses aspectos metodológicos: A metodologia de trabalho em sala de aula é uma síntese, uma concretização, um reflexo de toda uma concepção de educação e de um conjunto de objetivos (mais ou menos explícitos). Uma metodologia na perspectiva dialética baseia-se na concepção de homem e de conhecimento onde se entende o homem como um ser ativo e de relações. Assim, compreende-se que o conhecimento não é “transferido” ou “depositado” pelo outro (conforme a concepção tradicional), nem é “inventado” pelo sujeito (concepção espontaneísta), mas sim construído pelo sujeito na sua relação com os outros e com o mundo. Isto significa que o conteúdo que o professor apresenta precisa ser trabalhado, refletido, reelaborado, pelo aluno, para se constituir um conhecimento dele. Caso contrário, o educando não aprende, podendo, quando muito, apresentar um comportamento condicio- nado, baseado na memória superficial. Temos que superar essa grande farsa do sistema de ensino: fingimos que ensinamos, os alunos fingem que aprendem. Ao abordar os objetos de estudo a fim de desenvolver as competências e habilidades dos alunos, o professor pode se valer de diversas estratégias de utilização do livro didático (BRASIL, 2017b). Entre tais estratégias, destacam- -se (ESTABEL; MORO, 2014; ROCA, 2012): � uso sequenciado do livro; � sequenciação do conteúdo; � contextualização do conteúdo; � exposição dialogada do conteúdo; � contextualização dos dados da atividade; � apresentação de exemplos não propostos pelo livro; � instruções diretas sobre as habilidades a serem desenvolvidas; � leitura de enunciados das atividades; � demonstração e resolução de questões; � aplicação dirigida (pesquisas); � organização social da sala; � leituras e formulações de perguntas sobre o conteúdo; � interação entre os alunos nas tarefas, como síntese, dúvidas, inferências e leitura silenciosa. 7Programa Nacional do Livro e do Material Didático Lidar com os objetos de ensino em sala de aula pode representar uma tarefa bastante complexa para o professor (BRASIL, 2017b). Tal tarefa requer a organização docente para a condução dos estudantes por meio de recursos e estratégias que focalizem os objetivos propostos e a garantia das aprendizagens. Utilizar diferentes estratégias com o livro didático a partir da metodologia dialética do conhecimento nas propostas pedagógicas e organizar de forma global a sala de aula pode levar à mobilização, à construção, à elaboração, à expressão e à síntese do conhecimento escolar. A seguir, você vai conhecer melhor as três dimensões da metodologia dialética do conhecimento em sala de aula elencadas por Vasconcellos (2005): mobilização para o conhecimento; construção do conhecimento; e elaboração e expressão da síntese do conhecimento. Mobilização para o conhecimento A mobilização corresponde a uma sensibilização para o conhecimento. Ela pode ocorrer por meio de uma situação orientadora inicial, ou seja, da criação de uma situação motivadora. A ideia é aguçar a curiosidade, apresentar claramente o assunto, traçar ligações entre o tema e os conhecimentose experiências do aluno, propor um roteiro de trabalho, formular perguntas instigadoras, etc. Para estabelecer a metodologia dialética de trabalho, o professor precisa: � conhecer a realidade do grupo, suas redes de relações e suas necessidades (para estabelecer a mobilização, deve-se partir da realidade, da prática social em que o trabalho educativo se acha inserido); � ter clareza dos objetivos; � buscar as mediações apropriadas; � estabelecer uma prática pedagógica para o grupo (o homem se trans- forma a partir da sua prática, a partir da sua interação com o mundo). O professor, enquanto articulador do processo de ensino e aprendizagem, necessita conhecer a realidade com a qual vai trabalhar, de modo a atuar a partir dela. Essa realidade envolve: alunos, escola, comunidade, sociedade e ciência ministrada. A mobilização é o momento de investigar a concepção dos alunos a respeito do objeto (senso comum, “síncrese”). Isso é importante pois podem aparecer visões equivocadas que, se não forem superadas, funcionarão como “obstáculos epistemológicos” para a aprendizagem. Programa Nacional do Livro e do Material Didático8 Construção do conhecimento O processo de conhecer consiste no estabelecimento de relações significativas entre as representações, ideias e conceitos do sujeito e do objeto num determi- nado contexto. No momento da construção do conhecimento, a preocupação do educador estará voltada para a análise das relações que compõem o objeto de conhecimento. A seguir, veja alguns elementos que estão implicados na construção do conhecimento. � Significação: desenvolver uma educação significativa trata-se de bus- car um conhecimento vinculado às necessidades, aos interesses e aos problemas oriundos da realidade do educando e da realidade social mais ampla. � Práxis: o conhecimento acontece no sujeito como resultado de sua ação sobre o mundo, seja essa ação motora, perceptiva ou reflexiva. � Problematização: a produção do conhecimento é resultado da ação que o homem realiza por sentir-se problematizado, desafiado pela natureza e pela sociedade, na produção e na reprodução da existência. � Continuidade: o educador tem uma tarefa muito exigente, que consiste em estabelecer a dialética entre a continuidade e a ruptura em relação aos educandos. � Criticidade: o conhecimento não é neutro; por trás de sua veiculação, estão interesses de classe. � Historicidade: resgatar a história do conhecimento ajuda a ressignificá- -lo, na medida em que se entende em que contexto ele surgiu, que tipo de problema busca resolver, etc. � Totalidade: o conhecimento tem origem num todo social; na verdadeira formação de conceitos, é igualmente importante unir e separar, isto é, a síntese deve se combinar com a análise. Nesse contexto, é possível organizar o trabalho pedagógico da seguinte maneira: a) exposição posicionada e estimulante do educador; b) reflexão de confronto e problematização por parte dos educandos; c) confronto entre educador e educando (superação das posições de edu- cador e educando). 9Programa Nacional do Livro e do Material Didático Elaboração e expressão da síntese do conhecimento Esse momento metodológico se refere à elaboração sintética do conhecimento, à aplicação, à transferência. A formação dos conceitos é seguida por sua trans- ferência para outros objetos: o sujeito é induzido a utilizar os novos termos ao falar sobre outros objetos e a definir o seu significado de forma generalizada. A integração é o momento de síntese, conclusão, generalização, consolida- ção de conceitos. Nessa etapa, o professor deve propor problemas e exercícios mais abrangentes, assim como fazer uma sistematização global daquela unidade de trabalho. Entre a teoria e a atividade prática transformadora, insere-se a educação das consciências e a organização de meios materiais e planos concretos de ação. ANTUNES, C. Novas maneiras de ensinar, novas formas de aprender. Porto Alegre: Artmed, 2002. 172 p. BRASIL. Decreto nº. 9.099, de 18 de julho de 2017. Dispõe sobre o Programa Nacional do Livro e do Material Didático. Brasília: Presidência da República, 2017a. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2017/decreto/D9099.htm. Acesso em: 9 set. 2020. BRASIL. Ministério da Educação. Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação. Resolução/CD/FNDE nº. 42, de 28 de agosto de 2012. Dispõe sobre o Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) para a educação básica. Brasília: FNDE, 2012. Disponível em: http://www.fnde.gov.br/acesso-a-informacao/institucional/legislacao/item/3758-. Acesso em: 9 set. 2020. BRASIL. Ministério da Educação. Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação. Resolução nº. 15, de 26 de julho de 2018. Dispõe sobre as normas de conduta no âmbito da execução do Programa Nacional do Livro e do Material Didático. Brasília: FNDE, 2018. Disponível em: https://www.fnde.gov.br/index.php/acesso-a-informacao/institucional/ legislacao/item/11997 Acesso em: 26 jul. 2020. BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Base nacional comum curricular: educação é a base. Brasília: MEC, 2017b. 468 p. Disponível em: http://base- nacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_20dez_site.pdf. Acesso em: 9 set. 2020. COLL, C. Psicología y currículum: una aproximación psicopedagógica a la elaboración del curriculum escolar. Barcelona: Laia, 1987. 174 p. (Cuadernos de pedagogia, 34). DELVAL, J. Crescer e penar: a construção do conhecimento na escola. Porto Alegre: Artmed, 1998. 245 p. Programa Nacional do Livro e do Material Didático10 Os links para sites da web fornecidos neste capítulo foram todos testados, e seu fun- cionamento foi comprovado no momento da publicação do material. No entanto, a rede é extremamente dinâmica; suas páginas estão constantemente mudando de local e conteúdo. Assim, os editores declaram não ter qualquer responsabilidade sobre qualidade, precisão ou integralidade das informações referidas em tais links. ESTABEL, L. B.; MORO. E. L. S. (org.). Biblioteca: conhecimentos e práticas. Porto Alegre: Penso, 2014. 192 p. (Série Tekne; eixo Apoio Educacional). LÜCK, H. Pedagogia interdisciplinar: fundamentos teórico-metodológico. 9. ed. Petró- polis: Vozes, 1994. 92 p. ROCA, G. D. Biblioteca escolar hoje: recurso estratégico para a escola. Porto Alegre: Penso, 2012. 112 p. SCHNEUWLY, B.; DOLZ, J. Gêneros orais e escritos na escola. Campinas: Mercado de Letras, 2004. 278 p. SOLÉ, I. Estratégia de leitura. 6. ed. Porto Alegre: Artmed, 1998. 194 p. VASCONCELLOS, C. S. Construção do conhecimento em sala de aula. 16. ed. São Paulo: Libertad, 2005. 141 p. (Cadernos Pedagógicos do Libertad, 2). Leitura recomendada GERALDI, J. W. A aula como acontecimento. 2. ed. São Carlos: Pedro & João, 2015. 208 p. 11Programa Nacional do Livro e do Material Didático