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Tecidos animais
Tecidos vegetais
O revestimento do corpo 
Tecidos
A expressão engenharia de tecidos surgiu em 1987 para definir a arte de, pelo cultivo de células, construir ou restaurar tecidos e órgãos de seres humanos e animais. A matéria-prima desses engenheiros muitas vezes são as chamadas células-tronco, que têm capacidade de se transformarem em células de qualquer tecido. Em outras vezes, a reconstituição é feita a partir de células do próprio tecido a ser reproduzido. 
Qual é a principal dificuldade observada nos transplantes? Qual seria a alternativa para reduzir essa dificuldade?
Em que condições deveriam ser mantidas as células cultivadas na engenharia de tecidos para que possam se multiplicar?
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Tecidos animais
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Tecidos animais
Tecido epitelial 
honzik7/Shutterstock
O tecido epitelial é formado por células que revestem o organismo, protegem os órgãos e ainda constituem as glândulas. As células do tecido epitelial de revestimento multiplicam-se continuamente e substituem as células mortas das camadas mais externas.
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Tecidos animais
Tecido epitelial 
honzik7/Shutterstock
Elas podem apresentar formatos diversos e ficam bem próximas umas das outras, unidas por escasso material intercelular. 
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Tecidos animais
Tecido epitelial 
honzik7/Shutterstock
Epitélio simples, como o que reveste os vasos sanguíneos, apresenta uma única camada de células, o que favorece a passagem de substâncias. 
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Tecidos animais
Tecido epitelial 
honzik7/Shutterstock
Epitélio estratificado, como a epiderme (o epitélio da pele), contém diversas camadas de células e confere proteção mais eficiente às estruturas que reveste.
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Tecidos animais
Tecido epitelial 
honzik7/Shutterstock
As glândulas mamárias secretam o leite materno, com o qual os mamíferos amamentam seus filhotes, fornecendo-lhes água, nutrientes e anticorpos na fase inicial da vida.
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Tecidos animais
Tecidos conjuntivos 
mimagephotography/Shutterstock
 
 Pressmaster/Shutterstock
O tecido conjuntivo, o mais abundante do organismo, estabelece a ligação entre os demais tecidos do corpo. Formado por células bem espaçadas, com bastante substância intercelular, ele preenche espaços, ajuda na sustentação da pele e constitui os tendões, estruturas que ligam os músculos aos ossos.
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Tecidos animais
Tecidos conjuntivos 
mimagephotography/Shutterstock
 
 Pressmaster/Shutterstock
A pele humana, por exemplo, apresenta sob a epiderme (o epitélio superficial) uma camada de tecido conjuntivo denominada derme, cuja substância intercelular é rica em dois tipos de proteína, o colágeno e a elastina, que conferem sustentação e elasticidade ao tecido.
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Tecidos animais
Tecidos conjuntivos 
mimagephotography/Shutterstock
 
 Pressmaster/Shutterstock
As rugas dos idosos (A) são sinais da passagem do tempo e resultam da redução da quantidade de colágeno presente na derme. O tendão calcâneo (B), mais conhecido como tendão de aquiles, é o mais resistente tendão do corpo humano, conectando o osso do calcanhar à panturrilha, o músculo da parte de trás da perna.
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Tecidos animais
Tecidos conjuntivos 
O tecido adiposo, posicionado abaixo da derme, é formado por células arredondadas que armazenam grande quantidade de gorduras, lipídios que servem como reserva energética para o organismo. 
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Tecidos animais
Tecidos conjuntivos 
Quanto maior o acúmulo de gordura no tecido adiposo, maior o tamanho e maior o número de células adiposas. O emagrecimento resulta da redução na quantidade de gordura presente nessas células, cujo número não se altera. 
O tecido adiposo, posicionado abaixo da derme, é formado por células arredondadas que armazenam grande quantidade de gorduras, lipídios que servem como reserva energética para o organismo. 
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Tecidos animais
Tecidos conjuntivos 
O tecido ósseo constitui os ossos, que formam o esqueleto interno (ou endoesqueleto), responsável pela sustentação do corpo, pela proteção dos órgãos internos e, em associação com os músculos, pela locomoção dos animais. 
Shutterstock / Potapov Alexander
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Tecidos animais
Tecidos conjuntivos 
As células do tecido ósseo, chamadas osteócitos, ficam mergulhadas em um material rico em cálcio (que confere resistência ao osso) e colágeno (que confere flexibilidade, evitando o atrito ósseo).
Shutterstock / Potapov Alexander
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Tecidos animais
Tecidos conjuntivos 
O tecido cartilaginoso forma as cartilagens dos vertebrados. Nos embriões, elas constituem a maior parte do esqueleto; com o desenvolvimento do embrião, as células cartilaginosas são substituídas pelo tecido ósseo até o fim da fase de gestação.
Dan Kosmayer/Shutterstock 
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Tecidos animais
Tecidos conjuntivos 
Ao nascerem, as crianças ainda apresentam cartilagens nas extremidades dos ossos longos, como os das pernas; elas são substituídas por tecido ósseo no decorrer do crescimento. Nos adultos, as cartilagens estão restritas a poucas partes do corpo, como a extremidade do nariz, as orelhas e as articulações entre os ossos.
Dan Kosmayer/Shutterstock 
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Tecidos animais
Tecidos conjuntivos 
RomanenkoAlexey/Shutterstock 
SC/hmi
Sangue é o tecido conjuntivo cuja substância intercelular é fluida – trata-se do plasma, constituído por água, proteínas, substâncias nutritivas, sais minerais, vitaminas, hormônios, gás carbônico, oxigênio e excretas. 
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Tecidos animais
Tecidos conjuntivos 
RomanenkoAlexey/Shutterstock 
SC/hmi
As hemácias (ou glóbulos vermelhos), células que transportam gases respiratórios (oxigênio e gás carbônico); os leucócitos (ou glóbulos brancos), células que defendem o organismo contra microrganismos e outras substâncias estranhas; e as plaquetas, fragmentos de células importantes para a coagulação sanguínea, que impede hemorragias.
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Tecidos animais
Tecido muscular
BlueRingMedia/Shutterstock
É o tecido muscular que possibilita a movimentação dos organismos, como o salto da rã, o rastejar da minhoca, a corrida do cavalo, o voo do beija-flor e o nado do golfinho. Isso ocorre porque as células dos músculos são capazes de se contrair e relaxar. 
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Tecidos animais
Tecido muscular
BlueRingMedia/Shutterstock
Tais células, denominadas miócitos, têm formato alongado e, por isso, são também chamados de fibras musculares. A distinção entre os diferentes tecidos musculares depende da estrutura das células e da maneira como se contraem.
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Tecidos animais
Tecido nervoso
NPavelN/Shutterstock
O tecido nervoso é constituído, basicamente, por dois tipos de célula, os neurônios e os gliócitos. 
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Tecidos animais
Tecido nervoso
NPavelN/Shutterstock
Os neurônios são responsáveis pela transmissão dos impulsos nervosos, sendo constituídos pelo corpo celular, onde ficam o núcleo e as organelas celulares e do qual se ramificam os numerosos dendritos e o longo axônio. 
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Tecidos animais
Tecido nervoso
NPavelN/Shutterstock
Os gliócitos, menores e mais numerosos, não conduzem impulsos nervosos, mas sustentam e protegem os neurônios, além de preencher os espaços existentes entre eles. 
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Tecidos vegetais
Meristemas
Também conhecidos como tecidos embrionários (por surgirem quando a planta ainda é um embrião) ou formativos (porque originam os demais tecidos da planta), os meristemas são constituídos por pequenas células pouco especializadas e com alta capacidade de multiplicação celular. 
PIYAPONG THONGDUMHYU/Shutterstock 
Power_J/Shutterstock 
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Tecidos vegetais
Meristemas
Encontrados em todos os tipos de plantas, os meristemas primários estão nas extremidades da raiz e do caule e em pequenas concentrações dispostas ao longo do caule denominadas gemas.
PIYAPONG THONGDUMHYU/Shutterstock 
Power_J/Shutterstock 
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Tecidos vegetais
Meristemas
Os meristemas secundários existem no interior da raiz e do caule exclusivamente nas árvores de maior porte (gimnospermas, como os pinheiros, e angiospermas dicotiledôneas, comoas mangueiras).
PIYAPONG THONGDUMHYU/Shutterstock 
Power_J/Shutterstock 
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Tecidos vegetais
Tecidos adultos 
Secções do interior de uma planta, mostrando a estrutura dos vasos condutores, formados por células alongadas e comunicantes. No xilema, há dois tipos de vasos.
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Tecidos vegetais
Tecidos adultos 
Secções do interior de uma planta, mostrando a estrutura dos vasos condutores, formados por células alongadas e comunicantes. No xilema, há dois tipos de vasos.
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O revestimento do corpo 
Revestimento dos invertebrados 
tienduc1103/Shutterstock
Os invertebrados, habitantes da água e do solo úmido, são revestidos pela epiderme, através da qual ocorrem trocas gasosas e a obtenção de alimento. 
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O revestimento do corpo 
Revestimento dos invertebrados 
tienduc1103/Shutterstock
As conchas rígidas de muitos moluscos e as carapaças dos crustáceos funcionam como exoesqueletos, que, além de sustentarem o organismo e servirem de ponto de apoio para os músculos, também têm função protetora.
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O revestimento do corpo 
Revestimento dos invertebrados 
tienduc1103/Shutterstock
 Nos insetos e nos aracnídeos, o exoesqueleto também é útil para evitar a desidratação. Em vermes parasitas, como a lombriga, a cutícula protege o animal das secreções liberadas pelo tubo digestório do hospedeiro.
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O revestimento do corpo 
Revestimento dos vertebrados 
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O revestimento do corpo 
Revestimento dos vertebrados 
Os vertebrados têm o corpo recoberto pela pele, revestimento que apresenta duas regiões: a mais externa, denominada epiderme, é um epitélio formado por várias camadas de células; a mais interna, chamada derme, é composta de tecido conjuntivo e contém vasos sanguíneos, glândulas, fibras proteicas e estruturas sensoriais. 
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O revestimento do corpo 
Revestimento das plantas 
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O revestimento do corpo 
Revestimento das plantas 
Nas plantas, a epiderme, tecido formado por uma única camada de células, reveste raiz, caule e folhas e, dependendo do órgão, pode apresentar anexos que complementam sua atuação. 
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O revestimento do corpo 
Revestimento das plantas 
Por exemplo, a cutícula é uma camada de cera que impede a perda excessiva de água, os pelos das raízes absorvem água e sais minerais, enquanto os estômatos das folhas captam gás carbônico para a fotossíntese e eliminam vapor de água – é a transpiração, que está associada ao movimento de subida da seiva pelo corpo da planta. 
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O revestimento do corpo 
Revestimento das plantas 
A folha, sede da fotossíntese da planta, exibe todos os tipos de tecidos: revestimento (epiderme), preenchimento (parênquima clorofiliano, também encarregado da fotossíntese), sustentação (esclerênquima), condução (xilema e floema, agrupados em feixes ou nervuras).
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