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UNIVERSIDADE DO SUL DE SANTA CATARINA
Disciplina: Necessidades e Cuidados em Saúde
Facilitadora: Fernanda Suemi Silva Yamaguti
Coordenador: Pedro Gianfranco
Relator(a): Natalia Dettmer
Acadêmicos: Ana Beatriz Nunes, Dayane Santos, Fernando Sawada, Gabriela
Naschenweng, Isabela Garibotti, José Glauco Bombilio, Mariah Mostiack, Martina
Peruzzo, Natalia Dettmer, Pedro Gianfranco, Renata Ramos Marques, Romulo Sumer,
Teodoro Albani e Victor Hugo Tonietto.
SP 3.2 - E tem cura?
Há alguns anos, a Sra. Dora, 62 anos, mora com sua família em uma antiga
colônia construída para o tratamento/isolamento de pacientes com hanseníase.
Apresenta deformações nos membros superiores e no tronco: máculas
eritemato-violáceas com diminuição da sensibilidade.
Na face, a Sra. Dora tem uma perda tecidual na região nasal que, em sua
opinião, afasta os demais indivíduos, que, ao saberem de sua doença, procuram
afastar-se dela e de seus parentes.
Adenomegalia ausente nas diversas cadeias acessíveis. Antigas radiografias de
tórax sem alterações. Sinais vitais: PA: 120/80mmHg, P: 88bpm; FR: 12irpm; TAx.: 37,5oC.
Tem mucosas discretamente descoradas (+/4+). Auscultas pulmonar e cardíaca:
normais. Abdome: sem alterações ao exame físico. Não tem outros sinais mórbidos. Há
anos foi submetido a uma biópsia da face posterior do tronco, onde havia
hiposensibilidade, que mostrou lesão granulomatosa com BAAR positivo. Tem
baciloscopia em linfa com 90% de bacilos íntegros.
PROBLEMAS:
- Deformações nos membros superiores e tronco: máculas eritemato-violáceas com
diminuição da sensibilidade.
- Perda tecidual na região nasal
- Afasta os demais indivíduos, que, ao saberem de sua doença, procuram afastar- se
dela e de seus parentes.
- TAx.: 37,5oC
- mucosas discretamente descoradas (+/4+).
- biópsia da face posterior do tronco, onde havia hiposensibilidade, que mostrou lesão
granulomatos com BAAR positivo. Tem baciloscopia em linfa com 90% de bacilos
íntegros
HIPÓTESES:
QUESTÕES DE APRENDIZAGEM:
1. Correlacionar lesões cutâneas com doenças infecciosas sistêmicas - usar como
exemplo a hanseníase Teo
2. Hanseníase
a. Definição e epidemiologia - ainda há muitos casos? BR x mundo Joseph
b. Etiologia, transmissão Dayane
c. Classificações clínicas e baciloscopias Victor Hugo
d. Quadro clínico Isa e Fernando
e. Diagnóstico e diagnóstico diferencial (somente citar as diferenças mais
evidentes) Renata e Pedro
f. Programa De tratamento da Hanseníase (protocolo) - indicações do
tratamento Ana
g. Farmacologia dos medicamentos usados no tratamento Gabi
h. Complicações Romulo
i. Explicar como funciona a notificação da hanseníase Natalia
2. Abordar/discutir sobre o estigma social sobre a Hanseníase Mariah
3. Desafios para controle da Hanseníase no SUS Martina

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