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Colaboração Lar-Escola
Desafio
Caio, professor de uma escola da rede pública, pensava ser um professor atento às necessidades de seus alunos. Um deles em particular possuía uma baixa acuidade visual, o que levava Caio a sempre pensar materiais adaptados para o problema de visão do seu aluno. O desempenho do aluno, no entanto, mesmo com o auxílio do professor, parecia-lhe insatisfatório. Caio pensou que uma conversa com os pais do aluno seria importante. Em um encontro do professor com os pais, o professor percebeu uma questão até então negligenciada por ele. Apesar de atentar-se para a deficiência visual da criança, foi só escutando os pais deste aluno que Caio tomou consciência da timidez do seu aluno. Até aquele momento, o professor pensava que o jeito mais introspectivo do aluno não necessitava de atenção. Agora, após ouvir seus pais, Caio decidiu rever o planejamento educacional individualizado da criança, trabalhando especificamente a questão da timidez. Como Caio poderá agir? Seu desafio consiste em apresentar ações e alternativas que poderão ser adotadas pelo professor para lidar com a timidez do seu aluno.
RESPOSTAS LUZIA
 Caio pode adotar diversas estratégias que visam promover a autoconfiança e a participação ativa do estudante no ambiente escolar. Aqui estão algumas sugestões, ações e alternativas que o professor pode considerar:
1. Diálogo Aberto: Manter um diálogo aberto e acolhedor com o aluno, demonstrando interesse por suas opiniões, ideias e sentimentos. Criar um ambiente de confiança onde o aluno se sinta à vontade para se expressar.
2. Atividades de Grupo: Promover atividades em grupo que estimulem a interação entre os alunos, possibilitando ao estudante tímido desenvolver habilidades sociais e se sentir parte do coletivo.
3. Elogios e Reforços Positivos: Reconhecer e elogiar as pequenas conquistas do aluno, incentivando-o a superar seus desafios e aumentando sua autoestima.
4. Mentoria ou Parceria com Colegas: Estabelecer uma parceria com um colega mais extrovertido ou com habilidades sociais desenvolvidas, para que possa auxiliar o aluno tímido a se integrar melhor no ambiente escolar.
5. Atividades Gradativas: Propor atividades que desafiem gradativamente o aluno a sair de sua zona de conforto, respeitando seu ritmo de aprendizagem e evolução.
6. Acompanhamento Psicológico: Em casos mais complexos, sugerir o acompanhamento psicológico para auxiliar o aluno no desenvolvimento da autoconfiança e na superação da timidez.
Ao adotar essas ações e alternativas, Caio poderá contribuir significativamente para o desenvolvimento pessoal e acadêmico do seu aluno tímido, criando um ambiente inclusivo e acolhedor que favoreça o seu crescimento integral.
Padrão de resposta esperado
É certo que, ao focar apenas na condição de deficiência visual do seu aluno, o professor negligenciou outros fatores. Sugerimos uma lista de possíveis estratégias efetivas que o professor poderá adotar para não mais negligenciar a timidez do seu aluno. Elas foram pensadas de modo a não enfatizarem tanto a questão da deficiência, tratando o aluno como um aluno comum. Segue:
- Dar um suporte para que a criança não pule atividades, mas sinta-se acolhida na realização das mesmas. O professor pode demonstrar que a criança não está sozinha para enfrentar uma situação em que precisa iniciar uma interação com outros alunos. Este suporte e apoio emocional podem ajudar a criança a adquirir, aos poucos, uma maior confiança em si mesma.
- Trazer o aluno para mais perto da mesa do professor, o que permitirá que ele se relacione com mais facilidade com o seu professor, sem se preocupar demais com os outros colegas atrás dele.
- Aproximá-lo de outros alunos tímidos durante trabalhos de grupos, o que pode facilitar a criação de laços de empatia, amizade e interação.
- Estabelecer um contato mais constante com o aluno em sala de aula.
- Propor aos pais ou responsáveis algum tipo de ajuda especializada para o aluno.
- Trabalhar em sala de aula com a temática da interação social, promovendo, inclusive, dinâmicas de interação mediadas, como forma de criar mais laços de relacionamento entre a classe.
- Promover atividades teatrais e outras dinâmicas que desenvolvam as habilidades de comunicação verbal e não verbal em sala de aula.
Exercícios
1. A colaboração entre o lar e a escola consiste na cooperação entre pais e educadores com o propósito de melhorar o atendimento recíproco, a maturidade geral e o bem-estar emocional e social dos alunos. Considerando a importância da colaboração entre os pais e a escola, é CORRETO afirmar que:
A. A colaboração entre o lar e a escola se dá, basicamente, no relacionamento entre pais e professores.
B. A conexão entre lar-escola e a qualidade da colaboração prestada deve ser mantida e avaliada pelos pais.
C. A participação dos pais na educação dos filhos, especialmente aqueles com deficiência, pode contribuir para a melhoria do trabalho da escola e para o desenvolvimento do aluno.
D. Os pais não participam do processo de mudança no que se refere à transferência de alunos do Ensino Fundamental para o Ensino Médio, sendo este de responsabilidade da Escola.
E. Quando a colaboração é direcionada especificamente a alunos com necessidades especiais, a iniciativa para reunir pais e professores cabe à família do aluno.
2. Alguns pré-requisitos são necessários para a implementação de uma política holística, ou seja, de rede de inter-relações dinâmicas, que procura ampliar a maneira como vemos as nossas relações com o mundo, exaltando nossos potenciais humanos inatos: o intuitivo, o emotivo, o físico, o imaginativo e o criativo, assim como o racional, o lógico e o verbal. Dentre esses pré-requisitos, pode-se destacar o que aborda a importância de:
A. Criação de um plano de colaboração, elaborado pela escola e apresentado aos pais.
B. Limitar o número de matrícula de alunos com necessidades especiais na escola.
C. Atendimento individual aos pais, que acaba não acontecendo por falta de condições e de tempo dos professores.
D. Uma atitude positiva do pessoal da escola, na acolhida aos alunos e seus pais.
E. Uma avaliação ao final do desenvolvimento do currículo, visando corrigir as falhas no processo colaborativo.
3. Os objetivos da colaboração devem ser pensados em cada detalhe, principalmente quando é relativo a alunos com necessidades especiais. As tarefas de casa, por exemplo, são atividades propostas com o objetivo de complementar as abordagens feitas em sala de aula, mas que, muitas vezes, se tornam objeto de preocupação e desconforto por parte dos envolvidos: alunos, professores e pais. Comentários e reclamações dos pais dão conta das dificuldades de colaboração em relação às tarefas de casa: "os deveres são excessivos", "a professora não dá dever para casa", "não consigo ajudar, pois aprendi de outro jeito". Como se pode lidar com a questão das tarefas de casa? Assinale a alternativa CORRETA:
A. Ao enviar uma tarefa para casa sem levar em conta um aluno com Síndrome de Down, o professor está ciente de que é obrigação dele passar a tarefa a todos.
B. Alguns pais precisam de encorajamento e orientação para ajudar os filhos na execução de suas tarefas, mas nem sempre as escolas atendem às suas necessidades.
C. As dificuldades relativas ao dever de casa, principalmente relativas aos alunos com necessidades especiais, estão relacionadas aos pais.
D. Em uma entrevista, uma professora relatou que as tarefas de casa não eram o foco de sua ação pedagógica.
E. Já que muitos pais acham importante ajudar seus filhos com o dever de casa, o professor deve elaborar atividades que sejam úteis ao ensino, mas que também facilitem esta colaboração.
4. A colaboração entre o lar e a escola pode ser extremamente variada, envolvendo aspectos da educação geral, relações sociais, saúde dos alunos, sistema de apoio, questões técnicas, implementação e avaliação de planos, elaboração de políticas em relação a fatores acadêmicos e sociais, entre outros. Qual a melhor forma para que a colaboração realmente aconteça?A. A colaboração entre pais e escola quase nunca acontece, pela importância dada ao assunto e falta de tempo dos envolvidos, principalmente dos pais.
B. A iniciativa para que a colaboração aconteça é de competência do pessoal da escola que, detectando uma necessidade, convoca os pais para supri-la.
C. As crianças consideradas normais são resistentes à colaboração para com as tidas como portadoras de necessidades especiais, no que são apoiadas pelos pais.
D. Formas de colaboração entre pais, professores e escola podem envolver o planejamento de jogos, excursões e atividades sociais no âmbito da escola ou fora dela.
E. Reuniões com os pais têm como objetivo apontar as deficiências e dificuldades dos filhos, para um maior acompanhamento da família sobre o aluno.
5. A colaboração entre o lar e a escola varia de acordo com a idade e, quando exercida de maneira eficiente, pode ser importante no sentido de evitar o grave problema da evasão escolar. Alunos com necessidades especiais podem ficar pelo caminho por falta de uma assistência mais efetiva dos pais, dos professores e da escola como um todo. Com relação à evasão e à importância do sistema colaborativo, é CORRETO afirmar que:
A. A evasão escolar nas diferentes etapas do ensino tem várias causas distintas, que até podem estar relacionadas a fatores externos, mas a escola deve saber-se culpada por ela.
B. Na adolescência, o índice de evasão tende a aumentar e, como muitos alunos abandonam de vez os estudos, há que se ficar atento a esta tendência.
C. Nos primeiros anos do Ensino Fundamental não são detectadas as evasões e, com isso, a preocupação com o assunto não se justifica nestes casos.
D. Problemas familiares podem ser causa de evasão, mas cabe aos pais alertar a escola que, sem ser informada a respeito, não tem como interferir.
E. Quando o aluno adolescente decide abandonar a escola, o processo colaborativo torna-se ineficaz, já que nem a escola e nem os pais poderão persuadi-lo do contrário.
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