Prévia do material em texto
CAM0035 - MECÂNICA DOS SOLOS I UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO CENTRO MULTIDISCIPLINAR DE CARAÚBAS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIAS CURSO DE ENGENHARIA CIVIL Compactação dos solos PROFESSOR: WILKER FERNANDES SOARES CARAÚBAS/RN COMPACTAÇÃO DOS SOLOS Definição: É a densificação dos solos pela remoção de ar dos vazios, o que requer aplicação de energia mecânica por meio de equipamentos (soquetes, rolo compactador...) ANTES DA COMPACTAÇÃO DEPOIS DA COMPACTAÇÃO Fonte: Silva e Andrade (2016) Fonte: Silva e Andrade (2016) COMPACTAÇÃO NO CAMPO A compactação do solo é um procedimento que aumenta a densidade do terreno; A partir da compactação é possível garantir mais resistência e estabilidade para todas as etapas da obra; Assim, é essencial utilizar os procedimentos corretos, respeitando as normas existentes; O uso de equipamentos de segurança e a realização de estudos laboratoriais são questões que não podem faltar em seu planejamento. COMPACTAÇÃO DOS SOLOS : Fonte: Diego Tassinari (2015) Solo quando transportado e depositado para construção Fofo Heterogêneo Pouco resistente e muito deformável! Compactação Aumenta o contato entre os grãos Torna o aterro mais homogêneo COMPACTAÇÃO DOS SOLOS As principais razões para a compactação de solos em termos de propriedade podem ser relacionadas das seguintes formas: redução da compressibilidade (redução da variação do volume); aumento da resistência (densificação através da variação da estrutura); controle de tendência de variação volumétrica (com variação de umidade); redução da permeabilidade (redução de vazios); controle de propriedades resilientes (redução das deformações permanentes); aumento da rigidez do solo. COMPACTAÇÃO DOS SOLOS Exemplos de obras de engenharia onde a compactação é empregada: Aterros sanitários Taludes rodoviários Camadas de pavimentos Barragens de terra COMPACTAÇÃO DOS SOLOS O tipo de obra e de solo disponível vão ditar o processo de compactação a ser empregado; O início da técnica de compactação é creditada ao engenheiro norte-americano Proctor que, em 1933, publicou suas observações sobre a compactação de aterros; Proctor mostrou que ao aplicar-se uma certa energia de compactação (EC) – um certo número de passadas de um determinado equipamento no campo ou um certo número de golpes de um soquete sobre o solo contido num molde – a massa específica resultante é função da umidade em que o solo estiver. COMPACTAÇÃO DOS SOLOS Quando se compacta com umidade baixa, o atrito entre as partículas é muito alto e não se consegue uma significativa redução dos vazios; Para umidades mais elevadas, a água provoca um certo efeito de lubrificação entre as partículas, que deslizam entre si, acomodando-se num arranjo mais compacto; Na compactação, as quantidades de partículas e de água permanecem constantes; o aumento da massa específica corresponde à eliminação de ar dos vazios. COMPACTAÇÃO DOS SOLOS A partir de um certo teor de umidade, a compactação não consegue mais expulsar o ar dos vazios pois o grau de saturação já é elevado e o ar está ocluso (envolto por água); Há, portanto, para a energia aplicada, um certo teor de umidade, denominado umidade ótima, que conduz a uma massa específica seca máxima, ou uma densidade seca máxima. COMPACTAÇÃO NO CAMPO As improvisações e decisões baseadas em achismos são algumas das principais causas de problemas na engenharia civil, e não poderia ser diferente com a compactação dos solos; Por exemplo, quando a compactação é mal feita, podem surgir trincas no solo compactado; A fase de compactação do solo que deve ocorrer nas camadas abaixo do revestimento asfáltico, por exemplo, tem grande impacto na qualidade das vias. COMPACTAÇÃO NO CAMPO Uma manifestação patológica clássica da engenharia rodoviária é o solo “borrachudo”. Ela surge quando se tenta supercompactar um solo em que a umidade está acima da ótima; Como é necessário evitar esse problema para ter uma obra de qualidade, é essencial dimensionar adequadamente o equipamento compactador, as espessuras das camadas, o número de passadas, a velocidade da máquina e a umidade do solo. COMPACTAÇÃO DOS SOLOS Escavação; Transporte; Espalhamento; Correção da umidade; Homogeneização e Escarificação; Compactação. COMPACTAÇÃO DOS SOLOS Escavação: Pá-carregadeira Escavadeira Scraper COMPACTAÇÃO DOS SOLOS Escolha da área de empréstimo e escavação: • Envolve fatores como a distância de transporte, o volume do material disponível, tipos de solo. • Materiais não recomendados: solos saturados com matéria matéria orgânica e os solos turfosos, solos micáceos. • O solo orgânico deve ser estocado e recolocado após o término das escavações, para propiciar a recomposição da vegetação natural. COMPACTAÇÃO DOS SOLOS Transporte: Caminhão basculante COMPACTAÇÃO DOS SOLOS Transporte: • Cuidados quanto a drenagem, para evitar a saturação do solo em épocas de chuva. COMPACTAÇÃO DOS SOLOS Espalhamento: Motoniveladora Trator de lâmina COMPACTAÇÃO DOS SOLOS Espalhamento e regularização da camada: Depois de transportado, o solo é espalhado em camadas tais que sua espessura seja compatível com o equipamento compactador; Uso de motoniveladora ou trator de lâmina para acerto da altura da camada. COMPACTAÇÃO DOS SOLOS Correção da umidade: Caminhão pipa Feita na jazida (área de empréstimo) Feita na obra (+/- 1%) – Ajuste Considerar perdas de 1% no transporte. W Wot : secar solo (aeração) COMPACTAÇÃO DOS SOLOS Correção da umidade: O acerto da umidade, é feito em função das especificações de compactação, prefixado pelo projetista da obra: W Wcompactação: Aeração com exposição ao vento e ao sol, com espalhamento por arados, grades, pulviromisturadores ou motoniveladores. COMPACTAÇÃO DOS SOLOS Homogeneização e Escarificação: Grade de disco puxada por trator de pneus Mistura do material; Uniformizar a umidade; Escarificação das camadas. Espessura das camadas : ≤ 30 cm de material fofo para se ter 15 a 20 cm de material compactado (incluindo 2 a 3 cm da camada anterior) COMPACTAÇÃO DOS SOLOS Homogeneização e escarificação: Tem a função de distribuir bem a umidade; Pulverização: Remoção ou desagregação de torrões secos, material aglomerado ou fragmentos de rocha alterada por uso de escarificadores ou arados de disco. COMPACTAÇÃO DOS SOLOS Compactação: Segue-se a compactação propriamente dita, com equipamentos e parâmetros adequados ao tipo de solo. COMPACTAÇÃO DOS SOLOS Princípios da compactação em campo: Os princípios que estabelecem a compactação dos solos no campo são essencialmente os mesmos para os ensaios em laboratórios; Os valores de peso específico seco máximo obtidos são fundamentalmente em função: do tipo do solo; da quantidade de água utilizada; e da energia específica aplicada pelo equipamento que será utilizado, a qual depende do tipo e peso do equipamento e do número de passadas sucessivas aplicadas. COMPACTAÇÃO DOS SOLOS Princípios da compactação em campo: A energia de compactação no campo pode ser aplicada, como em laboratório, de maneiras diferentes: por meios de esforços de pressão; impacto; vibração; ou por uma combinação destes. Os processos de compactação de campo geralmente combinam a vibração com a pressão, já que a vibração utilizada isoladamente se mostra pouco eficiente, sendo a pressão necessária para diminuir, com maior eficácia, o volume de vazios interpartículas do solo. COMPACTAÇÃO DOS SOLOS Princípios da compactação em campo: Pressão Estática: Aplicada por rolos estáticos (cilindro liso, de pneus e pé de carneiro). Ocorre inicialmentedeformações plásticas, a medida que o solo vai densificando predominam deformações elásticas; Vibração: Aplicada por rolos e compactadores vibratórios. Produz-se o deslocamento de sucessivas e rápidas ondas de pressão que movimentam as partículas e reduzem o atrito entre elas; Impacto: Aplicado por apiloadores e cargas de impacto. É gerada uma onda de pressão que atua em grande profundidade. EQUIPAMENTOS DE COMPACTAÇÃO EM CAMPO Os equipamentos de compactação são divididos em três categorias: os soquetes mecânicos; os rolos estáticos; e os rolos vibratórios. EQUIPAMENTOS DE COMPACTAÇÃO EM CAMPO 1 – Compactadores Manuais • São compactadores de impacto utilizados em locais de difícil acesso para os rolos compressores, como em valas, trincheiras, etc. • Possuem peso mínimo de 15 Kgf, podendo ser manuais ou mecânicos (sapos). • A camada compactada deve ter 10 a 15 cm para o caso dos solos finos e em torno de 15 cm para o caso dos solos grossos. EQUIPAMENTOS DE COMPACTAÇÃO EM CAMPO 2 - Rolos Estáticos Os rolos estáticos compreendem os rolos: • pé-de-carneiro; • lisos de roda de aço; e • os rolos pneumáticos. EQUIPAMENTOS DE COMPACTAÇÃO EM CAMPO 2 - Rolos Estáticos a) Pé-de-Carneiro Os rolos pé-de-carneiro são constituídos por cilindros metálicos com protuberâncias (patas) solidarizadas, em forma tronco-cônica e com altura de aproximadamente de 20 cm. Podem ser alto propulsivos ou arrastados por trator. É indicado na compactação solos coesivos e promove um grande entrosamento entre as camadas compactadas. EQUIPAMENTOS DE COMPACTAÇÃO EM CAMPO 2 - Rolos Estáticos a) Pé-de-Carneiro A medida que vai aumentando a compactação, há menor penetração, resultando maior pressão de contato. EQUIPAMENTOS DE COMPACTAÇÃO EM CAMPO 2 - Rolos Estáticos a) Pé-de-Carneiro A camada compactada possui geralmente 15 cm, com número de passadas variando entre 4 e 6 para solos finos e de 6 e 8 para solos grossos. As características que afetam sua performance são: a pressão de contato; a área de contato de cada pé; o número de passadas por cobertura e estes elementos dependem do peso total do rolo; o número de pés em contato com o solo e; do número de pés por tambor. EQUIPAMENTOS DE COMPACTAÇÃO EM CAMPO 2 - Rolos Estáticos b) Rolo liso • Trata-se de um cilindro oco de aço, podendo ser preenchido por areia úmida ou água, a fim de que seja aumentada a pressão aplicada. • São usados em bases de estradas, em capeamentos e são indicados para solos arenosos, pedregulhos e pedra britada, lançados em espessuras inferiores a 15 cm. EQUIPAMENTOS DE COMPACTAÇÃO EM CAMPO 2 - Rolos Estáticos b) Rolo liso Este tipo de rolo compacta bem camadas finas de 5 a 15 cm com 4 a 5 passadas. Os rolos lisos possuem pesos de 1 a 20 t e frequentemente são utilizados para o acabamento superficial das camadas compactadas. Para a compactação de solos finos utilizam-se rolos com pesos em torno de 7 t para materiais de baixa plasticidade e 10 t, para materiais de alta plasticidade. Os rolos lisos possuem certas desvantagens como, pequena área de contato e em solos mole afunda demasiadamente dificultando a tração. EQUIPAMENTOS DE COMPACTAÇÃO EM CAMPO 2 - Rolos Estáticos c) Rolo Pneumático EQUIPAMENTOS DE COMPACTAÇÃO EM CAMPO 2 - Rolos Estáticos c) Rolo Pneumático Os rolos pneumáticos são eficientes na compactação de capas asfálticas, bases e sub bases de estradas e indicados para solos de granulação fina e arenosa. Os rolos pneumáticos podem ser utilizados em camadas de até 40 cm e possuem área de contato variável, em função da pressão nos pneus e do peso do equipamento. Pode-se usar rolos com cargas elevadas obtendo-se bons resultados. Neste caso, muito cuidado deve ser tomado no sentido de se evitar a ruptura do solo. EQUIPAMENTOS DE COMPACTAÇÃO EM CAMPO d) Rolos vibratórios Possui uma massa móvel com excentricidade em relação a um eixo provocando vibrações de certa frequência (1000 a 4800 ciclos/minuto). Ajustam-se as vibrações para que entrem em ressonância com as partículas de solo. Apresentam maior rendimento a baixas velocidades. EQUIPAMENTOS DE COMPACTAÇÃO EM CAMPO d) Rolos vibratórios Nos rolos vibratórios, a frequência da vibração influi de maneira extraordinária no processo de compactação do solo. São utilizados eficientemente na compactação de solos granulares (areias). Este tipo de rolo quando não são usados corretamente produzem super compactação. A espessura máxima da camada é de 15 cm. EQUIPAMENTOS DE COMPACTAÇÃO EM CAMPO e) Rolos Especiais 1. Rolo de Grade: Máquina que na superfície lisa é solidarizada uma grade de malha quadrada. Usado para compactação de material granular ou solos muito entorroados. 2. Rolo de Placas: : Máquina que na superfície lisa são solidarizados segmentos de placa descontínuos. EQUIPAMENTOS DE COMPACTAÇÃO EM CAMPO 3 – Outros equipamentos EQUIPAMENTOS DE COMPACTAÇÃO EM CAMPO 3 – Outros equipamentos EQUIPAMENTOS DE COMPACTAÇÃO EM CAMPO 3 – Outros equipamentos Queda livre de grandes pesos: Compactação de aterros e terrenos naturais de grande espessura; Vibroflotação: Equipamento vibratório com injeção d’água. EQUIPAMENTOS DE COMPACTAÇÃO EM CAMPO Equipamento Tipo de solo Camadas Principais características Rolo pé de carneiro Solos argilosos De 15 a 30 cm Compactação lenta Rolo tamping Vários tipos de solos (argila arenosa, silte argiloso) - Mais rápido que o rolo pé de carneiro; Patas menores que o pé de carneiro; Rolo liso vibratório Material granular De 5 a 30 cm Compactação de cima para baixo; Camadas menos homogêneas. Rolo liso pneumático Silte arenoso, argila arenosa, areia e cascalho De 30 a 60 cm Compactação de cima para baixo; Camadas menos homogêneas; EQUIPAMENTOS DE COMPACTAÇÃO EM CAMPO EQUIPAMENTOS DE COMPACTAÇÃO EM CAMPO EQUIPAMENTOS DE COMPACTAÇÃO EM CAMPO Fatores que influenciam a compactação e a escolha dos equipamentos a utilizar: I. Energia de Compactação: Energia transferida pelo equipamento ao solo. P = peso próprio do equipamento (pressão estática) N = nº de passadas do equipamento v = velocidade do rolo e = espessura da camada EQUIPAMENTOS DE COMPACTAÇÃO EM CAMPO II. Número de passadas: • Diretamente ligado ao tempo de execução. III. Espessura da camada: • Função do tipo de solo e equipamento. Em geral, é fixado em 30 cm (ou 20 cm para materiais granulares) a espessura máxima; IV. Homogeneização: • A camada de solo deve ser pulverizada de forma homogênea. Deve-se evitar torrões secos ou muito úmidos, blocos e fragmentos de rocha; EQUIPAMENTOS DE COMPACTAÇÃO EM CAMPO V. Velocidade de rolagem: • Com material solto tem-se maior resistência a rolagem e menor velocidade, obtendo-se maior esforço de compactação nas passadas iniciais. O efeito de vibração é bem mais eficiente com menores velocidades; VI. Amplitude e frequência das vibrações: • O aumento de amplitude produz maior efeito de compactação que o aumento de frequência. Atingida a condição de ressonância obtém-se elevadas densidades. VII. Tipo de solo CONTROLE DE COMPACTAÇÃO Para que se possa efetuar um bom controle de compactação do solo em campo, temos que atentar para os seguintes aspectos: tipo de solo; espessura da camada; entrosamento entre as camadas; número de passadas; tipo de equipamento; umidade do solo; grau de compactação alcançado. CONTROLE DE COMPACTAÇÃO Assim alguns cuidados devem ser tomados: É recomendável que a espessura da camada lançada exceda a 30 cm, sendo que a espessura da camada compactada deverá ser menor que 20 cm; Deve-se realizar a manutenção da umidade do solo o mais próximo possível da umidade ótima; Deve-se garantir a homogeneização do solo a ser lançado, tanto no que se refere à umidade quanto ao material. CONTROLE DE COMPACTAÇÃO Na prática, o procedimento usual de controlede compactação é o seguinte: 1. Coletam-se amostras de solo da área de empréstimo e efetua-se em laboratório o ensaio de compactação. Obtêm-se a curva de compactação e daí os valores de peso específico seco máximo e o teor de umidade ótimo do solo. 2. No campo, à proporção em que o aterro for sendo executado, deve-se verificar, para cada camada compactada, qual o teor de umidade empregado e compará-lo com a umidade ótima determinada em laboratório. Este valor deve atender a seguinte especificação: o desvio de umidade da umidade do campo (Wcampo ) em relação a umidade ótima poderá ser de até: Wótima - 2% e Wótima + 2%. CONTROLE DE COMPACTAÇÃO Na prática, o procedimento usual de controle de compactação é o seguinte: 3. Determina-se também o peso específico seco do solo no campo, comparando-o com o obtido no laboratório. Define-se então o grau de compactação do solo, dado pela razão entre os pesos específicos secos de campo e de laboratório (GC = γdcampo/γdmáx) x 100. Deve-se obter sempre valores de grau de compactação de no mínimo 95%. 4. Caso estas especificações não sejam atendidas, o solo terá de ser revolvido, e uma nova compactação deverá ser efetuada. CONTROLE DE COMPACTAÇÃO Há uma tolerância devido a variabilidade dos processos de compactação. Heterogeneidade do solo ( a curva de compactação é considerada representativa do local do campo). Grau de saturação: Desvio de umidade (∆W): CONTROLE DE COMPACTAÇÃO Verificação do GC: Método do frasco de areia (Densidade in situ); Verificação do teor de umidade: Speedy test. CONTROLE DE COMPACTAÇÃO Exercício - Um solo compactado em laboratório apresentou os seguintes parâmetros: γ𝑑𝑚á𝑥 = 17,4 kN/m³ e wó𝑡= 15%. Na construção de um aterro, o mesmo solo foi compactado segundo as seguintes especificações: GC = 96% e w = wó𝑡– 2%. Considerando 𝛾s = 26,5 kN/m³, calcular: a) a relação entre o índice de vazios do ensaio e do campo; b) o grau de saturação do aterro compactado. • ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6457: Solo – Amostras de solo – Preparação para ensaio de compactação e ensaios de caracterização. ABNT, Rio de Janeiro, 2016. • ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 7182: Solo – Ensaio de compactação. ABNT, Rio de Janeiro, 2016. • APL ENGENHARIA. Descubra a importância da compactação do solo para obras de terra. Minas Gerais, 2018. • DAS, B. M. Fundamentos de Engenharia Geotécnica. 7ª ed. Cengage Learning, 2013. • OLIVEIRA, D. A. Notas de aula – Mecânica dos Solos. Universidade Federal Rural do Semi-Árido. Caraúbas-RN, 2018. • PINTO, C. S. Curso Básico de Mecânica dos Solos em 16 Aulas. Oficina de Textos, 2002. • SANTOS, Jaime A. Compactação: Elementos teóricos. Instituto superior técnico, [S.I.], 2008. REFERÊNCIAS Obrigado pela atenção! wilkerfernandescg2011@gmail.com Caraúbas/RN CAM0035 - MECÂNICA DOS SOLOS I