Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

Caso 03 Os ovários desempenham duas funções inter-relacionadas: a gametogênese (produção de gametas) e a esteroidogênese (produção de esteroides).
A superfície do ovário é recoberta por uma única camada de células cuboides que, em algumas partes, tornam-se quase pavimentosas. Essa camada celular, conhecida 
como epitélio germinativo.
Uma camada de tecido conjuntivo denso, a túnica albugínea, situa-se entre o epitélio germinativo e o córtex subjacente.
Primário multilaminar
Ovário
Ovário
Ovário
JUNQUEIRA, L.C.U. & CARNEIRO, J. Histologia Básica. 12ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. 524p.
ROSS, M.H. WOJCIECH, P. Histologia. Texto e Atlas. 6ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012. 908p.
OVALLE, WK & NAHIRNEY P.C. NETTER. Bases da Histologia. 1ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. 492p.Profa Adriana Moura
Desenho esquemático do ovário Corte da região medular e cortical do ovário. HE, menor aumento
Tuba Uterina
Útero
Útero: fase proliferativa
Observe que a camada funcional (CFun) do endométrio 
é revestida por um epitélio (Ep) simples colunar que tem 
atividade mitótica (setas). As glândulas (Gland) em 
crescimento também têm um epitélio (Ep) simples 
colunar, cujas células se dividem ativamente. 
O estroma (St) é muito celularizado, como evidenciado 
pelos numerosos núcleos das células do tecido conjuntivo 
visíveis neste campo. Observe também o 
rico suprimento vascular (VS) do estroma do 
endométrio.
Útero: fase secretora
A camada funcional do endométrio é revestida
por epitélio (Ep) simples colunar, que separa
o estroma (St) endometrial do lúmen (L) uterino. Observe
que as glândulas (Gland), também compostas de epitélio
simples colunar, são mais abundantes que as glândulas na
fase folicular . Essas glândulas são mais tortuosas e mais
dilatadas, e seu lúmen tem pequena quantidade de
secreção (seta).
Testículo
CL, Células de Leydig
Ec, Espermatócitos
Eg, Espermatogônias
Es, Espermátides
L, Lóbulo
LP, Lâmina própria
NS, Núcleos das células de Sertoli
S, Septos de tecido conjuntivo
TA, Túnica albugínea
VS, Vasos sanguíneos
X, Corte tangencial do túbulo, cujo lúmen não se encontra no corte
Algarismos romanos, estágios do epitélio do túbulo seminífero
Setas, Núcleos das espermátides exibindo alteração inicial em seu formato
Sertoli
Espermátide tardia
Espermatócito primário
Espermátide jovem
Mioide
Espermatogônia
Fotomicrografia do ducto do epidídimo 
humano. revela os dois tipos celulares do epitélio do 
epidídimo: as células principais e as células basais. São 
observados estereocílios (setas) que se estendem a partir 
da superfície apical das células principais. Os núcleos das 
células basais são esféricos e estão localizados em 
grande proximidade com a membrana basal, enquanto os 
núcleos das células principais são cilíndricos e 
acompanham o formato colunar da célula. O epitélio do 
ducto é circundado por uma camada de células 
musculares lisas de arranjo circular. O lúmen do ducto 
contém numerosos espermatozoides. 250×.
Epidídimo
Caso 04
Fotomicrografia de uma vagina humana. Esta amostra 
da parede vaginal corada por hematoxilina e eosina (H-E) 
em pequeno aumento mostra duas das três camadas da 
vagina: a camada mucosa e a camada muscular (a 
camada externa, a adventícia, não está incluída). A 
camada mucosa consiste em um epitélio estratificado 
pavimentoso e tecido conjuntivo subjacente. 
Caracteristicamente, o limite entre tecido epitelial e tecido 
conjuntivo é muito irregular, com papilas proeminentes que 
se projetam na superfície inferior do epitélio. A camada 
muscular é observada apenas em parte; esta consiste em 
feixes de células musculares lisas de disposição irregular. 
Além disso, a região profunda do tecido conjuntivo dispõe 
de um rico suprimento de vasos sanguíneos que irrigam 
as várias camadas da parede vaginal. 40×.
Vagina
Aderência do blastocisto ao epitélio endometrial durante os primeiros 
estágios da implantação. 
Após 6 dias.
Após 7 dias. O sinciciotrofoblastos começa 
a invadir o endométrio.
1 semana de desenvolvimento
Profª Drª Adriana MouraPersaud, T.V. N. Embriologia Clínica.Grupo GEN, 2016.
1 semana 
• Oocitação.
• Quando um oócito é penetrado por um espermatozoide, ele completa a segunda divisão meiótica. 
Como resultado, um oócito maduro e um segundo corpo polar são formados. O núcleo do oócito
maduro constitui o pronúcleo feminino .
• Após o espermatozoide entrar no oócito, a cabeça dele se separa da cauda e aumenta para se tornar o 
pronúcleo masculino. A fecundação se completa quando os pronúcleos masculino e feminino se unem 
e os cromossomos maternos e paternos se misturam durante a metáfase da primeira divisão mitótica 
do zigoto. 
• À medida que o zigoto passa ao longo da tuba uterina em direção ao útero, sofre clivagens (uma série 
de divisões mitóticas) em várias células menores, os blastômeros. Aproximadamente três dias após a 
fecundação, uma esfera de 12 ou mais blastômeros (a mórula) entra no útero.
• Uma cavidade se forma na mórula, convertendo-a em blastocisto, que é formado pelo embrioblasto, 
pela cavidade blastocística e pelo trofoblasto. O trofoblasto encapsula o embrioblasto e a cavidade 
blastocística e depois irá formar estruturas extraembrionárias e a porção embrionária da placenta.
• 4 a 5 dias após a fecundação, a zona pelúcida desaparece e o trofoblasto adjacente ao embrioblasto se 
adere ao epitélio endometrial.
• O trofoblasto do polo embrionário se diferencia em duas camadas, uma externa, o sinciciotrofoblasto e 
outra interna, o citotrofoblasto. O sinciciotrofoblasto invade o epitélio endometrial e o tecido 
conjuntivo adjacente. Concomitantemente, forma-se uma camada cuboidal de hipoblasto na superfície 
inferior do embrioblasto. Ao final da primeira semana, o blastocisto está superficialmente implantado 
no endométrio.
Assim que o blastocisto completa a implantação no endométrio uterino ocorre 
uma rápida proliferação e diferenciação do trofoblasto.
• As mudanças no endométrio resultantes da adaptação desses tecidos em preparação 
para a implantação são denominadas de reação decidual.
• A vesícula umbilical primitiva diminui e desaparece gradativamente conforme 
ocorre o desenvolvimento da vesícula umbilical secundária.
• A cavidade amniótica aparece entre o citotrofoblasto e o embrioblasto.
• O embrioblasto se diferencia em um disco embrionário bilaminar formado 
pelo epiblasto, voltado para a cavidade amniótica, e pelo hipoblasto, adjacente à 
cavidade blastocística.
• Surgimento das vilosidades primárias
• O desenvolvimento da placa pré-cordal, um espessamento localizado no hipoblasto, 
indica a futura região cranial do embrião e o futuro local da boca; a placa pré-cordal
também é um importante organizador da região da cabeça.
2 semana 
Profª Drª Adriana Moura
• O disco embrionário bilaminar é convertido em um disco embrionário trilaminar durante a gastrulação. Essas 
alterações começam com o aparecimento da linha primitiva, que surge no início da terceira semana como um 
espessamento do epiblasto na extremidade caudal do disco embrionário.
• A linha primitiva resulta da migração de células do epiblasto para o plano mediano do disco. A invaginação das 
células epiblásticas a partir da linha primitiva dá origem as células mesenquimais que migram ventral, lateral e 
cranialmente entre o epiblasto e o hipoblasto.
• Logo que a linha primitiva começa a produzir células mesenquimais, o epiblasto passa a ser conhecido 
como ectoderma embrionário. Algumas células do epiblasto deslocam o hipoblasto e formam o endoderma 
embrionário. As células mesenquimais produzidas pela linha primitiva logo se organizam em uma terceira camada 
germinativa, o mesoderma intraembrionário ou embrionário, ocupando a área entre o antigo hipoblasto e as 
células do epiblasto. As três camadas (endoderma, mesoderma e ectoderma) são derivadas do epiblasto.
• Ao final da terceira semana, o embrião é um disco embrionário oval e achatado.O mesoderma existe entre o 
ectoderma e o endoderma do disco em toda a sua extensão, exceto na membrana bucofaríngea; no plano mediano, 
ocupado pela notocorda e na membrana cloacal.
• Desenvolvimento das vilosidades coriônicas secundárias e terciárias
3 semana 
Outros eventos ocorrem durante a terceira semana, contudo, serão estudados em outro momento
Persaud, T.V. N. Embriologia Clínica.Grupo GEN, 2016. Profª Drª Adriana Moura
Placenta
Placenta
Esta fotomicrografia mostra um corte realizado através do espaço interviloso da placenta a termo. Inclui as vilosidades coriônicas (VC) de diferentes tamanhos e o espaço interviloso (EI) circundante. O tecido 
conjuntivo das vilosidades contém ramos e tributárias da veia umbilical (VU) e artérias umbilicais. O espaço interviloso geralmente contém sangue materno (nesta figura, observam-se apenas algumas células 
sanguíneas maternas). A camada mais externa de cada vilosidade coriônica origina-se da fusão das células citotrofoblásticas. Essa camada, conhecida como sinciciotrofoblasto (Sin), não tem limites intercelulares, e 
seus núcleos estão distribuídos de modo bastante uniforme, conferindo a essa camada uma aparência semelhante àquela de um epitélio cuboide. Em algumas áreas, os núcleos são reunidos em agrupamentos, 
formando nós sinciciais (NS); em outras regiões, a camada sinciciotrofoblástica aparece como se fosse desprovida de núcleos (setas). Essas imagens decorrem do fato de que esses segmentos do sinciciotrofoblasto
podem estar tão atenuados em determinados locais, que isso faz com que a superfície vilosa pareça estar desprovida de revestimento. O sinciciotrofoblasto contém microvilosidades que se projetam dentro do espaço 
interviloso. Em amostras bem conservadas, podem ser vistos como uma borda estriada (ver detalhe adiante). O citotrofoblasto consiste em uma camada irregular de células mononucleadas, situada abaixo do 
sinciciotrofoblasto. Na placenta imatura, os citotrofoblastos formam uma camada quase completa de células. Nessa placenta a termo, podem ser identificadas apenas células citotrofoblásticas (Cc) ocasionais. As 
células na porção central da vilosidade são, em sua maioria, fibroblastos típicos do tecido conjuntivo e células endoteliais. Outras células apresentam uma pequena quantidade de citoplasma circundando o núcleo. 
Essas células são consideradas células apresentadoras de antígenos placentárias fetais ou macrófagos placentários (MP), historicamente conhecidos como células de Hofbauer.
Cordão umbilical
Profª Drª Adriana Moura
Caso 05 Mama inativa
Fotomicrografia de uma glândula mamária inativa. A. Esta amostra em pequeno aumento corada por hematoxilina e eosina (H-E) mostra diversos lóbulos no tecido conjuntivo 
denso da mama. O componente epitelial consiste em um sistema de ductos ramificados, que constitui o lóbulo. As áreas claras (setas) são adipócitos. 60×. B. Aumento maior da 
área no retângulo de A. As células epiteliais dos ductos são colunares e intercaladas por linfócitos (setas) infiltrados no epitélio. O material corado circundante (pontas de seta) 
representa as células mioepiteliais (CM) e feixes de colágeno no tecido conjuntivo adjacente. 700×.
Parênquima: 
ducto, 
Mama ativa
Fotomicrografia de uma glândula mamária ativa durante o fim da gravidez. A. Esta amostra em pequeno aumento corada por hematoxilina e eosina (H-E) mostra a 
acentuada proliferação do sistema ductal, que dá origem aos alvéolos secretores que, por sua vez, constituem a principal porção dos lóbulos. É difícil identificar os ductos 
intralobulares, devido à secreção de seu epitélio. Fora dos lóbulos, há um grande ducto excretor. 60×. B. Aumento maior de uma área em A. As células alveolares secretoras 
vistas na imagem são, em sua maior parte, cuboides. Pode-se identificar uma célula mioepitelial (CM), bem como vários plasmócitos (setas), no tecido frouxo adjacente. 700×.
Desenho esquemático de mama feminina que mostra a glândula mamária inativa e ativa. Cada ducto galactóforo com suas ramificações menores é uma glândula independente e constitui um 
lóbulo.
Modificações da glândula mamária. A. Na ausência de gestação, a glândula é quiescente e indiferenciada. Seu sistema de ductos é inativo. B. Durante a gestação, os alvéolos proliferam 
nas extremidades dos ductos e se preparam para a secreção de leite. C. Durante a lactação, os alvéolos são completamente diferenciados, e a secreção de leite é abundante. Quando a 
lactação é suspensa, a glândula reverte ao estado não gravídico. Junqueira, L. C. e Carneiro, José, Histologia Básica - 13ª Ed. 2017, Guanabara Koogan.
Profª Drª Adriana Moura
Caso 06 Coração
Camadas do coração e do pericárdio. Este diagrama esquemático mostra a relação anatômica entre as camadas do coração. No mediastino médio, o coração e as raízes dos grandes vasos 
são circundados pelo pericárdio, frequentemente recoberto por quantidades altamente variáveis de tecido adiposo. O pericárdio apresenta duas camadas: uma camada fibrosa externa 
resistente, denominada pericárdio fibroso, e uma camada parietal de pericárdio seroso, que reveste a sua superfície interna. A camada parietal do pericárdio seroso reflete-se de volta na parede 
dos grandes vasos que entram e deixam o coração, na forma da camada visceral do pericárdio seroso ou epicárdio. O epicárdio reveste a superfície externa do coração. A cavidade pericárdica 
é um espaço entre as camadas visceral e parietal do pericárdio seroso e é revestida por células mesoteliais. Sob o epicárdio, está localizado o miocárdio, que consiste em músculo cardíaco. 
Observe a pequena quantidade de tecido adiposo no epicárdio, que contém as artérias coronárias e as veias cardíacas. A camada interna do miocárdio é denominada endocárdio, que é 
revestida pelo mesotélio com uma fina camada subjacente de tecido conjuntivo.
À semelhança do músculo esquelético, o músculo cardíaco é composto por unidades contráteis
lineares, as miofibrilas. Nesta figura, essas miofibrilas são vistas como estruturas lineares
dispostas longitudinalmente, que se estendem pelo comprimento da célula. As miofibrilas
separam-se para se desviar do núcleo e, ao fazê-lo, delineiam uma região perinuclear do
citoplasma desprovida de miofibrilas e suas estriações transversais. Essas áreas citoplasmáticas
perinucleares (asteriscos) contêm as organelas citoplasmáticas que não estão diretamente
envolvidas no processo contrátil. Muitas células musculares cardíacas são binucleadas;
tipicamente, ambos os núcleos ocupam a região do citoplasma desprovida de miofibrilas,
conforme mostrado na célula marcada pelos asteriscos. O terceiro núcleo nessa região parece
pertencer ao tecido conjuntivo acima ou abaixo do plano de corte “em foco”. Com frequência, a
coloração dos núcleos das células musculares em uma amostra é muito característica,
particularmente quando vista de frente, como aqui. Observe, no núcleo entre os asteriscos, o
nucléolo bem corado e o padrão delicado do restante do núcleo. Como esses aspectos foram
caracterizados para determinada amostra, torna-se fácil identificar núcleos com características
semelhantes de coloração em toda a amostra. Por exemplo, examine o campo na
figura à esquerda à procura de núcleos com características semelhantes. Ao fazê-lo, é muito
mais fácil identificar os núcleos das células do tecido conjuntivo (TC), que exibem diferentes
propriedades de coloração e que não estão posicionadas na mesma orientação que as células
musculares. Além disso, vários discos intercalares (DI) são bem visualizados nessa figura.
Com frequência, têm aspectos de faixas retas, mas também podem estar dispostas em degraus.
Célula Muscular Cardíaca
Em maior aumento, é possível identificar as extremidades 
cortadas das miofibrilas. Aparecem como numerosas áreas 
vermelhas, que conferem à face de corte da célula muscular uma 
aparência pontilhada. Os núcleos (N) ocupam uma posição 
central, circundados por miofibrilas. Lembre-se de que os 
núcleos dasfibras musculares esqueléticas estão localizados na 
periferia da célula. Conforme assinalado, observe também que a 
área central da célula, na qual não se vê o núcleo e é desprovida 
de miofibrilas, exibe áreas de citoplasma perinuclear 
(asteriscos) semelhante àquela marcada na figura 
imediatamente acima. Observe que o tecido conjuntivo em torno 
das fibras musculares individuais contendo capilares (C) e, às 
vezes, vasos maiores, como a vênula (V), é bem visualizado 
nesse aumento maior.
Célula Muscular Cardíaca
Endotélio
Camada subendotelial
Íntima 
Lâmina elástica interna
Média
Lâmina elástica externa
Adventícia
Vasa vasorum
Pequena veiaPequena artéria
Estrutura geral dos vasos sanguineos
✓ Endotélio;
✓ Lâmina basal das células endoteliais;
✓ Tecido conjuntivo subendotelial.
✓ Células musculares lisas;
✓ Elastina, fibras reticulares e proteoglicanos.
✓ Tecido conjuntivo disposto longitudinalmente;
✓ Fibras elásticas e colágenas;
✓ Vasa vasorum;
✓ Nervi vascularis.
JUNQUEIRA, L.C.U. & CARNEIRO, J. Histologia Básica. 12ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013.
As paredes das artérias e veias são
constituídas de três camadas
designadas como túnicas
Profª Drª Adriana Moura
Diagrama e fotomicrografia de uma artéria elástica. A. Este diagrama esquemático de uma artéria elástica típica mostra seus componentes celulares e extracelulares. Observe a organização 
das células musculares lisas na túnica média e a distribuição das lamelas elásticas. A lâmina elástica interna não está bem-definida e é representada pelas lamelas elásticas mais internas da 
parede arterial. B. Esta fotomicrografia em pequeno aumento mostra o corte da parede da aorta humana, corada com resorcina-fucsina de Weigert, o que possibilita identificar as lamelas 
elásticas intercaladas com células musculares lisas da túnica média. Apenas a túnica média, que é a mais espessa das três camadas das artérias elásticas, está marcada nesta imagem. 
Observe que lamelas elásticas, fibrilas colágenas e vasos sanguíneos de pequeno calibre estão presentes na túnica adventícia. 48×.
Esta fotomicrografia mostra as camadas da parede da aorta. A túnica íntima consiste em um endotélio (End) localizado sobre o tecido conjuntivo frouxo (TCF). A parte mais espessa da parede do vaso é a túnica 
média (TM). O material eosinófilo ondulado consiste em fibras colágenas. A coloração pela eosina não revela as lâminas elásticas. Os núcleos pertencem às células musculares lisas. Não há fibroblastos. A 
camada externa da parede do vaso é a túnica adventícia (TA). Aqui, o material eosinófilo consiste em tecido conjuntivo denso. Os núcleos, que são evidentes, pertencem a fibroblastos. Observe também o 
pequeno vaso sanguíneo (VS) na túnica adventícia. O detalhe mostra a túnica íntima em maior aumento e inclui parte da túnica média. Observe o endotélio (End). O material eosinófilo na túnica íntima consiste 
em fibras colágenas (fc). O principal tipo celular aqui é a célula muscular lisa (CML).
Nesta fotomicrografia, o lúmen da artéria está à esquerda, enquanto o lúmen da veia está à direita. Os dois vasos estão unidos por suas camadas mais externas de túnica média na 
parte média dessa imagem. O endotélio arterial (EndA) é nitidamente identificado na superfície ondulada da túnica íntima, enquanto o endotélio venoso (EndV) é um pouco mais difícil de 
distinguir. A membrana elástica interna (MEI) da artéria é vista como uma fina faixa corrugada clara imediatamente abaixo da camada endotelial, separando a túnica íntima da camada 
subjacente de músculo liso (ML) da túnica média (TM). A membrana elástica externa contendo fibras elásticas (FE) separa a túnica média (TM) da túnica adventícia da artéria (TA’). Nesta 
imagem, é evidente que a túnica média tem quase o dobro da espessura da túnica adventícia (TA’). A túnica média da veia à direita é fina e de difícil detecção; contém uma camada de 
pequenos músculos lisos (MLP) que é adjacente à espessa túnica adventícia (TA), a qual é cerca de duas vezes mais espessa que a túnica média da veia. A túnica adventícia representa a 
camada de tecido conjuntivo mais externa contendo feixes de fibras colágenas com núcleos (N) visíveis de fibroblastos.
Tecido Nervoso
Neurônio É a unidade funcional do sistema nervoso especializada em conduzir estímulos.
Células de sustentação Células não condutoras;
Neuroglia, células de Schwann e células satélite.
Núcleo da neuróglia
Neurônio motor. Secção 
periférica
Dendrito
Nucléolo do neurônio motor
Núcleo 
Núcleo 
Dendrito 
Substância cinzenta
Neurofibrilas no citoplasma
Nucléolo do neurônio motor
Neurofibrilas na substância 
cinzenta
DI FIORE, M.S.H. Atlas de Histologia. 7ª edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000. 
Profª Drª Adriana Moura
Caso 07
Fotomicrografia de uma área de substância cinzenta da 
medula espinal (270×). Observe os corpos celulares dos 
neurônios multipolares (NM) e seus prolongamentos.
Partes do neurônio:
Corpo celular, dendritos e axônio
CN, Corpúsculos de Nissl
CA, Corno anterior
FA, Fissura anterior
N, Núcleo da célula do corno anterior
NN, Núcleo da célula neuroglial
Np, Neurópilo
VS, Vasos sanguíneos

Mais conteúdos dessa disciplina