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Caso 03 Os ovários desempenham duas funções inter-relacionadas: a gametogênese (produção de gametas) e a esteroidogênese (produção de esteroides). A superfície do ovário é recoberta por uma única camada de células cuboides que, em algumas partes, tornam-se quase pavimentosas. Essa camada celular, conhecida como epitélio germinativo. Uma camada de tecido conjuntivo denso, a túnica albugínea, situa-se entre o epitélio germinativo e o córtex subjacente. Primário multilaminar Ovário Ovário Ovário JUNQUEIRA, L.C.U. & CARNEIRO, J. Histologia Básica. 12ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. 524p. ROSS, M.H. WOJCIECH, P. Histologia. Texto e Atlas. 6ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012. 908p. OVALLE, WK & NAHIRNEY P.C. NETTER. Bases da Histologia. 1ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. 492p.Profa Adriana Moura Desenho esquemático do ovário Corte da região medular e cortical do ovário. HE, menor aumento Tuba Uterina Útero Útero: fase proliferativa Observe que a camada funcional (CFun) do endométrio é revestida por um epitélio (Ep) simples colunar que tem atividade mitótica (setas). As glândulas (Gland) em crescimento também têm um epitélio (Ep) simples colunar, cujas células se dividem ativamente. O estroma (St) é muito celularizado, como evidenciado pelos numerosos núcleos das células do tecido conjuntivo visíveis neste campo. Observe também o rico suprimento vascular (VS) do estroma do endométrio. Útero: fase secretora A camada funcional do endométrio é revestida por epitélio (Ep) simples colunar, que separa o estroma (St) endometrial do lúmen (L) uterino. Observe que as glândulas (Gland), também compostas de epitélio simples colunar, são mais abundantes que as glândulas na fase folicular . Essas glândulas são mais tortuosas e mais dilatadas, e seu lúmen tem pequena quantidade de secreção (seta). Testículo CL, Células de Leydig Ec, Espermatócitos Eg, Espermatogônias Es, Espermátides L, Lóbulo LP, Lâmina própria NS, Núcleos das células de Sertoli S, Septos de tecido conjuntivo TA, Túnica albugínea VS, Vasos sanguíneos X, Corte tangencial do túbulo, cujo lúmen não se encontra no corte Algarismos romanos, estágios do epitélio do túbulo seminífero Setas, Núcleos das espermátides exibindo alteração inicial em seu formato Sertoli Espermátide tardia Espermatócito primário Espermátide jovem Mioide Espermatogônia Fotomicrografia do ducto do epidídimo humano. revela os dois tipos celulares do epitélio do epidídimo: as células principais e as células basais. São observados estereocílios (setas) que se estendem a partir da superfície apical das células principais. Os núcleos das células basais são esféricos e estão localizados em grande proximidade com a membrana basal, enquanto os núcleos das células principais são cilíndricos e acompanham o formato colunar da célula. O epitélio do ducto é circundado por uma camada de células musculares lisas de arranjo circular. O lúmen do ducto contém numerosos espermatozoides. 250×. Epidídimo Caso 04 Fotomicrografia de uma vagina humana. Esta amostra da parede vaginal corada por hematoxilina e eosina (H-E) em pequeno aumento mostra duas das três camadas da vagina: a camada mucosa e a camada muscular (a camada externa, a adventícia, não está incluída). A camada mucosa consiste em um epitélio estratificado pavimentoso e tecido conjuntivo subjacente. Caracteristicamente, o limite entre tecido epitelial e tecido conjuntivo é muito irregular, com papilas proeminentes que se projetam na superfície inferior do epitélio. A camada muscular é observada apenas em parte; esta consiste em feixes de células musculares lisas de disposição irregular. Além disso, a região profunda do tecido conjuntivo dispõe de um rico suprimento de vasos sanguíneos que irrigam as várias camadas da parede vaginal. 40×. Vagina Aderência do blastocisto ao epitélio endometrial durante os primeiros estágios da implantação. Após 6 dias. Após 7 dias. O sinciciotrofoblastos começa a invadir o endométrio. 1 semana de desenvolvimento Profª Drª Adriana MouraPersaud, T.V. N. Embriologia Clínica.Grupo GEN, 2016. 1 semana • Oocitação. • Quando um oócito é penetrado por um espermatozoide, ele completa a segunda divisão meiótica. Como resultado, um oócito maduro e um segundo corpo polar são formados. O núcleo do oócito maduro constitui o pronúcleo feminino . • Após o espermatozoide entrar no oócito, a cabeça dele se separa da cauda e aumenta para se tornar o pronúcleo masculino. A fecundação se completa quando os pronúcleos masculino e feminino se unem e os cromossomos maternos e paternos se misturam durante a metáfase da primeira divisão mitótica do zigoto. • À medida que o zigoto passa ao longo da tuba uterina em direção ao útero, sofre clivagens (uma série de divisões mitóticas) em várias células menores, os blastômeros. Aproximadamente três dias após a fecundação, uma esfera de 12 ou mais blastômeros (a mórula) entra no útero. • Uma cavidade se forma na mórula, convertendo-a em blastocisto, que é formado pelo embrioblasto, pela cavidade blastocística e pelo trofoblasto. O trofoblasto encapsula o embrioblasto e a cavidade blastocística e depois irá formar estruturas extraembrionárias e a porção embrionária da placenta. • 4 a 5 dias após a fecundação, a zona pelúcida desaparece e o trofoblasto adjacente ao embrioblasto se adere ao epitélio endometrial. • O trofoblasto do polo embrionário se diferencia em duas camadas, uma externa, o sinciciotrofoblasto e outra interna, o citotrofoblasto. O sinciciotrofoblasto invade o epitélio endometrial e o tecido conjuntivo adjacente. Concomitantemente, forma-se uma camada cuboidal de hipoblasto na superfície inferior do embrioblasto. Ao final da primeira semana, o blastocisto está superficialmente implantado no endométrio. Assim que o blastocisto completa a implantação no endométrio uterino ocorre uma rápida proliferação e diferenciação do trofoblasto. • As mudanças no endométrio resultantes da adaptação desses tecidos em preparação para a implantação são denominadas de reação decidual. • A vesícula umbilical primitiva diminui e desaparece gradativamente conforme ocorre o desenvolvimento da vesícula umbilical secundária. • A cavidade amniótica aparece entre o citotrofoblasto e o embrioblasto. • O embrioblasto se diferencia em um disco embrionário bilaminar formado pelo epiblasto, voltado para a cavidade amniótica, e pelo hipoblasto, adjacente à cavidade blastocística. • Surgimento das vilosidades primárias • O desenvolvimento da placa pré-cordal, um espessamento localizado no hipoblasto, indica a futura região cranial do embrião e o futuro local da boca; a placa pré-cordal também é um importante organizador da região da cabeça. 2 semana Profª Drª Adriana Moura • O disco embrionário bilaminar é convertido em um disco embrionário trilaminar durante a gastrulação. Essas alterações começam com o aparecimento da linha primitiva, que surge no início da terceira semana como um espessamento do epiblasto na extremidade caudal do disco embrionário. • A linha primitiva resulta da migração de células do epiblasto para o plano mediano do disco. A invaginação das células epiblásticas a partir da linha primitiva dá origem as células mesenquimais que migram ventral, lateral e cranialmente entre o epiblasto e o hipoblasto. • Logo que a linha primitiva começa a produzir células mesenquimais, o epiblasto passa a ser conhecido como ectoderma embrionário. Algumas células do epiblasto deslocam o hipoblasto e formam o endoderma embrionário. As células mesenquimais produzidas pela linha primitiva logo se organizam em uma terceira camada germinativa, o mesoderma intraembrionário ou embrionário, ocupando a área entre o antigo hipoblasto e as células do epiblasto. As três camadas (endoderma, mesoderma e ectoderma) são derivadas do epiblasto. • Ao final da terceira semana, o embrião é um disco embrionário oval e achatado.O mesoderma existe entre o ectoderma e o endoderma do disco em toda a sua extensão, exceto na membrana bucofaríngea; no plano mediano, ocupado pela notocorda e na membrana cloacal. • Desenvolvimento das vilosidades coriônicas secundárias e terciárias 3 semana Outros eventos ocorrem durante a terceira semana, contudo, serão estudados em outro momento Persaud, T.V. N. Embriologia Clínica.Grupo GEN, 2016. Profª Drª Adriana Moura Placenta Placenta Esta fotomicrografia mostra um corte realizado através do espaço interviloso da placenta a termo. Inclui as vilosidades coriônicas (VC) de diferentes tamanhos e o espaço interviloso (EI) circundante. O tecido conjuntivo das vilosidades contém ramos e tributárias da veia umbilical (VU) e artérias umbilicais. O espaço interviloso geralmente contém sangue materno (nesta figura, observam-se apenas algumas células sanguíneas maternas). A camada mais externa de cada vilosidade coriônica origina-se da fusão das células citotrofoblásticas. Essa camada, conhecida como sinciciotrofoblasto (Sin), não tem limites intercelulares, e seus núcleos estão distribuídos de modo bastante uniforme, conferindo a essa camada uma aparência semelhante àquela de um epitélio cuboide. Em algumas áreas, os núcleos são reunidos em agrupamentos, formando nós sinciciais (NS); em outras regiões, a camada sinciciotrofoblástica aparece como se fosse desprovida de núcleos (setas). Essas imagens decorrem do fato de que esses segmentos do sinciciotrofoblasto podem estar tão atenuados em determinados locais, que isso faz com que a superfície vilosa pareça estar desprovida de revestimento. O sinciciotrofoblasto contém microvilosidades que se projetam dentro do espaço interviloso. Em amostras bem conservadas, podem ser vistos como uma borda estriada (ver detalhe adiante). O citotrofoblasto consiste em uma camada irregular de células mononucleadas, situada abaixo do sinciciotrofoblasto. Na placenta imatura, os citotrofoblastos formam uma camada quase completa de células. Nessa placenta a termo, podem ser identificadas apenas células citotrofoblásticas (Cc) ocasionais. As células na porção central da vilosidade são, em sua maioria, fibroblastos típicos do tecido conjuntivo e células endoteliais. Outras células apresentam uma pequena quantidade de citoplasma circundando o núcleo. Essas células são consideradas células apresentadoras de antígenos placentárias fetais ou macrófagos placentários (MP), historicamente conhecidos como células de Hofbauer. Cordão umbilical Profª Drª Adriana Moura Caso 05 Mama inativa Fotomicrografia de uma glândula mamária inativa. A. Esta amostra em pequeno aumento corada por hematoxilina e eosina (H-E) mostra diversos lóbulos no tecido conjuntivo denso da mama. O componente epitelial consiste em um sistema de ductos ramificados, que constitui o lóbulo. As áreas claras (setas) são adipócitos. 60×. B. Aumento maior da área no retângulo de A. As células epiteliais dos ductos são colunares e intercaladas por linfócitos (setas) infiltrados no epitélio. O material corado circundante (pontas de seta) representa as células mioepiteliais (CM) e feixes de colágeno no tecido conjuntivo adjacente. 700×. Parênquima: ducto, Mama ativa Fotomicrografia de uma glândula mamária ativa durante o fim da gravidez. A. Esta amostra em pequeno aumento corada por hematoxilina e eosina (H-E) mostra a acentuada proliferação do sistema ductal, que dá origem aos alvéolos secretores que, por sua vez, constituem a principal porção dos lóbulos. É difícil identificar os ductos intralobulares, devido à secreção de seu epitélio. Fora dos lóbulos, há um grande ducto excretor. 60×. B. Aumento maior de uma área em A. As células alveolares secretoras vistas na imagem são, em sua maior parte, cuboides. Pode-se identificar uma célula mioepitelial (CM), bem como vários plasmócitos (setas), no tecido frouxo adjacente. 700×. Desenho esquemático de mama feminina que mostra a glândula mamária inativa e ativa. Cada ducto galactóforo com suas ramificações menores é uma glândula independente e constitui um lóbulo. Modificações da glândula mamária. A. Na ausência de gestação, a glândula é quiescente e indiferenciada. Seu sistema de ductos é inativo. B. Durante a gestação, os alvéolos proliferam nas extremidades dos ductos e se preparam para a secreção de leite. C. Durante a lactação, os alvéolos são completamente diferenciados, e a secreção de leite é abundante. Quando a lactação é suspensa, a glândula reverte ao estado não gravídico. Junqueira, L. C. e Carneiro, José, Histologia Básica - 13ª Ed. 2017, Guanabara Koogan. Profª Drª Adriana Moura Caso 06 Coração Camadas do coração e do pericárdio. Este diagrama esquemático mostra a relação anatômica entre as camadas do coração. No mediastino médio, o coração e as raízes dos grandes vasos são circundados pelo pericárdio, frequentemente recoberto por quantidades altamente variáveis de tecido adiposo. O pericárdio apresenta duas camadas: uma camada fibrosa externa resistente, denominada pericárdio fibroso, e uma camada parietal de pericárdio seroso, que reveste a sua superfície interna. A camada parietal do pericárdio seroso reflete-se de volta na parede dos grandes vasos que entram e deixam o coração, na forma da camada visceral do pericárdio seroso ou epicárdio. O epicárdio reveste a superfície externa do coração. A cavidade pericárdica é um espaço entre as camadas visceral e parietal do pericárdio seroso e é revestida por células mesoteliais. Sob o epicárdio, está localizado o miocárdio, que consiste em músculo cardíaco. Observe a pequena quantidade de tecido adiposo no epicárdio, que contém as artérias coronárias e as veias cardíacas. A camada interna do miocárdio é denominada endocárdio, que é revestida pelo mesotélio com uma fina camada subjacente de tecido conjuntivo. À semelhança do músculo esquelético, o músculo cardíaco é composto por unidades contráteis lineares, as miofibrilas. Nesta figura, essas miofibrilas são vistas como estruturas lineares dispostas longitudinalmente, que se estendem pelo comprimento da célula. As miofibrilas separam-se para se desviar do núcleo e, ao fazê-lo, delineiam uma região perinuclear do citoplasma desprovida de miofibrilas e suas estriações transversais. Essas áreas citoplasmáticas perinucleares (asteriscos) contêm as organelas citoplasmáticas que não estão diretamente envolvidas no processo contrátil. Muitas células musculares cardíacas são binucleadas; tipicamente, ambos os núcleos ocupam a região do citoplasma desprovida de miofibrilas, conforme mostrado na célula marcada pelos asteriscos. O terceiro núcleo nessa região parece pertencer ao tecido conjuntivo acima ou abaixo do plano de corte “em foco”. Com frequência, a coloração dos núcleos das células musculares em uma amostra é muito característica, particularmente quando vista de frente, como aqui. Observe, no núcleo entre os asteriscos, o nucléolo bem corado e o padrão delicado do restante do núcleo. Como esses aspectos foram caracterizados para determinada amostra, torna-se fácil identificar núcleos com características semelhantes de coloração em toda a amostra. Por exemplo, examine o campo na figura à esquerda à procura de núcleos com características semelhantes. Ao fazê-lo, é muito mais fácil identificar os núcleos das células do tecido conjuntivo (TC), que exibem diferentes propriedades de coloração e que não estão posicionadas na mesma orientação que as células musculares. Além disso, vários discos intercalares (DI) são bem visualizados nessa figura. Com frequência, têm aspectos de faixas retas, mas também podem estar dispostas em degraus. Célula Muscular Cardíaca Em maior aumento, é possível identificar as extremidades cortadas das miofibrilas. Aparecem como numerosas áreas vermelhas, que conferem à face de corte da célula muscular uma aparência pontilhada. Os núcleos (N) ocupam uma posição central, circundados por miofibrilas. Lembre-se de que os núcleos dasfibras musculares esqueléticas estão localizados na periferia da célula. Conforme assinalado, observe também que a área central da célula, na qual não se vê o núcleo e é desprovida de miofibrilas, exibe áreas de citoplasma perinuclear (asteriscos) semelhante àquela marcada na figura imediatamente acima. Observe que o tecido conjuntivo em torno das fibras musculares individuais contendo capilares (C) e, às vezes, vasos maiores, como a vênula (V), é bem visualizado nesse aumento maior. Célula Muscular Cardíaca Endotélio Camada subendotelial Íntima Lâmina elástica interna Média Lâmina elástica externa Adventícia Vasa vasorum Pequena veiaPequena artéria Estrutura geral dos vasos sanguineos ✓ Endotélio; ✓ Lâmina basal das células endoteliais; ✓ Tecido conjuntivo subendotelial. ✓ Células musculares lisas; ✓ Elastina, fibras reticulares e proteoglicanos. ✓ Tecido conjuntivo disposto longitudinalmente; ✓ Fibras elásticas e colágenas; ✓ Vasa vasorum; ✓ Nervi vascularis. JUNQUEIRA, L.C.U. & CARNEIRO, J. Histologia Básica. 12ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. As paredes das artérias e veias são constituídas de três camadas designadas como túnicas Profª Drª Adriana Moura Diagrama e fotomicrografia de uma artéria elástica. A. Este diagrama esquemático de uma artéria elástica típica mostra seus componentes celulares e extracelulares. Observe a organização das células musculares lisas na túnica média e a distribuição das lamelas elásticas. A lâmina elástica interna não está bem-definida e é representada pelas lamelas elásticas mais internas da parede arterial. B. Esta fotomicrografia em pequeno aumento mostra o corte da parede da aorta humana, corada com resorcina-fucsina de Weigert, o que possibilita identificar as lamelas elásticas intercaladas com células musculares lisas da túnica média. Apenas a túnica média, que é a mais espessa das três camadas das artérias elásticas, está marcada nesta imagem. Observe que lamelas elásticas, fibrilas colágenas e vasos sanguíneos de pequeno calibre estão presentes na túnica adventícia. 48×. Esta fotomicrografia mostra as camadas da parede da aorta. A túnica íntima consiste em um endotélio (End) localizado sobre o tecido conjuntivo frouxo (TCF). A parte mais espessa da parede do vaso é a túnica média (TM). O material eosinófilo ondulado consiste em fibras colágenas. A coloração pela eosina não revela as lâminas elásticas. Os núcleos pertencem às células musculares lisas. Não há fibroblastos. A camada externa da parede do vaso é a túnica adventícia (TA). Aqui, o material eosinófilo consiste em tecido conjuntivo denso. Os núcleos, que são evidentes, pertencem a fibroblastos. Observe também o pequeno vaso sanguíneo (VS) na túnica adventícia. O detalhe mostra a túnica íntima em maior aumento e inclui parte da túnica média. Observe o endotélio (End). O material eosinófilo na túnica íntima consiste em fibras colágenas (fc). O principal tipo celular aqui é a célula muscular lisa (CML). Nesta fotomicrografia, o lúmen da artéria está à esquerda, enquanto o lúmen da veia está à direita. Os dois vasos estão unidos por suas camadas mais externas de túnica média na parte média dessa imagem. O endotélio arterial (EndA) é nitidamente identificado na superfície ondulada da túnica íntima, enquanto o endotélio venoso (EndV) é um pouco mais difícil de distinguir. A membrana elástica interna (MEI) da artéria é vista como uma fina faixa corrugada clara imediatamente abaixo da camada endotelial, separando a túnica íntima da camada subjacente de músculo liso (ML) da túnica média (TM). A membrana elástica externa contendo fibras elásticas (FE) separa a túnica média (TM) da túnica adventícia da artéria (TA’). Nesta imagem, é evidente que a túnica média tem quase o dobro da espessura da túnica adventícia (TA’). A túnica média da veia à direita é fina e de difícil detecção; contém uma camada de pequenos músculos lisos (MLP) que é adjacente à espessa túnica adventícia (TA), a qual é cerca de duas vezes mais espessa que a túnica média da veia. A túnica adventícia representa a camada de tecido conjuntivo mais externa contendo feixes de fibras colágenas com núcleos (N) visíveis de fibroblastos. Tecido Nervoso Neurônio É a unidade funcional do sistema nervoso especializada em conduzir estímulos. Células de sustentação Células não condutoras; Neuroglia, células de Schwann e células satélite. Núcleo da neuróglia Neurônio motor. Secção periférica Dendrito Nucléolo do neurônio motor Núcleo Núcleo Dendrito Substância cinzenta Neurofibrilas no citoplasma Nucléolo do neurônio motor Neurofibrilas na substância cinzenta DI FIORE, M.S.H. Atlas de Histologia. 7ª edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000. Profª Drª Adriana Moura Caso 07 Fotomicrografia de uma área de substância cinzenta da medula espinal (270×). Observe os corpos celulares dos neurônios multipolares (NM) e seus prolongamentos. Partes do neurônio: Corpo celular, dendritos e axônio CN, Corpúsculos de Nissl CA, Corno anterior FA, Fissura anterior N, Núcleo da célula do corno anterior NN, Núcleo da célula neuroglial Np, Neurópilo VS, Vasos sanguíneos