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CENTRO UNIVERSITÁRIO LEONARDO DA VINCI NÚCLEO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA - NEAD RELATÓRIO DE PRÁTICA VIRTUAL IDENTIFICAÇÃO 1. Acadêmico: Beatriz da Silva Alves 2. Matrícula: 8123007 3. Curso: Terapias integrativas e complementares 4. Turma: FLC159028TIP 5. Disciplina: Bioquímica básica e Metabolismo 6. Tutor(a) Externo(a): Rosângela Ortiz DADOS DA PRÁTICA 1. Título: Ácidos nucleicos: Extração do DNA do morango 2. Semestre: 2º Módulo 3. Data: 10/09/2024 INTRODUÇÃO Dentre as frutas utilizadas para a extração do DNA, destaca-se o morango. Ele é uma fruta vermelha, que tem várias espécies, sendo a principal delas, a Fragaria. Essa fruta possui minerais, como por exemplo, Cálcio, Potássio e Ferro. Além disso, possui antioxidante a base de flavonoides, fibras alimentares e uma grande quantidade de DNA. É uma fruta macia, fácil de homogeneizar e, também, quando madura, produz enzimas que degradam a pectina e a celulose. No laboratório virtual vou extrair o DNA do morango. Para a extração do DNA do morango é necessário o uso de detergente, cloreto de sódio (NaCl) e o etanol no processo. O cloreto de sódio aumenta a força iônica da solução com a ionização dos íons Na+ e Cl- . Isso proporcionará um ambiente favorável para a extração do DNA, visto que os grupos fosfatos serão neutralizados pelo sal. O lauril éter sulfato de sódio, molécula presente no detergente, tem a função de desestruturar os lipídios localizados nas membranas, promovendo a ruptura de todo o conteúdo celular, inclusive o DNA, que ficará disperso na solução. Em etanol há formação de aglomerados de DNA, pois o álcool desidrata essas moléculas, de forma que este não mais fica dissolvido no meio aquoso. Como o DNA tem menor densidade que os outros constituintes celulares, ele surge na superfície do extrato, podendo ser coletado com um palito. Além disso, quanto mais gelado o álcool, menos solúvel será o DNA (COSTA, et al., 2004). OBJETIVOS • Neste experimento, realizarei um procedimento para extração do DNA do morango. Ao final deste experimento, devo ser capaz de: • realizar o procedimento de extração do DNA de uma célula vegetal; • conhecer as etapas de obtenção do DNA do morango MATERIAIS • Morangos; • Saco plástico; • Pistilo; • Béqueres; • Cloreto de sódio; • Detergente; CENTRO UNIVERSITÁRIO LEONARDO DA VINCI NÚCLEO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA - NEAD • Água; • Bastões de vidro; • Filtro; • Álcool; • Placa de Petri. METODOLOGIA Coloque os equipamentos de proteção individual localizados no “Armário de EPIs”. Coloque os cubos de morango no saco plástico e utilize o pistilo para amassar o conteúdo do saco plástico. Coloque o conteúdo do saco no béquer de 250 ml e adicione cloreto de sódio, detergente e água morna. Homogeneíze o conteúdo do béquer utilizando um dos bastões de vidro. Filtre o conteúdo do béquer e coloque a mistura resultante no béquer de 600 ml. Acrescente álcool na mistura e aguarde até que o processo de separação de fases seja concluído. Utilize o outro bastão de vidro para coletar o precipitado presente no béquer de 600 ml. Coloque o material coletado na placa de Petri. RESULTADOS E DISCUSSÕES 1. Qual a função do cloreto de sódio no processo de extração do DNA do morango? R: Contribuir com íons positivos que neutralizam a carga negativa do DNA 2. Qual a função do detergente no processo de extração do DNA do morango? R: O detergente permite a desestruturação das moléculas de lipídios das membranas. Com a ruptura das membranas, o conteúdo celular, incluindo as proteínas e o DNA, soltam-se e dispersam-se na solução. 3. Qual a função do álcool no processo de extração do DNA do morango? Por qual motivo o álcool utilizado deve ser gelado? R: O ácido desoxirribonucleico não é solúvel em etanol, portanto, as moléculas se agrupam e se tornam visíveis. Quanto mais gelado estiver o álcool, menos solúvel o DNA vai estar. REGISTRO FOTOGRÁFICO CENTRO UNIVERSITÁRIO LEONARDO DA VINCI NÚCLEO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA - NEAD REFERÊNCIAS COSTA, R.; GOMES, N. C. M.; MILLING, A.; SMALLA, K. Protocolo otimizado para extração simultânea de DNA e RNA de solo. Braz. J. Microbiol. 2004, 35, n.3, pp.230-234. LEHNINGER, A.L.; NELSON, D.L.; COX, M.M. Princípios de Bioquímica. 6. ed. São Paulo: Sarvier, 2014.