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Revisar envio do teste: PSA 2024/2PSA - LETRAS (LICENCIATURA PORTUGUÊS/INGLÊS) 6937-LI CONTEÚDO Usuário norrana.lopes @aluno.unip.br Curso PSA - LETRAS (LICENCIATURA PORTUGUÊS/INGLÊS) Teste PSA 2024/2 Iniciado 11/11/24 18:59 Enviado 11/11/24 19:29 Data de vencimento 12/11/24 01:00 Status Completada Resultado da tentativa 9 em 10 pontos Tempo decorrido 30 minutos Autoteste O aluno responde e o resultado do aluno não é visível ao professor. Resultados exibidos Respostas enviadas, Perguntas respondidas incorretamente Pergunta 1 Resposta Selecionada: e. Leia o trecho a seguir, extraído do romance “A palavra que resta”, de Stênio Gardel. É difícil, Cícero, ler e escrever?, ele respondeu que não era muito, talvez quando se é novo, criança, tu ia se lembrar onde a gente estava? Do que aconteceu aquele dia? Mas parei antes de terminar o quinto ano colegial, Mas deu para aprender a ler e escrever? Deu, e eu quis saber de novo como era na escola, ele disse que era bom, tinha que estudar, era ruim fazer dever e prova, mas dava para brincar também, ele sabia que eu tinha tentado estudar, o grupo era longe, tomava muito tempo pro pai ir me deixar e me buscar todo dia, e ninguém que morava perto da nossa casa ia também, quando a Marcinha começou, eu que levava e trazia ela todo dia, e �quei indo até ela poder ir só, pedi pro pai para �car na escola também, mas ele disse que precisava de mim na roça, que eu já tinha idade de ajudar (...) GARDEL, S. A palavra que resta. São Paulo: Companhia das Letras, 2021, p.29. Com base na leitura e nos seus conhecimentos, avalie as a�rmativas. I. No trecho, mencionam-se fatores que impedem que muitos brasileiros terminem a educação básica na idade adequada, como a distância para se chegar à escola e a necessidade de que a criança ou o jovem ajude �nanceiramente a família. II. As provas, independentemente da proposta pedagógica, são o método de avaliação su�ciente para mensurar o desempenho dos alunos, embora eles não gostem de realizá-las, como a�rma a personagem do romance no trecho apresentado. III. No século XX, Paulo Freire revolucionou o sistema de alfabetização de adultos ao valorizar a educação bancária, que prepara os indivíduos para o mercado de trabalho. É correto o que se a�rma em I, apenas. Pergunta 2 Leia o texto a seguir. Planejamento e plano de aula de acordo com a BNCC Planejamento e plano de aula estão profundamente ligados. O planejamento é a determinação dos objetivos a serem alcançados e devem constar de um documento escolar mais amplo. O plano de aula, por sua vez, contém as práticas utilizadas em sala de aula para que se alcancem os objetivos traçados no planejamento. Portanto, o plano de aula é bem detalhado e precisa guiar-se pelas habilidades que se pretende desenvolver nos estudantes. O ponto de destaque é que as atividades decorrem dos objetivos, e não o contrário, modi�cando a visão da escola tradicional, a qual tem o método como centro. O primeiro passo para a elaboração de um plano de aula de acordo com a BNCC é que o ponto de partida precisa ser diagnosticado. Assim, logo nos primeiros dias de aula, é necessário haver um diagnóstico muito bem elaborado acerca UNIP EAD BIBLIOTECAS MURAL DO ALUNO TUTORIAIS LABORATÓRIOSCONTEÚDOS ACADÊMICOS 0,5 em 0,5 pontos 0,5 em 0,5 pontos 11/11/24, 19:31 Revisar envio do teste: PSA 2024/2 – PSA - LETRAS (... https://ava.ead.unip.br/webapps/assessment/review/review.jsp?attempt_id=_109334748_1&course_id=_289945_1&content_id=_4288726_1&ret… 1/14 http://company.blackboard.com/ https://ava.ead.unip.br/webapps/blackboard/execute/courseMain?course_id=_289945_1 https://ava.ead.unip.br/webapps/blackboard/content/listContent.jsp?course_id=_289945_1&content_id=_3415544_1&mode=reset https://ava.ead.unip.br/webapps/portal/execute/tabs/tabAction?tab_tab_group_id=_10_1 https://ava.ead.unip.br/webapps/portal/execute/tabs/tabAction?tab_tab_group_id=_27_1 https://ava.ead.unip.br/webapps/portal/execute/tabs/tabAction?tab_tab_group_id=_47_1 https://ava.ead.unip.br/webapps/portal/execute/tabs/tabAction?tab_tab_group_id=_29_1 https://ava.ead.unip.br/webapps/portal/execute/tabs/tabAction?tab_tab_group_id=_64_1 https://ava.ead.unip.br/webapps/portal/execute/tabs/tabAction?tab_tab_group_id=_25_1 https://ava.ead.unip.br/webapps/login/?action=logout Resposta Selecionada: b. dos conhecimentos que os estudantes já têm para, a partir daí, de�nir, dentre as habilidades a serem desenvolvidas, as metodologias necessárias nesse momento, ou seja, estabelecer o que será trabalhado e de que forma, com o intuito de desenvolver a autonomia dos estudantes na conquista de suas aprendizagens e desenvolvimento de habilidades. Disponível em . Acesso em 22 jul. 2024 (com adaptações). Com base na leitura e nos seus conhecimentos, avalie as asserções e a relação proposta entre elas. I. O planejamento é a determinação dos objetivos a serem alcançados, e o plano de aula contém as práticas utilizadas em sala de aula para que os objetivos traçados no planejamento sejam obtidos. PORQUE II. De acordo com a BNCC, o plano de aula deve considerar os conhecimentos dos alunos e as habilidades que devem ser desenvolvidas. A respeito dessas asserções, assinale a opção correta. As asserções I e II são verdadeiras, e a asserção II não justi�ca a I. Pergunta 3 Resposta Selecionada: d. Leia o texto a seguir. Piaget preocupou-se em explicar que a inteligência, e consequentemente a aprendizagem, se processa pelo contato do ser humano com o meio ambiente, e que essa relação é a responsável pelo desenvolvimento de novas estruturas cognitivas. Para ele, o conhecimento não é uma cópia da realidade. Conhecer um objeto ou um evento não é simplesmente observá-lo e fazer uma cópia mental dele, mas atuar sobre ele, modi�cá-lo, transformá-lo e compreender o processo dessa transformação e, como consequência, compreender como está construído. Essa proposição inspirou a construção de um arcabouço teórico denominado Construtivismo, que teve Piaget como um dos principais representantes. GAMEZ, L. Psicologia da educação. Rio de Janeiro: LTC, 2013. p. 51. Sobre a teoria construtivista de Piaget, avalie as a�rmativas. I. O construtivismo preconiza que o conhecimento é construído pelo sujeito, e não é apenas adquirido. II. A construção do conhecimento se dá, segundo o construtivismo, por meio da criação de estruturas cognitivas ou etapas. III. Uma estratégia didática adequada ao construtivismo é a exposição centrada no professor, que detém o conhecimento, e a cobrança do conteúdo nas avaliações. É correto o que se a�rma apenas em I e II. Pergunta 4 Leia os textos a seguir. Texto 1 A expressão Gestão Escolar caracteriza o planejamento do trabalho escolar e a racionalização do uso dos recursos materiais, �nanceiros e intelectuais; dirigir e controlar os serviços necessários à educação, bem como coordenar e controlar o trabalho das pessoas. Para as instituições escolares, atribui-se o termo organização institucional pela maior abrangência, entendendo-se que as instituições escolares têm fortes características interativas que as diferenciam das empresas convencionais. Disponível em . Acesso em 09 jul. 2024 (com adaptações). Texto 2 Com base nos estudos existentes no Brasil sobre a organização e gestão escolar e nas experiências levadas a efeito nos últimos anos, é possível apresentar, de forma esquemática, três das concepções de organização e gestão: a técnico-cientí�ca (ou funcionalista), a autogestionária e a democrático-participativa. Disponível em . Acesso em 09 jul. 2024 (com adaptações). 0,5 em 0,5 pontos 0,5 em 0,5 pontos 11/11/24, 19:31 Revisar envio do teste: PSA 2024/2 – PSA - LETRAS (... https://ava.ead.unip.br/webapps/assessment/review/review.jsp?attempt_id=_109334748_1&course_id=_289945_1&content_id=_4288726_1&ret… 2/14 Resposta Selecionada: b. Com base na leitura e nos seus conhecimentos, avalie as a�rmativas. I. A concepção de organização e gestão escolar técnico-cientí�ca tem como algumas bases a responsabilidade coletiva, a ausência de direção centralizada e a divisão técnica do trabalho escolar. II. No modelo democrático-participativo, a tônica é a busca de objetivos comuns assumidos pelos envolvidos, com destaque para o poder centralizado do diretor e para a gestão da qualidade total. III. A gestão escolar visa a atingir os objetivos da instituição por meio do esforço coletivo das pessoas e envolve, entre alguns fatores, os meios físicos, os materiais, o planejamento, a administração, os conhecimentos e a quali�cação dos educadores. É correto o que se a�rma em III, apenas. Pergunta 5 Resposta Selecionada: d. Leia o texto a seguir. A formação docente vai muito além da transmissão de conhecimentos. É pensar sobre esta formação em um contexto crítico, re�exivo e histórico, e que forma pesquisadores para atuar na educação através dos conteúdos que são ministrados, em uma ação consciente, tornando seus alunos críticos diante de uma sociedade opressora. Essa formação visa, antes de tudo, ao envolvimento com a prática educativa, saindo do modelo técnico de pro�ssional, que só repete o que está estabelecido, para ser aquele que busca enriquecer suas ações e habilidades como educador, seja na sala de aula ou até mesmo para a vida. Disponível em . Acesso em 10 ago. 2024. Com base na leitura e nos seus conhecimentos, avalie as a�rmativas. I. O texto enfatiza a importância de se rejeitar o modelo técnico de ensino em prol de uma abordagem mais dinâmica e enriquecedora das disciplinas, o que torna obsoleta a discussão das bases teóricas que permeiam o processo de ensino e aprendizagem. II. A contextualização histórica promove a formação de cidadãos mais informados e críticos ao proporcionar a discussão das origens e das razões presentes na estrutura social e política da atualidade. III. A formação docente deve ter como objetivo não apenas melhorar as práticas educacionais na sala de aula, mas também contribuir para o desenvolvimento pessoal e pro�ssional do educador. Assim, a formação docente deve ir além do contexto acadêmico imediato. É correto o que se a�rma em II e III, apenas. Pergunta 6 Leia o texto a seguir. A educação instituída por alguns órgãos o�ciais nacionais e internacionais, e por documentos normativos, denominada por Paulo Freire de educação bancária e/ou pedagogia da transferência, historicamente, fundamenta-se no paradigma de uma racionalidade instrumental técnica acrítica, estruturando-se em uma ideologia liberal e/ou neoliberal, em um paradigma curricular técnico-linear e meritocrático. No paradigma técnico-linear, o currículo padrão é elaborado e prescrito o�cialmente por documentos normativos, construídos, na maioria das vezes, por ‘experts’ em educação, legitimando uma dicotomia pedagógica entre os que pensam e os que executam a proposta. Nesse contexto, a única mediação possível é a imposição pela prescrição. Assim, os instituintes da proposta (educadores, educandos, pais, comunidade escolar) são meros executores externos à construção da proposta educativa. Participam, apenas, como espectadores e cumpridores de tarefas programadas para serem executadas. Segundo Paulo Freire, “o comportamento dos oprimidos é um comportamento prescrito. Faz-se à base de pautas estranhas a eles – as pautas dos opressores”. Disponível em (com adaptações). Acesso em 10 ago. 2024. Assinale a alternativa que indica corretamente uma estratégia que pode ser usada para evitar a ‘dicotomia pedagógica’ a que se refere o texto. 0,5 em 0,5 pontos 0,5 em 0,5 pontos 11/11/24, 19:31 Revisar envio do teste: PSA 2024/2 – PSA - LETRAS (... https://ava.ead.unip.br/webapps/assessment/review/review.jsp?attempt_id=_109334748_1&course_id=_289945_1&content_id=_4288726_1&ret… 3/14 Resposta Selecionada: b. Promover uma gestão coletiva do currículo escolar, a partir da participação de colegiados, com debates e decisões que envolvam todos os segmentos da unidade educativa (comunidade, educadores, educandos, gestores, equipe de apoio, pais e responsáveis). Pergunta 7 Resposta Selecionada: a. Leia o texto a seguir. Um dos principais objetivos da defesa dos Direitos Humanos é a construção de sociedades que valorizem e desenvolvam condições para a garantia da dignidade humana. Nesse marco, o objetivo da Educação em Direitos Humanos (EDH) é que a pessoa e/ou grupo social se reconheça como sujeito de direitos, assim como seja capaz de exercê-los e promovê-los ao mesmo tempo em que reconheça e respeite os direitos do outro. A EDH busca também desenvolver a sensibilidade ética nas relações interpessoais, em que cada indivíduo seja capaz de perceber o outro em sua condição humana. (...) Tendo esses aspectos em mente, a ideia de um ambiente educacional promotor dos Direitos Humanos liga-se ao reconhecimento da necessidade de respeito às diferenças, garantindo a realização de práticas democráticas e inclusivas, livres de preconceitos, discriminações, violências, assédios e abusos sexuais, dentre outras formas de violação à dignidade humana. Sob o ponto de vista da gestão, isso signi�ca que todos os espaços e relações que têm lugar no ambiente educacional devem se guiar pelos princípios da EDH e se desenvolverem por meio de processos democráticos, participativos e transparentes. Disponível em . Acesso em 09 ago. 2024. Com base na leitura e nos seus conhecimentos, avalie as a�rmativas. I. O ambiente das escolas de ensino básico e de ensino médio precisa ser construído a partir de diretrizes de direitos humanos, para que elas possam ser vivenciadas pela comunidade escolar como prática, e não apenas como ensino. II. A Educação em Direitos Humanos tem por objetivo a formação de crianças e adolescentes para práticas de respeito, inclusão e diversidade. III. A Educação em Direitos Humanos é uma disciplina especí�ca, que ensina o respeito às diferenças, sem vínculo com as atividades realizadas fora da sala de aula. É correto o que se a�rma em I e II, apenas. Pergunta 8 Resposta Selecionada: e. Leia o texto a seguir. O fazer docente pressupõe a realização de um conjunto de operações didáticas coordenadas entre si. São o planejamento, a direção do ensino e da aprendizagem e a avaliação, cada uma delas desdobradas em tarefas ou funções didáticas, mas que convergem para a realização do ensino propriamente dito. LIBÂNEO, J. C. Didática. São Paulo: Cortez, 2004, p. 72. Com base na leitura e nos seus conhecimentos, avalie as asserções e a relação proposta entre elas. I. Um professor deve utilizar sempre a mesma didática, independentemente do contexto dos estudantes. PORQUE II. A didática do professor sobrepõe-se ao seu conhecimento sobre o conteúdo, pois dela dependem as tarefas a serem executadas. Assinale a alternativa correta. As duas asserções são falsas. Pergunta 9 0,5 em 0,5 pontos 0,5 em 0,5 pontos 0,5 em 0,5 pontos 11/11/24, 19:31 Revisar envio do teste: PSA 2024/2 – PSA - LETRAS (... https://ava.ead.unip.br/webapps/assessment/review/review.jsp?attempt_id=_109334748_1&course_id=_289945_1&content_id=_4288726_1&ret…4/14 Resposta Selecionada: d. Leia o texto a seguir. Às vezes a pessoa se vê diante de uma situação nova que lhe traz di�culdade, mas percebe que a mesma solução dada para um problema vivido anteriormente pode ser também a saída para o problema do momento. Isso se chama transferência de aprendizagem. Outras vezes julga-se cabível aplicar determinada aprendizagem anterior a certas situações que não a comporta. Por exemplo: usando os conhecimentos de língua portuguesa, querer traduzir a palavra inglesa ‘realize’ por ‘realizar’, ‘fazer’, quando ela signi�ca, na maioria das vezes, ‘entender, ‘concluir’. Um terceiro aspecto da transferência de aprendizagem seria a aplicação, em situações práticas, das noções mais abstratas e livrescas adquiridas em sala de aula. Em todos os casos, estamos nos referindo à aplicação, em determinada situação, de aprendizagem realizada em outra situação, isto é, a transferência de aprendizagem. Na atividade pedagógica, espera-se que o aluno, a partir de um número reduzido de conceitos e princípios, possa facilmente realizar a tarefa de conseguir novas aprendizagens. É a in�uência das experiências anteriores favorecendo a aprendizagem do momento, assim como a aprendizagem do momento deve favorecer aprendizagens futuras. Ao ensinar a multiplicação, o professor conta com o conhecimento anterior da adição para o aluno entender que a multiplicação é uma adição abreviada. Na medida em que o aluno não tiver dominado o conceito de soma, encontrará mais di�culdade para dominar o de produto. O conceito de produto será necessário para aprender o de potência. Há transferências que, poderíamos dizer, ocorrem naturalmente (...): a criança familiarizada com o velocípede aprenderá mais facilmente a dominar a bicicleta; o macaco habituado a lidar com varas resolverá com mais facilidade o problema de como alcançar a banana. Nesses casos, o ganho representado pela situação anterior �ca de tal modo incorporado ao sujeito, e a situação atual é de tal modo dependente da anterior, que a transferência se realiza de forma praticamente automática. Nos casos em que essas condições estão ausentes, a transferência é problemática. FALCÃO, G. M. Psicologia da aprendizagem. São Paulo: Ática, 1988. p. 211-212 (com adaptações). Com base na leitura e nos seus conhecimentos, avalie as a�rmativas. I. A transferência de aprendizado ocorre de maneira automática quando o aprendizado anterior foi muito bem assimilado pelo sujeito, independentemente de qual situação ele enfrentará. II. Para que a transferência de aprendizado seja bem-sucedida, duas condições têm de ser atendidas: a situação nova estar relacionada com a situação anterior, e o aprendizado da situação anterior ter sido bem incorporado pelo sujeito. III. Nem sempre a transferência de aprendizado funciona de modo satisfatório, como nos casos em que a situação nova a ser resolvida não se encaixa adequadamente no aprendizado anterior. IV. A transferência de aprendizado pode ser e�cazmente aplicada mesmo quando a situação nova consista de um problema prático, e o aprendizado anterior tenha sido feito com conhecimentos abstratos. É correto o que se a�rma apenas em II, III e IV. Pergunta 10 Leia o trecho de um artigo acadêmico e os quadrinhos. Diante dessa perspectiva, é que, no ano de 2012, foram criadas Diretrizes Curriculares próprias para a Educação Escolar Quilombola (EEQ) no Ensino Básico, com a intenção de organizar o ensino ministrado nas instituições educacionais das comunidades tradicionais, trazendo como eixos norteadores sua cultura e territorialidades. Entre os ditames especí�cos para a EEQ, está o que deve garantir uma formação inicial e continuada de docentes que atuem nesse contexto, o qual deve ser capaz de oportunizar o desenvolvimento na valorização dos conhecimentos tradicionais produzidos pelas comunidades, mas não só isso. A formação do professor quilombola deve ser oferecida em cursos especí�cos, com participação destes na elaboração, no desenvolvimento e na avaliação dos currículos e programas, considerando o contexto sociocultural das comunidades. Levando em conta o paulatino processo histórico, político, econômico e sociocultural dos quilombos, bem como a percepção da realidade atual e das necessidades deles. É fundamental observar que os conhecimentos tradicionais, a ancestralidade e a identidade, bem como as formas de superação do racismo, da discriminação e do preconceito raciais não podem se dissociar dessa formação. COSTA, P. L. A.; ANDRADE, L. P.; HORASA, M. L. Formação docente e educação escolar através de uma análise da literatura. Scielo Preprints, 2022. Disponível em . Acesso em 16 ago. 2024 (com adaptações). 0,5 em 0,5 pontos 11/11/24, 19:31 Revisar envio do teste: PSA 2024/2 – PSA - LETRAS (... https://ava.ead.unip.br/webapps/assessment/review/review.jsp?attempt_id=_109334748_1&course_id=_289945_1&content_id=_4288726_1&ret… 5/14 Resposta Selecionada: c. Disponível em . Acesso em 16 ago. 2024. Com base na leitura e nos seus conhecimentos, avalie as a�rmativas. I. A educação escolar quilombola visa à aproximação dos saberes da comunidade e os saberes curriculares, sempre com a metodologia tradicional de ensino, como se vê nos quadrinhos. II. O Projeto Político Pedagógico (PPP) das escolas quilombolas deve ser elaborado em parceria com a comunidade, e a gestão deve ser aberta ao diálogo. III. Nos quadrinhos, observa-se uma situação em que a história, a cultura e a ancestralidade da comunidade é valorizada. É correto o que se a�rma em II e III, apenas. Pergunta 11 Leia os textos 1 e 2. Texto 1 How to Teach Vocabulary to ESL Students Vocabulary is the heart of any language, so teaching it well is important. So why not teach vocabulary the way you learned it as a child? That’s what I’ve started doing and it’s been working super well. Native speakers learn new words in their youth and so on in context and by immediately using them in a practical way. By teaching vocabulary words with visual stimuli, in the context of other words, in word clusters and spoken out loud, and by choosing practical words that students actually need to know, you’ll get new vocabulary words to stick in your students’ minds. Let your ESL students blossom into confident English speakers using a volume of new words with effective vocabulary teaching methods. Disponível em . Acesso em 23 ago. 2024 (com adaptações). Texto 2 Quando pensamos no ensino de vocabulário em línguas estrangeiras, na falta de equivalências entre idiomas e nas impossibilidades de “traduções perfeitas”, precisamos considerar que o paradigma da língua- em-uso tende naturalmente a vincular-se a uma perspectiva de linguagem de orientação pragmática. SCHERER, A; MARTINS, A. Sobre o vocabulário no ensino de língua estrangeira. In: Maxwel. Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, 2004 (com adaptações). Sob as perspectivas tratadas nos textos e de acordo com os seus conhecimentos, uma língua 0,5 em 0,5 pontos 11/11/24, 19:31 Revisar envio do teste: PSA 2024/2 – PSA - LETRAS (... https://ava.ead.unip.br/webapps/assessment/review/review.jsp?attempt_id=_109334748_1&course_id=_289945_1&content_id=_4288726_1&ret… 6/14 Resposta Selecionada: e. é utilizada por seus falantes nativos de forma contextualizada e prática, o que inclui a aquisição de novas palavras na juventude e ao longo da vida e vem ao encontro da orientação pragmática que deveria ser seguida no ensino de vocabulário em língua estrangeira. Pergunta 12 Um professor de língua inglesa do Ensino Médio propôs aos seus alunos a leitura do texto a seguir. English as a global language: its historical past and its future About �fty years ago the notion of English as a true global language was merely a theoretical predictionwhich is still di�use and vague. However, realities have created it as a real world language at the present time. People in every part of the world feel its urgent role in their life: for academic purposes, for business goals and for other purposes. English is spoken by people throughout the world as their �rst language, second language and foreign language. Indeed, English is now a world language. English as a world language is not merely an international language. The notion of international language can be understood as a language which is used in any international communication which involves people from two or more countries. Japanese is an international language, but it is not a global language. Japanese is often used by people who communicate with Japanese people, usually in the area in which Japanese people, tradition, political power and/or business are dominant. Japanese, however, is not used in a great number of other contexts. The same thing applies to Arabic. As an international language, Arabic is not only used in the area in which Arab people are dominant, but it is also employed when people communicate with Arabs in other places. However, Arabic is not used when there is no connection with Arabs. This is di�erent from the fact of English as a global language. English is not only used when people communicate with English speakers. English is used by people of di�erent �rst languages. It is not only applied when people speak to English people, but also used when people from di�erent nations meet. English is the most widely spoken language in very di�erent contexts in the world. Therefore, English is not only an international language, but also a global language. A language gains a status as a global language when it has a special role that is recognized in every country in the world. To gain recognition from certain country does not mean that the language should be spoken as the �rst language by people in the country. The global language can be spoken as either �rst, second or foreign language. The prominent characteristic of a global language is that it is the most widely used language in communication in most places in the world. People feel the need to master it for their life. As a global language, of course, English has certain countries wherein people speak it as a �rst language. USA, Canada, Britain, Ireland, Australia, New Zealand, South Africa and several Caribbean countries are among the thirty territories that use English as the �rst language. However, English does not gain its special status as a global language merely by being spoken by people in those countries. English becomes a world language because people in other countries give a special credence to English, even though they do not speak it as a �rst language. Special status given to English by other countries can be in the form of using English as a second language (ESL) and English as a foreign language (EFL). As a second language, English is spoken by people in the countries as the o�cial language or the language of the administration (Graddol, 1997:11). English is used as a means of communication in various contexts such as government, the law courts, the media, and the educational system. There are more than seventy countries that place English as a second language. Because of this special role of English in these countries, mastering English should be done as early as possible. As an o�cial language, English may be the one and only o�cial language or it may share the status with other languages, such as that in India, Singapore, and Malaysia. In the later version, English is usually spoken in a distinct way which is in�uenced by the accompanying language(s) in the territories. This results in the emergence of new varieties of English. The new varieties of English are called New Englishes. English as a foreign language does not have the o�cial status, but it is the language which is most likely to be taught to children and learned by adults for various reasons. Now, English is the most widely taught as a foreign language in more than 100 countries, including China, Russia, Germany, Spain, Egypt, Brazil and Indonesia. There are various reasons of favoring English as the language to be learned, ranging from the need for business and trade, academic pursuit, cultural and technological contact, to political convenience. A note on its historical background In the earlier era, the spread of English from Britain to other territories was mostly through colonization. The �rst groups of settlers from England came to the American continent in search for a new land in which they expected to be able to purify their faith. The other groups of English speaking people came to the continent for trading. Starting from this point, English reached the American continent which then also spread to the south, to the West Indies and to the southern part of the mainland. English spoken by the black population in these territories was of the same features as that spoken by the slaves shipped in barbarous condition to the Caribbean Islands. English’s presence in Australia and New Zealand started when prisons in England were overcrowded with convicts and the British rulers needed a new distant place for the freed prisoners. When they set free the convicts, they sent them to the lands. This was done at the �rst time twenty years after James Cooks’ arrival in Australia in 1770. Besides, English also spread to other parts of the world through colonization sprouting from trading between traders under the East Indies Company (EIC) and native people in Asia and Africa. The trading changed into colonization when the British rulers supported the traders by sending them soldiers. The major parts of Africa (especially South Africa) and Asia (e.g. India and Malaysia) were under the direct rule of Britain making the people to become bilingual. English was taught to native people in the territories they had occupied. Hence, it was taught not with the best motivation to educate. Rather, it was for the bene�t of the British rulers, as pointed out by 0,5 em 0,5 pontos 11/11/24, 19:31 Revisar envio do teste: PSA 2024/2 – PSA - LETRAS (... https://ava.ead.unip.br/webapps/assessment/review/review.jsp?attempt_id=_109334748_1&course_id=_289945_1&content_id=_4288726_1&ret… 7/14 Resposta Selecionada: b. Kaplan as follows: it was necessary for the British to teach English throughout the wide-spread empire because they needed people in distant places to speak English so that soldiers could understand their British o�cers and so that a civil service could be developed to maintain civil order under the leadership of British administrators. In addition to the motivation of direct ruling of the territories by the British rulers, the teaching of English at that time was also done with the Christianizing urge. Again, Kaplan rightly pointed to this phenomenon with the following words, missionaries worked throughout the Empire beyond and engaging not only in the saving of the soul, but also in the spread of English. English as a modern discipline began to o�er an educationally important trial to the prestige which had been implanted in classics during the early decades of the twentieth century. At that time, some people observed that the classics were getting worn out in some sense and the plan to introduce English Language and Literature at Oxford would give new life to it. ROHMAH, Zuliati. English as a global language: its historical past and its future. In: Bahasa dan seni, vol 33, no. 1, February, 2005. Disponível em . Acesso em 26 ago. 2024 (com adaptações). Uma vez iniciada a discussão do texto, o professor apresentou à turma uma lista com a�rmativas e pediu aos alunos que indicassem V para as a�rmações verdadeiras e F para as falsas. I. ( ) Os idiomas japonês e árabe são apontados como línguas de relevância globalcomparável à da língua inglesa pelo expressivo número de falantes e pelo vasto território onde são utilizados. II. ( ) Os termos “língua internacional” (international language) e “língua global” (global language) estabelecem uma relação de sinonímia no texto. III. ( ) A língua inglesa foi alçada ao status de língua global devido ao grande número de países em que o inglês é o idioma nacional. IV. ( ) A colonização da Oceania pelos ingleses se deu principalmente com a �nalidade de mandar prisioneiros a essa região. V. ( ) Os britânicos ensinavam inglês em seu império por precisar de pessoas em lugares distantes que falassem inglês para que os soldados compreendessem os seus o�ciais britânicos e para que um serviço público pudesse ser desenvolvido. Ao �nal da atividade, após a leitura e a discussão do texto com a turma, satisfeito porque a maioria dos alunos chegou às devidas respostas, o professor indicou como sequência correta: F – F – F – V – V. Pergunta 13 Resposta Selecionada: d. Read the following comic strip. Disponível em . Acesso em 26 ago. 2024. Taking the cartoon into account, consider the following statements. I. Reading for pleasure reveals inability to use standard language properly. II. The boy’s attitude demonstrates that, after a lot of practice, everyone tends to love reading. III. The cartoon criticizes the way some teachers take the reading process into consideration. It is correct what is stated on III, only. 0,5 em 0,5 pontos 11/11/24, 19:31 Revisar envio do teste: PSA 2024/2 – PSA - LETRAS (... https://ava.ead.unip.br/webapps/assessment/review/review.jsp?attempt_id=_109334748_1&course_id=_289945_1&content_id=_4288726_1&ret… 8/14 Pergunta 14 Resposta Selecionada: d. Considere que, em um bar, as placas indicativas do sexo/gênero nas portas dos banheiros sejam M e F. Em outro estabelecimento, as indicações são M e H, como mostra a figura a seguir. Com base nas informações e nos seus conhecimentos, avalie as afirmativas. I. No bar 2, “M” significa “mulher” e, no bar 1, “masculino”. II. A interpretação de “M” é dada pela relação com a outra letra (H ou F), confirmando a ideia de Saussure de que o valor diferencial de um signo se dá em oposição ao de outros. III. A letra M é um signo, composto por significante e significado, sempre invariáveis. IV. Na semiótica de Pierce, as letras nas portas dos banheiros são classificadas como ícones, pois apresentam semelhança com seus referentes. É correto o que se afirma apenas em II e III. Pergunta 15 Resposta Selecionada: a. Uma mãe, falando com seu �lho pequeno, chamado Pedro, disse: - O Pedrinho vai comer tudo para a mamãe �car feliz, né? Com base nessa situação e nos seus conhecimentos, avalie as a�rmativas. I. Se a fala fosse alterada para “-Você vai comer tudo para me deixar feliz, né?”, o efeito de sentido e de persuasão seria exatamente o mesmo, pois a mensagem não seria modi�cada. II. A fala da mãe está gramaticalmente correta, pois ela se refere ao �lho com o pronome de segunda pessoa e a si mesma com o uso da primeira pessoa. III. O uso do diminutivo no nome próprio tem sentido pejorativo: o menino recebe a imagem de alguém pequeno, que não consegue comer toda a comida. Assinale a alternativa correta. Nenhuma a�rmativa é correta. Pergunta 16 Leia o post a seguir. 0 em 0,5 pontos 0,5 em 0,5 pontos 0,5 em 0,5 pontos 11/11/24, 19:31 Revisar envio do teste: PSA 2024/2 – PSA - LETRAS (... https://ava.ead.unip.br/webapps/assessment/review/review.jsp?attempt_id=_109334748_1&course_id=_289945_1&content_id=_4288726_1&ret… 9/14 Resposta Selecionada: d. Disponível em . Acesso em 29 jun. 2024. Com base na leitura e nos seus conhecimentos, avalie as afirmativas. I. O comentário do leitor critica, com humor, a construção do título jornalístico, que permite entender que os cientistas medem 5 centímetros. II. O problema presente no título do jornal é provocado porque o sujeito da oração principal é tomado como o sujeito também da oração reduzida de gerúndio. III. A compreensão correta do fato depende do conhecimento extratextual do leitor, por isso o título jornalístico apresenta boa estrutura sintática, clareza e coerência. É correto o que se afirma apenas em I e II. Pergunta 17 Resposta Selecionada: c. Leia o poema de Carlos Drummond de Andrade, publicado no livro “Alguma Poesia”, de 1930. Cidadezinha qualquer Casas entre bananeiras mulheres entre laranjeiras pomar amor cantar. Um homem vai devagar. Um cachorro vai devagar. Um burro vai devagar. Devagar... as janelas olham. Eta vida besta, meu Deus. Com base na leitura e nos seus conhecimentos, avalie as afirmativas. I. Observamos, no poema, o regionalismo da segunda geração do Modernismo, em que se retratam os problemas sociais do interior do Brasil. II. Em “as janelas olham”, temos uma metonímia para expressar o hábito de vigiar o comportamento dos outros, comum nas cidades do interior. III. A estrutura sintática repetida nos versos 4, 5 e 6 tem como efeito igualar homem, cachorro e burro na rotina monótona da cidade. É correto o que se afirma em II e III, apenas. 0,5 em 0,5 pontos 11/11/24, 19:31 Revisar envio do teste: PSA 2024/2 – PSA - LETRAS (... https://ava.ead.unip.br/webapps/assessment/review/review.jsp?attempt_id=_109334748_1&course_id=_289945_1&content_id=_4288726_1&r… 10/14 Pergunta 18 Resposta Selecionada: b. Leia os textos 1 e 2. Texto 1 A literatura deve, portanto, ser lida e estudada porque oferece um meio de preservar e transmitir a experiência dos outros, aqueles que estão distantes de nós no espaço e no tempo, ou que diferem de nós por suas condições de vida. Ela nos torna sensíveis ao fato de que os outros são muito diversos e que seus valores se distanciam dos nossos. COMPAGNON, Antoine. Literatura para quê? Belo Horizonte: Editora UFMG, 2009, p. 46-47. Texto 2 Uma noite, há anos, acordei bruscamente e uma estranha pergunta explodiu de minha boca. De que cor eram os olhos de minha mãe? Atordoada, custei reconhecer o quarto da nova casa em que estava morando e não conseguia me lembrar de como havia chegado até ali. E a insistente pergunta martelando, martelando. De que cor eram os olhos de minha mãe? Aquela indagação havia surgido há dias, há meses, posso dizer. Entre um afazer e outro, eu me pegava pensando de que cor seriam os olhos de minha mãe. E o que a princípio tinha sido um mero pensamento interrogativo, naquela noite se transformou em uma dolorosa pergunta carregada de um tom acusativo. Então eu não sabia de que cor eram os olhos de minha mãe? Sendo a primeira de sete filhas, desde cedo busquei dar conta de minhas próprias dificuldades, cresci rápido, passando por uma breve adolescência. Sempre ao lado de minha mãe, aprendi a conhecê-la. Decifrava o seu silêncio nas horas de dificuldades, como também sabia reconhecer, em seus gestos, prenúncios de possíveis alegrias. Naquele momento, entretanto, me descobria cheia de culpa, por não recordar de que cor seriam os seus olhos. Eu achava tudo muito estranho, pois me lembrava nitidamente de vários detalhes do corpo dela. Da unha encravada do dedo mindinho do pé esquerdo... da verruga que se perdia no meio de uma cabeleira crespa e bela... Um dia, brincando de pentear boneca, alegria que a mãe nos dava quando, deixando por uns momentos o lava-lava, o passa-passa das roupagens alheias e se tornava uma grande boneca negra para as filhas, descobrimos uma bolinha escondida bem no couro cabeludo dela. Pensamos que fosse carrapato. A mãe cochilava e uma de minhas irmãs, aflita, querendo livrar a boneca-mãe daquele padecer, puxou rápido o bichinho. A mãe e nós rimos e rimos e rimos de nosso engano. A mãe riu tanto, das lágrimas escorrerem. Mas de que cor eram os olhos dela? EVARISTO, Conceição. Olhosd´água. Rio de Janeiro: Pallas: Fundação Biblioteca Nacional, 2016, p.11. Com base na leitura e nos seus conhecimentos, avalie as afirmativas. I. O trecho do conto de Conceição Evaristo ilustra a ideia do crítico Antoine Compagnon, de que a literatura transmite experiências. II. A obra de Conceição Evaristo, uma das vozes da representatividade negra na atualidade, procura recuperar memórias e vivências, especialmente ligadas à presença feminina e à ancestralidade. III. A narradora, apesar de aparecer em primeira pessoa, não é uma personagem, pois o foco é a história de sua mãe. É correto o que se afirma em I e II, apenas. Pergunta 19 Ao consultar seu plano de aulas, uma professora do 7º ano do ensino fundamental notou que tinha como incumbência, no encontro seguinte com uma de suas turmas, falar a respeito do que a gramática normativa prescreve acerca dos fenômenos relacionados à colocação pronominal em língua portuguesa, devendo o tema ser introduzido pelas recomendações quanto à próclise (que consiste naqueles casos em que o pronome objeto átono deve ser utilizado antes do verbo ao qual se refere). Para tanto, a professora selecionou, como introdução ao assunto, o quadro a seguir. Próclise: quando usar e quando não usar 0,5 em 0,5 pontos 0 em 0,5 pontos 11/11/24, 19:31 Revisar envio do teste: PSA 2024/2 – PSA - LETRAS (... https://ava.ead.unip.br/webapps/assessment/review/review.jsp?attempt_id=_109334748_1&course_id=_289945_1&content_id=_4288726_1&r… 11/14 Resposta Selecionada: d. Disponível em . Acesso em 22 ago. 2024. Depois da introdução ao assunto, a professora explicou à turma outros casos de colocação pronominal, a mesóclise e a ênclise, e, na sequência, propôs a seus alunos a interpretação da charge a seguir, na qual o sentido de humor é construído sobre um desvio com relação à colocação pronominal. Disponível em . Acesso em 22 ago. 2024. Comparando o quadro com exemplos de próclise e a charge, a turma fez as considerações a seguir. I. “Abrace-me” configura um caso de próclise que ocorre pelas mesmas regras de próclise do pronome “te” em “Quem te disse que eu não quero ir?” presente no quadro. II. O sentido de humor da charge apoia-se na construção “Nunca deixe-me”, o que pode ser analisado em contraste com a construção “Nunca me esquecerei do que ele me disse” presente no quadro. III. O uso do pronome “me” em “Beije-me!” está em desacordo com a norma culta, uma vez que a quase totalidade dos brasileiros diria “Me beije!” ou “Me beija!”. É correto o que se afirma apenas em I e II. Pergunta 20 Leia os quadrinhos e o texto a seguir. 0,5 em 0,5 pontos 11/11/24, 19:31 Revisar envio do teste: PSA 2024/2 – PSA - LETRAS (... https://ava.ead.unip.br/webapps/assessment/review/review.jsp?attempt_id=_109334748_1&course_id=_289945_1&content_id=_4288726_1&r… 12/14 Disponível em . Acesso em 20 abr. 2024. No seguinte exemplo, extraído de O Estado de São Paulo, de 30 de novembro de 1996: “Benmansur disse que a votação ocorreu em ambiente de serenidade e entusiasmo. Ele felicitou seus compatriotas” (grifo meu). Segundo suas afirmações, “a frase mostra a tendência à repetição do pronome sujeito no português do Brasil. Embora o pronome “Ele” pareça informativamente desnecessário, aparece”. Como a terceira pessoa é muito ampla, é a não-pessoa, muitas vezes, torna-se ininteligível caso sua elipse (seu ocultamento) não tenha sido motivada pela explicitação de um elemento anterior. Assim, no exemplo proposto a seguir, para esclarecer a elipse da primeira pessoa do singular, é perfeitamente possível e inteligível uma proposição que comece com a elipse; em “Sou brasileiro”, qualquer falante de português entende que o sujeito representado pela elipse é “Eu”. Em compensação, dificilmente se poderia compreender a mesma proposição sem um referente anterior no caso da terceira pessoa. Em “É brasileiro”, cabe um sem-fim de possibilidades de preenchimento dessa elipse: “Ele é brasileiro”; “Meu pai é brasileiro”; “Carlos é brasileiro”; “O advogado é brasileiro” etc. Essas inúmeras possibilidades derivam-se também do fato de que, na realidade, a terceira pessoa define-se muito mais pelo que não é: em nosso idioma, a terceira pessoa representa “o universo”, tudo que não for a primeira nem a segunda pessoa. 11/11/24, 19:31 Revisar envio do teste: PSA 2024/2 – PSA - LETRAS (... https://ava.ead.unip.br/webapps/assessment/review/review.jsp?attempt_id=_109334748_1&course_id=_289945_1&content_id=_4288726_1&r… 13/14 Segunda-feira, 11 de Novembro de 2024 19h29min25s GMT-03:00 Resposta Selecionada: e. Outros papéis fazem referências específicas a pessoas ou coisas. Os referentes da primeira e da segunda pessoas são, portanto, definidos pelo papel de fala do falante e do ouvinte. Já a terceira pessoa é inerentemente coesiva, pois se refere anaforicamente a outro item no texto ou fora dele. Essa distinção ressalta que os pronomes de primeira e de segunda pessoas fazem referência à situação, e os pronomes de terceira pessoa referem-se anafórica ou cataforicamente ao texto ou a algo fora dele, isto é, a terceira pessoa é definida negativamente como “não-primeira ou não-segunda”, e, na situação de fala, não é “pessoa”, não é um papel. Nesse sentido, “Eu” e “Tu” (ou a forma de tratamento “Você”) são dados pela situação, e a terceira pessoa implica (“Ele”; “Ela”), consequentemente, a presença de um referente em algum lugar do texto ou até fora dele, podendo ser ou não, literalmente, uma pessoa. ALVES-SILVA, J. J. Os pronomes pessoais em espanhol e em português: um estudo contrastivo sob a perspectiva sistêmico-funcional. Dissertação (mestrado em Linguística Aplicada e Estudos da Linguagem) – Departamento de Linguística Aplicada e Estudos da Linguagem, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. São Paulo, p. 128. 2004 (com adaptações). Com base na leitura e nos seus conhecimentos, avalie as afirmativas. I. Observa-se, nos quadrinhos, o uso inadequado do pronome “ela”, uma vez que o animalzinho de estimação entendeu incorretamente a mensagem e entrou na casa. II. Nos quadrinhos, o uso do pronome “ela” ocorre de forma ambígua, podendo ser aplicado “à casa” ou “à cachorra”, característica na qual reside o sentido de humor da história. III. O uso do pronome “ela” nos quadrinhos ocorre em conformidade com o que o texto indica, uma vez que pode ser aplicado a uma infinidade de referentes em língua portuguesa. É correto o que se afirma apenas em II e III. ← OK 11/11/24, 19:31 Revisar envio do teste: PSA 2024/2 – PSA - LETRAS (... https://ava.ead.unip.br/webapps/assessment/review/review.jsp?attempt_id=_109334748_1&course_id=_289945_1&content_id=_4288726_1&r… 14/14