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Universidade Mauricio de Nassau - UNINASSAU Aluna: Lindalva Silva Nonato Matricula: 01525730 Curso: Enfermagem – 8º período PACIENTES – MEDSENIOR Paciente: S.F.G. D.N. 22/05/1948 A paciente deu entrada no Pronto Atendimento desta unidade no dia 20/08/2024, trazida por parentes que informaram que ela passou por uma angioplastia no dia 16/08/2024. Após esse procedimento, ela apresenta sintomas como algia intensa, êmese, dor torácica, falta de ar, fraqueza e diminuição da mobilidade. Paciente consciente, bem informada, caminhando com auxílio, respirando ar ambiente, respondendo aos estímulos, corada e hidratada. De acordo com o acompanhante, ele apresenta dislipidemia, hipertensão e osteoporose. Não possui alergias. Sinais vitais: Pressão arterial: 156x71; frequência cardíaca: 78; temperatura: 36,5°C; SatO2 98%; frequência respiratória: 16. Em MSD, foi realizado um acesso venoso periférico. Paciente usando fralda geriátrica, apresentando eliminação fisiológica, sem edema nos MMII, porém em posição fetal, com intensa dor à mobilização passiva e rigidez e contração muscular. Diagnóstico Clinico: Dor torácica. Diagnóstico de enfermagem: Síndrome do idoso frágil. Objetivos: - Manter integridade da pele; - Prevenção de quedas; - Prevenção da dor; - Estabilidade hemodinâmica; - Hidratação; - Higiene. Intervenções: - Sinais vitais de 4/4 horas; - Manter grades elevadas; - Cabeceira em 45°; - Orientação de banho para acompanhante; - Administração de medicação endovenosa e oral conforme prescrição medica; - Orientar acompanhante a chamar a equipe pela campainha conforme necessidade; - Esclarecimento de dúvidas. Paciente: B.C.R.F. D.N.: 25/09/1929 O paciente foi admitido nesta unidade no dia 11/08/2024, trazido por parentes que relataram hematúria e anúria há cerca de um dia. Chega lúcido, orientado, corado, hidratado, eupnéico, anictérico, afebril, caminhando com ajuda e respirando ar puro. Conforme declarações da família, o paciente apresenta hiperplasia prostática, ansiedade e Hipertensão Arterial Sistêmica, além de ser alérgico à nimesulida. Sinais vitais: Pressão arterial: 145x69; frequência cardíaca: 69; temperatura: 36,5; SatO2: 93%, frequência respiratória: 18 irpm. Em MSD, foi realizado um acesso venoso periférico. Em 22/08/2024: o paciente continua internado, com 11 dias de hospitalização, com sinais vitais estáveis, acompanhado, com aceitação parcial da alimentação oral, sem edema nos membros, pele intacta, acesso venoso periférico sem sinais flogísticos e sem perdas de urina na fralda. Paciente em tratamento com MERONEM no nono dia. Diagnóstico Clinico: Hematúria A/E ITU Diagnóstico de enfermagem: Síndrome do idoso frágil. Objetivos: - Manter integridade da pele; - Prevenção de quedas; - Prevenção da dor; - Estabilidade hemodinâmica; - Hidratação; - Higiene - Antibioticoterapia Intervenções: - Sinais vitais de 4/4 horas; - Manter grades elevadas; - Cabeceira em 45°; - Orientação de banho para acompanhante; - Administração de medicação endovenosa e oral conforme prescrição medica; - Orientar acompanhante a chamar a equipe pela campainha conforme necessidade; - Esclarecimento de dúvidas. Paciente: A.M.R.S. D.N: 15/12/1948 Paciente é levado à Unidade pelo Corpo de Bombeiros após cair de um telhado de aproximadamente 3 metros, consciente, orientado, em posição de prancha e com colar cervical, respirando ar ambiente, respondendo a estímulos e relatando dores no hemicorpo direito como resultado final. Durante a avaliação, o paciente apresentava sinais vitais estáveis, escoriações, ausculta pulmonar isenta de ruídos adventícios, abdômen globoso e sinais vitais estáveis. FC: 96; Pressão arterial: 125/88; SpO2 90% (leitura complicada, também relatada pelo CBMDF), Glicemia capilar: 165. De acordo com o relato da família, o paciente sofre de diabetes e hipertensão e só se recordaram da medicação Fosfato de Sitagliptina 100 mg uma vez ao dia, descartando possíveis alergias. Protocolo de trauma iniciado na ala vermelha, enviado para o TC para a realização de exame de imagem cefalo-caudal. sem intercorrências. Realizado acesso venoso periférico nº 20 salinizado em membro superior direito. Após realização do exame de imagem, paciente foi medicado com os seguintes fármacos: tramadol diluído em 100 ml de soro fisiológico e tenoxicam. Após algum tempo, paciente apresentou êmese (2 episódios), sendo então medicado com Bromopida. Depois de concluir a avaliação por imagem, o paciente recebeu os seguintes medicamentos: tramadol diluído em 100 ml de soro fisiológico e tenoxicam. Depois de um tempo, o paciente desenvolveu êmese (2 episódios), sendo tratado com Bromopida. Em tempo, após mais de 6 horas na ala vermelha, o paciente não exibiu diurese, resultando na aplicação de uma sonda vesical de longa duração que resultou na eliminação de mais de 500 ml de forma imediata. Diagnóstico clinico: possível politraumatismo, bexigoma. Diagnósticos de enfermagem: Risco de trauma físico, náuseas, dor aguda, eliminação urinária prejudicada. Objetivos: - Manter sinais vitais estáveis; - Controle do processo álgico; - Estabilização do sistema musculoesquelético; - Controle da dor - Controle da Náusea e Vômito; - Diminuição de risco de bronco aspiração; - Auxilio na eliminação urinaria. Intervenções: - Estabilização hemodinâmica; - Monitorar sinais vitais de hora em hora; - Vigilância; - Manter maca 180° com posição de Trendelenburg reverso - Administração de medicação conforme prescrição médica; - Mobilização em bloco; - Manter colar cervical a pedido; - Sondagem vesical de demora. - Cuidados com a sonda. Paciente: C.A.de A. D.N.: 15/07/1951 Paciente foi admitido no Pronto Socorro desta Unidade, encaminhado pelo médico nefrologista. Felipe Alves Campos apresenta quadro de crise dialítica. Esta é uma paciente com Doença Renal Crônica em hemodiálise que, no sábado, 24 de agosto de 2024, compareceu à sessão de hemodiálise com o cateter PERMCATH "rompido", impossibilitando a execução do procedimento devido ao derramamento de sangue. Então, foi direcionada ao Cirurgião Vascular para que este providenciasse um novo acesso. De acordo com ele, a paciente "não tinha veia", então "colou" o local do vazamento do cateter e a encaminhou de volta à clínica para a hemodiálise, com a recomendação de substituir o cateter apenas na quarta-feira dia 28/08/2024. No entanto, ao ligar a paciente à máquina, o cateter voltou a vazar sangue não sendo viável executar o processo. Levando em conta que a última sessão de diálise da paciente ocorreu no dia 22/08 e que ela estava 8 Kg acima do peso, ela foi levada ao Pronto Socorro. No dia 28/08, chegamos ao plantão com a paciente em isolamento, em estado crítico, à espera de uma vaga em uma Unidade de Terapia Intensiva para a realização de um novo acesso venoso para a realização de hemodiálise. Estava sedada, em anasarca, entubada com TOT no 7,5, rima 22, respirando através de ventilação mecânica com as seguintes configurações: FiO2: 30%, Pinsp 12; FR: 20rpm; PEEP: 12; modo AC/PC. Está hipocorada, anictérica, acianótica e sem eliminar na fralda. Continue tomando os seguintes medicamentos: Rocuronio: 15,0 ml/h; Fentanil: 8,0 ml/h; Midazolam: 8,0 ml/h.; Noradrenalina: 4,0 ml/h. Segundo informações colhidas, a paciente possui HAS, DRC dialitica e cardiopatia com as seguintes medicações de uso continuo: aradois 50mg/ selozok 25 mg/ pressat 5 mg/ sinvacor 40 mg/ AAS 100 mg/ apresolina 50 mg/ atensina 150 mg. Diagnóstico Clinico: Emergência dialitica. Diagnóstico de enfermagem: Risco de desequilíbrio eletrolítico; volume de líquidos excessivo; troca de gases prejudicada; debito cardíaco diminuído; risco de trombose; risco de infecção; risco de choque; integridade da pele prejudicada; risco de lesão por pressão no adulto; risco de trauma vascular. Objetivos: - Melhora da função renal; - Melhora da perfusão tissular pulmonar; - Controle do estado circulatório; - Controle de riscos de infecção - Estabilidade hemodinâmica; - Controle do estado respiratório:trocas gasosas Intervenções: - Manter controle hidroeletrolítico; - Terapia por hemodiálise; - Sinais vitais de hora em hora; - Gasometria beira leito; - Administração de medicação conforme prescrição medica; -Llimpeza e vigilância dos cateteres centrais; - Monitorização respiratória. - Manter grades elevadas; - Cabeceira em 45°; - Mínima manipulação. Paciente:R.S.da.S. D.N.: 06/10/1946 Em 28/08/2024, uma paciente internada na unidade de terapia intensiva para investigar hematoquezia e recente deterioração da função renal, que apresentava dor abdominal ao toque, é transferida para a sala de emergência com episódios de tremores e taquicardia. Chega à ala vermelha, lúcida, confusa, acianótica, anictérica, confinada ao leito, respirando com um cateter nasal de oxigênio a 3 l/min, com febre. Imediatamente, foi feito um acesso venoso periférico calibrado na jugular externa direita (J20), exibindo os seguintes sinais vitais: Pressão arterial: 140x58; frequência cardíaca: 153 bpm; frequência respiratória: 15 irpm, SpO2: 98%. A paciente tem sensibilidade à dipirona, amoxicilina e penicilina, e está sendo tratada com cefriaxona e metronidazol. A medicação foi administrada de acordo com a prescrição médica e a paciente apresentou melhora em seu quadro clínico. Diagnóstico Clinico: FA agudizada/ IRA/DHE/ tendência a sangramento. Diagnóstico de enfermagem: Síndrome do idoso frágil; risco de sangramento; risco de temperatura corporal desequilibrada; insuficiência cardíaca; troca de gases prejudicada. Objetivos: - Manter integridade da pele; - Prevenção de quedas; - Prevenção da dor; - Estabilidade hemodinâmica; - Hidratação; - Higiene. - Estado respiratório: trocas gasosas. - Prevenção de sangramento - Termorregulação; Intervenções: - Sinais vitais de hora em hora; - Manter grades elevadas; - Cabeceira em 45°; - Administração de medicação endovenosa e oral conforme prescrição medica; - Oxigenoterapia. - Monitorização multiparametrica; - Vigilância Paciente: M. N.F. D.N.:25/06/1955 O paciente deu entrada nesta Unidade através do Pronto Atendimento no dia 20/08/2024, acompanhado da família, com queixas de mal-estar geral, em tratamento contra o câncer, mas desconhece o diagnóstico e veio para uma avaliação médica. Chega consciente, orientado, com coloração avermelhada, hidratado, anictérico e acianótico, respirando ar ambiente e caminhando sem ajuda, apresentando os seguintes sinais vitais: PA: 106x63, FC:93 bpm, SatO2: 87%, sendo categorizado como Laranja conforme o protocolo de Manchestter. Em 22/08/2024 o paciente continua internado, com sinais vitais estáveis, sob supervisão, com uso de cateter nasal de oxigênio, realizando higiene com aspersão de água com a ajuda de uma cadeira de banho, alimentando-se por via oral, sem edema nos membros, pele intacta e acesso venoso periférico em MSD.sem sinais flogisticos, eliminações presentes em fralda. Paciente segue em desospitalização no período vespertino em cuidados paliativos com acesso venoso periférico. Diagnóstico Clinico: Sepse de foco pulmonar. Diagnóstico de enfermagem: Síndrome do idoso frágil, troca de gases prejudicada. Objetivos: - Manter integridade da pele; - Prevenção de quedas; - Prevenção da dor; - Estabilidade hemodinâmica; - Hidratação; - Higiene. - Estado respiratório: trocas gasosas. Intervenções: - Sinais vitais de 4/4 horas; - Manter grades elevadas; - Cabeceira em 45°; - Orientação de banho para acompanhante; - Administração de medicação endovenosa e oral conforme prescrição medica; - Orientar acompanhante a chamar a equipe pela campainha conforme necessidade; - Esclarecimento de dúvidas. - Oxigenoterapia. - Fisioterapia respiratória. Paciente: L.B.C. D.N: 23/01/1926 Paciente foi admitido nesta unidade pelo CBMDF às 03:50, apresentando-se debilitada, diagnosticada com déficit neurológico global e sem mudanças nos sinais vitais. A família afirma ter escutado um ruído no quarto da paciente por volta das 02h30 e a encontrou em uma posição incomum na cama (atravessada). Também menciona que a última vez que a viu sem qualquer déficit foi por volta das 20h do dia anterior, quando começou a tomar clonazepam e a pegar no sono. A família também nega a ocorrência de febre, falta de ar ou sangramento nas mucosas. Chega à ala vermelha apresentando confusão mental, disartria, abertura de olhos espontânea e uma diminuição significativa de força nos quatro membros. Está agitada, normocorada, hidratada, eupnéica, respirando ar ambiente, anictérica e reativa à manipulação. O eletrocardiograma revelou-se adequado.com as patologias de base: Fibrilação atrial crônica e Bloqueio de ramo direto. Foi realizado uma tomografia de crânio após 15 minutos de chegada no qual mostrou-se sem anormalidades. Sinais Vitais: PA: 180x73; FC: 72 bpm; SatO2: 95%, Glicemia capilar: 144. Após 8 hs de observação na sala vermelha, a mesma apresentou um desconforto ao urinar em fralda, apresentando distensão abdominal, sendo realizado, então uma sondagem vesical de alivio. Segundo o relato da família, os medicamentos em uso incluem: Metoprolol 25 mg, Diltiazem 60 mg, Trimetadzidina 35 mg, Rosuvastadina 10 mg, Cilostazol 50 mg, Mirtazapina 15 mg e Clonazepan em gotas. Comorbidades: - pessoa idosa debilitada + uso de vários medicamentos + instabilidade postural + risco de cair; Fibrilação atrial; Insuficiência venosa periférica; Hipertensão arterial; Diabetes Mellitus; Doença arterial coronariana (sem angioplastia ou RVM); Diarreia crônica; Intolerância à lactose. Hipótese diagnostica: AVEi fora de janela de trobólise. Diagnóstico de enfermagem: Síndrome do idoso frágil; constipação; motilidade gastrintestinal disfuncional; débito cardíaco diminuído; risco de pressão arterial instável; confusão aguda; risco de aspiração; conforto prejudicado; eliminação urinaria prejudicada. Objetivos: - Manter integridade da pele; - Prevenção de quedas; - Prevenção da dor; - Estabilidade hemodinâmica; - Hidratação; - Higiene. -- Prevenção de sangramento - Auxilio na eliminação urinária. Intervenções: - Sinais vitais de hora em hora; - Manter grades elevadas; - Realizar contenção de membros para proteção do acesso venoso e da agitação; - Cabeceira em 45°; - Administração de medicação endovenosa e oral conforme prescrição medica; - Monitorização multiparametrica; - Vigilância; - Sondagem vesical de alivio. Paciente: R.S.C. D.M.: 09/08/1934 Paciente procura o Pronto Atendimento desta unidade com queixa de dor nas pernas e problemas para dormir, concluindo o tratamento com um antibiótico (tazocin). Com 90 anos, sofre de síndrome mielodisplasica e apresenta um quadro de anemia (8000). Chega em estado geral regular, orientada, hipocorada, hidratada, eupneica, anictérica, afebril, com fascites atípicas. Anda com a ajuda de uma cadeira de rodas, mantendo a fala e o raciocínio intactos. Sinais vitais: Pressão arterial: 128x67; frequência cardíaca: 78 bpm; temperatura: 36,9oC, Sato2: 96. Para: 16. Remoções encontradas na fralda. Sintroid, Pantoprazol, Daflon, Pregabalina, Diovan, Mimpara, Symbalta, Glifage e levotiroxina. Histórico anterior: dengue em janeiro de 2024, influenza em maio do mesmo ano, diabetes mellitus, hipertensão arterial, hipotireoidismo, DRC e osteoporose. Diagnóstico clinico: Síndrome mielodisplastica com plaquetopenia. Diagnóstico de enfermagem: Síndrome do idoso frágil; risco de choque; risco de sangramento; risco de reação alérgica. Objetivos: - Manter integridade da pele; - Prevenção de quedas; - Prevenção da dor; - Estabilidade hemodinâmica; - Hidratação; - Higiene. -- Prevenção de sangramento; - Monitorar coagulação sanguínea. Intervenções: - Sinais vitais de hora em hora; - Manter grades elevadas; - Identificação de riscos; - Cabeceira em 45°; - Administração de transfusão de concentrado de hemácias filtrado e fenotipado e plaquetas - Monitorização - Vigilância; Paciente: E.S.J. DN: 19/05/1942 Paciente comparece ao Pronto Socorro desta unidade, alegando que sofreu trauma nos quirodáctilos 3,4 e 5 da mão direita há dois anos, e que atualmente sente dor e tensão nesses locais. Chega em BEG, bem orientada, corada, hidratada, eupnéica, anictérica, afebril, caminhando sem ajuda, respirando ar puro. Sinais vitais: Pressão arterial: 136x78; frequência cardíaca: 74; temperatura: 36,2; SatO2: 96. Paciente com HAS e Diabetes Mellitus. Aradois, desvenlafaxina e glifage são os medicamentos atualmente em uso. Diagnóstico clinico: Tendinite Diagnóstico de enfermagem: dor crônica. Objetivos: - Controle da dor; Intervenções: - Administração de medicação conforme prescrição médica; - Conforto. Paciente: L.V.do S. DN: 11/11/1953 Paciente chega ao serviço de emergência com queixas de dor na região torácica, dor nos músculos do MMI e nos arcos costais. A acompanhante menciona que essas dores se intensificaram há três dias, sendo descrita pela paciente como uma dor de "aperto". Ela chega ao BEG orientada, corada, hidratada, eupnéica, anictérica, afebril, respirando ar ambiente e caminhando com ajuda. Sinal Vital: Pressão Arterial: 106x72; Frequência Cardíaca: 74; Temperatura: 36,2; SatO2: 96; FR: 16. Paciente com antecedentes de Hipertensão Arterial Sistêmica, AVC, doenças cardíacas e diabetes. Uso de medicamentos: Pregabalina, Rivastigmina, CBD 1% FULL SPECTRUM, THC 1% FULL SPECTRUM, Metoprolol, Rosuvastatina, Pantoprazol e Metformina. Diagnóstico clinico: Síndrome coronariana aguda Diagnóstico de enfermagem: dor aguda, síndrome da idosa frágil, risco de perfusão tissular cardíaca diminuída Objetivos: - Controle da dor; - Estabilização do Estado Circulatorio Intervenções: - Administração de medicação conforme prescrição médica; - Realização de exames complementares; - Precauções cárdicas; - Controle de medicamentos; - Supervisão. Paciente: T.J.O. DN: 27/08/1953 O paciente chega ao Pronto Socorro relatando dor no flanco direito há aproximadamente três dias. Nega náuseas e vômitos. Chega a BEG com consciência, orientação, hidratação adequada, corada, eupneica, anictérico, afebril, respirando ar ambiente e caminhando sem assistência. Sinal Vital: Pressão Arterial: 179x97; Frequência Cardíaca: 72; Temperatura: 36,6, SatO2: 96%; FR: 16. Rejeita comorbidades, uso contínuo de medicamentos e reações alérgicas a medicamentos. Diagnóstico clinico: Abdome agudo Diagnóstico de enfermagem: dor aguda; risco de função cardiovascular prejudicada. Objetivos: - Controle da dor; - Controle da hipertensão Intervenções: - Administração de medicação conforme prescrição médica; - Realização de exames complementares; - Orientações gerais. Paciente: U.V.P. DN: 06/08/1935 Paciente comparece ao Pronto Socorro para substituir curativos de acordo com o cronograma de 48 horas, e familiares relataram que ela tem mostrado desorientação e agitação psicomotora noturna no período noturno há quatro dias. Nega febre, sintomas respiratórios, dor abdominal, diarreia, vômitos, hemorragias, dor no peito, palpitações, claudicações, dores nas pernas, sintomas neurológicos localizados e desmaios. Chega a REG lúcida, desorientada no espaço e no tempo, anictérica, hidratada, afebril, eupnéico, assintomático, respirando ar ambiente, caminhando com ajuda. Sinais vitais: Pressão arterial: 73x50; frequência cardíaca: 70 bpm; temperatura: 36; FR: 15. Nega reações alérgicas. Tem como antecedentes: ICC descontrolada, DRC aguda e celulite nos membros inferiores.Medicamentos em uso: Pantoprazol/ Carvedilol/ AAS/ Rosuvastatina/ Furosemida/ Espironolactona/ Hidroclorotiazida/ Slow k. Paciente em cuidados paliativos predominantes- não realizar medidas macroinvasivas. Diagnóstico clinico: Delirium/ sd infecciosa? / DHE? Diagnóstico de enfermagem: Síndrome do idoso frágil, integridade da pele prejudicada, volume de liquido excessivo, debito cardíaco diminuído, perfusão tissular periférica ineficaz, confusão aguda, Objetivos: - Controle da dor; - Manter integridade da pele; - Estabilidade hemodinâmica; - Hidratação Intervenções: Sinais vitais de 4/4 horas; - Manter grades elevadas; - Cabeceira em 45°; - Orientação de banho para acompanhante; - Administração de medicação endovenosa e oral conforme prescrição medica; - Orientar acompanhante a chamar a equipe pela campainha conforme necessidade; - Esclarecimento de dúvidas. - Realização de exames complementares. Paciente: D.A.S. DN: 16/06/1938 Paciente que deu entrada no pronto socorro desta unidade, acompanhada do filho, relatou que interrompeu a alimentação há três dias, o que resultou em piora do estado geral, diminuição da diurese, prostração, agitação, delírio, confusão mental e dor lombar à esquerda. Ainda reclamou de evacuação diarreica, escura e com um cheiro fétido. Também se queixa de tosse com rajadas de sangue e perda de peso nos últimos três meses, suor noturno, náuseas/vômitos recorrentes com piora do estado geral e intolerância à dieta oral. No exame do dia 11/09, ela se encontrava sonolenta, sem responder ao chamado, com queda da mandíbula, gasping, usando máscara reinalante de 10 L/min, respiração lenta e profunda, pulsos delicados., FC aumenta (avaliação por pulso, pois os aparelhos não leram os sinais vitais), em processo ativo de morte, sem despertar nas últimas 48 horas. Em avaliação da enfermagem, paciente encontra-se acamada, sem despertar ao chamado, respiração lentar com uso de oxigênio por mascara reinalante, hipocorada, desidratada, anictérica, acianótica, afebril, emagrecida, ferida com curativo oclusivo em região sacral, e início de lesão por pressão (vermelhidão sem ruptura da pele) em costelas e em maléolos, em processo ativo de morte. Lista de Problemas clínicos: síndrome consumptiva/ processo neoplásico/ massa mediastinal e pulmonar/ encefalopatia neoplásica/ cuidados de fim de vida/ dispneia/ linfangite carcinomatosa. Diagnóstico clinico: CA mediastinal; síndrome consumptiva grave. Diagnostico de enfermagem: Síndrome do idoso frágil, troca de gases prejudicada; integridade da pele prejudicada Objetivos: - Manter integridade da pele; - Prevenção de quedas; - Prevenção da dor; - Hidratação; - Higiene; - Estado respiratório: trocas gasosas. Intervenções: - Manter grades elevadas; - Cabeceira em 45°; - Banho no leito com a mínima manipulação; - Oxigenoterapia. - Administração de medicação endovenosa conforme prescrição medica; - Orientar acompanhante a chamar a equipe pela campainha conforme necessidade; - Esclarecimento de dúvidas. Paciente: R.F.B. DN: 10/05/1945 O paciente, acompanhado pela filha, chegou à ala vermelha da unidade trazido pelo CBMDF. Ela relatou febre diária persistente por cerca de uma semana, apresentando náuseas e vômitos. Filha relatou que ele foi diagnosticado com linfoma em 2021 e, em consulta anterior, desenvolveu novas lesões pulmonares. A família também relatou tosse seca intermitente com duração de três semanas, sem outros sintomas associados a infecção respiratória. Apresentando fraqueza e perda de apetite. Sinais vitais abrangentes. Na avaliação, o paciente evoluiu com dispneia e posteriormente foi transferido para leito da UPC devido a grave desconforto respiratório, dessaturação e descompensação por pneumonia. Na admissão, paciente em REG, hipocorado, hidratado, consciente, desorientado, ativo, com boa saturação, com boa aceitação, dispneico, deambulando com auxilio, estável hemodinamicamente sem uso de drogas vasoativas. Nega alergias. Medicamentos em uso: losartana, Sinvastatina, pramipexol, cálcio e vitamina C. Problemas identificados: TCE leve; pneumonia. Diagnóstico clinico: Pneumonia Diagnostico de enfermagem: Síndrome do idoso frágil, ineficaz, pneumonia. Objetivos: - Prevenção de quedas; - Prevenção da dor; - Hidratação; - Higiene; - Controle de secreção e tosse Intervenções: - Manter grades elevadas; - Cabeceira em 45°; - Orientação de higiene com o acompanhante; - Administração de medicação endovenosa conforme prescrição medica; - Orientar acompanhante a chamar a equipe pela campainha conforme necessidade; - Esclarecimento de dúvidas. - Conforto para melhorada respiração. Paciente: H.F.G. DN: 22/08/1937 O paciente recorreu ao pronto socorro desta unidade após ter sido hospitalizado em um hospital do Amazonas há cerca de 11 dias, diagnosticado com encefalite viral e apresentando paresia no membro superior esquerdo como consequência. Hoje de manhã, ele mostrou paralisia, especialmente na perna direita, instabilidade, redução da capacidade de caminhar, além de hiporexia, febre não controlada e dores na nuca. Paciente em Reabilitação Geral, com coloração pálida, hidratada, anictérica, com febre, ativa e reativa, caminhando com ajuda, tranquila e orientada. Indicadores vitais: Pressão arterial: 11x59; ritmo cardíaco: 58; temperatura: 36,5; SatO2: 98%; frequência respiratória: 19. Possui como condições correlatas HAS e DM, bem como um histórico de delírios. Realizado acesso venoso periférico e encaminhado para a unidade hospitalar. Medicações em uso: losartana/ anlodipino/ sinvastatina/ quetiapina/ lamotrigina/ insulina NPH. Diagnóstico clinico: síndrome demencial mista progressiva + encefalite límbica de etiologia paraneoplásica? Autoimune? Infecção de foco a esclarecer? Sindrome de Press? Mielite? Diagnostico de enfermagem: Síndrome do idoso frágil, risco de perfusão tissular cerebral prejudicada, confusão crônica, troca de gases prejudicada; integridade da pele prejudicada Objetivos: - Manter integridade da pele; - Prevenção de quedas; - Prevenção da dor; - Hidratação; - Higiene; - Tomada de decisão Intervenções: - Manter grades elevadas; - Cabeceira em 45°; - Higiene - Administração de medicação endovenosa conforme prescrição medica; - Orientar acompanhante a chamar a equipe pela campainha conforme necessidade; - Esclarecimento de dúvidas; - Promoção do envolvimento familiar. Paciente: R.T.R.dos S. DN: 27/05/1956 Paciente com queixa principal de fraqueza, astenia severa e dois episódios de síncope, além de estar com hipertensão, é atendida no Pronto Socorro. Nega febre, falta de ar, sincope, dor no peito ou outros sintomas de alerta no momento. Chega à unidade de BEG, consciente, orientada, corada, hidratada, eupnéica, anictérica, afebril, respirando ar ambiente e caminhando sem ajuda. Vem para uma consulta médica e posterior transferência para um procedimento urgente previamente agendado. Uso de medicamentos: losartana/ Rosuvastatina/ AAS. Diagnóstico clinico: Oclusão e estenose em carótidas. Diagnóstico de enfermagem: Debito cardíaco diminuído Objetivos: - Controle da hipertensão; - Melhora do estado circulatório. Intervenções: - Sinais vitais de 4/4 hs - Administração de medicação conforme prescrição médica; - Realização de exames complementares; - Orientações gerais. Paciente: T.S.G. DN: 18/06/1929 Paciente em uma cama de enfermaria após dar entrada no hospital, acompanhada pela filha, que estava em uma cadeira de rodas, com queixa de desconforto ao urinar. No leito, ela continua hipocorada, hidratada, acianótica, afebril, desorientada em relação ao tempo, respirando ar ambiente, deitada e eliminando urina por SVD. Sinal de vida estável. Histórico Médico: Recorrente ITU, artrite reumatoide, diabetes, leucopenia por elucidar, neuralgia do trigêmeo, arritmia, COVID anterior e antecedentes de embolia pulmonar em uso de anticoagulante, síndrome mielodisplasica e neutropenia febril. Indica 4 doses da vacina contra COVID. Alergias a medicamentos: Aspirina, cetoprofeno, diclofenaco, dipirona, ibuprofeno, meloxicam, naproxeno, penicilina, tenoxicam, cefalosporina, sulfa, cefepima, entre outros.Medicação de uso regular: duloxetina/ gliclazida/ janumet/ clopidogrel/ gabapentina/ risperdiona/ sucrafilm/ cranberry/ muvinlax/ domperidona/ prednisona/ cloroquina/ tramadol Diagnóstico Clinico: hiponatremia, ITU recorrente, hipoatividade. Diagnóstico de enfermagem: Síndrome do idoso frágil, eliminação urinária prejudicada. Objetivos: - Manter integridade da pele; - Prevenção de quedas; - Prevenção da dor; - Eliminação urinária por sonda vesical de demora Intervenções: - Sinais vitais de 4/4 horas; - Manter grades elevadas; - Cabeceira em 45°; - Banho no leito; - Administração de medicação endovenosa e oral conforme prescrição medica; - Orientar equipe de enfermagem quanto às alergias medicamentosas; - Monitorização hídrica; - Cuidados com a sonda; - Orientar acompanhante a chamar a equipe pela campainha conforme necessidade; - Esclarecimento de dúvidas Paciente: B.O. F. DN: 12/06/1941 Paciente, acompanhada pelos filhos, chega à ala vermelha desta unidade, trazida pelo CBMDF. Ela relata uma febre persistente diária há aproximadamente um mês, porém, a piora está associada ao quadro de náuseas e vômitos. Tratamento de ITU e PNM, realizado de maneira adequada, porém sem progresso. Filho relata que ela foi diagnosticada com linfoma em 2015 e, em consultas anteriores, surgiram novas lesões pulmonares. Familiares também relatam um quadro de tosse seca intermitente há um mês, sem outros sinais de infecção respiratória relacionados. Rejeita sintomas urinários e detalha episódios de diarreia após a utilização de antibióticos. Demonstra sintomas de adinamia, hiporexia e confusão cognitiva. Sinais vitais consolidados. Direcionada para a cama da enfermaria. afebril, eupneica, deambulando com auxílio. História pregressa: Linfoma em 2015; colecistectomia com complicações cirúrgicas em 2019; DLP; hipotireoidismo; ex-tabagista; etilismo social. Diagnóstico clinico: febre de origem indeterminada; síndrome de lise tumoral?/ ITU?. Diagnostico de enfermagem: Síndrome do idoso frágil, distúrbio da imagem corporal, eliminação urinaria prejudicada. Objetivos: - Prevenção de quedas; - Prevenção da dor; - Hidratação; - Higiene; - Melhora da eliminação urinaria Intervenções: - Manter grades elevadas; - Cabeceira em 45°; - Orientação de higiene com a acompanhante; - Controle da eliminação urinaria; - Administração de medicação endovenosa conforme prescrição medica; - Orientar acompanhante a chamar a equipe pela campainha conforme necessidade; - Esclarecimento de dúvidas. Paciente: M. V.dos.S. DN: 27/03/1930 Paciente, acompanhada pelos filhos, chega à ala vermelha desta unidade, trazida pelo CBMDF. Ela relata uma febre persistente diária há aproximadamente um mês, porém, a piora está associada ao quadro de náuseas e vômitos. Tratamento de ITU e PNM, realizado de maneira adequada, porém sem progresso. Filho relata que ela foi diagnosticada com linfoma em 2015 e, em consultas anteriores, surgiram novas lesões pulmonares. Familiares também relatam um quadro de tosse seca intermitente há um mês, sem outros sinais de infecção respiratória relacionados. Rejeita sintomas urinários e detalha episódios de diarreia após a utilização de antibióticos. Demonstra sintomas de adinamia, hiporexia e confusão cognitiva. Sinais vitais consolidados. Direcionada para a cama da enfermaria.No momento da avaliação, paciente apresentou quadro de dispneia, sendo então encaminhado ao leito de UPC, devido a um desconforto respiratório importante com dessaturação, descompensação atribuída a quadro de pneumonia. Na admissão, paciente em REG, hipocorado, hidratado, consciente, desorientado, ativo, respirando por mascara reinalante a 8 l/min, com boa saturação, sendo alternado para cateter nasal a 4l/min, com boa aceitação, dispneico, deambulando com auxilio, estável hemodinamicamente sem uso de drogas vasoativas. Nega alergias. O paciente é transferido para a enfermaria. Histórico anterior: Arritmias, ICC, DLP, Radioterapia prévia com cateterismo prostático e DRC. Medicamentos em uso: losartana, propafenoma, paroxetina, furosemida, AAS, Sinvastatina, diosmina+hesperidina, prebictal, pramipexol, cálcio e vitamina D. Em uma cama de enfermaria, o paciente se encontra em bom estado geral, alerta, orientado, comunicativo, eupneico, hipocorado, hidratado, afebril, anictérico, respirando ar ambiente com boa saturação, emagrecendo, pele sensível com equimoses em MMSS, sendo monitorado e relatando melhora clínica progressiva semqueixas de tosse, desconforto respiratório ou dor. Problemas identificados: Fratura transtrocanteriana do fêmur esquerdo, que foi corrigida cirurgicamente em 02/09/2024; IRA Pré-Renal; TCE leve; pneumonia. Diagnóstico clinico: Fratura de fêmur. Diagnostico de enfermagem: Síndrome do idoso frágil, risco de perfusão renal ineficaz, pneumonia. Objetivos: - Prevenção de quedas; - Prevenção da dor; - Hidratação; - Higiene; - Controle de secreção e tosse Intervenções: - Manter grades elevadas; - Cabeceira em 45°; - Orientação de higiene com a acompanhante; - Administração de medicação endovenosa conforme prescrição medica; - Orientar acompanhante a chamar a equipe pela campainha conforme necessidade; - Esclarecimento de dúvidas. - Conforto para melhora da respiração. Paciente: M.P.S. DN: 24/02/1948 O paciente compareceu ao pronto-socorro para troca de curativo e a família relatou que apresentava desorientação e agitação psicomotora durante uma semana. Negava febre, sintomas respiratórios, dor abdominal, diarreia, vômito, hemorragia, dor torácica, palpitações, claudicação, dor nas pernas, sintomas neurológicos focais e síncope. Chega a REG lúcido, desorientado no espaço e no tempo, sem icterícia, hidratado, afebril, calmo, assintomático, respirando ar ambiente, deambulando com auxílio. Sinais vitais: Pressão arterial: 120x80; Frequência cardíaca: 85 bpm; Temperatura: 35; Negou anafilaxia. Sua história médica é: ICC não controlada e DRC aguda. Medicamentos em uso atualmente: pantoprazol /furosemida/espironolactona/hidroclorotiazida. Pacientes recebendo principalmente cuidados paliativos - nenhuma medida invasiva realizada. Diagnóstico clinico: Delirium/ sd infecciosa? / DHE? Diagnóstico de enfermagem: Síndrome do idoso frágil, integridade da pele prejudicada, volume de liquido excessivo, debito cardíaco diminuído, perfusão tissular periférica ineficaz, confusão aguda, Objetivos: - Manter integridade da pele; - Estabilidade hemodinâmica; - Hidratação Intervenções: -Sinais vitais de 4/4 horas; - Manter grades elevadas; - Cabeceira em 45°; - Orientação de banho para acompanhante; - Administração de medicação endovenosa e oral conforme prescrição medica; - Orientar acompanhante a chamar a equipe pela campainha conforme necessidade; - Esclarecimento de dúvidas. - Realização de exames complementares. Paciente: E.L. de A. DN: 16/09/1929 Paciente de 94 anos, admitido no Pronto Socorro desta instituição, conduzido pela equipe de suporte avançado. Este é um paciente que recentemente foi hospitalizado devido a melena+IRA, necessitando de leito de UTI por mais de 7 dias, mas que vem apresentando melhoras progressivas. Registro de fratura no fêmur esquerdo que exigiu correção cirúrgica, sem complicações. Recebeu alta no dia 02/09, apresentando melhora na anemia e sem novos episódios de melena relatados pelos parentes. Apresentou-se ao serviço de saúde há três dias com um quadro parecido: dor abdominal inespecífica ao menor toque e dor após tocar em qualquer parte do corpo. Foi examinada e liberada após avaliação médica. Hoje, retorna com dois episódios de vômito e febre. Em REG, encontra-se em estado de desidratação, hipocorada, eupneica, anictérica, acianótica, afebril, respirando em ar ambiente, deambulando com auxilio. Sinais Vitais: PA: 105x52; FC: 105 bpm; Temperatura: 36,4, SatO2: 96%; FR: 18., em uso de sonda naso enteral. Os exames laboratoriais mostram leucituria, bacteriuria e nitrito + leucocitose e elevação de PCR- US. Constipação funcional. Em leito, paciente acordada, consciente, orientada, mantendo contato, normocorada, hidratada, acianótica, anictérica, afebril, eupneica, deambulando com auxílio. História pregressa: Osteoporose; prótese de joelho bilateral; fratura de fêmur esquerdo Medicamentos em uso: escitalopram/ Buclina Diagnóstico clinico: febre e melena Diagnostico de enfermagem: Síndrome do idoso frágil, risco de perfusão tissular gastrointestinal ineficaz; risco de aspiração; mobilidade física prejudicada. Objetivos: - Prevenção de quedas; - Prevenção da dor; - Hidratação; - Higiene; - Melhora da eliminação gastrointestinal Intervenções: - Manter grades elevadas; - Cabeceira em 45°; - Orientação de higiene com a acompanhante; - Controle da eliminação urinaria e de fezes; - Administração de medicação endovenosa conforme prescrição medica; - Orientar acompanhante a chamar a equipe pela campainha conforme necessidade; - Esclarecimento de dúvidas. - Conforto. Paciente: R.D.G. DN: 18/12/1933 Paciente idosa debilitada, transportada em cadeiras de rodas pelas filhas, que relatam piora do estado neurológico nos últimos três dias e hiporexia. Elas enfrentam dificuldades para administrar medicamentos de uso contínuo, já que a paciente não consegue engolir. Reduzida, adormecida, com lesões na pele (fragilidade notável). Referem-se à diurese nas fraldas, negando quaisquer outros sintomas. Chega à REG com demência, rebaixamento de consciência, hipocora, desidratação, eupneia, anictérica, afebril, possivelmente em estado de cuidados paliativos. Sinal de vida estável. Uso de medicamentos: morfina a cada 4 horas, Bisoprolol, Espironolactona, Sabulgamol, Alenia, Furosemida e laxantes quando necessário. História Anterior: Demência; enfisema pulmonar e insuficiência cardíaca sem identificação de causa. Hipótese de diagnóstico clinico: Síndrome demencial; queda do nível de consciência; desidratação; sepse (urinário, pulmonar?); cuidados paliativos (exclusivos?) Diagnóstico de enfermagem: síndrome da idosa frágil, risco de perfusão tissular cardíaca diminuída; integridade da pele prejudicada; risco de volume de líquidos deficiente; confusão crônica. Objetivos: - Controle da dor; - Estabilização do Estado Circulatório; - Integridade Tissular: pele e mucosas - Hidratação; - Prevenção de quedas; - Higiene. Intervenções: - Manter grades elevadas; - Cabeceira elevada em 45º; - Manter aporte hídrico; - Banho no leito; - Sinais vitais de 4/4 horas; - Orientar acompanhante a chamar a equipe pela campainha conforme necessidade; - Esclarecimento de dúvidas. - Conforto. Paciente: S.L.B da S. DN: 07/11/1951 Paciente se apresenta acompanhado pela esposa, relatando tosse seca, dor dorsal, falta de ar, desconforto e astenia há um mês, com piora do quadro nos últimos 15 dias. Há um mês, foi examinado pelo médico e diagnosticado com pneumonia, recebendo orientação para antibioticoterapia em casa. No entanto, a situação do paciente piorou, resultando em um aumento dos leucócitos. Na Tomografia Computadorizada do tórax, identificou-se uma lesão expansiva hilar, porém sem a supervisão de uma equipe especializada. A esposa também menciona a presença de fezes escuras, com antecedentes de sangue oculto nas fezes e anemia em evolução. Apresenta-se no RG, lúcido e consciente, anictérico, hidratado, afebril ao toque, eupnéico, respirando ar ambiente, caminhando sem ajuda, com relato de perda de peso. Sinais vitais: Pressão arterial: 108/57 mmHg; frequência cardíaca: 94; temperatura: 36,9; SatO2: 94.% Medicamentos em uso: pantoprazol/ Clopidogrel/ Isossorbida/ Metformina/ Enalapril/ rosuvastatina/ dapagliflozina. Diagnóstico clinico: Lesão expansiva per-hilar à direita em investigação; Neoplasia?; Pneumonia associada; Anemia + sangramento TGI; Melena (sangue oculto nas fezes). Diagnostico de enfermagem: Risco de sangramento; perfusão tissular gastrointestinal ineficaz. Objetivos: - Prevenção de quedas; - Controle da dor; - Controle de sangramento gastrointestinal; Intervenções: - Sinais vitais de 4/4 horas; - Orientar quanto a grades elevadas quando em leito; - Sentar em cadeira; -Acompanhar para realização de exames complementares; - Administração de medicação endovenosa conforme prescrição médica; - Orientar acompanhante a chamar a equipe pela campainha conforme necessidade; - Esclarecimento de dúvidas. - Conforto. Paciente: V.T.O.P. D.M.: 28/10/1945 A paciente compareceu ao pronto-socorro com queixa de dores nas pernas, sendoo tratamento finalizado com antibióticos. Aos 79 anos desenvolveu síndrome mielodisplásica. O estado geral à chegada era normal, orientada, hidratada, calma, ictérica, afebril, com fasceíte atípica. Mantém intactos a fala e o raciocínio. Sinais vitais: Pressão arterial: 130x80 Frequência cardíaca: 81 bpm Temperatura: 36,9C, Medicamentos usados: Pantoprazol, Pregabalina, Glifage e Levotiroxina. História médica pregressa: diabetes, hipertensão, hipotireoidismo, Diagnóstico clinico: Síndrome mielodisplastica com plaquetopenia. Diagnóstico de enfermagem: Síndrome do idoso frágil; risco de sangramento. Objetivos: - Manter integridade da pele; - Prevenção de quedas; - Prevenção da dor; - Estabilidade hemodinâmica; - Hidratação; - Higiene. -- Prevenção de sangramento; - Monitorar coagulação sanguínea. Intervenções: - Sinais vitais de hora em hora; - Manter grades elevadas; - Identificação de riscos; - Cabeceira em 45°; - Monitorização - Vigilância; Paciente: D.L.G. D.N.: 24/01/1955 Em 23/09/2024, uma paciente internada na unidade de terapia intensiva para investigar hematoquezia e recente deterioração da função renal, que apresentava dor abdominal ao toque, é transferida para a sala de emergência com episódios de tremores e taquicardia. Chega à ala Amarela, consciente, confusa, acianótica, anictérica, confinada ao leito, respirando com um cateter nasal de oxigênio a 3 l/min, com febre. Imediatamente, foi feito um acesso venoso periférico calibrado na jugular externa direita (J20), exibindo os seguintes sinais vitais: Pressão arterial: 130x38; frequência cardíaca: 115 bpm; frequência respiratória: 16 irpm, SpO2: 98%. A paciente tem sensibilidade à dipirona, e está sendo tratada com cefriaxona e metronidazol. A medicação foi administrada de acordo com a prescrição médica e a paciente apresentou melhora em seu quadro clínico. Diagnóstico Clinico: FA agudizada/ IRA/DHE/ tendência a sangramento. Diagnóstico de enfermagem: Síndrome do idoso frágil; risco de sangramento; risco de temperatura corporal desequilibrada; insuficiência cardíaca; troca de gases prejudicada. Objetivos: - Manter integridade da pele; - Prevenção de quedas; - Termorregulação; -Prevenção da dor; - Estabilidade hemodinâmica; - Hidratação; - Higiene. - Estado respiratório: trocas gasosas. - Prevenção de sangramento Intervenções: - Sinais vitais de hora em hora; - Manter grades elevadas; - Cabeceira em 45°; - Monitorização multiparametrica; - Vigilância - Administração de medicação endovenosa e oral conforme prescrição medica; - Oxigenoterapia. Paciente: L.R.E. DN: 06/07/1941 Paciente chega ao serviço de emergência com queixas de febre. A acompanhante menciona que essa febre persiste a cerca de um mês. Ela chega ao BEG orientada, corada, hidratada, eupnéica, anictérica, febril, respirando ar ambiente e caminhando com ajuda. Sinal Vital: Pressão Arterial: 109x58; Frequência Cardíaca: 89; Temperatura: 39,2; SatO2: 96; FR: 16. Paciente com antecedentes de Hipertensão e diabetes. Uso de medicamentos: Pregabalina, Metoprolol, Rosuvastatina, Pantoprazol e Metformina. Diagnóstico clinico: Síndrome coronariana aguda Diagnóstico de enfermagem: febre, síndrome da idosa frágil, risco de perfusão tissular cardíaca diminuída Objetivos: - Controle da febre; - Estabilização do Estado Circulatório Intervenções: - Administração de medicação conforme prescrição médica; - Realização de exames complementares; - Controle de medicamentos; - Supervisão. Paciente: F.V.C. D.N.: 26/07/1943 Paciente internado na unidade de terapia intensiva para avaliação de deterioração recente da função renal desenvolveu dor abdominal à palpação, foi transferido para o pronto-socorro. Ao chegar à enfermaria, apresentava-se pálido, confuso, cianótico, com icterícia, acamado, respirando 3 L/min com cânula nasal. Evidenciando os seguintes sinais vitais: pressão arterial: 130x78; frequência cardíaca: 127 bpm; frequência respiratória: 14 rpm, SpO2: 95%. O paciente era sensível a penicilina e estava em tratamento com ceftriaxona e metronidazol. Tomando a medicação prescrita pelo médico, o quadro clínico do paciente melhorou. Diagnóstico Clinico: FA agudizada/ IRA/DHE/ tendência a sangramento. Diagnóstico de enfermagem: Síndrome do idoso frágil; risco de sangramento; insuficiência cardíaca. Objetivos: - Prevenção de quedas; - Prevenção da dor; - Estabilidade hemodinâmica; - Hidratação; - Higiene. - Prevenção de sangramento Intervenções: - Sinais vitais de hora em hora; - Manter grades elevadas; - Cabeceira em 45°; - Administração de medicação endovenosa e oral conforme prescrição medica; - Oxigenoterapia. - Monitorização multiparametrica; - Vigilância Paciente: T. L. da S. DN: 30/07/1936 Paciente chega ao Pronto Socorro com a queixa principal de fraqueza, astenia intensa e 3episódios de síncope, além de estar hipertensa. Nega febre, dispneia, sincope, dor torácica e quaisquer outros sinais de alarme no momento. Chega à unidade em BEG, lucida, orientada, corada, hidratada, eupneica, anictérica, acianótica, afebril, respirando em ar ambiente e deambulando sem auxilio. Vem para consulta medica e transferência para procedimento de urgência programado. Medicamentos em uso: losartana/ Rosuvastatina/ AAS. Diagnóstico clinico: Oclusão e estenose em carótidas. Diagnóstico de enfermagem: Debito cardíaco diminuido Objetivos: - Controle da hipertensão; - Melhora do estado circulatório. Intervenções: - Sinais vitais de 4/4 hs - Administração de medicação conforme prescrição médica; - Realização de exames complementares; - Orientações gerais. Paciente: l.M.R. DN: 18/12/1933 Paciente idosa frágil, trazida em cadeiras de rodas pelas filhas, que alegam piora do quadro neurológico nos últimos 3 dias, hiporexia, não estão conseguindo ofertar medicações de uso regular, pois paciente não deglute. Rebaixada, sonolenta, com feridas na pele (fragilidade importante). Alegam diurese em fraldas, nega outros sintomas. Chega em REG, demenciada, rebaixada, hipocorada, desidratada, eupneica, anictérica, acianótica, afebril, em possível estado de cuidados paliativos. Sinais vitais estáveis. Medicamentos em uso: morfina 4/4 horas/ Bisoprolol/ Espironolactona/ sabultamol/ Alenia/ Furosemida e laxantes quando necessário História Pregressa: Síndrome demencial; enfisema pulmonar e insuficiência cardíaca sem relatos de etiologia Hipótese de diagnóstico clinico: Síndrome demencial; queda do nível de consciência; desidratação; sepse (urinário, pulmonar?); cuidados paliativos (exclusivos?) Diagnóstico de enfermagem: síndrome da idosa frágil, risco de perfusão tissular cardíaca diminuída; integridade da pele prejudicada; risco de volume de líquidos deficiente; confusão crônica. Objetivos: - Controle da dor; - Estabilização do Estado Circulatório; - Integridade Tissular: pele e mucosas - Hidratação; - Prevenção de quedas; - Higiene. Intervenções: - Manter grades elevadas; - Cabeceira elevada em 45º; - Manter aporte hídrico; - Banho no leito; - Sinais vitais de 4/4 horas; - Orientar acompanhante a chamar a equipe pela campainha conforme necessidade; - Esclarecimento de dúvidas. - Conforto. Paciente: A.M.V. DN: 21/10/1930 Após a internação, a paciente estava deitada no leito acompanhada por uma nora, queixando-se de desconforto ao urinar. No leito, permanecia pálida, hidratada, cianótica, afebril, orientada, respirando ar ambiente e deitada. História médica: Infecção recorrente do trato urinário, artrite reumatoide, diabetes mellitus, Alergias a medicamentos: metamizol, ibuprofeno, penicilina e tenoxicam. Diagnóstico Clinico: hiponatremia, hipoatividade. Diagnóstico de enfermagem: Síndrome do idoso frágil, eliminação urinária prejudicada. Objetivos: - Prevenção da dor; - Eliminação urinária por sonda vesical de demora Intervenções: - Sinais vitais de 4/4 horas; - Manter grades elevadas; - Cabeceira em 45°; - Banho no leito; - Administração de medicação endovenosa e oral conforme prescrição medica; - Orientar equipe de enfermagem quanto às alergias medicamentosas;- Monitorização hídrica; - Cuidados com a sonda; - Orientar acompanhante a chamar a equipe pela campainha conforme necessidade; - Esclarecimento de dúvidas