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Impresso por Van Bahia, E-mail vanguitarr@gmail.com para uso pessoal e privado. Este material pode ser protegido por direitos autorais e não pode ser reproduzido ou repassado para terceiros. 16/07/2024, 22:00:03 UNIOPET TECNÓLOGO EM MARKETING/ TECNÓLOGO EM GESTÃO FINANCEIRA Fabio Vinícius do Valle – Matrícula 1602000181 Gabriela Klas Mello – Matrícula 1602101955 Gisele Cristina de Lima da Costa – Matrícula 1602201737 Leisirre Batista Martins – Matrícula 1601801910 Thabata Juliane Camilo do Valle – Matrícula 1602000180 Vitoria Maciel Tavares de Lira – Matrícula 1602002069 IMPORTÂNCIA DA TRANSPARÊNCIA DOS DADOS PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL ECONÔMICO CURITIBA - PARANÁ 2022 Fabio Vinícius do Valle – Matrícula 1602000181 Impresso por Van Bahia, E-mail vanguitarr@gmail.com para uso pessoal e privado. Este material pode ser protegido por direitos autorais e não pode ser reproduzido ou repassado para terceiros. 16/07/2024, 22:00:03 Gabriela Klas Mello – Matrícula 1602101955 Gisele Cristina de Lima da Costa – Matrícula 1602201737 Leisirre Batista Martins – Matrícula 1601801910 Thabata Juliane Camilo do Valle – Matrícula 1602000180 Vitoria Maciel Tavares de Lira – Matrícula 1602002069 IMPORTÂNCIA DA TRANSPARÊNCIA DOS DADOS PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL ECONÔMICO Trabalho apresentado à disciplina Extensão IV, do curso Tecnólogo em Marketing/ Tecnólogo em Gestão Financeira. Orientadora: Profª. Camila Casteliano Pereira CURITIBA - PARANÁ 2022 1. INTRODUÇÃO Nesse estudo é apresentado perspectivas em relação ao desenvolvimento sustentável, contemplado pela ODS 17.18, a qual se refere: 2 Impresso por Van Bahia, E-mail vanguitarr@gmail.com para uso pessoal e privado. Este material pode ser protegido por direitos autorais e não pode ser reproduzido ou repassado para terceiros. 16/07/2024, 22:00:03 ODS 17.18 reforçar o apoio à capacitação para os países em desenvolvimento, inclusive para os países menos desenvolvidos e pequenos Estados insulares em desenvolvimento, para aumentar significativamente a disponibilidade de dados de alta qualidade, atuais e confiáveis, desagregados por renda, gênero, idade, raça, etnia, status migratório, deficiência, localização geográfica e outras características relevantes em contextos nacionais. Desse modo, busca-se delinear e destrinchar os prós que se obtém ao possuir dados concisos e realistas, distanciando-se de fatores sociais nos quais abrangem objetos de raça, cor, etnia, escolaridade e geolocalização.Para tanto, os resultados obtidos devem ter a tendência de ser cada vez mais claros, caso seu primeiro aspecto seja a capacitação adequada em engenharia de dados e relativo a parcerias governamentais e privadas, tanto como o comprometimento de diversas instâncias para tal feito. Com embasamento jurídico, onde - quase que recentemente- foi aliada a um direito do cidadão, elege-se na lei da transparência na qual: Lei nº 12.527, sancionada pela Presidência da República em 18 de novembro de 2011, garante ao cidadão brasileiro o acesso às informações públicas sob guarda do Estado, previsto na Constituição Federal. A Lei torna possível uma maior participação popular e facilita o controle social das ações governamentais. No TCU, a Lei foi regulamentada pela Resolução-TCU nº 249/2012. Busca-se transparecer dados e informações, onde pode-se abranger fatores em concordância com a realidade social de cada país, sem esses dados e parcerias, seria quase ou totalmente impossível estabelecer metas realistas em relação ao desenvolvimento sustentável. Hoje, podemos observar que empresas aliadas seguem diretrizes que condizem com a lei da transparência, em sincronia com as ODS pré- estabelecidas, nesse sentido há a busca de se tornar uma empresa ou stakeholder que tem comprometimento com o desenvolvimento social, assim criando novas diretrizes, metas, geração de empregos e ambientes de trabalho que realmente pensam em desenvolver-se em sustentabilidade e crescimento econômico. Inclusive, geração de dados em relação a empresa, vedando-se de seus colaboradores e cumprindo a parte de interesses empresariais geram significativas mudanças em relação gerenciamento e desenvolvimento, qualificando-se como resultados mais estratégicos, focados e com maior credibilidade ao grupo. Nesse caso, os relatórios focam em questões críticas e de total interesse da organização, podendo mesmo realizar diversos tipos de amostragem, porém utilizando-se dos mais críticos e relevantes. Deste modo, esses meios de monitoramento proporcionam: (a) Estimular a indústria a melhorar o desempenho social e ambiental através de iniciativas voluntárias, incluindo sistemas de gestão ambiental, códigos de conduta, 3 Impresso por Van Bahia, E-mail vanguitarr@gmail.com para uso pessoal e privado. Este material pode ser protegido por direitos autorais e não pode ser reproduzido ou repassado para terceiros. 16/07/2024, 22:00:03 certificação e relatórios públicos sobre as questões ambientais e sociais, tendo em conta iniciativas como as normas da Organização Internacional para Padronização (ISO, na sigla em inglês) e diretrizes sobre relatórios de sustentabilidade da Global Reporting Initiative, levando em consideração o princípio 11 da Declaração do Rio sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento; (b) Incentivar o diálogo entre as empresas e as comunidades em que operam e outras partes interessadas; (c) Incentivar as instituições financeiras a incorporar considerações sobre o desenvolvimento sustentável em seus processos de tomada de decisão; (d) Desenvolver parcerias e programas baseados no local de trabalho, incluindo programas de formação e educação. Faz pouco tempo que o foco das empresas passaram de lucros a questões mais profundas, descrito em partes mais intrínsecas do desenvolvimento social. Hoje há uma busca da compreensão de impactos, a noção de seus ônus e bônus como empresa na sociedade, os seus reflexos ambientais. Além disso, a obrigatoriedade dos dados e prestação de contas das organizações aumenta a responsabilidade social da empresa, criando-se assim, uma organização que não pensa somente em lucrar, mas sim em desenvolver- se adequadamente no ambiente em que se encontra. Isso não apenas olhando para fatores ambientais, como também fatores sociais. 2. ENTREVISTA Busca-se entender como o desenvolvimento de ferramentas para informações e dados colaboram tanto com o crescimento empresarial como com o crescimento social, para tanto foi realizada uma entrevista com Julia Caldeira, Policy Advisor na empresa RelGov, com o objetivo de elucidar a respeito das ações de associações governamentais para melhor compreensão do tema. As perguntas foram elaboradas de forma que fosse possível obter a perspectiva de um importante agente atuante no cenário de desenvolvimento tecnológico de informações, com a finalidade de compreender como a tecnologia e a engenharia de dados se aliam a instituições governamentais para o desenvolvimento sustentável, seguindo a proposta da ODS 17.18. A primeira seção do questionário foi a respeito de como as parcerias do governo com instituições trabalham em relação a clareza de dados. Para isso elencamos a seguinte resposta, Com a finalidade de apresentar maior transparência de dados, o Governo Federal trabalha com diversas formas para a apresentação de dados, reestruturação dos portais para que o cidadão e instituições tenham acesso. Nesse sentido, as parcerias com as instituições têm o propósito de fiscalizar e participar da tomada de decisão. 4 Impresso por Van Bahia, E-mail vanguitarr@gmail.compara uso pessoal e privado. Este material pode ser protegido por direitos autorais e não pode ser reproduzido ou repassado para terceiros. 16/07/2024, 22:00:03 No segundo momento foi questionado sobre como está sendo realizada a implementação de tecnologia para dados, e se percebe-se o apoio de instituições parceira para tal efeito, A implantação de tecnologia na instituição é terceirizada, onde se relacionam com os portais de transparência do Governo, Câmaras, Assembleias pegando dados de projetos de lei, decretos etc. Após, buscou-se compreender como essas parcerias são desenvolvidas e fortalecidas, Normalmente essas parcerias são do setor privado, fazendo a “ponte” com o poder público. No próximo momento, questiona-se quais as maiores dificuldades para as entidades não governamentais no momento de desenvolvimento e implementação, Pode ser que às vezes, algumas informações não estejam disponíveis para que as instituições tenham o acesso livre. No quinto e último momento, questiona-se o que o cidadão e/ou a sociedade deve fazer para que realmente o desenvolvimento tecnológico seja efetivo e que realmente haja desenvolvimento, O cidadão tem a possibilidade através do desenvolvimento tecnológico, de participar, fiscalizar cada vez mais o que o Poder Público está fazendo e, também, de contribuir para o desenvolvimento de novas tecnologias através do seu próprio envolvimento. 3. CARTILHA 5 Impresso por Van Bahia, E-mail vanguitarr@gmail.com para uso pessoal e privado. Este material pode ser protegido por direitos autorais e não pode ser reproduzido ou repassado para terceiros. 16/07/2024, 22:00:03 CONSIDERAÇÕES FINAIS 6 Impresso por Van Bahia, E-mail vanguitarr@gmail.com para uso pessoal e privado. Este material pode ser protegido por direitos autorais e não pode ser reproduzido ou repassado para terceiros. 16/07/2024, 22:00:03 As dores que o mundo enfrenta são urgentes: Pobreza, desigualdade, violência e guerra. Como lidar com essas situações? Em 2000, as nações Unidas criaram os objetivos de desenvolvimento do milênio, o precursor dos ODS. E até 2015,o mundo tem fez um progresso nas metas, como por exemplo a redução da pobreza extrema. Os Objetivos de desenvolvimento sustentável são mais ambiciosos do que o conjunto anterior de metas. Eles reconhecem que todos os países enfrentam problemas, mesmo que de maneiras diferentes. O Mundo de hoje é mais interconectado do que antes. Melhorar o acesso à tecnologia e a informação é uma importante maneira de compartilhar ideias e promover a inovação. Políticas coordenadas para ajudar países em desenvolvimento a gerirem os seus débitos, assim como promover desenvolvimentos para os menos desenvolvidos e crescimento sustentável. Em última análise, o mundo terá uma chance muito maior de sucesso para atingir as metas se a sociedade e instituições tiverem uma mentalidade de colaboração para se envolver. Por meio de seus valores e sua missão institucional, abraçar as metas e os objetivos propostos nas diretrizes do ODS. Dessa forma, a instituição empreende esforços para colaborar com o reforço dos meios de implementação e mobilização de recurso para populações que vivem em situação mais vulnerável. O tempo é curto e o desafio, enorme, já que os ODS devem ser cumpridos até 31 de dezembro de 2030. A hora de nos comprometermos, portanto, é agora. Portanto, reforçar e cobra quanto às ações governamentais, reconhecer os direitos e diretrizes sobre informações e dados que refletem nossa sociedade estimula que o desenvolvimento seja equilibrado, focando em falhas e trabalhando em suas melhorias e até mesmo aperfeiçoando o que já vem sendo trabalhado progressivamente. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Disponível em: . Acesso em: 17.nov. 2022. Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. – Objetivo 17 – Parcerias em Prol das Metas. Disponível em: Acesso em: 17.nov. 2022. Desenvolvimento sustentável – Sustentabilidade econômica: conceito, importância e desafios. Disponível em: . Acesso em: 17.nov. 2022. 7 Impresso por Van Bahia, E-mail vanguitarr@gmail.com para uso pessoal e privado. Este material pode ser protegido por direitos autorais e não pode ser reproduzido ou repassado para terceiros. 16/07/2024, 22:00:03 Sustentável blog - Prestação de contas transparente. Disponível em: . Acesso em: 17.nov. 2022. Programa Cidades Sustentáveis - Dados Abertos e Transparência na Participação Cidadã. Disponível em: . Acesso em: 17.nov. 2022. 8