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Prova Prática ATLS
Reabilitação oral (Faculdade Pitágoras)
Digitalizar para abrir em Studocu
A Studocu não é patrocinada ou endossada por nenhuma faculdade ou universidade
Prova Prática ATLS
Reabilitação oral (Faculdade Pitágoras)
Digitalizar para abrir em Studocu
A Studocu não é patrocinada ou endossada por nenhuma faculdade ou universidade
Baixado por Márcio Thadeu Assef Nunes Poggiali Gasparoni (marcio.thadeu@live.com)
lOMoARcPSD|41652929
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https://www.studocu.com/pt-br/document/faculdade-pitagoras/reabilitacao-oral/prova-pratica-atls/7580928?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=prova-pratica-atls
https://www.studocu.com/pt-br/course/faculdade-pitagoras/reabilitacao-oral/4365338?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=prova-pratica-atls
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PROVA PRÁTICA ATLS
Camila Bacelar
 INICIAL: 
 Profissional de saúde 
 Devidamente paramentado
 Cena segura
 Abordagem pela cabeça
‘Sou profissional de saúde e estou devidamente paramentado’
‘A cena é segura?’
VIAS AÉREAS: LETRA ‘A’
 Colar cervical
 Via aérea
 Avaliar risco à via aérea
‘O paciente está consciente?’
‘Tem algum objeto ou secreção em via aérea?’
‘A via aérea está em risco?’
Nesse momento deve ser avaliado a respiração do paciente, existem 7 causas 
principais que indicam a intubação: TCE grave (Glasgow menor que 8); lesão grave de 
face; queimadura de face ou inalação de fumaça; apneia; risco de aspiração; lesão 
cervical e tórax instável;
Se paciente inconsciente e com respiração ruidosa (sem risco para via aérea 
imediatamente), realiza a manobra de Jaw-thrust, se a respiração melhorar é sinal que 
tem queda de língua pode ser usada a guedel (olhar sempre o tamanho da guedel) e a 
máscara de alto fluxo e prosseguir com o exame e realizar a intubação apenas na letra 
D;
Se paciente consciente e sem indicação de intubar; ofereça apenas o oxigênio.
 Intubação
Comunique o paciente que ele será sedado e intubado
 Materiais
 Acesso e drogas
 ‘Ofereço oxigênio (pré-oxigenação) para o paciente e solicito materiais para a 
intubação’: Laringoscópio testado com pilhas; lâmina curva testada; tubo numero 08 
ou 09 testado; fio guia; seringa de 20 ml; bolsa ventilatória (AMBU); fonte de oxigênio; 
aspirador; acesso venoso calibroso (jelco 14); realizar drogas: etomidato (dose 1ml 
para cada 10kg, max 10 ml) e succinilcolina (dose 1ml para cada 10kg, max 10 ml); 
espera fascicular e realiza a intubação. 
 Pontos de ausculta
Epigástrico; base esquerda; ápice esquerdo; base direita; ápice direita
Pegadinhas: Se fizer barulho de bolhas pode ter intubado o estomago ou o balonete 
não está funcionando corretamente. É necessário extubar e trocar o tubo se estiver no 
estomago. Se o balonete estiver perfurado usa-se o buge (fio azul comprido) para não 
perder a via aérea. Além disso, se à esquerda estava negativo na ausculta, a intubação 
foi seletiva, para resolver basta puxar o tubo um pouco.
 Fixação do tubo 
 Solicitar raio-x de tórax e cápnografo 
Baixado por Márcio Thadeu Assef Nunes Poggiali Gasparoni (marcio.thadeu@live.com)
lOMoARcPSD|41652929
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RESPIRAÇÃO: LETRA ‘B’
 Inspeção
‘Eu observo algo em região cervical?’ ‘Desvio de traqueia? ’’Ingurgitamento de 
jugular?’ ‘No tórax alguma tatuagem traumática ou hematoma?’ ‘Algum ferimento 
contuso ou perfurante?’ ‘A ferida perfurante é soprante?’
Observação: Feridas abaixo da 4 costela anteriormente, da 6 costela lateral e da 7 
costela posterior; podem ser lesões tanto de abdome quanto de tórax, porque não 
sabemos se o paciente estava inspirando ou expirando.
 Palpação
Palpação cervical, esterno, clavículas, costelas. Se tiver enfisema subcutâneo em algum
lugar é indicação de intubação. Fratura de esterno sugere lesão cardíaca. 2 costelas ou 
mais quebradas consecutivas é tórax instável.
 Ausculta
Deve auscultar o tórax: ápice, base e posterior. Fazer ausculta cardíaca. 
Nesse momento começa a investigação, se MV reduzido em todo hemitórax ou 
abolido, realiza a percussão. Bulhas abolidas sugerem tamponamento cardíaco. 
 Percussão
Na percussão: hipertimpanismo pneumotórax hipertensivo. Macicez hemotórax 
maciço.
 Causa 
Pneumotórax hipertensivo
Pneumotórax aberto
Hemotórax maciço
Tórax instável: Respiração paradoxal, dor torácica, hipóxia grave, choque, insuficiência 
respiratória.
Tamponamento cardíaco: Tríade de bec: Bulhas abafadas, turgência jugular, choque. 
Pode usar o FAST.
Lesões perfurantes anteriormente a partir no 5 espaço intercostal, podem atingir 
também o abdome. Lado direito lesar fígado e esquerdo baço. 
 Abordagem
Pneumotórax hipertensivo: Jelco 16 no 5° espaço na linha axilar posterior na parte 
superior da costela inferior; 
Pneumotórax aberto: Oclusão com curativo de 3 pontas. Pede a gaze e usa a 
embalagem para fazer o curativo; 
Hemotórax maciço: Drenagem torácica em selo d’agua;
Tórax instável: Fazer analgesia e a intubação já resolve o quadro porque inverte a 
pressão negativa para positiva; coloca na ventilação mecânica;
Tamponamento cardíaco: Pericardiocente. Puncionar logo abaixo do apêndice xifoide, 
com agulha de biópsia hepática 45° em direção ao ombro. Conduz pelo FASF ou pelo 
monitor (arritmia). 
 Tratamento
Sempre chamar o cirurgião para drenagem torácica e resolução definitiva do caso. 
CIRCULAÇÃO: LETRA ‘C’
 Definir presença de choque
Baixado por Márcio Thadeu Assef Nunes Poggiali Gasparoni (marcio.thadeu@live.com)
lOMoARcPSD|41652929
‘Como esta o pulso do paciente?’ ‘Apresenta sinais de choque?’ Sinais de choque: 
Taquicardia, taquipneia, pele fria, palidez, sudorese, pulso fino e por último a 
hipotensão.
 Administrar volume
Definiu presença de choque, administrar 
1000ml de soro aquecido a 39°C, correndo 500ml de soro em cada acesso.
Se o choque piorar posteriormente ou não resolver com o soro, temos mais 3 opções. 
Administrar uma bolsa de sangue (1.1.1 de plaquetas, plasma e hemácias); administrar 
o ácido tranexâmico ou a hipotensão permissiva, que é manter a sistólica ate 90mmHg 
ou a pressão média em 65mmHg. Não podemos manter hipotensão permissiva em 
pacientes com TCE grave.
Volume em queimados formula de Parkland: 2ml X %queimado X peso kg. Administrar 
metade nas primeiras 8 horas e a outra metade nas próximas 16hrs.
Na hora da prova, se paciente queimado, fazer a formula e administrar soro 
imediatamente. A porcentagem queimada deve ser calculada pela regra dos 9
 Solicitar exames
Tipagem sanguínea, prova cruzada e se mulher Beta HCG
 Solicitar bolsa de sangue ‘O’ negativo
 Avaliar abdome
Precisa-se encontrar o motivo do choque
Inspecionar: ‘tatuagem traumática?’ ‘hematoma?’ ‘ferimento sangrando?’
Tatuagem do cinto no abdome sugere risco de isquemia do intestino grosso e deve 
solicitar o cirurgião.
 Palpação abdome 
 Solicitar FAST
O FAST é para analisar presença de sangramentos janelas: Cardíaca (epigástrica), 
hepatorenal, hepatodiafragmática, esplenorenal, esplenodiafragmática e supra púbica 
(bexiga)
Buscar lesão esplênica e lesão hepática principalmente.Normalmente na prova não tem o FAST, analise pelas costelas quebradas e tatuagens 
traumáticas. Se no lado direito: fígado se no lado esquerdo baço.
 Avaliar pelve
Avalia-se a pelve latero-lateral e antero-posterior.
Se pelve instável é necessário estabilizar com a cinta ou lençol
Técnica: duas pessoas viram o paciente em bloco e outra segura a cabeça, passa o 
lençol por debaixo da pelve, volta o paciente para decúbito. Antes de ‘amarrar’ fazer 
rotação interna das pernas colocar o coxim e tracionar a pelve. Solicitar o ortopedista.
 Avaliar ossos longos
Palpar ossos do braço e pernas, se fratura chamar o ortopedista e imobilizar o 
membro. Se ferimento sangrando comprimir e chamar o ortopedista.
 Avaliar resposta ao volume
NEUROLÓGICO: LETRA ‘D’
 Avaliar Glasgow
RO 4 pts: Espontânea (4); chamado (3); dor (2); sem abertura (1)
RV 5 pts: Orientado (5); confuso (4); respostar inapropriadas (3); ruídos (2); sem 
resposta (1)
Baixado por Márcio Thadeu Assef Nunes Poggiali Gasparoni (marcio.thadeu@live.com)
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RM 6 pts: Obedece a comandos (6); localiza a dor (5); reage a dor (4); decorticação (3); 
decerebração (2); sem resposta (1)
 Avaliar pupilas 
Pupilas: se uma fotorreagente retira 1 ponto; se nenhuma fotorreagente retira 2 
pontos.
 Avaliar couro cabeludo
 Avaliar fratura de base de crânio
Hematomas periorbitais e posterior da orelha e otorragia.
 Chamar neurologista
Solicitar na presença de Glasgow menor que 8 e qualquer fratura. 
EXPOSIÇÃO: LETRA’E’
 Expor o paciente
Despir o paciente e buscar lesões menores
 Dorso
Virar em bloco
 Evitar hipotermina
Cobrir com a manta térmica
 Reavaliar ABCDE
 Reafirmar exames
 Reafirmar especialidades
Baixado por Márcio Thadeu Assef Nunes Poggiali Gasparoni (marcio.thadeu@live.com)
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