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ABSORÇÃO E VIAS DE ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS Prof. Me. Jackson Damasceno FARMACOCINÉTICA: • É o caminho que a droga faz no organismo. São as etapas que o medicamento sofre desde a administração até a excreção, que são: absorção, distribuição, bio-transformação e excreção. Note também que uma vez que o medicamento entra no organismo, essas etapas ocorrem de forma simultânea sendo essa divisão apenas de caráter didático. FARMACOCINÉTICA: • ABSORÇÃO: A absorção vai depender da via de administração, via parenteral não passa por essa etapa. • DISTRIBUIÇÃO: Nessa etapa, a droga é distribuída pela circulação. O processamento da droga no organismo passa em primeiramente nos órgãos de maior vascularização (como SNC, pulmão, coração) e depois sofre redistribuição aos tecidos de menos irrigação (tecido adiposo por exemplo). É nessa etapa em que a droga chega ao ponto onde vai atuar. • BIO-TRANSFORMAÇÃO: A droga é metabolizada pelo fígado pelas enzimas hepáticas. O fígado é capaz de transformar em metabolitos ativos, inativos e/ou facilitando sua eliminação. • EXCREÇÃO: Pela excreção, os compostos são removidos do organismo para o meio externo. Os sítios de excreção além do rim, incluem: pulmões, fezes, secreção biliar, suor, lágrimas, saliva e leite materno. FATORES QUE INTERFEREM NA DOSAGEM E/OU ABSORÇÃO: Idade Sexo Condições do paciente Fatores psicológicos Temperatura Via de administração Fatores genéticos Peso corporal DM Alimentação FATORES QUE INTERFEREM NA DOSAGEM E/OU ABSORÇÃO: Idade: A idade pode afetar a absorção e dosagem de medicamentos. Em geral, crianças e idosos tendem a ter sistemas digestivos e metabólicos diferentes dos adultos jovens, o que pode resultar em taxas de absorção e metabolismo alteradas. Portanto, a dosagem de medicamentos muitas vezes precisa ser ajustada com base na idade do paciente. FATORES QUE INTERFEREM NA DOSAGEM E/OU ABSORÇÃO: Sexo: O sexo também pode influenciar a absorção e dosagem de fármacos. As diferenças hormonais entre homens e mulheres podem afetar o metabolismo e a distribuição dos medicamentos. Isso pode levar a diferenças na eficácia e na necessidade de ajuste de dose com base no sexo. FATORES QUE INTERFEREM NA DOSAGEM E/OU ABSORÇÃO: Condições do paciente: As condições de saúde subjacentes de um paciente podem ter um grande impacto na absorção de medicamentos. Por exemplo, pacientes com doenças hepáticas ou renais podem ter uma capacidade reduzida de metabolizar e excretar medicamentos, o que pode levar a níveis elevados no sangue e à necessidade de doses menores. FATORES QUE INTERFEREM NA DOSAGEM E/OU ABSORÇÃO: Fatores psicológicos: O estado emocional e psicológico de um paciente pode influenciar a absorção de medicamentos. O estresse, por exemplo, pode afetar a motilidade gastrointestinal e a absorção de certos medicamentos. FATORES QUE INTERFEREM NA DOSAGEM E/OU ABSORÇÃO: Temperatura: A temperatura corporal também pode afetar a absorção de medicamentos, uma vez que pode alterar a velocidade das reações químicas no corpo. Temperaturas elevadas podem aumentar a taxa de metabolismo, o que pode levar a uma rápida metabolização do medicamento. FATORES QUE INTERFEREM NA DOSAGEM E/OU ABSORÇÃO: Via de administração: A forma como um medicamento é administrado (oral, intravenosa, intramuscular, tópica, etc.) afeta diretamente sua absorção e distribuição no corpo. Alguns métodos de administração proporcionam uma absorção mais rápida e eficaz do que outros. FATORES QUE INTERFEREM NA DOSAGEM E/OU ABSORÇÃO: Fatores genéticos: A genética desempenha um papel importante na metabolização de medicamentos. Algumas pessoas têm variantes genéticas que as tornam mais sensíveis ou resistentes a certos medicamentos. Testes genéticos podem ser usados para determinar a dosagem ideal em alguns casos. FATORES QUE INTERFEREM NA DOSAGEM E/OU ABSORÇÃO: Peso corporal: O peso corporal influencia a distribuição dos medicamentos no corpo. Pacientes com peso corporal significativamente diferente podem exigir doses diferentes do mesmo medicamento para obter os mesmos efeitos terapêuticos. FATORES QUE INTERFEREM NA DOSAGEM E/OU ABSORÇÃO: DM (Doenças Metabólicas): Doenças metabólicas, como diabetes, podem afetar a absorção e a utilização de medicamentos. O controle dos níveis de açúcar no sangue e outras condições relacionadas à DM pode ser fundamental para determinar a dosagem adequada. FATORES QUE INTERFEREM NA DOSAGEM E/OU ABSORÇÃO: Alimentação: A alimentação pode influenciar a absorção de medicamentos, especialmente os administrados por via oral. Alguns medicamentos devem ser tomados com alimentos para melhor absorção, enquanto outros devem ser tomados com o estômago vazio para evitar interações. VIA ORAL (VO) Os medicamentos são absorvidos pela mucosa do trato gastrointestinal. Maior segurança, comodidade e economia Estabelecimento de esquemas terapêuticos fáceis de serem cumprido pelos paciente Indolor, sem risco de infecção Apresentação de efeitos adversos (náuseas, vômitos e diarreias), pela irritação da mucosa; Variações do grau de absorção conforme: •a) ação da enzima digestiva; •plenitude ou não gástrica; •c)tipo da formulação farmacêutica; •d) pH. Necessidade da cooperação do paciente Absorção lenta VANTAGENS DESVANTAGENS CUIDADOS DE ENFERMAGEM -VO Higienize as mãos antes e após a administração Verifique se o cliente é alérgico aquela medicação Orientar sobre não ingerir medicações com as refeições, salvo em casos específicos. Caso seja necessário macerar comprimidos, fazer com pilão especifico para esse uso, ideal que se coloque o comprimido para dissolver sem precisar macerar. VIA SUBLINGUAL (SL) Via de emergência Absorção rápida de substâncias hidrossolúveis; Redução de biotransformação do princípio ativo do fígado, por atingir diretamente a circulação sistêmica. Os medicamentos são absorvidos pela mucosa oral. VANTAGENS: Imprópria para substâncias irritantes ou de sabores desagradáveis DESVANTAGENS VIA RETAL (VR) Administração de medicamentos a pacientes inconscientes ou com náuseas e vômitos, particularmente em lactantes; Redução da biotransformação do princípio ativo pelo fígado, por atingir diretamente a circulação sistêmica. Em razão do revestimento delgado e da abundante irrigação sanguínea do reto, o medicamento é rapidamente absorvido Absorção irregular e incompleta; Irritação da mucosa retal. VANTAGENS: Os medicamentos são absorvidos pela mucosa retal. DESVANTAGENS: CUIDADOS DE ENFERMAGEM - VR Higienize as mãos antes e depois Explique para o paciente o procedimento e a ação esperada. Colocar o paciente em decúbito lateral esquerdo com as pernas fletidas (posição de Sims). Usar anestésico em gel (xylocaína) para introduzir a medicação, se houver necessidade. Introduzir a medicação além do esfíncter anal, no reto (10 a 17cm VIAS PARENTERAIS • São as vias que não utilizam o sistema digestivo e são acessadas por meio de injeção; • O fármaco chega ao sitio de ação através da circulação sanguínea; • A via de administração reflete na absorção desse fármaco. VIAS PARENTERAIS IM ID SC EV/IV IO VIA INTRAMUSCULAR (IM) Os medicamentos é introduzido no músculo e são absorvidos pelo endotélio dos capilares vasculares e linfáticos. Vantagens: Absorção rápida; Administração em pacientes mesmo inconscientes; Adequada para volumes moderados, veículos aquosos, não aquosos e suspensões Desvantagens: Dor; Aparecimento de lesões musculares pela aplicação de substâncias irritantes ou substâncias de pH distante da neutralidade; Aparecimento de processos inflamatórios pela injeção de substâncias irritantes ou mal absorvidas. Absorção relacionada com o tipo de substância RISCOS: Trauma ou compressão acidental de nervos Injeção acidental em veia ou artériaInjeção em músculo contraído Lesão do músculo por soluções irritante Abscessos A administração intramuscular de medicamentos requer atenção a diversos fatores para evitar complicações. Esses fatores incluem o tipo de medicamento (irritante, oleoso, concentração), o volume da injeção em relação ao músculo, a localização correta da aplicação em relação à qualidade do medicamento, a técnica adequada (como aspiração), a escolha apropriada de agulha e seringa, o conhecimento da anatomia e farmacologia, a prática e habilidade, e a necessidade de evitar múltiplas injeções no mesmo local. Tudo isso é importante para minimizar riscos como inflamação, fibrose, necrose e outras complicações. Portanto, a escolha do local de injeção deve ser cuidadosamente considerada para evitar problemas. ORIENTAÇÕES GERAIS: Aspirar antes de aplicar as injeções, se vier sangue descartar e preparar outra. Exponha somente o necessário do paciente. Somente registre após a administração da medicação. IM contraindicada em MMSS de pacientes com retirada de mama, FAV e plegias. Ideal não administrar MEDICAÇÕES em musculo deltoide. Vasto lateral a via mais indicada em crianças. Dorso Glúteo mais indicado em Adultos VIA ENDOVENOSA (EV) O medicamento é introduzido diretamente no interior dos vasos sanguíneos. Não há etapa de absorção nessa via sendo que o fármaco será prontamente distribuído. VANTAGENS: Obtenção rápida dos efeitos; Administração de grandes volumes em infusões lentas; Aplicação de substâncias irritantes, diluídas; Possibilidade de controle de doses, para prevenção de efeitos tóxicos. DESVANTAGENS: • Superdosagem relativa em injeções rápidas; • Riscos de embolia, sobrecarga circulatória, irritação do endotélio vascular, infecções por contaminações bacterianas ou viróticas e reações anafiláticas; • Impróprio para solventes oleosos e substâncias insolúveis. • Risco de Infecção. • Risco de traumas tissulares como hematomas e a transfixação da veia. • Flebites FLEBITES Inflamação da camada íntima da veia, permitindo aderência de plaquetas, os sinais e sintomas incluem os seguintes: • Dor discreta no local do acesso venoso; • Eritema; • Edema; • Aumento do calor local; • Ligeiro endurecimento do cordão venoso (palpável); • Velocidade de infusão lenta. VIA SUBCUTÂNEA (SC) Absorção é na hipoderme, lenta e seguraa, através dos capilares vasculares e linfáticos. VANTAGENS: Absorção boa e constante dos fármacos Volume máximo de 1,5ml Facilidade de sensibilização dos pacientes; Dor e necrose por substâncias irritantes. Absorção lenta Risco de lipodistrofia DESVANTAGENS: CUIDADOS DE ENFERMAGEM – VIAS PARENTERAIS 20ML – CADA TRAÇO CORRESPONDE A 1ml, TOTAL DE 20ml 10ML – CADA TRAÇO CORRESPONDE A 0,5ml, TOTAL DE 10ml 05ML – CADA TRAÇO CORRESPONDE A 0,2ml, TOTAL DE 5ml 03ml – CADA TRAÇO CORRESPONDE A 0,1ml, TOTAL DE 03ml 01ML – PODE SER DIVIDIDA EM ML OU UI(UNIDADE INTERNACIONAL), DIVIDIDA EM PARTES IGUAIS. 0,1ml CORRESPONDE A 10 UI. Tipos de Seringas 03ml – POSSUI 30 TRAÇOS 03ml – CADA TRAÇO CORRESPONDE A 0,1ml, TOTAL DE 03ml Tipos de Seringas 05ml – POSSUI 25 TRAÇOS 05ml – CADA TRAÇO CORRESPONDE A 0,2ml, TOTAL DE 05ml Tipos de Seringas 10 ml – POSSUI 50 TRAÇOS 10ml – CADA TRAÇO CORRESPONDE A 0,2ml, TOTAL DE 10 ml Tipos de Seringas 20 ml – POSSUI 20 TRAÇOS 20ml – CADA TRAÇO CORRESPONDE A 1ml, TOTAL DE 20 ml AS CORES DAS AGULHAS SÃO PADRONIZADAS ORIENTAÇÕES GERAIS: Higienize as mãos antes e depois. Explique o procedimento, sobre a medicação e ação esperada. Pergunte sobre as alergias antes de administrar as medicações Na hora do preparo, diluição e administração: LEMBRAR DO 9 CERTOS! Manter técnica asséptica, material estéril. Não administrar com a mesma agulha que diluiu. VEIAS MAIS UTILIZADAS: VEIAS MAIS UTILIZADAS: CATETERES FLEXÍVEIS: TEMPO DE PERMANÊNCIA 72 A 96HS INDICAÇÃO: INTERNAÇÕES MAIS LONGAS NECESSIDADE OBSERVAÇÃO HOSPITALAR POR MAIS DE 24HS, PACIENTES AGITADOS, CRIANÇAS, PROCEDIMENTOS COM MAIOR RISCO DE COMPLICAÇÃO ENVOLVIDO. ESCOLHER DE ACORDO COM O PROCEDIMENTO, ESTADO GERAL DO PACIENTE E VEIA DISPONÍVEL CATETERES AGULHADOS: NÃO ULTRAPASSAR TEMPO DE PERMANÊNCIA DE 24HS INDICAÇÕES: MEDICAÇÕES RÁPIDAS COM ALTA HOSPITALAR EM SEGUIDA, TEMPO DE OBSERVAÇÃO HOSPITALAR BREVE, PROCEDIMENTOS COM RISCOS MÍNIMOS DE COMPLICAÇÃO IDEAL NÃO PUNCIONAR NA FOSSA CUBITAL. NUNCA REENCAPE UMA AGULHA DEPOIS DE UTILIZAR NO PACIENTE! Na SC: Não aspirar antes de administrar a medicação Fazer a prega cutanêa para administrar Ângulo de 90° com agulha 13x4,5, ângulo de 45° com agulha 25x7. Contraindições na administração: locais com sinais flogisticos, áreas queimadas, com equimoses. Fazer rodizio. Na EV: escolher a veia de maior calibre de acordo com o cateter escolhido e o procedimento indicado, seguindo o sentido distal- proximal. Respeite sempre que possível a preferencia do paciente. Não garrotear ou exercer pressão demais na veia escolhida. Observar sinais e sintomas, retirar o CVP em caso de: dor relatada pelo paciente, sinais de infiltração e extravazamento. Não aplicar medicações turvas, com precipitações. Nem que não foram preparados por você. Checar qualquer medicação após sua realização Na falta do medicamento sinalizar no prontuário Qualquer evento adverso ou intercorrência relacionada ao paciente, registrar no prontuário Prontuário é um documento legal, não pode conter rasuras, erros e falhas. Não administrar medicações preparadas por outros profissionais. Em caso de dúvidas quanto via, dose, preparo e diluição comunique ao enfermeiro. Utilizar EPI’s durante a diluição de medicamentos. Total atenção na diluição e preparo de medicações. Identifique as medicações. ÍNDICE TERAPÊUTICO O índice terapêutico (IT) de um fármaco é a relação da dose que produz toxicidade com a dose que produz o efeito eficaz ou clinicamente desejado em uma população de indivíduos: O índice terapêutico é uma mensuração da segurança do fármaco, pois um valor elevado indica uma grande margem entre as doses que são efetivas e as que são tóxicas. Determinação do índice terapêutico: O índice terapêutico é determinado pela mensuração da frequência da resposta desejada e da resposta tóxica em várias doses do fármaco. Por convenção, as doses que produzem o efeito terapêutico (DE50) e o efeito tóxico em 50 % (DT 50) da população são empregadas. (Marevan) ÍNDICE TERAPÊUTICO Em um índice terapêutico pequeno as respostas eficazes e tóxicas se sobrepõem; Grande variação de respostas; Doses precisas – crucial no tratamento devido aos riscos; Faixa de doses seguras é muito pequena (Marevan) é seguro e comum administrar doses em excesso Pouca variação de respostas Faixa de doses seguras muito maior Tolerância, alergia e idiossincrasia A tolerância é quando uma pessoa tem uma resposta medicamentosa reduzida, que ocorre quando o medicamento é usado repetidamente e o corpo se adapta à sua presença constante. Resistência se refere à capacidade dos microrganismos ou células cancerígenas de resistir aos efeitos de um medicamento que normalmente é eficaz contra eles. Alergia ou hipersensibilidade se refere a uma reação do sistema imune a determinada substância presente em medicamentos. Pode causar coceira, olhos vermelhos, inchaço na face e, em casos mais graves, anafilaxia. Idiossincrasia se refere à reações alérgicas relacionadas à sensibilidade que não decorrem das propriedades farmacológicas de uma droga ou de uma alergia, mas são específicas do paciente individual. Elas são designadas como respostas idiossincráticas. A resposta idiossincrática de um paciente por vezes tem uma causa genética. OBRIGADO Slide 1 Slide 2: FARMACOCINÉTICA: Slide 3: FARMACOCINÉTICA: Slide 4: FATORES QUE INTERFEREM NA DOSAGEM E/OU ABSORÇÃO: Slide 5: FATORES QUE INTERFEREM NA DOSAGEM E/OU ABSORÇÃO: Slide 6: FATORES QUE INTERFEREMNA DOSAGEM E/OU ABSORÇÃO: Slide 7: FATORES QUE INTERFEREM NA DOSAGEM E/OU ABSORÇÃO: Slide 8: FATORES QUE INTERFEREM NA DOSAGEM E/OU ABSORÇÃO: Slide 9: FATORES QUE INTERFEREM NA DOSAGEM E/OU ABSORÇÃO: Slide 10: FATORES QUE INTERFEREM NA DOSAGEM E/OU ABSORÇÃO: Slide 11: FATORES QUE INTERFEREM NA DOSAGEM E/OU ABSORÇÃO: Slide 12: FATORES QUE INTERFEREM NA DOSAGEM E/OU ABSORÇÃO: Slide 13: FATORES QUE INTERFEREM NA DOSAGEM E/OU ABSORÇÃO: Slide 14: FATORES QUE INTERFEREM NA DOSAGEM E/OU ABSORÇÃO: Slide 15: VIA ORAL (VO) Slide 16: CUIDADOS DE ENFERMAGEM -VO Slide 17: VIA SUBLINGUAL (SL) Slide 18: VIA RETAL (VR) Slide 19: CUIDADOS DE ENFERMAGEM - VR Slide 20: VIAS PARENTERAIS Slide 21: VIA INTRAMUSCULAR (IM) Slide 22 Slide 23 Slide 24 Slide 25 Slide 26 Slide 27 Slide 28 Slide 29: ORIENTAÇÕES GERAIS: Slide 30: VIA ENDOVENOSA (EV) Slide 31: DESVANTAGENS: Slide 32: FLEBITES Slide 33: VIA SUBCUTÂNEA (SC) Slide 34 Slide 35: CUIDADOS DE ENFERMAGEM – VIAS PARENTERAIS Slide 36 Slide 37: Tipos de Seringas Slide 38: Tipos de Seringas Slide 39: Tipos de Seringas Slide 40: Tipos de Seringas Slide 41 Slide 42: ORIENTAÇÕES GERAIS: Slide 43: VEIAS MAIS UTILIZADAS: Slide 44: VEIAS MAIS UTILIZADAS: Slide 45: CATETERES FLEXÍVEIS: Slide 46: CATETERES AGULHADOS: Slide 47 Slide 48 Slide 49: ÍNDICE TERAPÊUTICO Slide 50: ÍNDICE TERAPÊUTICO Slide 51: Tolerância, alergia e idiossincrasia Slide 52: OBRIGADO