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MATEMÁTICA
1. Conjuntos Numéricos; 1
1.2. Números naturais e números inteiros: operações, relação de ordem. divisibilídade, máximo divisor
comum e mínimo múltiplo comum;
1.3. Números fracionários e decimais: operações, relação de ordem, propriedades e valor absoluto.
/-"
2. Razão e Proporção; 15
2.1. Grandezas diretamente e inversamente proporcionais;
2.2. Regra de três simples e composta;
2.3. Porcentagem;
.~ 2.4. Juros simples e compostos.
..
3. Funções; 40
r
3.1. Conceito e representação gráfica de funções afim, quadrática e modular.
r- 4. Sistemas de equações lineares com duas incógnitas;
. 4.1. Resolução, discussão e representação geométrica.~
5. Geometria; 47
r· 5.1. Figuras geométricas planas: ângulos, retas. polígonos, circunferências e círculos.
5.2. Relações métricas nos polígonos;
5.3. Perímetro de polígoniJ e comprimento de circunferência.
5.4. Área de polígono e c..J círculo.
r 6. Noções de Estatística; 63
6.1 Apresentação de dados estatísticos: tabelas e gráficos.
6.2. Medidas de central idade: média aritmética, média ponderada. mediana e moda.
,~.
.~
/"
!. ~.
r
/"
,~-
,~
r-- '
r'
ii
MATEMÁTICA
~CONJUNTOS NUMÉRICOS
Conjuntos numéricos podem ser representados de diversas
formas. A forma mais simples é dar um nome ao conjunto e
expor todos os seus elementos, um ao lado do outro, entre
os sinais de chaves, Veja o exemplo abaixo:
A={51. 27, -3}
Esse conjunto se chama "A" e possui três termos, que
estão listados entre chaves.
Os nomes dos conjuntos são sempre letras maiúsculas.
Quando criamos um conjunto, podemos utilizar qualquer
letra.
Vamos começar nos primórdios da matemática.
- Se eu pedisse para você cOl1tar até 10, o que você me
diria?
- Um, dois, três, quatro, cinco, seis, sete, oito, nove e dez.
Pois é, estes números que saem de sua boca
quandO solicitado, são chamado~ números NATURAIS,
o qual é representado pela letra (J!!).
Foi o primeiro conjunto inventado pelos homens, e tinha
como intenção mostrar quantidades,
·Obs.: Originalmente, o zero não estava incluido neste
conjunto, mas pela necessidade de representar uma quan
tia nula, definiu-se este número como sendo pertencente
ao conjunto dos Naturais, Portanto:
N={O, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, ...}
Obs.2: Como o zero originou-se depois dos outros núme
ros e possui algumas propriedades próprias, algumas ve
zes teremos a necessidade de representar o conjunto dos
números naturais sem incluir o zero. Para isso foi definido
que o simbolo ~) empregado ao lado do símbolo
do conjunto, iria representar él ausência do zero. Veja o
exemplo abaixo:
N* ={1, 2, 3, 4, 5, 6, ...}
Estes números foram suficientes para a sociedade durante
algum tempo. Com o passar dos anos, e o aumento das
"trocas" de mercadorias entre os homens, foi necessário
criar uma representação numérica para as dívidas,
Com isso inventou-se os chamados "números negativos", e
junto com estes números, um novo conjunto: o conjunto
dos números inteiros, representado pela letra $.
O conjunto dos números inteiros é formado por todos os
números NATURAIS mais todos os seus representantes
negativos.
Note que este conjunto não possui inicio nem fim (ao con
trário dos naturais, que possui um inicio e não possui fim).
Assim como no conjunto dos naturais, podemos represen
tar todos os inteiros sem o ZERO com a mesma notação
usada para os NATURAIS.
Apostilas
z1)= {..., -2, -1, 1,2, ... }
Em algumas situações, teremos a necessidade de repre
sentar o conjunto dos números inteiros que NÃO SÃO
NEGATIVOS. '
Para isso emprega-se o sinal "+" ao lado do símbolo do
conjunto (vale a pena lembrar que esta simbologia repre
senta os números NÃO NEGATIVOS, e não os números
POSITIVOS, como muita gente diz). Veja o exemplo abai
xo:
z. ={0,1, 2, 3,4, 5, ...}
Obs.1: Note que agora sim este conjunto possui um início.
E você pode estar pensando "mas o zero não é positivo". O
zero não é positivo nem negativo, zero é NULO,
Ele está contido neste conjunto, pois a simbologia do sinal
zinho positivo representa lodos os números NÃO NEGATI
VOS, e o zero se enquadra nisto.
Se quisermos representar somente os positivos (ou seja,
os não negativos sem o zero), escrevemos:
Z*+ ={1. 2,3,4,5, ...}
Pois assim teremos apenas os positivos, já que o zero não
é positivo,
Ou também podemos representar somente os inteiros NÃO
POSITIVOS com:
Z _={...,- 4, - 3, - 2, -1 , O}
Obs.: Este conjunto possui final, mas não possui inicio,
E também os inteiros negativos (ou seja. os não positivos
sem o zero):
Z*_ ={...,- 4, - 3, - 2, -1}
Fonte:
http://www.tutorbrasil.com,brfestudo_matematica_online/co
njuntosfconjuntos.php
Assim:
ç-oojI:iÍltqJq~;N:úq'l~rg~~alu~~s::; .. ·•
São todos os riÓmeros"íílteiros'pôsltivós, incluindo o zero, É
representado pela letra maiúscula N.
Caso queira representar o conjunto dos números naturais
não-nulos (excluindo o zero), deve-se colocar um * ao lado
do N:
N= {O, 1,2,3,4,5,6,7,8,9,10, ...}
N* ={1,2,3,4,5,6,7,8,9, 10,11, ...}
~~~?iEl.9$;;~~~~~An~~~!'": .•..
São todos os números que pértencem ao conjunto dos
Naturais mais os seus respectivos opostos (negativos),
São representados pela letra Z:
Z = { ... -4, -3, -2, -1, 0,1,2,3,4, ...}
O conjunto dos inteiros possui alguns subconjuntos. eles
são:
- Inteiros não negativos
São todos os números inteiros que não são negativos. Logo
percebemos que este conjunto é igual ao conjunto dos nú-
Matemática
http:http://www.tutorbrasil.com
Apostilas -
meros naturais.
É representado por 2..:
z. = {O,1,2,3,4.5,6, ..•}
- Inteiros não positivos
São todos os números inteiros que não são positivos. É
representado por z.:
z. ={..., -5, -4, -3, -2, -1, O}
- Inteiros não negativos e não-nulos
É o conjunto Z. excluindo o zero. Representa-se esse sub
conjunto por Z·.:
Z*. ={1, 2, 3, 4.5,6,7, ... }
Z*. = N*
- Inteiros não positivos e não nulos
São todos os números do conjunto Z. excluindo o zero.
Representa-se por Z*..
Z". = { ... -4, -3, -2, -1}
~J1ljaat~_mé~r.'ii~d§,i}J.
Os números racionais é um conjunto que engloba os núme
ros inteiros (Z). números decimais finitos (por exemplo.
743,8432) e os números decimais infinitos periódicos (que
repete uma seqüência de algarismos da parte decimal infini
tamente), como "12.050505...". são também conhecidas
como dízimas periódicas.
Os racionais são representados pela letra Q.
formado pefônümeros decimaísinfinitos não-periódicos.
Um bom exemplo de número irracionai é o número Pi (resui
tado da divisão do perímetro de uma circunferência pelo seu
diâmetro). que vale 3.14159265 .... Atualmente, supercom
putadores já conseguiram calcular bilhões de casas deci
mais para o PI.
Também são irracionais todas as raízes não exatas. como a
raiz quadrada de 2 (1,414213E ...)
formado por todos os conjuntos citados anteriormente
(união do conjunto dos racionais com os irracionais).
Representado pela letra R.
Representação geométrica de IR
A cada ponto de uma reta podemos associar um único nú
mero real, e a cada número real podemos associar um
único ponto na reta.
Dizemos que o conjunto IR é denso. pois entre dois núme
ros reais existem infinitos números reais (ou seja. na reta,
entre dois pontos associados a dois números reais. existem
infinitos pontos).
Veja a representação na reta de IR :
Matemática 2
:1.
0.5 2 ,f5 'JT
i I I I I to
-4 ·3 -2 ·1 O :2 ,3 -4
Fonte: http://www.infoescola.com/matematicafconjuntos
numericosf
CONJUNTOS DOS
NÚMEROS NATURAIS
IN ={O, 1.2,3. 4....} e
1N* = { 1. 2, 3. 4 .... } =Conjunto dos números naturais
não nulos.
Obs.: Dados dois números naturais. a e b, temos que.
a ::: b ou ab. se a ;J; b. temos que a b.
Operações em IN
Dados: a. b, c e n E IN, temos:
a + b =C =!> Adição
a - b ::: C =!> Subtraçãocom a > b
a. b = c =!> Multiplicação
a: b =c =!> Divisãotaxa previamente combinada.
1.2 Cálculo dos juros simples
O juro é simples quandó é produzido unicamente ../
pelo capital inicial.
Se, por exemplo. colocarmos o capital equivalente a
500 u.m. a juros durante 4 meses, à taxa de 1% ao mês,
teremos em cada mês Su.m. de juros.
Os juros são todos iguais, pois são calculados sobre
o mesmo valor (SOO). que é o capital inicial. Podem ser
retirados no fim de cada mês ou no fim de 4 meses; o total
será o mesmo, ou seja. 20.
No exemplo acima, os juros (20) são obtidos fazen
do: S' x 4. onde 5 é 1% de 500 e 4 é o número de meses
em que o capital esteve aplicado. Portanto: juro = 500 x
0,01 x 4.
o fator 0,01 constitui a taxa unitária e COíí6sponde
aos juros de uma unidade de capital.
Denominando:
j= juro,
C =capital (500).
i =taxa unitária (0.01 corresponde a 1%),
n=número de períodos (4 meses).
temos:
J=Ci n
Nesta fórmula, a taxa e o número de períodos de
vem referir-se à mesma unidade de tempo; isto é, se a taxa
for anual. o tempo deverá ser expresso em numero de
anos; se a taxa for mensal. o tempo deverá ser expresso
em número de meses etc.
à taxa empregada em todas as fórrnulas da mate
mática financeira é a unitária, que corresponde à taxa cen
tesimal dividida por 100. Dessa forma, a taxa de 6% é
centesimal e a taxa unitária correspondente é de 0,06; isto
quer dizer que, se um capital de 100 produz 6 de juros, o
capital de 1 produz 0,06 de juros.
~~
Matemática 24
http:R$150.00
http:2.000.00
http:R$12.000.00
http:23.600.00
http:3.600.00
,"-',
/
.~
J
:>.
Apostilas
í·
EXEMPLOS
1. Determinar os juros de um capital 800 u.m., a
12% ao ano, durante 7 meses.
Neste exemplo. temos a taxa anual de 12% e o
tempo em meses (7). Para aplicarmos a fórmula. devemos
tomar a taxa e o número de períodos na mesma unidade
de tempo. Assim, 12% a.a. corresponde a 0,12 (taxa unitá
ria anual) e 7 meses são 7 do ano.
12
j= Cin
j =800 x 0,12 x 2
12
j=56
Podemos, entretanto, empregar a taxa mensal pro
porcionai a 12% ao ano. ou seja, 1% ao mês, que corres
ponde à taxa unitária 0,01 e colocar. o número de períodos
em meses, 7. Portanto:
j = C i n
j =800 x 0,01 x 7
j =56
2. O capital 400 foi colocado a 20% ai. durante 9
meses. Determinar os juros. Neste problema, a taxa e o
número de períodos podem ser expressos com relação ao
trimestre. A taxa de juros trimestral proporcional a 20% a.a.
é5% (0,05), e 9 meses são 3 trimestres. Portanto:
j= C i n
j =400 x 0,05 x 3
j=60
1.3 Montante
Chama-se montante o capital acrescido de seus ju
ros. A notação para montante ~ Cn (capital com juros acu
mulados em n periodos)
Cn =C + j
comoj= C in
Cn=C+Cin
Colocando o fator comull) C em evidência, temos
r--cn.==ç (1 + in)
EXEMPLOS
1. Qual o montante de um capital 600, a 18% a.a,
durante 8 meses?
Cn = C(1 +in)
i = 0,015 (1,5% ao mês)
n =8 (meses)
Cn =60Q(1+0,015x8)
Cn =600x 1,12
Cn =672
!!!!!
Matemática
~
~
25
2. Qual o capital que produz o montante de 285, a
28% ai., durante 6 meses? Da fórmula do mon
tante, Cn= C(1 +i n) deduzimos a fórmula para
o cálculo do capital
C=~
1+ín
onde:
Cn = Cz= 285
i =0,07 (7% ao trimestre)
n =2 (trimestres)
C= 285
1+0,07x2
C= 285
1.14
C= 250
1.4 Divisor fixo
Quando o tempo de aplicação de um capital for ex
presso em dias, às vezes há dificuldade para converter a
taxa e o número de per iodos na mesma unidade de tem
po. Para contornar essa dificuldade pode-se usar o método
do divisor fixo para o cálculo dos juros.
Chama-se divisor fixo A (delta) a relação 36.000
onde r é a taxa centesimal anual dos juros.
Para obter a fórmula dos juros com o emprego do
divisor fixo, tomamos
j = C i n
onde i =_r_. Como ré taxa anual, devemos trans
. 100
formá-Ia em taxa diária, pois o
100
número de períodos será representado por número
de dias. Sendo o ano comercial r
considerado de 360 dias, dividindo _r_
100
por 360
temos a taxa diária.
. r
Portanto: I = -
36.000
Substituincjo a fórmula dos juros;,
. C rJ= ·--·n
36.000
A expressão __r_o representa o inverso do divi
36.000
sor fixo. Assim,
. C 1J= ·_·n
Ll
Apostilas
,-
. Cn
J=-:1
EXEMPLOS
1. Determinar os juros do capital 300, a 24% a.a,
durante 2 meses e 28 dias.
· CnJ=
6
C=300
n =88 (dias)
36.000 _ 36.000 =1.500
il= -- - 24
r
300x88
1.500
j =17,60
2. Qual o montante do capital 80 no fim de 3 me
ses e 17 dias, a 18% a.a?
· CnJ=
il
C =80
n = 107(dias)
36.000 =2.000
il = 18
80x 107
j = 2.000
] = 4,28
C107 =80+4.28
C107 = 84.28
Para a solução deste problema, pode-se deduzir
uma fórmula para calcular diretamente o montante com
emprego do divisor fixo.
Cn = C +j
· Cn
J=
il
Cn =C+ Cn
il
C =ilC+Cn
n il
C = C(il+n}
n
il
Resolvendo o problema com esta fórmula, temos:
C107 =80(2.000 + 107)
2.000
C107 = 84,28
~J
-'
JUROS COMPOSTOS
--.
I
...J
M=C+J
Assim, M = C ( 1 + i ) t
No montante composto em função dos juros serem
capitalizados ("juro sobre juro" ), o juro incide sobre o capi
tal já corrigido, assim o valor do juro é crescente. enquanto
que no juro simples o valor do juro é constante.
CONVENÇÃO LINEAR E EXPONENCIAL
As convenções são utilizadas quando é pedido no
problema a resolução através de uma das convenções e é
dado o tempo fracionado, por exemplo: 2 meses e 5 dias
ou 258 anos e 2 meses....
LlNEAR-> Para resolvermos esse tipo de problema
usa-se a fórmula M = C ( 1 + i ) I' X ( 1 + i t"), onde t' é a
parte inteira e t" é a fração.
Obs: O termo linear refere-se ao fator ( 1 + in que
nada mais é do que uma função linear ou de 1° grau.
Vamos exemplificar:
Se o tempo dado é 5 anos e 6 meses, a taxa de ju
ros é 10% a.a. e o capital é R$35,600,00 • então:
M= 35.600 [1 + (10 -;. 100)J 5 x [1 + (10 -;. 100) x (6-;.
12)J
M =35.600 ( 1,6105) x ( 1,05) =R$60.200,49.
Matemática 26
Apostilas
EXPONENCIAL: A diferença da linear é que se uti
liza a seguinte fórmula:
M=C(1 +i)l'+r'
"L Obs: Otermo exponencial refere-se ao fator
(1+i)r+r
que é uma função exponencial.
*Considerando os mesrnos dados do problema an
terior teremos:
M = 35.600 [1 + (10 + 100) J5+(6-12)
? M =35.600 (1,6891) =R$60.131 ,96
DESCONTO COMPOSTO RACIONAL
Lembrete: C (capital) é também conhecido como
Valor Atual e M (montante) como Valor Nominal.
Dc =M - C =C ( 1 +i ) t - C =>
Dc=C[(1+i)t- 1]
EQUIVALÊNCIA E PROPORCIONALI DADE
No juro composto ser equivalente é diferente de ser
proporcional. Da mesma forma a taxa nominal é diferente
da taxa efetiva.
DICA DE PROVA-> quando não há referência clara
na questão, utiliza-se a proporcionalidade.
PROPORCIONALIDADE
Ex. 12% a.a. é proporcional a 1% a.m., ok ? Nesse
caso 12% é taxa nominal.
EQUIVALÊNCIA
/'
Ex. 12% a.a. é equival"lnte a 0,9488% a.m.. Vou
explicar:
Na equivalência considera-se o "juro sobre juro" ou
seja (Hfj}j I.
U
Então: ( 1 + 0,009488) 12 = ( 1 + i ) 1; com essa i
gualdade eu estou perguntando à equação qual o fator que
elevado a 12 (meses) é igual a outro fator elévado a 1
(ano).
Assim, se (1,009488) 12 = 1,12, então 1,12 =1 +i,
indica que i =1,12 -1 ou i = 0,12, logo i = 12% a.a.
Nesse caso 12% é taxa efetiva.
Ex. 15% a.1.(ao trimestre) é equivalente a que taxa
mensal?
(1+0,15)1 =(1+i)3 => 1,15 = (1+i)3 => achando-se a
raiz cúbica dos dois termos encontramos 1,047689 = 1+i,
assim a taxa mensal equivalente a 15% a.1. é 4,76% a.m ..
Fonte:
hltp:ffwww.matematicalinanceira.hpg.ig.com.br~illroscompos!os.
hlrnl
TESTES I
1) Em qual das alternativas está indicado o ponto do eixo
das abcissas onde o gráfico da equação do 1° grau y
=3.x 12 intercepta esse eixo?
a) 4
b) 3
c) 36
d) -3 "",.--'
2) Uma refinaria tinha, em 2004, capacidade para pro
cessar 224 mil barris de petróleo por dia. Com a am
pliação das instalações, essa capacidade aumentou
em3/8 no ano seguinte.Assim, pode-se concluir que,
em 2005, a capacidade de processamento dessa refi
naria, em milhares de barris diários, passou a ser de:
a) 252
b) 308
c) 318
d) 352
3) Obtenha o mínimo múltiplo comum entre 6,10 e 15..
a) 30
b) 60
c) 90
d) 120
4) Para construir dez paredes é preciso 4 sacos de ci
mento. Utilizando 28 sacos de cimento, qual é o total
de paredes que poderei construir?
a) 70
b) 28
c) 10
d) 7
Matemática 27
Apostilas
./
-'
~:
, '.
i·:,í
.1
Apostilas
{
.
~.
/
.~
~
~
a) 300 pessoas.
b) 400 pessoas.
c) 500 pessoas
d) 600 pessoas.
20) Uma refinaria tinha, em 2004, capacidade para pro
cessar 224 mil barris de petróleo por dia. Com a am
pliação das instalações, essa capacidade aumentou
em3/8 no ano seguinte. Assim, pode-se concluir que,
em 2005, a capacidade de processamento dessa refi
naria, em milhares de barris diários, passou a ser de:
a) 252
b) 308
c) 318
d) 352
21) Em uma receita para preparar 30 brigadeiros, são
necessários uma lata de leite condensado, 200 g de
chocolate em pó e meio tablete de margarina. Utili
zando essa receita, e dispondo de 20 latas de leite
condensado, 2600 g de chocolate em pó e 7 tabletes
de margarina, o número máximo de brigadeiros que
poderemos fazer é:
a) 600
b) 420
c) 400
d) 390
22) De cada R$100,00 do lucro de certa empresa,
R$20,00 vinham das vendas no mercado interno e
R$80,00, de exportações. Se o valor referente às ex
portações fosse reduzido em 10%, o lucro total dessa
empresa se manteria inalterado se as vendas no mer
cado interno aumentasseP1 em:
a) 8%
b) 10%
c) 20%
d) 40%
23) Em uma escola, 60% dos estudantes são do sexo
masculino e, destes, 30% usam óculos. Qual a por
centagem de estudantes dessa escola que são do se
xo masculino e usam óculos?
a) 10%
b) 18%
c) 25%
d) 30%
24) Um capital no valor de R$ 80.000,00 é aplicado a uma
taxa de juros simples, durante 8 meses, resultando
em um montante igual a R$ 96.000,00 no final do pe
ríodo. Aplicando outro capital no valor de R$
100.000,00, durante um certo período de tempo t, com
a mesma taxa de juros simples anterior, o montante
apresentado no final do período seria igual a R$
115.000,00. Então, t é igual a:
a) 4 meses.
b) 5 meses.
c) 6 meses.
d) 7,5 meses.
25) Cinco trabalhadores de produtividade padrão e traba
lhando individualmente beneficiam ao todo 40 kg de
castanha por dia de trabalho de 8 horas. Consideran
do que existe uma encomenda de 1,5 toneladas de
castanha para ser entregue em 15 dias úteis, quantos
trabalhadores de produtividade padrão devem ser u
tilizados para se atingir a meta pretendida, trabalhan
do dez horas por dia?
a) 5
b) 10
c) 15
d) 20
26) Carla aplicou 3/5 de um certo capital C a uma taxa de
10% ao ano e aplicou o restante a uma taxa de 15%
ao ano. Ao final de um ano Carla recebeu R$ 2.400,00
de juros. O valor de C é:
a) R$ 6.400,00
b) R$ 20.000,00
c) R$ 14.400,00
d) R$ 16.000,00
27) De um recipiente cheio de água, tiram-se 2 1 3 do
conteúdo. Recolocando-se 30 litros de água, o conte
údo passa a ser a metade do volume inicial. A capaci
dade do recipiente é:
a) 45 litros
b) 75 litros
c) 180 litros
d) 150 litros
28) O máximo divisor comum dos números 16 e 120 é 2n
.
O valor de n é um número:
a) primo.
b) múltiplo de 5.
c) múltiplo de 7.
d) divisor de 8.
29) Foi prevista a execução da reforma de um quartel em
um tempo t, empregando certo número de funcioná
rios que trabalhariam 8 horas diárias. A escassez de
verbas obriga a executar a reforma com a metade dos
funcionários previstos, trabalhando 6 horas por dia.
Nessas condições, espera-se que o tempo de execu
ção da reforma seja:
a) 2t
b) 3/2t
c) 8/3t
d) t
30) Uma empresa aérea que presta serviços de helicópte
ro transporta 2 passageiros por viagem. Sabe-se que
essa empresa aérea realiza sete viagens por dia de
segunda a sexta-feira e oito viagens por dia aos sá
bados e domingos. Considere o mês de janeiro que i
nicia em uma segunda feira e calcule o total de pas
sageiros transportados até a última viagem do dia 31.
Considere também que cada passageiro fez uso da
companhia aérea somente uma vez.
a) 420
b) 176
c) 584
d) 450
RESPOSTAS
Matemática 29
-/
Apostilas
01.A 11.A 21.0
02.8 12.0 22.D
03.A 13.8 23.8
04.A 14.C 24.C
05.C 15.D 25.8
06.D 16.0 26.8
07.C 17.D 27.C
08.C 18.A 28.A
09.A 19.D 29.C
10.8 20.8 30.D
TESTES \I
01) Um produto que custava R$ 200,00 teve um acrésci
mo no preço de R$ 16,00. A taxa percentual de aumento
foi de:
a) 16%
b) 20%
c) 8%
d) 1,6%
02) Um mesmo conjunto de farda é vendido em duas
lojas A e 8, sendo R$ 40,00 mais caro na loja 8. Se a loja
8 oferecer 10% de desconto no preço do produto, este
ainda assim será 5 % mais caro do que custa na loja A. O
preço do conjunto na loja A é:
a) R$ 300,00
b) R$ 280,00
c) R$ 260,00
d) R$ 240,00
03) Em abril de 2007 foram arrecadados em impostos
federais cerca de R$ 56,1 bilhões. Esse montante repre
sentou 10% a mais do que foi arrecadado no mesmo mês
em 2006. A arrecadação de impostos federais no mês de
abril de 2006, em bilhões de reais, foi:
a) 50,1;
b) 50,49;
c} 51,0:
d) 54,9;
04) Um funcionário teve um aumento de 12% em seu
saiário, que passou a ser de R$ 593,60.
Então, o valor do salário anterior era de:
a) R$ 463,00.
. b) R$ 528,00.
c) R$ 530,00.
d) R$ 712,30.
05) Um município brasileiro promoveu um concurso para
preencher as 28 vagas de merendeira. Inscreveram-se
2.492 candidatos. O número de merendeiras que concor
reu a cada vaga foi:
a) 90
b) 91
c) 92
d) 89
Matemática 30
06) Jorge trabalha na copa da Secretaria de Educação.
Sua tarefa é fazer café e servi-lo a todos os funcionários e
visitantes. Diariamente Jorge serve 250 cafezinhos e gasta
100 gramas de pó de café para 25 xicaras. O gasto de pó
de café diário na Secretaria é de 1 Kg:
a) 0,50 Kg:
b) 0.75 Kg:
c) 1 Kg;
d) 2,50 Kg;
07) Calcular os juros comerciais ou ordinários, prodUZIdOS
pelo capital de R$ 9.000,00, aplicado durante 2 anos 7
meses e 6 dias, ã taxa de 9% ao ano.
a) R$ 2.206,00
b) R$ 2.106,00
c) R$ 2.006,00
d) R$ 2.056,00
08) Um capital no valor de R$ 80.000,00 é aplicado a uma
taxa de juros simples. durante 8 meses, resultando em um
montante igual a R$ 96.000,00 no final do periodo. Apli
cando outro capital no valor de R$ 100.000,00. durante um
certo período de tempo t. com a mesma taxa de juros sim
ples anterior, o montante apresentado no final do periodo
seria igual a R$ 115.000,00. Então. t é igual a:
a) 4 meses.
b) 5 meses.
c) 6 meses.
d) 7,5 meses.
09) O vendedor informou-lhe que ela poderia comprar o
mesmo aparelho de som em 5 vezes, mas com 10% de
juros. Nesse caso, por quanto sairia o aparelho?
a) R$ 380,80
b) R$ 381.80
c) R$ 382,80
d) R$ 382,00
10) A quantia de R$ 35.000,00, emprestada a juros simples
de 2,2% ao mês, rende em 5 meses:
a) R$ 3.250,00
b) R$ 3.500,00
c} R$ 3.850,00
d) R$ 4.250,00
11} A éllimentação de um cavalo com nível leve de ativi
dade deve conter 70% de fibra e 30% de ração. Segundo
essa recomendação, se o cavalo consumir em um dia 2,7
kg de ração, deverá consumir de fibra neste mesmo dia:
a) 3,0 kg;
b) 3,2 kg;
c) 6,3 kg;
d) 7,0 kg;
12) Trabalhando ininterruptamente, dois técnicos judiciá
rios arquivaram um lote de processos em 4 horas. Se,
sozinho, um deles realizasse essa tarefa em 9 horas de
trabalho ininterrupto, o espe!nildo é que o outro fosse capaz
de realiza-Ia sozinho se trabalhasse ininterruptamente por
um período de:
a) 6 horas.
b) 6 horas e 10 minutos.
c) 6 horas e 54 minutos.
d) 7 horas e 12 minutos.
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Apostilas
13) Calcular os juros simples de R$ 1200,00 a 13 % a.t.
por 4 meses e 15 dias.
a"i234
bl 187
c) 210
d) 243
14) Calcular os jurossimples produzidos por R$40.000,00,
aplicados à taxa de 36% a.a., durante 125 dias.
a) 5.000,00
b) 5.200,00
c) 4.980,00
d) 4.760,00
15) Qual o capital que aplicado a juros simples de 1,2%
a.m. rende R$3.500,00 de juros em 75 dias?
a) R$116.666,67
b) R$131 ,546,00
c) R$132,129,08
d) R$114.564,66
16) Se a taxa de uma aplicação é de 150% ao ano, quan
tos meses serão necessários para dobrar um capital apli
cado através de capitalizaç30 simples?
a) 9 meses
b) 8 meses
c) 10 meses
d) 11 meses
17. Se uma vela de 36 em de altura, diminui 1,8
mm por minuto, quanto tempo levará para se consumir?
a) 2 horas 'b) 3 horas c) 2h 36 min
d) 3h 20 min e) 3h 18min
18. ,,', 30 operários deveriam fazer um serviço em
40 dias. 13 dias após o início das obras, 15 operários
deixaram o serviço. Em quantos dias ficará pronto o
restante da obra?
a) 53 b) 54
c) 56 d) 58
19. Doze operários, em 90 dias, trabalhando 8
horas por dia, fazem 36m de certo tecido. Podemos afirmar
que, para fazer 12m do mesmo tecido, com o dobro da
largura, 15 operários, trabalhando 6 horas por dia levarão:
a) 90 dias b) 80 dias c) 12 dias
d) 36 dias e) 64 dias
20. i , , ';,' : Vinte operários constróem um muro em
45 dias, trabalhando 6 horas por dia. Quantos operários
serão necessários para construir a terça parte desse muro
em15 dias, trabalhando 8 horas por dia?
a)10b)20c)15
c) 30 e) 6
21. Um trem com a velocidade de 45kmÍh,
percorre certa distância em três horas e meia, Nas
mesmas condições e com a velocidade de 601 x= => x =36
2
Substituindo x =36 em x + y =40,
temos: 36+y==40
Y== 40-36
y=4
36+4=40
3.a fase: De fato: {36 _4 = 32
Resposta: Os números são 36 e 4.
A diferença entre dois números é 18; o maior é igual ao
dobro do menor menos 16 unidades. Determine-os.
1.a fase: O número maior: x
O número menor: y
x- y=18
temos: { x = 2y _16
2.a fase:
Substituindo x =2y - 16 em x- y =18, temos:
2y _ 16 - Y =18
Y =18+16
Y =34
Então: x =2 . 34 -16
x =52
3.a fase:
52 -34 = 18
De fato: { 52 =2 .34 -16
Resposta: O maior número é 52 e o menor é 34.
A soma das Idades de dois irmãos é. hoje, 29 a
nos. Há 7 anos passados, a idade do mais velho era o
dobro da idade do mais moço. Quais as idades?
1." fase:
-.../'
Hoje: a idade do mais velho é x.
e a idade do mais moço é y.
Portanto: x+ y = 29 (I)
Há 7 anos: a idade do mais velho era x - 7 e a idade
do mais moço era y - 7.
Portanto: x -7 =2( Y - 7)
ou: x - 7 = 2y - 14
ou ainda: x- 2y= - 7 (11)
( I ) e (11) formam o seguinte sistema:
X+ Y =29
{
x -2y =-7
2.a fase:
x+ y =29 J x+ Y=29
(-1). {x-2y=-7 => l-x +2y =7
3y;:::: 36 ou y=12
Substituindo y = 12 na equação x + y =29. temos:
j( + 12 =29
x =29-12
x= 17
3.a fase:
Soma das idades:
17 + 12 = 29 anos
Há 7 anos: o idade do mais velho era 17 - 7 =10 a
nos e a idade do mais moço era 12 - 7 = 5 anos.
Temos, ainda, que 10 =2.5.
Resposta: A idade do mais velho é 17 anos e a idade
do mais moço é 12 anos.
A soma de dois números é 40. O quociente do maior
pelo menor é 4. Determine o menor número.
1.a fase: O número maior: x
O número menor: y
X+Y= 40
temos: ~ 4
{
Matemática 32
·.Y'l
Usando a letra x para representar um número qualquer,
podemos escrever em linguagem simbólica os seguintes
fatos relativos a esse número, como por exemplo:
a) o dobro do número; 2x
b) o triplo do número; 3x
c) o quádruplo do número; 4x
d) o quintuplo do número; 5x
e) a metade do número; ~
2
f) a terça parte do número; ~
3
g) a quarta parte do número; Xi 4
h) a quinta parte do número; ~
5
') d' . t d' 2xI OIS qUIn os o numero;
5
') tr" d' 3xJ es quartos o numero;
4
I) a soma do número com dez; x + 10
m) a diferença entre o número e cinco; x - 5
n) O número aumentado de oito; x + 8
o) o dobro do número, menos cinco; 2x i'5
Apostilas
I
(
I
~.
2.a fase:
rx+y == 40
1
X + y =40
{~ =4
~
x-4y=O(-I)
Y
X + y=40
-x +4y =0 ~ y == 8'
{
5y=40
Substituindo y =8 na equação
x + Y =40, temos:
x+8=40
x = 32
3.a fase:
32+8= 40
De fato: 32 '
-=4j
8
Resposta: O menor número é 8.
~
p) a metade do número, mais três; ~ + 3
2
q) a soma do número com o seu triplo; x + 3x
• x
r) a soma do numero com a sua terça parte; x +
3
s) a diferença entre o dobro e a metade do número;
x
2x
2
t) dois terços do número, aumentados de um; 2x +1
3
u) adicionando-se sete ao triplo do número; 7 + 3x
v) subtraindo-se cinco ao quádruplo do número; 5
-4x
x) o dobro do número mais os três quartos do número;
3x
2x+
4
z) a diferença entre a metade e a décima parte do
. x x
numero:
2 10
Exercícios:
Resolva os seguintes problemas, empregando sistemas
do 1.° grau com duas variáveis:
01) Determine dois números cuja soma é 11 e a diferença
entre eles é 3.
02) A soma de dois números é 36. Determine-os, sabendo
que um é o dobro do outro.
03) A soma de dois números é igual a 28, sendo o triplo de
um deles a metade do outro. Determine as números.
04) Uma fração é equivalente a 2 e a soma de seus ter
7
mos é 27. Determine-a.
05) A soma de dois números é 23. Sabendo que um dos
números é maior que o outro 3 unidades determine-os.
06) A diferença entre 2 números é 30. Determine-os, sa
bendo que o quociente do primeiro por 10 é igual à me
tade do segundo menos 5 unidades,
07) Calcule dois númerõs. ~bendo que da divisão do mai
or pelo menor obtém-se 4 para quociente e que a dife
rença entre os números é 75.
08) Divida o número 46 em duas partes, tais que estejam
entre si assim como 8 : 15. .
Matemática .'\",
-'-'
Apostilas
09) A soma das idades de um pai e um filho é, hoje, 70
anos. Há 8 anos passados, a idade do pai era o quín
tuplo da do filho. Determine essas idades.
10) 175 cabeças e 500 pés. Quantas são as galinhas e
quantos são os coelhos?
11) Determine uma fração. sab'7ndo que se adicionarmos 4
unidades aos seus dois termos ela ficará equivalente a
~ . Se subtrairmos 2 unidades de ambos os termos,
4
ela ficará equivalente a ~.
2
12) A soma das idades de dois irmãos é 25anos. Um é
mais novo que o outro 5 anos. Determine suas idades.
13) Um número é formado por dois algarismos, cuja soma
é igual a 10. Determine esse número, sabendo que o
algarismo das dezenas supera o outro em 4 unidades.
14) Uma fração é equivalente a ~. So~ando 2 unidades
ao numerador e tirando 2 unidades do denominador,
obtém-se uma fração equivalente a i .Determine-a.
5
15) A soma de duas idades é 58 anos. Determine-as. sa
bendo que o quociente da menor por 2 excede de 5 u
nidades o quociente da maior por 10.
16) Determine dois números, sabendo que a quinta parte
de um deles é igual a metade do outro, e que a soma
dos dois é 28.
17) Divida o número 108 em duas partes, tais que o quoci
ente entre a maior parte e a diferença que existe. entre
as partes seja 5.
18) A soma de dois números é 48. Determine-os, sabendo
que o quociente entre eles é 3 e o resto da divisão é 4.
19) Reparta R$ 1.080,00 entre duas pessoas, de modo que
a terça parte da primeira exceda em R$ 62,50 a quarta
parte da segunda.
20) A idade de um pai é o sêi.:uplo da idade de seu filho.
Determine as idades, sabendo que daqui a 5 anos a i
dade do pai excederá em 5 anos o triplo da idade do fi
lho.
1
21) A idade de um filho é - da idade de seu pai. Entretan
4
to, há 5 anos passados, a idade do filho era ~ da ida
7
de do pai. Quais são as idades?
22) Um número tem dois algarismos, sendo o das dezenas
igual a 9. Invertendo-se a ordem dos algarismos, o nú
mero diminui 18 unidades. Determine-o..
Matemática 34
23) Um livreiro vende, num dia. 3 exemplares de Língua
Portuguesa e 7 de Matemática. recebendo R$3.240.00.
No dia seguinte, vende 2 exemplares de Língua Portu
guesa e 5 de Matemática e então recebe R$2.260,00.
Qual é o preço de cada exemplar?
24) Tenho 100 moedas, algumas de R$10,00 e outras de
R$5,00, num total de R$600.00. Quantas e são as mo
edas de cada espécie?
15) Numa loja há 36 cortes de pano, uns de 2 m e outros
de 3 m. A soma total é de 96 m. Quantos cortes há de
cada um?
26) A soma das medidas de dois ângulos é 110°. A medida
do maior é o triplo da do menor. Calcule a medido de
cada ângulo.
27} O perimetro de um retângulo é de 40 em. A medida da
largura é igual a um terço da medida do comprimento.
Calcule as dimensões do retângulo.
Respostas:
1) 7 e 4
2) 24 e 12
3) 24 e 4
4) ~
21
5) 13 e 10
6) 50 e 20
7) 100 e 25
8)16e30
9) 17 e 53 anos
10) 75 coelhos e 100 galinhas
11) ~
8
12) 10 e 15 anos
13) 73
18
14)
27
15) 40 e 18
16) 20 e 8
17) 60 e 48
18) 37 e 11
19) R$ 570,00 e R$ 510,00
20) 30 anos e 5 anos
21) 40 anos e 10 anos
22) 97
23) L. Porto R$ 380,00 e
Mat. R$300,00
24) 20 moedas de 10,00
80 moedas de 5,00
~.
25) 24 cortes de 3 m
12 cortes de 2 m
26) 82°30' e 27°30'
27)15cme5cm
http:R$600.00
http:R$3.240.00
Apostilas
ií
L PROVA SIMULADA DE MATEMÁTICA
13.
01. Se der R$12,00 a cada garoto, ficarei ainda com R$
60,00. Para dar R$15,00 a cada um precisarei de mais
R$ 6,00. Quantos são os garotos? (12X + 60 =15X
6)
02. Distribui certo número de selos entre os alunos de 14.
uma das minhas turmas. cabendo 5 para cada um. Se
eu fosse distribuir para a outra turma. que tem 31
alunos a mais. eu teria de dar 2 selos a cada aluno e
me sobrará 1. Quantos selos eu distribui?
03. Duas cidades, A e B, distam 360 km uma da outra. Às
15.8 horas, um carro sai de A em direção a B e outro de
B em direção a A, sendo que os dois se cruzam às12
horas num ponto a 120 km de A. Qual a velocidade do
carro que partiu de A?
04. A diferença entre dois números é 15. Multiplicando-se
o maior pôr 11, a diferença passa a ser 535. Calcular
os dois números. 16.
05. O produto de um número a pelo número 263 é p.
Acrescentando-se 4 unidades ao fator a e
conservando o fator 263, qual será o novo produto?
17.
06. A soma de dois números é 90. Calcule o menor
desses números, sabendo que o produto deles
dividido por sua diferença dá o maior.
18.
07. Seja o produto 456 x 34. Aumenta-se o multiplicador
de 1. De quanto devemos aumentar o multiplicando
19.para que o produto exceda a antigo de 526?
08. Entre os números inteiros inferiores a 200. quais são
aqueles que podem servir de dividendo, em uma
divisão de números inteiros, cujo quociente é 4 e o
resto 35? 20.
09. São dados dois números dos quais o maior é 400.r
Tirando-se 210 de um deles e 148 do outro, a soma
dos restos é 200. Qual o menor número?
10. Um aluno ao multiplicar um número por 60, esqueceu 21.
se de colocar o zero á direita e obteve inferior 291.006
do que deveria ter encontrado. Calcular o número.
11. Dois alunos têm, cada um, certo número de canetas.
Se o 1° desse uma ao 2°, teriam igual número; se 02°
desse uma ao 1°, este terá então duas vezes mais do 22.
que o 2.°. Quem tem o maior número de canetas,
possui:
a) 5 b) 7 c) 9 d)11 e)13
23.
12. Você e eu temos juntos R$ 615,00. Se você me desse
R$ 140,00, ficaria com R$ 65,00 mais do que eu. Se
eu lhe desse R$ 20,00 você ficaria com:
24.
a) R$ 225,00 b) R$ 285.00 c) R$ 300,00 d) R$ 400,00
e) R$ 500,00
3
Calcular de um número ou de uma quantia é
5
3
multiplicar - por esse número ou essa quantia?
5
1 ,
Quando se diz que - de um número é 12, a fração
4
. . 4 ? que corresponde ao numero e - .
4
2 3 1 d"Se eu gasto - ou - ou - de meu Inhelro, esse
579
5 7 9
dinheiro é representado pela fração ou ou - ,
5 7 9
respectivamente?.
3 1
Se - de meu ordenado são R$300,00. de meu
5 5
ordenado corresponderá a R$ 300,00 : 3 ?
1
Quanto é - do número de minutos de uma hora?
4
3
Quanto vale de R$100,00?
5
Um aluno de ginásio é obrigado a freqüentar, no
3
mínimo, - das aulas dadas durante o ano letivo. Se o
4
seu ginásio der 720 aulas. quantas no mínimo terá de
freqüentar?
Cada aula do antigo Curso de Artigo 99, da Rádio
5
Ministério da Educação, tinha a duração de - da
12
hora. Quantos minutos de duração tinha cada aula?
Comprei um apartamento por R$420.000,00. Paguei
2 de entrada e o resto em 10 meses. Quanto dei de
3
entrada?
1
Um comerciário gastou de seu ordenado,
3
comprando um pequeno rádio por R$ 250,00. Qual o
seu ordenado?
Dois terços de uma peça de fazenda medem 90
metros. Quantos metros tem a peça?
Se 3 de meu ordenado é R$ 660,00, qual é o meu·
4
ordenado?
Matemática 35
i I
Apostilas
2
25. Qual a área aproximada do Brasil se - dessa área
5
do 340.000 km2 ?
.26. Gastei R$ 720.00 e fiquei ainda com 2 de meu
5
ordenado. Qual o meu ordenado?
27. Uma torneira enche um tanque em 3 horas. Em
. 3
quantos minutos enche - do tanque?
4
2 1
28. Gasto - do meu ordenado com aluguel de casa e
5· 2
dele em outras despesas. Fico aind.a com R$ 200,00.
Qual é o meu ordenado?
1
29. Pedro gastou - da quantia que possuía e, depois,
3
2
- dessa quantia. Ficou c.;nda com R$ 40,00. Quanto
9
Pedro possuia ?
30. Num time de futebol carioca. metade dos jogadores
1 .
contratados são cariocas, - são dos outros Estados
. 3
e os 4 restantes são estrangeiros. Quantos jogadores
contratados tem o dube ?
31. Uma torneira enche um tanque em 20 horas e outra
em 30 horas. Em quanto tempo as duas juntas
encherão o tanque?
32. Uma empresa construtora pode fazer uma obra em 40
meses e outra em 60 meses. Em quanto tempo as
duas, juntas, podem fazer essa obra?
33. Que horas são se o que ainda resta para termina~ o
2
dia é - do que já passou?
3
3
34. Paulo gastou - do que possuia e, a seguir, a metade
4
do resto. Ficou ainda com R$ 7,00. Quanto Paulo
possuía?
~5. Dei ~ do meu dinheiro a meu irmão e metade do
5
resto a minha irmã. Fiquei ainda com os R$ 8,00.
Quanto eu possuia?
36. O lucro de uma sociedade em 1965, foi igual a
R$1.400.000,OO. Esse lucro foi dividido entre os três
2 ../
sócios de modo que o primeiro recebeu - da parte
3
4
dosegundo e este - da parte do terceiro. Qual a . 5
parte de cada um ?
37. A soma, de dois números é 595 e um deles é igual a
12 d Q' . . ?- o outro. uals são esses numeros .
5
4
38. A metade de minha idade aumentada de seus - é
5
igual a 52 anos. Qual é a minha idade?
2
39. A soma de dois ângulos é 90 graus. Um deles é - do
3
outro. Quais as medidas desses ângulos?
40. Diminuindo-se 8 anos da idade de meu filho obtém-se
3
os - de sua idade. Qual a idade de meu filho?
5
41. Duas pessoas têm juntas 76 anos. Quantos anos tem
cada uma se ~ da idade da maior é igual a ~
5 9
da idade da menor?
. 324
42. Quando devo subtrair do numerador da fração -
349
para torná-Ia nove vezes maior?
43. A soma da metade com a terça parte da quantia que
certa pessoa tem é igual a R$15.00. Quanto
possui esta pessoa?
44. Uma pessoa despendeu certa quantia na compra de
um terreno e o vendeu por R$ 35.000,00; nesta
3
venda ganhou - do que despendera. Por quanto
4
comprou o terreno?
7
45. Determinar a fração-equivalente a - cuja soma dos
15
termos é 198.
46. Achar as frações propnas irredutíveis tais que o
produto de seus termos seja 84.
47. Qual a fração que, acrescida de seu quadrado, dá
como soma outra fração que representa a fração
82
inicial multiplicada por -?
27
Matemática 36
7
Apostilas
48. Um excursionista fez uma vi;gem de 360 km. Os ~
4 56.
do percurso foram feitos de trem, .! a cavalo e o
8
resto de automóvel. Quantos km andou de
automóvel e que fração representa da viagem
total?
5
49. Para ladrilhar - de um pátio empregaram-se 46.360
7 57.
ladrilhos: Quantos ladrilhos iguais serão
necessários para ladrilhar ~ do mesmo pátio?
8
50. Dois lotes têm a mesma área. Os 3 da área do
4
2
primeiro excedem de 140 m 2 os da área do 58.
5
segundo. A área de cada lote é de ..................... .
2 m . -.
51. Pedro e Paulo encarregados de uma obra, fariam todo 59.
o trabalho em 12 dias. No fim do quarto dia de
trabalho, Pedro adoeceu e Paulo concluiu o
serviço em 10 dias. Que fração da obra cada um
executou? 60.
52. Cláudia e Vera possuiam juntas R$100,00. Ao
comprarem um presente de R$ 23,00 para
oferecer a uma amiga comum, cada qual deu uma
quantia diferente, na medida de suas
61.
possibilidades. Cláudia entrou com - do dinheiro
/- 4
1
1
/- de que dispunha e Vera com - do seu. Calcule
5
62.com quanto Cláudia contribuiu?
r
2
53. Numa cesta havia laranjas. Deu-se - a uma pessoa,
5 63.
a terça parte do resto a outra e ainda restam 10
laranjas. Quantas laranjas havia na cesta?
64.54. Paulo e Antônio têm juntos R$123,00. Paulo gastou
2 3
- e Antônio - do que possuiam, ficando com
5 7
quantias iguais. Quanto possuia cada um ?
65.
55. Dividir um número por 0,0625 equivale a multiplicá-lo
por:
a) 6,25 b) 1,6 c) 16
1
d) 16 66.
.~-
625
e) 100
34
A fração equivalente a - , cujos termos têm para
51
menor múltiplo comum 150, é:
10
a) -
15
b)
2
-
3
c)
30
-
50
50 20
d) -
75
e)
30
Duas torneiras são abertas juntas, a 1.a enchendo um
tanque em 5h, a 2.a enchendo outro tanque de i
gual capacidade em 4h. No fiín de quanto tempo o
1
volume que falta para encher o 2.° será - do vo
4
lume que falta para encher o 1.° tanque?
Um negociante ao falir só pode pagar ~ do que
36
deve. Se possuisse mais R$ 23.600,00 poderia
pagar 80% da divida. Quanto deve ele?
O som percorre no ar 340 metros por segundo. Que
distância (em quilômetros) percorrerá em um mi
nuto?
Medi o comprimento de um corredor e encontrei 8,40
m. Verifiquei, depois, que o metro utilizado era de
fabricação defeituosa, pois seu comprimento tinha
menos 2 centímetros do que o verdadeiro_ Qual a
medida exata do corredor?
Medi o comprimento de um terreno e achei 18 passos
e 2 pés. Verifiquei, depois, que o comprimento de
meu passo vale 56 cm e o de meu pé 25 cm. Qual
o comprimento do. terreno em metros?
Com 22 livros de 3 cm e 7cm de espessura forma-se
uma pilha de 1,06 m de altura. Quantos livros fo
ram usados com a espessura de 3 cm?
A área de uma sala é de 45 m 2. Quantos tacos de
madeira de 150 cm 2 serão necessários para ta
quear essa sala?
A soma das áreas de dois terrenos é de 50 hectares.
O primeiro terreno tem mais1.400 decâmetros
quadrados que o segundo. A área do segundo é
de ............... quilômetros quadrados.
Dividiu-se um terreno de 200 hectares de área em
duas partes. A quarta parte da primeira é igual a
sexta parte da segunda. A primeira parte tem ....
.............. decâmetros quadrados.
Um terreno retangular com 8,40 m de frente e 22 m de
fundo foi vendido por R$ 27.720,00. Por quanto foi
vendido o metro quadrado?
Matemática 37
.!'\$.a:.,.
Apostilas
67. Um campo de forma retangular mede 3 dam de frente
1 2
e - hm de fundo. Sabendo que - da superfície
4 3
estão cultivados, pede-se em ha, a área da parte
não cultivada. 78.
68. Em certa cidade um ha de terreno custa R$ 80.000,00.
Calcule o lado de um terreno quadrado adquirido
por R$7.200,OO.
69. A área de um trapézio é de quatro decâmetros qua 79.
drados dois metros quadrados e vinte e quatro e
24 decímetros quadrados: sabendo-se que as ba
ses medem respectivamente 5 metros e 3 metros,
calcular a altura desse trapézio. dando a resposta
em milímetros.
70. As dimensões de um retângulo são 2,25 m e 0,64 m.
O lado do quadrado equivalenf.j3 a esse retângulo
tem por medida:
80.
a) 1,2 m b) 3,6 m c)0,18m d) 12
m e) 0,72 m
5
71. Se eu diminuir a área de um terreno os seus , a
8 81.
área passará a ter 112,50 dam2
, mas se eu
acrescentar. . . . . . . . . . . . . . ... cenHares ele
ficará com 5 hectares e 4 ares.
72. Um muro de 18,25m de comprimento deverá levar
duas faixas de ladrilhos paralelos entre si em toda
a sua extensão. A primeira faixa mede 1,25 m de
82.largura e a segundo 0,75 m. Cada ladrilho, que é
quadrado, mede 0,25 m de lado e custa R$ 3,00.
Quanto custarão os ladrilhos para esta obra?
83.
73. Dois terços de uma caixa cujo volume é 2.760 m 3
estão cheios de um certo óleo. Quantos dai d'água
devem ser colocados' na caixa para acabar de
enchê-Ia?
84.
74. Um reservatório de água tem as dimensões: 2,4 m; 5
m e 1 m. Quantos dai de água podemos depositar
no referido reservatório?
85.75. Uma caixa d'água tem as seguintes dimensões: 1,20
m de comprimento; 8 dm de largura e 50 cm de
altura. Calcular quantos litros d'água há nesta
86.caixa, sabendo-se que faltam 5 cm para ficar
cheia.
76. Uma sala de 0,007 Km de comprimento, 80 dm de
largura e 400 cm de altura, tem uma porta de 2,4
87.m2 de área e uma janela de 2m2 de área. Quantos
litros de tinta serão precisos para pintar a sala
toda, com o teto, sabendo-se que com 1 L de tinta
pinta-se 0,04 dam2 ?
77. Um terreno retangular de 27 ares de área, tem 3.000
88.cm de largura. Esse terreno deve ser cercado com
um muro de dois metros de altura. Sabendo-se
iiiiiiíii
que cada metro ~adrado de muro construido
consome 300 dm de concreto, pergunta-se
quantos metros cúbicos de concreto serão
consumidos no muro todo?
Dois vasos contêm em conjunto 3,5 hl. Tirando-se 75
L do primeiro e 10,5 dai do segundo, ficam
quantidades iguais. A capacidade do primeiro
vaso é de ................. e a do segundo .. .
Um reservatório estava cheio de água. Esvaziou-se
1
esse reservatório de -- da sua capacidade e
3
retirou-se depois 4 hl d'água. Quantos litros
3
ficaram se o volume restante corresponde a - da
5
capacidade total do reservatório?
Calcule, em hl, a capacidade de um reservatório, com
a forma de um paralelepipedo retângulo cujo
comprimento é o triplo da largura e esta o dobro
da altura, sendo que a soma das três dimensões é
igual a 18 m.
A soma das capacidades de dois reservatórios é de 20
3
hl. O primeiro contém água até os - de sua
4
capacidade e o segundoaté a metade. Se
colocarmos a água do primeiro no segundo. este
ficará cheio. Qual o volume do segundo em m2 ?
Quantas toneladas pesam 40.000 m 3 ' de certa
substância, sabendo-se que um litro pesa 2,5 kg?
Um tanque de 1,5 m de comprimento, 12 dm de
largura e 80 cm de altura está cheio de óleo do
qual cada hl pesa 80kg. Qual o peso, em
toneladas, do óleo contido no reservatório?
Um metro de fio pesa 487,5 g. Esse fio é para fazer
pregos de 0,09 m de comprimento. Quantos
pregos poderão ser feitos com um rolo de 35,1 kg
desse mesmo fio?
Se um litro de óleo pesa 960 g, qual o volume
ocupado por 2,4 t desse óleo?
Um vaso cheio de um certo liquido pesa mais 1kg do
que se estivesse cheio de água. Um dai desse
liquido pesa 12 kg. A capacidade do vaso é de .
... . .... . ... . .litros.
Um tanque está cheio de água. Esvaziando-se um
terço de sua capacidade restam 21,35 hl mais do
que a sua quarta parte. O peso da água contida
no tanque, quando cheio é ..................... .
toneladas
Dois vasos cheios de água pesam 2,08kg. Um contém
14 cl mais do que o outro. Determinar, em litros, a
Matemática 38
http:equivalenf.j3
Apostilas
I
f
?"
,
,~
/'
/'
capacidade de cada um, sabendo-se que os
vasos vazios pesam juntos 12 hg.
89. Analizando certa amostra de leite, verificou-se que a
ele havia sido adicionado água. Um litro de leite
adulterado pesava 1.015g. Calcule quantos ml de
água adicionada contém 1 litro dessa amostra,
sabendo-se que o leite puro pesa 1.025 g por litro
e a aguá 1.000 9 por litro?
90. Um avião consome 2,3 daI de gasolina por minuto de
vôo Sabendó-se:
1 0) sua velocidade de cruzeiro é de 450km/h:
2.°) a gasolina pesa 0,7 kg por litro;
3.°) o avião deve transportar 60% a mais do que a
gasolina necéoisária:
determinar quantas toneladas de gasolina deve
transportar esse avião pasa fazer uma viagem de
1.125 km.
2 3
91. Qual é o número, cujos - mais os -- mais 54 é igual
, 5 7
ao próprio número, mais 72?
92. Que horas são, se o que ainda resta para terminar o
2
dia é - do que já passou?
~
93. As idades de João e Pedro somam 45 anos e há 5
anos a idade de João era quatro vezes a de Pe
dro. Que idades têm agora João e Pedro?
94. Roberto tem 24 anos e Paulo 10. No fim de quantos
anos a idade de RobE::rlo será o triplo da de Pau
lo? .
95. Dois individuos têm: o primeiro 45 anos e o segundo
15. Depois de quantos anos a idade do segundo
será um quarto da idade do primeiro?
96. A soma das idades de A e B é 35. Daqui a 5 anos a
idade de A será o dobro da de B. Calcular as ida
des de A e B.
97. Um pai tem 32 anos e o seu Tilho 14. Quando aconte
ceu ou acontecerá que a idade de um seja o triplo
da do outro? .
2
98. Um pai diz a seu filho: hoje, a sua idade é - da mi
7
1
nha e há 5 anos era . Qual a idade do pai e
6
qual a do filho?
99. Resolva o problema: Há 18 anos a idade de uma pes
soa era o duplo da de outra; em 9 anos a idade da
5
primeira passou a ser da segunda. Que idade
4
têm as duas atualmente?
100. Uma pessoa possui 2 cavalos e uma sela que vale
R$15,00. Colocando a sela no primeiro cavalo. va
Ie este o dobro do segundo. Colocando-a no se
gundo, vale este R$ 30,00 menos que o primeiro.
Quanto vale cada cavalo?
RESPOSTAS
01) 22
02) 105
03) 30km/h
04) 52 e 37
05) p +1.052
06) 30
07) 2
08) 179,183,187, 191, 195e199
09) 158
10) 5.389
11) b
12) . e
13) Sim
14) Sim
15) Sim
16) Sim
17) 15 min
18) R$ 60,00
19) 540
20) 25 mim
21) R$ 280.000,00
22) R$ 750,00
23) 135
24) R$ 880,00
25) 850,000 km2
26) R$ 1.200,00
27) 135min
28) R$ 2.000,00
29) R$ 90,00
30) 24
31) 12h
32) 24 meses
33) 14h 24 min
34) R$ 56,00
35) R$ 40,00
36) R$ 320.000,00 R$ 480.000,00 R$ 600.000,00
37) 175 e 420
38) 40 anos
39) 54° e 36°
40) 20 anos
41) 40 e 36
42) 288
43) R$ 18,00
44) R$ 20.000,00
45) 63/135
46) 1/84. 3/28,4/21, e 7/12
47) 55/TI
48) 45 km e 1/8
49) 24',339
50) 400
51) 1/6 e 5/6
52) R$ 60,00
53) 25
54) R$ 60,00 e R$63,00
55) d
,Matemática 39
.~
Apostilas
56) d
57) 3h 45 min
58) R$ 72.000,00
59) 20,4 km
60) 8.232 m
61) 10.58 m
62) 12
63) 3.000
64) 0,18
65) 8.000
66) R$ 150,00
67) 0,025 há
68) 30 m
69) 100.560 m
70) a
71) 200400
72) R$1.752,00
73) 92 dai
74) 1.200 dai
75) 432 L
76) 56,9 L
77) 144
78) 190 Le 160 L
79) 3.600 L
80) 960 hl
81) 1,200 m 3
82) 100.000t
83) 1,152t
84) 800
85) 2.500 dm3
86) 5
87) 5,124
88) 0,32 L e 0,46 L
89) 400 ml
90) 3,864 t
91) -105
92) 14h 24 mio
93). 33,e 12
94) Há 3 anos
95) Há 5 anos
96) 25 e 10
97) Há 5 anos
98) 35 e 10 anos
99) 24 e 21
100) R$ 60,00 e R$ 105.00
~
FUNÇOES
Introdução
O estudo de funções é um dos mais importantes da ma
temática, onde se preocupa estabelecer uma relação entre
duas grandezas variáveis. sendo aplicado também a diver
sas ciências.
Par ordenado
Dado dois elementos x e y de um conjunto e estabele
cido entre eles uma determinada disp.osição (ou ordem),
isto é, x sendo o primeiro e y o .segundo elemento, forma
mos o par ordenado {x,y}.
Matemática 40
íiiiiiiii
A igualdade entre. dois pares ordenados será
atendida se os primeiros termos estíverem iguais
entre si e os segundos termos também iguais entre
si: (a,b) = (c,d) (a = c e b =d).
Todo par ordenado de números reais é representado no
plano cartesiano por um ponto, tal plano é caracterizado
por dois eixos perpendiculares entre si; o eixo das abscis
sas (eixo x) e o eixo das ordenadas (eixo V). tendo a ori
gem do sistema o ponto O (0.0).
Dados dois conjuntos, podemos formar pares ordena
dos através de uma relação entre eles, o conjunto formado
por estes pares ordenados é denominado produto carte.
siano definido por: A x B ={(x,y) I x E A e Y E B}.Quando
A ou 8 vazios, temos que A x 8 vazio.
1 - Definição
Dados dois conjuntos A e 8 não vazios, chama-se fun
ção (ou aplicação) de A em 8, representada por
f : A ~ B ; Y=f(x) ,
a qualquer relação binária que associa a cadÊ elemen
to de A . um único elemento de B .
Portanto, para que uma relação de A em B seja uma
função . exige-se que a cada x E A esteja associado um
único y E 8 , podendo entretanto existir y E 8 que não
esteja associado a nenhum elemento pertencente ao con
junto A.
(71
~.
~
~ \, '\ )
~/
,=f(x)
~ B
A =dvmi11lo da função f
B = contradomílllo da função f
Obs : na notação y =f(x) , entendemos que y é ima
gem de x pela função f, ou seja:
y está associado a x através da função f.
Exemplo:
f(x) = 4x+3 ; então f(2) ::: 4.2 + 3 = 11 e portanto. 11 é
imagem de 2 pela função f ;
f(5) ::: 4.5 + 3 = 23 , portanto 23 é imagem de 5 pela
função f , f(O) =4.0 + 3 =3, etc.
.../
J
Apostilas
é-
Para definir uma função. necessitamos de dois conjun
tos (Domínio e Contradomínio) e de uma fórmula ou uma
lei que relacione cada elemento do domínio a um e somen
te um elemento do contradomínio,
r
C:::1FJ.nto
i /11l'agem
.. .r-t-.. fi
.\
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! 1*- .~.-!
I
.'
•
j . . ,.\ '-:i I
" -/'-.,.
DQmtfliü Conl!J:.J;xllH'IQ
00- O conjunto A é o domínio da função.
. O conjunto B é o contradomínio da função.
- O elemento y de B, associado ao elemento x de A, é
denominado imagem de· x,
- O subconjunto de B formado pelos elementos que são
imagens dos elementos de A é denominado conjunto
imagem ou apenas imagem da função.
"
. Quando D(f) c R e CD(f) c R , sendo R o conjunto
dos números reais, dizemos que a função f é uma função
real de variável real, Na prática. costumamos considerar
uma função real de variável real como sendo apenas a lei y
::: f(x) que a define, sendo o conjunto dos valores possíveis
para x , chamado de domínio e o conjunto dos valores
possiveis para y , chamado de conjunto imagem da fun
ção , Assim . por exemplo , para a função definida por y =
1/x , temos que o seu dominio é O(f) = R' , ou seja ocon
junto dos reais diferentes de zero (lembre-se que não exis
te divisãopor zero) , e o seu conjunto imagem é também
R' , já qlJe se y = 1/x , então x=1/y e portanto y também
não pode ser zero.
Dada uma função f: A ~ B definida por y = f(x) , po
demos representar os pares ordenados (x , y) E f onde x E
A e y E B ,num sistema de coordenadas cartesianas,
Ográfico obtido será o gráfico da função f ,
Assim, por exemplo. sendo dado o gráfico cartesiano
de uma função f. podemos dizer que:
a) a projeção da curva sobre o eixo dos x . nos dá o
domínio da função.
b) a projeção da curva sobre o eixo dos y • nos dá o
conjunto imagem da função,
c) toda reta vertical que passa por um ponto do domí
nio da função . intercepta o gráfico da função em
no máximo um ponto,
Veja a figura abaixo:
Y I
J
dt- - - - - - - - - - - - oi - - - -" y=f(x)
I J
I I
I :
c~-
a b xOI
Domínio = la,b)
Conjunto Imagem = [c,dl
2 -Tipos de funções
2.1 - Função sobrejetora
É aquela cujo conjunto imagem é igual ao contradomí
nio.
Exemplo:
//----....
I •----
( •
\~-------// '---..--"'"
A B
2.2 • Função injetora
Uma função y = f(x) é injetora quando elementos distin
tos do seu domínio, possuem imagens distintas, isto é:
X1 :f. X2, :=) f(x1) :f. f(x2,) ,
Exemplo:
Matemática 41
Apostilas
iii
---"\
~ í· \~ ~
"\\: C: .:1
f
. ~
"
A B
2.3 • Função bijetora
Uma função é dita bijetora . quando é ao mesmo tempo
, injetora e sobrejetora .
Exemplo:
(?):
. I
\ ·
",'"
)\..
"~
A
Exercícios resolvidos:
t=)
\-. /
"'~
B
1 • Considere três funções I, g e h, tais que:
A função f atribui a cada pessoa do mundo, a sua ida
. •
de.
A função 9 atribui a cada país. a sua capital
A função h atribui a cada número natural, o seu dobro.
Podemos afirmar que, das funções dadas, são injeto
ras:
a) f, 9 e h
b).f e h
c) g e h
d) apenas h
e) nenhuma delas
Solução:
Sabemos que numa função injetora, elementos dístintos do
domínio. possuem imagens distintas, ou seja:
x, ct. X2 ~ f(x,) ct. f(x2) . .
Matemática
meros reêlis - tal que
f(x - 5) =4x. Nestas condições. pede-se determinar f(x .,. 5)
Solução:
Vamos fazer uma mudança de variável em f(x - 5) =4x.
da seguinte forma:
x - 5 =u :. x=u ;: 5
Substituindo agora (x - 5) pela nova variável u e x por
(u + 5), vem:
f(u) =4(u + 5) :. f(u) ::: 4u + 20.
Ora, se f(u) =4u + 20. teremos:
f(x + 5) = 4(x+5) + 20 :'. f(x+5) =4x + 40
Agora resolva este:
A função f em R é lal que f(2x) = 3x + 1. Determine
2.f(3x + 1).
Resp: 9x + 5
3 - Paridade das funções
3.1 - Função par
A função y =f(x} é par, quando V x E D(f) . f(- x ) =f(x)
, ou seja, para todo elemento do seu' domínio,
f( x ) = f ( - x ). Portanto, numa função par. elementos
simétricos possuem a mesma imagem. Uma conseqüência
desse fato é que os gráficos cartesiano das funções pares,
são curvas simétricas em relação ao eixo dos you eixo das
ordenadas.
42
Logo, podemos concluir que.
f não é injetora, pois duas pessoas distintas podem ter
a mesma idade.
g é injetora. pois não existem dois países distintos com
a mesma capital.
h é injetora. pois dois números naturais distintos. pos
-./
suem os seus dobros também distintos.
Assim é que concluimos que a alternativa correta é a
--'
de letra C.
2 - Sejé\ f uma função definida em R - conjunto dos nú
Apostilas
Exemplo:
y = X4 + 1 é uma função par, pOis f(x) = te-x), para todo
x. Por exemplo.
f(2) =24 + 1= 17 e f(-2) = (_2)4 + {= 17
o gráfico abaixo, é de uma função par.
y
\---d~~--d--- y·f(,}
" I
1"'- I
I I
I
I
,b x-b
f(b) = f(-bJ
4.2 - Função ímpar
A função y = f(x) é impar , quando 'ri x E D(Q f( • x ) =I
• f (x) , ou seja, para todo ele'"1ento do seu dominio, f( - x)
= - f( x ). Portanto, numa função ímpar, elementos simétri
cos possuem imagens simétricas. Uma conseqüência des
se fato é que os gráficos cartesianos das funções impares,
são curvas simétricas em relação ao ponto (0,0), origem do
sistema de eixos cartesianos.
Exemplo:
y =i é uma função ímpar pois para todo x, teremos f(- x) =
- f(x),
Por exemplo. f( - 2) =(- 2)3 = 8 e - f( x) =-( i )=-8.
o gráfico abaixo é de uma função ímpar: '
V
~--!f(bl
I
Vi
I
f{b)
-bl b x
I
I
f(- b) = - f(b)
Nota: se uma função y =f(x) não é par nem ímpar, di
zemos que ela não possui paridade.
Veja abaixo o comportamento de uma função par
quando xvaria no intervalo [-1 1].
2000
1000
-1 -O 8 ·06 ..(J 4 -O 2. 1"'0.02 0.4 ~ 0.6 0,8 1·
""0",
'''...
-1000 '" '"
''"''.
"'''''0,
,2000
Exemplo
O gráfico abaixo, representa' uma função que não possui
paridade, pois a curva não é simétrica em relação ao eixo
dos x e, não é sim~trica em relação à origem. .
I
(
I
MatemlÍtica .1",j... 1
-/
Apostilas
'J
x"\
1-FUNÇÃOINVERSA
Dada uma função f : A ~ B , se f é bijetora , então defi
ne-se a função inversa f-l como sendo a função de B em A
, tal que fl (y) =X . •
Veja a representação a seguir:
:J
f(x) = y
f-1(y)=x
t: óbvio então que:
a) para obter a função inversa, basta permutar as vari
áveis x e y.
b) o domínio de f-l é igual ao conjunto imagem de f.
c).o conjunto imagem de f-l é igual ao domínio de f .
d) os gráficos de f e de f -1 são curvas simétricas em rela
ção à reta y=x ou seja, à bissetriz do primeiro quadrante.
Exemplo:
Determine a INVERSA da função definida por y =2x +
3.
Permutando as variáveis x e y, fica: x =2y + 3
Explicitando yem função de x, vem;
2y = x - 3 :. y =(x - 3) /2, que define a função inversa
da função dada.
o gráfico abaixo, representa uma função e a sua inver
sa.
Observe que as curvas representativas de f e de fl, são
simétricas em relação à reta y =x, bissetriz do primeiro e
terceiro quadrantes.
Yr" . /f ,,' Y= x
f -i, " I / / /'j , / /
' / / /'1 !,-,/ / /
// I------- •
x
////1
/ I
I
Exercício resolvido:
A função f; R -7 R , definida por f(x) = l :
a) é inversível e sua inversa é f -1 (x) =~ x
b) é inversível e sua inversa é f .1(X) =-"j x
c) não é inversivel
d) é injetora
e) é bijetora
SOLUÇÃO:
Já sabemos que somente as funções bijetoras são inversí
veis, ou seja, admitem função inversa. Ora, a função f(x} =
x2
, definida em R - conjunto dos números reais - não é
injetora, pois elementos distintos possuem a mesma ima
gem. Por exemplo, f(3) =f(-3) =9. Somente por este moti
vo, a função não é bijetora e, em conseqüência, não é
inversível.
Observe também que a função dada não é sobrejetora,
. pois o conjunto imagem da função f{x) = .; é o conjunto R +
dos números reais não negativos, o qual não coincide com
o contradomínio dado que é igual a R. A alternativa correta
é a letra C.
2 - FUNÇÃO COMPOSTA
Chama-se função composta ( ou função de função) à
função obtida substituindo-se a variável independente x ,
por uma função.
Simbologia: fog (x) = f{g(x)) ou gof (x) = g(f(x)) .
Veja o esquema a seguir:
Matemática 44
. Apostilas
.~.
A /...-~ B~. C"'------.,
I \f 1\ g( \
I ~ i' I • i , I ~.. I
\ : Oou voltada "para baixo"
se a O) concavidade p/ cima
f ( x ) =- x2 + 6x - 8 (a = -1tenhamos f ( x) =Ix I onde o símbolQ
Ix Ique se lê módulo de x, significa:
·i = I, x, se x_ >0
I 'IX ' . i- x, se x I , .
SI 61
....'I~Y""~'-'-'-""-'l
I .
I
f••
Respostas:
1) D (f) =]-3, 3 ] e Im ( f) =]-1, 2 ]
2) D ( f) = [-4, 3 [ e Im ( f) = [ -2, 3 [
3) D (f) = ]-3, 3 [ e Im (f) =] 1,3 [
4) D ( f) = [-5, 5 [ e Im ( f) =[ -3, 4 [
5) D ( f) = [-4, 5] e Im ( f) =[-2, 3 ]
6) D (f) =[O, 6 [ e Im ( f) = [O, 4[
03) Observar os gráficos abaixo, e dizer se as fun
ções são crescentes ou decrescentes e escre
ver os intervalos correspondentes:
11 21 r
IY , Er..-.--..._._....
M
1- J-;7 : ....-: .
t;
[
I __... _ ..
_J '1 l J 5, 8--:--8.
I
'~.~.
~:
~ Ir ~
,,1',3 - 1: -,
,-J11
J8171
t
!
i
i"·,
r
f,
RESPOSTAS
li Y 21
Matemática 46 .,1J
Apostilas
..
.>07 f ( x) f ( x) > O
x 8 ] O, 2 [ => f ( x) f ( x) > O
Geometria
1. POSTULADOS
a) A reta é ilímitada; não tem origem nem
extremidades.
b} Na reta existem infinitos pontos.
c} Dois pontos distintos determinam uma única reta
(AB) .
2. SEMI-RETA
Um ponto O sobre uma reta divide-a em dois
subconjuntos, denominando-se cada um deles semi-reta.
origem
semi-reta r semi-reta
o
\ o f
Representação:
A S
o• -+
AS
3. SEGMENTO
t
I
t
l.
(
I
[
(
1
l
!
!
r
I
l
j
\
\
(
I
\
I
J
1) crescente: [ -3. 2J decrescente: [ 2, 5 ]
crescente: [ 5, 8 ]
2) crescente: [ O, 3] decrescente: [ 3, 5 ] crescente:
[5, 8]
3) decrescente
4) crescente
5) decrescente:]- 00, 1] crescente: [ 1, + 00 [
6) crescente:]- 00, 1) decrescente: [ 1, + 00 [
7)
8)
crescente
decrescente
04) Determine a função inversa das
.
seguintes
funções:
a) y = 3x b) y::: X - 2
c)y= i d) Y= x - 5
3
RESPOSTAS
a) y= -
x
b) y::: X+ 2
3
c)y= ~ d) y::: 3x + 5
05) Analise a função f ( x )::: i - 2x
2x - 3 cujo gráfico é dado por:
- _.* ___ of y.
• >0.>0 . f ( x) > O
x 8 J3, + 00 [ => f (x) > O
x 8 [ - 1, 3 r=> f ( x)ou 160· + IS :;: 180' => b:;: 20·
Resp.: Os ângulos obtusos medem 160· e os agudos
20·.
5) Na figura. determine x.
Resoluç{io: Pelos ângulos alternos internos:
x+300=500 => x =200
16. TRIÂNGULOS
16.1 - Ângulos
óABC=ABuBCuCA
A13: BC: ( 'A são os lados
A; k; t são ângulos internos
l,,~ ;~ ex ; t e~ são angulos externos
B c
Lei angular de Thales:
~ + B+(:=180°
A
8 I " C
Conseqüências:
.!1 +Áex = 1800
} ) )) I
) )) ~ A = B+C
A+B +C= 1800 ,'.f
Analogamente:
I 1 }
li"" = A + C
l' e' = é + Á
I
I
Soma dos ângulos extemos:
I Áex + Bex + Cex =360C I
'1
16.2 - Classificação I
Matemática 50 f~l,
.•lfj';,
I
'I
} Apostilas
f
equilátero e equiângulo
t
I
I isósceles e isoângulo
/~
!
i
i
escaleno
t
retângulo
90·
Obs. ; Se o triângulo possui os 3 ângulos menores que
90·, é acutângulo; e se possui um dos seus ângulos maior
do que 90·, é obtusângulo.
.~
16.3 Congruência de triângulos
Dizemos que dois triângulós são congruentes quando
os seis elementos de um forem congruentes com os seis
. elementos correspondentes do outro.
/
A A'
I
I
I
I 8 C B' C'
[
I
I
I
[
[
~- I
À == À,
é == é· e
6 == 6,
AB A'S'
BC == S'C'
AC == A'C'
Ç::;> .6•..1 BC == L1A' BI C'
16.4 ~ Critérios de congruência
LAL: Dois triângulos serão congruentes se possuírem
dois lados e o ângulo entre eles congruentes.
LLL: Dois triângulos serão congruentes se possuírem
os três lados respectivamente congruentes.
ALA: Dois triângulos serão congruentes se possuírem
dois ângulos e o lado entre eles congruentes.
LAAo : Dois triângulos serão congruentes se possuírem
dois ângulos e o lado oposto a um deles
congruentes.
16.5 - Pontos notáveis do triângulo
a) O segmento que une o vértice ao ponto médio do
lado oposto é denominado MEDIANA.
O encontro das medianas é denominado
BARICENTRO.
A
Bi( • '»C
M
G é o baricentro
Propriedade: OG =2GM
BG =2GN
CG =2GP
b) A perpendicular baixada do vértice ao lado oposto é
denominada ALTURA.
O encontro das alturas é denominado
ORTOCENTRO.
Matemática.~;;j;l 51
APOSti/lIS
c} INCENTRO é o encontro das bissetrizes internas
do triângulo. (E centro da circunferência inscrita.)
d} CIRCUNCENTRO é o encontro das mediatrizes
dos lados do triângulo. IÉ centro da circunferência
circunscrita. )
16.6 Desigualdades
Teorema: Em todo triângulo ao maior lado se opõe o
maior ângulo e vice-Versa.
Em qualquer triângulo cada lado é menor do que a
soma dos outros dois.
16.7 - EXERCíCIOS RESOLVIDOS
1) Sendo 8cm e 6cm as medidas de dois lados de um
triângulo, determine o maior número inteiro pos
sível para ser medida do terceiro lado em em.
Relução:
x x x>-2 => 2 x > 2
Assim, o maior numero inteiro possível para medir o
terceiro lado é 13.
2) O perimetro de um triângulo é 13 em. Um dos
lados é o dobro do outro e a soma destes dois
lados é 9 em. Calcule as medidas dos lados.
Resolução:
a + b + c ::: 13}
a ::: 2b 3b::: 9
a + b = 9
I b =3 I e
Portanto: [ C = 4
As medidas sâo : 3 em; 4 em; 6 em
3) Num triângulo isósceles um dos ângulos ,ja base
mede 47"32' Calcule o ângulo do vértice
Resolução:
x + 47" 32' + 47" 32' =- 1800
Ç::;>
x + 940 64' = 180· Ç::;>
x + 95° 04' ::: 1800
Ç::;> x 1800 95". 04' Ç::;>
x::: 56'840
rascunho:
179" 60'
84" 56'
ResfJ : O ângulo do vértice é 840 56'.
4) Determine x nas figuras:
a)
b)
Resolução:
a) 800 + x ::: 120· => x::: 40·
b) x + 1500 + 1300 = 360" => x ::: 80 0
5) Determine x no triângulo:
r
Matemática J
I
./'- -:;'~.~'
11""'''1''''
f
!
I
i
/-~
,~
r
r-
Apostilas
Resolução:
)(
B C
Sendo h.AB(' isósceles, vem: e portanto:b .:::: C
'1 J) J
B == L' =50° ,pois A + H + C IHO°.
Assim, x =80° + 50° ::::} x = 130"
17. POLlGONOS
o triângulo é um polígono com o menor número de
lados possível (n =3),
De um modo geral dizemos; polígono de n lados.
17.1 - Número de diagonais
11 (11 - 3)
d = I (n = número de lados)
2
De 1 vértice saem (n - 3) di('lgonais,
De n vértices saem n . (n - 3) diagonais; mas, cada uma
é considerada duas vezes, '
11 (11 - 3)
Logo, d
""")
17.2 - Soma dos ângulos internos
17.3 - Soma dos ângulos externos
17.4 - Quadriláteros
a) Trapézio:
"Dois lados paralelos".
AB i! De
A 8
o c
b) Paralelogramo:
"Lados opostos paralelos dois a dois".
AB /1 De e AD // BC
A B
'\ ,/'.-/
'\ ,/'.-/
X-.-/
.-/.-/ \.
,/'
,/',/' \
D c
Propriedades
1) Lados opostos congruentes,
2) Ângulos apostos congruentes.
3) Diagonais se encontram no ponto médio
c) Retângulo:
"Paralelogramo com um ângulo reto"
A R
.................... .-/
""---.. '--.. .,/'
,/"'- =- :,x=6
MN MC 4 6
. ~
I 4, RELAÇÕES MÊTRICAS NO TRIÂNGULO
RETÃNGULOI
Na figura:
A
1
B { ! 1'1 n! " C
H
.. a ..
li =m +n
Aé vértice do ângulo reto (Â == 90° )
B+ C= 90°
m == projeção do cateto c sobre a hipotenusa a
n == projeção do cateto b sobre a hipotenusa a
r
H é o pé da altura AH = h.
4.1 - Relações
AB HB
AAHB - !1CAB R R
a) CB AB
qAB~ =CB·HB
2 c =a. mou (I)
AC HC
MHC-ABACq-==-q
b) BC AC
AC 2R == BC·HC
r ou b
2 =a . n I (!f)
AH HB
MHB-!1CHAq-=-q
c) CH HA
q AH 2 ==CH ·HB
,~ h2uu == 111. n (lll)
A altura é média proporcional
Matemática 55
~
('ol1seqüências:
(I) + (11) vem:
c ~ + b2 == (Im +an q
2 +h 2
q c == a\ni+:f)q
u
2
Rc
2 +b 1
==a
4.1 - Teorema de Pitágoras
a2 + b2 =c2
oquadrado da hipotenusa é
igual à soma dos quadrados dos
Exemplo:
Na figura, M é ponto médio de BC, A=90°
A
e M = 90°. Sendo AB =5 e AC =2, calcule AI.
Á
8 ./ 1-' \ C
Resolução:
a) Teorema de Pitágoras:
BC l == AB! +AC2 ::::> BC l == 52 +22 ::::>
::::> BC = 129 == 5,3 8
e [ MB= § I2 .
b) MBe - !1MBI q AB BC ou
MB B1
_5__ 129 29
129 -ill q BI =10=2,9
2
Logo, sendo AI =AB - BI, teremos:
Apostilas
AI =5 - 2.9 => IA/=2,1
5. RELAÇÕES MÉTRICAS NO CíRCULO
A
N
____ T
~p
Nas figuras valem as seguintes relações:
81 =PA. PB=PM. PN
~ J J
p
~
o número 81 é denominado Potência do ponto
P em relação à circunferência.
82 =Jd2 -R21
6. POLlGONOS REGULARES
a) Quadrado:
A
I( VI • 'J B
A8 =lado do quadrado ( À4 )
OM = apótema do quadrada (a4)OA =08 =R = raio do circulo
Relações:
J• AB~ =R +1À~ = Rfi
AB
• OM ::::
'"l ~ ~
• Área do quadraI h=À~f3 i
2
(altura em função do lado)
• AO =2 OH => I R =2a
(o raio é o dobro do apótema)
• I À,,:::: Rf3 :ado em função do raio)
• Área: s:::: À;f3
4 I
(área do triângulo equilátero em função do
lado)
I
Matemática 56 j
-;'F"{
r
,-; 1
(
(
f
[
(
{
f
I
\
(
l
I
\
(
l
í
[
j
--- I
I
\
I
I
I
I
r-"'
I
I
I
r
[
c) Hexágono regular:
A8 ="" (lado do hexágono)
OA =08 = R (raio do circulo)
OM = a (apótema)
Relações
• L1 OAB é equilátero ~ •.. f.."t, =R I
•
•
OM é altura Ó. OAB ~
Área:
S =6· S-'AliC ~
~ ?.J3
0::::;
'1
"'/)' .
S::::;~1
'1
7. ÁREAS DE FIGURAS PLANAS
a) Retângulo:
,fi
\,..
J
b
b) Paralelogramo. I S = b . h
L 21
b
c) triângulo:
I S~b~h I
Apostilas
~
1:1
d) losango:
I S=~2d I
e) trapézio: + b)l~B
s=
1
b
LJ:h
I .
I
~
B
8. EXERCiclOS RESOLVIDOS
1) Num triângulo retângulo os catetos medem 9
. cme 12 em. Calcule as suas projeções sobre
a hipotenusa
Resolução:
a)
b)
c " 9 em e b - , 2 em
Pitágoras: a 2 =b2 + c2 :::>
~ a2 =12' + 92 :::> I a =15
e =a . m ~ 92 =15. m ~ I m =5,4
c) b2
:: a . n => 1i = 15 . n => I n =9,6
MalemâlÍca 57j
Apostilas
2) As diagonais de um losango medem 6m e
8m. Calcule o seu perímetro:
Resolução:
,\2 42 .,2 ~
I\, = =.J ~~
O perímetro é: I P = 4 X 5 m= 20
3) Calcule x na figura:
N
Resolução:
PA. P8 = PM . PN ~ 2. (2 + x) =4 X 10
{:::}
4 +2 x=40 {:::} 2 x=36 {:::}
{:::} Ix=18
4) Calcule a altura de um triângulo equilátero
2cuja área é 913 m :
Resolução:
s~ À'; =>9)3 ~ À';:j À~6 m I
. À13 h 613. I h -., h Ih=-2-~ :=2" -.J"\jJ m
Geometria no Espaço
RISMAS
-'
~j
São sólidos que possuem duas faces 1.c
apostas paralelas e' congruentes denominadas
bases.
~.
ai, = arestas laterais
h = altura (distância entre as bases)
h
D~ '. {
Cálculos:
Ab = área do polígono da base.
A';. = soma das áreas laterais.
2. (
AT = Ai. +1Ab I(área total).
c.
[
j V =Ab. h (volume)
1.1 - Cubo
O cubo é um prisma onde todas as faces são
quadradas,
AT = 6 . a 2 (área total)
[ V = a3
(volume)
a =arestél
/I
Para o cálculo das diagonais teremos:
(diagonal de uma face)
d=afi
2.1
(diagonal do cubo)O=a13
I =--J
.3·
(atemática 58 ",:1
:n:':.:..
~,:;'y.
'''''í'''
I
I Apostilas
1,2 - Paralelepípedo reto retângulo
b~b
c
com a múltiplo de b.
rifá ::: b =!> radiciação com a E IN
Quadrado perfeito (se n =2), cubo perfeito (se n
=3), etc. .
e se rifá =b Ç::> bn =a
na =a.a.a.... a. particularmente se a2 =a . a (lê-se a
ao quadrado)
a3 = a. a. a (lê-se a ao cubo)
Propriedades Operatórias
a) (a + b) + c =a + (b + c), associativa da adição.
b) (a. b) . c = a. (b . c), associativa da multiplicação.
c) a + b =b + a, comutativa da adição.
d) a. b ::: b . a. comutativa da multiplicação.
e) a + O=a, elemento neutro da adição.
f) a. 1 =a. elemento neutro da multiplicação.
g) a .(b + c) =a. b + a. c, distribuição da multiplicação
em relação à adição.
h) aO =1 com a =O
•
~.
~1
1.
cre:
,~~
Se!
!"''Õ
L.-lor de X é 7. ,
..e
Matemática 3
O do meio terá 14, pois é o valor de X que é 7, vezes 2, ou
ainda o dobro de 7.
E o mais velho terá 24, que seria o triplo de X mais 3.
Pronto! A resolução desse problema foi feita e deu para
perceber como o uso da letra facilitou sua resolução.
Outros exemplos: .
A soma das idades de André e Carlos é 22 anos. Des
cubra as idades de cada um deles, sabendo-se que André
é 4 anos mais novo do que Carlos.
.,;;-
Solução:
Primeiro passaremos o problema para a linguagem ma
temática. Vamos tomar a letra c para a idade de Carlos e a
letra a para a idade de André, logá a=c-4. Assim:
c + a =22
c + (c -4) =22
2c - 4 =22
2c - 4 +4 =22 + 4
2c =26
c =13
Resposta: Carlos tem 13 anos e André tem 13-4=9
anos.
A população de uma cidade A é o triplo da população
da cidade B. Se as duas cidades juntas têm uma popula-.
çãO de 100.000 habitantes. quantos habitantes tem a cida
de B? .
Solução: Identificaremos a população da cidade A com
a letra a e a população da cidade com a letra b. Assumire
mos que a=3b. Dessa forma, poderemos'escrever:
a + b = 100.000
3-b + b = 100.000
4b = 100.000
b = 25.000
Resposta: Como a = 3b, então a população de A
corresponde a: a=3x25.000=75.000 habitantes.
Uma casa com 260m2 de área construída possui 3
quartos d.e mesmo tamanho. Qual é a área de cada
quarto, se as outras dependências da casa ocupam
140m2?
Solução: Tomaremos a área de cada dormitório com le
tra x.
3x + 140 =260
3x =260 -140
3x =120
x =40
Resposta: Cada quarto tem 40m2
,
Como achar o valor de x (termo desconhecido) nas
quatro operações básicas
01. Determine um número natural que, multiplicado por
17, resulte 238.
u:H-
X . 17 =238 (jJt )J,
0~
,
~/
Apostilas
x= 238: 17
X =14
Prova: 14.17 = 238
02. Determine um número natural que, dividido por 62,
resulte 49.
x: 62 =49
x =49.62
x = 3038
03 Determine um número natural que, adicionado a 15,
dê como resultado 32
x + 15 =32
x =32 -15
x =17
04. Quanto devemos adicionar a 112, a fim de obtermos
186?
x -112 = 186
x =186 -112
x =74
05. Quanto devemos subtrair de 134 para obtermos 81?
134 -x= 81
- x = 81 -134
- x = - 53 (multiplicando por -1)
x =53
Prova: 134 - 53 =81
06. Ricardo pensou em um número natural, adicionou-lhe
35, subtraiu 18 e obteve 40 no resultado. Qual o nú
mero pensado?
x + 35 -18 =40
x =40 - 35 + 18
x= 23
Prova: 23 + 35 -18 = 40
07. Adicionando 1 ao dobro de certo número obtemos 7.
Qual é esse numero?
2. x +1 =7
2x=7-1
2 x =6
x =6: 2
x =3
o número procurado é 3. Prova: 2. 3 +1 = 7
08. Subtraindo 12 do triplo de certo número obtemos 18.
Determinar esse número.
3.x-12=18
3x =18+12
3 x =30
x = 30: 3
x = 10
09. Dividindo 1736 por um número natural, encontramos
56: Qual o valor deste numero natural?
1736: x = 56
1736 = 56. x
56. x = 1736
x. 56 = 1736
~~~~~~~~-~=~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~
Matemática 4
x = 1736: 56
x = 31
10. O dobro de um número é igual a 30. Qual é o núme
ro?
2.x=30
2x=30
x=30: 2
x =15
11. O dobro de um número mais 4 é igual a 20. Qual é o
número?
2. x + 4 = 20
2 x =20 - 4
2 x =16
x =16: 2
x=8
12. Paulo e José têm juntos 12 lápis. Paulo tem o dobro
dos lápis de José. Quantos lápis tem cada menino?
José: x
Paulo: 2x
Paulo e José: x + x + x = 12
3x =12
x=12: 3
x=4
José: 4 - Paulo: 8
13. A soma de dois números é 28. Um é o triplo do outro.
Quais são esses números?
um número: x
o outro número: 3x
x + x + x + x = 28 (os dois números)
4 x =28
x = 28: 4
x = 7 (um número)
3x = 3 . 7 = 21 (o outro número).
Resposta: 7 e 21
14. Pedro e Marcelo possuem juntos 30 bolinhas. Marcelo
tem 6 bolinhas a mais que Pedro. Quantas bolinhas
tem cada um?
Pedro: x
Marcelo: x + 6
x + x + 6 = 30 ( Marcelo e Pedro)
2 x + 6 = 30
2 x =30 - 6
2x=24
x =24: 2
x:: 12 (Pedro)
Marcelo: x + 6 =12 + 6 =18
Problemas
1 - Em uma adição uma das parcelas é 27. Sabe-se que
a soma é 115. Calcule a outra parcela. ~1Co
",,'
"f
~L
~/
--'
--
Apostilas
r
,--.
r-
r
F
r
.r
?
íii
2 - A diferença entre dois números é 45.0 subtraendo é
27. Qual é o número? ;(1) t.\ ç
3 - Em uma divisão exata o~n'do é 495 : of~en-
te é 11. Qual é o divisor. ~~ ",C\S
Respostas: 1) 88 2) 72 3) 45 ~~
CONJUNTO DOS NÚMEROS
INTEIROS RELATIVOS
Sobre a origem dos sinais
A idéia sobre os sinais vem dos comerciantes da épo
ca. Os matemáticos encontraram a melhor notação para
expressar esse novo tipo de número. Veja como faziam
tais comerciantes:
Suponha que um deles tivesse em seu armazém duas
sacas de feijão com 10 kg cada. Se esse comerciante
vendesse num dia 8 Kg de feijão, ele escrevia o número 8
com um traço (semelhante ao atual sinál de menos) na.
frente para não se esquecer ca que no' saco faltava 8 Kg
de feijão.
Mas se ele resolvesse despejar no outro saco os 2 Kg
que restaram, escrevia o número 2 com dois traços cruza
dos (semelhante ao atual sinal de mais) na frente, para se
lembrar de que no saco havia 2 Kg de feijão a mais que a
quantidade inicial.
Com essa nova notação,os matemáticos poderiam, não
somente indicar as quantidades, mas também representar
o ganho ou a perda dessas quantidades, através de núme
ros, com sinal positivo ou negativo.
O conjunto Z dos Números Inteiros
Definimos o conjunto dos números inteiros como a reu
nião do conjunto dos números naturais, o conjunto doscm e) 25 cm
8) A base e a altura de um retângulo estão na razão
I~ . Se a diagonal mede 26cm. a base medida
J
será:
a) 12 em b) 24 cmc) 16 cm
d) 8 em e) 5 cm
9) A altura relativa á hipotenusa de um triângulo mede
14,4 dm e a projeção de um dos catetos sobre a
mesma 10,8 dm. O perímetro do triângulo é:
a) 15 dm b) 32 dm c) 60 dm
d) 72 dm e) 81 dm
10) A altura relativa á hipotenusa de um triângulo
retângulo de catetos 5 cm e 12 cm. mede:
a)4,61cm b) 3,12 cm c)8,1cm
d) 13,2 em e) 4 em
11) Duas cordas se cruzam num círculo. Os
segmentos de uma delas medem 3 cm e 6 cm; um
dos segmentos da outra mede 2 cm. Então o outro
segmento medirá:
a) 7 cm b) 9 cm c) 10 cm
d) 11 cm e) 5 cm
RESPOSTAS AOS EXERCICIOS PROPOSTOS
1) c 5) e 9) d
2) b 6) c 10) a
3) d 7) a 11) b
4) e 8) b
EXERCíCIOS PROPOSTOS 3
1) Um prisma pentagonal regular tem 1.8 m de altura e
aresta da base 0,6 m. Calcule a área lateral do prisma.
2) Calcule a área total de um prisma hexagonal regular
de 2m de altura e 1 ,5m de aresta na base.
3) A altura de um prisma reto tem 9,6 cm e as bases são
quadrados cuja diagonal mede 2.25 em. Calcule a
área lateral.
4) Calcule a diagonal de um cubo cujo volume é
47013,360 cm 3.
5) Em um prisma reto. a altura tem 7 m, a base é um
triângulo isóscele~ cujo perimetro é 5 m e um dos
lados tem 3, cm. Calcule o volume.
Matemática 62
8) Calcule a superfície total de uma pirãmide triangular
regular que tem 25cm de aresta lateral e 8cm de
aresta da base.
9) calcule a área lateral de um cilindro reto de 12,5 cm de
altura e cuja base está inscrita num losango de dia
gonais 8 cm e 6 em.
10) Um retângulo de 4 cm de lado e 5 cm de base gira em
torno do lado maior determinando um sólido no
espaço. calcule a área lateral do sólido assim gerado.
11) calcule a área de uma superticie gerada pela rotação
de um triângulo equilátero de lado 6 cm, em torno de
seu lado.
12) Um cone circular reto de altura h é seccionado por um
plano á distância h/4 do vértice; sendo 256 cm2 a área
,lateral do cone, calcule a área lateral do cone parcial
assim formado.
13) Com um setor circular de 15 cm de raio e 2160 de
ângulo central, constrói-se um cone circular reto.
calcule a área lateral do cone.
14) Calcule o volume de uma esfera inscrita num cone reto
de 4m de altura e 3m de raio da base.
RESPOSTAS AOS EXERCíCIOS PROPOSTOS
1)5,4mL
211) 36.[jJr cm
2) 29,68 m 2
22 12) 16 em3) 61.084 cm
2 13) 135Jr cm2
4) 6.6 cm 314) 415 Jr cm5) 21cm3
6) 3,93 cm
7) 144,333 dm3
8) 323,832
9) 60 Jr cm 2
10) 40 Jr cm 2
BIBLIOGRAFIA
Enciclopédia A BARSA
Matemática - Nelson Baccaro Hélio Cyrino - Editora
Ática - SP
Matemática GUIA INTENSIVO DE ENSINO
. GLOBALlZADO - 10 E 20 GRAU E VESTIBUl:.ARES
JOSÉ LUIZ DA COSTA - EDELBRA -INDÚSTRIA
GRÁFICA E EDITORA LTOA - ERECHIM - RS
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I
I
:",,~.~. J.c~
I[ ESTATíSTICA [I
Estatística Descritiva
Estatística Descritiva é o nome dado ao conjunto de técni
cas analíticas utilizado para resumir o conjunto de todos os
dados coletados numa dada investigação a relativamente
poucos números e gráficos. Ela envolve basicamente:
• Distribuição de Freqüência: É o conjunto das freqüên
cias relativas observadas para um dado fenômeno estu
dado, sendo a sua representação gráfica o Histograma
(diagrama onde o eixo horizontal representa faixas de
valores da variável aleatória e o eixo vertical representa a
freqüência relativa). Por uma conseqüência da Lei dos
Grandes Números, quanto maior o tamanho da amostra,
mais a distribuição de freqüência tende para a distribuição
de probabilidade.
procedimentos para a identifica
ção de uma distribuição de probabilidade a partir de um
conjunto de freqüências usando a Lei dos Grandes Núme
ros. Essencialmente, calcula-se a chance da diferença
entre uma distribuição de freqüência observada e aquela
que seria de se esperar a partir de uma determinada distri
buição de probabilidade (geralmente a Curva Normal).
Uma distribuição de freqüência pode ser tida como perten
cente a um dado tipo de distribuição se o teste de aderên
cia mostrar uma probabilidade de mais de 5% da diferença
entre as duas ser devida ao acaso
Medidas da Tendência Central: São indicadores que permi
tem que se tenha uma primeira idéia, um resl,t[llo, de como
se distribuem os dados de urr, experimentd,.;toformando °
valor (ou faixa de valores) da variável aleáf§ría que ocorre
mais típicamente. Ao todo, são os seguintes três parâme
tros:
A idéia básica é a de se estabelecer uma descrição dos
dados relativos a cada uma das variáveis, dados esses'
levantados através de uma amostra.
• Média: É a' soma de todos os resultados dividida pelo
número total de casos, podendo ser considerada como um
resumo da distribuição como um todo.
• Moda: É o evento ou categoria de eventos que ocorreu
com maior freqüência, indicando o valor ou categoria mais
provável.
• Mediana: É o valor da variável aleatória a partir do
qual metade dos casos se encontra acima dele e metade
se encontra abaixo
Medidas de Dispersão: São medidas da variação de um
conjunto de dados em tomo da média, ou seja, da maior ou
menor variabilidade dos resultados obtidos. Elas permitem
se identificar até que ponto os resultados se concentram ou
não ao redor da tendência central de um conjunto de ob
servações. Incluem a amplitude, o desvio médio, a variãn-
Matemática 63
cia, o desvio padrão, o erro padrão e o coeficiente de vari
ação, cada um expressando diferentes formas de se quan
tificar a tendência que os resultados de um experimento
aleatório tem de se concentrarem ou não em determinados
valores (quanto maior a dispersa0, menor a concentração e
vice-versa).
A idéia básica é a de se estabelecer uma descrição dos
dados relativos a cada uma das variáveis, dados esses
levantados através de uma amostra.
Fonte: hllp://www.vadcmccunu.:ol11.hr!iatrnsiestdiscriti\.a.htm
DISTRIBUiÇÃO DE FREQÜÊNCIA
A primeira tarefa do estatistíco é a coleta de dados.
Torna-se então necessário um pequeno planejamento, no
qual se irá decidir:
Quais são os dados a coletar?
A coleta de dados será feita utilizando toda a popu
lação ou recorrendo a amostragem?
• Onde serão coletados os dados? Que tipo de fonte
será utilizada?
• Como organizar os dados?
Vejamos como essas questões são resolvidas numa si
tuação prática:
Exemplo 1: Um. repórter do jornal A Voz da Terra foi
destacado para acompanhar a apuração de votos da elei
ção da diretoria do clube da cidade, à qual concorrem os
candidatos A, B, C e D. O objetivo da pesquisa é a publica
ção da porcentagem de votos obtidos pelos candidatos.
O repórter já tem explícitas na proposta de trabalho que
recebeu algumas respostas para seu planejamento:
• os dados a coletar são os votos apurados;
• a população envolvida é o conjunto de todos os e
leitores (não será utilizada amostragem, pois os e
leitores serão consultados, através da votação);
a coleta será direta, no local da apuração.
Falta resolver o último item do planejamento: como or
ganizar os dados?
Os dados obtidos constituem os dados brutos O repór
ter poderá recorrer a uma organização numérica simples,
registrada através de sim bolos de fácil visualização:
Candidatos Votos
A
B
C
D
II1 !1111111111
;1111111111
i III! 1111 I I 11111
I;: 11 !111
121121D
!SI tSl I
IZI 0 IZI I
IZID
Apostilas
Agora, ele poderá fazer o rol desses dados, organizan
do-os em ordem crescente (ou decrescente):
Candidatos· Votos
D 9
B 11
A 14
C '16
Deste modo, ele terá iniciado o trabalho de tabulação
dosdaâos,
Apesar de as anotações do repórter trazerem todas as
informações sobre os cinqüenta votos, provavelmente o
jornal não irá publicá-los dessa forma. E: mais provávelque
seja publicada uma tabela, com o número de vo.tos de cada
candidato e a respectiva porcentagem de votos:
Candidatos Numero % de votos
de Votos i
D
S
A
C
9
11
14
16 I
18
22
28
32
Total __ 50---.L 100
Este é um exemplo de distribuição por freqüência.
VARIÁVEIS E FREQÜÊNCIAS
No caso que estamos estudando, cada voto apurado
pode ser do candidato A, do S, do C ou do D. Como são
cinqüenta os votantes, o número de votos de cada um
eode assu~ir valores de 1 a ~O. O número de votos varia.
Euma vanavel.
O valor que representa um elemento qualquer de um
conjunto chama-se variável. .
No caso dos votos, a variável assume valores resultan
tes de uma contagem de O a 50. Quando se tomam, nesse
conjunto de valores, dois números consecutivos quaisquer,
não é possivel encontrar entre um e outro nenhum valor
que a variável possa assumir. Por exemplo, entre 20 e 21
não existe nenhum valor possivel para a variável. Estamos,
portanto, diante de uma variável discreta,
Uma tabela associa a cada observação do fenômeno
estudado o número de vezes que ele ocorre. Este número
chama-se freqüência.
Na tabela do exemplo dado, a freqüência de votos do
candidato A é 9, a do candidato B é 11, a do. C é 14 e a do
D é 16. Estas freqüências, representadas na segunda
. coluna, são as freqüências absolutas (F). Sua soma é igual
a 50 que é o número total de ')bservações. Na coluna "%
de votos", obtida a partír do cálculo de porcentagem de
votos de cada candidato, estão representadas as freqüên
cias relativas (Fr).
9
Candidato A 50 =0,18=18%
11
Candidato S 50 =0,22 =22%
Candidato C 2i =0,28 =28%
50
16
Candidato D 50 = 0,32 = 32%
A freqüência relativa (Fr) ou freqüência porcentual (F%)
é a relação entre a freqüência absoluta e o número total de
observações. Sua soma é 1 ou 100%:
0.18 + 0,22 + 0,28 + 0,32 = 1,00
18% + 22% + 28% + 32% =100%
Exemplo 2: Dada a tabela abaixo, observe qual a variá
vel e qual a freqüência absoluta e calcule as freqüências
relativas.
rorSTRIBUIÇÃO DE RENDA NO BRASIL -I
i1971 '
I Faixa de renda 1Hab'
Até 1 salário mínimo 224740
De 1 a 3 salários mínimos 363860
De 4 a 8 salários mínimos 155700
Mais de 8 salários mínimos 47500
I Total 791 800
Fonte: Brasil em dados Apud: COUTINHO, M. 1. C e CUNHA,
S. E. Iniciação à Estatística. Belo Horizonte, Lê, 1979, p.
40.
Solução: A variável é a renda, em salários míni
mos por habitação. As freqüências absolutas são os
dados da tabela:
em 224 740 moradias a renda é de até 1 salário
mínimo;
em 363860 é de 1 a 3 salários;
em 155 700 está entre 4 e 8 salários;
em 47800 é maior que 8 salários mínimos.
Para obtér as freqüências relativas, devemos cal
cular as porcentagens de cada faixa salarial, em
relação ao total de dados:
. 1 I" ,. 224740 028 280ate sa ano mlnlmo =, = Vo
791800
363860 = 0,46 = 46%de 1 a 3 salários
791800
155700 =0,20 =20%de 4 a 8 salários I791800
I
Matemática 64 ,.,,1.:~~t
Apostilas-
47500 =0,06 =6%mais de 8 salários
791800
Organizando os dad,Os numa tabela:
I
Faixa de renda F Fr(F%)
Até 1 salário mínimo 224 740 28
De 1 a 3 salários mínimos 363860 46
De 4 a 8 salários mínimos 155700 20
Mais de 8 salários mínimos 47500 6
Total 791 800 100
DISTRIBUiÇÃO DE REf\lDANO BRASIL-1971
I
,
r
I.
I
Observe que, nesse exemplo, a variável é uma
r medida: quantos salários mínimos por habitação.
Podemos encontrar salários correspondentes a qual
I quer fração do salário mínimo. Entre dois valores
quaisquer sempre poderá existir um outro valor da
variável. Por exemplo, entre 1 e 2 salários poderá
existir a renda de 1 salário e meio (1,5 salário); entre
1,5 e 2 poderá existir 1,7 salário etc. Trata-se então
de uma variável contínua: Para representá-Ia na ta
bela houve necessidade de organizar as faixas de
renda em classes.
Portanto, uma variável que pode teoricamente as
sumir qualquer valor entre dois valores quaisquer é
uma variável contfnua. Caso contrário ela é discreta,
como no exemplo 1. Em geral, medições dão origem
a variável contínua, e contagens a variável discreta.
AGRUPAMENTO EM CLASSES
Como vimos no exemplo 2, para representar a va
riável contínua "renda" foi necessário organizar os
dados em classes.
O agrupamento em classes acarreta uma perda
de informações, uma vez que não é possível a volta
aos dados originais, a partir da tabela. Quando isso
se torna necessário, uma maneira de obter resul
tados aproximados 'é usar os pontos médios das
classes.
Ponto médio de uma classe é a diferença entre o
maior e o menor valor que a variável pode assumir
nessa classe. Esses valores cbamarn-se, respecti
vamente, limite superior e)imite ínferiorda classe,
No exemplo que acabamos de estudar, na classe
de 4 a 8 salários temos:
limite inferior: 4 salários - Li = 4•
limite superior: 8 salários - Ls = 8•
• ponto médio: 8+6 =6
2
O ponto médio'da classe entre 4 e 8 salários é 6
salários mínimos.
A diferença entre os limites superior e inferior
chama-se amplitude da classe:
Nem sempre a amplitude é um número constante
para todas as classes. Há casos em que a desigual
dade das amplitudes de classe não prejudica, mas
favorece a disposição do quadro de freqüência. Eo
que ocorre no exemplo 2, em que os salários acima
de 8 mínimos foram agrupados em uma única classe,
impedindo o aparecimento de freqüências muito bai
xas.
Exemplo 3: A partir das idades dos alunos de uma
escola, fazer uma distribuição por fi'eqüência, agru
pando os dados em classes.
Idades (dados brutos):
8 8 7 6 9 9 7 8 10 10 12 15 13 12
11 11 978 6 5 10 6 9 8 6 7 11 9
Organizando o rol, temos:
5 6 6 6 677 7 7 8 8 8 8 8 9 9 9
9910101011-111112121315
São 29 observações. As idades variam de 5 a 15
anos; logo, o limite inferior da primeira classe é 5 e o
limite superior da última classe é 15.
A diferença entre o Ls da última classe o li da
primeira classe chama-se amplitude total da distribui
ção.
A amplitude total é: 15 - 5 =10
ndade
Organizando os dados, t'v, "..,'1 .... ,.......,~
II
5 I 1
'! I !U·
9 5iLL
Matemática 65
Apostilas
10
11
12
13
14
15
3
3
2
1
-
1
.
Total 2.9
Estando os dados organi~ados nessa disposição,
é fácil agrupá-los em classes.
Como a amplitude total é 10 e o número de ob
servações é pequeno, nossa melhor opção é am
plitude h = 2, que nos dará cinco classes com ampli
tudes iguais a 2.
h=2 Classes F
I
5 I- 7
7 I- 9
9 I- 1I
11 I 13
13 I- 15
5
9
8
5
2
Total 29 I
A representação 5 l- 7 significa que 5 pertence
à classe e 7 não pertence; 7 está Incluído na classe
seguinte.
Poderíamos também pensar em dez classes com
amplitude h = 1 ou em duas classes com h =5. Mas
com li =1 os dados não seriam agrupados, e a tabela
continuaria a mesma, e com h-= 5 teríamos apenas
duas classes, perdendo muitas informações.
h=5 Classes F
5 I- 10 19
10 I- 15 10
Total 29 I
Para amplitudes 3, 4, 6 ou 7 não conseguiríamos
classes com amplitudes iguais. Observemos como
ficariam os quadros:
Classes F
51-8 9
81-9 13
11 I- 14 6
1 I14 I- 15
I
Total 29 I
Com h = 3 temos quatro classes, mas a última
tem amplitude (h = 1) diferente das demais.
Classes F
5 ~- 9 14
i 9 I- 13
14i
I 13 I- 15 1
I
t Total 29
Com h =4 ficamos com três classes. sendo a úl
tima com amplitude (h = 2) diferente das demais.
; Classes F
I 5 I- 11
11 I- 15
22
7
Total - 29
Temos agora duas classes com amplitudes 6 e 4.
Classes F
5 I- 12 25
12 I- 15 4
\
t--
~-- ~.
Ficamos, neste caso, com duas classes com am
plitudes 7 e 3.
Podemos notar que, quanto maior a amplitude,
menor é o número de classes.
É regra geral considerarmos amplitudes iguais pa
ra todas as classes, mas há casos em que a desi
gualdade, em vez de prejudicar, favorece a disposi
ção dos dados no quadro.
Quando, por exemplo, estamos estudando deter
minado assunto, muitas vezes surgem dados desne
cessários; podemos desprezá-los ou então reduzira
tabela. agrupando-os numa classe.
Exemplo 4: Levantamento, segundo faixas etá
nas, do número de casamentos realizados na cidade
X, durante determinado ano.
26 1-- 31
I Classes
~e 1 a 15 anos
(3 classes)
i 15 I- 20
r- 20 1--_26
F J
-I
1~
--1
530,
325\
31 I- 36 j 120
Matemática 66 J
I
J
! .Apostilas
~ 36 f- 41 1151
( 41 f- 46 131
I
46 f- 51 121
51 f- 56 6·
56 f- 61
61 f- 100 161
I
3 1
! De 1 a 15 anos foram agrupadas três classes, e
ainda assim a freqüência é zero. De 61 a 100 anos
os casamentos não costumam ser freqüentes: foramf
r agrupadas oito classes, sendo registrada a freqüên
I cia de 16 casamentos.
\
Estabelecimento do número de classes e da
r (
amplitude
f Devemos escolher o número de classes, e conse
quentemente a amplitude, de modo que. possamos
t verificar as características da distribuição. E lógico
que, se temos um número reduzido de observações,
não podemos utilizar grandes amplitudes; e também
que, se o número de observações é muito grande, as
amplitudes não devem ser pequenas.
Para o estabelecimento do número de classes, o
matemático Sturges desenvolveu a seguinte fórmula:
n =1 + 3,3 logN
N é o número de observações, derivado do de
senvolvimento do Binômio de Newton. Waugh resu
miu as indicações na seguinte tabela:
I ·~~mero de elas-
I Casos observados I ses a usar
.. _92 682-185 36ª~1____._1-ª-__
I 185364-370727 19 i
370726-741455 20
741 456-1 482910 21
Nem sempre. porém. temos à mão essa tabela.
Devemos, então, procurar a amplitude total da distri
buição. Com este dividendo fixado, consideraremos
como divisor um número de classes razoável, e o
qU9ciente nos indicará qual amplitude escolher.
Exemplo 5: Suponhamos uma distribuição onde o
menor valor da variável é 3 e o maior é 80. Temos:
Li (primeira classe) =3
Ls (última classe) 80
H (amplitude total) =80 - 3 =77
Dois números razoáveis de classes seriam 7 ou
11 (divisores de 77).
Se desejarmos 11 classes, a amplitude de cada
uma será:
80-3
h=77: 11 ou h= --::::;. h=7
11
Onde: h =amplitude de classe
Ls - Li =amplitude total
n = número de classes
Exemplo ô: Em uma escola, tomou-se a medida
da altura de cada um de quarenta estudantes, obten
do-se os seguintes dados (em centímetros):
160·152 155 154161 162 162 161 150 160
163 156 162 161 161 171 160 170 156 164
155 151 158 166 169 170 158 160 168 164
163 167 157 152 178 165 156 155 153 155
Fazer a distribUição por freqüência.
Solução: Podemos organizar o rol de medidas a
partir dos dados brutos, dispondo-os em ordem cres
cente (ou decrescente).
150 153 155 156 160 161 162 163 166 170
151 154 155 157 160 161 162 164 167 170
152 155 156 158 160 161 162 164 168 171
152155 156 158 160 161 163 165 169 178
A menor estatura é 150 em e a maior 178 em. A
amplitude total é 28 em. Poderíamos pensar em 4 ou
7 classes O primeiro é um número pequeno para
quarenta observações. Com 7 classes, as duas últi
mas teriam freqüência 1. Para agrupá-Ias, podemos
reduzir o número de classes para 6, e, para facilitar o
/'"'
I
I
\
I
I
I
I
I
I
..
. 1
2
3-5
6-11
12-22
23-45
46-90
91-181
182-362
363-724
725-1448 .
1 449-2896
2897-5792
5793-11 585
11586-23171
23172-46341
46342-92681
. (De acordo com a
I regra de Sturges)
1
2
3
4
5
6
7
8
-9
10
11
12
13
14
15
16 JI
17
I
!
Matemática 67
,;.,!..
I
Apostilas
cálculo, arredondar 178 em para 180 em. Assim, a
amplitude total a considerar será:
180 -150 =30
Logo:
h = 30: 6 = 5
Organizando os dados em 6 classes de amplitude
5, teremos:
Classes
150 I- 155
155 I- 160
160 I- 165
165 I- 170
170 I- 175 .
175 I- 180
Alturas (em)
150151152153154
1~1~1~1~1001001001~1~1~
160160160160161161161161 162162162
163163164 164
165166167168169
170170171
178
Representando as classes por interyalos fechados
à esquerda, não teremos dúvidas quanto a seus limi
tes inferiores e superiores.
Podemos agora fazer a tabulação dos dados, re
gistrando na tabela as classes e seus pontos médios,
e as freqüências.
Além da freqüência absoluta (F) e da relàtiva (Fr),
podemos representar a freqüência acumulada (Fa).
Acumular freqüências; na distribuição, significa adi
cionar a cada freqüência as que lhe são anteriores.
ALTURAS (CM) DE ESTUDANTES DA ESCOLA
x
Classes· Pm FaF Fr
150 I- 155 152,5 6 156
155 I- 160 16 25
160 I- 165 31 38
165 I- 170 5 12167.5 36
170 I- 175 172,5 3 839
175 I- 180 177,5 21i 40
157,5 -10
162,5 15
Total i 100401
Observando a tabela podemos responder a ques
tões como:
a) Quantos são os estudantes com estatura in
ferior a 160 em?
b) Que porcentagem de estudantes tem estatu
ra igualou superior a 175 em?
c) Quantos são os estudantes com estatura·
maior ou igual a 160 em e menor que 175
em?
iii
d} Qual a porcentagem de estudantes com esta
tura abaixo de 170 em?
Respostas: a)16 b)2% c)23 d)90%
Finalizando, uma observação: o agrupamento em
-...-/classes muito grandes poderá levar a uma perda de
pormenores; podemos, então, optar pelo agrupamen
to em classes menores e, conseqüentemente. por
um maior número delas, desde que isso não prejudi
que o estudo. Com a possibilidade do uso de compu
tadores, esta alternativa torna-se bastante viável.
PRINCIPAIS TIPOS DE GRÁFICOS:
1. GRÁFICOS LINEARES OU DE CURVAS
São gráficos em duas dimensões, baseados na re
presentação cartesiana dos pontos no plano. Servem para
representar séries cronológicas ou de localização (os da
dos são observados segundo a localidade de ocorrência),
sendo que o tempo é colocado no eixo das abSCIssas (x) e
os valores observados no eixo das ordenadas (y).
Vendas da Companhia Delta
1971 a 1977
.. ,",'-,-•• ~____ ~ • __A ____ ._ .... ~.__~~~_ ~••
Ano Vendas (Cr$ 1.000,00)
1971 230
1972 260
1973 380
1974 300
1975 350
1976 400
.. _.t97Z.____._
Fonte: Departamento de Marketing da Companhia
Vendas da Companhia Delta
Õ 500
50
UI â 400
~ g 300
; ~ 200
> Y! 100
!:2. o
1971 1972 1973 1974 1975 1976 1977
Anos
2. GRÁFICO EM COLUNAS OU BARRAS
São representados por retângulos de base comum e
altura proporcional à magnitude dos dados. Quando dis
postos em posição vertical. dizemos colunas; quando colo
cados ná posição horizontal. são denominados barras.
Embora possam representar qualquer série e§tatística,
geralmente são empregados para representar as séries
específicas (os dados são agrupados segundo a modali
dade de ocorrência).
!
I
Matemática. 68 .1....d
'~Y'f
!
Apostilas
A) Gráfico em Colunas
População Brasileira (1940 -1970)
Ano .___ POp'~~ç~~_ .._.. _
1940 41.236.315
1950 51.944.398
1960 . 70.119.071
."- 93.139.0371970
Fonte: Anuário Estatístico· 1974
População do Brasil
100000000
o 80000000
,m
g- 60000000
~ 40000000
o
a. 20000000
O' '''1lI
1940 1950 1960 1970
ANOS
B) Gráfico em Barras
Produção de Alho Brasil (1988)
ESTADOS
I Santa Catarina
Minas Gerais
Rio Grande do Sul\
Goiás
I São Paulo
I
Fonte: IBGE
... _g.!-:l~NTI!?"~.QESJtL ...
13.973
13.389
6.892
6.130
4.179
PRODUÇÃO DE ALHO - BRÁSIL-1988
SáoPaulo ~
~ Rio Grande do Sul ~
,. ~ ~I======;====
Santa Catarina ~L= ...===::1...=:.._=.=
O 5.000 '10.00 15.00
tonelad~s O
3. GRÁFiCO EM COLUNAS OU BARRAS MÚLTlPLAS
Este tipo de gráfíco é geralmente empregado quan
do queremos representar, simultânea mente, dois ou
mais fenômenos estudados com o propósito de com
paração.
BALANÇA COMERCIAL
BRASIL -1984 - 1988
BALANÇA COMERCIAL
BRASIL -1984-88
40.000
O 30.000
lFr 'o total.
O tolal é representado pelo círculo, que fica dividido em
tantos setores quantas são as partes. Para construi-lo, .
divide-se o circulo em setores, cujas áreas serão propor
cionais aos valores da série. Essa divisão poderá ser obti
da por meio de uma regra de três simples e direta.
Total 3600
Parte x o
REBANHOS BRASILEIROS
198.8;...._--::--:-:--:-:-=--:-::-::::---~
ESPÉCIE-1 QUANTIDADE
........_____ ..__t___i~ilhõt:s de cabeças)_._
Bovinos I 140
Suinos 32
Ovinos 20
Caprinos 11
Total 203
-'*"""''''
Fonte: IBGE
Temos:
Para Bovinos:
203 -------------360°
140 ------------- x
MafemátÍc([
,.,1 69
Apostilas
~ x=2482° x=248°, ~
Para Suínos:
203 ------------360°
32 ----------- y
~ y =56,70 c=:::> Y= 570
Para Ovinos:
203 -----------3600
20 ---------- z
c::::::=> z =35,4o ~ z = 35°
Para Caprinos:
203 ----------360°
11 ---------- w
c=:::) w = 19,50 c::::::> w =20°
REBANHOS BRASILEIROS - 1988
5%
oBovinos
IlIISuinos
OOvinos
DCaprinos
5. GRÁFICO POLAR
É a representação de uma série por meio de um polígo~
no. É o gráfico ideal para representar séries temporais
cíclicas, isto é,o séries temporais que apresentam em seu
desenvolvimento determinada periodicidade, como, por
exemplo, a variação da pre:::ipitação pluviométrica ao
longo do ano ou da temperatura ao longo do dia, a arreca
dação da Zona Azul durante a semana, o consumo de
energia elétrica durante o mês ou o ano, o número de
passageiros de uma linha de ônibus ao longo da semana,
etc.
o gráfico polar faz uso do sistema de coordena
das polares.
PRECIPITAÇÃO PLUVIOMÉTRICA
MUNiCíPIO DE RECIFE -1989
.. J~.t.:?_~.~.....! PREÇIPITAÇÃO (mJ!!L ....._.
Janeiro!
F · !
everelro I
174,8
36.9
Março I 83,9
Abril
Maio
Junho
I
iI
462,7
418,1
418,4
Julho 538,7
Agosto 323,8
Setembro 39.7
Outubro 66,1
Novembro 83.3
Dezembro 201.2
Fonte: IBGE
PRECIPITAÇÃO PLUVIOMÉTRICA
MUNiCíPIO DE RECIFE -1989
Janeiro
Dezembro 600 Fevereiro
400 MarçoNovembro
Outubro . Abri29, '1
Setembro MaiO
Agosto Junho
Julho
i. traçamos uma circunferência de raio arbitrário (em parti
cular, damos preferência ao raio de comprimento propor
cionai á média dos valores. da série; neste caso,
X = 124,5);
2. construimos uma semi-reta ( de preferência na horizon
tal) partindo de O (pólo) e com uma escala (eixo polar);
3. dividimos a circunferência em tantos arcos quantas
forem as unidades temporais;
4. traçamos. a partir do centro O (pólo). semi-retas pas
sando pelos pontos de divisão;
5. marcamos os valores correspondentes da variável, inici
ando pela semi-reta horizontal (eixo polar);
6. lígamos os pontos encontrados com segmentos de reta;
7. se pretendemos fechar a poligonal obtida, empregamos
uma linha interrompida.
6. CARTOGRAMA
O cartograma é a representação sobre uma carta geo
gráfica.
Este gráfico é empregado quando o objetivo é o de figu
rar os dados estatísticos diretamente relacionados com
áreas geográficas ou políticas.
Distinguimos duas aplicações:
_/
,
l
1
I
~.
I
I
\
.Matemática 70 I
rf
f
" i
i
f'
~
Apostilas
a) Representar dados absolutos (população) - neste
I
caso. lançamos mão, em geral, dos pontos, em
número proporcional aos dados.
b) Representar dados relativos (densidade) - neste
caso, lançamos mão, em geral, de Hachuras.
1 POPULAÇÃO PROJETADA DA
I REGIÃO SUL DO BRASIL -1990
J
ANO
1972
1973
1974
1975
Matemática
PRODUÇAO
9.974
19.814
22.117
24.786
71
ANOS
C5!1mi SO_ rSiDii" lDt,.1975
1974 :tIi??1... ~,... 1f?ó ca".. ~
liifiiii'...... q;Fpjlb rW? Um 1F?1i'ili!1973 ..... ...,1972
PRODUCÃO
=5.000 unidades
GRÁFICOS ANAlíTICOS
Os gráficos analíticos são usados tipicamente na
representação de distribuições de freqüências simples e
acumuladas.
1. HISTOGRAMA
É a representação gráfica de uma distribuição de fre
qüências por meio de retângulos justapostos. onde no eixo
das abscissas temos os limites das classes e no eixo das
ordenadas os valores das freqüências absolutas (fi)
2. POLíGONO DE FREQÜÊNCIAS
É um gráfico de linhas que se obtém unindo-se os pon
tos médios dos patamares dos retângulos do HISTOGRA
MA.
Classes PM f i f, f% f. f,. f%.
301-- 40 35 4 0,08 8 4 0.08 8
40 1-- 50 45 6 0.12 12 10 0,20 20
501- 60 55 8 0.16 16 18 0,36 36
601-- 70 65 13 0,26 26 31 0,62 62
701-- 80 75 9 0.18 18 40 0,80 80
801-- 90 85 6 0,12 12 46 0.92 92
901- 100 95 4 0,08 8 50 1.00 100
r 50 1.00 100
f
,r
/"'.
POPULA_çÃC·;hab:Yr.~REII~1 DEN?~~~_~.
9 137 700 199.324 45.8Paraná
Santa Catarina 4.461.400 95318 46.8I I
9.163.200 280.674 32.6Rio Grande do Sul
Fonte: IBGE
POPUlAÇÃO PROJETADA DA REGIÃO SUl. I DENSIOADE POPULACIONAL PROJETADA
BRASIL .... 1990 DA REG;AO SUl. 00 BRASil·· 1990
. ' .. '" ."
,': .' ','--l"'\. ••••~.r
,-~}
./;-.......::. ..
/". lo ~ •• ,/:_G:.·-t7
/ " • "oi. 4/
U"'v' 01'-:::,( :r?,f
~'".i
V
o menos de 33.0 habtkm'
O Uli)'trtlS de J6.CI h.aDi.ltmi
~ mtW.::i ~ 4}'.O Mb.!'kmL
, 4;)0 Olt! hat:I:J:nlt.~
7. GRÁFICOS PICTÓRICOS
São gráficos através de figuras que simbolizam
fatos estatísticos, ao mesmo tempo que indicam as
proporcionalidades.
Por serem representados por figuras, tornam-se atraen
tes e sugestivos, por isso, são largamente utilizados em
publicidades.
Regras fundamentais para a sua construção:
a) Os símbolos devem explicar-se por si próprios;
.b) As quantidades ma'lores são indicadas por meio
de um número de símbolos, mas não
por um símbolo maior;
c) Os símbolos comparam quantidades aproxima
das, mas detalhes minunciosos;
d) Os gráficos pictóricos só devem ser usados para .
comparações. nunca para afirma-
e) ções isoladas.
PRODUÇÃO BRASilEIRA DE VEíCULOS
1972 :-1975 (dados fictícios)
;.,. Apostilas.
...--._.,--,.. _--~-,.. __._",
. fruquêncías
iimples (f)15 U'C:TI'\"''''' M"
9
3
1 •
Classes
PM 35 45 55 65 75 85 95
OBSERVACÕES:
a) O HISTOGRAMA e o POlÍGONO DE FREQÜÊNCIAS,
em termos de fi , fr e f% têm exatamente o mesmo aspecto,
mudando apenas a escala vertical; .
b) Observe que, como o primeiro valor da tabela é bem
maior que zero, adotamos aproxima-lo do zero através da
convenção:
L,---.-.
30
3. POLlGONO DE FREQÜÊNCIAS ACUMULADAS OU
OGIVA DE GALTON
É a representação gráfica que tem no eixo das abscis
sas os limites das classes e no eixo das ordenadas aS
freqüências acumuladas (fa ou f%a )
.~;".
NOTA: Para obtermos o valor da mediana de uma série
de valores em dados agrupados usamos uma fórmula,
porém, através do gráfico de freqüências acumuladas (O
GIVA DE GALTON) podemos obter esse valor.
EXEMPLO:_. S . distrib .
Ctasses fi fa i
021---- 04 3 3
04 J---- 06 5 8
061---- 08 10 18
081---- 10 6 24
101----12 2 , ,. 26.
Construir a OGIVA DE GALTON e, a partir dos dados,
determine o valor da mediana da série.
Matemática 72
r',
l
rIl
li
I'li
!;
f%. fa
.OGIVA DE GALTON .
100 -26
24 ~.
.-:".. /18
L
50 13
;1
8 ...... o
V ~ .
3 I "'.'
/. I
O 2' e4 6. 8 10 12 (Classesí
Md=7
Para obtermos a mediana, a partir da OGIVA DE GALTON,
tomamos em fa =26 a freqüência percentual que irá cor
responder à 100% ou seja, f%a = 100.
Como a mediana corresponde ao termo central, localiza
mos o valor' da fa que corresponde à 50% da f%a. que nes
te caso, é fa = 13. A mediana será o valor da variável
associada a esse valor no eixo das abscissas ou seja, Md
=7
CÁLCULO DA MODA PELA FÓRMULA DE PEARSON
M. o == 3 . Md - 2. X
Segundo PEARSON. a moda é aproximadamente igual
à diferença entre o triplo da mediana e o dobro da média.
Esta fórmula dá uma boa aproximação quando a distribui
ção apresenta razoável simetria em relação à média.
Exemplo: Seja a distribuição:
Classes
021---- 04
041---- 06
061---- 08
08 1----10
10 1----12
L.
PM
3
5
7
9
11
Classe Modal e Classe Mediana
061···· 08
fi
3
5
10
6
2
26
Determine a Moda pela fórmula de CZUBER e pela fórmu
lade PEARSON.
I) Cálculo da média:
PM .fifa
9
8
3
25
18 70
24 (54
26 22
180
r F)
/'" I
f'!
~
I
r ~ {
(
f
.~ ,I
r" .',
~ !
(
,~
/
,~
/
~
,.....~-
,r
n ,
4-... .- .:~
11) Cálculo da mediana:
'a) posição da mediana: P =n/2 =26/2
P =13! posição obtida na coluna fa que corres
ponde à 3! classe;
b) Li =6, 'fa =8
fi =1 O h =8 - 6 =2
c) ).h = 6+ (13-8).2 = 6+1
10
c:::::::> IMd=71
111) Cálculo da moda pela fórmula de CZUBER:
a) Classe modal =Classe de freqüência máxima =3!
classe (61--- 8)
b) Li =6 , dj = 10 - 5 = 5
':\2 = 10 6 = 4 , h =8 - 6 = 2
L' + ~1 .h =
c) Mo= I ~1+~2
5
6 + -.2 = 6+1,11 ...
5+4 '
I Mo == 7,11. I
::::7,11
IV) Cálculo da moda pela fórmula de PEARSON:
M o 3.Md - 2. X c:::::>
M o =3.7-2.6,92 = 21-13,84=7,16
Mo == 7,16 I
MEDIDAS DE UMA DISTRIBUiÇÃO
Há certas medrdas que são típicas numa distribui
ção: as de tendência central (médias), as separatri
zes e as de dispersão.
MÉDIAS
Consideremos, em ordem crescente, um rol de
notas obtidas por alunos de duas turmas (A e B):
Matemática
Apóstitas
- IPM. fi = 180 == 6,92 IX= Ix= 26 6,92
73
Turma A: 2 3 4 4 5 6 7 7 7 7 8
Turma B: 2 3444 5 6 77 8 9 .
Observemos para cada turma:
• valor que ocupa a posição central:
Turma A: ,2 3 4 7' 7 7 8!4 ::S, W,7
I
cinco notas
abaixode6
Turma B: ,2 3 4 4 7 7 8 9!SI m,6
I
cinco notas abaixo de 5 cinco notas acima de 5
• ovalor que aparece com maior freqüência:
Turma A: [1J aparece com n:;ior freqüência.
')
Turma A: aparece com mai.or freqüência.
• O quociente da somatór~a (I, ) dos dados
, Ix
(x) pela quantidade de dados(n}:
n
Turma
2+3+4 +4 +5+6+7+7+7+7+8 = 60 =545
11 11 ,.
Turma B:
2+3+4 +4+4 +5+6 + 7+ 7+8+9 = 59 =536
11 11 '
Colocando estes três valores lado a lado, temos:
Turma f Posição Maior freqüên- LX
central cia
n
A 6 ! 7 5,45
, B 5 I 4 5,36
Observando os resultados, podemos afirmar que
a. turma A teve melhor desempenho que a turma B.
Esses três valores caracterizam as distribuições. São
chamados valores típicos. Eles tendem a se localizar
em um ponto central de um conjunto de dados orde
nados segundo suas grandezas, o que justifica a
denominação medidas de tendência central ou mé
dias.
O valor que ocupa a posição central chama-se
mediana (Md): .
Apostilas
iiii
Para a turma A. a mediana é 6: Md =6. 15 i 3I •
Para a turma B. a mediana é 5: Md =5
i
214
\.13 5
o valor que aparece com maior freqüência cha-· 12 I 3
ma-se moda (Mo): 11 ! 2
Para a turma A. a moda é 7: Mc =7. Total 20
Para a turma B. a moda é 4: Mc = 4.
o quociente da soma dos valores pela quantidade
chama-se médía arítmétíca (Ma): Veja que o número de observações é igual ao da
Para a turma A. a média aritmética é Ma soma das freqüências: n =F =20.
=5.45
Para a turma B. a média aritmética é Ma I x =18 + 17 + 17 + 16 + 16 + 15 + 15 + 15 +
=5.36. +14+14+ 13+13+13+13+13+12+
=12+ 12+ 11 + 11
Portanto, mediana, moda e média aritmética são
medidas de tendência central ou médias da distribui I x=1 .18 + 2.17 + 2.16 + 3.15 + 2.14 +
ção. +5.13 + 3.12 + 2.11
Existem outros tipos de média, como a média ge
ométrica e a harmônica, que não constarão deste
capítulo por não serem muito utilizadas neste nível
Os fatores que multiplicam os dados são as fre
qüências que aparecem na tabela da distribuição.
Logo:
j
de ensino.
'" X '" FxMa =-"-'- = -"-'
.-/
Média aritmética n L.F
A média aritmética (Ma) é a medida de tendência
central mais conhecida. Já sabemos que ela é o
As relações se eqüivalem:
quociente da soma dos valores O:: x) pela quantidade Ma = L.X e Ma = L.Fx
deles (n). n L.F
Exemplo 1: Consideremos os dados abaixo:
18 17 17 16 16 15 15 15 14 14
13 13·13 13 13 12 12 12 11 11
Na prática, quando temos a distribuição por fre
qüência, acrescentamos à tabela uma coluna com os
prodLltos Fx de cada valor pela sua freqüência:
A quantidade de dados é: X F Fx
-.
1
18 1 18
n = 20 17 2 34
16 2 32
A soma dos dados é: 15 3 45
14 2 28
L x= 18 + 17 + 17 + 16 + 1ft + 15 + 15 + 15 + 14 + 13 . 5 65
+ 14 + 13 + 13 + 13 + 13 + 13 + 12 + 12 +12 + 12 3 36
+ 11 + 11 = 280 11 2 22
Total 20 280 ../
A média aritmética é:
L.X 280
Ma = - = -::::} Ma = 14
n 20
280
Ma= -::::} Ma= 14
20
Exemplo 2: Consideremos os mesmos dados do
exemplo 1 dispostos em
qüência:
uma distribuição por fre Muitas vezes, são associados aos dados certos
fatores de ponderação (pesos), que dependem do
significado ou da importância que se atribui ao valor.
x
18
17
F
1
2
No exemplo acima, a cada dado está associada sua
freqüência. E comum nas escolas obter-se a média
do aluno pela ponderação das notas das provas.
16 2 I
Matemática 74
. ./1 ~.
" T~y
(
Apostilas
\
{
I
I
I
~ ..J;Jh
Exemplo 3.' Numa determinada escola, no primei
ro semestre, o prol' '-sor de Matemática aplicou a
seus alunos três provas: a primeira de álgebra, a
segunda de geometria e a terceira exigindo toda a
matéria. Considerou peso 2 para a última prova e
peso 1 para as duas primeiras.
Um aluno obteve as seguintes notas:
primeira prova 8,0
segunda prova __ 5,0
terceira prova __ 7,0
Qual é a média do aluno?
SoluçãO:
'd' '. ,-,_. 'I' ,_,_o '/ ' \' '-'~I 27 675me Jae. :::-::: ,
1+1+2 4
Temos então um exemplo de média aritmética
ponderada (Mp).
No exemplo 2, os fatores de ponderação são as
freqüências dos dados. No exemplo 3, são os pesos
atribuídos às provas.
A média ponderada é usada quando já temos os
dados dispostos em tabelas de freqüência ou quando
a ponderação dos dados já é determinada.
Cálculo da média aritmética para dados agru
pados em classes
Quando, numa distribuição por freqüência, os da
dos estão agrupados cm classes, são considerados
coincidentes com os pontos médios das classes às
quais pertencem. Para o cálculo da Ma, usaremos os
produtos dos pontos médios pelas freqüências de
cada classe (Pm . F). Acresce~tamos, então, à tabela
dada a coluna Pm . F.
Exemplo 4: Seja a tabela que nos dá a altura (x)
dos estudantes de uma classe de primeiro grau:
h=5 x (cm) . Pm
150 I-- 155 152,5 _-ª-
F
155 I-- 160 157,5 9
160 I-- 165 16
165 I-- 170
162,5
5
170 I-- 175
167,5
172,5 3
175 I-- 180 177,5 1
Total 40
Queremos, a partir da tabela, calcular a média a
ritmética.
Matemática
SOlução: Completando a tabela, com a coluna
Pm . F. temos:
1501--155i152,51 61 915,0:
155 I-- 160 i 157,5 i 9 14172J
i, 160 I-- 1651162,5 i 161 2600,01
[ 165 I-- 170 167,5' 5' 837.5 !
170 I-- 175 172,5 3 517,5 '
175 I-- 180 177,5 1 177,5
Total YF=40 IPm.F=6465,O
Ma LPm.F
LF
Ma =6465
40
Ma 161,625 cm
Este é o cálculo da média aritmética pelo chama
do processo longo.
Podemos, no entanto, calcular a Ma, sem cálculos
demorados, utilizando o processo breve. Para isso,
devemos compreender o conceito de desvio (d), que
é a diferença entre cada dado e a Ma. O desvio tam
bém pode ser chamado de afastamento.
No exemplo que acabamos de ver, os dados es
tão agrupados em classes; são, portanto, considerá
dos coincidentes com os pontos médios das classes
às quais pertencem. Os desvios são:
d = lI.. F, onde ex = Pm - Ma.
Neste exemplo:
(a) (a.F) .
152,5 -161,625::: -9,125 -54,75
157,5 -161,625 = -4,125 -37,125
162,5 161,625 ::: 0,875 14,0
167,5 - 161,625 ::: 5,875 29,375
172,5 161,625 = 10,875 32,625
177,5 161,625 = 15,875 15,875
A soma algébrica dos desvios é:
Io:F::: -91,875 + 91,875=0
Esta propriedade pode ser usada para o cálculo
da Ma pelo processo breve: A soma algébrica dos
desvios dos valores de uma série em relação à Ma é
nula.
75
-./
Apostilas
Podemos. então. calcular a média aritmética sem
recorrer a cálculos demorados. Primeiro. indicamos o
ponto médio de uma das classes como uma suposta
média aritmética (Ms). Em geral. escolhemos o da
classe que apresenta a maior freqüência, para que o
desvio (Ma - Ms, sejao menor possível. Calcula
mos, a seguir, esse fator de correção (C = Ma -
Ms).
Se C ::. O=? Ma = Ms. Caso contrário. estaremos
dependendo de um fator de correção para mais ou
para menos.
Se os intervalos de classe têm a mesma amplitu
de h. todos os desvios Pm.- Ms podem ser expres
sos por c .h, onde h é a amplitude e c pode ser um
número inteiro negativo (se o Pm considerado está
abaixo da Ms) ou um inteiro positivo (se o Pm está
acima da Ms).
Consideremos a tabela do exemplo 4. e calcule
mos a Ma pelo processo breve. Vamos escolher o
pm da classe de maior freqüência como a suposta
média:
Ms = 162.5
Os desvios em relação à Ms são:
152,5-162.5= -10 = -2.5 = -2. h ==:> c = -2
157,5-162,5= -5 = -1.5 = -1.h=?c=-1
í62 1 5-1ô2,5= 0= ü.5= O.h=?c=O
167.5-162.5= 5=· 1.5= 1.h=?c=1
172,5-162,5= 10= 2.5= 2.h=?c=2
177,5-162,5= 15= 3.5= 3.h=?(;::.3
Os valores obtidos para c são: - 2, - 1, O, 1. 2. 3.
Esses números seriam iguais a a se Ms fosse a mé
dia aritmética.
Acrescentando à tabela os valores de c e de c . F:
x Pm F c c.F
150 I- 155 152,5 6 -2 -12
155 I- 160 157,5 9 -1 -9
160 I- 165 162.5 16 O O
165 I- 170 167,5 'S 1 5
170 I- 175 172,5 ., 3 2 6
175 I- 180 177.5 1 3 3
Total IF=40 I IcF=-7
Considerando-se os quarenta dados. o erro verifi
cado é -7. A soma algébrica dos desvios deveria
s.er nula se Ms = Ma. Logo, o fator de correção é C =
-7 .
- ou seja C = -O 175.40 ' ,
Se:
Ma - Ms = O=? Ma -162,5 = -0,175 ou
Ma=162.5+(-0,175) :. Ma=161,625
Vamos 'construir o histograma da distribuição e
traçar uma perpendicular ao eixo das abscissas pas
sando pelo ponto correspondente à Ma.
.. ' ,-~ .'''''~~r- - r---, - -'r-r'""T'",-,..-,...,.,.-.,-.,-..,r-r-,....""-"-"-
ert:ia
I , ·1
b-b
1~ 1-1
~.'
1-1
\ 50' IISs I 1(0 I 1~5 I lta I 1~5.1 .1~O I I(tiur~ «"I
A Unha obtida equilibra o histograma, dividindo-o
em duas partes de áreas iguais.
Todos os histogramas de distribuições normais
são mais ou menos simétricos em relação à Ma. Os
dados de maior freqüência se aproximam da Ma.
Você deve ter notado que a média aritmética é um
valor que engloba todos os dados. Se houver dados
discrepantes, eles influirão no valor da Ma.
Exemplo 5: A média aritmética de : 2, 2, 3, 3, 3, 4,
15 é:
2 + 2 + 3 +3+ 3+4 +15 = 32 = 457
. 7 7'
Podemos notar aqui que a discrepância entre os
dados, levou a uma media aritmética maior do que os
seis .primeiros· valores; maior, portanto, do que a
maioria deles.
Mediana
Mediana é o valor que divide a distribuição ao
meio de ,tal modo que 50% dos dados estejam acima
desse valor e os outros 50% abaixo dele.
Mátemática 76
I
I
;~t ;
'i2···.'.'··":",,\tf
'I
\
I
1
I
L
"if·'·,
Exemplo 6: Sejam as nove observações:
1 2 3 4 OJ 6 7 8 9
é ,
Media'na é o número que tem 'antese depois de'si
a mesma quantidade de valores, Quando a quanti
dade de observações é um número par, a mediana é
a média aritmética dos valores centrais,
Exemplo 7: Sejam as seis observações:
10 11 15 17 18 20
Nesse caso, a mediana e:
15 + 17 =16 => Md =16
2
Você já sabe encontrar a mediana pelo processo
gráfico, pela construção da ogiva porcentuaL Agora
veremos outro modo de obtê-Ia, A mediana é o valor
central; sua pO$ição é definida por:
p = n+1
2
Nessa expressão n é o número de observações,
No exemplo 6, n = 9; portanto, a posição da me-
d' . P 9 +1lanae =
2
ou P =5: a mediana é o quinto termo.
'6+1
No exemplo 7, n =6 => P = =3,5, A media
na está, assim, entre o terceiro e o quarto termos,
Em geral, a média aritmética de uma distribuição
não coincide com a mediana. A mediana é um valor
que não sofre influência dos valores extremos e a
média aritmética envolve todos os dados.
Cálculo da mediana de uma distribuição por
freqüência
Exemplo 8: Consideremos a seguinte distribuição:
Diária (Cz$) I Número de ope- I Fa
rários
200,00 5
250,00 8
300,00 4
Matemática
5
13
17
77
·f
Apostilas' ,.'",
350,00
','
1 18
Determinar a mediana dessa distribuição, em' qUEf
temos as diárias dos operários de uma fábrica.
Solução: Procuremos a posição da mediana pel~r
fórmula:
P =n+1
2
São 18 operários: n =5 + 8 + 4+ 1; logo:
P= 18+1 =>P=95
2 '
A mediana está entre o nono e o décimo dado (o
perários). Observemos que a Fa imediatamente su
perior a 9,5 é 13, e corresponde à diária de
R$250,OO. A mediana está entre os oito operários
que recebem essa diária. A diária mediana é:
Md = R$250,OO
De fato, se colocássemos os operários em fila,
por ordem de diária, teríamos:
5 operários com diárias de R$200,00
8, com diárias de R$250,OO
1.· 2.. 3.· 4.~ 5.· 6.. 7.· 8.' 9.· 10~ 11: 12: 13:
mediana entre o 9,' e ti 10,' ,
Exemplo 9: Consideremos a distribuição:
Ih = 5 Classe Fi Fa
10 I- 15 2 2
15 I- 20 4 6
20 I- 25 10 49
25 I- 30 6 22
30 I- 35 3 25
Total 25
, 25+1
Calculando a mediana, P =-- => P =13, ve
2
rificamos que ela é o 13.0 termo. Está, portanto, na
terceira classe.
A freqüência acumulada imediatamente superior a
13 é 16, que corresponde à terceira classe, em que a
freqüência é 10. O 13.0 termo está entre os 10 da
terceira classe. Logo, a mediana está entre 20 e 25.
Os 10 elementos estão na amplitude 5 (h = 25 - ~O),
Apostilas
A diferença (a) entre P e a Fa da classe imediata
mente anterior à terceira é
13-6=7=>a=7.
Veja o esquema:
6 elementos 10 elementos
~ r--"----.
Classes 'P ! ~ 2.0 Md 2,5 3.0 ~5
Fa -= 6 13· S el.mento.
P = 13 to medio..o é o 13: ..,mo)
À distência entre 20 e a mediana chamaremos x.
Na distência x, temos 7 elementos. Na amplitude 5.
temos 10 elementos. PoderT'os armar a proporção:
x 5""1 == 10 => x =3,5
Logo:
Md =20 + 3,5
Md =23,5
Se os dados estão agrupados em classes. pode
mos verificar a que classe pertence a mediana calcu
1
lando o valor P = n; . A mediana pertence à classe
cuja Fa eimediatamente superior a P.
Se Fa =P, a mediana é o limitesuperior da classe
com essa freqüência acumulada.
Se P ;é Fa, calculamos d P - Fa (Fa imediata
mente superior à P).
Armamos então a proporção:
x h
-=
d F
F é a freqüência da classe à qual pertence a me
diana;
h é a amplitude da classe;
x é o número que somado ao limite inferior da
classe em questão nos dará a mediana.
d·h
x=T
Md =Li+ d·h
F
Essa é a fórmula usada para o cálculo da media
na de uma distribuição por freqüência com dados
acumulados em classes.
Exemplo 10: Consideremos a tabela do exemplo
4, deste capítulo, e calculemos a mediana.
n+1 41
Solução: P = - => P = - => P =20 5
22'
A mediana está entre o 20.0 e o 21.0 termos. A
freqüência acumulada imediatamente superior a 20,5
é a da terceira classe. A Md é um valor entre 160 e
165 em.
A Md está entre os 16 dados:
A Fa está entre 15 e 31: d =20,5 -15 => d == 5,5
A amplitude da classe é h =5
Md =160+ d·h
F
Md == 160+ 5,5·5
16
Md = 160+1,71
Md = 161,71 em
Vamos construir o histograma da distribuição, lo
calizando a Ma e a Md:
Ma ~ 161,S25cmtFreqli"""Í"
Hi
Md 161.,71 COl
~
!
I
n i
;
t
,--'i
I
í
j
N·····~t
AIIut. (em) i . . i
Moda
A moda de um 'conjunto de números é o valor que
ocorre com maior freqüência. A moda pode não exis
tir, e se existir pode não ser única.
Exemplo 11: O conjunto de números 2,2,5,7,9,
9,9,10,11,12,18 tem moda 9.
Exemplo 12: No conjunto 3,5. 7,9, 10, li, todos os
dados têm a mesma freqüência. Não existe nenhum
Matemática, 78
~$.r
Apostilas
I
f
(
I
r
f
I
!
~ [
\
\
I
I
/"'
\
I
I
I
I
!
I
valor que apresente maior freqüência do que os ou
tros. Eum caso em que a moda não existe.
Exemplo 13: Seja o rol de dados: 3, 3, 4, 4, 4, 5,
6, 7, 7, 7, 8, 9. Os números 4 e 7 apresentam fre
qüência 3, maior que a dos demais. Nessa distribui
ção há, portanto, duas modas: 4 e 7,
Uma distribuição com duas modas é denominada
bimoda/.
A rigor, a moda não é uma medida empregaGla
para um pequeno número de observações.Existem
fórmulas para o cálculo da moda, mas, na prática, ela
é determinada pelo valor C'J pela classe que apre
senta maior freqüência. Neste último caso, ela é
chamada classe mOdal, e seu ponto médio é a moda
bruta, que representa uma aproximação da moda.
Pode-se obter a moda de uma distribuição a partir
de seu histograma.
Exemplo 14. Considerando os dados do exemplo
4, vamos encontrar a moda:
. Solução:
B
15
f
i
!
.A.J:
!>
5
-'1
I
Altl.tr~15ú I 16-5 111.1 rIs i~,So '5' '1i:iJ
,.~
Considera-se a abscissa do ponto de intersecção
dos segmentos CA e BD.
Numa distribuição com dados agrupados, para a
qual se construiu uma curva de freqüência, a moda é
o valor (ou os valores) que corresponde ao ponto de
ordenada máxima (ponto mais alto da curva).
t '
Ij'T\ I Ji\}'!\
! i : i
1 ''''- - 1_ '"I, -+
.,I
Ma Duas modas
Exemplo 15: Seja a distribuição do exemplo 4,
deste capítulo, que nos dá a altura dos estudantes de
uma classe de primeiro grau. Calculamos Ma
161,625 em (no exemplo 4), Md =161,71 em (no
exemplo 10) e encontramos a Mo pelo processo grá
fico (exemplo 14). Representemos os três valores no
mesmo gráfico:
tFreqO&neln
Ih1 ri
!
I
"i ,f
,
I
!
I
, .._-i
.'':.j' ..~
t
"
. : ~
'!Sri
=;-:;;t ..
.rJ~liLlIl; 116!: I t::1 I1S
UUJ Altura (em)
!
/
)II~~Mt;lf
I "'" '" "',
/ ~'" "-. lascai" ."",".dal
I I ! !fl~t t~I.f;25: Hil,S8 162
·1~1.!I
As medidas que acabamos de estudar (Ma, Md e
Mo) têm a tendência de se localizar no centro da
distribuição. Em distribuições em que as curvas são
simétricas, as três são coincidentes (distribuição
normal). Para curvas assimétricas, o matemático
Pearson verificou que a distância .entre a Ma e a Mo
é três vezes maior que a distância entre a Ma e a
Md:
[Ma - Mo =3 (Ma - Md) I
Isolando Mo:
I Mo =3 Md - 2 Ma
Essa é a fórmula empírica de Pearson.
Exemplo 16.' Na distribuição do exemplo anterior,
Ma = 161,625 e Md =161,71. Calcular o valor da Mo.
Mo =3 Md -2 Ma
Mo =3.161,71 - 2.161,625 =161,88 => Mo =
161,88
DESVIO PADRÃO
O desvio padrão é a medida mais usada na com
paração de diferenças entre grupos, por ser a mais
precisa. Ele determina a dispersão dos valores em
relação à média. .
Exemplo 7: Consideremos os pesos de 20 crian
ças recém-nascidas, numa cidade X: 10 meninos e
10 meninas.
Matemática 79
r
Apostilas.
,
Para as meninas:
22500.4+2500.4+10000 =110000:::011000
10 ". 10
A raiz quadrada da variância é o desvio padrão.
C"alculemos os desvios padrões de cada uma das
distribuições: .
para os meninos __ S1 = ~50400 =224,5 9
para as meninas __ S2 = ~11 000 = 104,99
Comparando os dois valores, notamos que a vari
abilidade no peso dos meninos é maior que no das
meninas (S1 > sú.
o desvio padrão é a medida de dispersão mais u
tilizada em casos de distribuições simétricas. Lem
bramos que, graficamente, distribuições desse tipo
se aproximam de uma curva conhecida como curva
nórmal ou curva de Gauss:
o desvio padrão tomado com os sinais - e + ( - s
e +s) define em torno da média aritmética uma ampli
tude (2s) chamada zona de normalidade. Processos
matemáticos indicam que 6,8,26% dos casos se situ
am nessa amplitude.
Exemplo 8: Considerando os resultados do exem
plo 7 a respeito do peso das meninas: Ma = 3 150 9
e s =104,99, calcu!ar a zona de normalidade.
Solução: Devemos encontrar um intervalo de am
plitude 2s, em torno da Ma:
Ma + S = 3150 +'104,9 = 3254,99
Ma - s =3150 - 104,9 = 30(35,19
Serão consideradas dentro da normalidade todas
as meninas com pesos entre 3 005,1 9 e 3 254,9 g.
Exemplo 9: Consideremos a seguinte tabela:
NOTAS DE MATEMATICA DE UMA CLASSE X
Notas {I Pm ! F I
o I 2,0 I'
2,0 I 4,0.
4,0 I 6,0
6,0 I 8,0
8,0 I- 10,0
1,0
_,3,0
5,0
7,0
9,0
3
·9
16
8
4
IF =40
Calcular:
Meninos Peso (g) Meninas Peso (g)
1 3750 1 3000
2 3750 2 3300
3 3350 3 3200
4 3250 4 3250
5 3250 5 3100
6 3100 6 3100
7 3150 7 3300
8 3100 8 3000
9 3350 9 3100
10 3350 10 3150
As médias aritméticas dos pesos são:
meninas: 3150g meninos: 3340g
Podemos observar que o peso dos meninos é em
média maior que o das meninas.
Calculemos os desvios e seus quadrados:
Meninos Peso d ér
1 3750 410 168100
2 3750 410 168100
3 3350 10 100
4 3250 -90 8100
5 3250 -90 8100
6 3100 -240 57600
7 3150 -190 36100
8 3100 -240 " 57600
9 3350 10 100
10 3350 10 100
dLPeso d
1
Meninas
-150 22500
2
3000
150 22500
3
3300
50 2500
4
3200
100 10000
5
3250
-50 2500
6
3100
-50 2500
7
3100
225001503300
-150 22500
9
30008
2500
10
-503100
O3150 O
A média aritmética dqs quadrados dos desvios
chama-se variância. Calculemos as variâncias das
duas distribuições.
Para os"meninos:
168100.2+100.3+8100.2+57600.2+36100 =50400
10
Matemática 80 J,
I
1
I
~ -.~·f'·~·
~
Apostilas.(
. .[
. (
. I a) a média aritmética;
t b) o desvio padrão;
[ c) a zona de normalidade (e representá-Ia em
um polígono de freqüência).
r Solução.
~
I
a) Para o cálculo da Ma. vamos construir uma
tabela que nos auxilie:
\
I
.~-
I
\
°
l
~
h = 2 Notas Pm F a a.F
O I- 2.0 1,0 I 3 ·2 -6
2.0 I- ~.O 3,0 9 -1. -9
4,0 I- 6.U
6,0 I- 8,0
5,0 OI
7,0 1 81~ I
8,0 I- 10,0 9,0 4 2 8
1 IF=40 I 1 IaF=1
Ma =pm + h I a· F
r
·v
Ma =5,0 + 2 _1
40
!I
. "
Ma = 5,0 + 0,050
Ma = 5,05
b) Para o cálculo do desvio padrão, vamos cal
cular os desvios (d = Pm - Ma) e acrescen
tar à tabela dada as colunas d, d2
, d2F:
Ma = 5.05h =2 notas Pm F d Id2 1d"F
01 I- 2,0
r
1.0 13 4,05 •16,40 .49,20
2,01 I- 4,0 3,0 ,9 • ·2,05 .4,20 37,80.; I -0,05 •0,0025 I0,044.01 I- 6.0 5,0 116
1,95 '3,80 30,407,0 8l6,01 I- 8,0
9.0 4 3,95 115,60 62,40/'" 8,0 I- 10,0I I :EF=40 :Ed2F= 179,84
~
/' Ir- s=P*
r-
s= /179,84
I V 40
~. \
s = )4,50
I
I s =2,12
.,
c) Cálculo da zona de normalidade:
I
Ma-s=5,05-2,12 ~ Ma-s=),93
I
~. l-
Ma + s =5,05 + 2,12 ~ Ma + s = 7,17
A zona' de normalidade inclui, portanto, notas de
2.93 a 7,17.
BIBLIOGRAFIA
Estatística Fácil -Editora Ática
Introdução à Estatística - Editora Saraiva
Introdução à Estatística - Editora Ática
Matemática
r .:~"1 81
F"·
J
.,--. 1
I
J
1 :!
J
~. )
/ J
I
)
I
I
f
/""'
~~; plv"~i~~;~1fi~~ITV -~
'~~i1oL(ClnEqERAt;\;~ (SUMÁRIO
~
'it .illJ~«/ "ri01 '" ~;:~~mf~;' ;.:j1ll ~
"'"
~ Compreensão de estruturas lógicas ................................................................. 3
'"
~ 111
Lógica de argumentação:
a (I>
analogias, inferências, deduções e conclusões ....................................... 10
11>
\) Diagramas lógicos ........................................................................................... 8 111
Qual é o seu nome?
Preste atenção ao sinal.
Caramba!
Proposição Simples
Uma proposição é dita proposição simples ou pro
posição atômica quando não contém qualquer outra
proposição como sua componente.
Isso significa que não é possível encontrar como parte
de uma proposição simples alguma outra proposição di
ferente dela. Não se pode subdividi-la em partes menores
tais que alguma delas seja uma nova proposição.
Exemplo:
A sentença "Cínthia é irmã de Mauricio" é uma pro
posição simples, pois não é possível identificar como
parte dela qualquer outra proposição diferente. Se
tentarmos separá-la em duas ou mais partes menores,
nenhuma delas será uma proposição nova.
Proposição Composta
Uma proposição que contenha qualquer outra como
sua parte componente é dita proposição composta ou
proposição molecular. Isso quer dizer que uma proposição
é composta quando se pode extrair como parte dela uma
nova proposição.
Exemplo:
A sentença "Cínthia é irmii de Maurício e de Júlio"
é uma proposição composta, pois é possível retirar-se
"~
dela duas outras proposições: "Cínthia é irmã de
Maurício" e "Cínthia é irmã de Júlio ".
)
CONECTIVOS LÓGICOS (OU ESTRUTURAS LÓGICAS)
Existem alguns termos e expressões que estão fre
qüentemente presentes nas proposições compostas, tais
como: "não", "e", "ou", "se ••• então" e "se e somente
se", aos quais denominamos conectivos lógicos ou es
trnturas lógicas.
Exemplo:
A sentença "Se x não é maior que y, então x é igual
a y ou x é menor que y" é uma proposição composta
na qual se pode observar alguns conectivos lógicos
("não", "se ... então" e "ou") que estão agindo sobre
as proposições simples "x é maior que y", "x é igual
a y" e "x é menor que y".
Os conectivos lógicos agem sobre as proposições a
que estão ligados de tal modo que o valor lógico (ver
dadeiro ou falso) de uma proposição composta depende
somente:
• do valor lógico de cada uma de suas proposição
componentes;
• da forma como essas proposições componentes são
ligadas pelos conectivos lógicos utilizados.
Exemplo:
Compare as seguintes proposições e seus respectivos
valores lógicos:
Proposições Valores
Lógicos
O número 10 é inteiro.
O número 1Oé imvar.
O número 10 é inteiro e é ímpar.
O número 10 é inteiro ou é ímpar.
V
F
F
-
V
V = verdadeiro; F = falso
Algumas proposições compostas recebem denomina
ções especiais de acordo com a estrutura usada para ligar
as proposições componentes.
O reconhecimento de tais estruturas é muito importan
te para a análise e a resolução dos problemas de raciocínio
lógico que estudaremos mais adiante.
A tabela seguinte mostra as seis principais estruturas
lógicas e suas denominações. A partir deste ponto pas
saremos a nos referir a estas estruturas como estruturas
fundamentais:
Estruturas Fundamentais Denominações
Não-A.
AouB.
OuAouB.
AeB.
I Se A, então B.
I A se e somente se B.
Negação
Disjunção
Disjunção Exclusiva
Conjunção
Condicional
Bicondicíonal
B
li
I
'9
.....,
Vestcon4
g
~
º t
~
Negação: Não-A
Dada uma proposição qualquer A denominamos ne
gação de A à proposição composta que se obtém a partir
da proposição A acrescida do conectivo lógico "não" ou
de outro equivalente.
A negação "não-A" pode ser representada simboli
camente como:
-A
ou ainda
..,A
Podem-se empregar também, como equivalentes de
"não-A" as seguintes expressões:
Não é verdade que A:
É/a/so queA.
Uma proposição A e sua negação "não-A" terão
sempre valores lógicos opostos.
Tabela-Verdade da Negação (-A)
Na tabela apresentada a seguir, denominada tabela
verdade, podemos observar os resultados possíveis da
negação "-A" para cada um dos valores lógicos que A
pode assumir.
A não-A
V F
F V
Como se pode observar na tabela-verdade, uma pro
posição qualquer e sua negação nunca poderão ser simul
taneamente verdadeiras ou simultaneamente falsas.
Conjunção: A e B
Denominamos conjunção à proposição composta
formada por duas proposições quaisquer que estejam
ligadas pelo conectivo "e".
A conjunção "A e B" pode ser representada simbo
licamente como:
AAB
Exemplo:
Dadas as proposições simples:
A: Elisabeth é mãe de Cínthia.
B: Elisabeth é mãe de Maurício.
A conjunção A e B pode ser escrita como:
A A B: Elisabeth é mãe de Cinthia e de Mauricio.
Uma conjunção é verdadeira somente quando as duas
proposições que a compõem forem verdadeiras. Ou seja,
a conjunção "A A B" é verdadeira somente quando A é
verdadeira e B é verdadeira também.
Tabela-Verdade da Conjunção (AA B)
Na tabela apresentada a seguir (tabela-verdade)
podemos observar todos os resultados possíveis da con
junção "A e B" para cada um dos valores lógicos que A
e B podem assumir.
A B AAB
V V V
V F F
F V F
F F F
Disjunção: A ou B
Denominamos disjunção à proposição composta for
mada por duas proposições quaisquer que estejam ligadas
pelo conectivo "ou".
A disjunção A ou B pode ser representada simboli
camente como:
AvB
Exemplo:
Dadas as proposições simples:
A: Alberto fala espanhol.
B: Alberto é universitário.
A disjunção "A ou B" pode ser escrita como:
A v B: Alberto fala espanhol ou é universitário.
Para que a disjunção "A ou B" seja verdadeira, basta
que pelo menos uma de suas proposições componentes
seja verdadeira.
Em outras palavras, se A for verdadeira ou se B for
verdadeira ou mesmo se ambas, A e B, forem verdadeiras,
então a disjunção "A ou B" será verdadeira.
Ou seja, a disjunção "A ou B" é falsa somente quando
A éfa/sa e B éfa/sa também.
Tabela-Verdade da Disjunção (A v B)
Na tabela-verdade apresentada a seguir podemos
observar os resultados da disjunção "A ou B" para cada
um dos valores que A e B podem assumir.
A B AvB
V V V
V F V
F V V
F F F
Disjunção Exclusiva: ou A ou B
Denominamos disjunção exclusiva à proposição com
posta formada por duas proposições quaisquer onde cada
uma delas esteja precedida pelo conectivo "ou".
A disjunção exclusiva ou A ou B pode ser represen
tada simbolicamente como:
AyB
(observe o sublinhado no símbolo v)
Exemplo:
Dadas as proposições simples:
A: O número 19 é par.
B: O número 19 é ímpar.
A disjunção exclusiva "ou A ou B" pode ser escrita
como:
A y B: Ou o número 19 é par ou o
número 19 é ímpar.
..,.
Vestcon 5
Uma disjunção exclusiva é verdadeira somente
quando apenas uma das proposições que a compõem for
verdadeira.
Ou seja, a disjunção exclusiva "ou A ou B" é verda
deira somente quando A e B têm valores lógicos contrá
rios (A é verdadeira e B é falsa ou vice-versa).
Se A e B tiverem o mesmo valor lógico (ambas ver
dadeiras ou ambas falsas), então a disjunção exclusiva
será falsa.
Tabela-Verdade da Disjunção Exclusiva (A~ B)
Na tabela-verdade apresentada a seguir podemos ob
servar os resultados da disjunção exclusiva "ou A ou B"
para cada um dos valores que A e B podem assumir.
A A~B
v F
v F V
F V v
F F F
Condicional: Se A então B
Denominamos condicional a proposição composta
formada por duas proposições quaisquer que estejam
ligadas pelo conectivo "Se ... então" ou por uma de suas
formas equivalentes.
A proposição condicional "Se A, então B" pode ser
representada simbolicamente como:
A-+B
Exemplo:
Dadas as proposições simples:
A: José é alagoano.
B: José é brasileiro.
A condicional "Se A, então B" pode ser escrita
como:
A-+ B: Se José é alagoano, então José
é brasileiro.
Na proposição condicional "Se A, então B" a propo
sição A, que é anunciada pelo uso da conjunção "se", é
denominada condição ou antecedente enquanto a propo
sição B, apontada pelo advérbio "então", é denominada
conclusão ou conseqüente.
As seguintes expressões podem ser empregadas como
equivalentes de "Se A, então B":
Se A, B;
B, seA;
Todo A éB;
A implicaB;
A somente se B;
A é suficiente para B;
B é necessário para A.
Uma condicional "Se A então B" é falsa somente
quando a condição (A) é verdadeira e aconclusão (B)
é falsa, sendo verdadeira em todos os outros casos.
Isso significa que numa proposição condicional, a
única situação inaceitável é termos uma condição verda
deira e uma conclusão falsa.
Na tabela-verdade apresentada a seguir podemos
observar os resultados da proposição condicional "Se
A então B" para cada um dos valores que A e B podem
assumir.
A B A-+B
V V V
V F F
F V V
F F V
Alguns dos resultados da tabela acima podem parecer
absurdos à primeira vista.
Afim de esclarecer o significado de cada um dos re
sultados possíveis numa sentença condicional, considere
a seguinte situação:
Numa tarde de domingo, um casal está sentado no
sofá da sala de seu apartamento assistindo a um filme
quando a campa ínha toca. A mulher, que se diz sensitiva,
diz: "Se for uma mulher, então ela estará trazendo um
pacote nas mãos ". O marido, que não costuma dar muita
importância às previsões da mulher, resmunga" Vamos ver
se você está mesmo certa!" e vai abrir a porta.
Em que conjunto de situações poderemos dizer que
a previsão da mulher estava errada?
Há quatro situações a serem analisadas:
I" Quem tocou a campainha era realmente uma mulher
que estava mesmo trazendo um pacote nas mãos. Nesse
caso, teremos que reconhecer que a previsão da mulher
era correta. (Esse caso corresponde ao que está descrito
na primeira linha da tabela-verdade apresentada para a
condicional).
2' Quem tocou a campainha era realmente uma mu
lher, mas ela não estava trazendo um pacote nas mãos.
Nesse caso, podemos dizer que a previsão da mulher
mostrou-se errada. (Esse caso corresponde ao que está
descrito na segunda linha da tabela-verdade apresentada
para a condicional).
3' Quem tocou a campainha não era uma mulher,
embora estivesse mesmo trazendo um pacote nas mãos.
Nesse caso, não podemos dizer que a previsão da mulher
estava errada, pois ela não disse que somente uma mulher
poderia estar trazendo um pacote nas mãos. Acontece que
toda proposição deve ser ou verdadeira ou falsa e essa
não é falsa. Então é verdadeira! (Esse caso corresponde
ao que está descrito na terceira linha da tabela-verdade
apresentada para a condicional).
48 Quem tocou a campainha não era uma mulher e
nem mesmo estava trazendo um pacote nas mãos. Nesse
caso, também não podemos dizer que a previsão da mu
lher estava errada, pois a previsão de que a pessoa traria
um pacote nas mãos estava condicionada ao fato de que
a pessoa fosse uma mulher. Não sendo uma mulher, não
teria necessariamente que trazer um pacote nas mãos.
Novamente, a proposição não é falsa. Logo, é verdadeira
(esse caso corresponde ao que está descrito na quarta linha
da tabela-verdade apresentada para a condicional).
Cuidado: Usualmente, quando empregarmos uma
sentença do tipo "se A então B ", esperamos que exista
alguma forma de relacionamento entre A e B ou que guar
dem entre si alguma relação de causa e efeito.
Nesse sentido, aceitaríamos com facilidade, por exem
plo, a proposição "Se um número inteiro termina com o
algarismo 8, então esse número é par".
i
o
oi
I
6 ~,
Vestcon
i5
o
'9
g
t
No mesmo sentido, tenderíamos a recusar proposi
ções como:
"se um triângulo tem tr2s lados então o número
sete é primo"
Ou, ainda:
"se um quadrado tem sete lados então fala-se o
Portugu2s no Brasil"
Provavelmente recusaríamos a primeira dizendo algo
como:
"O que é que tem a ver um triângulo ter três lados
com o fato de o número sete serprimo?"
Quanto à segunda, é quase certo que alguém a re
cusasse alegando algo como:
"Para começar, um quadrado não tem sete lados, mas
quatro. E mesmo que tivesse, isso não tem nada a ver com
falar-se ou não o Português no Brasil ".
Esse tipo de recusa parece razoável, pois nessas
afirmações falta algo que relacione a primeira parte da
proposição (condição) com a segunda (conclusão).
No entanto, segundo as regras da Lógica, essas duas
proposições são verdadeiras!
Para verificarmos isso, basta analisarmos cada uma
delas seguindo as regras estudadas:
Vejamos:
Proposição: Se um triângulo tem três lados então o
número sete é primo.
Essa é uma proposição do tipo "Se A então B".
A condição da proposição é:
A: Um triângulo tem três lados.
(verdade)
A conclusão é:
B: O número sete é primo.
(verdade)
Como sabemos, uma proposição condicional onde a
condição e a conclusão sejam, ambas, verdadeiras será
ela mesma, também, verdadeira.
Confira na tabela-verdade:
A B A--?B I
V V V"'"
V F F
F V V
, F F V
Proposição: Se um quadrado tem sete lados então
fala-se o Português no Brasil"
A proposição é do tipo "Se A então B".
Condição da sentença:
A: Um quadrado tem sete lados.
(falso)
Conclusão da sentença é:
B: Fala-se o Português no Brasil.
(verdade)
Como sabemos, TODA proposição condicional com
condição FALSA é, sempre, VERDADEIRA (independen
temente de a conclusão ser verdadeira ou falsa).
Confira na tabela-verdade:
A
V
V
B
V
F
A--?B
V
F
F V V"'"
CF L F V"'"
Assim, percebemos que, para a Lógica, o valor lógico
de uma proposição composta independe da existência de
qualquer relação entre as proposições dadas.
Bicondicional: A se e somente se B
Denominamos bicondicional à proposição composta
formada por duas proposições quaisquer que estejam
ligadas pelo conectivo "se e somente se".
A proposição bicondicional "A se e somente se B"
pode ser representada simbolicamente como:
ABB
Exemplo:
Dadas as proposições simples:
A: Adalberto é meu tio.
B: Adalberto é irmão de um de meus pais.
A proposição bicondicional "A se e somente se B"
pode ser escrita como:
A B B: Adalberto é meu tio se e somente
se Adalberto é irmão de um de meus pais.
Como o próprio nome e símbolo sugerem, uma pro
posição bicondicional "A se e somente se B" equivale à
proposição composta "se A então B e se B então A".
Podem-se empregar também como equivalentes de
"A se e somente se B" as seguintes expressões:
A se esóseB;
Todo A é B e todo B éA;
Todo A é B e reciprocamente;
Se A então B e reciprocamente;
A é necessário e suficiente para B;
A é suficientepara B e B é suficiente para A;
A é necessário para B e B é necessário para A.
A proposição bicondicional "A se e somente se B" é
verdadeira somente quando A e B têm o mesmo valor
lógico (ambas são verdadeiras ou ambas são falsas), sendo
falsa quando A e B têm valores lógicos contrários.
Na tabela-verdade apresentada a seguir podemos
observar os resultados da proposição bicondicional "A
se e somente se B" para cada um dos valores que A e B
podem assumir.
A B ABB
V V V
V F F
F V F
F F V
I
~
....,
Vestcon 7
SENTENÇAS ABERTAS COM UMA VARIÁVEL
Dizemos uma expressão P(x) é uma sentença aberta
na variável x se, e somente se, P(x) se tornar uma propo
sição sempre que substituirmos a variável x por um qual
quer elemento pertencente a certo conjunto denominado
universo de discurso.
Note que, ao substituirmos a variável da sentença
aberta por um elemento dado do seu universo de discurso,
a proposição resultante não tem que ser Verdadeira.
Exemplo:
A expressão 2x + 5 = 25 éuma sentença aberta na va
riávelx. Quando substituímos a variável pelo número
5 obtemos uma proposição Falsa: 2x(5) + 5 = 25.
TAUTOLOGIA
Uma proposição composta é uma tautologia se e so
mente se ela for sempre verdadeira, independentemente
dos valores lógicos das proposições que a compõem.
Desse modo, quando uma proposição composta for
uma tautologia, a última coluna de sua tabela-verdade será
o valor lógico V (verdadeiro) em todas as suas linhas.
Exemplo:
A proposição "Se (A e B) então (A ou B)" é wna
tautologia, pois é sempre verdadeira, independente
mente dos valores lógicos de A e de B, como se pode
observar na tabela-verdade abaixo:
A B AeB AouB (A e B) ~ (A ou B)
V V V V
V F F V
F V F i V
i F F F I F
CONTRADiÇÃO
V
V
V
V
Uma proposição composta formada por duas ou mais
proposições é umacontradição se e somente se ela for
semprefalsa, independentemente dos valores lógicos das
proposições que a compõem.
Portanto, quando uma proposição composta for uma
contradição, a última coluna de sua tabela-verdade será o
valor lógico F (falso) em todas as suas linhas.
Exemplo:
A proposição "A se e somente se não A" é uma con
tradição, pois é sempre falsa, independentemente
dos valores lógicos de A e de não A, como se pode
observar na tabela-verdade abaixo:
A -A AB-A
V F F
F V F
o exemplo acima mostra que uma proposição qual
quer A e sua negação, -A, nunca serão ambas verdadeiras
nem ambas falsas.
Relação entre Tautologia e Contradição
Sabemos que uma tautologia é sempre verdadeira
enquanto uma contradição, sempre falsa, daí pode-se
concluir que:
• A negação de uma tautologia é sempre uma con
tradição.
• A negação de uma contradição é sempre uma
tautologia.
CONTINGÊNCIA
Uma proposição composta formada por duas ou
mais proposições é uma contingência se e somente se
for possível que ela seja verdadeira tanto quanto que ela
também seja falsa, dependendo dos valores lógicos das
proposições que a compõem.
Assim, quando uma proposição composta for uma
contingência, a última coluna de sua tabela-verdade de
verá apresentar o valor lógico V (verdadeiro) pelo menos
uma vez e, também, o valor lógico F (falso) pelo menos
uma vez.
Exemplo:
A proposição "Se A então B" é uma contingência, pois
será Falsa quando A for Verdadeira e B Falsa, sendo
Verdadeira em todos os outros casos.
AS TRÊS lEIS FUNDAMENTAIS DO PENSAMENTO
lÓGICO
Alguns autores citam três princípios como sendo
fundamentais para o pensamento lógico.
Princípio da Identidade
Se uma proposição qualquer é verdadeira, então ela
é verdadeira.
Em símbolos:
p~p
Princípio da Não-Contradição
Nenhuma proposição pode ser verdadeira e também
ser falsa.
Em símbolos:
-(P 1\ -P)
Princípio do Terceiro Excluído
Uma proposição ou é verdadeira ou é falsa.
Em símbolos:
ou Pou-P
PROPOSiÇÕES lOGICAMENTE EQUIVALENTES
Dizemos que duas proposições são logicamente eq ui
valentes ou simplesmente equivalentes quando satisfazem
às duas condições seguintes:
1· - são compostas pelas mesmas proposições simples;
2" - têm tabelas-verdade idênticas.
Uma conseqüência prática da equivalência lógica é
que, ao trocar uma dada proposição por qualquer outra
que lhe seja equivalente, estamos apenas mudando a
maneira de dizê-la.
A equivalência lógica entre duas proposições, A e B,
pode ser representada simbolicamente como:
AB
Regras de Equivalência
Da definição de equivalência lógica podem-se de
monstrar as seguintes equivalências:
l
aiº
8
cc
cc
~'
8 ~
e
~
!º
g
Leis de comutatividade:
1. AI\B BI\A
2. A v B B v A
3. A y B B y A
4. A~BB~A
Leis de associatividade:
5. (A 1\ B) 1\ C A 1\ (B 1\ C)
6. (A v B) v C A v (B v C)
Leis de distributividade:
7. AI\(BvC)(AI\B)v(AI\C)
8. A v (B 1\ C) (A v B) 1\ (A v C)
Lei da dupla negação:
9. -(-A) A
Equivalências da Condicional
10. A~ B -A v B
11. A ~ B -B ~ -A
Equivalências da Bicondicional
12. A ~ B (A ~ B) 1\ (B ~ A)
13. A~ B (A 1\ B) v (-B 1\ -A)
14. A~ B -{Ay B)
NEGAÇÃO DE PROPOSiÇÕES COMPOSTAS
Um problema de grande importância para a lógica é
o da identificação de proposições equivalentes à negação
de uma proposição dada. Negar uma proposição simples é
uma tarefa que não oferece grandes obstáculos. Entretanto,
podem surgir algumas dificuldades quando procuramos
identificar a negação de uma proposição composta.
Como vimos anteriormente, a negação de uma propo
sição deve ter sempre valor lógico oposto ao da proposição
dada. Desse modo, sempre que uma proposição A for
verdadeira, a sua negação não-A deve ser falsa e sempre
que A for falsa, não-A deve ser verdadeira.
Em outras palavras, a negação de uma proposição
deve ser contraditória com a proposição dada.
A tabela abaixo mostra as equivalências mais comuns
para as negações de algumas proposições compostas:
Proposição Negação direta Equivalente da Negação
AeB Não(Ae B) Não A ou não B
AouB Não (A ou B) NãoAe não B
SeAentão B Não (se A então B) A e não B
Asee
somente se B
Não (A se esomente se B) OuAouB
TodoAé B Não (todo A é B) Algum A não ê B
AlgumAéB
-
Não (algum Aé B) NenhumAéB
DIAGRAMAS lÓGICOS
Um diagrama lógico é um esquema que busca repre
sentar as relações existentes entre as diversas partes que
compõem uma proposição.
O modelo mais comum para diagramas lógicos é o
dos diagramas de Venn-Euler, às vezes denominados,
impropriamente, como diagramas de Venn.
Esses diagramas já foram mostrados anteriormente
na apresentação das estruturas lógicas.
Neste capítulo, aprofundaremos nossos estudos sobre
os digramas lógicos, estudando uma variação do modelo
de Venn-Euler, qúe nos permitirá uma representação mais
precisa do que aquela vista anteriormente.
Universo de discurso (U)
Denomina-se universo de discurso ao conjunto de
tudo o que se admite como possível num dado contexto.
Desse modo, qualquer proposição possível será um
subconjunto do universo de discurso.
O universo de discurso será sempre indicado pela
região interna de um retângulo.
Cada proposição é indicada por uma região delimitada
dentro do universo de discurso.
U = universo de discurso
A proposição
Uma proposição é verdadeira em qualquer ponto
dentro de sua região, sendo falsa em todos os demais
pontos do universo de discurso.
.2
Na região 1, a proposição A é verdadeira
Na região 2, a proposição A é falsa.
.1
Na região 1, A e B são falsas.
Na região 2, A é verdadeira e B é falsa.
Na região 3, A e B são verdadeiras.
Na região 4, A é falsa e B é verdadeira.
Diagrama Lógico da Negação
Num diagrama de conjuntos, se a proposição A for
representada pelo conjunto A, então a negação ··não-A"
corresponderá ao conjunto complementar de A.
c
9 ...,
Vestcon
Diagrama Lógico da Conjunção
Se as proposições A e B forem representadas como
conjuntos através de um diagrama, a conjunção "A Â B"
corresponderá à interseção do conjunto A com o conjunto
B,A IlB.
Diagrama Lógico da Disjunção
Se as proposições A e B forem representadas como
conjuntos através de um diagrama, a disjunção "A v B"
corresponderá à união do conjunto A com o conjunto B.
Diagrama Lógico da Disjunção Exclusiva
Se as proposições A e B forem representadas como
conjuntos por meio de um diagrama, a disjunção exclusiva
"A ~ B" corresponderá à união da parte do conjunto A
que não está em B (A-B) com a parte do conjunto B que
não está em A (B-A).
(A-B) v (B-A)
Observe que isso equivale à diferença entre a união
e a interseção dos conjuntos A e B.
(A v B) - (A 11 B)
Diagramas Lógicos da Condicional"A ~ B"
Se as proposições A e B forem representadas como
conjuntos através de um diagrama, a proposição condicio
nai "Se A então B" poderá ser indicada como a inclusão
do conjunto A no conjunto B (A está contido em B).
Diagramas Lógicos da Bicondicional
Se as proposições A e B forem representadas como
conjuntos através de um diagrama, a proposição bicon
dicional "Ase e somente se B" corresponderá à igualdade
dos conjuntos A e B.
8
~
2
~
I
,~
10
PROPOSiÇÕES CATEGÓRICAS
Na lógica clássica (também chamada lógica aristo
télica), o estudo da dedução era desenvolvido usando-se
apenas quatro tipos especiais de proposições denominadas
proposições categóricas.
As proposições categóricas podem ser universais ou
particulares, cada uma destas subdividindo-se em afir
mativa ou negativa. Temos, portanto, quatro proposições
categóricas possíveis.
As quatro proposições categóricas possíveis, em suas
formas típicas, são dadas no quadro seguinte:
Prop. Negativas
,j.
(E) Nenhum A é B.
I Prop. Universais -t
(O) Algum A não é B.I
Prop. Afirmativas
,j.
(A) Todo A é B.
(I) Algum A é B.Prop. Particulares -t .- .
Quantificaçãoopostos dos números naturais e o zero. Este conjunto é
denotado pela letra Z (Zahlen==número em alemão). Este
conjunto pode ser escrito por:
Z::: { ... , -4, -3. -2, -1. O, 1.2.3. 4, ... }
Exemplos de subconjuntos do conjunto Z
Conjunto dos números inteiros exceto o número zero:
Z· == {..., -4, -3, -2, -1, 1,2, 3, 4,... }
Conjunto dos números inteiros não negativos:
Z. ::: {O, 1, 2, 3, 4, ...}
Conjunto dos números inteiros não positivos:
Z.::: {... , -4, -3, -2, -1, O}
Observação: Não existe padronização para estas nota
ções.
Reta Numerada
Uma forma de representar geometricamente o conjunto
Z é construir uma reta numerada, considerar o número O
como a origem e o numero 1 em algum lugar, tomar a
unidade de medida como a distãncia entre O e 1 e por os
números inteiros da seguinte maneira:
z •
-3 .2. -1 O 1 :2 3 O -1 b > O
todo n E IN ,se a O.
Propriedade da potenciação
Sejam a e bEl, e nem E IN, temos que:
n n ma) a • am =a + b)an:am=an •m
nc) (a. bt =a .bn d)ao=1 com a ;t:{)
e) On =O f)1 n =1,.
r Radiciação
Sejam a e bEl e nE IN
/
temos Vã =b. Se a ,Podemos observar no quadro acima que cada uma
das proposições categóricas na forma típica começa por
"todo" ou "nenhum" (que são chamados quantificadores
universais) ou por "algum" (que é chamado quantificador
particular).
Sujeito e Predicado de uma Proposição Categórica
Dada uma proposição categórica em sua forma típica
chamamos:
- sujeito ao elemento da sentença relacionado ao
quantificador da proposição;
- predicado ao elemento que se segue ao verbo.
Exemplos:
Proposições Categóricas Sujeito Predicado
Todo atleta nato é um vencedor. atleta nato um vencedor
Nenhum ser vivo é imortal. ser vivo imortal
Algum quadro é obra de arte. quadro obra de arte
Algum político não é honesto. político honesto
Oposição Entre as Proposições Categóricas
Duas proposições categóricas distintas que tenham o
mesmo sujeito e o mesmo predicado ou não poderão ser
ambas verdadeiras ou não poderão ser ambas falsas, ou
as duas coisas.
Dizemos que estarão sempre em oposição.
São quatro os tipos de oposição:
Proposições Contraditórias - cada uma delas é a
negação lógica da outra (A-O e E-I).
Duas contraditórias terão sempre valores lógicos
contrários, ou seja, não podem ser ambas verdadeiras
nem ambas falsas.
Proposições Contrárias - uma afirmativa universal
e sua negativa (A-E).
Duas sentenças contrárias nunca são ambas verda
o deiras, mas podem ser ambas falsas. Desse modo, se
i5 soubermos que uma delas é verdadeira poderemos garantir
'9 que a outra é falsa. Mas; se soubermos que uma delas é
~ falsa não poderemos garantir se a outra é falsa também.
g Proposições Subcontrárias - uma afirmativa parti
= cular e sua negativa (l-O).
Duas sentenças sub-contrárias nunca são ambas
falsas, mas podem ser ambas verdadeiras. Assim sendo,
se soubermos que uma delas é falsa, poderemos garantir
~,
Vestcon
que a outra é verdadeira. Mas se soubermos que uma
delas é verdadeira, não poderemos garantir se a outra é
verdadeira também.
Proposições Subalternas - duas afirmativas (univer
sal e sua particular correspondente, A-I) ou duas negativas
(universal e sua particular correspondente E-O).
Sempre que a universal for verdadeira, sua cor
respondente particular será verdadeira também, mas a
falsidade da sentença universal não obriga que a corres
pondente sentença particular seja falsa também.
Sempre que aparticular forfalsa sua correspondente
universal, seráfalsa também, mas a verdade da sentença
particular não obriga que a correspondente sentença uni
versal seja verdadeira também.
contrárias
TodoAéB. ~ NenhumAeB.
II
"o .i......~c,
~~ ,&.~o,
0::'"%,.'IS-~
c;o"" "mas de mesmo modo.
Para caracterizarmos completamente um silogismo
categórico, devemos identificar, conjlmtamente, tanto seu
modo quanto sua figura.
Ao definirmos tanto o modo quanto a figura de um
silogismo, estamos identificando a suaforma.
Exemplo:
Considere o seguinte silogismo categórico:
"Todo elemento perigoso é potencialmente nocivo
à sociedade.
Todo motorista desatento é um elemento perigoso.
Logo, todo motorista desatento é potencialmente
nocivo à sociedade"
é um silogismo da forma AAA-l (modo AAA - pri
meira figura)
Número de Formas Possíveis de Silogismos
Cada um dos 64 modos possíveis de um silogismo
pode ocorrer em qualquer uma das 4 figuras.
Desse modo, temos:
64 x 4 = 256
Esse é o total de formas diferentes possíveis para os
silogismos.
De todos os 256 silogismos categóricos possíveis,
somente uma pequena parte constitui argumentos válidos,
conceito este que passaremos a estudar a seguir.
Argumento Válido
Dizemos que um argumento é válido ou, ainda, que
ele é legítimo ou bem construído quando a sua conclu
são é uma conseqüência obrigatória do seu conjunto de
premissas.
Posto de outra forma: quando um argumento é váli
do, a verdade das premissas deve garantir a verdade da
conclusão do argumento.
Isso significa que, num argumento válido, jamais
poderemos ter uma conclusão falsa quando as premissas
forem verdadeiras.
É importante observar o estudo dos argumentos não
leva em conta a verdade ou a falsidade das proposições
que compõem os argumentos, mas tão-somente a validade
destes.
Desse modo, ao se discutir a validade de um argumen
to, o valor de verdade de cada uma de suas premissas
é irrelevante.
Exemplo:
Considere o silogismo:
"Todos os pardais adoram jogar xadrez.
Nenhum enxadrista gosta de óperas.
Portanto, nenhum pardal gosta de óperas."
Esse silogismo está perfeitamente bem construído
(veja o diagrama a seguir), sendo, portanto, um argu
mento válido, muito embora a verdade das premissas
seja questionável.
°0 x
Op = Conjunto dos que gostam de Óperas.
X = Conjunto dos que adoram jogar xadrez.
P = Conjunto dos pardais.
Pelo diagrama, pode-se perceber que nenhum elemen
to do conjunto P (pardais) pode pertencer ao conjunto Op
(os que gostam de Óperas).
Argumento Inválido
Dizemos que um argumento é inválido, também de
nominado ilegítimo, mal construído oufalacioso, quando
a verdade das premissas não é suficiente para garantir a
verdade da conclusão.
Exemplo:
O silogismo:
"Todos os alunos do curso, passaram.
j'vfaria não é aluna do curso.
Portanto, Maria não passou."
é um argumento inválido,falacioso, mal construído,
pois as premissas não garantem (não obrigam) a verdade
da conclusão (veja o diagrama abaixo).
~ Aqui, Maria não é do curso, mas G m----l Aqu;, M.n...,
P = Conjunto das pessoas que passaram.
C = Conjunto dos alunos do curso.
m=Maria.
Pelo diagrama, vê-se que Maria pode ter passado mes
mo sem ser aluna do curso. (A primeira premissa não afir
mou que somente os alunos do curso haviam passado).
Na tabela abaixo, podemos ver um resumo das situa
ções possíveis para um argumento:
Se um argumento é e as premissas ... então a conclusão será:
Válido são todas verdadeiras necessariamente
(bem construído)
não são todas verdadeiras
Verdadeira.
ou Verdadeira ou Falsa.
Inválido
(mal construído)
são todas verdadei ras
não são todas verdadeiras
ou Verdadeira ou Falsa.
~ Verdadeira ou Falsa.
NOÇÕES SOBRE CÁLCULO DE PREDICADOS DE 1"
ORDEM
Não existe um meio efetivo de testar a validade de
todos os argumentos possíveis. Daí surge o interesse no
desenvolvimento de um método que permita a dedução da
conclusão de um argumento qualquer, ou seja, o cálculo
axiomático de predicados.
Este assunto é vasto e uma abordagem completa
exigiria, primeiramente, que se fundamentasse axiomati
camente o cálculo proposicional.
.....,.
Vestcon 13
Faremos a seguir um breve resumo do assunto.
Regras de Inferência
I. modus ponens
A, A~B :. B
I. generalização universal
A :. 'ti xA
Teoremas
Nos teoremas abaixo:
- as premissas estão sempre à direita do sinal :. (lê-se
portanto);
- uma vírgula separa duas premissas;
- Rec. significa teorema recíproco do apresentado
na linha anterior.
TI- A:. A
TI- - (-A) :. A
Rec- A:. - (-A)
D- A, B :. A 1\ B
T4- A :. AvB
T5- A 1\ B :. A
T6- A v B ,-A :. B
T7- A~B, B~C :. A~C
T8- A ,(A~B) :. B
T9- (AvB), B~C :. (Av C)
TIO- A~B :. -B~-A
Rec- -B~-A :. A~B
TII- A~B., (-A~B) :. B
TI2- (A 1\ B) ~ C :. A ~ (B~C)
Rec- A ~ (B~C) :. (A 1\ B) ~ C
TI3- (A 1\ -B) ~ (C 1\ -C) :. A~B ( princ. da
não-contradição)
TI4- A~ (B v C) , -B :. A~C
Proposições Dependentes
Sejam PI e P2 duas proposições quaisquer. Dizemos
que P 2 é dependente de Pise, e somente se, o valor lógico
de P 2 depende do valor lógico dado a P I'
OU seja, pelo menos uma das seguintes situações
deve ocorrer:
P I Verdadeira obriga P2 Verdadeira
ou
Verdadeira obriga P FalsaPI 2
ou
Falsa obriga P VerdadeiraPI 2
ou
P
I
Falsa obriga P
2
Falsa
Dependência entre Proposições
Quanto à dependência entre duas proposições dadas,
P I e P 2' podem ocorrer somente duas situações distintas:
I" nenhuma das duas proposições tem seu o valor
lógico dependente do valor lógico da outra. Nesse caso,
dizemos que não existe dependência ou, ainda, que as
proposições consideradas são independentes.
2a cada uma das proposições tem seu o valor lógico
dependente do valor lógico da outra. Nesse caso, dizemos
que existe dependência ou, ainda, que as proposições
consideradas são dependentes.
Exemplos:
Considere as seguintes proposições:
A: Ana é alta.
B: Beto é baixo.
C: Ana não é alta.
D: Se Ana é Alta então Beto é baixo.
As proposições A e B são independentes, pois, em
princípio, pode-se ter qualquer uma delas verdadeira ou
falsa independentemente do valor lógico que seja atribuído
à outra.
As proposições A e C são dependentes. De fato, uma
vez que se tenha atribuído algum valor lógico a uma delas,
a outra, necessariamente, ficará obrigada ao valor lógico
oposto, dado que C é a negação de A.
As proposições A e D também são dependentes.
Isso pode ser constatado observando que, ao colocarmos
qualquer uma das duas com Falsa, a outra, obriga
toriamente, será Verdadeira.
Número de Linhas de urna Tabela-Verdade
Se uma tabela-verdade tem como componentes as
proposições P I' P2' ... , Pn' duas a duas independentes, então
o número de linhas desta tabela-verdade será igual a:
Ln =2n
Exemplo:
Sejam PI' P2 e P3' três proposições indepen-dentes entre
si, então a tabela verdade da proposição composta "(PJ eP.)
ou não-P/' terá 23 =8 linhas, como se pode ver abaixo:
I
2
3
4
5
6
P
V
V
V
V
F
F
P,
V
V
F
F
V
V
P,
V
F
V
F
V
F
(P eP)
V
V
F
F
F
F
níio-P
F
V
F
V
F
V
(P e P) ou níio-P
V
V
F
V
F
V
7
8
F
F
F
F
V
F
F
F
F
V
F
V
EXERcíCIOS RESOLVIDOS
1. Todos os bons estudantes são pessoas tenazes. Assim
sendo:
a) Alguma pessoa tenaz não é um bom estudante.
b) O conjunto dos bons estudantes contém o conjunto
das pessoas tenazes.
c) Toda pessoa tenaz é um bom estudante.
d) Nenhuma pessoa tenaz é um bom estudante.
e) O conjunto das pessoas tenazes contém o conjunto
dos bons estudantes.
Solução:
(Opção E) Dizer que "todos os bons estudantes
são pessoas tenazes" equivale a dizer que dentro
do conjunto que reúne todas as pessoas tenazes
acharemos todos os bons estudantes. Assim sendo,
podemos dizer que o conjunto das pessoas tenazes
contém o conjunto dos bons estudantes.
2. Todo baiano gosta de axé musico Sendo assim:
a) Todo aquele que gosta de axé music é baiano.
b) Todo aquele que não é baiano não gosta de axé
musico
c) Todo aquele que não gosta de axé music não é
baiano.
d) Algum baiano não gosta de axé musico
e) Alguém que não goste de axé music é baiano.
'9ª"
.3:º
§
cc
14 ~Vestcon
~
'9
.3llº
u..,º
Solução:
(Opção C) Assumindo que "todo baiano gosta de axé
music" podemos dizer que o conjunto dos baianos
(conjunto B) encontra-se comple-tamente dentro
do conjunto dos que gostam de axé music (conjunto
A). Qualquer um que esteja fora do conjunto A não
poderá estar no conjunto B pois B está dentro de
A. Mas todos os que não gostam de axé music estão
fora do conjunto A. Logo, todos os que não gostam
de axé music estão fora do conjunto B. Ou seja: todo
aquele que não gosta de axé music não é baiano.
3. SeAnaé altruísta então Bruna é benevolente. Se Bruna
é benevolente então Cláudia é conservadora. Sabe-se
que Cláudia não é conservadora. Nestas condições,
pode-se concluir que:
a) Ana não é benevolente.
b) Bruna não é altruísta.
c) Ana não é conservadora.
d) Cláudia não é altruísta.
e) Ana não é altruísta.
Solução:
(Opção E) Esta questão faz uso de uma estrutura
bem conhecida na Lógica: a cadeia de proposições
condicionais - A implica B que implica C ...
Por outro lado, toda vez que uma proposição
condicional como "Se A então B" for verdadeira, será
verdadeira também "Se não-B então não-A"(repare a
ordem!), onde não-B e não-A são as negações das
proposições B e A, respectivamente. Deste modo,
quando sabemos que "Se A então B" e sabemos
que B não ocorre, podemos concluir que A também
não ocorre. Neste problema podemos representar
a cadeia de proposições condicionais dada como
A implica B que implica C que implica D. Como
temos a negação de D, teremos também não-C,
não-B e não-A, consecutivamente. Ou seja:
Cláudia não é conservadora, Bruna não é benevo
lente e Ana não é altruísta. As demais opções não
podem ser aceitas como conclusões pois não há
dados suficientes no enunciado para decidir se são
verdadeiras ou se são falsas.
4. Todo atleta é bondoso. Nenhum celta é bondoso. Daí
pode-se concluir que:
a) algum atleta é celta;
b) nenhum atleta é celta;
c) nenhum atleta é bondoso;
d) alguém que seja bondoso é celta;
e) ninguém que seja bondoso é atleta.
Solução:
(Opção B) Sejam A = o conjunto dos atletas, B o
conjunto das pessoas bondosas e C o conjunto dos
celtas. De acordo com o enunciado, o conjunto A
está totalmente dentro de B, pois "todo atleta é
bondoso ". O conjunto C está comple-tamente fora
de B, pois "nenhum celta é bondoso". Sendo assim,
os conjunto A e C não podem ter qualquer elemento
em comum, pois o primeiro está dentro de B e O
segundo, fora. Ou seja: Nenhum atleta é celta.
5. Se chove então faz frio. Assim sendo:
a) Chover é condição necessária parafazer frio.
b) Fazer frio é condição suficiente para chover.
c) Chover écondição necessáriaeSl!ficienteparafazerfrio.
d) Chover é condição suficiente para fazer frio.
e) Fazer frio é condição necessária e suficiente para
chover.
Solução:
(Opção D) Esta questão faz referência aos conceitos
de necessidade e de suficiência e às relações
destes conceitos com as proposições condicionais.
Como já vimos, numa proposição condicional
"Se A então B" a ocorrência de A implica (obriga)
a ocorrência de B. Então dizemos que A é uma
condição suficiente para a ocorrência de B, ou,
simplesmente, que Aé suficiente para B. Por outro
lado, sabemos que a não ocorrência de B implica
a não ocorrência de A, ou seja: sem a ocorrência
de B, certamente A também não ocorreria. Por este
motivo, dizemos que B é uma condição necessária
para a ocorrência de A, ou, simplesmente, que B é
necessária para A. No contexto da questão isto nos
dará que "Chuva é condição suficiente parafrio" e
que "Frio é condição necessária para chuva".
EXERcíCIOS PROPOSTOS
1. Represente com diagramas de conjuntos:
a) algumAé B.
b} algum A não é B.
c)todoAéB.
d) se A, então B.
e) nenhumAé B.
2. Considere as proposições abaixo:
I 3+ I =4e2+3=5
II 6>2e7 2
I1I- 3=50u83
IH 6quem era cada
pessoa. As cores dos vestidos de Ana, Maria e Cláudia
eram, respectivamente,
a) preto, branco, azul
b) preto, azul, branco
c) azul, preto, branco
d) azul, branco, preto
e) branco, azul, preto
14. (AFCIl996) Se Carlos é mais velho do que Pedro,
então Maria e JúJia têm a mesma idade. Se Maria e
Júlia têm a mesma idade, então João é mais moço do
que Pedro. Se João é mais moço do que Pedro, então
Carlos é mais velho do que Maria. Ora, Carlos não é
mais velho do que Maria. Então,
a) Carlos não é mais velho do que Júlia, e João é mais
moço do que Pedro.
b) Carlos é mais velho do que Pedro, e Maria e Júlia
têm a mesma idade.
c) Carlos e João são mais moços do que Pedro.
d) Carlos é mais velho do que Pedro, e João é mais
moço do que Pedro.
e) Carlos não é mais velho do que Pedro, e Maria e
Júlia não têm a mesma idade.
15. (AFTN/1996) José quer ir ao cinema assistir ao filme
"Fogo contra Fogo", mas não tem certeza se o mesmo
está sendo exibido. Seus amigos, Maria, Luis e Júlio
têm opiniões discordantes sobre se o filme está ou
i
o
.j
~ c
i
.35º
(S
g
cc
16
não em cartaz. Se Maria estiver certa, então Júlio está
enganado. Se Júlio estiver enganado, então Luís está
enganado. Se Luís estiver enganado, então o filme
não está sendo exibido. Ora, ou o filme "Fogo contra
Fogo" está sendo exibido, ou José não irá ao cinema.
Verificou-se que Maria está certa. Logo,
a) o filme "Fogo contra Fogo" está sendo exibido.
b) Luís e Júlio não estão enganados.
c) Júlio está enganado, mas não Luís.
d) Luís está enganado, mas não Júlio.
e) José não irá ao cinema.
16. (AFrN/1996) Sabe-se que, na equipe do X Futebol
Clube (XFC), há um atacante que sempre mente, um
zagueiro que sempre fala a verdade e um meio-campista
que às vezes fala a verdade e às vezes mente. Na saída
do estádio, dirigindo-se a um torcedor que não sabia
o resultado do jogo que terminara, um deles declarou
"Foi empate" o segundo disse "Não foi empate" e o
terceiro falou "Nós perdemos". O torcedor reconheceu
somente o meio-campista, mas pode deduzir o resultado
do jogo com certeza. A declaração do meio-campista e
o resultado do jogo foram, respectivamente.
a) "Foi empate" I o XFC venceu.
b) "Não foi empate" I empate.
c) "Nós perdemos" I o XFC perdeu.
d) "Não foi empate' I o XFC perdeu.
e) "Foi empate" / empate.
17. Ou Celso compra um carro, ou Ana vai à África,
ou Rui vai a Roma. Se Ana vai à África, então Luís
compra um livro. Se Luís compra um livro, então Rui
vai a Roma. Ora, Rui não vai a Roma, logo:
a) Celso compra um carro e Ana não vai à África.
b) Celso não compra um carro e Luís não compra o
livro.
c) Ana não vai à África e Luís compra um livro.
d) Ana vai à África ou Luís compra um livro.
e) Ana vai à África e Rui não vai a Roma.
18. Dizer que é verdade que "para todo x, se x é uma rã
e se x é verde, então x está saltando" é logicamente
equivalente a dizer que não é verdade que:
a) algumas rãs que não são verdes estão saltando.
b) algumas rãs verdes estão saltando.
c) nenhuma rã verde não está saltando.
d) existe uma rã verde que não está saltando.
e) algo que não seja uma rã verde está saltando.
19. Se é verdade que "Alguns A são R" e que "Nenhum
G é R", então é necessariamente verdadeiro que:
a) algumA não é G.
b) algumA é G.
c) nenhum A é G.
d) algum G é A.
e) nenhum G é A.
20. Assinale a alternativa que apresenta uma contradição.
a) Todo espião não é vegetariano e algum vegetariano
é espião.
b) Todo espião é vegetariano e algum vegetariano não
é espião.
v%:
c) Nenhum espião é vegetariano e algum espião não
é vegetariano.
d) Algum espião é vegetariano e algum espião não é
vegetariano.
e) Todo vegetariano é espião e algum espião não é
vegetariano.
21. Todos os que conhecem João e Maria admiram Maria.
Alguns que conhecem Maria não a admiram. Logo:
a) todos os que conhecem Maria a admiram.
b) ninguém admira Maria.
c) alguns que conhecem Maria não conhecem João.
d) quem conhece João admira Maria.
e) só quem conhece João e Maria conhece Maria.
22. Valter tem inveja de quem é mais rico do que ele.
Geraldo não é mais rico do que quem o inveja. Logo:
a) quem não é mais rico do que Valter é mais pobre
do que Valter.
b) Geraldo é mais rico do que Valter.
c) Valter não tem inveja de quem não é mais rico do
que ele.
d) Valter inveja só quem é mais rico do que ele.
e) Geraldo não é mais rico do que Valter.
23. Todas as plantas verdes têm clorofila. Algumas plantas
que têm clorofila são comestíveis. Logo:
a) algumas plantas verdes são comestíveis.
b) algumas plantas verdes não são comestíveis.
c) algumas plantas comestíveis têm clorofila.
d) todas as plantas que têm clorofila são comestíveis.
e) todas as plantas verdes são comestíveis.
24. A proposição "é necessário que todo acontecimento
tenha causa" é equivalente a:
a) é possível que algum acontecimento não tenha
causa.
b) não é possível que algum acontecimento não tenha
causa.
c) é necessário que algum acontecimento não tenha
causa.
d) não é necessário que todo acontecimento tenha
causa.
e) é impossível que algum acontecimento tenha
causa.
25. Todo A é B, e todo C não é B, portanto:
a) algum A é C. d) algum B é C.
b) nenhum A é C. e) nenhum B é A.
c) nenhum A é B.
26. As rosas são mais baratas do que os lírios. Não tenho
dinheiro suficiente para comprar duas dúzias de rosas.
Logo:
a) tenho dinheiro suficiente para comprar uma dúzia
de rosas.
b) não tenho dinheiro suficiente para comprar uma
dúzia de rosas.
c) não tenho dinheiro suficiente para comprar meia
dúzia de lírios.
d) não tenho dinheiro suficiente para comprar duas
dúzias de lírios.
e) tenho dinheiro suficiente para comprar uma dúzia
de lírios.
~
Vestton 17
27. Se você se esforçar, então irá vencer. Assim sendo:
a) seu esforço é condição suficiente para vencer.
b) seu esforço é condição necessária para vencer.
c) se você não se esforçar, então não irá vencer.
d) você vencerá só se se esforçar.
e) mesmo que se esforce, você não vencerá.
28. Se os tios de músicos sempre são músicos, então:
a) os sobrinhos de não-músicos nunca são músicos.
b) os sobrinhos de não-músicos sempre são músicos.
c) os sobrinhos de músicos sempre são músicos.
d) os sobrinhos de músicos nunca são músicos.
e) os sobrinhos de músicos quase sempre são
músicos.
29. O paciente não pode estar bem e ainda ter febre.
O paciente esta bem. Logo, o paciente:
a) tem febre e não está bem.
b) tem febre ou não está bem.
c) tem febre.
d) não tem febre.
e) não está bem.
30. Assinale a alternativa em que se chega a uma
conclusão por um processo de dedução.
a) Vejo um cisne branco, outro cisne branco, outro cisne
branco ... então, todos os cisnes são brancos.
b) Vi um cisne, então, ele é branco.
c) Vi dois cisnes brancos, então, outros cisnes devem
ser brancos.
d) Todos os cisnes são brancos, então, este cisne é
branco.
e) Todos os cisnes são brancos, então, este cisne pode
ser branco.
31. Todo cavalo é um animal. Logo:
a) toda cabeça de animal é cabeça de cavalo.
b) toda cabeça de cavalo é cabeça de animal.
c) todo animal é cavalo.
d) nem todo cavalo é animal.
e) nenhum animal é cavalo.
32. Utilizando-se de um conjunto de hipóteses, um
cientista deduz uma predição sobre a ocorrência de
um certo eclipse solar. Todavia, sua predição mostra-se
falsa. O cientista deve, logicamente concluir que:
a) todas as hipóteses desse conjunto são falsas.
b) a maioria das hipóteses desse conjunto é falsa.
c) pelo menos uma hipótese desse conjunto é falsa.
d) pelo menos uma hipótese desse conjunto é
verdadeira.
e) a maioria das hipóteses dessse conjunto é ver
dadeira.
33. Se Francisco desviou dinheiro da campanha assisten
cial, então ele cometeu um grave delito. Mas Fran
cisco não desviou dinheiro da campanha assistencial.
Logo:
a) Francisco desviou dinheiro da campanha assisten
cial.
b) Francisco não cometeuum grave delito.
c) Francisco cometeu um grave delito.
d) alguém desviou dinheiro da campanha assistencial.
e) alguém não desviou dinheiro da campanha
assistencial.
34. Se Rodrigo mentiu, então ele é culpado. Logo:
a) se Rodrigo não é culpado, então ele não mentiu.
b) Rodrigo é culpado.
c) se Rodrigo não mentiu, então ele não é culpado.
d) Rodrigo mentiu.
e) se Rodrigo é culpado, então ele mentiu.
35. Assinale a alternativa em que ocorre uma conclusão
verdadeira (que corresponde à realidade) e o argumento
inválido (do ponto de vista lógico).
a) Sócrates é homem, e todo homem é mortal, portanto
Sócrates é mortal.
b) Toda pedra é um homem, pois alguma pedra é um
ser, e todo ser é homem.
c) Todo cachorro mia, e nenhum gato mia, portanto
cachorros não são gatos.
d) Todo pensamento é um raciocínio, portanto, todo
pensamento é um movimento. visto que todos os
raciocínios são movimentos.
e) Toda cadeira é um objeto, e todo objeto tem cinco
pés, portanto algumas cadeiras têm quatro pés.
PADRÕES ESEQÜÊNCIAS
Denominaremos genericamente como seqüência a
toda fila ordenada de termos (números, letras, figuras,
palavras, etc) que obedeçam a um padrão de formação.
Exemplos:
1. Na seqüência (13, 18,23,28,33,38), cada termo,
a partir do segundo, é igual ao anterior adicionado
de 5 unidades.
2. Na seqüência (A, D, G, J), as letras foram tomadas
de três em três, em ordem alfabética, a partir do "A",
ou seja: A, b, c, D, e, f, G, h, i, J.
3.Na seqüência (triângulo - O, quadrado -2, pentágono - 5,
hexágono -9), tem-se os nomes de figuras planas a partir
de três lados, acompanhados do número de diagonais
em cada um deles, isto é: triângulo - nenhuma diagonal;
quadrado - duas diagonais; pentágono - cinco diagonais
e hexágono - nove diagonais.
Determinação de um Termo por Indução
São comuns as questões de concurso onde se deve
encontrar o valor de um termo de uma dada seqüência
sem que seja declarado o padrão de formação de seus
termos. Em tais questões, é necessário descobrir o padrão
de formação, e isso exige um tipo de raciocínio, conhecido
como raciocínio indutivo ou indução, no qual nossas
conclusões justificam-se apenas por sua coerência em
relação aos casos anteriores. Algo como: "Se todos os
casos anteriores obedeceram a este padrão, então o
próximo deverá obedecê-lo também",
É importante salientar que não há nenhum tipo de
garantia lógica ou matemática de que as conclusões
obtidas por indução estejam certas. Existem, aliás, na
matemática, alguns exemplos célebres de conclusões
g
-g "
o
~
g
cc
Vestcon18 ~,
s
~
o
~
a:a:
incorretas obtidas a partir de raciocínios indutivos.
Entretanto, o que se pretende verificar com as questões
que envolvem a percepção de padrões é a capacidade do
candidato de formular e testar hipóteses.
Exemplos:
1. Determinar na seqüência abaixo o valor do termo
indicado por x:
(2,8,32, i28, x)
Solução:
Cada termo, a partir do segundo, é igual ao quádruplo
do anterior.
Desse modo, seguindo o mesmo padrão, o valor do
termo x sern
128x4= 512
2. Determinar na seqüência abaixo o valor do termo
indicado porx:
(2,3.5,8.12, x)
Solução:
Cada termo, a partir do segundo, foi obtido do termo
anterior somando-se 1,2,3, e 4, respectivamente.
Assim, seguindo o mesmo padrão, o valor do termo
x será
12+5=17
3. Determinar na seqüência abaixo o valor do termo
indicado por x:
(l, i, 2, 3, 5. 8,13. x)
Solução:
Cada termo, a partir do terceiro, foi obtido somando-se
os dois anteriores.
Veja: 1+1=2, 1+2=3, 2+3=5, 3+5=8, 5+8=13.
Então, seguindo o mesmo padrão teremos:
x= 8+13 21
4. Determinar na seqüência abaixo a letra que deve
ocupar o lugar do x:
(B, F. J, O, x)
Obs.: As letras K. We Ynão devem ser consideradas.
Solução:
As letras foram tomadas de quatro em quatro, a partir
de "B".
Continuando a seqüência temos:
B, c, d,e, F, g, h, i, J, I, m, n, 0, p, q, r, S.
Desse modo, a letra que deve ocupar o lugar de x
deve ser o "S".
Determinação de um Termo dada uma Fórmula
Geral
Nas seqüências numéricas, é bastante comum
encontrarmos uma fórmula ou expressão matemática
que permita determinarmos o valor de um dado termo
conhecendo-se somente a posição ocupada por ele.
Exemplos:
1. Considere a seqüência numérica (aI' a]' a
3
, .....).
em que cada termo a. é dado pela expressão:
ali =3n+4
Onde n indica a posição ocupada peio termo na
seqüência. Nessas condições, qual será o valor do
vigésimo termo da seqüência?
Solução:
Usando a fórmula geral dada, o valor do vigésimo
termo será:
azo 3x20+4
azo=60+4 64
2. Considere a seqüência numérica (a I' a]' a3' •••• .) em
que cada termo a. é dado pela expressão:
a 2n2 -3•
Onde n indica a posição ocupada pelo termo na
seqüência. Nessas condições, qual será o valor
encontrado na décima posição desta seqüência?
Solução:
Usando a fórmula geral dada, o valor do décimo
termo será:
al/)=2xI02 -3
alll 2>(1.568,1586, 1658,x,y)
a) x = 1.856 e y = 1.685
b) x = 1.685 e y = 1.856
c) x = 1.658 e y =1.865
d) x = 1.865 e y = 1.658
e) x = 1.568 e y = 1.568
9. (37,26, 17, 10,5, x)
a) 5
b) 4
c) 3
d) 2
e) 1
10. (3,6,10,15, 21,x)
a) 28
b) 27
c) 26
d) 25
e) 24
11. (2,6, 12,20,30, x)
a) 32
b) 38
c) 42
d) 48
e) 52
i
I
o12. (3, 10, 13,23,36, x)
a) 56
b) 57
!li:
c) 58
d) 59
e) 60
alinhados verticalmente:
todos os onze apresentam a mesma soma, pois são
valores eqüidistantes dos extremos na P.A. original:
2 5 8 32
+32 +29 +26 +2
34 34 34
34
Assim, podemos concluir que:
2xS 11 x34
S= llx34+ 2
S=187
Pode-se mostrar, por raciocínio análogo, que:
A soma de n valores em P.A. é sempre igual a n vezes
a média aritmética de dois valores eqUidistantes dos
extremos da seqüência.
i
.".,..
Vestcon 23
EXERdclOS PROPOSTOS
1. Determine a razão de cada uma das seguintes pro
gressões aritméticas:
a) (34,41,48,55,62) d) (-30, -27, -24, -2 I)
b) (78, 83, 88,93,98) e) (4/3, 5/3,2,7/3)
c) (19,17,15,13,11)
2. Determine o 10° termo de cada uma das progressões
aritméticas do exercício anterior.
3. Determine o termo indicado em cada uma das seguin
tes progressões aritméticas:
a) a6 =2, r =2, a
20
=?
b) aIO =15, r 3, a,o =?
c)ag = 100,r=5,alg =?
d) a20 = 40, r =-10, aloo ?
e) a40 =18, r= 20, ~o ?
t)a =56,r 12,a =?
31 49
4. Determine o primeiro termo das progressões aritmé
ticas em cada caso:
a) alO = 190 e r = 8 e) aloo = 750 e r -2
b) ais "'- 580 e r 10 t) a
46
= 280 e r = -2
c)a
20
120er=5 g) aio -30 e r=-3
d) as = 70 e r=;7 h) as =O e r =-5
5. Determine a razão de cada P.A. seguinte:
a) ai 5 e ali 85 e) as = 50 e ais = 150
b)al =lOea26 =135 t)alo=105ea.s 135
c) ai = 100 e al6 = 40 g) a.o 200 e aloo = 240
d) ai 50 e alJ = -10 h) a45 = 300 e aloo 190
6. Determine o número de termos de cada uma das
progressões aritméticas seguintes:
a) (1, 7,13, ... , 121) d) (108,117, ... 999)
b) (74, 95, ... , 200) e) (1, 3, 5, ... ,99)
c) (-3, O, ...,39) t) (2, 4, 6, ... , 100)
7. Determine o quarto termo de cada seqüência resultante
nas seguintes interpolações aritméticas:
a) Interpolar 3 meios aritméticos entre 12 e 28.
b) Inserir 5 meios aritméticos entre 10 e 40.
c) Interpolar 6 meios aritméticos entre 20 e 90.
d) Inserir 10 meios aritméticos entre 10 e 109.
e) Interpolar 5 meios aritméticos entre 40 e 10.
8. Sabendo que os três primeiros termos de uma P.A.
são, respectivamente, x-I, x + 5 e 4x 4, encontre
o valor numérico do quarto termo.
9. Determine a razão da P.A. (5 - x, x + I, 3x - 3) em
função de x.
10. Determine o valor da soma dos 100 primeiros números
inteiros positivos.
11. Determine o valor da soma dos 30 primeiros números
ímpares positivos.
12. Determine o valor da soma dos 20 primeiros termos
da sucessão (10, 13, 16, 19, ... ).
13. Determine o valor da soma de todos os múltiplos de
7 compreendidos entre 10 e 100.
14. Determine o valor da soma de todos os múltiplos de
11 compreendidos entre 30 e 200.
15. Numa uma há 1000 bolinhas. Retirando 3 bolinhas
na primeira vez, 6 bolinhas na segunda, 9 na terceira,
e assim por diante, quantas bolinhas restarão na uma
após a vigésima retirada?
16. Determine o valor de x na soma
x + 2x + 3x + ... + 39x + 40x = 4100.
17. A soma de três números é 21 e o produto, 280. Achar
esses números, sabendo-se que estão em P.A.
18. A soma de quatro números positivos em P.A. é 36 e
o produto, 3.465. Achar esses números.
19. Calcular x de modo que 3x-l, x +3 e x +9 sejam ter
mos consecutivos de uma P.A. na ordem enunciada.
20. Determinar x de modo que os quadrados dos binômios
x I, x + 3 e x + 5 estejam em P.A.
21. Numa P.A. de um número ímpar de termos, n, a soma
dos termos de ordem ímpar é 63 e a de ordem par é
54. Calcular n.
SEQÜ@NCIAS GEOMÉTRICRS
Denominamos seqüência geométrica ou progressão
geométrica (P. G.) a toda seqüência numérica na qual cada
um dos termos, a partir do segundo, seja igual ao termo
anterior multiplicado por uma constante não nula a qual
chamamos razão.
Exemplos:
I" Se o primeiro termo de uma progressão geométrica
é 3 e a razão é 2, então temos a seguinte seqüência
geométrica: (3, 6,12,24,48, .u) onde cada termo,
a partir do segundo, é igual ao anterior multipli
cado pela constante 2 que é a razão.
Dizemos que esta é uma seqüência crescente pois
os seus valores são cada vez maiores.
2° Se o primeiro termo de uma progressão geométrica
é 80 e a razão é Y:!, então os primeiros termos da
seqüência geométrica correspondente serão: (80,
40,20, 10, ... ) onde cada termo, a partir do segun
do, é igual ao anterior multiplicado pela constante
Y:! que é a razão.
Dizemos que esta é uma seqüência decrescente
pois os seus valores são cada vez menores.
Algumas Propriedades das Seqüências Geométricas
1" Propriedade - Se k é o número de passos neces
sários para nos levar de um termo
qualquer a até um termo a +k numa n n
I
o
9 .ao
~
ti
=
24 ~
Vestcon
seqüência geométrica de razão q,
então o quociente entre os valores
destes dois termos será:
a.+k + a. =qk
Exemplo de Aplicação:
Na seqüência geométrica (3, 6, J2, ... ) qual será o
valor do décimo termo?
Solução:
A razão da seqüência geométrica é 2, como é fácil
percebermos. Poderíamos, então, continuar a seqüên
cia até o 10" termo, simplesmente fazendo sucessivas
multiplicações por 2. Entretanto, será mais rápido,
neste caso, raciocinarmos assim:
O número de passos do 30 termo (a3 = 12) até o 10"
termo é 10 - 3 = 7 passos. Então, usando a ]4 pro
priedade, teremos:
alO+a =q7
J
aio = a
J
x q7
aio = aJ x 27
aio = 12 x 128
aio = 1536
2" Propriedade - Numa seqüência geométrica, qual
quer termo, a partir do segundo, tem
seu valor absoluto igual à média
geométrica dos dois termos imedia
tamente vizinhos a ele.
la.1 = Fn-l '. n+ 1
Exemplo de Aplicação:
Na seqüência (8, x, J8, ... ) os valores são todos
positivos. Determine o valor de x de modo que esta
seqüência seja uma P.G.
Solução:
O valor absoluto (módulo) do segundo termo será a
média geométrica do 10 e do 3° termos (termos vizi
nhos):
la21 Jalxa3
Ixl =~ =,)144 =12
Ixl = 12 ~ x =± 12
i
Como os valores da seqüência devem ser todos positivos,
serve-nos apenas x = +12.
9
,l; Atenção:
§ x =-12 também nos daria uma P.G. cuja razão seria
c -3/2 (verifique) e teríamos, então, uma P.G. alternante
que é aquela onde encontramos termos positivos e
negativos alternadamente.
EXERdClOS PROPOSTOS
1. Identifique a razão de cada uma das seguintes pro
gressões geométricas:
a) (3, 6,12,24) e) (128, -64,32, -16)
b) (24, 12,6,3) f) (6, 6..[i , 12, 12.fi)
c) (1/2, -I, 2, -4,8) g) (3,3:ifi, 3}j4, 6,@)
d) (4, -8,16, -32,64) h) (-I, .fi, -2, 2.fi ,-4)
2. Determine o sétimo termo de cada uma das seguintes
progressões geométricas:
a) (4,8,16,32, ... ) d) (10.000,1.000, 100, ... )
b) (lO, 30, 90 ....) e) (128, 64, 32, ... )
c) (5, 20, 80, 320, ... ) f) (I, -2, 4, -8, ... )
3. Determine o termo pedido de cada P.G., conhecendo
a razão e um de seus termos:
a) a
3
:= 10, q = 2, a
8
?
b)!\ 8, q '" Jj, aio =?
c) a 12.500, q = -5, ai =?
6
5 1
d) al2 :="8 ' q "2' ai := ?
4. Determine a razão de cada P.G. conhecendo dois de
seus termos:
a) a, := 6 e a := 192
6
b) ai := 10 e a8 =-1.280
2
c) a 8 e a 5.000 f) a := - e a = 54
3 7 s 93
d) a, = 25 e ~ = 1.600
e) a
3
:= -125 e a
7
= -2.000
5. Determine o segundo termo de cada seqüência resul
tante das interpolaçÕes geométricas indicadas:
a) Inserir 4 meios geométricos entre 4 e 1/8.
b) Interpolar 4 meios geométricos entre 3 e -96.
c) Inserir 2 meios geométricos entre 2 e 10.
d) Inserir 3 meios geom~tricos entre 2 e 32, de modo
a obter uma P.G. aIternante.
e) Interpolar 3 meios geométricos entre 4 e 36, de
modo a obter uma P.G. crescente.
6. Determine o número de termos de cada P.G. indicada:
a) (2/3, 2, 6, ... ,486)
b) (1/9, 1/3, ... , 729)
c) (100, 20, ... , 0,0064)
d) (2, 8, 32, ... , 2.048)
e) (I, 5, ... , 3.125)
f) (0,125, 0,5, ... , 128)
7. Determine o valor da expressão: 23 + 24 + 2s + 26 +
'" + 210
8. Determinar a expressão da soma dos n termos da P.G.
cujo termo geral é dado pela expressão an '" 3 • 22
".
9. Calcular a razão de uma P.G. cujos 3 únicos termos
são oslados de um triângulo retângulo.
..".,
Vestcon 25
10. Achar o limite da soma dos termos da progressão
geométrica:
( 2 + 3., I + ~, 3., ~, ...)l 3 3 3 3
11. Unem-se os meios dos lados de um triângulo equilá
tero cuja área é 9./3 cm2 e obtém-se outro triângulo
equilátero; unem-se os meios dos lados desse outro
e obtém-se um novo triângulo equilátero, e assim
sucessivamente. Achar o limite da soma das áreas
desses n triângulos.
ARRANJOS, COMBINAÇÕES EPERMUTAÇÕES
(PROBLEMAS DE CONTAGEM)
Princípio Multiplicativo (P.M.)
Se um acontecimento A pode ocorrer de m maneiras
diferentes e se, para cada uma das m maneiras possíveis
de ocorrência de A, um segundo acontecimento B pode
ocorrer de n maneiras diferentes, então o número de
maneiras de ocorrer o acontecimento A seguido do acon
tecimento B é m x n .
EXERcíCIOS RESOLVIDOS
1. De quantas maneiras diferentes se pode formar um
casal, composto por um rapaz e uma moça, escolhidos
aleatoriamente entre os 5 rapazes e as 4 moças que
compõem um grupo?
Solução:
ACONTECIMENTOS N° DE
OCORRÊNCIAS
A : Escolha de um rapaz 5
B : Escolha de uma moça 4
Logo, pelo P.M., teremos:
5 . 4 20 maneiras.
2. Quantos números de dois algarismos distintos podem
ser formados no sistema de numeração decimal?
Solução:
ACONTECIMENTOS
A : Escolha do algarismo
das dezenas
B: Escolha do algarismo
das unidades
Logo, pelo P.M., teremos:
N° DE
OCORRÊNCIAS
9, pois o zero não
pode ocorrer
nas dezenas
9, pois o algarismo
das unidades
deve ser diferente
do das dezenas
9·9= 81 números.
3. Quantos números impares e de dois algarismos dis
tintos podem ser formados no sistema de numeração
decimal?
Solução:
ACONTECIMENTOS
A : Escolha do algarismo
das unidades
B : Escolha do algarismo
das dezenas
Logo, pelo P.M., teremos:
N° DE
OCORRÊNCIAS
5, pois servem
somente I, 3, 5, 7 ou 9
8, pois o algarismo
das dezenas não
pode ser zero,
nem repetido
das unidades
5 . 8 = 40 números.
4. Quantos números pares e com dois algarismos dis
tintos podem ser formados no sistema de numeração
decimal?
Solução:
Se o número terminar em zero, então existirão 9
maneiras de escolher o algarismo das dezenas:
1,2,3,4,5,6,7,80u9
Mas se o número não terminar em zero, então so
brarão apenas 8 maneiras de escolher o algarismo
das dezenas, pois um dos algarismos pares da lista
apresentada acima já terá sido usado na casa das
unidades.
Temos, portanto, dois casos a considerar:
Caso A: Números pares terminados em zero:
ACONTECIMENTOS
O
N° DE
CORRÊNCIAS
A : O algarismo das
unidades é zero.
1
B: Escolha do algarismo
das dezenas
9
Logo, pelo P.M., teremos:
1 . 9 = 9 números pares terminados em zero.
Caso B: Números pares não terminados em zero:
ACONTECIMENTOS
A : Escolha do algarismo
das unidades
B : Escolha do algarismo
das dezenas
N° DE
OCORRÊNCIAS
4, pois será
2,4,60u8
8, pois o algarismo
das dezenas não
pode ser zero,
nem repetido
das unidades
s
~
t
~
2
26 ~
Logo, pelo P.M., teremos:
4 x 8 =32 números pares não terminados em zero.
Juntando os dois resultados encontrados, podemos
concluir que o total de números pares formados por
dois algarismos distintos é:
9 + 32 =41 números.
5. Três pessoas devem acomodar-se numa fila de 5 cadei
ras. Considerando-se que todas as posições possíveis
são distintas entre si, de quantas maneiras podem as
três pessoas acomodar-se?
Solução:
ACONTECIMENTOS N° DE
OCORRÊNCIAS
A : A primeira pessoa 5, pois todas as cadeiras
escolhe uma ainda estão vagas.
cadeira vaga.
B : A segunda pessoa 4, pois uma das 5
escolhe uma cadeiras já está
cadeira vaga. ocupada, restando
4 vagas.
C: A terceira pessoa 3, pois duas das 5
escolhe uma cadeiras já estão
cadeira vaga. ocupadas, restando
3 vagas.
Logo, pelo P.M., teremos:
5 . 4 . 3 = 60 maneiras.
COMBINAÇÕES
Considere um conjunto qualquer com n elementos
distintos (n;::: 1).
Chamamos de combinação a cada um dos subconjun
tos possíveis com p elementos, O ~p ~ n escolhidos entre
os n elementos que pertencem ao conjunto considerado.
É importante notar que uma combinação é sempre
um subconjunto. Portanto, ao trocarmos a ordem dos seus
elementos, ela permanecerá inalterada.
EXERcíCIOS RESOI.VIDOS
1. Quantos subconjuntos distintos e com 3 elementos
podem serformados com os elementos do conjunto
C = {a, b, c, d, e}?
Solução:
Usando o princípio multiplicativo, sabemos que o núme
ro de maneiras de escolhermos uma seqüência de três
elementos quaisquer dentre os 5 considerados, é:
õ
'9 5 x 4 x 3 60 maneiras
Q
~ Entretanto, como a ordem dos elementos nos subcong
juntos não os altera, acabamos contando, no cálculo
acima,3 x 2 x 1 = 6 vezes cada um dos subconjuntos
procurados, pois as seqüências obc , acb, cab, cba,
boc e bca dão o mesmo subconjunto {a,b,c}.
11;
Sendo assim, o número de subconjuntos com 3 ele
mentos será:
60 + 6 = lO subconjuntos.
2. De quantos modos é possível formar uma comissão
de 4 alunos escolhidos dentre os lOque se encontram
numa sala ?
Solução:
Como a ordem. em que os alunos são escolhidos não
altera a comissão formada por eles, o problema é de
combinações.
1) Seqüências de 4 alunos escolhidos entre os 10
possíveis:
(lO x 9 x 8 x 7) seqüências
2) Nas seqüências acima, cada comissão de 4 alunos
foi contada:
(4 x 3 x 2 x I) vezes
3) Então, é possível formar a comissão de 4 alunos
de:
(lO x 9 x 8 x 7) + (4 x 3 x 2 x I) = 210 maneiras
EXERCÍCIOS PROPOSTOS
Princípio Aditivo:
1. Maurício quer trocar o vale-presente que ganhou
num amigo secreto e a loja informou que ele deve
escolher, entre os CDs e os livros de que a loja dis
põe, aquele que lhe agradar. Entre as opções estão 5
CDs e 6 livros pelos quais Maurício interessou-se,
mas ele deverá escolher somente um destes. De
quantas maneiras distintas poderá resultar a escolha
de Maurício?
a) II b) 15 c) 18 d) 20 e)30
Princípio Multiplicativo:
2. Luciana pretende comprar uma saia e uma blusa. Se
entre as opções que a loja lhe oferece estão 5 saias
e 6 blusas que lhe agradam, de quantas maneiras
poderá resultar a compra pretendida?
a) 11 b) 15 c) 18 d) 20 e) 30
3. Para se viajar da cidade A para a cidade B existem 3
caminhos possíveis. Para se viajar da cidade B para a
cidade C existem 4 caminhos possíveis. De quantas
maneiras diferentes alguém poderia viajar da cidade
A para a cidade C passando por B e depois retomar
à cidade A passando novamente por B se ela decidir
usar caminhos diferentes tanto na ida quanto na volta,
nos dois trechos?
a) 144 b) 72 c) 36 d) 24 e) 12
4. Miriam e Flávia vão fazer um lanche e cada uma delas
deve escolher um sanduíche, uma bebida e uma sobre
mesa. A lanchonete oferece 6 tipos de sanduíches, 5
tipos de bebidas e 3 tipos de sobremesas. De quantas
maneiras diferentes poderá resultar o pedido para o
9
~
Vestcon 27
lanche de Míriam e Flávia, juntas, se elas decidirem
que pedirão tudo diferente uma da outra?
a) 8.100
b)3.600
c) 180
d) 130
e)25
5. Quantos anagramas distintos podem ser formados
com as letras da palavra PROVA?
a) 15 b) 20 c) 24 d) 60 e) 120
6. Quantos anagramas da palavra PROVA começam
com uma consoante e terminam com uma vogal?
a)36 b)24 c)12 d)8 e)6
7. Uma placa de licenciamento é formada por três letras
seguidas de quatro dígitos. Tanto as letras quanto os
dígitos podem ser repetidos numa placa. Todas as 26
letras podem ser usadas em qualquer uma das três
posições de letras, mas nas posições dos dígitos não
é permitido que uma placa tenha os quatro dígitos
iguais a zero. Assim, por exemplo, são permitidas
placas como AAA 9009 e PAR 2468, entre tantas
outras, mas não são permitidas placas como CAR
0000 e HEL 0000. Nessas condições, o total de placas
diferentes que podem ser feitas pode ser calculado
corretamente como:
a) 263x94
b) 263x(104 -1)
c) (26x25x24x23)x(lOx9x8x7)d) 263x(IOx9x8x7)
e) (26x25x24x23)x 94
8. Observe o esquema abaixo para responder o que se
pede:
.6
A •• ----~----~----~
Considere que somente seja permitido mover-se
para cima nas as linhas verticais ou para a direita
nas linhas horizontais. Então o total de maneiras
possíveis de se ir do ponto A até o ponto B é:
a) 8 b) 9 c) 10 d) 11 e) 12
9. De um grupo de 4 finalistas, 3 serão sorteados
recebendo prêmios diferentes. Quantos resultados
distintos existem para o resultado desse sorteio?
a) 3 b) 4 c) 12 d) 24 e) 64
10. De um grupo de 4 finalistas, 3 serão sorteados
r-
recebendo prêmios idênticos. Quantos resultados
distintos existem para o resultado desse sorteio?
a)3 b)4 c)12 d)24 e) 64
11. Quantos são, ao todo, os anagramas da palavra
ARARA?
a) 10 b) 12 c) 20 d) 60 e) 120
12. Sejam A, B, C, ... , H, oito pontos distintos marcados
sobre uma mesma circunferência. Nessas condições,
o número que representa o total de diferentes triân
gulos possíveis com vértices escolhidos entre esses
pontos será:
a) 8 b) 21 c) 56 d) 168 e) 336
13. De quantas maneiras é possível formar uma equipe
composta por dois homens e duas mulheres esco
lhidos dentre os integrantes de um grupo onde se
encontram 5 homens e 6 mulheres?
a) 25 b) 60 c) 120 d) 150 e) 600
14. Sejam P, Q, R e S quatro pontos distintos sobre uma
reta r e sejam T, U e V, X e Z cinco pontos distintos
sobre uma reta s, paralela a r e distinta desta. Nes
sas condições, o total de triângulos possíveis com
vértices em três desses nove pontos é:
a)30 b) 35 c) 70 d) 84 e) 504
15. Cinco pessoas encontram-se sentadas em volta de
uma mesa redonda. De quantas maneiras diferentes
elas podem trocar de lugar entre si de modo que pelo
menos uma delas termine com pelo menos um de
seus vizinhos sentado em outra posição?
a) 20 b)21 c) 22 d)23 e) 24
QUESTÕES SELECIONADAS DE
CONCURSOS ANTERIORES
16. (AFCErrCU/1999) A senha para um programa de
computador consiste em uma seqüência LLNNN,
onde "L" representa uma letra qualquer do alfabeto
normal de 26 letras e "N" é um algarismo de O a
9. Tanto letras como algarismos podem ou não ser
repetidos, mas é essencial que as letras sejam intro
duzidas em primeiro lugar, antes dos algarismos.
Sabendo que o programa não faz distinção entre
letras maiúsculas e minúsculas, o número total de
diferentes senhas possíveis é dado por:
a) 226 310
b) 262 103
c) 226 2 10
d) 26! lO!
e) C26.2 CIO,)
17. (Fisc.TrabI1998) Três rapazes e duas moças vão ao
cinema e desejam sentar-se, os cinco, lado a lado, na
mesma fila. O número de maneiras pelas quais eles
podem distribuir-se nos' assentos de modo que as duas
moças fiquem juntas, uma ao lado da outra, é igual a
a)2 b)4 c) 24 d)48 e) 120
18. (MPOG/Gestor/2000) O número de maneiras di
ferentes que 3 rapazes e 2 moças podem sentar-se
em uma mesma fila de modo que somente as moças
fiquem todas juntas é igual a:
a) 6 b) 12 c) 24 d)36 e) 48
19. (AFC/SFC/2000) Se o conjunto X tem 45 subcon
juntos de 2 elementos, então o número de elementos
de X é igual a:
a) 10 b)20 c)35 d) 45 e) 90
g
-g "
ãº
CS
g
a:
..."...
Vestcon·28
S
i5
'9
o
j;
Õ
tia:
20. (AFC/2002) Na Mega-Sena são sorteadas seis dezenas
de um conjunto de 60 possíveis (as dezenas sorteáveis
são 01,02, ... , 60). Uma aposta simples (ou aposta mí
nima), na Mega-Sena, consiste em escolher 6 dezenas.
Pedro sonhou que as seis dezenas que serão sorteadas
no próximo concurso da Mega-Sena estarão entre as
seguintes: 01,02,05, 10, 18,32,35,45. O número
mínimo de apostas simples para o próximo concurso
da Mega-Sena que Pedro deve fazer para ter certeza
matemática de que será um dos ganhadores caso o
seu sonho esteja correto é:
a)8 b)28 c) 40 d)60 e) 84
21. (MPU/AnalistaAdministrativo/2004) Quatro casais
compram ingressos para oito lugares contíguos em
urna fila no teatro. O número de diferentes maneiras
em que podem sentar-se de modo que A) homens e
mulheres sentem-se em lugares alternados; e que
B) todos os homens sentem-se juntos e todas as
mulheres sentem-se juntas, são, respectivamente,
a) 1.112 e 1.152
b) 1.152 e 1.100
c) 1.152 e 1.152
d) 384 e 1.112
e) 112 e 384
22. (MRFJOfic.Chanc.l2002) Chico, Caio e Caco vão ao
teatro com suas amigas Biba e Beti, e desejam sentar-se,
os cinco, lado a lado, na mesma fila. O número de
maneiras pelas quais eles podem distribuir-se nos
assentos de modo que Chico e Beti fiquem sempre
juntos, um ao lado do outro, é igual a:
a) 16 b)24 c) 32 d)46 e) 48
23. (AFfN/1998) Uma empresa possui 20 funcionários,
dos quais 10 são homens e 10 são mulheres. Desse
modo, o número de comissões de 5 pessoas que se
pode formar com 3 homens e 2 mulheres é:
a) 5.400
b) 165
c) 1.650
d) 5.830
e) 5.600
24. (TFC/1997) Uma empresa do setor têxtil possui 10
funcionários que têm curso superior emAdministração
de Empresas. O diretor de recursos humanos recebeu a
incumbência de escolher, entre esses 10 funcionários,
um gerente financeiro, um gerente de produção e um
analista de mercado. Como todos os 10 funcionários
são pessoas capazes para desempenhar essas funções,
então as diferentes maneiras que o diretor de recursos
humanos pode escolhê-los é igual a:
a) 720 b)740 c) 820 d) 920 e) 1040
25. (Mare/1998) Para entrar na sala da diretoria de uma
empresa é preciso abrir dois cadeados. Cada cade
ado é aberto por meio de uma senha. Cada senha
é constituída por 3 algarismos distintos. Nessas
condições, o número máximo de tentativas para
abrir os cadeados é
a) 518.400
b) 1.440
c) 720
d) 120
e) 54
Noç6ES DE PROBRBIUDRDES
Definições
1) Fenômenos aleatórios ou experimentos alea
tórios são acontecimentos que, mesmo repetidos
diversas vezes sob as mesmas condições, podem
apresentar resultados diferentes de forma impre
visível.
2) Espaço amostrai ou conjunto universo é o
conjunto de todos os resultados possíveis de um
fenômeno aleatório.
3) Evento é qualquer subconjunto do espaço amostrai.
4) Evento certo é o evento que compreende todos
os elementos do espaço amostraI, ou seja, é um
subconjunto do espaço amostraI.
5) Evento impossível é o subconjunto vazio.
6) Evento elementar é qualquer subconjunto unitário
do espaço amostraI.
7) Eventos mutuamente exclusivos são eventos que
têm intersecção vazia dois a dois.
8) Eventos complementares ou contrários são dois
eventos mutuamente exclusivos tais que a sua
união seja igual ao espaço amostraI.
Probabilidade de um evento
A probabilídade de um evento é um número com as
seguintes propriedades:
• Está sempre compreendida no intervalo de Oa 1.
O::: P(A) ::: I
• A probabilidade do evento certo é sempre 1.
P(U) = 1
• A probabilidade do evento impossivel é sempre zero.
P(0)= O
Probabilidade de um evento num espaço amostrai
equiprovável
Dizemos que um espaço amostrai é equiprovável
quando a probabilidade de ocorrência de cada um dos
seus eventos elementares for igual a:
1
n(U)
Considere que o número de elementos de um espaço
amostraI equiprovável seja n(U) e que o número de ele
mentos de um evento A seja n(A).
A probabilidade de ocorrer o evento A será:
P(A)= n(A)
n(U)
Regra do "ou" - Dados dois eventos, A e B, a pro
babilidade de que ocorram A ou B é igual a:
P(AuB)= P(A) + P(B)-P(A(lB)
c
vJ:: 29
Se A e B forem eventos mutuamente exclusivos, então
teremos:
P(AuB) =P(A) + P(B)
Regra do "e" Dados dois eventos, A e B, a proba
bilidade de que ocorram A e B é igual a:
p(An B) = P(A) . P(B/A)
onde P(BIA) significa a probabilidade de ocorrer B
sabendo que A já tenha ocorrido.
Eventos independentes - Dois eventos, A e B, são
independentes quando a ocorrência de um deles não
afeta a probabilidade de ocorrência do outro:
P(B/A) = P(B) e P(AIB) = P(A)
Quando A e B são eventos independentes, a probabi
lidade de que ocorram A e B fica igual a:
r-
P(A n B) = P(A) . P(B)
Distribuição Binomial
Considere queA e B sejam dois eventos complemen
tares:
AnB=0
e
Au B = U (sendo U o espaço amostrai)
Valerão as seguintes propriedades:
• P(A UB) = P(A) + P(B) = I
• p(AnB) O
Se as probabilidades dos eventos A e B forem,
respectivamente, P(A) = a e P(B) b, então a
probabilidade de ocorrer o evento A exatamente
k vezes em n tentativas será dada por:
Pk(A)=C~ x a k X bn- k
onde C~ significa a combinação de n elementos,
tomados k a k.
Exemplo:
Um casal saudável planeja ter quatro filhos. Qual é
a probabilidade de que este casal tenha exatamente
dois meninos?
Solução:
A = nascer um menino ---t P(A) = 1/2
B nascer uma menina ---t P(B) = 1/2
n = 4 (4 nascimentos)
k = 2 (2 meninos)
,~
P2(A)=C~ . Gr(~)4-2
P (A)= 4 ·3 .!. I 3
2 2·] . 4 '"4=8
Então, a probabilidade de que o casal tenha
exatamente dois meninos é de 3/8.
Obs.: podemos também dizer que a probabilidade encon
trada acima é de 37,5% pois:
3
-=0,375 =37,5%
8
EXERcíCIOS PROPOSTOS
1. Uma urna contém 20 bolas numeradas de I a 20.
Sorteando-se uma delas, qual é a probabilidade de
que ela tenha um número múltiplo de 5?
2. Um dado é lançado e sua face superior é observada.
Qual é a probabilidade de que ocorra um número
maior que 4?
3. Uma urna contém 10 bolas numeradas de I alO. Sor
teando-se uma delas, qual é a probabilidade de que ela
tenha um número que seja múltiplo de 2 ou de 3?
4. Uma urna contém 30 bolas numeradas de I a 30.
Sorteando-se urna delas, qual é a probabilidade de que
ela tenha um número que seja mútliplo de 2 e de 3?
5. Qual é a probabilidade de que a equação ax = b te
nha raiz inteira se os coeficientes a e b pertencem ao
conjunto {I, 2, 3, 4, 5, 6}, podendo, eventualmente,
ser iguais?
6. Uma urna contém 5 bolas verdes, 4 bolas brancas e
3 bolas azuis. Sorteia-se uma bola. Qual é a probabi
lidade de que ela seja branca ou azul?
7. Uma urna contém 5 bolas verdes, 4 bolas brancas e
3 bolas azuis. Sorteia-se uma bola. Qual é a probabi
lidade de que ela não seja branca nem azul?
8. Em um grupo de 500 estudantes, 80 estudam Mate
mática, 150 estudam Direito e 10 estudam as duas
disciplinas. Um aluno é escolhido ao acaso. Qual é
a probabilidade de que ele estude Direito mas não
estude Matemática?
9. Em um grupo de 500 estudantes, 80 estudam Mate
mática, 150 estudam Direito e 10 estudam as duas
disciplinas. Um aluno é escolhido ao acaso. Qual éa
probabilidade de que ele estude Direito, sabendo-se
que ele estuda Matemática?
10. Com os dígitos 1, 2, 3, 4 e 5 são formados todos os
números possíveis de 4 algarismos. Sorteia-se um
deles. Qual é a probabilidade de que ele seja ímpar?
11. Uma urna contém 5 bolas verdes e 3 bolas azuis. Duas
bolas são retiradas ao acaso e sem reposição. Qual é
a probabilidade de que as duas bolas sejam azuis?
12. Seis pessoas, entre elas Maria e José, são dispostas
em fila ao acaso. Qual a probabilidade de Maria e José
ficarem um ao lado do outro?
13. Uma moeda é lançada 6 vezes. Qual é a probabilidade
de que ocorram exatamente 3 caras?
~
o
~
S
OI:
r
30 ~
14. Um dado é lançado 3 vezes. Qual é a probabilidade
de que ocorra o número 5 exatamente duas vezes?
15. (TFC/I997) A probabilidade de Agenor ser aprova
do no vestibular para o curso de Medicina é igual
a 30%. A probabilidade de Bento ser aprovado no
vestibular para o curso de Engenharia é igual a 10%.
Sabendo-se que os resultados dos respectivos exames
são independentes, então a probabilidade de apenas
Agenor ser aprovado no vestibular para o curso de
Medicina é:
a) 0,10 b) 0,27 c) 0,30 d) 0,45 e) 0,50
16. (AFTN/1998) Em uma cidade, 10% das pessoas
possuem carro importado. Dez pessoas dessa ci
dade são selecionadas, ao acaso e com reposição.
A probabilidade de que exatamente 7 das pessoas
selecionadas possuam carro importado é:
a) (0,1)' (0,9)3
b) (0,1)3 (0,9)7
c) 120 (0,1)' (0,9)3
d) 120 (O, I) (0,9)'
e) 120 (0,1)7 (0,9)
17. (MPUlTécnico Administrativo/2004) Carlos sabe que
Ana e Beatriz estão viajando pela Europa. Com as
informações que dispõe, ele estima corretamente que
a probabilidade de Ana estar hoje em Paris é 3n, que
a probabilidade de Beatriz estar hoje em Paris é 2/7, e
que a probabilidade de ambas, Ana e Beatriz, estarem
hoje em Paris é In. Carlos, então, recebe um telefo
nema de Ana informando que ela está hoje em Paris.
Com a informação recebida pelo telefonema de Ana,
Carlos agora estima corretamente que a probabilidade
de Beatriz também estar hoje em Paris é igual a
a) In. b) 1/3. c) 2/3. d) 517. e) 417.
18. (MPUIT éc-Controle/2004) Os registros mostram que
a probabilidade de um vendedor fazer uma venda em
uma visita a um cliente potencial é 0,4. Supondo que
as decisões de compra dos clientes são eventos inde
pendentes, então a probabílidade de que o vendedor
faça no mínimo uma venda em três visitas é igual a
a) 0,624. c) 0,216. e) 0,784.
b) 0,064. d) 0,568.
i
19. (MPUlTéc-Controle/2004) André está realizando
um teste de múltipla escolha, em que cada questão
apresenta 5 alternativas, sendo uma e apenas uma
correta. Se André sabe resolver a questão, ele marca
a resposta certa. Se ele não sabe, ele marca alea
toriamente uma das alternativas. André sabe 60%
das questões do teste. Então, a probabilidade de ele
acertar uma questão qualquer do teste (isto é, de uma
questão escolhida ao acaso) é igual a:
a) 0,62. b) 0,60. c) 0,68. d) 0,80. e) 0,56. e
.!!:
20. (MPUlTéc-Controle/2004) Quando Lígia pára em 8a: um posto de gasolina, a probabilidade de ela pedir
para verificar o nível de óleo é 0,28; a probabilidade
de ela pedir para verificar a pressão dos pneus é O, II
e a probabilidade de ela pedir para verificar ambos,
cc
óleo e pneus, é 0,04. Portanto, a probabilidade de
Lígia parar em um posto de gasolina e não pedir nem
para verificar o nlvel de óleo e nem para verificar a
pressão dos pneus é igual a
a) 0,25. b) 0,35. c) 0,45. d) 0,15. e) 0,65.
21. (MRE/Ofic.Chanc.l2002) Em um grupo de cinco
crianças, duas delas não podem comer doces. Duas
caixas de doces serão sorteadas para duas diferentes
crianças desse grupo (uma caixa para cada uma das
duas crianças). A probabilidade de que as duas cai
xas de doces sejam sorteadas exatamente para duas
crianças que podem comer doces é:
a) 0,10 b) 0,20 c) 0,25 d) 0,30 e) 0,60
22. (MPOG/Espec. Pol. Públ. e Gest. Gov./2002) Um
juiz de futebol possui três cartões no bolso. Um é
todo amarelo, o outro é todo vermelho e o terceiro
é vermelho de um lado e amarelo do outro. Num
determinado jogo, o juiz retira, ao acaso, um cartão
do bolso e mostra, também ao acaso, uma face do
cartão a um jogador. Assim, a probabilidade de a
face que o juiz vê ser vermelha e de a outra face,
mostrada ao jogador, ser amarela é igual a:
a) 1/6 b) 1/3 c) 2/3 d) 4/5 e) 5/6
-"
23. (ESAFlFisc.Trab./1998) De um grupo de 200 estu
dantes, 80 estão matriculados em Francês, 110 em
Inglês e 40 não estão matriculados nem em Inglês
nem em Francês. Seleciona-se, ao acaso, um dos
200 estudantes. A probabilidade de que o estudante
selecionado esteja matriculado em pelo menos uma
dessas disciplinas (isto é, em Inglês ou em Francês)
é igual a
a) 30/200 c) 1501200 e) 190/200
b) 130/200 d) 160/200
EQUAÇÕES DO 10 GRAU
São todas as equações redutíveis à forma:
ax+b=O (coma~O)
Raiz
É qualquer valor para x que satisfaça a equação.
Toda equação do I G grau na forma dada acima tem
uma única raiz real dada por
- b/a
EXERCÍCIO RESOLVIDO
1. Resolva a equação 3x + 7 = 2x - 15
Solução:
Subtraindo 7 de cada membro da equação teremos:
5x+7 2x- 14
~
5x 2x- 21
-------- -
...,.
Vestcon 31
Subtraindo 2x de cada membro da equação vem:
5x 2x- 21
::2.! ::2;[
3x - 21
Dividindo por 3 cada membro da equação obtemos:
:=:3x - 21
±.l +3
x -7
Então a raiz da equação dada é x = -7.
EXERdclOS PROPOSTOS
1. Julgue os itens em certos (C) ou errados (E).
A raiz da equação 5xnatureza ímpar. nem da
ímpar com a par. Isto tem uma única exceção. que é o
princípio do par. o número 2, que não admite é3 divisão
em partes desiguais, porque ele é formado por duas u
nidades e, se isto pode ser dito, do primeiro número
par, 2.
Para exemplificar o texto acima. considere o número
10, que é par, pode ser dividido como a soma de 5 e 5,
mas também como a soma de 7 e 3 (que são ambos impa
res) ou como a soma de 6 e 4 (ambos são pares); mas
nunca como a soma de um número par e outro impar Já o
número 11, que é ímpar pode ser escrito como soma de 8
e 3, um par e um ímpar. Atualmente, definimos números
pares como sendo o número que ao ser dividido por dois
têm resto zero e números ímpares aqueles que ao serem
dívididos por dois têm resto diferente de zero. Por exemplo.
12 dividido por 2 têm resto zero, portanto 12 é par. Já o
número 13 ao ser dividido por 2 deixa resto 1, portanto 13
é impar.
REGRAS DE DIVISIBILlDADE
DIVISIBILlDADE POR 2
Um número é divisível por 2 quando é par.
Números pares são os que terminam em O, ou 2, ou 4,
ou 6, ou 8.
Ex: 42 -100 -1.445.086·8 - 354 - 570
DIVISIBILlDADE POR 3
Um número é divisível por 3 quando a soma dos seus
algarismos é divisível por 3.
Ex : 123 (S= 1 + 2 + 3 =6) - 36 (S=9) - 1.478.391 (
S=33) - 570 (S=12)
DIVISIBILlDADE POR 4
Um número é divisível por 4 quando os dois últimos ai·
garismos formam um número divisível por 4.
Ex: 956 - 844 - 1.336 - 120 - 8.357.916 - 752 - 200
DIVISIBILlDADE POR 5
Um número é divisível por 5 quando termina em Oou 5
Ex : 475 - 800 - 1.267.335 - 10 - 65
DIVISIBILlDADE POR 6
Um número é divisível por 6 quando é divisível por 2 e3.
ao mesmo tempo.
Ex: 36 - 24 - 126 - 1476
DIVISIBILlDADE POR 7
Tomar o último algarismo e calcular seu dobro. Subtrair
esse resultado do número formado pelos algarismos res
tantes. Se. o resultado for divisível por 7 então. o número
original também será divisível por 7.
Ex1.
23ª-: 8 x2 =16
23 - 16 = 7 : como 7 é divisível por 7 , 238 também é
divisível.
http:Sejama.hE
http://pessoal.sercomtel.com.br/matematica/index.html
Apostilas
69~: 3 x 2 =6
69 - 6 = 63
6~: 3 x2 =6
6 - 6 = O: como Oé divisivel por 7,693 também é divi
síveL
Ex2 :
23§: 5 x 2 =10
23 -10 =13 : como 13 não é divisível por 7,235 tam
bém não é divisível.
DIVISIBILlDADE POR 8
Um número é divisível por 8 quando os três últimos ai·
garismos formam um número divisível por 8.
Ex : 876.400 - 152 - 245.328.168
DIVISIBILlDADE POR 9
Um número é divisível por 9 quando a soma dos seus
algarismos é divisível por 9.
Ex: 36· 162 - 5463 - 5.461.047
DIVISIBILlDADE POR 10
Um número é divisível por 10 quando termina em O.
Ex: 100 - 120 -1.252.780 -1.389.731.630
DIVISIBILlDADE POR 11
Quando a diferença entre as somas dos algarismos de
ordem ímpar e de ordem par, a partir da direita for múltipla
de 11.
Ex: 7.973.207
S (ordem impar) =7 + 2 + 7 + 7 = 23
S (ordem par) =O+ 3 + 9 :: 12
diferença =11
MíN1MO MÚLTIPLO COMUM E
MÁXIMO DIVISOR COMUM
NÚMEROS PRIMOS
Número Primo - Éaquele que só tem dois divisores: 1 e
ele próprio.
São Números Primos: 2, 3, 5, 7,11,13,17,19, '" etc.
1 não é primo, tem apenas um divisor.
2 é o único número par que é primo.
NÚMEROS COMPOSTOS
São números que possuem mais de dois divisores.
Ex. : 4, 6, 8, 9,12,14,15, ... etc.
Obs.:
a) O número 1 não é composto e nem primo.
. ..;1.
b) Zero também. não é composto e nem primo (pos
~'sui infinitos divisores)'
Decomposição de um número em fatores primos,
~'
-Divide - se o número dado pelo seu menor divisor pri
mo.
-Procede-se da mesma maneira com cada quociente
obtido, até que se tenha o quociente 1.
Ex.:
72
36
18
9
3
1
Exercícios
2
322 72 = 23
2
3
3
e 2 e 3 são primos.
Decompor em fatores primos.
1) 36 2) 42 3) 896
Respostas: 1) 22.32 2) 2.3,7 3) 27
. 7
_/
'\
MíNIMO MIJLTIPLO COMUM (M.M.C.)
m.m,c. entre dois números é o menor dos múltiplos co
muns entre os números, excluido o zero.
Ex.: "l,
múltiplos de 10 = O,20, 30,40, ... . ,/
múltiplos de 15 = O,15. 30, 45, 60,...
Vemos que 30 é múltiplo de 10 e que 30 também é múl
tiplo de 15, então 30 é m.m.c. entre 10 e 15 escreve-se
m.m.c. (10,15) = 30
Regra Prática - Decompõem-se os dois números em fa
tores primos. simultaneamente.
Ex.:
10, 15 2
5,15 3
5, 5 5
, 1 2.3.5 = 30 (m.m.c.)
Exercícios
Calcule o m.m.c. entre:
1) 18 e 24 2) 60 e 240 3)18,42 e 64
Respostas: 1) 72 2)240 3)4032
MÃXIMO DIVISOR COMUM (M.D.C.)
Sejám os divisores de 12 =O (12) e os divisores de 18
=O (18):
0(12)= (1,2,3.4.6, 12} e
Matemática 8 1
Apostilasr- -
0(18) = (1,2,3,6,9, 18}
note que 6 é o maior divisor comum entre 12 e 18.r
Regra Pratica (Divisões Sucessivas)
2
18 12 6
6 I O
-to-rn.d.c.
/-~-
t
F~ESTO ZERO
Exercicios:
r-
Determine o m.d.c. entre:r
1) 36 e 24 2) 48 e 72
3) 384 e 120 4) 72,48 e 240
Respostas: 1) 12 2) 24 3) 24 4) 24
~
Problemas:
1) No Brasil o presidente permanece 5 anos no
cargo, os senadores permanecem 8 anos e os de
putados federais permanecem 4 anos. Havendo elei
ções para os três cargos em 1994, em que ano as elei
r- ções para estes cargos ocorrerão simultaneamente.
2) Três navios fazem viagem entre dois portos. O
primeiro cada 4 dias, o segundo cada 6 dias e o tercei
ro cada 9 dias. Tendo estes navios partido juntos, de
pois de quanto dias voltarão a sair juntos novamente?
3) Duas rodas de uma engrenagem têm 14 e 21
dentes respectivamente. Cada roda tem um dente es
tragado. Se num dado instante estiverem em contato
os dois dentes estragados, depois de quantas voltas se
repetira esse encontro?
Respostas:
1) em 2034 2) 36 dias 3) 42 voltas
RADICIAÇÃO
Sejam a e b E Zen E IN
temos i8 = b. Se a Oexiste Fu. Se a O, então";;; . .J;; -= a
A terceira e a quarta propriedades vão nos ajudar a o
perar com as raízes quadradas:
,--- r- ~
111- Se a e b são positivos. então, -.J uh = -.J a ...../h
IV - Se a e b são positivos (e b Se a e b são positivos.
r;; j;;
então '- =
Vh .Jh
Observe agora o exemplo seguinte, no qual aplicare
mos essas propriedades na solução de uma equação:
EXEMPLO
3i = 7
Solução:
A primeira coisa a fazer é dividir por 3 para isolar a in
cógnita.
3x ~ 7
, ,
-) -)
Agora vamos extrair a raiz quadrada. Neste caso, não
precisaremos colocar o sinal + do lado direito porque o
enunciado só nos pede para determinar a solução positiva.
Temos então: .
r.:;
x=~3
Observe agora como usamos as propriedades para dar
a resposta de outra forma. Pela propriedade IV, podemos
escrever
-./7
x-
o -J3
É sempre incômodo ter uma raiz no denominador de
uma fração. Para resolver isso, multiplicamos o numerador
e o denominador da fração pelo próprio denominador.
Chamamos isto de racionalizar o denominador.
-./7x-J3
x-----=. - -J3x-J3
.-
Matemática 9
r
I
Apostilas
Pelas propriedades 11 e 111 temos que:
.fix.fi =3 e ainda, fixJ3 =-./?x3 =.fil.
Então,
J2i
x=
3
NÚMEROS RACIONAIS (FRAÇÕES)
("\
U 1
2
Um circulo foi dividido em duas partes iguais, Dizemos
que uma unidade dividida em duas partes iguais e indica
mos 1/2,
onde: 1 =numerador e 2 =denominador
2
3
Um círculo dividido em 3 partes iguais indicamos (das
três partes hachuramos 2),
Quando o numerador é menor que o denominador te
mos,uma fração própria.+ 3 = 3x + 19 é:
I) um quadrado perfeito.
2) um número primo.
3) um cubo perfeito.
4) a raiz cúbica de 2.
5) um número par.
2. Julgue os itens em certos (C) ou errados (E).
Dada a equação do primeiro grau Ax + B:= 0, pode-se r-
afirmar, quanto à sua raiz, que:
I) será positiva sempre que A e B tenham o mesmo
sinal.
2) será negativa sempre que A e B tenham sinais
opostos.
3) será inteira sempre que A for igual a I.
4) será inteira somente se A for igual a 1.
5) será igual a zero somente se B for igual a zero.
3. Resolvendo a equação
x+3 x+2 -I
-2---3-=2
obteremos:
1)x=-8 4)x=+5
,~ 2)x=+8 5) x -5/8
3)x=-5
4. Resolvendo a equação
I+x _ 2-x -1.=0
632
obteremos:
a)x I d)x=4
b)x=2 e)x=5
c)x= 3
5. Resolvendo a equação
x-I3+x -(1+x)=T
2
obteremos:
a)x=-l d)x=5
b)x= I e)x=7
c)x=3
6. Resolvendo a equação
3x-1 4)(+2 2)(-4 )(-5
2 4 3 6
obteremos:
a)x= -1/3
b)x= 3/4
c)x=7/2 .
d)x= 2/7
e)x= 4/3
7. Resolvendo a equação
2(x-I) 3(1+ x) 1 x-I--+--=--
3 2 2 3
obteremos:
a)x -1,75
b)x=3/4
c)x= 2,8
d)x=O
e)x= 0,3333 ....
SISTEMAS LINEARES
É todo sistema de m equações a n incógnitas do tipo:
allx. + al2x Z + alnxn ::::: b.
az.x. + a 2Z x2 + a 2n x. b2
al1x. + an x2 + alnx n = b3
I
S=
am1x I + a m2x2 ••••• + am.x. bm
onde:
XI ' ' ... , X n - são as incógnitas
x2
a.. - são os coeficientes das incógnitas
I)
b1 ' b2 ' ... , b. - são os termos independentes.
Exemplos:
10 - O sistema SI' abaixo, é um sistema linear com
3 equações e 3 variáveis.
3x + 2y z = 2
SI -2x + 3y + 4z = 7
[ x + Y + 5z::::: 9
2° - O sistema S 2 ' abaixo, é um sistema linear com
4 equações e 3 variáveis.
3x + 2y + 2y - z = 2
S = -2x + 3y + 3y + 4z = 7
2 X + Y + Y + 5z = 9[
4x + Y + Y - 3z = 11
g
o
'9
3i
CS
ti
~
9
~32 Vestcon
30- O sistema S) , abaixo, é um sistema linear homo
gêneo com 3 equações e 3 variáveis.
2x + 3y z = O
S) = -2x + 4y + 2z = O
[
x + Y + 3z O
Este sistema é dito homogêneo pois todos os termos
independentes são nulos.
Soluções de um Sistema Linear
Dizemos que um sistema de equações lineares com n
incógnitas, xl' x2' x)' ... , x ' admite como solução a seqüên
cia ordenada (ri' r2 , r) , ...
n
r ) se, e somente se, substituindo
XI ri' x2 = r2 ' x) r) ..... x
n
= r em todas as equações do
sistema, elas se tornarem todas ~erdadeiras.
Exemplo:
O sistema
X +y =10
[ X -y =4
tem uma solução igual a (7 , 3) pois substituindo x =7 ey = 3
em cada uma das duas equações do sistema teremos:
(7 ) + ( 3) =10 (verdadeiro)
[ ( 7) - ( 3) =4 ( verdadeiro)
Um sistema linear pode ter mais de uma solução e
pode até não ter solução alguma.
Se um sistema linear qualquer:
tem uma única solução é chamado determinado;
tem várias soluções - é chamado indeterminado;
não tem solução - é chamado impossível.
Propriedades
I -Um sistema linear homogêneo tem, sempre, pelo me
nos uma solução pois XI =O , x2 =O , xJ =O , ••• x n =Osempre
tomará todas as equações do sistema homogêneo verdadeiras.
A solução (O, O, O, •.., O) é chamada solução trivial.
2 - Um sistema com n equações e n variáveis terá
uma única solução (sistema determinado) se e somente
se o determinante formado pelos coeficientes do sistema
for diferente de zero.
SISTEMAS DE EQUAÇÕES DO
10 GRAU COM DUAS VARIÁVEIS
Um sistema de equações com duas variáveis, x e y,
é um conjunto de equações do tipo
9
\;
ax + by =c (a, b, c E R)'9
o
ou de equações redutíveis a esta forma. ~
i c Exemplo:
2X -3y 1
{3x+3y= 9
Resolver um sistema significa encontrar todos os pa
res ordenados (x; y) onde os valores dex e de y satisfazem
a todas as equações do sistema ao mesmo tempo.
Exemplo:
No sistema indicado no exemplo anterior, o único
par ordenado capaz de satisfazer às duas equações
simultaneamente é
(x; y) =(2; 1)
Ou seja, x =2 e y = 1
Resolução algébrica
Dentre os vários métodos de resolução algébrica
aplicáveis aos sistemas do 10 grau, destacamos dois:
• método da adição
• método da substituição
Para exemplificá-los, resolveremos o sistema seguinte
pelos dois métodos:
2X+ y =7 (I)
{3x+ 2y = 12 (11)
A) Método da Adição
1° passo: Multiplicamos as equações por números
escolhidos de forma a obtermos coeficientes
opostos em uma das variáveis.
No caso, poderemos multiplicar a equação
(I) por-2:
x(-2)
2x+y=7 )--4x-2y=-14
:::::) {--4X-2Y=-14 (I)
3x + 2y =12 (11)
Observe que a variável ytem, agora, coeficien
tes opostos.
2° passo: Somamos membro a membro as equações
encontradas:
--4x-2y -14
+ 3x + 2y-12
-lx+0=-2
A variável y foi cancelada restando apenas
a variável x na última equação.
3° passo: Resolvemos a equação resultante que tem
somente uma variável:
-Ix =-2
x=2
4° passo: O valor da variável encontrada é substituído
numa das equações iniciais que contenha
também a outra variável e, então, resolvemos
a equação resultante:
2x+y=7
2(2)+y=7
4+y 7
y=7-4
Y 3
...,..
Vestcon 33
5" passo: Escrevemos o conjunto-solução:
S = {(2; 3)}
B) Método da Substituição
10 passo:
2" passo:
3° passo:
4" passo:
Isolamos uma das variáveis em uma das equa
2X +y=7 -,;y =7-2x
ções dadas:
{3x+2y=12
a variável isolada é substituída na outra equa
ção e, então, resolvemos a equação resultante
que tem somente uma variável:
3x+2y= 12
3x + 2(7 - 2x) = 12
3x+ 14-4x= 12
3x 4x 12 -14
-lx=-2
x=2
Levamos o valor encontrado para a equação
que tem a variável isolada e calculamos o
valor desta:
y=7-2x
y 7 -2 (2)
y=7 4
y 3
Escrevemos o conjunto-solução:
S {(2; 3)}
Sistema indeterminado
Se, ao tentarmos encontrar o valor de uma das variá
veis, chegarmos a uma expressão do tipo
0=0
ou
3=3
ou qualquer outra que expresse uma sentença sempre
verdadeira, o sistema terá infinitas soluções e diremos
que ele é possível mas indeterminado.
Sistema impossível
r-
Se, ao tentarmos encontrar o valor de uma das variá
veis, chegarmos a uma expressão do tipo
0=3
ou
2 5
.. ~ ou qualquer outra que expresse uma sentença sempre
falsa, o sistema não terá qualquer solução e diremos
que ele é impossível.
o conjunto-solução de um sistema impossível é
vazio.
Resolução gráfica
Vamos considerar um sistema do 1" grau com duas
variáveis e duas equações:
aX+bY=C (r)
{ mx+ny p (s)
Cada equação do sistema representa uma reta.
Cada ponto comum às retas do sistema corresponde
a uma solução. Então, as pergunta-chaves são:
As retas do sistema têm algum ponto em comum?
Quantos?
Graficamente, existirão três situações possíveis:
I") Retas Concorrentes
Se as retas forem concorrentes o sistema terá uma única
solução. Será um sistema possível e determinado.
y,
s
,r! 'x Somente um ponto coincidente.
2") Retas Paralelas Coincidentes
Se as retas forem coincidentes o sistema terá infi
nitas soluções. Será um sistema possível mas inde
terminado.
y,
r=s
x Infinitos pontos coincidentes.
3°) Retas Paralelas Distintas
Se as retas forem paralelas e distintas o sistema não terá
qualquer solução. Será um sistema impossível.
Nenhum ponto coincidente.
EXERcíCIOS PROPOSTOS
1. Resolva os seguintes sistemas:
a) {X+ y =5
x-y=l
b) {X+2Y=7
x-2y=3
c} {X+2Y=11
x y=5
d) {2X+ Y=11
2x-3y=-1
X+2Y=1
e) {2x-y= 7
f) {X+3Y=-4
2x-y 6
g) {3X - 7y = I3
4x+5y=3
2X+5Y= 17
h) {3x-2y=16
g
~
9
ai
~ º
cc
...,.
Vestcon34
~
'9
o
.i
I
Considere o sistema abaixo, nas incógnitas x e y, para
responder as questões 2 a 4.
2X + y 5
[ 6x + py = q
2. O sistema será indeterminado se e somente se
a) p = 3 e q = 15 d) P :;{; 3 e q:;(; 15
b)p=3 e q:;{;15 e)p:;{;3 e qualquer que seja o
c)p:;{;3 e q=15 valor de q.
3. O sistema será impossível se e somente se
a) p=3 e q= 15 c)p:;{;3 e q= 15
b)p=3eq:;{;15 d)p:;{;3eq:;{;15
e)p:;{;3 equalquerquesejao
valor de q.
4. O sistema será determinado se e somente se
a) p=3 e q= 15 c)p:;{;3 e q 15
b) p = 3 e q:;(;15 d) p:;{; 3 e q:;(; 15
e)p:;{;3 equalq1.lerquesejao
valor de q.
5. Resolvendo o sistema abaixo
x+ y =27
x +z =35
[ y +z =38
encon traremos
a) x = 15 c)z=15
b) y = 12 d) x = 12
6. Resolvendo o sistema abaixo
encontraremos
a) x=3
b) y I
[~
+y +z 6
-y +z "8
+y +2z =7
c) z=2
d) x= I
e)y =23
e) y=3
7. Dois números são tais que multiplicando-se o maior
por 5 e o menor por 6 os produtos serão iguais.
O menor, aumentado de 1 unidade, fica igual ao maior
diminuído de 2 unidades. Então,
a) o produto deles é igual a 300.
b) cada um deles é maior que 20.
c) os dois números são ímpares.
d) os dois números são pares.
e) a soma deles é igual a 33.
8. Numa gincana cultural cada resposta correta vale
5 pontos, mas perdem-se 3 pontos a cada resposta
errada. Em 20 perguntas uma equipe conseguiu uma
pontuação final de 44 pontos. Quantas perguntas esta
equipe acertou?
a)7 b)9 c) 11 d) 13 e) I
9. Um colégio tem 525 alunos, entre moças e rapazes.
Asoma dos quocientes do número de rapazes por 25
e do número de moças por 30 é igual a 20. Quantas
são as moças do colégio?
a) 150 c) 250 e)375
b) 225 d) 325
10. Somando-se 8 ao numerador, uma fração ficaria
equivalendo a 1. Se, em vez disso, somássemos 7 ao
denominador da mesma fração, ela ficaria equivalendo
a 1/2. A soma do numerador e do denominador desta
fração é igual a
a) 36 c) 40 e) 44
b) 38 d) 42
11. Num quintal encontram-se galinhas e coelhos, num
total de 30 animais. Contando os pés seriam, ao todo,
94. Quantos coelhos e quantas galinhas estão no
quintal?
12. A soma dos valores absolutos dos dois algarismos
de um número é 9. Somado com 27, totaliza outro
número, representado pelos mesmos algarismos dele,
mas na ordem inversa. Qual é este número?
13. O mago Paulo Coelho tem em seu "laboratório"
algumas cobras, sapos e morcegos. Ao todo são 14
cabeças, 26 patas e 6 asas. Quantos animais de cada
tipo estão no laboratório?
14. Calcular três números tais que a soma do 10 com o 2°
é 40, a soma do 2° com o 3° é 70 e a soma do 10 com
o 3° é 60.
15. José Antônio tem o dobro da idade que Antônio José
tinha quando José Antônio tinha a idade que Antônio
José tem. Quando Antônio José tiver a idade que José
Antônio tem, a soma das idades deles será 63 anos.
Quantos anos tem cada um deles?
16. Uma ração para canários é composta por dois tipos de
sementes, A e B. Cada 1.una delas contém três nutrien
tes importantes, x, y e z, em quantidades diferentes,
conforme mostrado na tabela abaixo.
A
B I ! I ! I ~ :
Se a ração for preparada com 2 partes da semente A e
3 partes da semente B, qual a quantidade que encon
traremos para cada um dos três nutrientes?
Enunciado para as questões 17 e 18.
Ao se compararem 3 projetos diferentes para residên
cias, constatou-se que as quantidades utilizadas para 4
materiais de acabamento variavam de um projeto para
outro de acordo com a tabela abaixo que mostra as
quantidades utilizadas para cada um deles.
..,. 35
Vestcon
tintas cerâmicas louças vidros
Projeto A 6 9 4 6
Projeto B 8 4 3 5
Projeto C 5 10 2 4
Sabe-se que os custos unitários de cada material são:
tinta =$ 12, cerâmica = $ 15, louça =$ 8 e vidro $ 9.
Pergunta-se:
17. Qual dos três projetos terá o menor custo de acaba
mento e de quanto será este custo?
18. Se uma cooperativa construir uma vila com 3, 5 e 2
casas de projetos A, B e C respectivamente, qual será
o custo total do material de acabamento?
~ 19. Uma fábrica produz três tipos de fertilizantes para o
solo, A, B e C, cada um deles contendo determinada
quantidade de nitrogênio (N), de fósforo (P) e de
potássio (K). A tabela abaixo mostra, em glkg, as con
centrações de N, P e K em cada tipo de fertilizante.
N P K
A I 3 4
B 2 3 5
C 3 O 3
Para corrigir o solo de um determinado terreno, um
agricultor necessita de Ilg de N, 9g de P e 20g de K.
Se o fertilizante A é vendido a $ 6,00 o kg enquanto B e
C são vendidos a $ 1 ,00 o kg, detennine as quantidades
necessárias de A, B e C que fomecem as medidas dese
jadas pelo agricultor e que tenha um preço de $ 10,00 .
.~
20. (CESPEl1993) Uma loja especializada em equipa
mentos de computação fabrica três tipos de microcom
putadores: A, B e C, empregando, em cada um,
componentes X, Y, Z e W, nas quantidades indicadas
na tabela abaixo.
X Y Z W
A 5 20 16 7
B 7 18 12 9
C 6 25 8 5
Sabe-se que os preços, por unidade, dos compo
nentes X, Y, Z e W são, respectivamente, $ 15.000,
$ 8.000, $ 5.000 e $ 1.000. Os preços unitários de cada
tipo de micro, A, B e C, serão, respectivamente:
a) $ 335.000, $ 318.000 e $ 322.000
b) $ 335.000, $ 322.000 e $ 318.000
c) $ 322.000, $ 318.000 e $ 335.000
d) $ 318.000, $ 322.000 e $ 335.000
e) $ 322.000, $ 335.000 e $ 318.000
21. (CESPElI993) Para uma construção foram pesquisados
três tipos de concreto, de três diferentes fábricas, A, B
e C. Para cada quilo de concreto, determinou-se que:
I - O concreto da fábrica A tem I unidade de brita, 3
de areia e 4 de cimento.
11 - O concreto da fábrica B tem 2, 3 e 5 unidades,
respectivamente, de brita, areia e cimento.
III - o concreto da fábrica C tem 3 unidades de brita,
2 de areia e 3 de cimento.
O concreto ideal deverá conter 23 unidades de brita.
25 de areia e 38 de cimento. Usando-se concreto das
três fábricas, as quantidades, em kg, de cada uma
delas, necessárias para se obter o concreto ideal serão,
respectivamente, para A, B e C:
a)5,3e2 c)3,4e5 e)I,5e3
b )4. 4 e 2 d) 2, 3 e 5
22. As idades de quatro pessoas são tais que:
a soma das três primeiras é 73 anos;
a soma das três últimas é 60;
a primeira somada com as duas últimas é 63;
a última somada com as duas primeiras é 68.
A idade da mais velha é:
a) 32 b) 28 c) 25 d) 20 e) 15
EQUAÇÕES DO 2° GRAU
São todas as equações redutíveis à forma:
ax'+ bx + c =0 (com a:;{: O)
As equações do segundo grau na forma acima podem
ter duas raízes reais diferentes, uma só ou mesmo não ter
qualquer raiz real.
Estudo das raízes da Equação do 2° Grau
Dada a equação ax' + bx + c :: O.
Seja: t. = b, - 4ac
t. > O~ a equação tem duas raízes reais diferentes.
t. =O~ a equação tem uma só raiz real'.
t. O então a equação não terá raízes
reais.
(3) Se b·-4ac = O então a equação tem uma única
raiz cujo valor é -b/2a.
(4) Se b·-4ac > O então a equação tem duas raízes
reais distintas.
(5) Se b·-4acafirmar corretamente que:
(I) O valor da soma fi + n é igual a -b/a.
(2) O valor do produto fi . rz é igual a c/a.
(3) Se fi e rz são números reais e c/a O e rz O.
(4) Se fi e rz são números reais e -b/a > O então as
duas raízes são positivas, ou seja: fi > O e rz > O.
(5) Se -b/a e c/a são dois números inteiros então fi
e rz são também dois números inteiros.
13. Julgue as afirmativas abaixo:
(I) A equação - 3x·+48 = O tem duas raízes distintas
que são -4 e +4.
(2) A equação 2x+98 = O tem duas raízes distintas
que são -7 e +7.
(3) A equação 4x+3x = O tem duas raízes distintas
que são zero e -0,75.
(4) A equação -4x·-8x+60 = O tem duas raízes
distintas que são -3 e 5.
(5) A equação x'+x-420 = O não tem raízes inteiras.
FUNÇAo DO 10 GRAU
Denominamos função do primeiro grau a qualquer
função f: R ~ R, tal que:
f{x) = ax+ b (com a # O)
O gráfico de uma função do 10 grau é sempre uma reta
inclinada que encontra o eixo vertical quando y = b.
O valor constante b da expressão ax + b é chamado
coeficiente linear.
O coeficiente a da expressão ax + b é chamado coe
ficiente angular e está associado ao grau de inclinação
que a reta do gráfico terá (na verdade o valor de a é igual
à tangente de um certo ângulo que a reta do gráfico forma
com o eixo horizontal).
Se a> O a função será crescente, ou seja, quanto maior
for o valor de x, maior será também o valor correspondente
de y e o gráfico vai ficando mais alto para a direita.
y :f{x) =ax+b
a>O
x
Se a ~ k:>-~
a) 3 c) 3 e) 3
k 20, então:
a) P= 8M d) P 8(M -20)
b)P 8M-20 e) P 8(M + 20)
c)P=20 8M
fUNÇAo DO 2° GRAU
Denominamos função do segundo grau a qualquer
função f: R ~ R, tal que:
f(x) = ax2 + bx + c (com a * O)
Os gráficos das funções do 2° grau são sempre pa
rábolas.
O que é exatamente uma parábola? As parábolas são
curvas especiais construídas de uma tal maneira que cada
um dos infinitos pontos que formam a parábola ficam à
mesma distância de uma certa reta (reta diretriz da pa
rábola) e de um certo ponto (foco da parábola) que está
fora da reta diretriz.
b1Na função f(x) = ar +bx+c, o valor á = - 4ac é
chamado discriminante da expressão quadrática.
Dependendo do sinal do discriminante (á) e também
do sinal de a, teremos uma das seis situações descritas
abaixo, que mostram a posição da parábola em relação
ao eixo horizontal:
t 8
- Se á> Ohá duas raízes reais e a parábola encon
trará o eixo horizontal (x) em dois pontos distintos (que
são as raízes de ax2 + bx + c O).
\ / ~ ·x ·x\J /-\
a>O a0 7\
38
- Se á 0 Í\"
Vértice. da Parábola
O vértice de uma parábola é um ponto da parábola
com várias características interessantes. Ele será o ponto
mais alto (ponto de máximo) ou o ponto mais baixo (ponto
de mínimo) da parábola. Além disto, o vértice da parábola
divide a parábola em duas partes, sendo uma crescente e
outra decrescente.
eixo de simetria
região
crescente
Coordenadas do Vértice
As coordenadas do vértice podem ser obtidas com as
seguintes expressões:
-b
Xv = 2a
-tJ.
YV=4a
Uma forma alternativa de se conseguir estas coorde
nadas é fazendo:
1" - Conhecidas as raízes da função, o x do vértice
pode ser calculado como a média aritmética das raizes
da função.
fj + r2
Xv = 2
I
o
I
....,..
Vestcon38
i
9
.E
§
OI:
2° - Conhecido o valor de Xv, pode-se calcular o y do
vértice como o valor que a função assume para X =Xy:
y. a(XV)2 + b(xv) + c
o vértice da parábola será:
- ponto de mínimo sempre que a > O;
ponto de máximo sempre que a O.
d) b>O.
e) bvariável da parte literal.
Exemplo:
O grau de -5x3y,f é 6, pois:
- o expoente da variável x é 3
o expoente da variável y é I
- o expoente da variável zé 2
somando os expoentes: 3 + I + 2 =6
Grau de um polinômio é dado pelo seu termo de
maior grau.
Exemplos:
O grau de -5x3y +8x2yl +9xy2 é 5, pois:
- o grau de -5x3y é 4
- o grau de 8x2yl é 5 +- maior grau
o grau de 9xy é 3
....,..
Vestcon 39
Polinômio Nulo ou identicamente nulo, é aquele
onde todos os tennos têm coeficientes iguais a zero.
Exemplo:
()xly + Ox2yl + 0xy2 é um polinômio nulo.
o valor numérico de um polinômio nulo é sempre
igual a zero, para qualquer valor que se atribua às suas
variáveis.
Polinômios Idênticos - dois polinômios são idênticos
se, e somente se, cada um dos tennos do primeiro ocorrer
também no segundo com igual coeficiente e cada um
dos tennos do segundo ocorrer também no primeiro com
igual coeficiente.
Exemplo:
O polinômio -3x2y +7X2y 3 +4xy2 é idêntico ao
polinômio 4xT +7ryl-3x2y.
Adição de monômios
Quando os monômios são todos semelhantes
conservamos a parte literal e adicionamos algebricamente
os coeficientes.
Exemplos:
6x+3x-2x=:= (6 +3 -2)x= 7x
-4ax2 +5ax2 +8ax2 = (-4 +5 +8)ax2 = 9tix2
Quando os monômios não são todos semelhantes a
adição é feita somente entre os tennos semelhantes.
Exemplo:
3ry +4xy +8x2y = (3 +8)x2y +4xy
llry+4xy
Multiplicação de monômios
1" - multiplicamos os coeficientes
2° - multiplicamos as partes literais
Exemplos:
(-3r)· (4r) = (-3·4). (r·r)=-I2xs
(3ry) . (5xT) (3· 5) . (ry . xT) 15~yl
Divisão de monômios
1" - dividimos os coeficientes
2° - dividimos as partes literais
Exemplos:
(-sr) + (4r) = (-8 + 4)· (r +r) =-2x
(l5rJf) + (5xT) = (15 + 5HrJf + xT)
= 3 . r-lr 2 = 3ry
Potenciação de monôm;os
1° - eleva-se o coeficiente ao expoente dado
2° - eleva-se a parte literal ao expoente dado
Exemplos:
(-3r)2 = (_3)2 . (r)2 = 9.:0
(2ry)S = (2)S . (ry)S = 32xlSf
Adição de polinômios
É feita adicionando-se os termos semelhantes, de
modo análogo à adição de monômios.
Exemplo:
(6x2 +3x-2) + (2r -2x)
= (6x2 + 2r) + (3x-2x) + (-2)
= 8x2+x-2
Subtração de polinômios
Éfeita adicionando-se o primeiro Polinômio ao oposto
do segundo.
Exemplo:
(6x2 +3x -2) - (2r -2x)
=(6x2+3x-2) + (-2r +2x)
=(6r -2r) + (3x +2x) + (-2)
= 4r+5x-2
Multiplicação de polinômios
10 caso - monômÍo por polinômio
Multiplicamos cada tenno do polinômio pelo monô
mio e somamos os resultados.
Exemplo:
(2r). (4r +x-3)
=(2r) . (4r) + (2r) . (x) + (2r). (-3)
= (Sx5) +(~) + (-~)
Sx5+~-~
ZO caso - polinômio por polinômio
Multiplicamos cada tenno de um deles por todos os
tennos do outro, somando algebricamente os produtos
obtidos.
Exemplo:
(2x-2)· (6x2+3x-4)
= (2x)·(6x2+3x-4) + (-2)·(6x2+3x-4)
= (l2r +6x2 -&x) + (-I2r -6x+8)
= 12r +(6x2-12r) +(-&x-6x) +8
= 12r-6r-14x+8
Produtos Notáveis
10 - Quadrado da soma de dois termos
(A + B)2 =A2 + 2AB + B2
20
- Quadrado da diferença de dois termos
(A-B)2=A2-2AB + B2
3° - Produto da soma pela diferença
(A+BHA-:-B)=A2 B2
40
- Cubo da soma de dois termos
(A+ B)l =Al +3A2B + 3AB2+ B3
j
9
t
li c
40 Vestcon "
5" - Cubo da diferença de dois termos
(A- B)3 =Al-3NB + 3AB2 - B3
Divisão de polinômios
Interessa-nos somente a divisão de polinômios com
uma única variável.
Admitindo que esta única variável seja x, passamos a
indicar os polinômios por A(x), P(x), R(x), etc.
Divisibilidade
Dizemos que um polinômio A(x) é divisível por um
outro polinômio D(x), este último não podendo ser nulo,
se, e somente se, existir um polinômio Q(x) tal que:
A(x) = D(x)xQ(x)
Propriedade:
Se A(x) é divisível por D(x) com quociente igual a
Q(x), então o grau de A(x) é igual à soma dos graus de
D(x) e Q(x).
A(x) =D(x)xQ(x) => gr(A) =gr(D) + gr(Q)
com D(x) não nulo
Divisibilidadepor (x-a)
o resto da divisão de um polinômio P(x) por um
binômio do tipo (x-a) é igual a P(a).
Como conseqüências desta propriedade, pode-se
também afirmar que:
O resto da divisão de um polinômio P(x) por um
binômio do tipo (x+a) é igual a PC-a).
O resto da divisão de um polinômio P(x) por um
binômio do tipo (ax+b) é igual a P(-b/a).
Se um polinômio P(x) é divisível pelos binômios
(x-a) e (x-b), então P(x) é também divisível por
(x-a) . (x-b) e reciprocamente.
Teorema de D 'alembert
Um polinômio P(x) é divisível pelo binômio (x-a)
se, e somente se, P(a) = O
Exemplo:
Verificar, pelo teorema de D'alembert, que o polinô
mio P(x) = 3x3-6r+4x-8 é divisível por (x-2).
Solução:
A raiz dex-2 éx = 2. Logo, se P(2) é mesmo divisível
por (x-2), então P(2) deverá ser igual a zero:·
P(2) = 3(2)3_6(2)2+4(2}-8
P(2) = 3(8)-6(4)+4(2)-8
S I P(2) = 24-24+8-8
~
o I P(2) = O
oi
8I MMC eMDC de Polinômios
a:
a:
O procedimento para determinarmos o MMC e o
MDC de polinômios dados é análogo ao utilizado para
calcularmos o MMC e o MDC entre números dados:
I" - Fatorar os polinômios dados;
2" - O MMC dos polinômios dados é o produto de
todos os fatores, comuns e não comuns encontrados nas
fatorações dos polinômios, sendo cada um dos fatores
elevado ao maior expoente com o qual tenha ocorrido;
3" - O MDC dos polinômios dados é o produtos dos
fatores comuns a todos os polinômios dados, sendo cada
um dos fatores elevado ao menor expoente com o qual
tenha ocorrido.
Exemplos:
Determinar o MMC e o MDC dos polinômios dados
em cada caso:
a) 30x2y, 15x1z, e 20x"yz
Solução:
30x2y = 2·3·5· x2.y
15x3z = 3·5· x1·z
20x"yz = 22·5· x"·y·z
Logo:
MMC = 22.3.5. x"·y·z
MDC=5·x2
b) x2-4, 3x+6 e x 2+4x+4
Solução:
x2-4 = (x-2)·(X+2)
3x+6 = 3·(X+2)
r+4x+4 = (X+2)2
Logo:
MMC = 3·(x-2)·(X+2)2
MDC = (X+2)
EXERcíCIOS
1. Calcule o valor de x2 + 2xy + Y para x = 2 e y = 3.
2. Calcule o valor de m2 + 3mp +pl para m = -3 ep = 2.
I 3. Determine o grau do monômio 72x1Y.
4. Determine o grau do polinômio
- 3xy" + 2x2y +x1y
5. Efetue o produto indicado:
(3x2_2x2y -7xy)-(-3x2y)
6. Efetue o produto indicado:
(3x2 -2)-(-3x + 2)
7. Efetue o produto indicado:
(3x2 + y)·(2 x2y -3)
8. Efetue o produto indicado:
(3x + 2)2
~
Vestcon 41
9. Efetue o produto indicado:
(2x-3y)2
10. Efetue o produto indicado:
(2x- 3y)-(2x + 3y)
11. Efetue o produto indicado:
(xl + 2y)3
12. Efetue o produto indicado:
(2x2 _y)3
13. Calcule o MDC dos polinômios:
xly - -9'2 e xl - y2
14. Calcule o MMC dos polinômios:
xly -.0/ e xl - y2
15. Calcule o MDC dos polinômios:
2x2-2x-12 e xl-4
] 6. Calcule o MMC dos polinômios:
~-2x-12 e xl 4
GABARITO
NOÇÕES DE LÓGICA
1. Item a:
Item b:
Para os itens c e d:
Para o item e:
o
2.d 3. b 4. e
S.e 6. e
7. a) O tempo não será frio ou não será chuvoso.
b) Ela não estudou muito e não teve sorte na prova.
c) Maria é morena e Regina não é baixa.
d) O tempo está chuvoso e não está frio.
e) Algum corvo não é negro.
f) Algum triângulo é retângulo.
g) Nenhum sapo é bonito.
h) Todas as vidas são importantes.
S.c 9. a 10. d 11. e
12. a
Se Beto brigasse com Glória, Glória iria ao cinema, Carla
ficaria em casa e Raul brigaria com Carla.
Raul não brigou com Carla. Logo, Beto não briga com Glória,
Glória não vai ao cinema e Carla não fica em Casa.
A única alternativa concordante com estas conclusões
é a letra A: "Carla não fica em casa e Beto não briga
com Glória".
13. b
Sabe-se que Ana sempre diz a verdade, que Maria, às
vezes, diz a verdade e que Cláudia nunca diz a verdade.
Resumindo as três afirmações no quadro abaixo, temos:
VESTIDO AZUL
VESTIDO
VESTIDO PRETO
BRANCO
"Ana está de branco" "Eu sou Maria" "Cláudia está de branco"
l°) Ana diz sempre a verdade. Logo, não pode estar
vestindo azul nem branco pois, se estivesse,
contradiria a si mesma.
Portanto, Ana está vestindo preto.
2°) Como Ana, que está de preto, diz a verdade, então, é
certo que Cláudia está de branco.3°) Resta o vestido azul para Maria (que, aliás, mentiu!).
Portanto, as cores dos vestidos de Ana, Maria e Cláudia
eram, respectivamente: preto, azul e branco.
]4. e
Se Carlos fosse mais velho que Pedro, Maria e Júlia
teriam a mesma idade, João seria mais moço que Pedro
e Carlos seria mais velho que Maria.
Carlos não é mais velho que Maria. Portanto, Carlos não
é mais velho que Pedro, Maria e Júlia não têm a mesma
idade e João não é mais moço que Pedro. s
I
~A única alternativa coerente com estas conclusões é a
letra E:
"Carlos não é mais velho que Pedro e Maria e Júlia
não têm a mesma idade."
c
15. e
Se Maria está certa, então Júlio está errado;
------
..,
Vestcon42
Se Júlio está errado, então Luís está errado;
Se Luís está errado, então não haverá filme.
Ou o filme está sendo exibido ou José não irá ao
cinema.
O filme não está sendo exibido, logo José não irá ao
cinema.
16. a
Não nos deteremos, inicialmente, na resposta do meio
campista, pois não sabemos se ele mentiu ou se disse
a verdade. Assim, analisaremos apenas as possíveis
respostas do atacante (que mente) e do zagueiro (que
diz a verdade).
1°) Se qualquer um deles dissesse "FOI EMPATE" e
o outro "NÃO FOI EMPATE" o torcedor não teria
como reconhecer qual era a resposta verdadeira e qual
era a falsa, pois uma é a negação da outra tendo sempre
valores lógicos opostos.
Portanto, um deles disse: "NÓS PERDEMOS".
2°) Se um deles dissesse "FOI EMPATE" enquanto o outro
disse "NÓS PERDEMOS", o torcedor continuaria não
tendo como reconhecer a resposta verdadeira, pois,
novamente, cada uma delas nega a outra.
Portanto, um deles disse "NÃO FOI EMPATE".
Até aqui sabemos que enquanto um deles (o atacante ou
o zagueiro) disse "NÓS PERDEMOS" o outro disse
"NÃO FOI EMPATE."
3°) O atacante (mentir~so) n~o poderia ter dito "N~O
FOI EMPATE", pOIS estana concordando com "NOS
PERDEMOS".
Portanto, o atacante (mentiroso) disse "NÓS
PERDEMOS" enquanto o zagueiro (que diz a
verdade) disse "NÃO FOI EMPATE."
4°) Finalmente, quem disse "FOI EMPATE" foi o meio
campista (que aliás mentiu!).
Assim, o XFC venceu e a resposta do meio-campista é
"FOI EMPATE."
17. a 22. e 27. a 32.c
18. d 23. c 28.a 33. e
19.a 24.b 29.d 34. a
20. a 25.b 30.d 35. e
21.c 26.d 31. b
PADRÕES ESEQÜÊNCIAS
I.d 18. c
2.c 19. e
3.b 20.d
4.a 21. c
5. e 22.b
6.c 23. a
7.e 24. c
8.b 25. e
9.d 26. c e
10. a 27. a ~ 11.c 28. a
12.d 29. c .!5º
~
13. b 30.b8a: 14. a 31. a a:
15.e 32.e
16.b 33. d
17. d
SEQÜÊNCIAS ARITMÉnCAS
1. a) 7 2. a) 97 3. a) 30 4.a) 118
b) 5 b) 123 b) 75 b)440
c) -2 c) 1 c) 150 c) 25
d) 3 d) -3 d)-760 d) 21
e) 1/3 e) 13/3 e) 818 e) 948
f) 200 f) 370
g) -3
h) 35
5. a) r = 8 6. a)n=21 7. a) 24
b) r= 5 b) n=7 b) 25
c) r=-4 c) n = 15 c) 50
d) r=-5 d) n= 100 d) 37
e) r = 10 e) n= 50 e) 25
f)r=2 f) n = 50
g) r= 1/2
h) r =-2
8.22 9.2x-4(paratodox) 10.5.050
11. 900 12.770 13.728
14. 1.848 15.370 16. x = 5
17.4, 7e 10 18.3,7, 11 e 15 19.x=-1
20. x=2 21.n=13
SEQÜÊNCIAS GEOMÉTRICAS
1. a) 2 2. a) 256 3. a) 320
b) 1/2 b) 7.290 b) 216./3
c) -2 c) 20.480 c) -4
d)-2 d) 0,01 d) 1.280
e) -1/2 e) 2
f)..fi f) 64
g)ifi
h)-.fi
4. a) 2 5. a) 2 6. a) 7
b)-2 b)-6 b) 9
c) ±5 c) 2if5 c) 7
d)±2 d) -4 d) 6
e)±2 e) 4./3 e) 6
f) ±3 f)6
7.2.040 8.S.=4(4·-1) 9· Q =l+;
10. I: 11. 12./3cm2
ARRANJOS, COMBINAÇÕES EPERMUTAÇÕES
(PROBLEMAS DE CONTAGEM)
La 8.d
2. e 9.d
3.b 10.b
4.b 11. a
5.e 12. c
6. a 13. d
7.b 14. c
..."..
Vestcon 43
15.d 21. c
16. b 22. e
17.d 23. a
18.c 24.a
19. a 25. a
20.b
NOÇÕES DE PROBABIUDADES
I I1.!.. 2. - 3.~ 4. _
5
3 10 6
5 7 I6.~ 7._ 8.- 9.
12 12 25 8
11.~ 12. !.. 13.2- 14.2.
28 3 16 72
16. c 17.b 18. e 19. c
21. d 22. a 23.d
EQUAÇÕES DO 1" GRAU
1. E, E, C, E, C
2.E,E,E,E,C
3. I
4. b
5.b
6.c
7.d
SISTEMAS UNEARES
l.a)(3; 2) b)(5; I) c)(7; 2) d)(4; 3)
e)(3; -I) f) (2; -2) g)(2; -I) h)(6; 1)
2.a
3.b
4. e
5. d
6. a
7. c
8.d
9.a
+ 6~Y+ 12.,X3Y2 + 8J"3
12. ~_12X4y+ 6.xzY2-J"3
13.X- Y
14.,X3Y-XJ"3
15.X+2
16. 2.,X3 - 6.xz - 8X + 24
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~-------=:-O--""'>=z=-r:::;cq;;;;U-/-T X5 ~Q i{j5MPU Admn~ativa ESAF) RicariJo," R3-gerlo e Renito sãõirmãos. Um deles
é médico, outro é professor, e o outro é
músico. Sabe-se que:..,
1) ou\ Ricard'O é médico" 'Ou Renato é
?-
médico,--" -_.,
2) 'Ou\rucardoj~profes~J, ou Rogério é
~:;L' music'O;
3) ou ~t'O é músico, ou R~ério é
músic'O,
4) ou Rogério é profess'Or, ou Renato é
professor. Portanto, as pr'Ofissões de
"
~
).
Ricard'O, Rogéri'O e Renato
V
são,~
},. respectivamente;
a) ~f~r. inédico, m~~co. ~~n
.~ b) méd.!,S9, pro~es;>0r, m~~co. 'fi'ft'JI,,, i f i t:
c) professor, mUSICO, médico. ,- i! " I
~ d) músico, médico, professor. MIA4 FíVI F
@médiço, músico, professor ~--" .E
04. (TTN-ESAF) Se é verdade que
"Alguns A são R" e que "Nenhum G é
~ R", então é.necessariamente, verdadeiro
"" ~ue: . ti'
1 algum A ~ão é G; (Ij'G>\0 ~..fri)' ti
. ) algum A e G. " '; ~ ,
-: c) nenhum A é G; (;: -~~"'i ~é g1!~.
"'d) algumG é A; ;', f
1 e) nenhum G é A ~ •. " - I 1"_
': ~ fi ~ rvctD .t. u
05. (Fiscal Trab~ho - ESAF) Sabe-se
que e~_pd_o.JDenos um_A que é B.
Sabe-se, também, que todo IJ é ç.
Segue-se. portanto, necessariamenill
que: ~..
a) todo C é B f
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, I' , \ ";;i; ;
.() _ i ~ I ~//
r(lú,';;~
_~ - 'I. ,,_::~ .~rc ç,
t'élalgum A é C v
"d) nada que não seja C é A r
e) algum Anão é C V
l'
06. (SERPRO - ESAF) Todos os alunos . ~
de matemática são, também, alunos de f\:,.
inglês, mas nenhum alun'O de inglês é\~
aluno de história. Todos 'Os aluDos de
português são também alunos de
informática, e alguus alunos de
informática são também alunos de
história. C'Omo nenhum aluno de
informática é aluno de inglês, e como
nenhum aluno de português é aluno de
história, então:
. a) pelo menos um aluno de português é
aluno de inglês. ç ,_
b) pelo menos um aluno de matemática é 's
aluno de história ç ~,
~ nenbum aluno de português é aluno de ~
matemática V i)
d) todos os alunos de informática são ~
alunos de matemática f
e) todos os alunos de informática são
alunos de português. F
~t-- -/.
.07. (AFCE TCU - ESAF) Em uma
comunidade, todo trabalhad'Or é
responsáveL Todo artis~ se nã'O for
filósofo, ou é trabalhador ou é poeta. "
Ora, nli'O há filósofo e não há poeta que
. nlio seja responsável. Portanto, tem-se
que,tnecessariament~ .
a) todo responsável é artista f
b) todo responsável é filósofo ou poeta F N
c) todo artista é responsável V "
d) algum filósofo é poeta ç. -;:-,
e) algum trabalhador é filósofo ç ~
-08. (AFCE TCU - ESAF) Se é verdade
que tfAlguns escritores são P'Oetas" e
que "Nenhum músico é P'Oeta", eutão,
também é necessariamente verdade
que:
a) nenhum músico é escritor F
b) algum escritor é músico ç;
c) algum músico é escritor ç:- ...
d) algum escritor. não é milsico V
e) nenhum escritor emúsiéó F
09. (AFC-STN - ESAF) Uma escola de
arte 'Oferece aulas de c~Il~' -.d~nça,
t~~ro, \~!~~ e pial!.~' (t~dos).!ls
professores de canto são,~bém,
" '" li] paralo~passear. @ um silogismo. AI '
fi v. O. ~úmet;9, de valorações possíveis .J b) Marcos estudar é condição suficiente • uma tautolos!Ía.
~
~ para (QJ 1\ 181~é inferior a 9. ~ para João passear . (C) uma equivaiência A \I' "'~ y i
. J 1) " .2 J -= 1L.L.. ~ ~ c) M~~os não estudar é condição (D) uma contingência V Jt:; l v 1
14. (Analista Ambiental _ Ministério do ~ necessarla para João não passear. (E) uma contradição. f ,,:;;;~ ~
Meio Ambiente-CESPE) Julgue o item \'S d) ~não estudar é condição '!') --._-----.:::---;:.
. (:) .. . ~ ~fiC1ente para João passear. ! 25. ANEEL - ESAF) Surfo ou estudo. ..~.
egUlDte: vP -+ -Q) e .IOg.lcame~te. ~ e)!Marcos estudar é condição necessária LL Fumo ou não surro. Velejo ou não ... v· "E
. ~.."Y quivalente à (Q -+ _P). ~~ vai.( n6dos 50 anos da logicamente eqUIValente a dl-4er que e
! PETROBRAS: verdade que; /'"\
! &.ã\ Pedro não é pobreé)AI
---~~
r'~, v~:"F5.· :; V[~ \~o. f~,~5 ;::.V~ '- \~' -':> 'vÇ)J I
~" ~.;
.. "f;2 TE.:::: v F,,';';. V
,j. '" " J. '\ ~""f») y,kt'" V V~r~ J
j ,{ \I"J V-='i . J~) r
\., ~ r-J '(
~f\1>J'
então a proposição (P A R)->{-'Q) ,$~ ~govern~brasileiro tivesse instituído,
verdadeira. . ,. em 1962, o monopólio da exploração de
Considere as sentenças abaixo~'l I petróleo e derivados no território
a. Fumar deve ser proibido, ~ muitos ~ nacional, \a PETROBRAS teria atingido,
europeus fumam. P" T \ ness~ n:es\Uo ano, a produção de 100 mil
b. Fumar não deve, ser proibido e fumar barnS/dla. '-b ~
faz bem à saúde. -, fi ~ 7 RJ Julgue se cada um dos itens a seguir
c. Se fumar não faz bem à saúde, deve ser apresenta uma proposição logicamente
proibido. fZ, ~ p equivalente à ass'ertiva'acima.
d. Se fumar não faz bem à saúde e não é \J L Se a PETROBRAS não atingiu a
verdade que muitos europeus fumam, produç~o. de 100 mil barris/dia em 1962, o
então fumar deve (R,,, lT) P mo?opoho da exploração de petróleo e
ser proibido. \: 4> denvados não foi instituído pelo governo
e. Tanto é falso que fumar não faz bem à . brasileiro nesse mesmo ano.
saú? julgue os itens seguintes.
arquiteto".
~:nr A sentença !! pode ser COrretamente • ~be:';"se-q-u-e-a-a....,ti"'lr-m-a-çã-;::-o-;P~ê"'f"'a""'!s9
.( resentada por P 1\ (~n
\ 'J V, A sentença k. pode ser corretamente ~ I~. ~~Ios não é dentista; Enio não é
~F.ntada por -, P A -, R . economista; luca não é arquiteto.
~ A sentença ~ pode ser corretamente ~ Carlos não é dentista; Enio' é
rq>r P ou Q :s; R.!
Se Z>P, então S::;T. Se S:S; T, então S~
~ R. Ora, Q :> R, logo: ,'~ # r;t';:;
>. 'S:>TeZ:S;P v" .i}'l~~J.-:-, {:
b)S~Tez:>p r.:.n Y e Zé uma .; 't!~
proposição necessariamente yei4adeira. ':':'. ~ ~
~ :A.s~;.v";,o..~........,(",,, J;J...., :':' ~ ~..---- " ~ ~
36. (AFRE MG - ESAF) Se André é
culpado, então. Bruno é inocente. Se
André é inocente, então Bruno é
culpado.. Se André é colpado, Leo é .
inocente. Se André é inocente, então
i
Leo é CUIPad?~ ...Se Bruno é inocent.~,
então Leo é"culpado. Logo, Andre;
Bruni) e Le'6são, respectivamente: , ..c.
!lCulpado, culpado, culpado.
aulo é paulista, então Pedro é
(jVera e Vanderléia não viajaram. ~ Daniela não abraça Paulo. i;> pedreiro .
------------__ c) João está feliz, e Maria sorri, e Daniela
~ c) se Pedro' não é pedreiro, então Paulo é
29. (ACExt TCU - ESAF) O rei ir à 1 ~ abraça Paulo. . g paulista
caça.é ~dição-'Decêssári~ para' ~o ~oão não está feliz, e Maria não sorri.. e
d) se Pedro é pedreiro, então Paulo não é
duque saIr (to--astetcr,-e--é condição Daniela não abraça Paulo. paulísta
.~ suficiente para a duquesa ir ao jardim. e) João não está feliz, e Maria sorri, e e) se Pedro não é pedreiro, então Paulo
Por outro lado, o conde encontrar a Daniela abraça Paulo. não é paulista
princesa é condição necessana e
sufléiente para o barão sorrir e é 33. (TFC-SFC - ESAF) Ou Anaís será
condição necessária para a duquesa ir professo.ra, o.u Anelise será cantora, ou 38. Se o jardim não é florido, então o
ao jardim. O barão não sorriu. Logo: Anamélia será pianista. Se Ana for gato mia. Se o jardim é florido, então o
a) A duquesa foi ao jardim ou o conde atleta;então Anamélia será pianista. Se passarinho não canta. Ora, o
encontrou a princesa. •. Anelise for cantora, então Ana será passarinho canta. Logo:
b) Se o duque não saiu do castelo, então o l atleta. Ora, Anamélia não será pianista.
a) O jardim é florido e o gato mia;
conde encontrou a princesa. Então: ~O jardim é florido e o gato não mia;
€) O rei não foi à caça e o conde não i.... "~íS será professora e Anelise não tJP jardim não é florido e o gato mia;
encontrou a princesa. ,c:, Yra cantora d) O jardim nãó- é floridó--e-o gato não
/d) O rei foi à caça e a duquesa não foi ao ";;;:. b) Anais não será professora e Ana não mia;
jardim. ~ será atleta
e) Se o passannho canta, então o gato não
e) O duque saiu do castelo e o rei não foi ~ c) Anelise não será cantora e Ana será mia
à caça. V atleta
... d) Anelise será cantora ou Ana será atleta 39. (Fiscal do Trabalho - ESAF)
.30. (AFC - ESAF) Se Iara não fala e) Anelise será cantora e Anamélia não Investigando uma fraude bancária, um
italiano, então Ana fala alemão. Se Iara será pianista famoso detetive colheu evidências que o
3
http:professo.ra
l , ,
r
convenceram da verdade das seguintes
afirmações:
1) Se Homero é cu'r"pado, então JOã~ é
culpado. (' ~
2) Se Homero é inocente, então João ou
Adolfo do culpados. f .r
3) Se Adolfo é inocente, então Joao é
inocente. '\1 '
4) Se Adolfo é 'culpatlo, então Homeio 'é
culpado.
As evidências colhidas pelo famoso
detetive indicam, portanto, que:
a) Homero, João e Adolfo são inocentes.
(b})Homero, João e Adolfo são culpados:
Zf Hómero é culpado, mas João e Adolfo
são inocentes.
d) Homero e João são inocentes, mas
Adolfo é culpado.
e) Homero e Adolfo são 'culpados, mas
João é inocente.
os
de
grau40. A negação de"O gato mia' e o rat0.::a.
chia" é: pA Q, '"
.::;;
~
~
a} "O gato não mia e o rato não chia"; ~p"
"O gato mia ou o rato chia"; ~ ~O gato.não mia!Qu o rato não chia";
d) "O gato e o rato não chiam nem'
miam";
e) "O gato chia e o rato mia". '
41. A negação de "todos os gatos· são
pardos" é:
3J a) "nenhum gato é pardo";
"3 ~. "existe gato pardo"; ,
c "existe gato não pardo";
) "existe um e um só gato pardo";
e) ~nenhum gato é pardo".
~"".~..
~ 42. Eu tenho três bolas: A, B e"C:Piotei
,2 uma de vermelho, uma de branco e
~ outra de azul, não necessariamente
nesta ordem. \somente; umã] das
seguintes afirmações e ver rd h
I. A é vermelha. p .
lI. B não é vermelha.F '1'~",{,"~.l..iUY
~
h
~ . IIl. C não é azul. V
.~al é a cor de cada bola?
-"~ 43. (AFC/STN - ESAF) Se Pedro não!
bebe, ele visita Ana. Se Pedro bebe, ele
i
~
!
I lê poesias. Se Pedro não visita Ana, ele
nio lê poesias. Se Pedro lê poesias. ele
não visita Ana. Segue-se, portanto que,
Pedro:
~
bebe, visita Ana, não lê poesias.
:não be~e, visita Ana, não lê poesias.
bebe, não visita Ana, lê poesias.
c
d) não bebe, não visita Ana, não lê
poesias.
e) não bebe, não visita Ana, lê poesias.
44. (Fiscal Trabalho - ESAF) Se Pedro
é inocente, então Lauro é inoce~
Roberto é inoce~então Sônia é
~e. Ora, Pedro é culpado ou
\ Sônia é culpada. Segue-se logicamente,
,.h portanto, que: oi ~
"::s a) Lauro é cUlPa e Sônia é culpada r;
.s b) Sônia é culpa e Roberto é 'nocente
jéj)pedro é culpa- o ou Robert~ culpado
~ \.'a) Se Roberto ~ ,culpadO, então Lauro é
~ t
e) Roberto é inocente se e somente se ../lI. As proposições (P V Q~-+S_ e
Lauro é inocente
(P.....S) V (Q-+S) possuem tabelas de
Héleio, todos os que foram à solenidade
45. (MPOG - ESAF) Na formatura de
valorações iguais.
de colação de grau estiveram, antes, no
49. (Fiscal Trabalho 98 ESAF) Se
casamento de Hélio. Como nem todos Frederico é francês., então Alberto não
amigos de Hélcio estiveram no é alemão. Ou Alberto e alemão, ou
casamento de Hélio, conclui-se que, dos Egídio é espanhol. Se Pedro não é
amigos de Hélcio: português. então Frederico é francês. .../
a) todos foram à solenidade de colação de Ora, nem Egidio é espanhol nem Isaura
grau de Hélcio e alguns não foram ao é italiana. Logo:
casamento de Hélio.
a) Pedro é português e Frederico é francês
b) pelo menos um não foi à solenidade de b) Pedro é português e Alberto é alemão
colação de grau de Hélcio. c) Pedro não é português e Alberto é
c) alguns foram à solenidade de colação alemão
de grau de Hélcio, mas não foram ao
d) Egídio é espanhol ou Frederico é
caSámento de Hélio. francês
d) alguns foram à solenidade de colação
e) Se Alberto é alemão, Frederico é
grau de Hélcio e nenhum foi ao francês
casamento de Hélio.
e) todos foram à solenidade de colação de
50. (AFTN - ESAF) José quer ir ao
de Hélcio e nenhum foi ao cinema assistir JlO filme "Fogo contra
casamento de Hélio. Fogo" • mas não tem certeza se o
mesmo está sendo exibido. Seus amigos,
, 46. (AFC - ESAF) Se Carina é amiga de Maria, Luís e Júlio têm opiniões
Carol, então Carmem é c.unhada de discor:dantes sobre se o filme está ou
Carol Carmem Dio é cunhada de não em cartaz.. Se Maria estiver certa,
Carol. Se Carina Dão é cunhada de entã9 Júlio está enganado. Se Júlio
Carol, então Carina' é amiga de Carol. estiver engaDado. então Luís está
Logo, . enganado. Se Luís estiver enganado,
, a) Carina é cunhada de Carmem e é amiga
então n' filme não estásendo exibido.
\ deCaroL' '
Ora, ou o filme "Fogo contra Fogo"
Id? (b) Carina não é amig'a de Carol ou não é está sendo exibido, ou José não irá ao
.,J~nhada de Carmem.
\
cinema. Verificou-se que ftlaria está
c) Carina é amig{ de Carol ou n~ certa. Logo:
cunhada de Carol.
a) o filme "Fogo contra Fogo" está sendo
d) Carina é amig;r de Carmem e é amiga exibido
b) Luís e Júlio não estão engai'!i:'.dvs de Caro!. f
e) Carina é amiga de CaroI e não é c) Júlio está enganado, mas não Luís
cunhada de Carmem. d) Luís está enganado, mas não Júlio
..,,/
e) José não irá ao cinema
47. (SERPRO - CESPE) Julgue o item \I
seguinte: f _ F 51. (Fiscal do Trabalho - ESAF) Se não
®A tabela de verdade de P ..... Q é igual à V"'.' V durmo, bebo. Se estou furioso, durmo.
,,\ , "f'- ". Se durm.o. nã~ estou furioso. Se não
tabela de verdade de (P ..... -'Q) .... -.P. " .,. ç t:".!.4_ ç; i" estou funoso, nao bebo. Logo
1/ ... ." / -4 ,: '
~;. ~ • ,'ariáveis, podem ser obtidas novas
proposições, tais como: a proposição 52. (MPU Administrativa - ESAF) Se
Fulano é culpado, então Beltrano écondicional, denotada por P ..... Q, que será
culpado. Se Fulano é inocente, então ou
F quando P for V e Q for F, ou V, nos
Beltrano é culpado, ou Sicrano é
outros casos; a disjunção de P e Q,
culpado, ou ambos, Beltrano e Sicrano,
denotada por P v Q, que será F somente
~.
são culpados. Se Sicrano é inocente,
quando P e Q forem F, ou V nas outras então Beltrano é inocente. Se Sicrano é
situações; a conjunção de P e Q, denotada
culpado, então Fulano é culpado. Logo,
por P 1\ Q, que será V somente quando P a) Fulano é inocente, e Beltrano é
e Q forem V, e, em outros casos, será F; e
inocente, e SicraTlo é inocente.
a negação de P, denotada por -'P, que será b) Fulano é culpado, e Beltrano é culpado,
F se P for V e será V se P for F. Uma e Sicrano é inocente.
tabela de valorações para uma dada
c) Fulano é culpado, e Beltrano é
proposi'ção é um conjunto d,e inocente, e Sícrãno é inocente.
possibilidades V ou F associadas a essa . d) Fulano é inocente, e Beltrano é
proposição, culpado, e Sicrano é culpado.
A partir das informações do texto acima,
e) Fulano é culpado, e Belt,rano é culpado,
julgue os itens subseqüentes. e Sicrano é culpado.
I. As tabelas de valorações das
~ culpado '{,
t
J proposições p .....Q e Q ... -.p são iguais. 53. (AFClCGU -ESAF) Homero não é
honesto, ou Júlio é justo. Homero é
4
I
J
,'l-. '
hOj'lesto, ou Júlio é justo, ou Beto é
, btmdoso. Beto é bondoso, ou Júlio não é
justo.
Beto não é bondoso, ou Homero é
honesto. Logo,
a) Beto é bondoso, Homero é honesto,
Júlio não éjusto.
b) Beto não é bondoso, Homero é
honesto, Júlio não é justo.
c) Beto é bondoso, Homero é honesto,
Júlio é justo.
d) Beto não é bondoso, Homero não é
honesto, Júlio não é justo.
e) Beto não é bondoso, Homero é honesto,
Júlio é justo.
53. (Fiscal Trabalho - ESAF) Se Luís
-~
estuda História, então Pedro estuda
Matemática. Se Helena estuda
Filosofia, então Jorge estuda Medicina.
Ora, Luís estuda História ou Helena
estuda Filosofia. Logo, segue-se
. necessariamente que: .
~
a) Pedro estuda Matemática ou Jorge
estuda Medicina
b) Pedro estuda Matemática e Jorge
estuda Medicina _.
c) Se Luís não estuda História, então
Jorge não estuda Medicina
d) Heleriã estuda Filosofia e Pedro estuda
Matemática
e) Pedro estuda Matemática ou Helena
não estuda Filosofia
54. (ANEEL - ESAF) Se não leio, não
compreendo. Se jogo, não leio. Se não
desisto, compreendo. Se é feriado, não
desisto. Então,
a) se jogo, não é feriado.
b) se não jogo, é feriado.
c) se é feriado, não leio.
d) se.não é feriado, leio.,
e) se é feriado~jogo. ---
55. Julgue os itens a seguir:
L3+2=7e5+5=IO
11.1>0"2+2=4
III.Paris é a capital de Portugal ou
Recife é a capital do Ceará. .
IV. 3 + 4= 7 se e somente se 32 =9.
V. Se 3 + 2 =6 então 4+4'79.
VL Não é verdade que 18 é um número
ímpar.
VII. 2 = 3 se, e somente se, 5 > 4.
VIIL 2S3
56.(AFTN ESAF) Considere as
afirmações:
A) se Patrícia é uma boa amiga, Vítor
diz a verdade;
B) se Vitor diz a verdade, Helena não é
uma boa amiga;
C) se Helena não é uma boa amiga,
Patrícia é uma boa amiga.
,-
A análise do encadeamento lógico
dessas três afirmações permite concluir
que elas:
a) são equivalentes a dizer que Patrícia é
uma boa amiga
b) implicam necessariamente que Patrícia
é uma boa amiga
>'-- '..>....~~ ...:: o;.
c) implicam necessariamente que Vítor
diz a verdade e que Helena não é uma boa
amiga
d) são consistentes entre si, quer Patrícia
seja uma boa amiga, quer Patrícia não seja
uma boa amiga
e) são inconsistentes entre si.
57. Indique a conclusão correta,
admitindo como verdadeiras as
premissas de que:
I) O professor não erra;
11) João é distraído;
Im Quem é distraído erra.
a) Algum professor é distraído.
b) João é professor.
c) Nenhum professor é distraído.
d) Às vezes um professor é João;
e) N.D.A.
~6.1 " \~~:t .~~~~í~G.!-:.~S-...~
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.i '> ~ ••
~ ; ~
r~ ~1 ~
.ç. ::'
Raciocínio Lógico - Seqüências LÓgiCas 04. Na questão, observe que há uma relação
entre o primeiro e o segundo grupos de letras. A
01.Qual das palavras não pertence ao grupo mesma relação deverá existir entre o terceiro
em cada uma das seguintes questões? grupo e um dos cinco grupos que aparecem nas
alternativas, ou seja, aquele que substitui
a. a) cabana b) chalé c) bangalô @fazendGY" corretamente o ponto de interrogação. Considere
que a ordem alfabética adotada é a ofICiaI e exclui
~ ,/
b. a}platina 't;:)'...arfim c)ouro d)prata as letras K, W e Y.
CASA: LATA':: LOBO:?~ , /
c.'eI papel b) rato c) arvore, d) homem a)SOCO ~OCO c)TOMO d)VOLO
d. a) avião ® eSquilo c) nuvem d) águia/' OS. Testes deQI:. -.::
Aponte o Intruso entre as Figuras
e. Q carbono b) ferro c) alumínio d) cobre / /,.~"&JI (b) (c) (d) ~ (1, ~
f. a} andar b) correr esentar d) patinar/' [@l··~·~ @)~ g. a) lago b) piscina e água d) lagoa'/
h. a)cadeira ®mad~ira. c)mesà d)armário / . liJi~
(b) (G) (d) ;'I'~
i. a·~.lábio @peito c) narjz d)'orelha/ ~ ~Arnaldo e Oouglas; ~ (j,,,,,,,o!d-0 ~ - 06. J;. (c) (d)g Carlos e Flávio r ~ ~ (a) ® ~'
~Oouglas e Geraldo; C/ ~
~ 03. Uma escola de música oferece apenas os -V t ~/J..cursos de Teclado, Violão e Canto e tem 345.. I
alunos. Sabe~se que nenhum aluno estuda apenas L-Q \~
Canto; nenhum aluno estudaTedacroeVtórão; 07. n ~ 'r'
----------~--~~~--~ ---.._ ..-- (a) (b) '~I' (d) rf'225 alunos estudam Teclado; 90 munos estudam
Teclado e Canto; ~_e~tud.am...a...Qenas
Violão.
~,uantos alunos estudam Canto e Violão? ~
~~ u' vt',"e-.-.''''-
~ 70 b) 120 c) 140 d) 150 rJ. rJ
o ~"o ~--"'~ lr,p\lJ· c c~ ~'
1J-:;::-?f)--'yYfJCI/~ ,/I !.L-t"C}::::? '
ct. 1"" ti to tT O! '" ~.,2 5 J.-I:tJ..:::' gv1 I L...--.-.{) ,_,.....:....J 1U (j V,1 Ó J q -3Lt'c, =-0
ct,-t- O~ f 1- o'" ;2,,2 S , ~qQ C\.'\-b-t-G-tcl--t~-tu+O-'
c;{-tt cO t3S" -I- 5th a -I- o ..,. J- + 90;-0" jl.15""C\+t-:.>J:25
0-+] fj
ç- .t'; 345" _ j1rq + qo -::;1.256.\h :'~
-./ ; .(.,:: +Oo., ::; JJ) -Q. O J
.....--...-.'-----
,- A ')(-}
fiJ
08.
(a) \\ ~'(b) (c)
DME lf
06. Indiquea·palavra mais adequada
logicamente às seqüências dadas:
1. Edifício, cidade, t?~ , país
( )Continente
( ;()Estado c/
( )Planeta
( )Apartamento
2. Foguete, avião, ~ , bicicleta V
( ) cart
( X) trem
( ) tricicfo
( ) navé espacial
3. Terra, Júpiter, Yb~ , Plutão
( )Marte
( )( )Urano U
( )Merciírio
( )Vênus
4. Ponto7 segmento, 'hQ4.v. '., reta
( )espiral
( )arcú
(~)raio .
( )risco',
/0
~
5.ovO, .ú1\JrO... , pupa, borboleta
( )ova
( t> 7? = +
( )
( )= ()+ + + &
( )x x x
20. o o o o + o o o. - o o + + + ? - - -
( )
( )+ex )0
e )Nenhum destes.
.. ..
1. a) cabana b) chalé
2. a)platrna b)marfim c)ouro
3.a) papel b) rato c) árvore
4.a) avião b) esquilo c) nuvE;rií d) águia
5. a) carbono b) ferro d) cobre
6.a) andar b) correr d) patinar
7.a) lago
8-.a) cadeira c) mesa d) armário
~ I 9. a) lábio c) nariz d) orelha
í ,- i cera b) caneta c) papel d) lápis
.e b) iogurte c) manteiga d) Queijo
\ b) riacho c) córrego d) rio
13.0) rança b) escuào c) flecha d) punhal
,
08. Qual o próximo número em cada seqüência
abaixo?
213, 426, 631 , 852, 1065, 1278
144, 121, 100, __, 64, 49
987, 878, __, 660, 551, 442
2, 3, 5, 7, 11, 13, 17, 19, __
1, 3, 6, 10, 15, __
500, 475, 425, 350, 250,
200, 196, 180, 116,
8, 27, 64, 216, 343
4, 8, 16, 32, 64,1Jg
15, 12, 24, 20,33, 28,42,
1, 3,6, 10, 15,21, 28,
2, 6, 12, 20, 30, 42, 56,
1/4, O, 1, -3, 13, -51, 205,
O, 1r 1r 2, 3, 5, 8, 13, 21, 34, __
6, 24, 60, 120, 336, 504, 720
.
" 1, 2, 6, 24,
"
120;"_"_
O, 1, 2, 7, 20, 61, 182,
1, 3, 7 ~ 15, 31, 63, 127, __
09.DESAFIO: "Quatro ãmigos eVincent,.Violet,
Scanet e Kurt) estavam fazendo trilha e acabaram
perdenâõ o fl'jxârío. Na vólta, sé depafárám com
uma ponte estreita~ comprida com capacidade
máxima para "2 pessoas atravessarem
simultaneamente" A uz está sumindo rapidamente .
e os 4 amigos só tem 1 lanterna para utilizar na .
travessia. Como Vincent havia se machucado, 'seu
tempo para atravessar a' ponte é de 10 minutos.
Violet conseoue atrãvessá-Ia em 1 mTnuto, Scanet
"em 5 minutos e Kurt em 2 minutos. Ap6s pensar
um pouco, Kúrt chegou a condusão que é-possível
que todos'f:'assem para o outro lado em apenas 17
minutos. Qual foi a solução'"Que Kurt encontrou?"
--\:.t :"~l~ ~ 4Q~
K.w..r
.;t""l/>)K\ 4:
~~I'~ -- fi> li rr;/rv
3
http:1"1-'hV..rf
1 (p i(
'l (fé) ~~
~ ao;? Ibt 'rgb '-l:..I '9{;-'?;,t YJI; ~ (rr
X ("O
"
-"-"-~-----------'----.
,{ \Í\J. 1
7;,;}" T ./.1Jt" q',~'C' riAq, f,tq IpI-Observe:
Observe:
5
4"
Quando o numerador é m'àior que o denominador te
mos yma fração imprópria.
Frações Equivalentes
Duas ou mais frações são equivalentes, quando repre
sentam a m~sma quantidade.
Matem'ática
j ;
2
T
1 2 _ ~
Dizemos que: 2 = 4" - 6
• Para obter frações equivalentes. devemos multiplicar
ou dividir o numerador por mesmo número diferente
de zero.
2 3 3
Ex:!,2 ou
2 2 4 2 3 6
• Para simplificar frações devemos dividir o numerador e
o denominador, por um mesmo número diferente de ze
ro,
• Quando não for mais possível efetuar as divisões
dizemos que a fração é irredutível.
Exemplo:
18,2 9
- - ~ => Fração Irredutível ou Simplifi
12' 2 6 6
cada
1 3
Exemplo: - e
3 4
Calcular o mmc (3.4):
3.4U2x 12
3,2 então mmc (3,4) =
3,1 3
1,1 1
3
e - =
3 4
(12:3)·1 (12: 4).3e -'----'-- temos:
12 12
4 9
-6
12 12
- 1. . I t 4
Afraçao e eqUlva en e a -.
3 12
A fração ~ equivalente ~.
4 12
10
~ii
-'E
-
ÇÕ"éS
"
-'I
.--(
-' ç
- ou -- ou denominadores iguais (ordem decrescente)
3 3
~ > ~ numeradores iguais (ordem crescente)
5 3
Simplificação de frações
Para simplificar frações devemos dividir o numerador e
o denominador por um número diferente de zero.
Quando não for mais possível efetuar as divisões. di
zemos q"ue a fração é irredutível. Exemplo:
18: 2 9: 3 3
-:
12: 2 6: 3 2
Fração irredutível ou simplificada.
9 2) 36.Exercicios: Simplificar 1) 12 45
-. !!oi
Matemática
3
Respostas: 1) - 2) i
4 5
Redução de frações ao menor denominador comum
3
Ex.: e
3 4
Calcular o mmc (3,4):
3.4 2
3.2 2 x então mmc (3, 4) =12
3,1 3
1.1 12
3 _ (12:3)·1 (12:4)·3
e-- e-
3 4 12 12
temos:
4 9 e
12 12
- 1, . I 4 .Afraçao - e eqUlva ente a -.
3 12
- 3 . I 9Afraçao eqUlva ente - .
4 12
Exemplo:
2 ? 4 => numeradores diferentes e denominado3 . 5
res diferentes m.m.c.(3, 5) = 15
(15:3).2 ? (15.5).4
=
15 . 15
10 12
-/I 111 IV
As letras P, Q -e R representam p~-o-17,2 E Q
Os números inteiros podem ser escritos com forma de
fração
Ex.: 7 E Q, pois 7 = .!i
2
-9
- 3 E Q, pois 3" =-3 'U
Os números decimais infinitos e não periódicos não po
dem ser escritos em forma de frações.
Ex.: 1,4142135.. , eQ, 1,7320508... e Q, 3,14159." eQ
Concluímos que Z c Q,
Exercícios
Completar com:
1) 2/3 G Q
2)-6 G Q
3)0,3~Q'e-
4) -1,77777... Q 4
5) 2,31097521078 ... --t- Q
Respostas: 1) E 2) E 3) E 4) E 5) e
ObS.:Para realizarmos operações com frações negati
vas, usamos o mesmo procedimento como nas frações
positivas, já estudadas, obedecendo às regras decimais do
conjunto Z,
Exercícios. Efetuar:
0_'
1 .2---,'~,INVERSA
Grandezas como tempo de trabalho e número de ope
rários para a mesma tarefa são, em geral, inversamente
proporcíonais. Veja: Para uma tarefa que 10 operários
executam em 20 dias, devemos esperar que 5 operários a
realizem em 40 dias.
Podemos destacar outros exemplos de grandezas
inversamente proporcionais:
1. Velocidade média e tempo de viagem, pois,
se você dobrar a velocidade com que anda, mantendo
fixa a distância a ser percorrida, reduzirá o tempo do
percurso pela metade.
2. Número de tomeiras de mesma vazão e tem
po para encher um tanque. pois, quanto mais tornei-
Apostilas
Duas grandezas são inversamente proporcionais
quando, aumentando (ou diminuindo) uma delas numa
determinada razão, a outra diminui (ou aumenta) na
a razão.
ras estiverem abertas, menor o tempo para completar
o tanque.
Podemos concluir que:
Vamos analisar outro exemplo. com o objetivo de
reconhecer a natureza da proporção, e destacar a razão.
Con~idere a situação de um grupo de pessoas que. em
férias, se instale num acampamento que cobra $100,00 a
diária individual.
Observe na tabela a relação entre o número de
pessoas e a despesa diária:
I
Número de
pessoas
1 2 4 5 10
Despesa
diária ( $)
100 200 400 500 1.000
Você pode perceber na tabela que a razão de aumento
do número de pessoas é a mesma para o aumento da
despesa. Assim, se dobrarmos o número de pessoas,
dobraremos ao mesmo tempo a despesa. Esta é portanto,
uma proporção direta, ou melhor, as grandezas número de
pessoas e despesa diária são diretamente proporcionais.
Suponha também que, nesse mesmo exemplo, a
quantia a ser gasta pelo grupo seja sempre de $2.000,00.
Perceba, então, que o tempo de permanência do grupo
dependerá do número de pessoas.
Analise agora a tabela abaixo:
Número de 1 2 4 5 10
pessoas
Tempo de
I
permanência 20 10 5 4 2
I(dias)
Note que, se dobrarmos o número de pessoas, o tempo
de permanência se reduzirá á metade. Esta é, portanto,
uma proporção inversa. ou melhor, as grandezas número
de pessoas e número de dias são inversamente proporcio
nais.
4. DIVISÃO EM PARTES PROPORCIONAIS
4. 1 Diretamente proporcional
Duas pessoas, A e B, trabalharam na fabricação de um
mesmo objeto. sendo que A ° fez durante 6 horas e B
Matemática 17
Apostilas
durante 5 horas. Como. agora, elas deverão dividir com
justiça os $ 660.00 apurados com sua venda? Na verdade,
o que cada um tem a receber deve ser diretamente propor
cionai ao tempo gasto na confecção do objeto.
Dividir um número em partes diretamente proporcionais a
outros números dados é encontrar partes desse número
que sejam diretamente proporcionais aos números dados
e cuja soma reproduza o própri0 número.
No nosso problema, temos de dividir 660 em partes
diretamente proporCionais a 6 e 5. que são as horas que A
e B trabalharam.
Vamos formalizar a divisão. chamando de x o que A
tem a receber, e de y o que B tem a receber.
Teremos então:
X+Y=660
x Y
6 5
Esse sistema pode ser resolvido, usando as
propriedades de proporção. Assim:
X+Y . --=Substituindo X + Y por 660, vem:
6+5
660 =~ => X = 6 . 660 =360
11 6 11
Como X + Y =660, então Y =300
COr)cluindo, A deve receber $ 360,00 enquanto B, $
300,00.
4.2 Inversamente proporcional
E se nosso problema não fosse efetuar divisão em par
tes diretamente proporcionais, mas sim inversamente? Por
exemplo: suponha que as duas pessoas, A e B, trabalhá
ram durante um mesmo período para fabricar e vender por
$ 160,00 um certo artigo. Se A chegou atrasado ao traba
lho 3 dias e B, 5 dias, como efetuar com justiça a divisão?
O problema agora é dividir $160,00 em partes inversamen
te proporcionais a 3 e a 5, poi'" deve ser levado em consi
deração que aquele que se atrasa mais deve receber me
nos.
Dividir um número em partes inversamente proporcionais
a outros números dados é encontrar partes desse núme
ro que sejam diretamente proporcionais aos inversos dos
números dados e cuja soma reproduza o próprio número.
No nosso problema, temos de dividir 160 em partes in
versamente proporcionais a 3 e a 5, que são os números
de atraso de A e B. Vamos formalizar a divisão, chamando
de x oque A tem a receber e de y o que B tem a receber.
Matemática 18
Teremos:
x + Y=160
x _ y
1-1
3 5
Resolvendo o sistema, temos:
x+y _ x x+ _ x
-1-1 - 1 => 8 -"1
- + - .. ...
3 5 3 15 3
Mas, como x + y = 160, então
160 x 160 1
-~ =>x= . =>
8 8 3
15 3 15
15 1
~ x=160 . - . - ~ x=100
8 3
Como x + y =160, então y = 60. Concluindo, A deve
receber $ 100,00 e B, $ 60,00.
4.3 Divisão proporcional composta
Vamos analisar a seguinte situação: Uma empreiteira
foi contratada para pavimentar uma rua. Ela dividiu o traba
lho em duas turmas, prometendo pagá-Ias proporcional
mente. A tarefa foi realizada da seguinte maneira: na pri
meira turma, 10 homens trabalharam durante 5 dias; na
segunda turma, 12 homens trabalharam durante 4 dias.
Estamos considerando que os homens tinham a mesma
capacidade de trabalho. A empreiteira tinha $ 29.400,00
para dividir com justiça entre as duas turmas de trabalho.
Como fazê-lo?
Essa divisão não é de mesma natureza das anteriores.
Trata-se·aqui de uma divisão composta em partes propor
cionais, já que os números obtidos deverão ser proporcio
nais a dois números e também a dois outros.
Na primeira turma, 10 homens trabalharam 5 dias, pro
duzindo o mesmo resultado de 50 homens, trabalhando por
um dia. Do mesmo modo, na segunda turma, 12 homens
trabalharam 4 dias, o que seria equivalente a 48 homens
trabalhando um dia.
Para a empreiteira, o problema passaria a ser, portanto,
de divisão diretamente proporcional a 50 (que é 10 . 5), e
48 (que é 12 .4).
Para dividir um número em partes de tal forma que uma I
delas seja proporcional a m e n e a outra a p e q, basta I
divida esse número em partes proporcionais a m . n e p . I
q. J
Convém lembrar que efetuar uma divisão em partes
inversamente proporcionais a certos números é o
mesmo que fazer a divisão em partes diretamente pro
porcionais ao inverso dos números dados.
.::,"
..
Ã~
-'
--"
,j
â,
"Cc
1')(
yfl
'l
-€
'lI
'ni
,4'
~!
]O
"l'
-6
li
--
--- -
Apostilas
Resolvendo nosso problema, temos:
Chamamos de x: a quantia que deve receber a primeira
turma; y: a quantia que deve receber a segunda turma.
Assim:
X = ou x =.:L
10·5 12·4 50 48
x+y x
~--=--
50 + 48 50
,~
Como x + y =29400, então 29400 = x
98 50
~ x=29400· 50 ~ 15.000
98
Portanto y = 14400.
Concluindo, a primeira turma deve receber $15.000,00
da empreiteira, e a segunda, $ 14.400,00.
Observação : Firmas de projetos. costumam cobrar
cada trabalho usando como un!dade o homem-hora. O
nosso problema é um exemplo em que esse critério
poderia ser usado, ou seja, a unidade nesse caso seria ho
mem-dia. Seria obtido o valor de $ 300,00 que é o
resultado de 15 000 : 50, ou de 14400 : 48.
REGRA DE SOCIEDADE
1. INTRODUÇÃO
Os problemas que este capitulo se propõe a discutir e
resolver, como você logo perceberá, não são nada mais do
que aplicações dos casos de divisões em partes proporcio
nais.
Por sociedade entendemos, aqui, um grupo de duas ou
mais pessoas que se juntam. cada uma com um determi
nado capital, o qual deverá ser aplicado por um certo tem
po, numa atividade qualquer, com o objetivo de conseguir
lucros.
Suponha, por exemplo, que' 'tres amigos ganhem
r-.
$9.000,00 na loteria, como resultado da premiação de um
jogo, cujo valor total era $ 4,50.
Considere que os sócios cc,llribuíram com as seguintes
quantias:
Capital ($)Sócios
A 1,00
B 1,50
C 2,00
Quanto cada sócio deverá receber? Naturalmente, este
é um caso de divisão em partes diretamente proporcionais
às quantias investidas. Assim, temos:
~
!!!!!!
. Matemática 19
,
A B C
I,00 1,50 2,00
A+ B +C == 9.000,0
Resolvendo o sistema:
A+B+C A B c
--=::--=-
1,00 + 1,50 + 2,00 1,00 1,50 2,009.000,00 A
~ = ~
4,50 1,00
~A= 9.000,00.1,00
4,50
Então A =2.000,00
Usando o mesmo processo, encontraremos:
B =3.000,00 e C = 4.000,00
Portanto, A receberá $ 2.000,00; B receberá $ 3.000,00
e C receberá $ 4.000,00.
Nos casos de sociedades mais complexas, é
importante também o período de tempo durante o qual
cada sócio deixa seu dinheiro investido.
O que define uma sociedade comó simples ou compos
ta é o fato de os capitais aplicados e de os períodos de
tempo da aplicação serem iguais ou diferentes para cada
sócio.
2. REGRA DE SOCIEDADE SIMPLES
Primeiro caso: Os· capitais são diferentes, mas
aplicados durante períodos de tempo iguais. Nesse caso
podemos afirmar que:
Os lucros ou preJUlzos serão divididos em partes"
diretamente proporcionais aos capitais investidos.
Exemplo:
Gigi e Helena montaram uma casa de chocolates
caseiros. Os capitais investidos foram:
I
Sócios Capital Investido
Gigi 2.500,00
r Helena 2.000,00.
Ao final de um ano, o balanço apurou um lucro de
$13.500.00. Quanto cada uma deverá receber?
Chamando de x e y o que Gigi e Helena devem
respectivamente receber. teremos:
2500 2000 e x + y = 13500
http:13.500.00
- -
------------
Apostilas
Aplicando as propriedades das proporções já vistas,
temos:
x y x+y 13500"
--::;:--::;: ::;:--::;:J
2500 2000 2500 + 2000 4500
x
2500 ::;:3=:>x::;:7500
y
2000 ::;: 3 =:> y ::;: 6000
Portanto, Gigi receberá $ 7.500,00 e Helena $ 6.000,00.
Segundo caso: O~ capitais são iguais, mas aplicados
durante periodos de tempo diferentes. Nesse caso
podemos afirmar que: .
Os lucros ou prejuizos serão divididos em partes
diretamente proporcionais aos periodos de tempo em
ue os capitais ficaram investidos.
Exemplo:
Três amigos, A, B e C, juntaram-se numa sociedade
com idêntica participação no capital inicial. A deixou seu
capital no negócio durante 4 meses, B por 6 meses e C
durante 3 meses e meio. Dividir com justiça, o lucro
auferido de $ 162.000,00.
Neste problema há a necessidade de, inicialmente,
transformarmos os periodos de tempo para uma mesma
unidade: ou meses, ou dias. Vamos usar a unidade dias,
considerando o mês comercial com 30 dias.
A B C
r ._- 1- ,~-
FB+:~1~::OO
Aplicando as propriedades, temos:
A B c A+B+C
--::;:--::;:--= =
120 180 105 120+180+105
162000 400
405 .'
A
-- ::;: 400 =:> A ::;: 48000
120
B
-- ::;: 400 =:> B ::;: 72000
180
C
-- ::;: 400 =:> C ::;: 42000
105
Desta maneira, os lucros auferidos por A, B e C serão,
respectivamente, $ 48.000,00, $ 72.000,00 e $40.000,00.
3. REGRA DE SOCIEDADE COMPOSTA
-
Nas sociedades compostas, tanto os capitais quanto os
periodos de investimento são diferentes para cada sócio.
Trata-se, portanto de dividir os lucros ou os prejuizos em
"c
~'partes diretamente proporcionais, tanto ao capital quanto
ao periodo de investimento.
I Quando os capitais ou periodos de tempo forem diferen-I
tes, os lucros ou os prejuizos serão divididos em partes i '(
diretamente proporcionais ao produto dos capitais pelos:
eriodos de tempo respectivos. ___i
~I
--d,Exemplo:
Uma sociedade lucrou $ 117.000,00. O primeiro sócio
entrou com $ 1.500,00 durante 5 meses, e o outro, com $
r
2.000,00 durante 6 meses. Qual foi o lucro de cada um?
T
Trata-se de um caso de regra de sociedade composta. é
r
Chamando de x o que o primeiro sócio deve receber e de y
(o que o segundo recebe, temos:
'-:[
X l'
1500.5 ::;: 20ÓO. 6 e x +y -= 117000
'.
Aplicando as propriedades, vem: J
x _ y _ x +y _ 1 I 7000 _ 6
7500 12000 19500 19500
-;
~r:
x
7500 ::;: 6 => x::;: 45000 e
r
12000::;: 6 =:> y::;: 72000
j
Portanto, o primeiro sócio receberá $ 45 000,00 e o
,i
r
-(
segundo $ 72 000,00. ,
f.[REGRA DE TRÊS SIMPLES E COMPOSTA] '1
~
.f. r
k1. INTRODUÇÃO "t::
.'~
Nos capitulos anteriores, quando analisamos grande
zas proporcionais, procuramos apenas reconhecer a natu
reza da dependência entre elas. Neste capitulo, vamos
ampliar nossa análise, incluindo os valores numéricos
envolvidos nessa dependência e determinando os que são
desconhecidos.
Um problema tipico, por exemplo, é determinar a dis
tância que um automóvel percorrerá em 8 horas, sabendo
que, se a mesma velocidade for mantida durante 6 horas, o
carro percorrerá 900 km.
Para a resolução deste problema, duas questões são
colocadas: a primeira é quanto à natureza da proporção
entre as grandezas envolvidas; a segunda refere-se à
montagem da proporção.
Matemática 20
L
Apostilas
Ao conjunto das respostas a essas duas questões
propostas e à determinação do valor desconhecido dá-se o
nome de regra de três.
2. REGRA DE TRÊS SIMPLES
Retomando o problema do automóvel, vamos resolvê-lo
com o uso da regra de três de maneira prática.
Devemos dispor as grandezas, bem como os valores
envolvidos, de modo que possamos reconhecer a natureza
da proporção e escrevê-Ia. Assim:
Grandeza 1: tempo Grandeza 2: distância
(horas) percorrida
(km)
9001 : 1x
Observe que colocamos 'na mesma linha valores que se
correspondem: 6 horas e 900 km; 8 horas e o valor
desconhecido.
Vamos usar setas indicativas, como fizemos antes, pa
ra indicar a natureza da proporção. Se elas estiverem no
mesmo sentido, as grandezas são diretamente proporcio
nais; se em sentidos contrários, são inversamente propor
cionais.
Nesse problema, para estabelecer se as setas têm o
mesmo sentido, foi necessário responder à pergunta:
"Considerando a mesma velocidade, Sé aumentarmos o
tempo, aumentará a distância percorrida?" Como a respos
ta a essa questão é afirmativa, as grandezas são direta
mente proporcionais.
Já que a proporção é direta, podemos escrever:
6 900
8 x
- 7200 IEntao: 6. x = 8.900 => x =--= 200
6
Concluindo, o automóvel percorrerá 1 200 km em 8
horas.
-ê
Vamos analisar outra situação em que usamos a regra
de três.
Um automóvel, com velocidade média de 90 kmlh,
percorre um certo espaço durante. 8 horas. Qual será o
tempo necessário para percorrer o mesmo espaço com
uma velocidade de 60 km/h?
(km/h) --,I
~1 90
!
!
!
60
-
A resposta à pergunta "Mantendo o mesmo espaço
percorrido, se aumentarmos a velocidade, o tempo aumen
tará?" é negativa. Vemos, então, que as grandezas envol
vidas são inversamente proporcionais.
Como a proporção é inversa, será necessário inverter
mos a ordem dos termos de uma das colunas. tornando a
proporção direta. Assim:
t 60
r : I 90
Escrevendo a proporção, temos:
! =60 ~ x =8·90 = 12
x 90 60
Concluindo, o automóvel percorrerá a mesma distância
em 12 horas.
Regra de três simples é um processo prático utilizado
para resolver problemas que envolvam pares de
grandezas direta ou inversamente proporcionais. Essas
: grandezas formam uma proporção em que se conhece
três termos e o Quarto termo é procurado.
3. REGRA DE TRÊS COMPOSTA
Vamos agora utilizar a regra de três para resolver pro
blemas em que estão envolvidas mais de duas grandezas
proporcionais. Como exemplo, vamos analisar o seguinte
problema.
Numa fábrica, 10 máquinas trabalhando 20 dias produ
zem 2 000 peças. Quantas máquinas serão necessárias
para se produzir 1 680 peças em 6 dias?
Como nos problemas anteriores, você deve verificar a
natureza da proporção entre as grandezas e escrever essa
proporção. Vamos usar o mesmo modo de dispor as gran
dezas e os valores envolvidos.
Grandeza 1:
número de
máquinas
Grandeza 2:
dias
Grandeza 3:
número de peças
1 : r2: 1
2000
1680
Grandeza 1: tempo Grandeza 2:
(horas) velocidade
Matemática 21
Apostilas
Natureza da proporção: para estabelecer o sentido das
setas é necessário fixar uma das grandezas e relacioná-Ia
com as outras.
Supondo fixo o número de dias, responda á questão:
"Aumentando o número de máquinas, aumentará o número
de peças fabricadas?" A resposta a essa questão é afirma
tiva. Logo, as grandezas 1 e 3 são diretamente proporcio
nais.
Agora, supondofixo o número de peças, responda á
questão: "Aumentando o número de máquinas, aumentará
o número de dias necessários para o trabalho?" Nesse
caso, a resposta é negativa. Logo, as grandezas 1 e 2 são
inversamente proporcionais.
Para se escrever corretamente a proporção, devemos
fazer com que as setas fiquem no mesmo sentido, inver
tendo os termos das colunas convenientes. Naturalmente,
no nosso exemplo, fica mais fácil Lnverter a coluna da
grandeza 2.
r: 1
2000
16801 :
Agora, vamos escrever a proporção:
10 6 2000-=_._-
x 20 1680
(Lembre-se de que uma grandeza proporcional a duas
outras é proporcional ao produto delas.)
10 = 12000 =:>x 10·33600 =28
x 33600 12000
Concluindo, serão necessárias 28 máquinas.
Regra de três cOmposta é um processo prático utilizado
para resolver problemas que envolvem mais de duas
Iarandezas proporcionais.
PORCENTAGEM
RAZÃO CENTESIMAL (OU PORCENTUAl)
Denomina-se razão centesimal ou porcentual toda ra
zão cujo conseqüente é igual a 100.
Exemplos
~ , 'que pode ser representada pelo simbolo 3% (lê-
se: três por cento).
iii
25 .
-, que pode ser representada pelo slmbolo 25%
100
(lê-se: vinte e cinco por cento).
52
-, que pode ser representada pelo simbolo 52%
100
(lê-se: cinqüenta e dois por cento).
300 '
, que pode ser representada pelo símbolo 300%
100
(lê-se: trezentos por cento).
Uma razão comum, como por exemplo ~ pode ser
4
transformada em razão porcentual. procedendo-se da
seguinte maneira:
3 75
75%4=t 100
foi obtido dividindo-se 3 por 4
SIGNIFICADO DA EXPRESSÃO %
Quando ouvímos ou lemos:
"Grande loja está liquidando seus produtos, com
descontos de 30%", significa que sobre cada R$ 100,00
do preço de uma mercadoria há um desconto de R$
30,00.
"Das pessoas entrevistadas, 50% votariam no can
didato X para prefeito·, significa que sobre cada 100
pessoas entrevistadas. 50 votariam no candidato X pa
ra prefeito.
MÉTODO PRATICO PARA CALCULAR A PORCEN
TAGEM
Vamos recordar que:
3 3
- de 20 pode ser representado por: - x 20
4 4
7 7
de 500 pode ser representado por: X 500
100 100
Aplicando este conhecimento, estudaremos um proces
so prático para calcular a porcentagem.
1.° exemplo:
Calcular 12% de R$ 500,00
12
12%= - =012
100 '
'-,,'
-'
.>
~(
~(
Matemática' 22
100 -l
I
I
\;.:'·~·~l··
Apostilas-~
.F
f,
/--
,,
~
I
J
t
~.I
..·1
."
~r
.~
,-
12% de R$ 500,00 =
0,12 x R$ 500,00 = R$ 60,00
2.° exemplo:
o preço de uma televisão é R$ 650,00. Para pagamen
to a vista, há um desconto de 15%. Calcular:
a) a quantia referente ao desconto;
b) preço da televisão para pagamento a vista.
15
15%= - =015
100 '
15% de R$ 650,00 = 0,15 x R$ 650,00 = R$ 97,50
(desconto)
R$ 650,00 - R$ 97,50 = R$ 552,50 (preço para paga
mento a vista)
Resposta:
a) O desconto foi de R$ 97,50.
b) O preço, para pagamento a vista, é R$ 552,50.
3' exemplo:
O salário de uma pessoa é R$ 1600,00 e sofreu um
reajuste de 32,5%. Qual é o novo salário dessa pessoa?
32 5% = 32,5 = O325
, 100 '
32,5% de R$ 1600,00 =
0,325 X R$ 1600,00 = R$ 520,00 (reajuste)
R$1 600,00 + R$ 520,00 =R$ 2120,00 (novo salário)
Resposta: O novo salário dessa pessoa é R$ 2120,00.
Exercicios:
01- Um aluno não pode faltar a mais de J.. das aulas
4
dadas durante o ano. Isto é o mesmo que dizer que
não pode faltar a mais de 25% das aulas dadas? N'W1
02- 10% de uma quantia é o mesmo que J.. dessa quan
10
tia? ;).IN'I
03- Uma comissão de venda de R$ 3,00 em cada R$ 25,00
a quantos por cento corresponde? \~,
3
04- Exprimir as razões seguintes sob a forma de %: ; 2
4
11
: 5, 9 : 9; 200 . \" ~ ~».~ ~.i,
~ f'l'\l.... '
.... ~
Matemática 23
C'\ 1
~. 05- ) Exprimir sob a forma de fração irredutivel: 5%: 2 - %;
'\",j 2
1,5%; 125%.
06- É certo que para calcular í % de uma quantia basta í\
multiplicar por í essa quantia e dividir o produto obtido l 1, )
por 100? ,~'-'"
07
08- Quando um negociante faz a você um abatimento de
15% sobre R$ 42,00, ele calcula o que você tem de
pagar multiplicando 42.00 por 0,85. Está certo? !}i,fVV'"
09- As editoras dão 30% de comissão aos vendedores e
7% aos autores sobre o preço de venda. Quanto ga
nham, rESpectivamente, o vendedor e o auto( por um
livro que é vendido por R$ 30,00? "1> 9,00 ~~ \0
10- Um negociante concede um abatimento de 5% sobre
o preço marcado numa mercadoria e o desconto~'de
R$ 21,00. Qual o preço marcado? ~\J." .
11- Se um negociante lhe vende uma camisa d R$
120.00 por R$ 102.00. quantos por cento lhe conce-. /
deu de desconto? 1ç f.
12- Uma pessoa compra um terreno de R$ 20.000,00 e
vende-o com lucro de R$ 4.000.00. Qual a porcenta
gem de lucro?
13- Uma pessoa revende um automóvel por R$ 15.000,00,
lucrando 25% sobre o preço de compra. Por quanto
havia comprado o automóvel?
14- Uma pessoa compra uma geladeira e a revende por
R$ 1.440,00, com um prejuízo de 28% sobre o preço
de compra. Por quanto havia comprado a geladeira?
15- Uma pessoa compra uma propriedade por 11 mil
cruzeiros. Paga de taxas, comissões e escrituras R$
1.200,00. Por quanto deve revendê-Ia para lucrar
20%, sobre o custo?
16- Por quanto devo revender um objeto que comprei por
R$ 40,00 de modo que tenha um lucro de 20% sobre
o preço de venda?
17- Um atirador faz 320 disparos contra um alvo. tendo
acertado 288 vezes. Qual foi a porcentagem de tiros
certos e qual a de tiros errados?
18- Medindo-se um ângulo de 25°. por imperfeição. acha
se 22° 56'48". Qual a porcentagem de erro?
19- Qual o preço de custo de uma mercadoria vendida por
R$125,00, com prejuízo de 20% sobre o preço de
venda?
http:4.000.00
j
Apostilas
20- Na venda de um certo objeto houve lucro de R$ 12,00
correspondente a 16% do preço de custo. Qual o pre
ço do custo do objeto?
21- Certa mercadoria foi vendida por R$ 252,00, dando
um lucro de 20% sobre o custo ao vendedor. Quanto
lhe custou a mercadoria?
22- Por R$ 750,00 vendi minha máquina fotográfica com
25% de prejuizo sobre o seu custo. Por quanto com
prei a maquina?
23- Comprou-se certa mercadoria. Sobre o custo, pagou
se 5% de imposto e 3% de frete. Sendo a mercadoria
vendida por R$ 27,00 dá um lucro de 25%. Por quanto
foi comprada?
24· Patricia comprou uma rádio com abatimento de 10%
sobre o preço· marcado e pagou, então, R$ 360,00. O
preço marcado era:
a) R$ 396,00
b) R$ 324.00
c) R$ 400,00
d) R$ 36.00
e) R$ 3.600.00
25- Um negociante ao falir só pôde pagar ~ do que
36
devia. Se possuísse mais R$ 23.600.00. poderia pa
gar 80% da divida. Quanto ele devia?
Respostas
"1) Sim
" .\.~)Slm
'3) 12%
'\. 4) 75%; 40%;100%;
1
(\5-%
'" 2
'\ 1 1 3 5
''5) . . .
". 20 ' 40 ' 200 '"4
''6) Sim
7) R$ 3.60
'8) Sim
-'9) R$ 9.00 R$ 2.10
-.::::10) R$ 420,00
.'
'11) 15%
···•.j2) 20%
13) R$12.000.00
14) R$ 2.000.00
15) R$ 14.640,00
16) R$ 50,00
17) 90% e 10%
18) 8~%
75
19) R$150.00
20) R$ 7S,OO
21) R$ 210,00
22) R$ 1.000,00
23) R$ 20,00
24) C
25) R$ 72.000,00
Juros Simples
1 JUROS SIMPLES
1.1 Conceito
A fim de produzir os bens de,qúe necessita. o ho
mem combina os fatores proautivos - recursos naturais,
trabalho e capital. Organizando a produção, o homem gera
iii
as mercadorias e os serviços destinados ao seu consumo
A venda desses bens gera·a renda. que é distribuída entre
os proprietários dos fatores produtivos. Assim. os proprietá
rios dos recursos naturais recebem remuneração na forma
de aluguéis; os proprietários da força de trabalho recebem
salários; os organizadores da produção recebem lucros e
os proprietários do capital recebem remuneração na forma
de juros.
Desta forma, os juros constituem uma parte da ren
da. que é distribuída aos proprietários do capital (máqui.
nas, equipamentos, ferramentas etc.).
No cálculo financeiro. juro é uma compensação. em
dinheiro pelo uso de um capital financeiro. por determinado
tempo. a uma