Prévia do material em texto
Projetos de circuitos eletropneumáticos e eletro-hidráulicos Prof. Raphael de Souza dos Santos Descrição Conceitos essenciais para automatização elementos de entrada, processamento e saída dos sinais, assim como integração e processamento, com os elementos de saída nos sistemas pneumáticos e hidráulicos. Propósito A automatização de sistemas eletropneumáticos e eletro-hidráulicos é fundamental tanto para os processos industriais quanto para a otimização e o aprimoramento dos recursos e da mão de obra envolvida nos processos produtivos. Vamos apresentar os principais elementos de entrada e os dispositivos de entrada e saída do processamento de sinais necessários para se permitir que os sistemas promovam alterações nos processos físicos para os quais foram especificados. Objetivos Módulo 1 Principais elementos de entrada Nomear os principais elementos de entrada de sinais para sistemas eletropneumáticos e eletro-hidráulicos. Módulo 2 Componentes de processamentos de sinais Identificar os principais elementos aplicados ao processamento de sinais para sistemas eletropneumáticos e eletro-hidráulicos. Módulo 3 Principais elementos de saída Nomear os principais elementos de saída de sinais para sistemas eletropneumáticos e eletro-hidráulicos. Módulo 4 Processo de automatização Reconhecer o processo de automatização de sistemas eletropneumáticos e eletro-hidráulicos. Introdução Veja, no vídeo sobre a automatização de sistemas eletropneumáticos e sistemas eletro-hidráulicos, como esses sistemas são fundamentais para os processos industriais e para otimização e aprimoramento dos recursos e da mão de obra envolvida nos processos produtivos. 1 - Principais elementos de entrada Ao �nal deste módulo, você será capaz de nomear os principais elementos de entrada de sinais para sistemas eletropneumáticos e eletro-hidráulicos. Os componentes de entradas de sinais de um sistema eletropneumático e eletro-hidráulico Veja os principais conceitos e aspectos que devem ser observados sobre os elementos de entrada. Elementos de entrada: botoeiras Os elementos de entrada são aqueles responsáveis por emitir as informações do processo físico para os circuitos, como os elétricos, pneumáticos ou hidráulicos, funcionando, assim, como entrada ou estímulos externos. Esses elementos podem fornecer sinais musculares, elétricos, eletrônicos, pneumáticos, hidráulicos ou uma combinação deles, sendo destinados principalmente para ações de energização ou desenergização de um circuito ou parte dele. As botoeiras ou botões são chaves elétricas ou mecânicas acionadas manualmente que apresentam geralmente um contato aberto e/ou outro fechado. Quando o sinal a ser enviado é do tipo elétrico, os botões possuem contatos metálicos normalmente abertos e/ou fechados, como pode ser visto ao lado. É possível observar que os sinais elétricos são conectados a 1 ou 2 terminais do botão (entradas) e direcionados para o circuito através dos terminais de saída. Exemplo de diversos tipos de botões. Dessa maneira, dependendo do sinal a ser enviado para o circuito, o botão pode ser de três tipos: Pulsador Trava Cogumelo Veja a seguir mais detalhes sobre cada um desses botões. Pulsador Os botões pulsadores ou pulsantes podem ter natureza elétrica ou mecânica. Os de natureza elétrica apresentam 1 ou 2 pares de contato, podendo cada um desses contatos ser normalmente aberto ou fechado, veja: Exemplo de diversos tipos de botões. Já o símbolo representativo dos botões pulsantes elétricos pode ser visto abaixo: Simbologia dos botões pulsantes elétricos: (A) normalmente abertos; (B) normalmente fechados. Os botões do tipo pneumáticos são, na verdade, válvulas direcionais com 2 vias e 3 posições. Dessa maneira, uma posição é fechada, bloqueando a passagem do ar, enquanto a outra via é aberta, permitindo a sua passagem. O acionamento é do tipo muscular, caracterizando seu comportamento como botoeira. Observe na imagem: Imagem e simbologia de um botão pneumático. O que caracteriza os botões do tipo pulsante é a inversão da posição de seus contatos (os contatos abertos se fecham, e os fechados se abrem) quando: O acionamento muscular é feito. Os botões, por ação de uma mola interna, voltam à posição inicial quando o acionamento cessa. Exemplo de aplicação de um botão pulsante elétrico: (A) não acionado; (B) acionado. Em alguns casos, os botões pulsantes elétricos apresentam os dois tipos de contatos (abertos e fechados), sendo ambos acionados por um botão do tipo pulsante e reposicionados por uma mola. É possível observar na imagem que, enquanto o botão estiver pressionado, a carga estará ligada (em amarelo). Porém, quando o botão deixar de ser acionado, o circuito retornará ao seu estado inicial. Trava As botoeiras, sejam elas mecânicas ou elétricas, também podem ser equipadas com travas mecânicas. Ao contrário dos botões pulsantes, as travas permanecem acionadas mesmo após encerrado o acionamento. No caso dos botões do tipo trava, o acionamento é feito por intermédio de um botão giratório que mantém os contatos acionados na última posição para o qual eles foram acionados. Observe na imagem: Imagem e simbologia de um botão pneumático giratório com trava. Nesse caso, para que os contatos retornem à posição inicial, será necessário que o botão seja acionado novamente no sentido contrário àquele utilizado para o acionamento. Veja exemplos de aplicação de botões dos tipos elétrico e pneumático tecla com trava nas imagens abaixo: Exemplo de aplicação de um botão elétrico com trava. Imagem e simbologia de um botão pneumático do tipo tecla com trava. Veja a seguir a representação de um botão giratório com trava e de outro do tipo tecla com trava: Imagem de botões elétricos do tipo: (A) giratório; (B) tecla. Confira agora um exemplo de aplicação de um botão do tipo giratório: Exemplo de aplicação de um botão elétrico do tipo giratório. Cogumelo Um tipo de comando extensamente utilizado no meio industrial, especificamente em situações de emergências e ações de paradas (específicas para desligar circuitos) em momentos críticos, é o botão do tipo cogumelo. Veja os exemplos a seguir em sistemas pneumáticos e sistemas elétricos: Imagem e simbologia de um botão pneumático cogumelo com trava. Sistemas pneumáticos Botão do tipo cogumelo aplicável em sistemas pneumáticos. Imagem de botão elétrico do tipo cogumelo. Sistemas elétricos De funcionamento similar, aqui temos um botão cogumelo aplicado a sistemas elétricos. Chaves de Fim de curso Ilustração de uma chave de fim de curso. As chaves de fim de curso são similares às botoeiras, mas são acionadas exclusivamente por comandos mecânicos. Dessa maneira, essas chaves fazem a comutação dos contatos (os abertos se fecham, e os fechados se abrem) por uma ação mecânica. Uma das aplicações mais comuns para as chaves de fim de curso é detectar as posições dos cabeçotes de máquinas e das válvulas, entre outros, como as posições das hastes de cilindros pneumáticos e hidráulicos. A imagem ao lado mostra um diagrama esquemático de uma chave de fim de curso. A ilustração e o símbolo representativo de uma chave de fim de curso elétrica podem ser conferidos a seguir: Ilustração e símbolo de uma chave de fim de curso. Rolete O acionamento de uma chave de fim de curso pode ser realizado de diferentes maneiras, podendo ser o acionamento do tipo: Pino Rolete mecânico Alavanca Haste Cruzeta Gatilho Observe uma chave de fim de curso do tipo rolete: Ilustração e símbolo de uma chave de fim de curso do tipo rolete pneumática. As chaves de fim de curso elétricas têm um princípio de funcionamento idêntico ao das chaves de fim de curso pneumáticas; entretanto, elas possuem contatos normalmente abertos e fechados (similar aos contatos elétricos ilustrados na imagem acima). Em ambas, o acionamento é realizado pelo contato entre o rolete mecânico e a superfície cuja posiçãose deseja detectar, fazendo com que os contatos comutem durante a interação mecânica. Enquanto o rolete não é acionado, os contatos permanecem em suas posições iniciais. Contudo, quando o contato é finalmente realizado, ocorre a comutação entre os contatos. Dica As chaves de fim de curso do tipo rolete podem ser mecanicamente acionadas em qualquer direção. Gatilho As chaves de fim de curso do tipo gatilho têm um acionamento similar ao das chaves do tipo rolete. No entanto, por conta de sua articulação mecânica, eles apresentam uma limitação mecânica em seu acionamento, só podendo ser acionadas em uma direção, veja: Ilustração e símbolo de uma chave de fim de curso do tipo gatilho pneumática. Esses roletes também são chamados de escamoteáveis. Sensores Os sensores também constituem elementos de entrada capazes de transmitir sinais elétricos para os equipamentos eletroeletrônicos, por exemplo, controladores ou relés programáveis. Entretanto, diferentemente das chaves de fim de curso, nem todos os sensores dependem do contato físico com as superfícies que se deseja detectar, funcionando com proximidade ou alguma outra grandeza física. Exemplo Campo magnético, campo elétrico, corrente elétrica, umidade e temperatura. Proximidade Os sensores de proximidade apresentam diferentes princípios de funcionamento, podendo ser indutivos, capacitivos ou ópticos, entre outras opções. Em comum, esses sensores possuem: Terminais de alimentação (positivo e negativo) Terminal que transmite um sinal O sinal transmitido pode ser do tipo digital (nível lógico alto ou lógico baixo) ou analógico, cuja intensidade é capaz de variar com a posição do objeto que se deseja detectar. Sensor capacitivo O sensor capacitivo funciona como um capacitor de placas paralelas (com o campo elétrico formado pelas cargas elétricas localizadas em sua superfície). Esses sensores são capazes de detectar a presença de qualquer material por meio de uma variação no campo elétrico. A seguir temos uma imagem e a simbologia do sensor capacitivo: Detectar a presença A distância varia de acordo com o modelo do sensor. Ilustração e símbolo de um sensor capacitivo. Cabe destacar que esse sensor apresenta dois terminais de saída: um normalmente aberto (NPN) e outro, em geral, fechado (PNP). Sensor indutivo O sensor do tipo indutivo tem como princípio de funcionamento a produção de um campo magnético. Esse sensor possui um núcleo, um oscilador e uma bobina que produzem um campo magnético. Quando um objeto metálico ou uma corrente elétrica se aproxima do sensor indutivo, entrando em seu campo magnético, ocorre a detecção de sua presença. Uma imagem e a simbologia do sensor indutivo podem ser observadas abaixo: Ilustração e símbolo de um sensor indutivo. Uma limitação dos sensores indutivos é que eles apenas são capazes de detectar objetos metálicos, sendo amplamente utilizados em detectores de metais. Os sensores com características magnéticas também são empregados em aplicações que usam cilindros lineares com ímãs permanentes cuja detecção pode ser facilmente realizada pela proximidade desse ímã com a posição do sensor. Confira agora uma imagem e a simbologia do sensor magnético de proximidade: Ilustração e símbolo de um sensor magnético de proximidade. Sensor óptico Os sensores ópticos detectam a presença de objetos que não sejam transparentes. A distância de detecção também depende da luminosidade do ambiente. O aspecto construtivo influencia consideravelmente na montagem que utiliza tais sensores, tendo em vista que eles podem ser montados do mesmo lado do objeto a ser detectado ou em lados opostos. Veja, a seguir, a diferença entre os sensores ópticos do tipo barreira fotoelétrica e reflexivo: Barreira fotoelétrica Sensores que possuem seu emissor e seu receptor montados em estruturas diferentes. Assim, eles terão de ser montados frontalmente para que consigam detectar os objetos que interrompem a linha de detecção, produzindo um sinal de saída para o circuito elétrico. Re�exivo Sensores que possuem o seu receptor e o seu emissor montados na mesma base (único corpo), enquanto a detecção da luz é feita por meio da reflexão do feixe luminoso no objeto detectado. Detecção Feixe criado entre o emissor e o receptor. Observe agora uma imagem e a simbologia de um sensor óptico reflexivo de proximidade: Ilustração e símbolo de um sensor óptico reflexivo. A vantagem do reflexivo é a redução de espaço ocupado e a simplicidade em sua montagem. Contudo, o alcance dele é menor que o do sensor de barreira. Atenção! Os sensores, de maneira geral, não são preparados para acionar cargas diretamente por conta de seus baixos níveis de corrente, sendo adequados para o acionamento indireto por intermédio de um circuito de processamento de sinais. Pressostato Os pressostatos, também conhecidos como chaves de pressão, podem ser acionados por sinais pneumáticos ou hidráulicos e produzem um sinal elétrico na saída. Esses sensores detectam variações nas linhas de pressão, promovendo a inversão dos contatos toda a vez que a pressão do ar ou do fluido hidráulico ultrapassa algum limite (geralmente ajustado por uma mola interna ao pressostato). Dessa maneira, ajusta-se a pressão mínima do pressostato pela sua mola. Enquanto essa pressão for inferior a esse valor, os contatos permanecerão em sua posição inicial. Quando ela for ultrapassada, os contatos realizarão uma comutação (Mudança de posição), veja: Variações nas linhas de pressão Acréscimo ou queda. inversão inversão no sentido de rotação do motor. Imagem de um pressostato. Falta pouco para atingir seus objetivos. Vamos praticar alguns conceitos? Questão 1 O circuito do diagrama é utilizado para envio de um sinal elétrico a um controlador a partir do acionamento de uma chave. Observando o diagrama, é possível afirmar que o contato em destaque é do tipo A pulsador normalmente aberto. B pulsador normalmente fechado. C cogumelo. Parabéns! A alternativa D está correta. Pelo comportamento do circuito, nota-se que a chave precisa ser acionada para promover a energização da carga, tratando-se de um contato normalmente aberto. Pelo símbolo do contato apresentado no diagrama, é possível identificar que se trata de um botão com trava. Questão 2 Observe o sistema de segurança ilustrado a seguir. A proposta do sistema é identificar a abertura da janela de maneira não autorizada e a possível invasão do local. O sensor que mais se adequa a essa instalação seria do tipo D botão com trava normalmente aberto. E botão com trava normalmente fechado. A barreira fotoelétrica. B capacitivo. C indutivo. D magnético. Parabéns! A alternativa A está correta. Os sensores ópticos do tipo barreira fotoelétrica apresentam o emissor e o receptor instalados em bases diferentes, podendo ser instalados de maneira frontal. A ruptura do feixe formado entre os dois elementos é responsável pela produção do sinal elétrico para o circuito. 2 - Componentes de processamentos de sinais Ao �nal deste módulo, você será capaz de identi�car os principais elementos aplicados ao processamento de sinais para sistemas eletropneumáticos e eletro-hidráulicos. Os elementos de processamentos de sinais em processos eletropneumáticos e eletro- hidráulicos Veja os principais conceitos e aspectos que devem ser observados sobre os elementos aplicados ao processamento de sinais. E óptico reflexivo. Componentes de processamentos de sinais: contatos auxiliares Os componentes de processamento de sinais são aqueles responsáveis por analisar as informações provenientes dos dispositivos de entrada e combiná-las para que o circuito apresente o resultado desejado. Entre os dispositivos de processamento de sinais, encontram-se os contatos auxiliares. Os contatos auxiliares são essencialmente chaves elétricas (contatos elétricos) acionados por bobinas eletromagnéticas. Esses contatos realizam ações deabertura e fechamento de contatos, permitindo ou não a passagem da corrente elétrica no circuito. Desses contatos, podemos destacar os seguintes: Relés Contatores de potência Contadores Temporizadores As maneiras como esses contatos auxiliares podem ser utilizados nos circuitos são as mais diversas, variando do acionamento de cargas até as alterações no modo de operação. Os circuitos de retenção ou selagem Os circuitos de retenção, de selo ou selagem são amplamente utilizados em comandos elétricos. Eles são fundamentais para aplicações que usam os botões do tipo pulsante. Veja a seguir algumas situações em que os botões pulsantes são utilizados: Contudo, a utilização do botão pulsante apresenta a limitação da falta de trava ou de retenção da posição de chaveamento. Dessa maneira, quando se deseja manter uma carga energizada, é fundamental empregar um contato auxiliar capaz de promover a retenção temporária Operações industriais Devido à segurança que eles proporcionam em casos de falta de energia elétrica. Em condições de queda ou falta de energia, o circuito é automaticamente desligado. Isso não acontece nos botões com a trava, em que o retorno da energia promoverá uma volta súbita da energização do sistema caso o botão não tenha sido desconectado. Ambientes potencialmente explosivos Nesses lugares, esse tipo de botão evita o risco de ignição, a qual, por sua vez, pode ser provocada pela centelha ocasionada pelo chaveamento do contato com trava. desse botão até que o circuito seja devidamente desligado, como pode ser analisado na imagem: Circuito de um contato por retenção: (A) desligado; (B) botão Ligar pressionado; (C) retenção. Quando o botão Ligar for pressionado, o relé será energizado caso o botão Desligar não esteja pressionado. Nessa situação, o contato auxiliar (normalmente aberto) se fecha, formando um bypass no botão Ligar. Mesmo após esse botão ser solto, o circuito permanecerá energizado até que o Desligar seja pressionado. Os sistemas de intertravamento Os circuitos de intertravamento de segurança são fundamentais para que algumas operações de energização sejam realizadas de maneira segura. Exemplo Casos de operação de dois ou mais sistemas elétricos em que o funcionamento de um desses sistemas é incompatível com o do outro, seja por sobrecarga ou restrições de natureza operacional. Nesses casos, os contatos auxiliares são utilizados para impedir o acionamento simultâneo dos circuitos, como demonstra a imagem: Circuito de intertravamento de segurança: (A) Circuitos desligados; (B) Circuito 1 ligado. Na imagem anterior, é possível observar o funcionamento de um circuito de intertravamento, em que o acionamento do circuito 1 por intermédio do botão Ligar leva à impossibilidade de energização (acionamento) do circuito 2 pela abertura do contato auxiliar K1 (energizado pelo relé K1). A ponte H A ponte H é um circuito que encontra vasta utilização no acionamento de motores elétrico. Esse tipo de circuito consiste em um driver de potência de corrente contínua que possibilita a inversão no sentido de rotação do motor. Tal mudança no sentido da rotação é possível graças a uma modificação na polaridade do motor e consequentemente no sentido da corrente elétrica utilizada em seu acionamento. O diagrama ilustra a montagem de uma ponte H. Ponte H na alimentação de um motor de corrente contínua M. Corrente contínua Circuito de alimentação de um motor de corrente contínua. Sentido de rotação do motor Mudança da rotação do sentido horário para o anti-horário e vice-versa. A próxima imagem aponta que o acionamento combinado dos pares de conectores permite a inversão tanto da polaridade do motor quanto, por consequência, do sentido de rotação: Ponte H na alimentação de um motor de corrente contínua M - inversão no sentido de rotação. No circuito da imagem anterior (A), a rotação no sentido horário do motor é promovida pelo acionamento dos botões 1 e 4. Já a inversão no sentido de rotação é realizada graças ao acionamento dos botões 2 e 3 na imagem seguinte (B). No acionamento de motores pneumáticos ou hidráulicos, a inversão do sentido de rotação torna-se mais simples, bastando, para isso, inverter o sentido do fluxo de ar ou do fluido hidráulico que alimenta o motor, veja: Acionamento de um motor pneumático ou hidráulico com inversão no sentido de rotação. Os ampli�cadores eletrônicos De maneira simplificada, os amplificadores são dispositivos capazes de controlar quantidades de energia, podendo aumentar ou reduzir a amplitude de um sinal por meio de seu ganho (G). O ganho de um amplificador é a relação entre a amplitude de seu sinal de saída e a de seu sinal de entrada. Vejamos agora o que ocorre quando: A relação entre a saída do sinal e a entrada é maior que 1 : O circuito funciona como um amplificador. O ganho é menor que 1 e maior que 0 : O circuito opera como um atenuador, podendo torná-lo nulo. O ganho apresenta um sinal negativo: O circuito age como um inversor, podendo ou não amplificar ou atenuar o sinal a depender do valor do ganho. O ganho genérico de um amplificador é dado pela seguinte relação: Atenuador Reduz a amplitude do sinal. (G > 1) (0ligada à saída , veja: Imagem representativa de um amplificador pneumático: (A) representação diagramática de um amplificador pneumático monoestágio; (B) simbologia de um amplificador monoestágio. A amplificação do sinal pneumático é da seguinte relação: (X) (P) A P Ampli�cador de pressão de duplo estágio O amplificador de duplo estágio é utilizado para maiores amplificações de pressão, podendo chegar a 12.000 vezes. Na posição de repouso (imagem abaixo), a válvula não recebeu o sinal de pressão pneumático e a pressão auxiliar ainda é aliviada no escape . A pressão de trabalho permanece sendo aliviada no escape . Imagem representativa de um amplificador pneumático de duplo estágio em repouso. Quando o sinal pneumático é recebido, ocorre o bloqueio de para . A força produzida por promove o bloqueio do ar para , liberando a passagem entre a alimentação e a via de trabalho , veja: Ganho = PA Px (X) (Px) (Rx) P R X Px Rx Px R P A Imagem representativa de um amplificador pneumático de duplo estágio em funcionamento. Falta pouco para atingir seus objetivos. Vamos praticar alguns conceitos? Questão 1 Observando o diagrama da imagem adiante, é possível afirmar que o acionamento do botão B1 no sistema eletropneumático: A fará com que o ar comprimido flua da esquerda para a direita no motor. B fará com que o ar comprimido flua da direita para a esquerda no motor. C acionará o contato por retenção do comando de desligar o motor. D Parabéns! A alternativa A está correta. Com o acionamento do botão B1, o fluido de ar comprimido circulará da esquerda para a direita no motor pneumático. Questão 2 Considere que um sinal enviado por um sensor seja utilizado para o acionamento do relé de um sistema eletropneumático. O sinal proveniente do sensor apresenta uma amplitude igual a 1V. Se a tensão necessária para alimentar o relé for igual a 24V, o ganho necessário para o amplificador será igual a Parabéns! A alternativa B está correta. desligará o contato por retenção do botão de ligar o motor. E interromperá o fluxo de ar para o motor. A 20. B 24. C .1/24 D 25. E .1/20 Ganho = Saída Entrada = 24 1 Ganh o = 24 3 - Principais elementos de saída Ao �nal deste módulo, você será capaz de nomear os principais elementos de saída de sinais para sistemas eletropneumáticos e eletro-hidráulicos. Os elementos de saída nos sistemas eletropneumáticos e eletro- hidráulicos Veja os principais conceitos e aspectos que devem ser observados sobre os elementos de saída. Indicadores luminosos: principais elementos de saída Os elementos de saída são os dispositivos preparados para receber as ordens provenientes das entradas e tratadas pelos circuitos de processamento de sinais. É a partir dos elementos de saída que o trabalho é finalmente executado sobre o circuito. Os dispositivos de saída possuem capacidades diversas, podendo ser utilizados na execução de trabalhos ou na sinalização. Os indicadores luminosos são dispositivos capazes de promover indicações visuais diversas, podendo variar desde lâmpadas incandescentes até LEDs. Em geral, eles são recomendados para locais com boa visibilidade e/ou elevado nível de ruído sonoro, o que impediria qualquer tipo de sinalização por som. Dois exemplos de indicadores luminosos podem ser vistos abaixo: Exemplos de indicadores luminosos. Outro exemplo de utilização desses indicadores é a indicação de posição de válvulas eletropneumáticas, veja: Diagrama de indicação de posicionamento de válvulas eletropneumáticas. Nesse diagrama, é possível perceber a utilização das chaves de fim de curso (destaque em azul) responsáveis por detectar a posição (aberta ou fechada) da válvula. Essas chaves são integradas ao circuito elétrico, funcionando como contatos auxiliares responsáveis pela energização e desenergização dos indicadores luminosos de posição. Na imagem a seguir, percebe-se que as chaves acionam os circuitos dos indicadores, acendendo um indicador luminoso vermelho quando a válvula está totalmente fechada e verde quando ela está totalmente aberta. Indicação da posição da válvula eletropneumática: vermelha – totalmente fechada; verde – totalmente aberta. Indicadores sonoros Os indicadores sonoros são aqueles responsáveis pela emissão dos mais diversos sons, como campainhas, sirenes ou buzinas. Esses indicadores são essenciais para sinalizações de alertas em eventos ocorridos ou prestes a ocorrer. Por isso, eles são recomendados em locais de baixa visibilidade onde os indicadores luminosos não possuiriam grande eficácia. Exemplos de indicadores sonoros. Outro exemplo de utilização de um indicador sonoro pode ser verificado no sistema de acionamento do sistema de prevenção e combate a incêndios, conforme visto na imagem. Atenção! Nesse tipo de sistema, quando há uma detecção de fumaça ou chamas, as unidades de aspersão de água (Sprinklers), as unidades de difusão de CO2 e os sistemas de ventilação – ou qualquer outro sistema utilizado no combate às chamas – são imediatamente ligados. Nessa situação, a sinalização é essencial, tendo em vista que a evacuação do local é mandatória e de extrema importância para preservação da vida. A formação de fumaça no ambiente pode dificultar e até mesmo impossibilitar a visualização dos indicadores luminosos. O alcance curto desses indicadores, além disso, ficaria limitado às pessoas que tivessem contato visual com eles. Em condições como essa, a utilização de indicadores sonoros é fundamental para a sinalização adequada e o alerta do risco. O diagrama da imagem ilustra um circuito para acionamento de um indicador sonoro em um sistema de combate a incêndio. Nesse sistema, a linha de suprimento de água ou CO2 utilizada para o combate a incêndio permanece constantemente pressurizada. Quando o sistema é acionado, a despressurização da linha ocorre pela liberação da água ou do gás. A queda de pressão na linha pode ser utilizada no acionamento do sinal sonoro de indicação de risco e/ou necessidade de evacuação. Observe: Diagrama de sinalização sonora de um sistema de combate a incêndio: (A) sistema preparado; (B) sistema acionado. É possível observar na imagem acima (A) que a linha permanece em stand by com o detector de diferença de pressão conectado à linha de acionamento do alarme. Esse detector é responsável pelo acionamento de um contato auxiliar ligado ao indicador sonoro, o qual, por sua vez, se responsabilizará pela sinalização do sistema. Uma vez acionado o sistema de combate a incêndio, a variação de pressão é identificada e o contato auxiliar fecha, permitindo a sinalização sonora de que o sistema de prevenção e combate entrou em operação. Solenoides Conhecidas como solenoides, as bobinas eletromagnéticas conseguem gerar um campo magnético ao serem energizadas, produzindo um efeito de ímã permanente capaz de atrair objetos com característica ferrosa. Em uma válvula eletropneumática ou eletro-hidráulica, as bobinas solenoides são responsáveis pela movimentação do êmbolo móvel que produz a mudança na posição de trabalho da válvula. Nas válvulas solenoides de pequeno porte, quando uma corrente elétrica percorre a bobina eletromagnética, um campo magnético é responsável por movimentar o êmbolo – por atração ou repulsão – da válvula eletropneumática ou eletro-hidráulica. Essa corrente elétrica é produzida por um elemento de entrada, como um contato elétrico ou um elemento sensor, entre outros exemplos. Válvula solenoide para acionamento de eletro-hidráulico. Já nas válvulas maiores, o acionamento é combinado. A válvula solenoide cria a condição para que o próprio fluido seja capaz de produzir a movimentação (abertura ou fechamento) da válvula solenoide. Esta imagem contém um exemplo de uma válvula solenoide hidráulica para controle de um processo industrial. Próprio �uido Ar ou fluido hidráulico. Atuadores Os atuadores são os elementos de saída capazes de transformar a energiapneumática ou hidráulica em mecânica. A energia mecânica obtida pode ser capaz de produzir trabalho linear ou rotativo, dependendo da necessidade do processo no qual o atuador é empregado. As utilizações dos atuadores rotativos capazes de produzir movimentos angulares ou rotações completas incluem: Abrir e fechar portas e portões; Movimentação de cargas; Indexação de peças e componentes; Içamento de cargas. Os atuadores lineares por retorno por mola ou dupla ação são empregados em diversas atividades, como: Britadeiras Talhadeiras Grampeadoras Esmerilhadeiras Falta pouco para atingir seus objetivos. Vamos praticar alguns conceitos? Questão 1 Observe o diagrama de um circuito eletropneumático com indicador luminoso na imagem adiante. Esse diagrama poder ser representativo de uma prensa pneumática ou de uma guilhotina. Analisando o circuito, é possível afirmar que, com o sistema pronto para operar Parabéns! A alternativa D está correta. A o indicador luminoso ligará quando o pistão chegar à posição final. B o indicador luminoso somente desligará quando o pistão chegar à posição de repouso. C o indicador luminoso só desligará quando o sistema for desenergizado. D o indicador luminoso ligará quando o pistão sair do repouso e só desligará quando o pistão chegar à sua posição final. E o indicador luminoso permanecerá ligado durante toda a operação do sistema. É possível observar que, na condição de repouso, uma chave de fim de curso normalmente fechada (S1) só permite a energização do indicador luminoso quando o pistão é acionado, iniciando seu avanço. O indicador permanecerá ligado até que o pistão chegue à sua posição final, acionando a chave de fim de curso normalmente fechada S2. Questão 2 Indicadores sonoros são amplamente utilizados em ambientes industriais. Em localidades de difícil visualização (visibilidade reduzida), tais indicadores são os preferidos para a sinalização de situações que, de alguma maneira, apresentem riscos ou emergências. O diagrama adiante representa um sistema de içamento de cargas, em que a posição das cargas (acima da linha de visão) dificulta sua observação. Sobre o funcionamento do circuito, é possível afirmar que A quando o motor estiver ligado (tanto na subida quanto na descida), o indicador sonoro será ativado. B o indicador sonoro somente será ligado na descida das cargas. C o indicador sonoro só será ligado na subida das cargas. Parabéns! A alternativa A está correta. Por meio do diagrama, pode-se observar que, ao acionar o motor (tanto para subida quanto para descida de cargas), o indicador sonoro será energizado, sinalizando a movimentação de uma carga. 4 - Processo de automatização Ao �nal deste módulo, você será capaz de reconhecer o processo de automatização de sistemas eletropneumáticos e eletro-hidráulicos. A automatização de processos eletropneumáticos e eletro- hidráulicos D o indicador sonoro apenas será ligado quando o sistema for desligado. E o indicador sonoro será ligado com o sistema energizado, mesmo que o motor não esteja ligado. Veja a seguir os principais conceitos e aspectos que devem ser observados sobre o processo de automatização. A automatização de sistemas eletropneumáticos A automatização de processos industriais é fundamental para a manutenção da qualidade e a otimização dos processos produtivos. O processo de automatização de uma planta incorpora todos os elementos discutidos, a começar pelos elementos de entrada, passando pelos elementos de processamento e terminando nos dispositivos de saída. A integração desses três elementos – que pode incluir ou não um controlador – permite que um sistema industrial seja automatizado. Processo eletropneumático contínuo O desenvolvimento de um processo pneumático contínuo permite a movimentação continuada de um elemento de saída, como atuador, solenoide ou indicador, a partir de um comando de entrada que inicie o processo. Como exemplo, considere o sistema apresentado na imagem abaixo: Diagrama representativo de um processo eletropneumático contínuo. Por intermédio desse diagrama, é possível observar que inicialmente o botão Ligar do circuito elétrico, responsável por energizar o sistema de acionamento da estrutura eletropneumática, está desligado. Por esse motivo, o cilindro encontra-se parado na última posição em que estava quando o sistema foi interrompido. Isso ocorre pois, na ausência de molas que definam uma posição de repouso, o sistema permanece na última posição para a qual foi comandado. Quando o botão Ligar é acionado, o comportamento do circuito depende do status do cilindro no momento da energização do circuito. Quando o cilindro estiver recuado (imagem abaixo), a chave de fim de curso S0 estará acionada. Essa configuração permitirá que a solenoide K0 seja energizada e que, como consequência, a válvula direcional se dirija até a posição de comando de avanço do cilindro de ação dupla. Diagrama representativo de um processo eletropneumático contínuo – energização do sistema na condição de cilindro recuado. Nessa condição, é possível observar que o cilindro avançará, desconectando a chave de fim de curso S0 e desenergizando a válvula solenoide K0. Contudo, quando o cilindro pneumático atinge sua condição de avanço final (máximo curso), o cilindro atinge a chave de fim de curso S1, fazendo com que o contato S1 (normalmente aberto) se feche. Esse acionamento fará com que a válvula solenoide K1 seja energizada e que consequentemente a válvula direcional mude sua posição, promovendo o recuo do cilindro pneumático, como pode ser observado a seguir: Diagrama representativo de um processo eletropneumático contínuo – energização do sistema na condição de cilindro avançado. Dessa maneira, é possível observar que os movimentos de avanço e de recuo do cilindro permaneceriam de maneira contínua até que a energização do sistema fosse interrompida, seja por meio da interrupção da energia elétrica dos comandos do circuito, seja pela interrupção do ar fornecido ao sistema pneumático. Analisando o diagrama apresentado, é possível identificar os seguintes pontos: Botão de energização do sistema e chaves de fim de curso como os elementos de entradas de sinais do sistema. Contatos auxiliares como os elementos de processamento de sinais. Solenoides e atuador pneumático como os elementos de saída de sinais do sistema eletropneumático. Contatos auxiliares Responsáveis pelo acionamento das solenoides a partir das chaves de fim de curso. A automatização de sistemas eletro- hidráulicos A automatização de um processo também pode ser necessária para a garantia de uma operação segura tanto para os operadores quanto para os equipamentos e materiais. A utilização de sensores no aumento da segurança operacional dos processos industriais é largamente explorada devido à grande variedade de sensores existentes. Segurança de uma prensa hidráulica Uma prensa hidráulica consiste em um equipamento de grande porte bastante utilizado nos processos industriais. Empregado em atividades, como cortar, dobrar e modelar materiais, tal equipamento é capaz de comprimir grandes itens em blocos reduzidos, veja: Imagem de uma prensa hidráulica. Trata-se de um equipamento de grande porte e força elevada cuja operação depende da interação direta com um operador, seja na colocação ou na remoção das peças na zona de prensagem. Confira um diagrama simplificado de um sistema de segurança para uma prensa hidráulica: Diagrama representativo de um processo segurança eletro-hidráulico – prensa hidráulica. Nesse sistema, é possível observar que o circuito de acionamento é bastante simples. Na parte hidráulica, o sistema conta com uma válvula bidirecional responsável pelo acionamento do cilindro de ação dupla que atuará sobre a peça colocada na região de prensagem. O circuito para acionamento dessa válvula permite que o cilindro avance com o acionamento do botão Ligar, que, porsua vez, será responsável pela energização do solenoide K0 e, como consequência, pelo avanço do cilindro. Entretanto, pode-se observar a utilização de um sensor capacitivo próximo à região de prensagem. A função desse sensor é identificar a aproximação do operador da região de prensagem. Atenção! Quando o operador se aproxima da zona de atuação do cilindro, um contato elétrico interno ao sensor se fecha e um sinal é enviado a um contato auxiliar (contato do sensor). Esse sinal é responsável pelo recuo imediato do cilindro, fazendo a prensa retornar para a posição de repouso. O uso de um contato auxiliar é necessário, tendo em vista que o baixo nível de corrente do sensor não lhe permite ser capaz de energizar uma carga ou de acionar uma válvula. Desse modo, a única maneira de realizar o avanço do cilindro se dá com a garantia de que o operador estará afastado da região de prensagem quando o comando para avanço do cilindro for acionado. Falta pouco para atingir seus objetivos. Vamos praticar alguns conceitos? Questão 1 Observando a automatização de sistemas eletropneumáticos, a utilização de chaves de fim de curso associadas a contatos auxiliares constitui uma excelente alternativa. Observe o circuito da imagem adiante. Sobre seu funcionamento, é possível afirmar que Parabéns! A alternativa A está correta. A chave de fim de curso recuo é responsável por enviar um sinal para o solenoide S1. Esse solenoide, por sua vez, tem a seguinte responsabilidade: realizar o retorno do cilindro para sua condição de repouso. Questão 2 Considerando a automatização na segurança dos processos industriais eletropneumáticos e eletro-hidráulicos, o sistema ilustrado a seguir constitui uma alternativa para a operação segura de uma prensa eletro-hidráulica. Observando o diagrama, é possível afirmar que A a chave de fim de curso recuo é responsável pelo retorno do cilindro à sua posição de repouso. B a chave de fim de curso avanço é responsável pelo retorno do cilindro à sua posição de repouso. C a chave de fim de curso recuo é responsável pelo avanço do cilindro. D a chave de fim de curso avanço é responsável pelo avanço do cilindro. E o comando Ligar depende da chave de fim de curso avanço para poder avançar o cilindro. Parabéns! A alternativa B está correta. O sensor capacitivo comanda um contato auxiliar responsável pelo seccionamento da energização do sistema de controle do cilindro eletro-hidráulico. Dessa maneira, quando esse sensor é acionado, o contato se abre e a energização do sistema é automaticamente interrompida, só podendo ser restabelecida quando o sensor capacitivo não estiver mais acionado. Considerações �nais Neste conteúdo, vimos as partes que compõem os projetos de automação de circuitos eletropneumáticos e eletro-hidráulicos. Discutimos, ilustramos e exemplificamos os elementos de entrada responsáveis por permitir o envio de sinais externos para os circuitos. Também abordamos as limitações presentes em alguns desses elementos e a necessidade da utilização dos elementos de processamento por alguns deles. A caso o sensor capacitivo seja acionado, a prensa hidráulica poderá avançar. B caso o sensor capacitivo seja acionado, a prensa hidráulica não poderá ser energizada. C caso o sensor capacitivo seja acionado, a prensa hidráulica recuará imediatamente. D caso o sensor capacitivo seja acionado, a prensa hidráulica realizará mais uma ação de prensagem e retornará ao repouso. E a prensa hidráulica só poderá ser energizada quando o sensor capacitivo for acionado. Em seguida, apresentamos os elementos de processamento de sinais. Falamos sobre alguns circuitos típicos e amplamente utilizados nos processos industriais, ilustrando de maneira detalhada os amplificadores eletrônicos e pneumáticos. Também mostramos os amplificadores eletrônicos e pneumáticos, apontando sua importância nos processos industriais. Por fim, ilustramos os elementos de saída, dando especial atenção aos indicadores luminosos e sonoros e à sua importância nos processos industriais. Além disso, versamos sobre a automatização de sistemas eletropneumáticos e eletro-hidráulicos, mostrando os circuitos de acionamentos que envolvem tanto os elementos pneumáticos no processo de atividade contínua quanto os hidráulicos na segurança da atividade industrial. É importante compreender que todas as partes de um sistema automatizado precisam ser cuidadosamente planejadas. Os elementos deverão ser especificados para que sejam capazes de complementar o sistema, fazendo com que ele se comporte como uma estrutura única e integrada. Podcast Para encerrar, ouça um resumo sobre os principais tópicos abordados neste conteúdo. Explore + Confira agora o que separamos especialmente para você! Leia o artigo Injetor multicanal com válvulas de estrangulamento para análise em fluxo, por Palgrossi, Pedrotti e Gutz, em Química nova. v. 24. n. 5. out. 2001. Referências ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT NBR 8896 - Sistemas e componentes hidráulicos e pneumáticos – Símbolos gráficos e diagramas de circuitos. Brasília: ABNT, 1985. BOLLMANN, A. Fundamentos de automação industrial pneutrônica. São Paulo: ABHP, 1997. FESTO DIDATIC. Painel simulador de pneumática e eletropneumática - catálogo de componentes pneumáticos e elétricos. Consultado na internet em: 1. fev. 2022. PARKER. Tecnologia hidráulica industrial - apostila M2001-2 BR. 2000a. PARKER. Tecnologia hidráulica industrial - apresentação M2001-2 BR. 2000b. Material para download Clique no botão abaixo para fazer o download do conteúdo completo em formato PDF. Download material O que você achou do conteúdo? Relatar problema javascript:CriaPDF()