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Prévia do material em texto

Redação Coringa ENEM 2024
Marcos Vasconcellos (@marcos.vascc)
Galera, fiz esse material 100% gratuito e autoral para ajudar vocês na
redação do ENEM.
Produzo conteúdos voltados para a preparação para o vestibular há mais de
três anos e comecei nesse meio justamente porque acompanhava muito
vídeos desse tipo na minha preparação. Sei da importância que isso teve
para que eu conseguisse a aprovação acelerada em Medicina na UFRJ.
Faço isso como uma forma de retorno perante o tanto que fui ajudado
naquela época pelos conteúdos gratuitos que consumia no Youtube.
A única contrapartida que peço para vocês é de que, se for possível, me
sigam nas redes sociais e engajem nos vídeos que posto, para ajudar meu
trabalho a crescer e a conseguir atingir mais estudantes.
Se não for possível, tudo bem, só de você aprender alguma coisa aqui e eu
conseguir ajudar nesse processo penoso que é o vestibular, já fico feliz!
Youtube: https://www.youtube.com/@MarcosVasconcellos
Instagram: https://www.instagram.com/marcos.vascc/
TikTok: https://www.tiktok.com/@marcos.vascc
https://www.youtube.com/@MarcosVasconcellos
https://www.instagram.com/marcos.vascc/
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Últimos Temas ENEM:
ENEM 2014: Publicidade infantil em questão no Brasil
ENEM 2015: A persistência da violência contra a mulher na sociedade brasileira
ENEM 2015 - reaplicação e PPL: O histórico desafio de se valorizar o professor
ENEM 2016 - 1ª aplicação: Caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil
ENEM 2016 - 2ª aplicação: Caminhos para combater o racismo no Brasil
ENEM 2016 - reaplicação e PPL: Alternativas para a diminuição do desperdício de alimentos
no Brasil
ENEM 2017: Desafios para a formação educacional de surdos no Brasil
ENEM 2017 - reaplicação e PPL: Consequências da busca por padrões de beleza idealizados
ENEM 2018: Manipulação do comportamento do usuário pelo controle de dados na internet
ENEM 2018 - reaplicação e PPL: Formas de organização da sociedade para o enfrentamento
de problemas econômicos no Brasil
ENEM 2019: Democratização do acesso ao cinema no Brasil
ENEM 2019 - reaplicação e PPL: Combate ao uso indiscriminado das tecnologias digitais
de informação por crianças
ENEM 2020 impresso: O estigma associado às doenças mentais na sociedade brasileira
ENEM 2020 digital: O desafio de reduzir as desigualdades entre as regiões do Brasil
ENEM 2020 - reaplicação e PPL: A falta de empatia nas relações sociais no Brasil
ENEM 2021: Invisibilidade e registro civil: garantia de acesso à cidadania no Brasil
ENEM 2021 - reaplicação e PPL: Reconhecimento da contribuição das mulheres nas
ciências da saúde no Brasi
ENEM 2022 - aplicação regular: Os desafios para a valorização das comunidades e povos
tradicionais do Brasil
ENEM 2022 - reaplicação e PPL: Medidas para o enfrentamento da recorrência da
insegurança alimentar no Brasil
ENEM 2023 - aplicação regular: Desafios para o enfrentamento da invisibilidade do trabalho
de cuidado realizado pela mulher no Brasil
ENEM 2023 - reaplicação e PPL: Desafios para a (re)inserção socioeconômica da
população em situação de rua no Brasil
PASSO A PASSO REDAÇÃO DO ENEM ANTES DE IR PARA O MODELO PRONTO:
1º Leitura do tema: Primeiro, entenda o eixo temático que será abordado.
2º Direcionamento pelos textos de apoio: O tema nem sempre é o que
parece à primeira vista. É essencial ler os textos de apoio, pois eles guiam o
foco da redação e evitam que você tangencie o tema.
3º Identificação da problemática principal: Pergunte-se sobre o problema
central: qual é? por que existe? quem afeta? como pode ser resolvido? Isso
evita erros comuns, como focar em algo secundário ou tangencial ao tema,
como ocorreu no ENEM 2020, quando o foco deveria ser o preconceito com
doentes mentais, e não as doenças em si.
4º Causas do problema: O problema pode surgir de várias causas, como
negligência do Estado, falta de ação da sociedade ou omissão da mídia.
5º Proposta de intervenção: Deve conter cinco elementos essenciais:
agente, ação, meio, detalhamento e finalidade
6º Escrevendo na folha final: Planeje o texto, com as ideias principais de
cada parágrafo. Escolha entre rascunhar ou já ir direto para a folha oficial, de
acordo com sua preferência. No meu caso, com o modelo pronto, eu já
escrevia direto na folha oficial, mas fazia um bom projeto de texto antes.
Resumindo: Para tirar uma boa nota na redação do ENEM, você deve
encontrar o problema principal existente no tema proposto e desenvolver o
seu texto a partir daí. Na introdução, você vai apresentar esse tema e mostrar
pro corretor que entendeu o que deve ser debatido. Nos desenvolvimentos,
você deve explicar as causas e/ou as consequências atreladas à existência
dessa problemática. E, na conclusão, você vai trazer uma resolução para
esse problema, obrigatoriamente com os 5 elementos que citei (AGENTE,
AÇÃO, MEIO, DETALHAMENTO e FINALIDADE)
Modelo Pronto de Redação:
(Marcos Vasconcellos)
No livro “Brasil, País do Futuro”, o autor austríaco Stefan Zweig expressou confiança
no desenvolvimento exponencial da nação brasileira. No entanto, décadas depois, o país
ainda enfrenta desafios que impedem esse avanço, sendo [PROBLEMA DO TEMA] um
grande obstáculo ao progresso nacional. Por certo, a negligência estatal e a omissão social
são as principais causas da persistência desse cenário.
Primordialmente, é importante destacar a insuficiência da ação estatal em relação ao/à
[PROBLEMA]. Sob essa perspectiva, o filósofo Nicolau Maquiavel argumenta que o
principal objetivo do governante é a manutenção do poder, relegando a segundo plano a
busca pelo bem comum. Nesse prisma, observa-se um descaso por parte do governo, com
escassos investimentos em [EXEMPLO PROBLEMA], uma vez que políticas voltadas a
essa questão não oferecem significativo retorno eleitoral aos político. Isso ocorre porque
grande parte da população não enxerga [PROBLEMA] como uma prioridade e, por isso,
não apoia governantes que proponham [RESOLUÇÃO DO PROBLEMA]. Como resultado,
[CONSEQUÊNCIA PRÁTICA DO TEMA].
Ademais, a omissão social diante de [PROBLEMA] contribui significativamente para
sua perpetuação. Nesse âmbito, a filósofa Hannah Arendt, em sua teoria da “Banalidade do
Mal”, sustenta que a sociedade se cala perante determinados problemas sociais, o que
acaba por naturalizar situações problemáticas. Sob esse viés, é notória a incidência do
pensamento de Arendt na situação do [PROBLEMA], já que a maioria da sociedade
enxerga [EXEMPLO DO PROBLEMA] como algo banal e de baixa relevância, sendo
escassas as discussões acerca desse tema no cotidiano. Com isso, há a normalização de
[PROBLEMA] e pouca pressão da sociedade no governo para mudança desse paradigma,
o que contribui para a persistência do imbróglio.
Portanto, cabe ao Estado — detentor de recursos para a transformação social — promover
campanhas de conscientização popular, como [SUGESTÃO NOME DE CAMPANHA], por
meio de oficinas educativas e comerciais televisivos, a fim de mitigar os impactos do
[PROBLEMA]. Além disso, a mídia deve ampliar a divulgação sobre essa temática para
pressionar o Governo a superar a inércia diante do problema. Assim, o Brasil poderá
finalmente trilhar o caminho para se tornar o "país do futuro" idealizado por Zweig.
Considerações finais:
- O mais importante é você entender a linha de raciocínio construída nesse
modelo e a estrutura utilizada. Eu explico isso em detalhes no vídeo em
que divulguei esse modelo.
- Você deve substituir os espaços em amarelo pelas particularidades
existentes relacionadas ao tema proposto. Veja no exemplo da página
anterior como fiz essas adaptações.
- Não precisa necessariamente decorar palavra por palavra do modelo,
você pode fazer suas adaptações próprias.
- Esse modelo se aplica em mais de 90% dos temas que classicamente
caem no ENEM.
- Se esse conteúdo te ajudou, não esqueça de me seguir nas redes socias,
irei postar mais modelos de texto e dicas de argumentação por lá (Marcos
Vasconcellos e @marcos.vascc)
Temas quentes para o ENEM que escolhipara fazer exemplos com
adaptação do Modelo:
1) Desafios para alfabetização de crianças no Brasil
2) Obstáculos para preservação do meio ambiente no Brasil
3) Desafios para valorização da prática esportiva no Brasil
4) Democratização do acesso à internet no Brasil
5) Evasão escolar em questão no Brasil
6) Obstáculos para melhoria da infraestrutura urbana no Brasil
EXEMPLOS DA APLICAÇÃO DO TEXTO:
TEMA: “Desafios para a alfabetização de crianças no Brasil”
No livro "Brasil, País do Futuro", o autor austríaco Stefan Zweig expressou confiança
no desenvolvimento exponencial da nação brasileira. No entanto, décadas depois, o país
ainda enfrenta desafios que impedem esse avanço, sendo a deficitária alfabetização infantil
no Brasil um grande obstáculo ao pleno progresso nacional. Por certo, a negligência estatal
e a omissão social são as principais causas da persistência desse inaceitável cenário.
Primordialmente, é importante destacar a insuficiente da ação do Estado em relação
ao analfabetismo infantil. Sob essa perspectiva, o filósofo Nicolau Maquiavel argumenta que
o principal objetivo do governante é a manutenção do poder, relegando a segundo plano a
busca pelo bem comum. Nesse prisma, observa-se um descaso governamental, com
escassos investimentos em infraestrutura educacional e formação de professores da
educação básica, já que políticas voltadas à alfabetização não trazem retorno eleitoral
imediato. Isso ocorre porque grande parte da população não enxerga o analfabetismo
infantil como prioridade e, por isso, não apoia governantes que propõem soluções para esse
problema. Como resultado, muitas crianças concluem o ensino fundamental sem a
habilidade básica da leitura e escrita, favorecendo um ciclo de pobreza e exclusão social.
Ademais, a omissão social diante da alfabetização deficiente de crianças contribui
significativamente para sua perpetuação. Nesse âmbito, a filósofa Hannah Arendt, em sua
teoria da "Banalidade do Mal", sustenta que a sociedade se cala perante determinados
problemas sociais, o que acaba por naturalizar situações problemáticas. Sob esse viés, é
notória a aplicação do pensamento de Arendt na questão da alfabetização infantil, uma vez
que grande parte da classe dominante enxerga o analfabetismo em regiões pobres como
algo distante e natural, sendo raras as discussões sobre esse tema no cotidiano. Com isso,
a falta de letramento em crianças é normalizada e não há pressão suficiente sobre o
governo para mudanças concretas, o que contribui para a persistência do imbróglio.
Portanto, cabe ao Estado - detentor de recursos para a transformação social -
promover campanhas de conscientização popular, como "Alfabetização é Futuro", por meio
de oficinas educativas e comerciais televisivos, a fim da resolução do quadro do
analfabetismo infantil. Além disso, a mídia deve ampliar a divulgação sobre essa temática, o
que pressionará o Governo a superar a inércia diante da questão. Dessa forma, o Brasil
poderá finalmente trilhar o caminho para se tornar o "país do futuro" idealizado por Zweig.
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TEMA: “Obstáculos para a preservação do
meio ambiente no Brasil”
No livro "Brasil, País do Futuro", o autor austríaco Stefan Zweig expressou confiança no
desenvolvimento exponencial da nação brasileira. No entanto, décadas depois, o país ainda
enfrenta desafios que impedem esse avanço, sendo a degradação ambiental um grande
obstáculo a ser superado para o pleno progresso nacional. Por certo, a negligência estatal e a
omissão social são as principais causas da persistência desse cenário.
Primordialmente, é importante destacar a insuficiência da ação estatal em relação à
preservação do meio ambiente. Sob essa perspectiva, o filósofo Nicolau Maquiavel argumenta
que o principal objetivo do governante é a manutenção do poder, relegando a segundo plano a
busca pelo bem comum. Nesse prisma, observa-se um descaso governamental, com escassos
investimentos em fiscalização e proteção de importantes biomas brasileiros, como a Amazônia e
o Cerrado - áreas em que o desmatamento avança de forma alarmante. Isso ocorre porque
políticas ambientais não geram significativo retorno eleitoral aos políticos, o que faz com que
governantes não deem prioridade a medidas que visem a proteção do meio ambiente. Como
consequência, o desmatamento e a poluição avançam, de modo que agravam as mudanças
climáticas e ameaçam a biodiversidade brasileira.
Ademais, a omissão social diante da degradação ambiental contribui significativamente
para sua perpetuação. Nesse âmbito, a filósofa Hannah Arendt, em sua teoria da "Banalidade
do Mal", sustenta que a sociedade se cala perante determinados problemas sociais, o que
acaba por naturalizar situações problemáticas. Sob esse viés, é notória a aplicação do
pensamento de Arendt, uma vez que a maioria da população trata a devastação ambiental como
um problema de pouca relevância, não percebendo os impactos a longo prazo, como o aumento
de enchentes e o avanço das zonas de seca. Com isso, a falta de senso de preservação do
meio ambiente é normalizada e não há uma postura ativa da sociedade para interromper o uso
desenfreado dos recursos naturais, o que contribui para persistência do imbróglio.
Portanto, cabe ao Estado — detentor de recursos para a transformação social —
promover campanhas de conscientização popular, como "Preservar é Viver", por meio de
oficinas educativas e comerciais televisivos, a fim de mitigar os impactos da degradação
ambiental. Além disso, a mídia deve ampliar a divulgação sobre essa temática para pressionar o
Governo a superar a inércia diante do problema. Assim, o Brasil poderá finalmente trilhar o
caminho para se tornar o "país do futuro" idealizado por Zweig.
TEMA: “Desafios para a valorização da
prática esportiva no Brasil”
No livro "Brasil, País do Futuro", o autor austríaco Stefan Zweig expressou confiança no
desenvolvimento exponencial da nação brasileira. No entanto, décadas depois, o país ainda
enfrenta desafios que impedem esse avanço, sendo a desvalorização da prática esportiva um
grande obstáculo ao progresso nacional. Por certo, a negligência estatal e a falta de incentivo
social são as principais causas da persistência desse cenário.
Primordialmente, é importante destacar a insuficiência da ação estatal em relação à
valorização do esporte. Sob essa perspectiva, o filósofo Nicolau Maquiavel argumenta que o
principal objetivo do governante é a manutenção do poder, relegando a segundo plano a busca
pelo bem comum. Nesse prisma, observa-se um descaso governamental, com escassos
investimentos na criação e manutenção de espaços públicos, como quadras esportivas e
centros de treinamento acessíveis, além da ausência de programas que incentivem a prática
esportiva nas escolas, sobretudo em regiões de vulnerabilidade. Isso ocorre porque políticas
esportivas, ao contrário de programas assistenciais imediatos, não geram retorno eleitoral
imediato. Como consequência, o sedentarismo cresce, limitando a formação de novos atletas e
agravando os índices de doenças como diabetes e hipertensão.
Ademais, a omissão social diante da desvalorização da prática esportiva contribui
significativamente para sua perpetuação. Nesse âmbito, a filósofa Hannah Arendt, em sua teoria
da "Banalidade do Mal", sustenta que a sociedade se cala perante determinados problemas
sociais, o que acaba por naturalizar situações problemáticas. Sob esse viés, observa-se que
grandeparte da população enxerga o esporte como algo secundário, ignorando seus benefícios
para o desenvolvimento de disciplina, cooperação e saúde, especialmente entre os jovens. Por
conseguinte, há a banalização do mal que representa a escassez de políticas que estimulem a
prática esportiva e essa visão limitada inibe a mobilização social necessária para exigir do
governo a criação de projetos que promovam o esporte como uma ferramenta de inclusão e
cidadania.
Portanto, cabe ao Estado — detentor de recursos para a transformação social —
promover campanhas de conscientização popular, como "Esporte é Vida", por meio de oficinas
educativas e comerciais televisivos, a fim de mitigar os impactos da desvalorização da prática
esportiva. Além disso, a mídia deve ampliar a divulgação sobre essa temática para pressionar o
Governo a superar a inércia diante do problema. Assim, os brasileiros irão valorizar mais a
prática esportiva e o país estará no caminho para se tornar o "país do futuro" idealizado por
Zweig.
TEMA: “Democratização do acesso à internet
no Brasil”
No livro "Brasil, País do Futuro", o autor austríaco Stefan Zweig expressou confiança no
desenvolvimento exponencial da nação brasileira. No entanto, décadas depois, o país ainda
enfrenta desafios que impedem esse avanço, sendo a falta de democratização do acesso à
internet um grande obstáculo ao progresso nacional. Por certo, a negligência estatal e a
exclusão digital são as principais causas da persistência desse cenário.
Primordialmente, é importante destacar a insuficiência da ação estatal em relação à
democratização do acesso à internet. Sob essa perspectiva, o filósofo Nicolau Maquiavel
argumenta que o principal objetivo do governante é a manutenção do poder, relegando a
segundo plano a busca pelo bem comum. Nesse prisma, nota-se que o governo investe de
forma limitada na expansão de infraestrutura digital em regiões mais afastadas, como o Norte e
o Nordeste do Brasil, onde as populações enfrentam grandes dificuldades para acessar serviços
básicos, como educação online, atendimento médico remoto e qualificação profissional. Isso
ocorre porque políticas de conectividade em áreas menos habitadas e de baixo retorno
econômico não trazem grande retorno político, o que desfavorece a lógica da manutenção do
poder, levando à concentração de investimentos em regiões economicamente mais promissoras.
Como consequência, milhões de brasileiros permanecem excluídos digitalmente, ampliando a
desigualdade no acesso à informação e limitando seu desenvolvimento social e econômico.
Ademais, a omissão social diante da falta de democratização do acesso à internet
contribui significativamente para a perpetuação desse problema. Nesse âmbito, a filósofa
Hannah Arendt, em sua teoria da "Banalidade do Mal", sustenta que a sociedade se cala
perante determinados problemas sociais, o que acaba por naturalizar situações problemáticas.
Sob esse viés, observa-se que a população mais favorecida trata a exclusão digital como uma
questão secundária, ignorando que a falta de internet afeta diretamente o futuro de milhões de
jovens que dependem da conectividade para estudar e qualificar-se para o mercado de trabalho.
Por conseguinte, essa percepção limitada retarda o debate público e impede que medidas
governamentais sejam implementadas com urgência, perpetuando a exclusão digital.
Portanto, cabe ao Estado — detentor de recursos para a transformação social —
promover campanhas de conscientização popular, como "Inclusão digital", por meio de
comerciais televisivos e projetos de acesso gratuito à internet em áreas carentes, a fim de
mitigar os impactos da exclusão digital. Além disso, a mídia deve ampliar a divulgação sobre
essa temática para pressionar o Governo a superar a inércia diante do problema. Assim, o Brasil
poderá finalmente trilhar o caminho para se tornar o "país do futuro" idealizado por Zweig.
TEMA: “Evasão escolar em questão no Brasil”
No livro "Brasil, País do Futuro", o autor austríaco Stefan Zweig expressou confiança no
desenvolvimento exponencial da nação brasileira. No entanto, décadas depois, o país ainda
enfrenta desafios que impedem esse avanço, sendo a evasão escolar um grande obstáculo ao
progresso nacional. Por certo, a negligência estatal e a exclusão social são as principais causas
da persistência desse cenário.
Primordialmente, é importante destacar a insuficiência da ação estatal em relação ao
combate à evasão escolar. Sob essa perspectiva, o filósofo Nicolau Maquiavel argumenta que o
principal objetivo do governante é a manutenção do poder, relegando a segundo plano a busca
pelo bem comum. Nesse prisma, é possível observar que, embora a educação seja um direito
fundamental, as políticas voltadas para evitar a evasão escolar, como investimentos em
infraestrutura, transporte e programas de apoio financeiro, são frequentemente negligenciadas,
especialmente em regiões mais vulneráveis. Isso ocorre porque essas iniciativas, voltadas para
populações historicamente marginalizadas, não trazem retorno eleitoral significativo, uma vez
que os grupos afetados são aqueles que muitas vezes não têm tanta voz política. Como
consequência, milhões de jovens abandonam a escola, limitando o crescimento social e
econômico do país.
Ademais, a omissão social diante da evasão escolar contribui significativamente para a
perpetuação desse problema. Nesse contexto, a filósofa Hannah Arendt, em sua teoria da
“Banalidade do Mal”, argumenta que a sociedade, ao se habituar a determinados problemas, os
naturaliza, tratando-os como inevitáveis. Sob esse viés. tal perspectiva se reflete no modo como
a sociedade brasileira encara a evasão escolar, enxergando-a como uma consequência
previsível da pobreza e não como uma falha estrutural a ser combatida. Por conseguinte, essa
indiferença coletiva dificulta a pressão popular necessária para que medidas efetivas sejam
tomadas, como a ampliação de programas de suporte psicológico e financeiro aos alunos em
risco de abandono escolar.
Portanto, cabe ao Estado — detentor de recursos para a transformação social —
promover campanhas de conscientização popular, como "Estudar dá futuro", por meio de
comerciais televisivos e parcerias com ONGs locais, a fim de mitigar os impactos da evasão
escolar. Além disso, a mídia deve ampliar a divulgação sobre essa temática para pressionar o
Governo a superar a inércia diante do problema. Assim, o Brasil poderá finalmente trilhar o
caminho para se tornar o "país do futuro" idealizado por Zweig.
TEMA: “Desafios para a melhoria da
infraestrutura urbana no Brasil”
No livro "Brasil, País do Futuro", o autor austríaco Stefan Zweig expressou confiança no
desenvolvimento exponencial da nação brasileira. No entanto, décadas depois, o país ainda
enfrenta desafios que impedem esse avanço, sendo a precariedade da infraestrutura urbana um
grande obstáculo ao progresso nacional. Por certo, a negligência estatal e a falta de
planejamento urbano adequado são as principais causas da persistência desse cenário.
Primordialmente, é importante destacar a insuficiência da ação estatal em relação à
melhoria da infraestrutura urbana no Brasil. Sob essa perspectiva, o filósofo Nicolau Maquiavel
argumenta que o principal objetivo do governante é a manutenção do poder, relegando a
segundo plano a busca pelo bem comum. Nesse contexto, observa-se que as políticas voltadas
para saneamento básico e urbanização de áreas vulneráveis são frequentemente
negligenciadas. Isso ocorre porque investimentos nessa área, apesar de essenciais para a
qualidade de vida, não trazem retorno eleitoral significativo, levando os governantes a
priorizarem obras mais visíveis, como grandes construções e melhorias pontuais em áreas
centrais. Como resultado, milhões de brasileiros sofrem com a precariedade urbana, convivendo
diariamente com problemas como enchentes, infraestrutura inadequada e favelização.
Ademais, a omissão social diante da precariedade da infraestrutura urbana também
contribui para a perpetuação desse problema. Nesse âmbito,a filósofa Hannah Arendt, em sua
teoria da “Banalidade do Mal”, sustenta que a sociedade se acostuma com determinadas
condições problemáticas e as trata como normais. Esse pensamento se reflete na passividade
com que a população, especialmente em áreas menos favorecidas, lida com problemas como a
falta de saneamento adequado e transportes públicos ineficientes. A aceitação desse cenário
como uma fatalidade dificulta a mobilização popular para exigir mudanças profundas, permitindo
que as condições urbanas se deteriorem ainda mais, afetando diretamente a saúde e a
mobilidade dos cidadãos e restringindo o crescimento sustentável das cidades brasileiras.
Portanto, cabe ao Estado — detentor de recursos para a transformação social —
promover campanhas de conscientização popular, como "Cidades Sustentáveis", por meio de
projetos educacionais e comerciais televisivos, a fim de mitigar os impactos da precariedade da
infraestrutura urbana. Além disso, a mídia deve ampliar a divulgação sobre essa temática para
pressionar o Governo a superar a inércia diante do problema. Assim, o Brasil poderá finalmente
trilhar o caminho para se tornar o "país do futuro" idealizado por Zweig.
INTRODUÇÃO EXEMPLO:
MODELO PADRÃO
No livro "Brasil, País do Futuro", Stefan Zweig, autor austríaco, em sua visita ao
Brasil, expressou sua confiança de que a nação brasileira se desenvolveria
exponencialmente. Contudo, 80 anos depois, a sociedade brasileira vivencia uma realidade
bem diferente da prevista por Stefan, uma vez que [PROBLEMA DO TEMA] reflete um
importante obstáculo ao pleno progresso do país. Por certo, a inaplicabilidade das leis e a
negligência social são fatores que favorecem a existência desse quadro.
EXEMPLO 1: Desafios para o enfrentamento da invisibilidade do trabalho de
cuidado realizado pela mulher no Brasil
No livro "Brasil, País do Futuro", o autor austríaco Stefan Zweig, em sua visita ao
Brasil, expressou sua confiança de que a nação se desenvolveria exponencialmente.
Contudo, 80 anos depois, a sociedade brasileira vivencia uma realidade bem diferente da
prevista por Zweig, uma vez que o enfrentamento à invisibilidade do trabalho de cuidado
realizado por mulheres no Brasil reflete um importante obstáculo ao pleno progresso do
país. Por certo, a inaplicabilidade das leis e a negligência social são fatores que favorecem
a persistência desse quadro.
EXEMPLO 2: Desafios para a alfabetização infantil no Brasil
No livro "Brasil, País do Futuro", o autor austríaco Stefan Zweig, em sua visita ao
Brasil, expressou sua confiança de que a nação se desenvolveria exponencialmente.
Contudo, 80 anos depois, a realidade brasileira está longe da prevista por Zweig, uma vez
que a alfabetização infantil no Brasil ainda é muito deficitária e reflete um importante
obstáculo ao pleno progresso nacional. Por certo, a inaplicabilidade das leis e a negligência
social são fatores que favorecem a permanência desse problema.
EXEMPLO 3: Obstáculo para democratização da internet no Brasil
No livro "Brasil, País do Futuro", o autor austríaco Stefan Zweig, em sua visita ao
Brasil, expressou sua confiança de que a nação se desenvolveria exponencialmente.
Contudo, 80 anos depois, a realidade brasileira está longe da idealizada por Zweig, uma vez
que os a democratização da internet - meio de comunicação fundamental para o pleno
exercício da cidadania nos dias atuais - no Brasil refletem um importante entrave ao pleno
progresso nacional. Por certo, a negligência social e a baixa efetividade das políticas
públicas são fatores que favorecem a permanência desse problema.
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direcionadas - com gabarito comentado - das matérias mais
incidentes do 2º dia vale muito a pena conhecer o material do
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prova do 2º dia, treinar ativamente com questões e
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