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Redação Coringa ENEM 2024 Marcos Vasconcellos (@marcos.vascc) Galera, fiz esse material 100% gratuito e autoral para ajudar vocês na redação do ENEM. Produzo conteúdos voltados para a preparação para o vestibular há mais de três anos e comecei nesse meio justamente porque acompanhava muito vídeos desse tipo na minha preparação. Sei da importância que isso teve para que eu conseguisse a aprovação acelerada em Medicina na UFRJ. Faço isso como uma forma de retorno perante o tanto que fui ajudado naquela época pelos conteúdos gratuitos que consumia no Youtube. A única contrapartida que peço para vocês é de que, se for possível, me sigam nas redes sociais e engajem nos vídeos que posto, para ajudar meu trabalho a crescer e a conseguir atingir mais estudantes. Se não for possível, tudo bem, só de você aprender alguma coisa aqui e eu conseguir ajudar nesse processo penoso que é o vestibular, já fico feliz! 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É essencial ler os textos de apoio, pois eles guiam o foco da redação e evitam que você tangencie o tema. 3º Identificação da problemática principal: Pergunte-se sobre o problema central: qual é? por que existe? quem afeta? como pode ser resolvido? Isso evita erros comuns, como focar em algo secundário ou tangencial ao tema, como ocorreu no ENEM 2020, quando o foco deveria ser o preconceito com doentes mentais, e não as doenças em si. 4º Causas do problema: O problema pode surgir de várias causas, como negligência do Estado, falta de ação da sociedade ou omissão da mídia. 5º Proposta de intervenção: Deve conter cinco elementos essenciais: agente, ação, meio, detalhamento e finalidade 6º Escrevendo na folha final: Planeje o texto, com as ideias principais de cada parágrafo. Escolha entre rascunhar ou já ir direto para a folha oficial, de acordo com sua preferência. No meu caso, com o modelo pronto, eu já escrevia direto na folha oficial, mas fazia um bom projeto de texto antes. Resumindo: Para tirar uma boa nota na redação do ENEM, você deve encontrar o problema principal existente no tema proposto e desenvolver o seu texto a partir daí. Na introdução, você vai apresentar esse tema e mostrar pro corretor que entendeu o que deve ser debatido. Nos desenvolvimentos, você deve explicar as causas e/ou as consequências atreladas à existência dessa problemática. E, na conclusão, você vai trazer uma resolução para esse problema, obrigatoriamente com os 5 elementos que citei (AGENTE, AÇÃO, MEIO, DETALHAMENTO e FINALIDADE) Modelo Pronto de Redação: (Marcos Vasconcellos) No livro “Brasil, País do Futuro”, o autor austríaco Stefan Zweig expressou confiança no desenvolvimento exponencial da nação brasileira. No entanto, décadas depois, o país ainda enfrenta desafios que impedem esse avanço, sendo [PROBLEMA DO TEMA] um grande obstáculo ao progresso nacional. Por certo, a negligência estatal e a omissão social são as principais causas da persistência desse cenário. Primordialmente, é importante destacar a insuficiência da ação estatal em relação ao/à [PROBLEMA]. Sob essa perspectiva, o filósofo Nicolau Maquiavel argumenta que o principal objetivo do governante é a manutenção do poder, relegando a segundo plano a busca pelo bem comum. Nesse prisma, observa-se um descaso por parte do governo, com escassos investimentos em [EXEMPLO PROBLEMA], uma vez que políticas voltadas a essa questão não oferecem significativo retorno eleitoral aos político. Isso ocorre porque grande parte da população não enxerga [PROBLEMA] como uma prioridade e, por isso, não apoia governantes que proponham [RESOLUÇÃO DO PROBLEMA]. Como resultado, [CONSEQUÊNCIA PRÁTICA DO TEMA]. Ademais, a omissão social diante de [PROBLEMA] contribui significativamente para sua perpetuação. Nesse âmbito, a filósofa Hannah Arendt, em sua teoria da “Banalidade do Mal”, sustenta que a sociedade se cala perante determinados problemas sociais, o que acaba por naturalizar situações problemáticas. Sob esse viés, é notória a incidência do pensamento de Arendt na situação do [PROBLEMA], já que a maioria da sociedade enxerga [EXEMPLO DO PROBLEMA] como algo banal e de baixa relevância, sendo escassas as discussões acerca desse tema no cotidiano. Com isso, há a normalização de [PROBLEMA] e pouca pressão da sociedade no governo para mudança desse paradigma, o que contribui para a persistência do imbróglio. Portanto, cabe ao Estado — detentor de recursos para a transformação social — promover campanhas de conscientização popular, como [SUGESTÃO NOME DE CAMPANHA], por meio de oficinas educativas e comerciais televisivos, a fim de mitigar os impactos do [PROBLEMA]. Além disso, a mídia deve ampliar a divulgação sobre essa temática para pressionar o Governo a superar a inércia diante do problema. Assim, o Brasil poderá finalmente trilhar o caminho para se tornar o "país do futuro" idealizado por Zweig. Considerações finais: - O mais importante é você entender a linha de raciocínio construída nesse modelo e a estrutura utilizada. Eu explico isso em detalhes no vídeo em que divulguei esse modelo. - Você deve substituir os espaços em amarelo pelas particularidades existentes relacionadas ao tema proposto. Veja no exemplo da página anterior como fiz essas adaptações. - Não precisa necessariamente decorar palavra por palavra do modelo, você pode fazer suas adaptações próprias. - Esse modelo se aplica em mais de 90% dos temas que classicamente caem no ENEM. - Se esse conteúdo te ajudou, não esqueça de me seguir nas redes socias, irei postar mais modelos de texto e dicas de argumentação por lá (Marcos Vasconcellos e @marcos.vascc) Temas quentes para o ENEM que escolhipara fazer exemplos com adaptação do Modelo: 1) Desafios para alfabetização de crianças no Brasil 2) Obstáculos para preservação do meio ambiente no Brasil 3) Desafios para valorização da prática esportiva no Brasil 4) Democratização do acesso à internet no Brasil 5) Evasão escolar em questão no Brasil 6) Obstáculos para melhoria da infraestrutura urbana no Brasil EXEMPLOS DA APLICAÇÃO DO TEXTO: TEMA: “Desafios para a alfabetização de crianças no Brasil” No livro "Brasil, País do Futuro", o autor austríaco Stefan Zweig expressou confiança no desenvolvimento exponencial da nação brasileira. No entanto, décadas depois, o país ainda enfrenta desafios que impedem esse avanço, sendo a deficitária alfabetização infantil no Brasil um grande obstáculo ao pleno progresso nacional. Por certo, a negligência estatal e a omissão social são as principais causas da persistência desse inaceitável cenário. Primordialmente, é importante destacar a insuficiente da ação do Estado em relação ao analfabetismo infantil. Sob essa perspectiva, o filósofo Nicolau Maquiavel argumenta que o principal objetivo do governante é a manutenção do poder, relegando a segundo plano a busca pelo bem comum. Nesse prisma, observa-se um descaso governamental, com escassos investimentos em infraestrutura educacional e formação de professores da educação básica, já que políticas voltadas à alfabetização não trazem retorno eleitoral imediato. Isso ocorre porque grande parte da população não enxerga o analfabetismo infantil como prioridade e, por isso, não apoia governantes que propõem soluções para esse problema. Como resultado, muitas crianças concluem o ensino fundamental sem a habilidade básica da leitura e escrita, favorecendo um ciclo de pobreza e exclusão social. Ademais, a omissão social diante da alfabetização deficiente de crianças contribui significativamente para sua perpetuação. Nesse âmbito, a filósofa Hannah Arendt, em sua teoria da "Banalidade do Mal", sustenta que a sociedade se cala perante determinados problemas sociais, o que acaba por naturalizar situações problemáticas. Sob esse viés, é notória a aplicação do pensamento de Arendt na questão da alfabetização infantil, uma vez que grande parte da classe dominante enxerga o analfabetismo em regiões pobres como algo distante e natural, sendo raras as discussões sobre esse tema no cotidiano. Com isso, a falta de letramento em crianças é normalizada e não há pressão suficiente sobre o governo para mudanças concretas, o que contribui para a persistência do imbróglio. Portanto, cabe ao Estado - detentor de recursos para a transformação social - promover campanhas de conscientização popular, como "Alfabetização é Futuro", por meio de oficinas educativas e comerciais televisivos, a fim da resolução do quadro do analfabetismo infantil. Além disso, a mídia deve ampliar a divulgação sobre essa temática, o que pressionará o Governo a superar a inércia diante da questão. Dessa forma, o Brasil poderá finalmente trilhar o caminho para se tornar o "país do futuro" idealizado por Zweig. REVISA TURBO Antes de ir para os outros exemplos: se você deseja fazer a melhor revisão da sua vida para o 2º dia de prova do ENEM, com material teórico e listas de questões direcionadas - com gabarito comentado - das matérias mais incidentes do 2º dia de prova vale muito a pena conhecer o material do Revisa Turbo. 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Sob essa perspectiva, o filósofo Nicolau Maquiavel argumenta que o principal objetivo do governante é a manutenção do poder, relegando a segundo plano a busca pelo bem comum. Nesse prisma, observa-se um descaso governamental, com escassos investimentos em fiscalização e proteção de importantes biomas brasileiros, como a Amazônia e o Cerrado - áreas em que o desmatamento avança de forma alarmante. Isso ocorre porque políticas ambientais não geram significativo retorno eleitoral aos políticos, o que faz com que governantes não deem prioridade a medidas que visem a proteção do meio ambiente. Como consequência, o desmatamento e a poluição avançam, de modo que agravam as mudanças climáticas e ameaçam a biodiversidade brasileira. Ademais, a omissão social diante da degradação ambiental contribui significativamente para sua perpetuação. Nesse âmbito, a filósofa Hannah Arendt, em sua teoria da "Banalidade do Mal", sustenta que a sociedade se cala perante determinados problemas sociais, o que acaba por naturalizar situações problemáticas. Sob esse viés, é notória a aplicação do pensamento de Arendt, uma vez que a maioria da população trata a devastação ambiental como um problema de pouca relevância, não percebendo os impactos a longo prazo, como o aumento de enchentes e o avanço das zonas de seca. Com isso, a falta de senso de preservação do meio ambiente é normalizada e não há uma postura ativa da sociedade para interromper o uso desenfreado dos recursos naturais, o que contribui para persistência do imbróglio. Portanto, cabe ao Estado — detentor de recursos para a transformação social — promover campanhas de conscientização popular, como "Preservar é Viver", por meio de oficinas educativas e comerciais televisivos, a fim de mitigar os impactos da degradação ambiental. Além disso, a mídia deve ampliar a divulgação sobre essa temática para pressionar o Governo a superar a inércia diante do problema. Assim, o Brasil poderá finalmente trilhar o caminho para se tornar o "país do futuro" idealizado por Zweig. TEMA: “Desafios para a valorização da prática esportiva no Brasil” No livro "Brasil, País do Futuro", o autor austríaco Stefan Zweig expressou confiança no desenvolvimento exponencial da nação brasileira. No entanto, décadas depois, o país ainda enfrenta desafios que impedem esse avanço, sendo a desvalorização da prática esportiva um grande obstáculo ao progresso nacional. Por certo, a negligência estatal e a falta de incentivo social são as principais causas da persistência desse cenário. Primordialmente, é importante destacar a insuficiência da ação estatal em relação à valorização do esporte. Sob essa perspectiva, o filósofo Nicolau Maquiavel argumenta que o principal objetivo do governante é a manutenção do poder, relegando a segundo plano a busca pelo bem comum. Nesse prisma, observa-se um descaso governamental, com escassos investimentos na criação e manutenção de espaços públicos, como quadras esportivas e centros de treinamento acessíveis, além da ausência de programas que incentivem a prática esportiva nas escolas, sobretudo em regiões de vulnerabilidade. Isso ocorre porque políticas esportivas, ao contrário de programas assistenciais imediatos, não geram retorno eleitoral imediato. Como consequência, o sedentarismo cresce, limitando a formação de novos atletas e agravando os índices de doenças como diabetes e hipertensão. Ademais, a omissão social diante da desvalorização da prática esportiva contribui significativamente para sua perpetuação. Nesse âmbito, a filósofa Hannah Arendt, em sua teoria da "Banalidade do Mal", sustenta que a sociedade se cala perante determinados problemas sociais, o que acaba por naturalizar situações problemáticas. Sob esse viés, observa-se que grandeparte da população enxerga o esporte como algo secundário, ignorando seus benefícios para o desenvolvimento de disciplina, cooperação e saúde, especialmente entre os jovens. Por conseguinte, há a banalização do mal que representa a escassez de políticas que estimulem a prática esportiva e essa visão limitada inibe a mobilização social necessária para exigir do governo a criação de projetos que promovam o esporte como uma ferramenta de inclusão e cidadania. Portanto, cabe ao Estado — detentor de recursos para a transformação social — promover campanhas de conscientização popular, como "Esporte é Vida", por meio de oficinas educativas e comerciais televisivos, a fim de mitigar os impactos da desvalorização da prática esportiva. Além disso, a mídia deve ampliar a divulgação sobre essa temática para pressionar o Governo a superar a inércia diante do problema. Assim, os brasileiros irão valorizar mais a prática esportiva e o país estará no caminho para se tornar o "país do futuro" idealizado por Zweig. TEMA: “Democratização do acesso à internet no Brasil” No livro "Brasil, País do Futuro", o autor austríaco Stefan Zweig expressou confiança no desenvolvimento exponencial da nação brasileira. No entanto, décadas depois, o país ainda enfrenta desafios que impedem esse avanço, sendo a falta de democratização do acesso à internet um grande obstáculo ao progresso nacional. Por certo, a negligência estatal e a exclusão digital são as principais causas da persistência desse cenário. Primordialmente, é importante destacar a insuficiência da ação estatal em relação à democratização do acesso à internet. Sob essa perspectiva, o filósofo Nicolau Maquiavel argumenta que o principal objetivo do governante é a manutenção do poder, relegando a segundo plano a busca pelo bem comum. Nesse prisma, nota-se que o governo investe de forma limitada na expansão de infraestrutura digital em regiões mais afastadas, como o Norte e o Nordeste do Brasil, onde as populações enfrentam grandes dificuldades para acessar serviços básicos, como educação online, atendimento médico remoto e qualificação profissional. Isso ocorre porque políticas de conectividade em áreas menos habitadas e de baixo retorno econômico não trazem grande retorno político, o que desfavorece a lógica da manutenção do poder, levando à concentração de investimentos em regiões economicamente mais promissoras. Como consequência, milhões de brasileiros permanecem excluídos digitalmente, ampliando a desigualdade no acesso à informação e limitando seu desenvolvimento social e econômico. Ademais, a omissão social diante da falta de democratização do acesso à internet contribui significativamente para a perpetuação desse problema. Nesse âmbito, a filósofa Hannah Arendt, em sua teoria da "Banalidade do Mal", sustenta que a sociedade se cala perante determinados problemas sociais, o que acaba por naturalizar situações problemáticas. Sob esse viés, observa-se que a população mais favorecida trata a exclusão digital como uma questão secundária, ignorando que a falta de internet afeta diretamente o futuro de milhões de jovens que dependem da conectividade para estudar e qualificar-se para o mercado de trabalho. Por conseguinte, essa percepção limitada retarda o debate público e impede que medidas governamentais sejam implementadas com urgência, perpetuando a exclusão digital. Portanto, cabe ao Estado — detentor de recursos para a transformação social — promover campanhas de conscientização popular, como "Inclusão digital", por meio de comerciais televisivos e projetos de acesso gratuito à internet em áreas carentes, a fim de mitigar os impactos da exclusão digital. Além disso, a mídia deve ampliar a divulgação sobre essa temática para pressionar o Governo a superar a inércia diante do problema. Assim, o Brasil poderá finalmente trilhar o caminho para se tornar o "país do futuro" idealizado por Zweig. TEMA: “Evasão escolar em questão no Brasil” No livro "Brasil, País do Futuro", o autor austríaco Stefan Zweig expressou confiança no desenvolvimento exponencial da nação brasileira. No entanto, décadas depois, o país ainda enfrenta desafios que impedem esse avanço, sendo a evasão escolar um grande obstáculo ao progresso nacional. Por certo, a negligência estatal e a exclusão social são as principais causas da persistência desse cenário. Primordialmente, é importante destacar a insuficiência da ação estatal em relação ao combate à evasão escolar. Sob essa perspectiva, o filósofo Nicolau Maquiavel argumenta que o principal objetivo do governante é a manutenção do poder, relegando a segundo plano a busca pelo bem comum. Nesse prisma, é possível observar que, embora a educação seja um direito fundamental, as políticas voltadas para evitar a evasão escolar, como investimentos em infraestrutura, transporte e programas de apoio financeiro, são frequentemente negligenciadas, especialmente em regiões mais vulneráveis. Isso ocorre porque essas iniciativas, voltadas para populações historicamente marginalizadas, não trazem retorno eleitoral significativo, uma vez que os grupos afetados são aqueles que muitas vezes não têm tanta voz política. Como consequência, milhões de jovens abandonam a escola, limitando o crescimento social e econômico do país. Ademais, a omissão social diante da evasão escolar contribui significativamente para a perpetuação desse problema. Nesse contexto, a filósofa Hannah Arendt, em sua teoria da “Banalidade do Mal”, argumenta que a sociedade, ao se habituar a determinados problemas, os naturaliza, tratando-os como inevitáveis. Sob esse viés. tal perspectiva se reflete no modo como a sociedade brasileira encara a evasão escolar, enxergando-a como uma consequência previsível da pobreza e não como uma falha estrutural a ser combatida. Por conseguinte, essa indiferença coletiva dificulta a pressão popular necessária para que medidas efetivas sejam tomadas, como a ampliação de programas de suporte psicológico e financeiro aos alunos em risco de abandono escolar. Portanto, cabe ao Estado — detentor de recursos para a transformação social — promover campanhas de conscientização popular, como "Estudar dá futuro", por meio de comerciais televisivos e parcerias com ONGs locais, a fim de mitigar os impactos da evasão escolar. Além disso, a mídia deve ampliar a divulgação sobre essa temática para pressionar o Governo a superar a inércia diante do problema. Assim, o Brasil poderá finalmente trilhar o caminho para se tornar o "país do futuro" idealizado por Zweig. TEMA: “Desafios para a melhoria da infraestrutura urbana no Brasil” No livro "Brasil, País do Futuro", o autor austríaco Stefan Zweig expressou confiança no desenvolvimento exponencial da nação brasileira. No entanto, décadas depois, o país ainda enfrenta desafios que impedem esse avanço, sendo a precariedade da infraestrutura urbana um grande obstáculo ao progresso nacional. Por certo, a negligência estatal e a falta de planejamento urbano adequado são as principais causas da persistência desse cenário. Primordialmente, é importante destacar a insuficiência da ação estatal em relação à melhoria da infraestrutura urbana no Brasil. Sob essa perspectiva, o filósofo Nicolau Maquiavel argumenta que o principal objetivo do governante é a manutenção do poder, relegando a segundo plano a busca pelo bem comum. Nesse contexto, observa-se que as políticas voltadas para saneamento básico e urbanização de áreas vulneráveis são frequentemente negligenciadas. Isso ocorre porque investimentos nessa área, apesar de essenciais para a qualidade de vida, não trazem retorno eleitoral significativo, levando os governantes a priorizarem obras mais visíveis, como grandes construções e melhorias pontuais em áreas centrais. Como resultado, milhões de brasileiros sofrem com a precariedade urbana, convivendo diariamente com problemas como enchentes, infraestrutura inadequada e favelização. Ademais, a omissão social diante da precariedade da infraestrutura urbana também contribui para a perpetuação desse problema. Nesse âmbito,a filósofa Hannah Arendt, em sua teoria da “Banalidade do Mal”, sustenta que a sociedade se acostuma com determinadas condições problemáticas e as trata como normais. Esse pensamento se reflete na passividade com que a população, especialmente em áreas menos favorecidas, lida com problemas como a falta de saneamento adequado e transportes públicos ineficientes. A aceitação desse cenário como uma fatalidade dificulta a mobilização popular para exigir mudanças profundas, permitindo que as condições urbanas se deteriorem ainda mais, afetando diretamente a saúde e a mobilidade dos cidadãos e restringindo o crescimento sustentável das cidades brasileiras. Portanto, cabe ao Estado — detentor de recursos para a transformação social — promover campanhas de conscientização popular, como "Cidades Sustentáveis", por meio de projetos educacionais e comerciais televisivos, a fim de mitigar os impactos da precariedade da infraestrutura urbana. Além disso, a mídia deve ampliar a divulgação sobre essa temática para pressionar o Governo a superar a inércia diante do problema. Assim, o Brasil poderá finalmente trilhar o caminho para se tornar o "país do futuro" idealizado por Zweig. INTRODUÇÃO EXEMPLO: MODELO PADRÃO No livro "Brasil, País do Futuro", Stefan Zweig, autor austríaco, em sua visita ao Brasil, expressou sua confiança de que a nação brasileira se desenvolveria exponencialmente. Contudo, 80 anos depois, a sociedade brasileira vivencia uma realidade bem diferente da prevista por Stefan, uma vez que [PROBLEMA DO TEMA] reflete um importante obstáculo ao pleno progresso do país. Por certo, a inaplicabilidade das leis e a negligência social são fatores que favorecem a existência desse quadro. EXEMPLO 1: Desafios para o enfrentamento da invisibilidade do trabalho de cuidado realizado pela mulher no Brasil No livro "Brasil, País do Futuro", o autor austríaco Stefan Zweig, em sua visita ao Brasil, expressou sua confiança de que a nação se desenvolveria exponencialmente. Contudo, 80 anos depois, a sociedade brasileira vivencia uma realidade bem diferente da prevista por Zweig, uma vez que o enfrentamento à invisibilidade do trabalho de cuidado realizado por mulheres no Brasil reflete um importante obstáculo ao pleno progresso do país. Por certo, a inaplicabilidade das leis e a negligência social são fatores que favorecem a persistência desse quadro. EXEMPLO 2: Desafios para a alfabetização infantil no Brasil No livro "Brasil, País do Futuro", o autor austríaco Stefan Zweig, em sua visita ao Brasil, expressou sua confiança de que a nação se desenvolveria exponencialmente. Contudo, 80 anos depois, a realidade brasileira está longe da prevista por Zweig, uma vez que a alfabetização infantil no Brasil ainda é muito deficitária e reflete um importante obstáculo ao pleno progresso nacional. Por certo, a inaplicabilidade das leis e a negligência social são fatores que favorecem a permanência desse problema. EXEMPLO 3: Obstáculo para democratização da internet no Brasil No livro "Brasil, País do Futuro", o autor austríaco Stefan Zweig, em sua visita ao Brasil, expressou sua confiança de que a nação se desenvolveria exponencialmente. Contudo, 80 anos depois, a realidade brasileira está longe da idealizada por Zweig, uma vez que os a democratização da internet - meio de comunicação fundamental para o pleno exercício da cidadania nos dias atuais - no Brasil refletem um importante entrave ao pleno progresso nacional. Por certo, a negligência social e a baixa efetividade das políticas públicas são fatores que favorecem a permanência desse problema. Se você deseja fazer a melhor revisão da sua vida para o 2º dia de prova do ENEM, com material teórico e listas de questões direcionadas - com gabarito comentado - das matérias mais incidentes do 2º dia vale muito a pena conhecer o material do Revisa Turbo. Você consegue cumprir todo o material em cerca de 3 dias, vai revisar os conteúdos mais incidentes da prova do 2º dia, treinar ativamente com questões e tem potencial de aumentar 15-20 acertos até o ENEM. Link para acesso: https://protocoloenem.com/revisaturbo/ https://protocoloenem.com/revisaturbo/