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MEMORIAL REFLEXIVO DO ESTÁGIO CLÍNICO UNINTER CURSO DE PÓS- GRADUAÇÃO EM PSICOPEDAGOGIA CLÍNICA E INSTITUCIONAL LOPES, BÁRBARA COSTA MOTA RU 2745113 Lajeado, RS 1 DADOS INICIAIS 1.1 Identificação da Instituição O Instituto de Educação Talenttos Lajeado é localizada na Rua Beija-Flor, número 242, bairro Universitário na cidade de Lajeado/ RS cep 95914-096, sendo possível encontrar outras filiais no estado do Paraná como por exemplo a matriz que fica em Foz do Iguaçu, tendo o contato (51) 998963441, endereço eletrônico lajeado@ietalenttos.com.br, estando inscrita no CNPJ 48645159/0001-90. Hoje atende média de 50 alunos nos horários das 9h às 20h, sendo esses atendimentos individualizados de acordo com a necessitada de cada aluno, tendo um quadro de funcionário com uma professora de português, três psicopedagogas, um professor de xadrez sendo o mesmo professor de matemática, física e química. Atendendo um público que varia de faixa etária entre os 4 aos 17 anos. A estrutura física da Talenttos apresenta quatro salas, um banheiro e uma recepção. A grande maioria dos alunos são de escolas privadas. A Instituição Talenttos tem como objetivo ser facilitador de aprendizagem, oferecendo os serviços de apoio, reforço, aulas particulares e atendimentos psicopedagógicos, a instituição apresenta uma metodologia própria que estimula a aprendizagem ativa, a autonomia e motiva a conhecer mais sobre o mundo. 1.2 Dados do avaliando Nome: A.C.C.F Data de Nascimento: 01/05/2019 Sexo: Feminino Série: 1° ano do ensino fundamental Repetente: Não Pai: B.C.F Mãe:J.C.G.F 2 PRÁTICA: AVALIAÇÃO PISICOPEDAGÓGICA CLÍNICA 2.1 QUEIXA Visão escolar: A aluna apresenta dificuldade em concentrar-se para a execução das atividades em sala de aula, realizando de forma ágil e não percebendo os detalhes, escreve espelhado, demonstrando-se competitiva, sentindo-se incomodada quando algo sair e seu controlo. Porém, está melhorando do que era, é uma criança criativa, gosta de música, sendo muito criativa gosta de criar novos objetos, em suma, está mais amadurecida. A visão da família para o desenvolvimento da aluna está voltada ao fortalecimento de habilidades de atenção, foco e concentração, bem como à ampliação de competências nas relações sociais, aspectos que consideram fundamentais para sua trajetória. A família observa a necessidade de orientação para promover uma postura equilibrada em sala de aula, com foco em um aprendizado colaborativo e saudável. Além disso, expressam preocupação com estímulos que favoreçam uma alfabetização mais eficiente e que incentivem o desenvolvimento pleno das habilidades da aluna 2.2 REGISTRO DE ENCONTROS ANAMNESE COM OS FAMILIARES A criança A.C.C.F nasceu de parto normal, no dia primeiro de maio de dois mil e dezenove. Pesou 2,800kg e mediu 47cm de altura, com nove meses completos. Sentou-se com cinco meses, engatinhou-se com oito meses e começou a andar com onze meses. Mamou no seio até os quatro meses, não apresentou problemas na coordenação motora, parou de usar fraldas aos dois anos e cinco meses, não fez uso de bico pois não aceitou, não teve nenhuma doença. Teve acompanhamento pré-natal e pediátrico durante os primeiros anos de vida (tudo pelo SUS). A mãe relata que a gestação não foi tranquila pois teve episódios de sangramentos, problemas emocionais, financeiros por conta de uma demissão de emprego. Ela teve ao todo duas filhas a A.C.C.F é o caçula, quando o teve, ela tinha vinte anos e o pai vinte e um. Apresenta uma boa rotina de sono, dormindo em seu quarto e na própria cama, necessitando da presença do pai ou da mãe para adormecer, desperta na madrugada e direciona-se até o quarto dos pais, sendo importante destacar a que a aluna faz uso de melatonina o qual facilita no processo do sono. Sua rotina de sono inicia-se as 20h e 30min, despertando as 8h e 30min, apresenta um sono agitado ringindo os dentes durante a noite, não possui objeto de apego. Não tem problemas para ir para a escola, frequentou a educação infantil desde os onze meses, tendo uma ótima adaptação. Sendo o maior objetivo hoje da família ampliar o foco, concentração e o comportamento desafiador, onde A.C.C.F apresenta necessidade de atenção mais individualizada principalmente quando está junto de sua irmã casula, demonstra carinho e cuidado pela irmã, apresenta um humor habitual sendo ansiosa durante as realizações das tarefas, sabe expressar quando está feliz apresentando muita empolgação. Durante as socializações prefere brincar em grupo, mas salientando suas habilidades e gostos com frequência, não apresenta dificuldade em adaptar-se a novos ambientes, sendo relatado pela mãe certa agressividade, apatia e teimosia, além de apresentar medo pelo escuro. Possui preferência por brincadeiras que desenvolvam movimento. A aluna A.C.C.F apresenta alguns hábitos como roer unhas, tendo alguns tiques nervosos, como algumas estereotipias batendo mãos e pés. Atualmente os pais da aluna atuam como administrador de um empreendimento e a mãe atua como psicopedagoga. EOCA Realizamos a E.O.C.A. em uma das salas da instituição em uma sala muito aconchegante, com mesa com cadeiras e alguns brinquedos expostos. Logo que entramos, a criança foi convidada a observar os materiais indicados para essa atividade, tudo estava em uma caixa de papelão, retiramos tudo e postamos sobre a mesa de trabalho. O A.C.C.F logo foi manipulando os objetos de forma curiosa recomendadas, me pediu para ir tomar água, consenti, saiu tranquilamente e logo voltou, abriu e fechou a porta suavemente. Em seguida, perguntou se ele podia tomar café com leite e comer biscoitos, eu disse que sim. Ele mesmo se serviu, voltou a sentar e após beber e comer, me fez algumas perguntas sobre o que eu fazia, respondi com naturalidade. Eu perguntei como era o seu dia-a-dia. Ele me relatou que gostava de mexer no celular da sua mãe, perguntei se ele tinha um, me 4 disse que sim, mas não funcionava direito. Antes de uma nova pergunta, me falou que o sonho dele era pintar o cabelo de verde, indaguei o porquê disso e ele me falou que era porque gosta muito do youtuber “Robin Hood Gamer”, que as vezes pinta o seu cabelo de verde, “gosto dele porque ele nunca mente, e se mente as vezes é porque não sabe”... Falou sobre um tio que é seu vizinho que sempre o acusa de não respeitar a casa dos outros e bater no seu netinho, mas ele nunca bateria em outra criança. Também disse que a sua mãe não faz nada para o ajudar e o tio manda até na sua mãe, mas ela o deixa fazer tudo o que quer, nem precisa pedir. Isso a criança reitera várias vezes. Depois da nossa conversa inicial, eu disse que agora ele poderia escolher algo para fazer com aqueles materiais. Escolheu pintar uns desenhos que estavam disponíveis, os lápis de cor estavam com pontas quebradas ou gastas, ele os apontou, recolheu as aparas e as jogou no lixo. Em seguida, escolheu as cores de acordo com as originais dos desenhos: Pikachu e relâmpago McQueen. Enquanto pintava, relatava alguns episódios dos desenhos. É destro, ouve perfeitamente, fala eloquentemente, tem ótima postura, obedece bem aos comandos, sabe dialogar, olha para quem lhe dirige a palavra. A consigna foi de abertura. OBSERVAÇÃO LÚDICA A aluna apresenta grande interesse em realizar escrita e leitura de palavras simples, preferindo não ler palavras com mais de três sílabas, mesmo já sabendo ler. Nas aulas de educação física, brinca com bambolê, bola, corridas, brincadeiras de roda, amarelinha e se diverte muito. PROVAS OPERATÓRIAS-PIAGETIANAS Realizamos as provas operatórias-piagetianas: de classificação, conservação de quantidade de líquidos, conservação de quantidade de matéria, conservação de pese, conservação de comprimento. Em todas as provas, o aluno demonstrou domínio, na conservação de quantidade de líquido, ele mesmo mediu com a régua e identificou cada frasco com as letras (A, B, C, D...) em papeizinhos que colocou em frente a cada recipiente sobre a mesa. Na conservação de volume, ele experimentou os pesos, comparou um com o outroe disse que não tinha certeza de que tinha o mesmo tamanho ou volume e que seria preciso pesar, colocou a régua sobre as bolinhas de massinha e verificou se a régua ficaria nivelada. Quanto ao comprimento, não teve dúvidas que o que estava esticado tinha o mesmo comprimento que o que estava em arco. HABILIDADES ACADÊMICAS – Leitura: já sabe ler palavras simples de forma autônoma, necessitando de auxílio para ler as com sílabas complexas. – Escrita: na escrita, sabe copiar, cópia em linha reta, utiliza a mão esquerda e apoia-se no papel com a mão direita. – Ditado: escreve com letra maiúscula, realizando os fonemas das letras durante a escrita, realizando as em alguns momentos com letras faltando. – Audibilização: apresenta boa interpretação quando alguém lê ou escuta alguma história, mas ao realizar a leitura de forma autônoma, realiza interpretação com frases pequenas. – Matemática: consegue contar até o número novecentos e também os identifica aleatoriamente, escreve todos os numerais, mas números como cinco, sete, nove, quase sempre o faz da direita para a esquerda. – Ordenação de figuras: não encontra nenhuma dificuldade na ordenação de figuras, é capaz de as ordenar por formas, cores e tamanhos. 2.3 LEVANTAMENTO DE HIPÓTESE Diante das informações coletadas junto às professoras, coordenadora pedagógica, família e o próprio aluno, somados aos testes realizados até aqui, percebo que a criança em análise não tem problemas de transtornos de origem orgânica, mas de ordem emocional e pedagógica. PRIMEIRO SISTEMA DE HIPÓTESE Área emocional: a criança enfrentou uma professora impaciente com ele nas primeiras fases da sua escolaridade, baseado em relatos do próprio aluno, em uma escola de outro município, onde foi morar por algum tempo, pois era agressivo com a professora e coleguinhas, daí ter tido prejuízos no momento e os posteriores, ora verificados. Área cognitiva: a criança tem uma razoável cognição com potencial condições de aprender tudo normalmente, já se encontra em processo de consideráveis melhorias de aprendizagem. Área funcional: Não apresenta dificuldade de ordem funcional, tem boa coordenação motora fina, enxerga muito bem, ouve perfeitamente, fala corretamente, braços e pernas firmes e muito adequadas à sua idade, tamanho e peso. SEGUNDO SITEMA DE HIPÓTESE A falta de pré-requisitos provocou as falhas no processo de alfabetização do aluno M.R.V., agravado substancialmente pelo afastamento das aulas presenciais por conta da pandemia do COVID-19 e a dificuldade de acessar as tecnologias que poderiam amenizar tais prejuízos. A criança, naturalmente tem um comportamento disperso, não consegue concentrar-se formalmente, mas agora, já se encontra no caminho que o levará a curto ou médio prazo a um progresso considerável. 2.4 INFORME PSICOPEDAGÓGICO I – DADOS DA CRIANÇA A.C.C.F., nascimento: 01/05/2019, sexo: feminino, sete anos, filha de B.C.F. (pai) e J.C.G.F (mãe); E.M.E.F. “Porto Novo” Primeiro ano do fundamental. II – MOTIVO DA AVALIAÇÃO Escola: A aluna apresenta dificuldade em concentrar-se para a execução das atividades em sala de aula, realizando de forma ágil e não percebendo os detalhes, escreve espelhado, demonstrando-se competitiva, sentindo-se incomodada quando algo sair e seu controlo. Porém, está melhorando do que era, é uma criança criativa, gosta de música, sendo muito criativa gosta de criar novos objetos, em suma, está mais amadurecida Família: fortalecimento de habilidades de atenção, foco e concentração, bem como à ampliação de competências nas relações sociais, aspectos que consideram fundamentais para sua trajetória. A família observa a necessidade de orientação para promover uma postura equilibrada em sala de aula, com foco em um aprendizado colaborativo e saudável. Além disso, expressam preocupação com estímulos que favoreçam uma alfabetização mais eficiente e que incentivem o desenvolvimento pleno das habilidades da aluna III – AVALIAÇÃO As avaliações foram realizadas no período de oito de outubro até primeiro de novembro de dois mil e vinte e quatro, em doze sessões na Instituição de Ensino Talenttos, na cidade de Lajeado-RS. IV – INSTRUMENTOS UTILIZADOS - Anamnese. - Informações Sociais. - EOCA (Entrevista Operatória Centrada na Aprendizagem). - Provas Piagetianas; classificação; conservação de quantidade de líquidos; conservação de quantidade de matéria; conservação de peso; conservação de comprimento. - Provas Projetivas; vínculo familiar, escolar e consigo mesmo. - Análise do material escolar. - Observações do comportamento familiar e nas conversas do dia-a-dia com a criança. V – ANÁLISE DOS RESULTADOS Pedagógico: em âmbito global é perceptivo o atraso no desenvolvimento das habilidades de leitura, escrita e cálculo. Isso se deve aos fatores emocionais negativos na família e na escola. É uma criança tratada como adulto em algumas situações familiares e até mesmo escolares, desprezado pedagogicamente. É relevante destacar o isolamento provocado pela COVID-19. O nível de aprendizagem é de segunda série (fraca). Linguagem: tem boa memória espontânea, se expressa bem, é caprichoso no que sabe fazer. Afetivo: apesar das queixas sobre o seu comportamento, teve comigo, um relacionamento amistoso, receptivo, amoroso, não é tímido, não é reservado em contar tudo o que se passou e se passa com ele. Social: M.R.V. tem poucos amigos na escola, sabe o nome de dois ou três, brinca pouco, em casa, fica mais tempo sozinho. Nos dias em que a mãe sai para trabalhar, uma tia que é vizinha vem acordá-lo para ir à escola, toma leite com achocolatado, toma o calmante (CONCERTA) e toma o ônibus escolar. O tio que é 10 vizinho, o despreza, não gosta da criança. Isso o deixa magoado, “ele não mente e não gosta de mentira”. (M.R.V.). Psicomotor: o M.R.V. tem boa coordenação motora em todos os aspectos físicos, mas é magro e pequeno em estatura, para a sua idade. VI – PARECER PSICOPEDAGÓGICO CLÍNICO Ao desenvolver esse trabalho, pude verificar e concluir que o M.R.V. enfrenta dificuldades elementares, sem saná-los, não pode desenvolver suas potencialidades ou habilidades necessárias para progredir física e mentalmente. No entanto, está em visível melhoramento. A escoa já iniciou um atendimento especializado duas vezes por semana com sessões de uma hora por dia, em uma sala especial e uma professora habilitada para tais atividades. Está melhorando dia-a-dia. Eu mesmo o acompanhei em duas sessões. Está muito promissora as intervenções e ele está gostando. VII – PROGNÓSTICO O aluno em questão tem boas possibilidades de aprender normalmente, porém, exige atenção paciência e principalmente depositando nele autoestima e confiança. Leitura, escrita e cálculo, devem ser trabalhados rotineiramente, utilizando-se de instrumentos lúdicos. VIII – RECOMENDAÇÕES DE INDICAÇÕES 2.5 DEVOLUTIVAS – Devolutivas aos pais: falta estabelecer rotina ao M.R.V., trata-lo com mais carinho e como a criança que é. Pedir para que ele comece a organizar seus pertences em especial, os escolares. Estabelecer horários para todas as atividades, incentiva-lo a se alimentar melhor. Ler histórias para ele dormir (a mãe sabe ler) e valorizá-lo sem exagero. Conversar com o tio para o tratar melhor, não na presença da criança. – Devolutivas ao aluno: conscientizar a criança de que precisa prestar mais atenção nos ensinamentos escolares, esforçando-se nas tarefas, obedecendo a 11 mãe, a professora e regras da vida, alimentando-se melhor, fazendo mais amizades, dormindo mais cedo. – Devolutivas à escola: conforme explicitado no informe psicopedagógico solicitei às professoras, à coordenação pedagógica e à diretora, que dessem uma atenção especial à essa criança. Todas foram muito solicitas e já o incluíram nas A.E.E. (Atendimento Escolar Especializado). A professora já contratada e todos os materiais necessários já disponibilizados. A criança já está bem encaminhada e é notável que está melhorando seu desempenho escolar e consequentemente global. 3 PROPOSTA DE INTERVENÇÃO 1 – O M.R.V. é uma criança que teveprejuízo no seu desenvolvimento de alfabetização, somado aos impedimentos das aulas presenciais pela pandemia. Além da sua própria personalidade ainda em formação. 2 – A execução do projeto na escola se faz necessário, não da maneira tradicional, mas com recursos tecnológicos modernos, atendimento personalizado na sala de A.E.E. (Atendimento Escolar Especializado), duas horas por semana com sessão de uma hora por dia; levando em conta as dificuldades de leitura, escrita e cálculo, além das aulas normais com mais atenção e melhor aproximação da sua professora. A escola possuí um bom acervo de materiais didáticos pedagógicos, que serão utilizados em sala de aula, com o apoio da coordenação pedagógica da unidade. 3 – Objetivos gerais: propor aos docentes e funcionários em geral momentos de reflexão sobre a prática de convivência diária com os alunos e entre si, sob a coordenação pedagógica e direção da escola, afim de construir um convívio de equidade e mais facilidade de ensino/aprendizagem. 4 – Objetivos Específicos: - Perceber que todos têm dificuldades de aprender e ou ensinar. - Reconhecer que todos fazem parte do sucesso de cada um. 12 - Refletir o sentido e a necessidade de conviver harmoniosamente. - Compartilhar resultados favoráveis ao bom desenvolvimento das atividades escolares. - Planejar atividades lúdicas para um bom engajamento entre os ensinantes e os aprendentes. 5 – Metodologia: para desenvolver os trabalhos de intervenção no processo ensino-aprendizagem é preciso conhecer as teorias psicopedagógicas formuladas para cada situação percebida nos alunos, não só para os que apresentam dificuldades perceptíveis, mas também para os outros que se encontram num patamar aceitável, pois sempre é possível melhorar. Isso só será possível se todos se comprometerem com a difícil tarefa de formar cidadãos plenamente úteis e de sucesso individual. 3.1 ELABORAÇÃO DAS ATIVIDADES Primeiro é preciso estimular os integrantes da escola e os familiares em reuniões a serem marcadas pela coordenação pedagógica e direção da escola, depois colocar em prática os projetos elaborados com a participação de todos, destacando os pontos fracos e os pontos fortes. Quebrar a rotina de cada um cumprir seu papel. O papel é de todos os atores, pois a escola somada aos familiares e os alunos, formam uma unidade. A escola não terá sucesso se não contemplar as dificuldades e ou as deficiências dos menos favorecidos. 3.2 RECURSOS – Humanos. – Internet – Música. – Brincadeiras educativas. – Filmes. – Papéis coloridos – Canetas e lápis coloridos – Mídias (TVs, Projetores e outros). 4 CRONOGRAMA Este projeto poderá ser desenvolvido a médio prazo, ou seja, até o final do ano de dois mil e vinte e dois, sendo agendados encontros mensais. A escola poderá marcar as atividades da forma que melhor atender seus anseios, capacidade e criatividade inerentes ao seu formato, agregando o projeto aos já existentes ou ainda por planejarem. 12