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ACADEMIA DE POLÍCIA MILITAR
ESCOLA DE FORMAÇÃO DE SOLDADOS (EFSd)
CURSO DE FORMAÇÃO DE SOLDADOS 2022
ATENDIMENTO PRÉ-HOSPITALAR
Noções Gerais de APH: aspectos éticos, legais e biossegurança
Coordenador: Raquel Batista Dantas
2022. 
NOSSOS SÍMBOLOS, NOSSA HONRA.NOSSOS SÍMBOLOS, NOSSA HONRA.
SUMÁRIO
1. APRESENTAÇÃO DA DISCIPLINA
2. CONTEXTUALIZAÇÃO
3. OBJETIVOS
4. DESENVOLVIMENTO
3 CONSIDERAÇÕES FINAIS
4 REFERÊNCIAS
1. INTRODUÇÃO - APRESENTAÇÃO DA DISCIPLINA
Este material didático foi elaborado para apoiar a formação do policial militar na área de APH. Visa 
contribuir para o desempenho de conhecimentos, habilidades e atitudes exigidas no exercício de 
proteger e salvar a vida do próprio policial e daqueles que demandam por atendimento à Polícia 
Militar de Minas Gerais. 
Noções Gerais de APH: aspectos éticos, 
legais e biossegurança
2. CONTEXTUALIZAÇÃO
Noções Gerais de APH: aspectos éticos, 
legais e biossegurança
 Na Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) as ações de APH estão vinculadas à Central de Operações
Policiais Militares (COPOM): orientações de primeiros socorros e outros procedimentos até a chegada das
equipes de apoio (SAMU e/ou Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais - CBMMG) ou transferência para o
serviço de saúde adequado.
Termo APH: inserido no Brasil após a criação do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência 192
(SAMU 192) - Decreto Federal N° 5.055 de 27 de abril de 2004.
APH Civil/Convencional: larga gama de incidentes (trânisto, traumas, PCR, OVACE, Partos
de Urgência, Crises convulsivas, etc) em ambientes “controlados”. (Portaria MS 2048/2002).
APH Tático/ de Combate: auto socorro e estabilização de traumas e primeiros socorros em
áreas de conflito tático/combate (Portaria nº 16 de 2018 - Exército Brasileiro. Projeto APH Tático - MJSP, 2020)
BRASIL. Decreto Nº 5055 de 27 de abril de 2004. Institui o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência – SAMU, em Municípios e regiões do território nacional, e dá outras providências. Disponível em:. Acesso em 27 de
setembro de 2021.
_________. Ministério da Defesa. Aprova a Diretriz de Atendimento Pré-Hospitalar Tático do Ministério da Defesa para regular a atuação das classes profissionais, a capacitação, os procedimentos envolvidos e as situações previstas para a atividade. Portaria Normativa MD/GM Nº 16, DE 12 de abril
de 2018.
________. Ministério da Saúde. Portaria n.º 2048, de 5 de novembro de 2002. Aprova o Regulamento Técnico dos Sistemas Estaduais de Urgência e Emergência. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 12 nov. 2002.
heros
Destacar
heros
Destacar
heros
Destacar
APH Convencional/ Geral: Abordagens e procedimentos de maior magnitude
para socorro à ocorrências clínicas e traumáticas na sociedade em geral
APH Tático: Abordagens e procedimentos específicos para situações táticas
ou de combate.
(AHA, 2020; PHTLS, 2019)
ATENDIMENTO PRÉ-HOSPITALAR (APH) NO 
CONTEXTO POLICIAL
heros
Destacar
3. OBJETIVOS DA DISCIPLINA
Ao final da disciplina o discente deverá ser capaz de prestar adequado atendimento pré-
hospitalar à vítima até a chegada da unidade de resgate, caso seja necessário realizar
transporte seguro e eficiente de vítimas em ocorrências clínicas e traumáticas para uma
unidade de atendimento de urgência e emergência.
Noções Gerais de APH: aspectos éticos, 
legais e biossegurança
4. DESENVOLVIMENTO
Noções Gerais de APH: aspectos éticos, 
legais e biossegurança
 Contextualização de APH, primeiros socorros, SBV e SAV.
 Abordagem dos aspectos legais e éticos da assistência em APH policial.
 Recusa ao socorro, crime no local, morte na cena, condições evidentes de 
óbito na cena.
 Noções de biossegurança. 
OBS: As diretrizes da Matriz Curricular para Ações Formativas dos Profissionais
da Área de Segurança Pública (2014) também prevê que estes profissionais
conheçam as técnicas de atendimento pré-hospitalar.
4. DESENVOLVIMENTO
Noções Gerais de APH: aspectos éticos, 
legais e biossegurança
 Contextualização de APH, primeiros socorros, SBV e SAV
APH POLICIAL
APH GERAL 
(CIVIL)
Suporte Básico de Vida 
(SBV)
Primeiros Socorros: 
leigos, atendentes de 
emergência e 
socorristas
Suporte Avançado de 
Vida (SAV)
SAV: Médicos e 
Enfermeiros
APH TÁTICO
Suporte Básico e 
Avancado de Vida SBV-
SAV) com técnicas 
táticas
Operadores de APH 
Tático: Sáude
(médicos e 
enfermeiros) e 
operacionais
Cuidados e intervenções que devem ser prestados de maneira rápida às vítimas de acidente ou mal súbito,
cujo estado físico põe em perigo a sua vida. Tem a finalidade de manter as funções vitais e evitar o
agravamento de complicações do evento por meio de procedimentos até a chegada de assistência qualificada.
URGÊNCIA X EMERGÊNCIA
Manter 
Funções 
Vitais
Evitar 
Agravos
Até a chegada da 
Assistência 
Especializada
4. DESENVOLVIMENTO
Noções Gerais de APH: aspectos éticos, 
legais e biossegurança
 Abordagem dos aspectos legais e éticos da assistência em APH policial
O atual Código Nacional de Trânsito prevê que todos os
motoristas deverão ter conhecimentos de Primeiros Socorros.
(BRASIL. lei no 9.503, de 23 de setembro de 1997. Institui o Código de Trânsito Brasileiro. Acesso em 20, mai. 2022).
O Isolamento da área
A preservação do loca;
A segurança das pessoas envolvidas 
(vítima, socorristas, curiosos)
A realização de procedimentos de 
primeiros socorros básicos
Discrimina as funções de cada um dos profissionais envolvidos num local de acidente (sinistro).
“(...) Cabe aos PROFISSIONAIS RESPONSÁVEIS PELA SEGURANÇA, reconhecidos pelo gestor público da
saúde:
PORTARIA 2048/2002 MS
(BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria n.º 2048, de 5 de novembro de 2002. Aprova o Regulamento Técnico dos Sistemas Estaduais de Urgência e Emergência. Diário Oficial 
da União, Brasília, DF, 12 nov. 2002. Disponível em: .Acesso em dez. 2019). 
4. DESENVOLVIMENTO
Noções Gerais de APH: aspectos éticos, 
legais e biossegurança
http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2002/prt2048_05_11_2002.html
Conselho Federal de Medicina
Resolução N° 1.671/03
Dispõe sobre a regulamentação do atendimento pré-
hospitalar e dá outras providências
Conselho Federal de Medicina
4. DESENVOLVIMENTO
Noções Gerais de APH: aspectos éticos, 
legais e biossegurança
 Abordagem dos aspectos legais e éticos da assistência em APH policial
SAMU – Serviço de Atendimento Médico de Urgência
CHAMADA 
192
ATENDENTE
MÉDICO REGULADOR
Orienta paciente 
ou pessoa que 
ligou.
Avalia o melhor 
procedimento.
UPA /HPS/CTI
Ambulância –
(USB ou USA)
Centro de 
Saúde
(BRASIL. Portaria GM Nº 2.657, de 16 de dezembro de 2004: Estabelece as atribuições das centrais de regulação médica de urgências e o dimensionamento
técnico para a estruturação e operacionalização das Centrais SAMU – 192.). Disponível em : > . Acesso em 15 dez. 2019.
4. DESENVOLVIMENTO
Noções Gerais de APH: aspectos éticos, 
legais e biossegurança
 Abordagem dos aspectos
legais e éticos da assistência
em APH policial
SAMU – Serviço de Atendimento 
Médico de Urgência
Unidade de Suporte Avançado – USA
Ambulâncias com porte especializado (UTI’S – Médico e 
Enfermeiro)
Unidade de Suporte Básico - USB 
Ambulância de suporte básico de vida (Técnico em 
Enfermagem e Socorrista)
4. DESENVOLVIMENTO
Noções Gerais de APH: aspectos éticos, 
legais e biossegurança
 Abordagem dos aspectos
legais e éticos da assistência
em APH policial
Em casos de incêndio urbano ou florestal, envolvimento de 
pessoas em situação de risco, seja em ambiente aquático, 
confinado ou em altura e, ainda, decorrentes de trauma ou 
emergências clínicas.
CHAMADA 193
Bombeiro Militar
UR – Unidade de Resgate
4. DESENVOLVIMENTO
Noções Gerais de APH: aspectos éticos, 
legais e biossegurança
 Abordagem dos aspectos
legais e éticos da assistência
em APHpolicial
Telefones úteis de socorro:
(193
(192
(116
(199
(191
(197
4. DESENVOLVIMENTO
Noções Gerais de APH: aspectos éticos, 
legais e biossegurança
 Abordagem dos aspectos legais e éticos da assistência em APH policial
4. DESENVOLVIMENTO
Noções Gerais de APH: aspectos éticos, 
legais e biossegurança
 Abordagem dos aspectos legais e éticos da assistência em APH policial
CÓDIGO CIVIL BRASILEIRO
Artigo 159: Dos Atos Ilícitos
“Aquele, que, por ação ou omissão voluntária, negligência ou imprudência, violar direito, ou causar 
prejuízo a outrem, fica obrigado a reparar o dano”. 
CÓDIGO PENAL BRASILEIRO
- Artigo 135: Crime de Omissão de Socorro
“Deixar de prestar assistência, quando possível fazê-lo, sem risco pessoal, a criança abandonada
ou extraviada, pessoa inválida ou ferida, ao desamparado, em grave ou iminente perigo, ou não
pedir, nestes casos, o socorro da autoridade pública. Pena: Detenção de 01 (um) a 6 ( seis ) meses
ou multa.”
Fonte: Adaptação da autora. Baseado em Leis Brasileiras.
[1] Normas jurídicas do Brasil. Maiores detalhes ver referencial na íntegra: BRASIL. Decreto-Lei 2.848, de 07 de dezembro de 1940. Código Penal. Diário Oficial da União, Rio de 
Janeiro, 31 dez. 1940. BRASIL. Lei n. 10.406, 10 de janeiro de 2002. Código Civil. Diário Oficial da União, Rio de Janeiro, 11 jan. 2002.
4. DESENVOLVIMENTO
Noções Gerais de APH: aspectos éticos, 
legais e biossegurança
 Abordagem dos aspectos legais e éticos da assistência em APH policial
IMPERÍCIA: agir sem a capacitação técnica exigida no procedimento
Inabilidade, inaptidão, falta de qualificação, despreparo. Falta de conhecimento técnico ou habilidade
que deveria ter ao executar uma ação própria de sua categoria profissional. Pressupõe a qualidade
de habilitação legal para a arte ou profissão.
Retirar objetos encravados – privativo do profissional 
médico
Não aplicar compressões torácicas adequadas
durante a RCP no APH por não saber como
proceder.
Responsabilidade dos socorristas e atendentes 
de emergência. 
Responsabilidade 
dos socorristas e 
atendentes de 
emergência. 
heros
Destacar
heros
Destacar
heros
Destacar
4. DESENVOLVIMENTO
Noções Gerais de APH: aspectos éticos, 
legais e biossegurança
 Abordagem dos aspectos legais e éticos da assistência em APH policial
IMPRUDÊNCIA: agir assumindo o risco de desfechos negativos
Fazer ou agir sem cautela, com precipitação ou afoiteza. “Imprudente é aquele que sabe do grau de
risco envolvido na atividade e mesmo assim acredita que é possível a realização sem prejuízo para
ninguém.” A pessoa em suas ações, age realizando uma atitude diversa da esperada. Isto é, age
correndo o risco.
Não garantir distância segura no dimensionamento da cena, e
sinalização (idealmente por cones) aumentando o risco de
acidentes - distância mínima e distância de segurança prévia
ao local de acidente
Não usar Equipamentos de Proteção Individual (EPI´s)
de forma adequada
Pílula de Segurança n°04: Dicas para uso de
máscara. Diretoria de Comunicação Organizacional
(DCO).
heros
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heros
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4. DESENVOLVIMENTO
Noções Gerais de APH: aspectos éticos, 
legais e biossegurança
 Abordagem dos aspectos legais e éticos da assistência em APH policial
NEGLIGÊNCIA: deixar de fazer o que é obrigado a fazê-lo
Não tomar as devidas providências ou se omitir. Deixar de fazer o que deveria ser feito por displicência, ou
por preguiça por não querer fazer como deveria fazer. Agir com irresponsabilidade. Falta de atenção ou
cuidados.
Não prestar socorro ou não pedir ajuda
necessária.
Pontos de reflexão: A quem/quais autoridades 
informar? Há risco de incêndio? Como atender 
caso seja necessário? Quais os cuidados?
OBS: o negligente via de regra incorre em omissão
de socorro.
Não acionar autoridades competentes a respeito de
situação relevante e/ou ambiental que culmine em
condições de extremo risco ou catástrofe.
heros
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heros
Destacar
heros
Destacar
heros
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4. DESENVOLVIMENTO
Noções Gerais de APH: aspectos éticos, 
legais e biossegurança
 Recusa ao socorro, crime no local, morte na 
cena, condições evidentes de óbito na cena
RECUSA AO 
SOCORRO
Qualquer pessoa mentalmente apta é considerada competente legalmente
para recusar o atendimento de emergência. Caso o militar presencie esse
tipo de situação deverá continuar tentando convencer a pessoa a aceitar
sua ajuda e tentar conscientizá-la de quais consequências poderão advir
com essa recusa. Em determinadas circunstâncias, outro membro da
equipe, pode ajudar nesse processo.
CRIME NO 
LOCAL
- Quando isso ocorrer, recomenda-se os seguintes procedimentos:
 Proteger-se.
 Procurar garantir as condições de segurança local. Se não estiver
seguro, aguarde momentos ideais e apoio.
 Movimentar a vítima somente se for necessário. Antes de mover a
vítima, produzir uma foto mental da cena.
 Tocar somente no que for necessário para ter acesso à vítima.
 Preservar todos os detalhes encontrados na cena do crime para
investigação posterior. Não mexer na mobília do ambiente, a menos
que esteja dificultando seus movimentos para prestar os cuidados
necessários à vítima.
 Prestar atenção onde posiciona o seu equipamento. Evidências
podem ser destruídas ou alteradas.
 Manter todos os curiosos afastados do local.
 Após o atendimento, preparar um relatório e fazer um desenho da
cena, mostrando como e onde encontrou a vítima. Isso pode ser útil
se precisar lembrar do incidente tempos depois.
MORTE NA 
CENA
Os únicos profissionais que possuem competência técnica e legal para
atestar a morte de uma pessoa são os Médicos e, recentemente aprovada
por legislação específica, os Enfermeiros que atuam no SAMU.
CONDIÇÕES EVIDENTES DE ÓBITO NA CENA 
Queimadura com carbonização Rigidez cadavérica
Decomposição/Putrefação Esmagamento maciço
Mecanismo de Lesão que resulte em Trauma incompatível com a vida
Preservação 
da imagem e 
não 
exposição
Preservação da 
imagem e não 
exposição
Preservação da 
imagem e não 
exposição
Preservação da 
imagem e não 
exposição
CONSENTIMENTO EXPLÍCITO:
recebe autorização da vítima para a prestação de
socorro
CONSENTIMENTO IMPLÍCITO:
vítimas apresentam inconsciência, confusas ou
gravemente feridas e vítimas menores de idade.
4. DESENVOLVIMENTO
Noções Gerais de APH: aspectos éticos, 
legais e biossegurança
 Recusa ao socorro, crime no local, morte na cena, condições 
evidentes de óbito na cena
- RELATÓRIO CIRCUNSTANCIADO:
 Condição da vítima quando encontrada.
 Descrição da lesão ou da natureza do mal súbito.
 Sinais vitais iniciais e posteriores.
 Atendimento que você deu à vítima.
 Nome da instituição e da pessoa que assumiu a vítima.
 Qualquer possibilidade de exposição às doenças infecciosas.
 Testemunhas.
4. DESENVOLVIMENTO
Noções Gerais de APH: aspectos éticos, 
legais e biossegurança
 Recusa ao socorro, crime no local, morte na cena, condições 
evidentes de óbito na cena
Medidas para a prevenção de doenças contagiosas e outros riscos oriundos no contexto de
exposição laboral.
Prevenção e cuidados: contato com sangue ou secreções (vômito, fezes, urina com
sangue) infectadas; gotículas e /ou aerossóis durante a prestação dos primeiros socorros
que podem resultar em contaminação.
 Hepatite B
 Hepatite C
 HIV (vírus da imunodeficiência humana)
COVID-19
H1N1
Ebola
Protocolo para Manejo Clínico para o novo Coronavírus (2019-nCoV). Ministério da Saúde.
Brasília DF, 2020. Disponível em https://coronavirus.saude.gov.br/profissional-gestor.
4. DESENVOLVIMENTO
Noções Gerais de APH: aspectos éticos, 
legais e biossegurança
 Noções de biossegurança
Vacinas;
Lavagem das mãos;
Uso correto de EPI’s
Sapatos fechados.
PMMG. Diretoria de Saúde. Hospital da Polícia Militar de Minas Gerais. Diretriz 007 Comissão de Controle de Infecção Hospitalar – Medidas de Precauções 
e isolamento. Março de 2020. 
4. DESENVOLVIMENTO
Noções Gerais de APH: aspectoséticos, 
legais e biossegurança
 Noções de biossegurança
5. CONSIDERAÇÕES FINAIS
Noções Gerais de APH: aspectos éticos, 
legais e biossegurança
POLICIAL MILITAR DE MINAS GERAIS
SOCORRISTA - PAPEL ÉTICO-LEGAL, SOCIAL E 
HUMANITÁRIO
REFERÊNCIAS
AMERICAN HEART ASSOCIATION (AHA). Adult Basic Life Support. 2020 International Consensus on Cardiopulmonary Resuscitation and Emergency Cardiovascular Care Science With Treatment.
Recommendations. Circulation. 2020;142. Acesso em Out 2020. Disponível em.
BRASIL. Ministério da Defesa. Aprova a Diretriz de Atendimento Pré-Hospitalar Tático do Ministério da Defesa para regular a atuação das classes profissionais, a capacitação, os procedimentos
envolvidos e as situações previstas para a atividade. Portaria Normativa MD/GM Nº 16, DE 12 de abril de 2018.
BRASIL. Ministério da Defesa. Exército Brasileiro. Comando de operações terrestres. Manual de Campanha: atendimento pré-hospitalar (APH) Básico, 2020.117p. Disponível em:. Acesso em 21 setembro 2021.
MINAS GERAIS. Polícia Militar. Memorando Nº 31.164.2/06 – EMPM de 26 de maio de 2006. Dispões sobre a abordagem do policial militar no atendimento às vítimas de trauma penetrante. [Norma
Institucional].
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Protocolos de Intervenção para o SAMU 192 - Serviço de Atendimento Móvel de Urgência. Brasília: Ministério da Saúde, 2016.
BRASIL. Ministério da Defesa. Exército Brasileiro. Manual de Campanha: ATENDIMENTO PRÉ-HOSPITALAR (APH) BÁSICO 1ª Edição 2020. Disponível em:
https://bdex.eb.mil.br/jspui/bitstream/123456789/6446/3/EB70-MC-10.343.pdf. Acesso ems t. 2021.
NATIONAL ASSOCIATION OF EMERGENCY MEDICAL TECHNICIANS, Tactical Combat Casualty Care - TCCC Guidelines for Medical Personnel. Agosto, 2018. Mississipi. EUA.
NATIONAL ASSOCIATION OF EMERGENCY MEDICAL TECHNICIANS (NAEMT). PHTLS: Atendimento pré-hospitalar ao traumatizado. 9ª edição. Editora Artmed. 2019.
NATIONAL ASSOCIATION OF EMERGENCY MEDICAL TECHNICIANS (NAEMT).PHTLS: Prehospital Trauma Life Support, Military Edition. 9ª edição. 2021, 1032p.
Referências Complementares
BARROS, Alba Lúcia Botura Leite de [et al]. Anamnese e exame físico: avaliação diagnóstica de enfermagem no adulto. Porto Alegre: Artmed, 2 ed. 2009.
BERGERON, J. DAVID e BIZJAK, Glória. Primeiros Socorros. Ed. São Paulo. Atheneu, 1999.
BRASIL. Decreto-Lei 2.848, de 07 de dezembro de 1940. Código Penal. Diário Oficial da União, Rio de Janeiro, 31 dez. 1940.
_________. Lei n. 10.406, 10 de janeiro de 2002. Código Civil. Diário Oficial da União, Rio de Janeiro, 11 jan. 2002.
________. Ministério da Saúde. Portaria n.º 2048, de 5 de novembro de 2002. Aprova o Regulamento Técnico dos Sistemas Estaduais de Urgência e Emergência. Diário Oficial da União, Brasília,
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________. Ministério da Saúde. Organização Pan-Americana da Saúde. Biossegurança em saúde: prioridades e estratégias de ação. Brasília: Ministério da Saúde, 2010. 242 p. (Série B. Textos
Básicos de Saúde). Disponível em: . Acesso
em: 20 jul. 2021.
CARCHEDI, Luiz Roberto. O Sistema integrado de atendimento às emergências médicas do Estado de São Paulo: base legal. São Paulo: Academia de Polícia Militar, 1995.
CASARIM, Jorge Luiz Bastos; RIBEIRO, Luiz F. G. e FARIA, Cláudia. Trauma. Pré-hospitalar e hospitalar, adulto e criança. Ed. Medsi, 1997.
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CRUZ VERMELHA Brasileira Filial do Estado de Minas Gerais. Manual do Socorro Básico de Emergência. Belo Horizonte, 1ª edição, 2007.
MAIA, Rodrigo. História do APH de Combate no Mundo. Disponível em http://vidaquesalva.blogspot.com/2018/08/historia-do-aph-no-mundo.html. Acessado em 10 de outubro de 2021, às
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MAIA, Rodrigo. A Batalha de Mogadíscio. Disponível em https://aphdecombatebr.com.br/a-batalha-de-mogadiscio/. Acessado em 10 de outubro de 2021, às 22hs50min.
MINAS GERAIS. Lei nº 15778, de 26 de outubro de 2005. Torna obrigatório equipar com aparelho desfibrilador cardíaco os locais, veículos e estabelecimentos que menciona. Disponível em: . Acesso em janeiro de 2016.
MINAS GERAIS. Lei nº 15778, de 26 de outubro de 2005. Torna obrigatório equipar com aparelho desfibrilador cardíaco os locais, veículos e estabelecimentos que menciona.Disponível em:
http://www.lexml.gov.br/urn/urn:lex:br;minas.gerais:estadual:lei:2005-10-26;15778. Acesso em janeiro de 2020.
RODRIGUES, Waldeci Gouveia et al. Manual de Atendimento pré-hospitalar. Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais. 1ª edição, 2008.
VIANA, Mariza Santos Ortiz. Guia Básico para o Primeiro Atendimento. Socorro de Emergência. Ed. Atheneu. São Paulo. 1999.
NATIONAL ASSOCIATION OF EMERGENCY MEDICAL TECHNICIANS (NAEMT). PHTLS: Atendimento pré-hospitalar ao traumatizado. 9ª edição. Editora Artmed. 2019.
https://bdex.eb.mil.br/jspui/bitstream/123456789/6446/3/EB70-MC-10.343.pdf
http://www.lexml.gov.br/urn/urn:lex:br;minas.gerais:estadual:lei:2005-10-26;15778

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