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Primeiros Socorros Profª: Larissa Teixeira Competências ▪ Compreender as bases históricas e legislativas dos primeiros socorros. ▪ Entender como funciona a Rede de Atenção a Urgência e Emergência. ▪ Conhecer a Lei Lucas. ▪ Primeiros Socorros são as primeiras providências tomadas no local do acidente. ▪ É o atendimento inicial temporário a vítima de acidentes ou de mal súbito, cujo estado físico põe em perigo a sua vida. O que são Primeiros Socorros? ▪ Tem como objetivo manter as funções vitais e evitar o agravamento de suas condições, aplicando medidas e procedimentos até a chegada de assistência qualifica ▪ Assistência prestada em primeiro nível de atenção, aos portadores de quadros agudos, de natureza clínica, traumática ou psiquiátrica, que podem acarretar sequelas ou até mesmo a morte. O que são Primeiros Socorros? FINALIDADES: Realizar manobras simples que podem salvar vidas. Prevenir lesões mais graves. Manter a segurança da vítima até a chegada do socorro. QUAIS AS EXIGÊNCIAS PARA PRESTAR OS PRIMEIROS SOCORROS? Calma Conhecimento Rapidez Improvisação Solidariedade ▪ A maioria dos acidentes poderiam ser evitados, no entanto, quando eles ocorrem alguns conhecimentos simples podem diminuir e evitar complicações futuras e até mesmo salvar vidas. ▪ É fundamental que em situações de emergência mantenha-se a calma, tendo em mente que a prestação de primeiros socorros não exclui a importância de um médico e atendimento especializado. ▪ É necessário certificar de que há condições seguras o bastante para a prestação do Socorro, sem riscos para o indivíduo que irá prestar o mesmo. IMPORTÂNCIA DOS PRIMEIROS SOCORROS: • Um atendimento de emergência mal feito pode comprometer ainda mais a saúde da vítima. ▪ Deixar de prestar Socorro significa não dar nenhuma assistência à vítima. Qualquer pessoa que deixe de prestar ou providenciar socorro à vítima, podendo fazê-lo, estará cometendo o crime de omissão de socorro. ▪ A omissão de socorro e a falta de atendimento de primeiros socorros eficiente são os principais motivos de mortes e danos irreversíveis nas vítimas de acidentes de trânsito. ▪ Os momentos após um acidente, principalmente as 2 primeiras horas são os mais importantes para se garantir a recuperação ou a sobrevivência das vítimas. CONCEITOS PRELIMINARES: ▪ Os primeiros socorros surgiram com o suíço Jean Henry Dunant, no ano de 1859, projeto apoiado pelo imperador francês Napoleão III, e tinha o intuito de instruir pessoas das comunidades locais, principalmente aquelas que viviam em estado de guerra. ▪ Como resultado desse trabalho, em 1863, Dunant, juntamente com mais quatro amigos, formaram o chamado comitê dos cinco, que criou o que fora inicialmente chamado Comitê internacional de socorro aos feridos. ORIGEM DOS PRIMEIROS SOCORROS: ▪ O Comitê havia reunido representantes de diferentes governos que aceitaram a proposta de Dunant para a criação de sociedades de socorro que assistiram os serviços de saúde militares. ▪ Em agosto de 1864, o Comitê convenceu os governos a adotarem a primeira Convenção de Genebra. Este tratado obrigava os exércitos a cuidarem dos soldados feridos, independente do lado a que pertencessem, e também apresentou um emblema padronizado para os serviços médicos: uma cruz vermelha sobre um fundo branco. ▪ Posteriormente teve seu nome mudado para o Comitê Internacional da Cruz Vermelha, ou simplesmente, a conhecida mundialmente CRUZ VERMELHA. O COMITÊ: ▪ É uma organização internacional que surgiu como intuito de garantir proteção às pessoas que sofrem as consequências de conflitos armados. ▪ Sua criação ocorreu para atender a uma necessidade da humanidade naquele período, o atendimento humanitário e médico para as pessoas que enfrentavam as dificuldades causadas pelas guerras. ▪ Esse atendimento visava a atender tanto aos soldados que se feriam em batalha quanto aos civis. CRUZ VERMELHA: ▪ No caso dos soldados, podemos destacar o fato de que existia um suporte muito limitado para os que se feriam em batalha. Assim, milhares de soldados não recebiam tratamento ou recebiam um tratamento inadequado e faleceram vítimas de suas feridas. CRUZ VERMELHA: PRIMEIRAS AMBULÂNCIAS: ▪ Foi projetado unidades de transporte de feridos batizadas como “ambulâncias voadoras”. ▪ Esse foi o primeiro serviço de ambulância reconhecido; ▪ O médico chefe militar francês de Napoleão, o Barão Dominique Jean Larrey (o pai do APH), desenvolveu a ambulância em duas formas: a primeira, era um veículo leve coberto de duas rodas com espaço para dois pacientes, e a outra forma era um veículo mais pesado, de quatro rodas, capaz de levar duas a quatro pessoas, puxado por quatro cavalos e projetada para andar em terrenos mais acidentados; ▪ Na época, esses veículos transportavam água, comida, ataduras, e outros equipamentos. ▪ Nascida em 12 de maio de 1820, em Florença na Itália. ▪ Iniciou os estudos como enfermeira no Egito. ▪ 1854: Guerra da Criméia: Chefiou um grupo de enfermeira. ▪ Fez estudos estatísticos mostrando que a alta mortalidade dos soldados resultava das péssimas condições de saneamento. Seus méritos foram reconhecidos, e ela recebeu uma importante condecoração da rainha Vitória. ▪ A mortalidade entre os hospitalizados era de 40%. ▪ Após atuação desde a organização do trabalho, até os mais simples serviços como a limpeza do chão a mortalidade decresce de 40% para 2%. ▪ Os soldados fizeram dela o seu anjo da guarda , e passou a ser conhecida como a “Dama da Lâmpada“. FLORENCE NIGHTINGALE: ▪ Por volta de 1400, o hospital medieval começou a se separar em duas instituições: o hospital para o cuidado dos pacientes e a instituição de caridade, geralmente associada à recolha de órfãos, abrigos ou casas para os pobres. ▪ Em 1700, os leprosários medievais foram se transformando em hospitais gerais. ▪ Durante as transformações das cidades, surgiu uma nova arquitetura do hospital, que o distanciou das instituições medievais. ▪ Já mais perto, no século XIX, os hospitais passaram a fornecer cuidados de emergência pré-hospitalar para recuperar o maior número possível de combatentes. ▪ Nasce o termo triagem. Vieram também as revoluções de assepsia, higiene e anestesia, estimuladas pelos avanços tecnológicos. ORIGEM DO HOSPITAL: MODELOS DE SAÚDE: MODELO BIOMÉDICO X MODELO BIOPSICOSSOCIAL ▪ PORTARIA N.º 1863, EM 29 DE SETEMBRO DE 2003; Instituir a Política Nacional de Atenção às Urgências a ser implantada em todas as unidades federadas, respeitadas as competências das três esferas de gestão; ▪ Garantir a universalidade, equidade e a integralidade no atendimento às urgências clínicas, cirúrgicas, gineco-obstétricas, psiquiátricas, pediátricas e as relacionadas às causas externas (traumatismos não- intencionais, violências e suicídios); ▪ Qualificar a assistência e promover a capacitação continuada das equipes de saúde do SUS na Atenção às Urgências, em acordo com os princípios da integralidade e humanização. POLITICA NACIONAL DE ATENÇÃO AS URGÊNCIAS: ▪ Organização de redes loco regionais de atenção integral às urgências, tecendo-as em seus diversos componentes: 1. COMPONENTE PRÉ-HOSPITALAR FIXO: unidades básicas de saúde e unidades de saúde da família, equipes de agentes comunitários de saúde, ambulatórios especializados, serviços de diagnóstico e terapias. 2. COMPONENTE PRÉ-HOSPITALAR MÓVEL: SAMU – Serviço de Atendimento Móvel de Urgências e os serviços associados de salvamento e resgate. 3. COMPONENTE HOSPITALAR: portas hospitalares de atenção às urgências das unidades hospitalares gerais, e toda a gama de leitos de internação, passando pelos leitos gerais e especializados, de longa permanência e os de terapia semi-intensiva e intensiva, mesmo que esses leitos estejam em unidades hospitalaresque atuem sem porta aberta às urgências. 4. COMPONENTE PÓS-HOSPITALAR: modalidades de Atenção Domiciliar, Hospitais-Dia e Projetos de Reabilitação Integral com componente de reabilitação de base comunitária. REDE DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA – RUE: ▪ Tem a finalidade de articular e integrar todos os equipamentos de saúde com o objetivo de ampliar e qualificar o acesso humanizado e integral aos usuários em situação de urgência/emergência nos serviços de saúde, de forma ágil e oportuna. ▪ Busca acolher aqueles cidadãos com problemas de saúde que necessitam de atendimento imediato, e que, provavelmente o atraso dessa assistência causará agravo na condição do usuário. COMPONENTES DA RUE: ▪ Promoção e prevenção ▪ Atenção primária: Unidades Básicas de Saúde ▪ UPA e outros serviços com funcionamento 24h ▪ SAMU 192 ▪ Portas hospitalares de atenção às urgências ▪ Enfermarias de retaguarda e unidades de cuidados intensivos ▪ Inovações tecnológicas nas linhas de cuidado prioritárias: AVE, IAM, traumas ▪ Atenção domiciliar ▪ Melhor em Casa. ▪ O SAMU atende os casos de urgência e emergência, financiado pelo Governo Federal, Estadual e Municipal, com a finalidade de melhorar o atendimento à população; ▪ Foi criado em 2003, faz parte do Política Nacional de Urgências e Emergências. ▪ O SAMU presta socorro a população nas residências, locais de trabalho e vias públicas. SERVIÇO DE ATENDIMENTO MÓVEL DE URGÊNCIA: ▪ A equipe é composta por condutores-socorristas, técnicos em enfermagem, enfermeiros e médicos, todos capacitados em atendimento de urgência de natureza traumática, clínica, pediátrica, obstétricas e psiquiátricas. ▪ É responsável pela regulação de todos os atendimentos de urgência via telefone, pelos atendimentos móveis que dispensam as viaturas e pelas transferências de pacientes aos hospitais. SERVIÇO DE ATENDIMENTO MÓVEL DE URGÊNCIA: SISTEMA DE REGULAÇÃO: ▪ PORTARIA N.º 1863, EM 29 DE SETEMBRO DE 2003. ▪ Instalação e operação das Centrais de Regulação Médica das Urgências, integradas ao Complexo Regulador da Atenção no SUS. ▪ O SAMU tem funcionamento regional e conforme regulação. EQUIPE DA CENTRAL DE REGULAÇÃO: ▪ Médicos reguladores, Técnicos auxiliares de regulação médica, Controladores de Frota e Radioperadores; ▪ USB (SBV): Técnico de enfermagem ou enfermeiro, motorista socorrista; ▪ USA (SAV): Médico, Enfermeiro e Motorista-socorrista.. COMPOSIÇÃO DO SAMU: TIPOS DE HOSPITAIS: Hospital Universitário de Ensino e Pesquisa Hospital de Urgência Hospital Especializado Hospital Geral ▪ A “Estrela da Vida” é composta de seis faixas tendo localizado no seu centro, ao alto, um bastão com uma serpente enrolada; ▪ Ela tem seis faixas que representam as fases que constituem um ciclo completo de ações em termos de Emergência Médica; ▪ Cada uma das barras azul da “Estrela da Vida” representa a função em seis sistemas do SEM; ▪ Quanto ao bastão com a serpente enrolada, colocado no centro da estrela, ele simboliza a saúde. O SÍMBOLO DO SERVIÇO DE EMERGÊNCIA MÉDICA: UTILIZAÇÃO DA ESTRELA DA VIDA: APH ▪ É também chamado pelos leigos como Resgate e, é um termo utilizado entre os profissionais da área da saúde. ▪ Esse atendimento pré-hospitalar teve início no final dos anos 1700 através do médico chefe militar francês o Barão Dominique Jean Larrey. ▪ O “Barão Larrey” é conhecido como o pai dos serviços de emergência médica na era moderna e conseguiu reconhecer a necessidade de atendimento pré-hospitalar imediato, com mais rapidez e segurança. ATENDIMENTO PRÉ-HOSPITALAR: ▪ Se refere ao atendimento feito ao paciente fora do ambiente hospitalar, em situação de urgência, podendo ser a grande diferença entre a vida e a morte do paciente. ▪ O APH deve ser realizado por pessoas com formação e treinamento adequado, uma vez que atenderão pacientes com distúrbios clínicos (neurológicos, cardíacos, dentre outros), ou traumáticos (acidentes automobilísticos, quedas, agressões). ▪ Durante o APH, o paciente é inicialmente avaliado, estabilizado clinicamente e após um pré-diagnóstico, é encaminhado a um hospital de referência para seu tratamento. Um pouco sobre APH... ▪ A atuação dos profissionais de saúde no APH, é regulamentada pela Portaria n°. 2.048 do Ministério da Saúde. Ela regulamenta os serviços de urgência e emergência, dos quais o atendimento pré-hospitalar faz parte. ▪ Os profissionais que atuam no APH são capacitados para lidar com todas as urgências de saúde de natureza traumática ou clínica. Esse tipo de atendimento pode ser fixo ou móvel. Um pouco sobre APH... É feito em estabelecimentos de saúde de menor complexidade e visa promover uma primeira assistência até que o paciente possa ser transferido para um nível mais alto. ATENDIMENTO FIXO As unidades fixas são compostas pelas Unidades Básicas de Saúde e Unidades de Pronto atendimento, denominadas UPAs. Essas unidades oferecem assistência aos casos menos graves ou de baixa complexidade. São também denominadas unidades de atendimento primário Acontece através do Serviço de Atendimento Médico de Urgência (SAMU),Corpo de Bombeiros e outros serviços de urgência móveis de empresas particulares. Nesse caso, são utilizados veículos especializados para chegar mais rapidamente à vítima após o acontecimento de algum agravo à saúde. ATENDIMENTO MÓVEL Ligado a uma Central De Regulação De Urgência e possui duas subdivisões: atendimento móvel primário e nível secundário. Nível primário envolve oferecer apoio a um pedido de socorro de um cidadão. Nível secundário atende pacientes que já passaram pelo atendimento primário e apresentam estabilidade no quadro de urgência, seguindo para atendimento de maior complexidade. DIFERENÇAS ENTRE PRIMEIROS SOCORROS E APH: ▪ APH é caracterizado pela assistência adequada à vítima, aliado ao transporte adequado para uma unidade de pronto atendimento. ▪ Os primeiros socorros são ações cujos objetivos são manter as funções vitais, evitando o agravamento do estado da vítima, caracterizando o atendimento inicial. O primeiro atendimento de saúde pode ser estruturado em duas modalidades: o suporte básico de vida (SBV) e o suporte avançado de vida. ▪ SBV | Manobras não invasivas para a manutenção da vida e prevenção de lesões irreparáveis. ▪ SAV | Manobras invasivas específicas e mais complexas para o tratamento de agravos à saúde. ▪ Os primeiros socorros têm foco no SBV, já o APH tem foco no SAV que é praticado pelos profissionais de saúde. ▪ Pessoa que faz o curso de primeiros socorros chama-se atendente de emergência, enquanto o profissional do APH é chamado de socorrista. LEI LUCAS: ▪ Lei Lucas (13722/18) foi sancionada dia 04/10/2018. Ela obriga as escolas, públicas e privadas e espaços de recreação infantil a se prepararem para atendimentos de primeiros socorros. ▪ A necessidade dessa lei ficou evidenciada depois de um acidente que ocorreu com Lucas Begalli, uma criança de apenas 10 anos de idade, que perdeu a vida em um simples passeio escolar. ▪ Motivo: asfixia mecânica que ocorreu em questão de minutos. Ou seja, ele se engasgou com um pedaço de salsicha do cachorro quente que serviram no lanche. Mas não recebeu os primeiros socorros de forma rápida e adequada. Essa fatalidade poderia ter sido evitada se houvesse preparo sobre primeiros socorros pelas pessoas responsáveis pelo evento. ▪ Por causa do seu filho único, Alessandra Begalli, a mãe do menino Lucas, se mobilizou para lutar por uma causa até então inexistente na legislação brasileira. Ela não se conformou com a situação de morte do filho. Afinal, se houvesse pessoas treinadas na escola, pelo menos para os primeiros socorros, ele poderia ter sido alvo. Assim surge a Lei Lucas. LEI LUCAS: ATIVIDADE DE FIXAÇÃO: 1º) O que sãoprimeiros socorros? 2º) Que atitude pode ser considerada omissão de socorro? 3º) O que obrigava o tratado de 1864? 4º) Qual o intuito da criação da Cruz Vermelha? 5º) O que compõe: a) pré hospitalar fixo: b) pré hospitalar móvel: c) hospitalar: d) pós hospitalar: e) Equipe da Central de regulação: f) USB (SBV): g) USA (SAV): REFERÊNCIAS: BRANDÃO, P. F.; MACEDO, P. H. A. P.; RAMOS, F. S. Choque hemorrágico e trauma: breve revisão e recomendações para manejo do sangramento e da coagulopatia. Rev. Med. Minas Gerais, 2017; • BRASIL, Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Protocolos de Intervenção para o SAMU 192 - Serviço de Atendimento Móvel de Urgência. Brasília: Ministério da Saúde, 2016; • MOURÃO-JUNIOR, Carlos Alberto; SOUSA, Luísa Soares de. Fisiopatologia do Choque. HU Revista: Juiz de Fora, v. 40, n. 1 e 2, p. 75- 80, jan./jun. 2014; • OLIVEIRA, D.R.; DINIZ, J.J.R. Caracterização das ocorrências de trauma no município de Catro. Revista Nursing. V.145, n.13, 2010; • Potter, P; Perry, A.G. Fundamentos de enfermagem. 7 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009; • PEREIRA, W. A. P.; LIMA, M. A. D. S. Atendimento pré-hospitalar: caracterização das ocorrências de acidente de trânsito. Acta Paul Enferm, 2006. • PHTLS. Atendimento Pré-hospitalizado ao Traumatizado. 7ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011. Slide 1: Primeiros Socorros ⛑️ Slide 2: Competências Slide 3 Slide 4 Slide 5 Slide 6 Slide 7 Slide 8 Slide 9 Slide 10 Slide 11 Slide 12 Slide 13 Slide 14 Slide 15 Slide 16 Slide 17 Slide 18 Slide 19 Slide 20 Slide 21 Slide 22 Slide 23 Slide 24 Slide 25 Slide 26 Slide 27 Slide 28 Slide 29 Slide 30 Slide 31: APH Slide 32 Slide 33 Slide 34 Slide 35 Slide 36 Slide 37 Slide 38 Slide 39 Slide 40 Slide 41