Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

Versionamento de Software 
 
1. Qual é o principal objetivo do versionamento de software?
a) Melhorar a estética do código
b) Controlar alterações e manter histórico das versões do software
c) Aumentar o tempo de desenvolvimento
d) Eliminar a necessidade de testes
Resposta correta: b) Controlar alterações e manter histórico das versões 
do software
O principal objetivo do versionamento de software é controlar as alterações 
feitas no código ao longo do tempo e manter um histórico das versões do 
software. O versionamento permite que desenvolvedores e equipes de 
desenvolvimento acompanhem o progresso do projeto, identifiquem 
quando e onde mudanças específicas foram feitas e revertam alterações se 
necessário. Cada versão do software pode ter um número de versão 
associado que reflete mudanças significativas, correções de bugs ou adições 
de funcionalidades. Isso é especialmente importante em projetos 
colaborativos, onde várias pessoas podem estar trabalhando no mesmo 
código, pois o versionamento ajuda a evitar conflitos e facilita a integração 
de diferentes contribuições. Além disso, ter um histórico claro das versões é 
fundamental para fins de auditoria e manutenção, permitindo que os 
desenvolvedores compreendam a evolução do software e a razão por trás de 
certas decisões de design e implementação.
2. Qual das seguintes práticas é comum em um sistema de controle de 
versão?
a) Ignorar as alterações feitas no código
b) Fazer backups manuais em um único local
c) Criar branches para desenvolvimento paralelo
d) Remover todos os históricos de versões anteriores
Resposta correta: c) Criar branches para desenvolvimento paralelo
Uma prática comum em sistemas de controle de versão é criar branches para 
desenvolvimento paralelo. Branches permitem que desenvolvedores 
trabalhem em diferentes funcionalidades, correções de bugs ou 
experimentos sem afetar a versão principal do código (geralmente chamada 
de "main" ou "master"). Isso é especialmente útil em equipes onde 
múltiplas tarefas precisam ser realizadas simultaneamente, pois cada 
branch pode ser desenvolvido de forma isolada e, quando pronto, pode ser 
mesclado (merge) de volta à branch principal. Essa abordagem facilita a 
af://n770
colaboração entre desenvolvedores, pois permite que eles façam alterações 
sem interferir no trabalho uns dos outros. Além disso, branches ajudam a 
organizar o fluxo de trabalho, tornando mais fácil testar novas 
funcionalidades ou correções antes de integrá-las ao código principal. Essa 
prática é essencial para a gestão eficaz de projetos de software, 
especialmente em ambientes ágeis, onde as iterações rápidas são comuns.
3. O que significa a prática de "tagging" em um sistema de versionamento?
a) Criar uma nova branch para desenvolvimento
b) Marcar versões específicas do software para referência futura
c) Excluir versões antigas do código
d) Modificar diretamente o código sem controle
Resposta correta: b) Marcar versões específicas do software para 
referência futura
A prática de "tagging" em um sistema de versionamento refere-se ao ato de 
marcar versões específicas do software para referência futura. As tags são 
frequentemente usadas para identificar versões estáveis ou lançamentos 
importantes, como versões de produção ou marcos significativos no 
desenvolvimento do software. Ao criar uma tag, os desenvolvedores podem 
facilmente voltar a um estado específico do código, facilitando o acesso a 
versões anteriores sem a necessidade de navegar pelo histórico de commits. 
Tags são especialmente úteis em ciclos de lançamento, pois permitem que 
as equipes mantenham uma referência clara de onde cada versão do 
software está no tempo e quais alterações foram feitas antes de cada 
lançamento. Além disso, ao usar tags, as equipes podem garantir que a 
versão que foi implantada em produção pode ser facilmente recuperada ou 
replicada, o que é crucial para manter a estabilidade do software ao longo do 
tempo.
4. Qual é a diferença entre um commit e um push em um sistema de controle 
de versão?
a) Um commit salva mudanças localmente, enquanto um push envia essas 
mudanças para um repositório remoto
b) Um commit remove arquivos do projeto, enquanto um push os adiciona
c) Um commit é irreversível, enquanto um push pode ser desfeito
d) Ambos são a mesma coisa, apenas com nomes diferentes
Resposta correta: a) Um commit salva mudanças localmente, enquanto 
um push envia essas mudanças para um repositório remoto
A diferença fundamental entre um commit e um push em um sistema de 
controle de versão é que um commit salva as mudanças no repositório local 
do desenvolvedor, enquanto um push envia essas mudanças para um 
repositório remoto. Quando um desenvolvedor realiza um commit, ele 
registra uma alteração no código, associando-a a uma mensagem que 
descreve o que foi alterado. Esse commit é armazenado localmente, 
permitindo que o desenvolvedor trabalhe de forma isolada e teste suas 
alterações antes de compartilhá-las com outros. Após realizar um ou mais 
commits, o desenvolvedor pode usar o comando push para enviar essas 
alterações para um repositório remoto, como um servidor ou uma 
plataforma de hospedagem de código (por exemplo, GitHub). O push é o 
passo que torna as alterações visíveis para outros membros da equipe e 
integra as contribuições ao projeto compartilhado. Essa distinção é crucial 
para entender o fluxo de trabalho em projetos colaborativos, onde o controle 
sobre quando e como as alterações são compartilhadas é vital.
5. Por que o versionamento semântico (SemVer) é utilizado no controle de 
versões de software?
a) Para permitir a criação de versões aleatórias sem critérios
b) Para comunicar de forma clara e consistente as mudanças entre versões
c) Para ignorar o impacto das mudanças no código
d) Para simplificar o número de versões lançadas
Resposta correta: b) Para comunicar de forma clara e consistente as 
mudanças entre versões
O versionamento semântico (SemVer) é utilizado no controle de versões de 
software para comunicar de forma clara e consistente as mudanças entre 
versões. O SemVer segue um esquema de numeração que utiliza três 
componentes principais: MAJOR.MINOR.PATCH. O número da versão major 
(MAJOR) é incrementado quando há mudanças incompatíveis na API, 
indicando que a nova versão não funcionará com versões anteriores. O 
número minor (MINOR) é incrementado quando funcionalidades novas são 
adicionadas de forma compatível, permitindo que novos recursos sejam 
introduzidos sem quebrar a funcionalidade existente. Já o número patch 
(PATCH) é incrementado para correções de bugs que não afetam a 
funcionalidade ou a API. Essa abordagem fornece uma linguagem comum 
que permite que desenvolvedores e usuários compreendam rapidamente o 
que esperar de cada nova versão do software. Ao seguir o SemVer, as equipes 
de desenvolvimento podem garantir uma comunicação eficiente sobre a 
evolução do software, ajudando a gerenciar expectativas e a evitar 
problemas de compatibilidade à medida que novas versões são lançadas.

Mais conteúdos dessa disciplina