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Questões resolvidas

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<p>Alimento, alimentação e digestão</p><p>As primeiras aves eram carnívoras, alimentando-se, principalmente, de insetos, já bem estabelecidos na superfície da Terra,</p><p>tanto em variedade quanto em número, antes do surgimento das aves. Com a vantagem do voo, as aves podiam caçar insetos</p><p>em voo e realizar seu assalto a refúgios de insetos, inacessíveis principalmente a seus pares tetrápodes terrícolas. Atualmente,</p><p>há uma ave para caçar quase cada tipo de inseto; elas investigam o solo, pesquisam as cascas das árvores, inspecionam cada</p><p>folha ou ramo e perfuram galerias de insetos escondidos nos troncos das árvores.</p><p>Na dieta das aves são encontrados outros alimentos de origem animal (vermes, moluscos, crustáceos, peixes, sapos,</p><p>répteis, mamíferos, assim como outras aves). Um grupo muito grande, cerca de 20% de todas as aves, alimenta-se de néctar.</p><p>Algumas aves são onívoras (geralmente, denominadas eurifágicas, ou espécies “de nutrição ampla”), que comerão aquilo que</p><p>for sazonalmente abundante. Outras são especialistas (chamadas de estenofágicas, ou espécies “de nutrição restrita”) e têm a</p><p>própria dispensa – mas por um preço. A sobrevivência dessas aves pode ser posta em perigo se a fonte alimentar for reduzida</p><p>ou destruída por alguma razão (p. ex., doenças, clima adverso).</p><p>Figura 27.10 Mecanismo de empoleiramento de uma ave. Quando a ave pousa em um galho, os tendões</p><p>encolhem automaticamente, fechando os dedos ao redor do poleiro.</p><p>Os bicos das aves são fortemente adaptados para hábitos alimentares específicos – desde tipos generalizados, como o</p><p>forte e pontiagudo bico do corvo, para os altamente especializados dos flamingos, pelicanos e alfaiates (Figura 27.11). O bico</p><p>de um pica-pau é reto, duro, com estrutura semelhante a um cinzel. Ancorado ao tronco da árvore, com sua cauda servindo</p><p>como suporte, ele dispara golpes fortes e rápidos para escavar cavidades para ninho ou expor insetos que perfuram madeira.</p><p>Então, ele usa língua longa, flexível e com espinhos para retirar insetos de suas galerias. O crânio do pica-pau é especialmente</p><p>espesso para absorver o impacto.</p><p>Quanto as aves comem? O ditado “comer como um passarinho” supõe um apetite reduzido, por uma peculiar distorção da</p><p>realidade. Contudo, as aves são comedoras vorazes devido a seu metabolismo intenso. As aves pequenas, com sua taxa</p><p>metabólica alta, ingerem mais alimento em relação a sua massa corporal que as aves grandes. Isso ocorre porque o consumo</p><p>de oxigênio aumenta cerca de 75% em relação ao peso corporal. Por exemplo, a taxa metabólica em repouso (oxigênio</p><p>consumido por grama de massa corporal) de um beija-flor é 12 vezes a de um pombo e 25 vezes a de uma galinha. Um beija-</p><p>flor de 3 g pode comer 100% de seu peso corporal por dia e um chapim-azul, de 11 g, cerca de 30%; já uma galinha-</p><p>doméstica de 1.880 g, 3,4%. Obviamente, o peso do alimento consumido também depende do conteúdo de água, já que a água</p><p>não tem valor nutritivo. Foi estimado que uma tagarelha-europeia de 57 g comeu em 1 dia 170 g de frutos de Cotoneaster</p><p>ricos em água – 3 vezes seu peso corporal! Os comedores de sementes, de pesos equivalentes, podem ingerir apenas 8 g de</p><p>sementes secas por dia.</p><p>Figura 27.11 Alguns bicos de aves mostrando uma diversidade de adaptações.</p><p>As aves processam seu alimento rapidamente e são dotadas de um eficiente sistema digestivo. Uma ave da família</p><p>Laniidae pode digerir um camundongo em 3 h, e os frutos podem passar, completamente, através do trato digestivo de um sabiá</p><p>em exatos 30 min. Devido à ausência de dentes nas aves, os alimentos que precisam ser moídos são reduzidos na moela.</p><p>Muitas aves têm uma dilatação (papo) na extremidade inferior do esôfago, que serve como câmara de estocagem. Em rolas,</p><p>pombos e alguns papagaios, o papo não armazena apenas alimento, como também produz um fluido, rico em proteínas e</p><p>lipídios, composto por células epiteliais do revestimento do papo. Alguns dias após a eclosão, o filhote desamparado é</p><p>alimentado com o fluido do papo, regurgitado por ambos os pais.</p><p>O estômago propriamente dito consiste em dois compartimentos: o proventrículo que secreta suco gástrico; e a moela</p><p>muscular, que tem um forte revestimento queratinizado para triturar o alimento. As aves engolem objetos ásperos, arenosos ou</p><p>cristais de rocha, que ficam alojados na moela, para auxiliar o processo de trituração. A moela de um peru é especialmente</p><p>forte e pode quebrar bolotas, semente de nogueira e nozes. Certas aves de rapina, como as corujas, formam pelotas (pellets)</p><p>de materiais indigeríveis no proventrículo, principalmente ossos e pelos, e os eliminam pela boca. Na junção entre o intestino</p><p>delgado e o reto, localiza-se um par de cecos, que são bem desenvolvidos nas aves herbívoras, nas quais servem como</p><p>câmaras de fermentação. Na porção terminal do sistema digestivo, localiza-se a cloaca, que recebe também os ductos genitais</p><p>e ureteres. Nas aves jovens, a bursa de Fabricius, situada na parede dorsal da cloaca, processa linfócitos B, que são</p><p>importantes na resposta imunológica (Capítulo 36).</p><p>Sistema circulatório</p><p>A organização geral da circulação das aves não é muito diferente daquela dos mamíferos, embora tenha evoluído</p><p>independentemente. O coração com quatro câmaras é grande, com uma parede ventricular robusta; assim, as aves</p><p>compartilham com os mamíferos a completa separação das circulações sistêmica e respiratória. Entretanto, o arco aórtico</p><p>direito, em vez do esquerdo como nos mamíferos, conduz à aorta dorsal. As duas veias jugulares no pescoço são conectadas</p><p>por uma comunicação entre elas, uma adaptação para a condução sanguínea de uma jugular para a outra quando a cabeça gira.</p><p>As artérias braquial e peitoral das asas e do peito são, em geral, grandes.</p><p>O batimento cardíaco das aves é extremamente rápido, e, como nos mamíferos, há uma relação inversa entre a taxa</p><p>cardíaca e o peso corporal. Por exemplo, um peru em repouso tem uma taxa cardíaca de 93 bpm; uma galinha em repouso tem</p><p>uma taxa de 250 bpm; e um chapim-de-cabeça-preta tem 500 bpm enquanto dorme, que podem aumentar para fenomenais</p><p>1.000 bpm em exercício. A pressão sanguínea das aves é, grosseiramente, equivalente à dos mamíferos de mesmo tamanho.</p><p>O sangue das aves contém eritrócitos nucleados biconvexos (os mamíferos, os únicos outros vertebrados endotérmicos,</p><p>têm eritrócitos anucleados bicôncavos, que são um pouco menores do que aqueles das aves). Os fagócitos, ou células</p><p>ameboides móveis do sangue, são particularmente eficientes nas aves, reparando feridas e destruindo micróbios.</p><p>Sistema respiratório</p><p>O sistema respiratório das aves difere, radicalmente, dos pulmões dos demais répteis e mamíferos e é adaptado</p><p>maravilhosamente para satisfazer as altas demandas metabólicas do voo. Nas aves, as ramificações mais finas dos brônquios,</p><p>em vez de terminarem em alvéolos de fundo cego como nos mamíferos, desenvolveram parabrônquios tubulares, através dos</p><p>quais o ar flui continuamente. Os parabrônquios formam os pulmões das aves. Também único é o sistema extensível de nove</p><p>sacos aéreos interconectados, que se localizam em pares no tórax e no abdome e até se estendem por finos tubos no interior</p><p>dos ossos longos (Figura 27.12). Os sacos aéreos conectam-se aos pulmões, de tal modo que a maioria do ar inspirado evita</p><p>os pulmões e flui, diretamente, para o interior dos sacos aéreos posteriores, que servem de reservatório de ar fresco. Na</p><p>expiração, esse ar oxigenado passa pelos pulmões e é coletado nos sacos aéreos anteriores. A partir daí, ele flui diretamente</p><p>para o exterior. Assim, são necessários dois ciclos respiratórios para uma simples inspiração de ar passar através do sistema</p><p>respiratório (Figura 27.12). A vantagem de tal sistema é que um fluxo quase contínuo de ar oxigenado passa através dos</p><p>parabrônquios ricamente vascularizados. Claramente, é o sistema respiratório mais eficiente de qualquer vertebrado terrestre.</p><p>A eficiência notável do sistema respiratório das aves é enfatizada pelos gansos (Anser indicus) que migram, rotineiramente, sobre as montanhas do Himalaia e</p><p>têm</p><p>sido vistos voando sobre o Monte Everest (8.848 m ou 29.141 pés), em condições que são severamente hipóxicas para os seres humanos. Eles atingem altitudes de</p><p>9.000 m em menos de 1 dia, sem aclimatação, o que é absolutamente essencial ao ser humano para alcançar os limites superiores do Monte Everest.</p><p>Além de realizar sua principal função respiratória, o sistema de sacos aéreos auxilia a resfriar a ave durante exercícios</p><p>vigorosos. Por exemplo, um pombo em voo produz cerca de 27 vezes mais calor do que quando está em repouso. Os sacos</p><p>aéreos têm numerosos divertículos que se estendem no interior dos ossos pneumáticos maiores (Figura 27.8) das cinturas</p><p>escapular e pélvica, das asas e pernas. Por conterem ar aquecido, eles fornecem considerável flutuação à ave.</p><p>Sistema excretor</p><p>A urina é formada em rins metanéfricos pares (Capítulo 30), relativamente grandes, por filtração glomerular, seguida por</p><p>modificação seletiva do filtrado no túbulo. A urina passa pelos ureteres até a cloaca. Não há bexiga urinária.</p><p>As aves, como os demais répteis, excretam seus resíduos nitrogenados na forma de ácido úrico. Nos ovos com casca,</p><p>com o crescimento do embrião, todos os produtos da excreção devem permanecer no interior da casca do ovo. O ácido úrico</p><p>cristaliza-se a partir da solução e pode ser estocado, inofensivamente, no interior do saco alantoico (Capítulo 26). Devido à</p><p>baixa solubilidade do ácido úrico, uma ave pode excretar 1 g de ácido úrico em apenas 1,5 a 3 mℓ, de água, enquanto um</p><p>mamífero pode precisar de 60 mℓ, de água para excretar 1 g de ureia. A concentração do ácido úrico ocorre quase</p><p>inteiramente na cloaca, onde ele é combinado com o material fecal e a água é reabsorvida.</p><p>Figura 27.12 Sistema respiratório de uma ave. A. Pulmões e sacos aéreos. É mostrado um lado do sistema</p><p>bilateral de sacos aéreos. B. Movimento de um só volume de ar através do sistema respiratório da ave. Dois</p><p>ciclos respiratórios completos são necessários para mover o ar através do sistema.</p><p>Os rins das aves são muito menos eficientes que os rins dos mamíferos na remoção de sais, especialmente sódio, potássio</p><p>e cloreto. A maioria dos mamíferos pode concentrar solutos de 4 a 8 vezes àquela concentração do sangue, e alguns roedores</p><p>do deserto podem concentrar a urina quase 25 vezes a concentração do sangue. Por comparação, a maioria das aves concentra</p><p>solutos só ligeiramente acima daqueles do sangue (o máximo que alguma ave pode concentrar é próximo a 6 vezes a do</p><p>sangue).</p><p>Para compensar a baixa capacidade dos rins de concentrar solutos, algumas aves, especialmente as marinhas, usam</p><p>mecanismos extrarrenais para excretar sal do corpo, obtido a partir do alimento que elas comem e da água do mar que elas</p><p>bebem. As glândulas de sal, localizadas acima de cada olho das aves marinhas (Figura 27.13), excretam soluções altamente</p><p>concentradas de cloreto de sódio, 2 vezes superior à concentração da água do mar. A solução salina sai das narinas internas ou</p><p>externas, dando a gaivotas, petréis e outras aves marinhas um permanente nariz escorrendo. O tamanho das glândulas de sal em</p><p>algumas aves depende de quanto sal elas ingerem. Por exemplo, uma população de patos que têm uma vida semimarinha, na</p><p>Groenlândia, tem glândulas de sal 10 vezes maiores que as dos patos comuns de água doce.</p><p>Sistemas nervoso e sensorial</p><p>O projeto dos sistemas nervoso e sensorial das aves reflete os complexos problemas do voo e uma existência altamente</p><p>visível, na qual ela deve obter alimento, acasalar, defender o território, incubar e criar os filhotes, além de distinguir</p><p>corretamente um amigo de um inimigo. O encéfalo de uma ave tem hemisférios cerebrais, cerebelo e teto do mesencéfalo</p><p>(lobos ópticos) bem desenvolvidos (Figura 27.14). Nas aves, o córtex cerebral – principal centro de coordenação do</p><p>encéfalo dos mamíferos – é delgado, sem fissuras e pouco desenvolvido. Mas, no núcleo do cérebro, a crista ventricular</p><p>dorsal é expandida no principal centro integrativo do encéfalo, que controla atividades como comer, cantar, voar e todos os</p><p>comportamentos reprodutivos complexos. As aves relativamente inteligentes, como corvos e papagaios, têm hemisférios</p><p>cerebrais maiores do que aves menos inteligentes, como galinhas e pombos. O cerebelo é muito maior em aves do que nos</p><p>demais répteis e coordena posição muscular, equilíbrio e informação visual, usados no movimento e no equilíbrio. Os lobos</p><p>ópticos, estruturas salientes lateralmente no mesencéfalo e comparáveis ao córtex visual dos mamíferos, organizam</p><p>informações visuais.</p><p>Os sentidos do olfato e do paladar de algumas aves são pouco desenvolvidos, mas há outras em que são bem</p><p>desenvolvidos, como as aves carnívoras, as não voadoras, as aves oceânicas e os patos. As aves têm audição boa e visão</p><p>excelente, ou seja, a mais aguçada do reino animal. Como nos mamíferos, o ouvido das aves tem três regiões: (1) orelha</p><p>externa, um canal condutor que se estende até o tímpano; (2) orelha média, que contém a columela em forma de bastão, que</p><p>transmite vibrações; e (3) orelha interna que contém a cóclea, o órgão da audição. A cóclea das aves é muito mais curta que</p><p>aquela dos mamíferos, ainda que as aves possam ouvir, grosseiramente, a mesma variação de frequências de sons que os seres</p><p>humanos. Todavia, elas não ouvem tão bem sons de alta frequência como os mamíferos de tamanhos similares. Na realidade, o</p><p>ouvido das aves supera muito, em relação aos humanos, quanto à capacidade de distinguir diferenças na intensidade e para</p><p>responder às flutuações rápidas na altura do som.</p><p>Os olhos das aves assemelham-se àqueles de outros vertebrados quanto à estrutura geral, mas eles são relativamente</p><p>maiores, menos esféricos e quase imóveis; para varrer o campo visual, as aves, em vez de girar os olhos, giram a cabeça com</p><p>seu pescoço longo e flexível. A retina fotossensível (Figura 27.15) é equipada generosamente com bastonetes (para visão com</p><p>pouca luz) e cones (para boa acuidade visual e visão em cores). Predominam os cones em aves diurnas, enquanto os</p><p>bastonetes são mais numerosos nas aves noturnas. O pécten, órgão altamente vascularizado ligado à retina, próximo ao nervo</p><p>óptico e saliente no humor vítreo, é uma estrutura distinta do olho das aves (Figura 27.15). Acredita-se que o pécten promova</p><p>a nutrição e a oxigenação do olho. No lado anterior do olho, há um anel esclerótico, de ossos em forma de placas, que serve</p><p>para reforçar e focalizar o olho grande (Figura 27.7).</p><p>Figura 27.13 Glândulas de sal de uma ave marinha (gaivota). Uma glândula de sal está localizada acima de cada</p><p>olho. Cada glândula compõe-se de vários lobos dispostos paralelamente. É mostrado um lobo em corte</p><p>transversal, muito aumentado. O sal é secretado através dos muitos túbulos, arranjados radialmente, e então flui</p><p>para o canal central que o conduz à narina.</p><p>Figura 27.14 Encéfalo das aves mostrando as divisões principais.</p><p>Tirinha 2.</p><p>Disponível em: . Acesso: 8 mar. 2013.</p><p>As características das planárias, retratadas nas tirinhas 1 e 2, por meio de situações fictícias,</p><p>referem-se, respectivamente, ao fato de elas serem:</p><p>a) Assexuadas e hermafroditas.</p><p>b) Hermafroditas e regeneráveis.</p><p>c) Regeneráveis e autofecundáveis.</p><p>d) Autofecundáveis e hermafroditas</p><p>33 - (FAMECA SP)</p><p>Os nematódeos apresentam características que permitem considerá-los mais complexos que os</p><p>cnidários. É correto afirmar que os nematódeos apresentam</p><p>a) células com nematocisto e anel nervoso.</p><p>b) sistema digestório completo e cutícula revestindo o corpo.</p><p>c) sistema circulatório aberto e pseudoceloma.</p><p>d) simetria radial e cavidade gastrovascular.</p><p>e) sistema digestório incompleto e sistema nervoso difuso.</p><p>34 - (UECE)</p><p>Dentre as características apresentadas abaixo, marque aquela que justifica a inclusão de um ser</p><p>vivo no Filo Porífera e não em outros Filos animais.</p><p>a) Possuem ciclo de vida assexuado e sexuado.</p><p>b) Apresentam cnidócitos como</p><p>mecanismo de defesa.</p><p>c) Filtram a água para a absorção de nutrientes.</p><p>d) Não possuem células organizadas em tecidos bem definidos.</p><p>35 - (UERN)</p><p>Analise as afirmativas.</p><p>I. Os vertebrados são animais representados por peixes, anfíbios, artrópodes, répteis, aves e</p><p>mamíferos.</p><p>II. Os cnidários são representados por animais conhecidos por esponjas.</p><p>III. Os platelmintos de vida livre são indivíduos da classe dos turbelários.</p><p>IV. Os artrópodes são distribuídos por cinco grupos, que receberam nomes em função de suas</p><p>caracteríticas externas.</p><p>Estão corretas apenas as afirmativas</p><p>a) I e III.</p><p>b) II e III.</p><p>c) III e IV.</p><p>d) I, III e IV.</p><p>36 - (UFAM)</p><p>A evolução da vida multicelular tem intrigado os biólogos evolucionistas por muito tempo. Células</p><p>estando próximas e cooperando para o beneficio da “comunidade” (o organismo) vai contra os</p><p>princípios básicos Darwinistas. Para deixar o quadro mais complexo, acredita-se que a</p><p>multicelularidade surgiu na natureza de forma independente dezenas de vezes e moldou nosso</p><p>planeta como nós o conhecemos hoje. Nas colunas a seguir se encontram vários representantes</p><p>multicelulares e suas características.</p><p>1) Porifera</p><p>2) Cnidaria</p><p>3) Platyhelminthes</p><p>4) Nematoda</p><p>5) Arthropoda</p><p>6) Echinodermata</p><p>A) Celomados. Simetria bilateral na fase larval. Endoesqueleto calcáreo. Simetria radial</p><p>pentâmera nos adultos.</p><p>B) Celomados com corpos segmentados. Bilatérios e triploblásticos. Apêndices articulados.</p><p>Exoesqueleto de quitina.</p><p>C) Pseudocelomados cilíndricos, não segmentados. Sem sistema circulatório. Corpo recoberto por</p><p>cutícula. Sofrem ecdise.</p><p>D) São triploblásticos, acelomados e bilatérios. Corpo achatado dorsoventralmente. Possuem</p><p>protonefrídeos. Geralmente são hermafroditas.</p><p>E) Diploblásticos. Possuem nematocistos. Exibem alternância de gerações poliploide assexuada e</p><p>medusóide sexuada.</p><p>F) Filtradores sésseis. Sem tecidos verdadeiros. Possuem coanócitos. Reprodução assexuada ou</p><p>sexuada.</p><p>Assinale a alternativa que correlaciona corretamente as colunas:</p>

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