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<p>CASTANHAL-PA</p><p>2024</p><p>EREMITA NAZARÉ LOPES DA COSTA MORAES</p><p>UNOPAR CASTANHAL</p><p>CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM</p><p>RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURRICULAR EM</p><p>ENFERMAGEM</p><p>CASTANHAL-PA</p><p>2024</p><p>RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURRICULAR EM</p><p>ENFERMAGEM</p><p>Relatório de Estágio em Enfermagem apresentado como</p><p>requisito parcial para a integralização curricular.</p><p>Orientador: Prof. Bruna Luana Oliveira Tavares</p><p>EREMITA NAZARÉ LOPES DA COSTA MORAES</p><p>SUMÁRIO</p><p>1 INTRODUÇÃO.......................................................................................................... 4</p><p>2 DESENVOLVIMENTO: APROXIMAÇÃO TEÓRICO PRÁTICA..............................5</p><p>2.1 Apresentação e contextualização das ações gerenciais do enfermeiro da</p><p>unidade 2 – Seção secundária..........................................................................5</p><p>2.2 Apresentação e contextualização das ações assistenciais do enfermeiro</p><p>da unidade 3 – Seção Terciária.......................................................................7</p><p>2.3 Experiências pessoais 4 – Seção quaternária............................................7</p><p>3 CONSIDERAÇÕES FINAIS.....................................................................................8</p><p>REFERÊNCIAS...........................................................................................................9</p><p>APÊNDICES.............................................................................................................. 10</p><p>APÊNDICE A – Fotos do período de estágio..................................................10</p><p>APÊNDICE B – Fotos do período de estágio..................................................11</p><p>ANEXOS....................................................................................................................12</p><p>ANEXO A – Termo de validação do Relatório de Estágio...............................12</p><p>4</p><p>1 INTRODUÇÃO</p><p>O presente Relatório de Estágio Curricular em Enfermagem tem o objetivo de</p><p>relatar as atividades desenvolvidas durante o período de estágio supervisionado,</p><p>referente ao curso de Enfermagem bacharelado da universidade Unopar.</p><p>O estágio curricular em enfermagem teve início no dia 11 de março a 17 de</p><p>junho de 2024, no Hospital Municipal de Castanhal (HMC), situado na Rua Major</p><p>Wilson no município de Castanhal-Pará. A instituição tem como finalidade prestar</p><p>assistência médica, hospitalar aos servidores públicos municipais, ativos e inativos,</p><p>respectivos dependentes e pensionistas, na forma da legislação municipal,</p><p>realizando atendimento clínico-ambulatorial, de internação e emergência; servir de</p><p>campo de instrução e treinamento aos profissionais da saúde e prestar assistência</p><p>médica e de urgência e emergência no Pronto-Socorro (adulto e infantil).</p><p>O estágio supervisionado tem como objetivo o desenvolvimento do aluno,</p><p>tanto no campo gerencial quanto no cuidado, submetendo-nos a assumir</p><p>responsabilidades como profissional da saúde. As atividades desenvolvidas durante</p><p>a prática de campo foram muito importantes para minha vida acadêmica, pois foi um</p><p>momento ímpar para unir teoria e prática, enfatizando meu desenvolvimento e</p><p>aprendizagem, uma vez que é o oportuno colocar em prática os conteúdos</p><p>acadêmicos, alcançando o conhecimento necessário e atitudes pertinentes à</p><p>profissão que escolhi por amor.</p><p>A prática de campo disponibilizou diversas peculiaridades que me fez</p><p>conhecer e desenvolver habilidades primordiais para minha prática e</p><p>aperfeiçoamento da minha carreira como enfermeira, o importante é persistência,</p><p>empenho e dedicação.</p><p>5</p><p>2 DESENVOLVIMENTO: APROXIMAÇÃO TEÓRICO PRÁTICA</p><p>2.1 Apresentação e contextualização das ações gerenciais do enfermeiro da</p><p>unidade</p><p> Organograma do serviço na instituição apresentado por meio de fluxograma=</p><p>Protocolo Manchester de Acolhimento por Classificação de Risco (ACCR).</p><p>6</p><p> Gerencia de enfermagem</p><p>A gerência em enfermagem é uma atividade que possibilita a articulação e a</p><p>integração entre a equipe de saúde, auxiliando na elaboração de relatórios,</p><p>documentos técnicos, capacitações, intervenções gerenciais e reuniões de serviço,</p><p>sempre com a concepção de construção de um projeto que respeite as</p><p>necessidades da população e que esteja direcionado para a integralidade num</p><p>habitual processo como proposta de mudança.</p><p>O Enfermeiro desenvolve ações fundamentais para a promoção/recuperação da</p><p>saúde, para isso faz uso das funções de gerência que exercem influência na</p><p>qualidade e segurança para o paciente. O processo do trabalho da enfermagem</p><p>envolve o cuidar/assistir, administrar/gerenciar, pesquisar/ensinar. Segundo</p><p>Kurcgant (2010) os objetos de trabalho do enfermeiro são a distribuição do trabalho</p><p>e dos recursos humanos de enfermagem, e utiliza de um conjunto de instrumentos</p><p>como o planejamento, o dimensionamento do pessoal, o recrutamento e seleção de</p><p>pessoal, a educação continuada e/ou permanente, a supervisão, a avaliação, dentre</p><p>outros.</p><p>Sobretudo existem as prioridades que são: manter a qualidade das intervenções</p><p>em saúde, práticas profissionais baseadas na evidência científica disponível,</p><p>favorecer o acesso a cuidados de saúde eficazes e de proximidade com vi sta na p</p><p>romoção da autonomia. A enfermagem procura classificar seus diagnósticos,</p><p>intervenções/ações e seus resultados para que os diferentes componentes da</p><p>prática de enfermagem sejam documentados e estudados. Para Bulechek;</p><p>McCloskey (1985) intervenção de enfermagem trata-se de uma ação autônoma da</p><p>enfermeira, fundamentada em regras cientificas, que são efetivadas para beneficiar</p><p>o paciente, seguindo o acesso pelo diagnóstico de enfermagem com o</p><p>estabelecimento de metas a serem alcançadas. Para as autoras, intervenções</p><p>compreendem em tratamentos para os diagnósticos de enfermagem.</p><p>7</p><p>2.2 Apresentação e contextualização das ações assistenciais do enfermeiro da</p><p>unidade</p><p>Tive a experiência de atuar diretamente ao paciente podendo prestar um</p><p>cuidado atencioso, humanista e clínico. Onde foi aplicado durante esse período os</p><p>protocolos institucionais para com o cliente e consegui vivenciar a rotina dos</p><p>profissionais.</p><p>Durante o estágio tive a oportunidade de conhecer as ações assistenciais do</p><p>enfermeiro, sua atuação nas equipes interdisciplinares, junto à clientela e</p><p>comunidade, nas instâncias regulatórias e colegiadas e acompanhá-lo durante a</p><p>execução. Assim, posso relatar a vivência das atividades assistenciais</p><p>desenvolvidas.</p><p>Contudo o acompanhamento no decorrer desses dias serviu para que eu</p><p>pudesse avaliar como funciona a unidade hospitalar, e o quão é importante para a</p><p>população, assim como os profissionais que trabalham sempre com dedicação, zelo,</p><p>empatia, tendo sempre o paciente em primeiro lugar.</p><p>2.3 Experiências pessoais</p><p>A experiência no HMC oportunizou construir um elo de amizades, amizades</p><p>estas que só trouxe benefícios, pois são pessoas flexíveis que pude adquirir</p><p>conhecimento prático nos mais variados setores e áreas, o que me ajudou a</p><p>conhecer o trabalho do enfermeiro dentro de uma unidade hospitalar. As atividades</p><p>de campo auxiliam no ajustamento entre teoria e prática, momento importante para</p><p>validar a escolha feita, e sei que foi feita a escolha certa, pois meu processo de</p><p>desenvolvimento e aprendizagem foi ampliado, visto que a unidade ajudou na</p><p>promoção de oportunidades associadas à profissão por mim escolhida. As</p><p>atividades realizadas durante o estágio contribuíram para meu aprendizado quando</p><p>pude trocar experiências com os demais colegas e funcionários da unidade, visto</p><p>que sempre surge novas ideias, conceitos, planos e estratégias.</p><p>Dentre as atividades de assistência de enfermagem que pude realizar estão:</p><p>- Pegislações e competências do enfermeiro;</p><p>- Papel do enfermeiro no cuidado do paciente internado;</p><p>- Auscultas e sinais vitais;</p><p>- Diagnóstico de enfermagem;</p><p>- Realização de casos clínicos;</p><p>8</p><p>- Intervenções de enfermagem;</p><p>- Registros em prontuários;</p><p>- Assistência de enfermagem ao adulto, idoso, adolescente e criança</p><p>- Internados na clínica médica e pediatria;</p><p>- Admissão de paciente cirúrgicos e não cirúrgicos;</p><p>- Trocas de AVP;</p><p>- Inserção de sondas vesicais de demora e alívio e nasogástricas;</p><p>- Cuidados aos pacientes críticos;</p><p>- Roda de conversa sobre gasometria arterial, balanço hídrico, principais fármacos</p><p>utilizados em UTI e ritmos chocáveis e não chocáveis, e</p><p>- Atuação direta na triagem hospitalar aplicando o protocolo de Manchester.</p><p>3 CONSIDERAÇÕES FINAIS</p><p>Entrar em contato com a prática de maneira concreta de trabalho dá uma</p><p>sensação de contentamento, acolhida, determinação e tranquilidade, é uma forma</p><p>que tenho de visualizar o caminho que devo seguir. A prática de campo contribuiu de</p><p>maneira ímpar para a unidade de saúde, quanto para mim, seja no pessoal ou</p><p>profissional, pelas especificidades e significações existentes na prática de campo,</p><p>pela vivência na unidade, o que possibilitou compreender como são enfrentadas e</p><p>como me adequar às situações com as quais convivi nesse período.</p><p>A prática de campo possibilitou que eu adquirisse experiência teórico -</p><p>prática, me deu suporte para a prática do cuidar. Minhas impressões desse</p><p>momento tão importante no HMC são asmelhores possíveis, um ambiente rico em</p><p>aprendizagens, reciprocidade, comprometimento entre os profissionais dentro da</p><p>unidade e nos grupos de trabalho.</p><p>Houve uma interação que me deu a oportunidade de superar as dificuldades,</p><p>ficando claro que a base acadêmica, a teoria aprendida na universidade é muito</p><p>relevante, além de meu comprometimento com a realidade, com a coletividade,</p><p>principalmente, com a unidade que me acolheu para conhecer o mundo da</p><p>enfermagem.</p><p>9</p><p>REFERÊNCIAS</p><p> BULECHEK, GM; McCLOSKEY, JC. Intervenções de enfermagem:</p><p>tratamentos essenciais de enfermagem. 2ª ed. Filadélfia: Saunders, 1992.</p><p> CHRISTÓFARO, Maria Auxiliadora Córdova. Trabalho em equipe . Minas</p><p>Gerais: Una-Sus, 2020. 19 p. Disponível em:</p><p>https://ares.unasus.gov.br/acervo/handle/ARES/18664.</p><p> MARQUIS, B.L.; HUSTON, C.J. Administração e liderança em enfermagem –</p><p>teoria e prática. Porto Alegre: Artmed, 2010. 6ª ed.</p><p> OLIVEIRA, RM. Estratégias para promoção da segurança do paciente:</p><p>identificação dos riscos para as práticas baseadas em evidências. Esc Anna</p><p>Nery [Internet]. 2014. Disponível em:</p><p>.</p><p> PEREIRA, E.R. et al. Competência interpessoal como proposta para a gestão</p><p>de conflitos no trabalho em saúde: revisão integrativa. Revista de</p><p>enfermagem UFPE online, v. 7, n. 7, p. 4918–4927, 25 jun. 2013.</p><p> RODRIGUES, M. Z. Educação continuada em enfermagem de Saúde Pública.</p><p> Revista da Escola de Enfermagem USP. São Paulo, v.18, n.2, p. 129 - 140,</p><p>agos.1984.</p><p> SILVA, M. J. P.et al. Educação continuada: estratégias para o</p><p>desenvolvimento dopessoal de enfermagem. Rio de Janeiro: Marques –</p><p>Saraiva, 1989</p><p>10</p><p>APÊNDICES</p><p>APÊNDICE A</p><p>Estágio Clínica Médica 2</p><p>Roda de conversa sobre:</p><p>gasometria arterial, balanço</p><p>hídrico, principais fármacos</p><p>utilizados em UTI e ritmos</p><p>cardíacos chocáveis e não</p><p>chocáveis</p><p>11</p><p>Roda de conversa sobre:</p><p>gasometria arterial, balanço</p><p>hídrico, principais fármacos</p><p>utilizados em UTI e ritmos</p><p>cardíacos chocáveis e não</p><p>chocáveis</p><p>APÊNDICE B</p><p>Passagem de</p><p>visita na</p><p>enfermaria</p><p>em paciente</p><p>adulto</p><p>12</p><p>Estágio na</p><p>pediatria</p><p>13</p><p>ANEXOS</p><p>14</p><p>ANEXO A – Termo de validação do Relatório de Estágio</p><p>15</p><p>PLANO DE TRABALHO ESTÁGIO SUPERVISIONADO I</p><p>DO CURSO DE ENFERMAGEM</p><p>DISCENTE:</p><p>Eremita Nazaré Lopes da Costa Moraes</p><p>1ª ATIVIDADE</p><p>TEMA:</p><p>GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE</p><p>CASTANHAL-2024</p><p>16</p><p>PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE, para o</p><p>Ambulatório de Ortopedia do Hospital das Clínicas</p><p> CLASSIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS DO SERVIÇO DE SAÚDE</p><p>A classificação dos Resíduos de Serviços de Saúde (RSS) consiste no</p><p>agrupamento dos resíduos em função dos riscos potenciais à saúde pública e ao</p><p>meio ambiente, a fim de que tenham gerenciamento adequado. Sendo divididos</p><p>em:</p><p>- GRUPO A (RESÍDUO BIOLÓGICO): resíduos que apresentam risco potencial à</p><p>saúde pública e ao meio ambiente devido à presença de agentes biológicos.</p><p>- GRUPO B (RESÍDUO QUÍMICO): resíduos contendo substâncias químicas que</p><p>podem apresentam risco à saúde pública e ao meio ambiente, dependendo das suas</p><p>características de inflamabilidade, corrosividade e toxicidade.</p><p>- GRUPO C: Rejeitos radioativos. Não gerados nos consultórios.</p><p>- GRUPO D (RESÍDUOS COMUNS): resíduos que não apresentem risco biológico,</p><p>químico ou radiológico à saúde ou ao meio ambiente, podendo ser equiparados aos</p><p>resíduos domiciliares.</p><p>- GRUPO E (MATERIAIS PERFUROCORTANTE OU ESCARIFICANTES): exemplos</p><p>agulhas, escalpes, ampolas de vidro e outros.</p><p> MANUSEIO DE RESÍDUOS. (SEGREGAÇÃO, COLETA INTERNA E</p><p>EXTERNA)</p><p>O Manejo dos RSS é entendido como a ação de gerenciar os resíduos em seus</p><p>aspectos intra e extra estabelecimento, desde a geração até a disposição final.</p><p>17</p><p> Segregação na origem - Grupo A</p><p>- Os resíduos que contenham materiais infectantes devem ser segregados em sacos</p><p>de cor branca, com o símbolo e a identificação de material infectante. Os resíduos</p><p>que contenham cultura de microrganismos devem ser autoclavados antes da</p><p>disposição nos sacos brancos, minimizando os riscos.</p><p>- Os sacos de cor branca devem estar dispostos dentro de lixeiras com tampas,</p><p>identificadas de acordo com a classificação do resíduo;</p><p>- Resíduos líquidos corpóreos e dos equipamentos, contaminados com materiais</p><p>infectantes, deverão ser tratados com hipoclorito ou conforme a orientação de cada</p><p>fabricante do equipamento, antes do descarte na rede de esgoto e, quando isso não</p><p>for possível, deverão estar dentro de materiais rígidos antes de serem</p><p>acondicionados nos sacos brancos para o descarte nos abrigos externos;</p><p>- Agulhas e demais resíduos perfurocortantes contaminados com materiais</p><p>infectantes devem ser descartados dentro de caixas plásticas rígidas, com</p><p>simbologia para material infectante e identificação para material perfurocortante.</p><p>Para serem descartadas nos abrigos externos, essas caixas deverão ser</p><p>previamente acondicionadas dentro de sacos brancos;</p><p>- As lixeiras contendo sacos brancos, assim como as caixas rígidas para</p><p>perfurocortantes, devem ficar posicionadas em cada local de geração.</p><p>18</p><p> Coleta Interna</p><p>- O recolhimento e a substituição dos sacos brancos dentro das lixeiras devem ser</p><p>realizados pelos técnicos e/ou auxiliares de laboratório;</p><p>- Os sacos de resíduos de cor branca deverão ser transportados por meio de</p><p>carrinhos fechados com simbologia de resíduo infectante, até o abrigo externo.</p><p> Coleta Externa</p><p>- Os resíduos do grupo A devem estar dispostos nos abrigos externos da Unidade,</p><p>trancados com cadeados e sinalizados com o símbolo de resíduo infectante;</p><p>- A coleta deve ser realizada pela empresa terceirizada que prestam serviços na</p><p>instituição.</p><p> Segregação na origem - Grupo B</p><p>- Segregar os resíduos químicos líquidos na própria embalagem de origem ou</p><p>acondicioná-los em frascos resistentes, compatíveis com a(s) substância(s)</p><p>armazenada(s), resistentes e devidamente rotulados;</p><p>- A segregação e o acondicionamento dos resíduos químicos devem ser realizados</p><p>considerando a incompatibilidade química das substâncias, a fim de evitar situações</p><p>de risco humano ou ambiental .</p><p>Podendo ser utilizado o diagrama de Hommel ou diamante do perigo, para fornece</p><p>as</p><p>principais informações acerca dos riscos e perigos que o material oferece.</p><p> Coleta Interna</p><p>- Os resíduos líquidos devem ser enviados semanalmente (quarta-feira) ou quando o</p><p>recipiente contiver no mínimo 80% de sua capacidade total, pelo técnico responsável</p><p>pelo resíduo, juntamente com a ficha de acompanhamento de resíduos químicos.</p><p>19</p><p>- Caso haja resíduos sólidos vencidos ou deteriorados, encaminhar os mesmo na</p><p>embalagem original a equipe responsável pela coleta.</p><p> Coleta Externa</p><p>- Os resíduos líquidos contendo misturas de diversos compostos químicos devem</p><p>ser enviados para armazenamento temporário, sendo, posteriormente, retirados por</p><p>empresa especializada no gerenciamento de resíduos perigosos.</p><p>- Deve-se assegurar que todos façam o uso adequado de EPI’s.</p><p> Segregação na origem - Grupo D</p><p>- Esses resíduos devem ser segregados no próprio</p><p>local de geração, precisa possuir lixeiras de diferentes</p><p>cores para cada tipo de resíduo reciclável, e na cor</p><p>preta para resíduos não recicláveis.</p><p> Coleta Interna</p><p>- A coleta dos resíduos comuns e recicláveis deve ser realizada diariamente pelos</p><p>funcionários da empresa terceirizada contratada pela Unidade. Os sacos de</p><p>resíduos comuns deverão ser coletados e encaminhados ao abrigo externo da</p><p>Unidade, onde devem permanecer separados dos recicláveis.</p><p> Coleta Externa</p><p>- Os resíduos recicláveis deverão ser coletados semanalmente e direcionado a</p><p>instituições que fazem reciclagem.</p><p>- Os resíduos comuns são coletados pela empresa terceirizada contratada pela</p><p>unidade.</p><p> Segregação na origem - Grupo E</p><p>- Os resíduos do grupo E devem ser acondicionados em recipiente</p><p>rígido, resistente à punctura, ruptura e vazamento, com tampa, e</p><p>identificados com o símbolo internacional de presença de risco</p><p>biológico.</p><p>- As agulhas descartáveis devem ser desprezadas juntamente com as seringas,</p><p>quando descartáveis, sendo proibido reencapá-las ou proceder a sua retirada</p><p>20</p><p>manualmente;</p><p>- As embalagens devem ser descartadas quando o preenchimento atingir 2/3 de sua</p><p>capacidade ou o nível de preenchimento ficar a 5 cm de distância da boca do</p><p>recipiente;</p><p>- Após o fechamento, a embalagem deve ser colocada em saco branco de plástico</p><p>descartável, com a simbologia internacional de risco infectante.</p><p> Coleta Interna</p><p>- As caixas para perfurocortantes devem ser coletadas quando atingirem o nível</p><p>limite indicado na embalagem, acondicionadas em sacos brancos identificados com</p><p>a simbologia de infectante e encaminhadas ao abrigo externo.</p><p> Coleta Externa</p><p>- A coleta externa deve ser realizada pela empresa terceirizada contratada pela</p><p>unidade.</p><p> CUIDADOS COM OS RESÍDUOS:</p><p>- Os resíduos não devem ultrapassar 2/3 do volume dos recipientes, devem ser</p><p>substituídos pelo menos 1 vez a cada 24 horas</p><p>- Os sacos de acondicionamento devem ser constituídos de material resistente a</p><p>ruptura e vazamento, impermeável, respeitados os limites de peso de cada saco,</p><p>proibido o esvaziamento ou reaproveitamento.</p><p>- Os resíduos líquidos devem ser acondicionados em recipientes constituídos de</p><p>material compatível com o líquido armazenado, resistentes, rígidos e estanques,</p><p>com tampa rosqueada e vedante.</p><p>- O resíduo do grupo E, devem ser acondicionados imediatamente após o uso no</p><p>local de sua geração.</p><p> ACONDICIONAMENTO DOS RSS</p><p>- Os sacos de acondicionamento devem ser constituídos de material resistente a</p><p>ruptura e vazamento, impermeável, respeitados os limites de peso de cada saco,</p><p>sendo proibido o seu esvaziamento ou reaproveitamento.</p><p>21</p><p>- Os sacos devem estar contidos em recipientes de material lavável, resistente a</p><p>punctura, ruptura e vazamento, com tampa provida de sistema de abertura sem</p><p>contato manual, com cantos arredondados e ser resistentes ao tombamento.</p><p>- Os recipientes de acondicionamento existentes nas salas de cirurgia e nas salas de</p><p>parto não necessitam de tampa para vedação, devendo os resíduos serem</p><p>recolhidos imediatamente após o término dos procedimentos.</p><p>- Os resíduos líquidos devem ser acondicionados em recipientes constituídos de</p><p>material compatível com o líquido armazenado, resistentes, rígidos e estanques,</p><p>com tampa rosqueada e vedante.</p><p>- Os resíduos perfurocortantes ou escarificantes - grupo E - devem ser</p><p>acondicionados separadamente, no local de sua geração, imediatamente após o</p><p>uso, em recipiente rígido, estanque, resistente a punctura, ruptura e vazamento,</p><p>impermeável, com tampa, contendo a simbologia.</p><p> ARMAZENAMENTO EXTERNO</p><p>O local desse armazenamento externo de RSS deve apresentar:</p><p>- Acessibilidade: o ambiente deve estar localizado e construído de forma a permitir</p><p>acesso facilitado para os recipientes de transporte e para os veículos coletores;</p><p>- Exclusividade: o ambiente deve ser utilizado somente para o armazenamento de</p><p>resíduos;</p><p>- Segurança: o ambiente deve reunir condições físicas estruturais adequadas,</p><p>impedindo a ação do sol, chuva, ventos etc. e que pessoas não autorizadas ou</p><p>animais tenham acesso ao local;</p><p>- Higiene e saneamento: deve haver local para higienização dos carrinhos e</p><p>contenedores; o ambiente deve contar com boa iluminação e ventilação e ter pisos e</p><p>paredes revestidos com materiais resistentes aos processos de higienização.</p><p> COLETA INTERNA</p><p>- Os carros de tração manual com amortecedores e pneus de borracha, devem</p><p>assegurar hermetismo, impermeabilidade, facilidade de limpeza, drenagem e</p><p>estabilidade, visando a evitar acidentes por derramamento dos resíduos, acidentes</p><p>ou danos à população hospitalar. Os carros devem estar devidamente identificados</p><p>com símbolos de segurança.</p><p>- O fluxo de coleta poderá ser em horários preestabelecidos podendo ser 2 vezes ao</p><p>dia,– após o término do atendimento matutino (12:00) e após o término do</p><p>atendimento vespertino (18:00).</p><p>22</p><p>O armazenamento interno temporário consiste em selecionar um ambiente</p><p>apropriado onde será centralizado o acúmulo de resíduos devendo apresentar as</p><p>seguintes características:</p><p>- Acessibilidade: O ambiente deve estar localizado e construído de forma que</p><p>permita um acesso rápido, fácil e seguro aos carros da coleta interna. Deve contar</p><p>com itinerários sinalizados e espaço adequado para a mobilização dos carros</p><p>durante as operações;</p><p>- Exclusividade: O ambiente designado deve ser utilizado somente para o</p><p>armazenamento temporário de resíduos hospitalares; por motivo algum se devem</p><p>armazenar outros materiais.</p><p>- Segurança: O ambiente deve reunir condições físicas estruturais que evitem que a</p><p>ação do clima (sol, chuva, ventos, etc.) cause danos ou acidentes e que pessoas</p><p>não autorizadas, crianças ou animais ingressem facilmente no local. Para tanto,</p><p>deve estar adequadamente sinalizado e identificado.</p><p>- Higiene e saneamento: O ambiente deve contar com boa iluminação e ventilação,</p><p>paredes lisas e pintadas com cores claras, de preferência o branco. Deve contar</p><p>com um sistema de abastecimento de água, para executar operações de limpezas</p><p>rápidas e eficientes e um sistema de esgoto apropriado.</p><p>- O ambiente deve estar localizado, se possível, em zonas distantes das salas do</p><p>hospital e perto das portas de serviço do local, para facilitar as operações de</p><p>transporte externo. Deve contar com facilidades para o acesso do veículo de</p><p>transporte e para a operação de carga e descarga.</p><p> COLETA E TRANSPORTE EXTERNO DOS RSS</p><p>No transporte dos RSS podem ser utilizados diferentes tipos de veículos, de</p><p>pequeno até grande porte, porém é necessário :</p><p>- Verificar quais são as empresas coletoras e se as mesmas emitem certificação de</p><p>conformidade com as orientações do órgão de limpeza urbana;</p><p>- Verificar os tipos de veículos utilizados de acordo com sua adequação às normas.</p><p>- Verificar</p><p>o procedimento da coleta pelos funcionários da equipe de coleta;</p><p>- Verificar o uso de EPIs pelos funcionários da empresa.</p><p>- Orientar para que os sacos nunca devem ser retirados do suporte durante o</p><p>transporte, para evitar ruptura.</p><p>23</p><p>PLANO DE TRABALHO DE ESTÁGIO I</p><p>DO CURSO DE ENFERMAGEM</p><p>DISCENTE:</p><p>Eremita Nazaré Lopes da Costa Moraes</p><p>2ª ATIVIDADE</p><p>CASTANHAL-2024</p><p>24</p><p>Atividade:</p><p>A partir dos dados apresentados na situação hipotética, DESCREVA TODAS AS</p><p>ETAPAS QUE DEVEM SER DESENVOLVIDAS NA PREPARAÇÃO PARA A ALTA</p><p>HOSPITALAR de Pedro, e QUAL O PAPEL DO ENFERMEIRO NESTE MOMENTO.</p><p>A seguir, elabore um material que deve ser entregue ao familiar cuidador,</p><p>contemplando as orientações em relação a sonda nasoenteral em ambiente</p><p>domiciliar.</p><p>- Descrição de todas as etapas que devem ser desenvolvidas na preparação</p><p>para a alta hospitalar de Pedro, e o papel do enfermeiro neste momento.</p><p>Paciente idoso de 83 anos, recebeu atendimento médico e de enfermagem, tendo</p><p>uma resposta favorável ao tratamento, sendo avaliado por uma equipe</p><p>multidisciplinar para recebimento de alta, para domicílio, ainda com uso de sonda</p><p>nasoenteral. Nesta e tapa de preparação da alta , o paciente deverá receber uma</p><p>avaliação completa, do médico, a equipe de enfermagem deverá orientar quanto ao</p><p>uso das medicações em domicílio, das possíveis intercorrências e da necessidade</p><p>de acompanhamento ambulatorial, e orientação dos familiares quantos aos cuidados</p><p>com o paciente, a equipe de fisioterapeuta, quanto a necessidade de fisioterapias</p><p>posteriores, equipe de nutricionista, que orientará quanto a composição e volumes</p><p>da dieta. O enfermeiro tem um papel primordial em todas essas etapas, pois ele</p><p>acompanha todos os demais profissionais, reforçando e complementados suas</p><p>orientações e, ainda pelas ultimas etapas do procedimento de alta, como orientar os</p><p>familiares sobre os cuidados com o paciente, na administração dos medicamentos,</p><p>higiene pessoal, cuidados na administração da dieta e com a sonda e outros que se</p><p>fizerem necessários.</p><p>- Orientações em relação a sonda nasoenteral em ambiente domiciliar.</p><p>- O cuidador ou os cuidadores devem receber um treinamento básico de como</p><p>cuidar do paciente, sendo essas orientações as mais claras e diretas possíveis, sem</p><p>que fiquem duvidas, principalmente n o cuidado com a sanda e as possíveis</p><p>intercorrências</p><p>- Para receber o paciente no domicilio os familiares devem preparar um local</p><p>especifico, se possível, que ofereça o máximo de conforto possível;</p><p>25</p><p>- Os cuidados incluem; sempre e antes de administrar a dieta, devem elevar a</p><p>cabeceira do paciente, aspirar o conteúdo gástrico, pela sonda, para conferir a</p><p>posição correta da sonda</p><p>- Verificar se o paciente tem tolerância a dieta administrada anteriormente e, após a</p><p>administração da dieta lavar a sonda com mais ou menos 50ml água filtrada esperar</p><p>até 30 minutos para baixar a cabeceira do paciente, e assim evitar</p><p>complicações/intercorrências.</p><p>- Preparação da dieta: deve ser feita de acordo com a prescrição do profissional de</p><p>saúde (nutricionista) precreveu.</p><p>- Manter a assepsia durante a preparação e administração da dieta para evitar</p><p>contaminações.</p><p>- É necessário atentar-se aos horários e volume prescritos, assim como na forma de</p><p>infusão dosa medicamentos prescritos.</p><p>- Velocidade de infusão: deve-se iniciar a administração de forma lenta e gradual,</p><p>ajustando a administração conforme a prescrição e tolerância do paciente.</p><p>- Monitoramento da sonda: conferir regularmente a posição e a permeabilidade da</p><p>sonda, evitando deslocamentos ou obstruções.</p><p>- Avaliar sinais e sintomas: observar possíveis sinais de intolerância, como náuseas,</p><p>vômitos, diarreia ou distensão abdominal.</p><p>- Controlar de balanço hídrico: monitorar a ingestão e excreção de líquidos para</p><p>evitar desidratação ou sobrecarga hídrica.</p><p>- Higiene, deve-se ter o cuidado com o local de inserção: realizar a limpeza</p><p>adequada e trocar os curativos conforme necessidade para prevenir infecções no</p><p>local de inserção da sonda.</p><p>26</p><p>SUMÁRIO</p><p>1 INTRODUÇÃO</p><p>2 DESENVOLVIMENTO: APROXIMAÇÃO TEÓRICO PRÁTICA</p><p>REFERÊNCIAS</p>