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<p>BACHARELADO EM ADMINISTRAÇÃO 2ª GRADUAÇÃO – 2024.4</p><p>POLO SÃO PAUILO (SÃO MATEUS)</p><p>SANDRO LEAL BRIGLIA</p><p>RA 356998</p><p>1</p><p>ATIVIDADE PRÁTICA DIREITO TRIBUTÁRIO</p><p>Os contribuintes de três estados da federação brasileira (Bahia, São Paulo e</p><p>Paraná), receberam um boleto para pagamento, emitido pela Secretaria da Receita Federal</p><p>do Brasil, constando que dentro do prazo de 30 (trinta) dias deveria ser pago o imposto do</p><p>ar puro. Compulsando-se os boletos, verificou-se que os contribuintes do estado do Paraná</p><p>deveriam pagar uma alíquota de 3%, os contribuintes do estado de São Paulo deveriam</p><p>pagar uma alíquota de 4% e os contribuintes da Bahia, deveriam pagar uma alíquota de</p><p>5%. O fato que mais indignou os contribuintes foram que os contribuintes não tiveram</p><p>conhecimento da criação daquele imposto até aquela data. Analisando esta situação</p><p>hipotética, identifique quais princípios tributários devem ser aplicados.</p><p>Considerando a situação hipoteca apresentada, devem ser aplicados os</p><p>seguintes princípios tributários, conforme a legislação brasileira vigente:</p><p>Princípio da Legalidade:</p><p>É a regra que controla a aplicação de impostos. Isso significa que é necessário ter leis</p><p>específicas sobre impostos para poder cobrar dos contribuintes.</p><p>O princípio da legalidade tributária é o responsável por controlar a imposição de tributos e</p><p>se encontra previsto no art. 5º, inciso II, da Constituição Federal. Por consequência, ele é</p><p>aplicável a todas as áreas do direito</p><p>O princípio da legalidade no direito tributário estabelece que não há tributo sem que haja</p><p>uma lei que o institua. Isso significa que a criação e a modificação de tributos devem ocorrer</p><p>mediante a aprovação de uma legislação específica, garantindo segurança jurídica e</p><p>evitando arbitrariedades por parte do Estado</p><p>Princípio da Capacidade de Contribuição:</p><p>O princípio da capacidade contributiva é um dos fundamentos centrais do direito tributário</p><p>brasileiro, consagrado pelo artigo 145, § 1º, da Constituição Federal de 1988, que</p><p>estabelece: "A tributação será feita com base na capacidade econômica do contribuinte,</p><p>BACHARELADO EM ADMINISTRAÇÃO 2ª GRADUAÇÃO – 2024.4</p><p>POLO SÃO PAUILO (SÃO MATEUS)</p><p>SANDRO LEAL BRIGLIA</p><p>RA 356998</p><p>2</p><p>considerando-se, sempre que possível, a sua renda ou o seu patrimônio." Esse princípio</p><p>orienta a criação e a aplicação das normas tributárias, visando garantir que a carga</p><p>tributária seja proporcional à capacidade econômica do contribuinte, assegurando justiça e</p><p>equidade na imposição de tributos</p><p>É um princípio fundamental no direito tributário que estabelece que a tributação deve ser</p><p>proporcional à capacidade econômica do contribuinte. Ou seja, cada pessoa deve pagar</p><p>tributos de acordo com seus recursos financeiros, garantindo que aqueles com maiores</p><p>rendimentos contribuam mais para o financiamento dos serviços públicos. Esse princípio</p><p>busca promover justiça fiscal e equidade na arrecadação tributária.</p><p>Princípio da Isonomia:</p><p>Contribuintes em condições semelhantes devem ser tratados igualmente. Alíquotas</p><p>diferentes entre regiões, sem justificativa clara, podem violar esse princípio.</p><p>Princípio da Publicidade:</p><p>O princípio da publicidade é um dos princípios que regem a Administração Pública,</p><p>conforme estabelecido na Constituição Federal do Brasil de 1988, em seu artigo 37. Ele</p><p>estabelece que os atos administrativos devem ser publicados oficialmente, garantindo</p><p>transparência e conhecimento público sobre as ações do governo.</p><p>É de suma importância para a democracia e o Estado de Direito. Ao tornar públicos os atos</p><p>administrativos, o governo permite que os cidadãos fiscalizem suas ações e exerçam seus</p><p>direitos de forma informada.</p>