Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

<p>Universidade Federal do Rio de Janeiro</p><p>Aisha Alana Persaud Leitch</p><p>GEOLOGIA DE CAMPO II (IGL-U17) - REVISÃO DE SEDIMENTOLOGIA</p><p>Observe a tabela abaixo (extraída de Boggs, 2014), que apresenta uma listagem</p><p>de estruturas sedimentares primárias (deposicionais, erosivas, deformacionais e</p><p>biogênicas), com a indicação dos processos associados à formação de cada estrutura</p><p>listada (quadro menor).</p><p>.</p><p>1. Apresente ilustrações representativas de cada estrutura listada.</p><p>2. Selecione pelo menos duas estruturas de cada um dos grupos, descrevendo-as e</p><p>discutindo-as quanto à gênese.</p><p>Estruturas sedimentares são características de grande escala de rochas sedimentares.</p><p>Elas são geradas por uma variedade de processos sedimentares.</p><p>Por refletirem as condições ambientais que prevaleceram no momento da deposição, ou</p><p>muito pouco depois, são de especial interesse para os geólogos como uma ferramenta</p><p>para interpretar aspectos de ambientes sedimentares antigos como mecanismos de</p><p>transporte de sedimentos, direções de fluxo de paleocorrentes, profundidade relativa da</p><p>água, e velocidade relativa da corrente.</p><p>Estruturas Sedimentares</p><p>Estruturas de</p><p>estratificação e</p><p>acamamento</p><p>Marcações do plano de</p><p>estratificação</p><p>Outras Estruturas</p><p>Estratificação e Laminação</p><p>Formas de acamamento</p><p>Estratificação Cruzada</p><p>Estratificação Irregular</p><p>Processo Geradores</p><p>Estruturas Deposicionais (Principalmente deposição)</p><p>Estruturas Erosivas (Processos que envolvem um episódio de eroção seguido de</p><p>deposição)</p><p>Estruturas de Deformação (Deposição seguida de deformação física de sedimentos</p><p>moles)</p><p>Estruturas Biogênicas (Deposição mediada biogenicamente ou deposição não-</p><p>biogênica seguida de deposição biogênica)</p><p>STRATIFICATION AND BEDFORMS</p><p>Acamamento = Estratos maiores que 1cm.</p><p>Laminação = Estratos menores que 1cm.</p><p>• Planar bedding and lamination</p><p>1. Laminated bedding (Laminação Plana)</p><p>Indicam mudanças nas condições deposicionais que causam variações granulométricas,</p><p>conteudo de argila e material orgânico.</p><p>Formação:</p><p>• Sedimentação por suspensão de particulas finas (Sedimentação lenta de argila</p><p>em lagos)</p><p>• Transporte por tração de particulas em água</p><p>• Transporte eólico (não-comum)</p><p>2. Graded bedding</p><p>Unidades sedimentares caracterizados pela gradação vertical</p><p>3. Massive (stuctureless) bedding</p><p>O termo maciço é usado para descrever leitos que parecem ser homogêneos e carentes</p><p>de estruturas internas. Estruturas pouco desenvolvidas.</p><p>Formação:</p><p>• A liquefação de sedimentos devido a choques súbitos ou outros mecanismos</p><p>logo após a deposição tem sido sugerida como um meio de destruir a</p><p>estratificação original</p><p>• Ausência de transporte de tração e resulta de deposição muito rápida de</p><p>suspensão ou deposição de dispersões de sedimentos altamente concentradas em</p><p>fluxos de gravidade de sedimentos.</p><p>• O sedimento é despejado muito rapidamente sem retrabalhar subsequente para</p><p>formar uma massa mais ou menos homogênea.</p><p>• Bedforms</p><p>Ripples ou marcas ondulares, são superfícies produzidas sobre materiais incoerentes e</p><p>arenosos por correntes aquosas e ondas ou eólicas quando intensidades apropriadas a</p><p>cada granulação são atingidas. São formadas na interface água-sedimento, em condições</p><p>que se aproximam do regime de fluxo laminar em sedimentos transportados</p><p>principalmente por tração (ou arraste).</p><p>Dunas no deserto Rub Al Khali, Arábia Saudita (notar escala = 10 km no canto direito</p><p>inferior).</p><p>• Cross-statification</p><p>1. Cross-bedding(estratificação cruzada)</p><p>Estratificações cruzadas (crossbedding) são classificadas em dois grandes</p><p>conjuntos:</p><p>(1) cruzadas planares, com bases paralelas e bases inclinadas (tangencial na</p><p>base) e,</p><p>(2) cruzadas acanaladas, com bases paralelas e bases curvas. Cruzadas</p><p>acanaladas quando observadas numa seção perpendicular ao da paleocorrente,</p><p>recebem o nome de festoon ou estratificação cruzada acanalada festonada.</p><p>Os quatro tipos principais de estratificações cruzadas. Extraído de Pettijohn, Potter</p><p>and Siever (1987), Sand and Sandstone, 2nd edition, fig.4-5, pg. 101.</p><p>Terminologias e definições características dos dois tipos fundamentais de estruturas</p><p>cruzadas. (a) direção da corrente, (c) direção perpendicular ao da corrente, (Sf) plano</p><p>do foreset, (Sp) plano do acamamento. Extraído de Potter, P.E. e Pettijohn F.J.</p><p>(1977), Paleocurrents and basin analysis, 2nd edition, fig. 4.1, pg. 91.</p><p>2. Ripple cross-lamination (Laminação cruzada-</p><p>ondulada)</p><p>A laminação cruzada ondulada (ondulações ascendentes) se forma quando a deposição</p><p>ocorre muito rapidamente durante a migração de ondulações de corrente ou onda</p><p>Laminação cruzada cavalgante (climbing ripple cross-lamination) em turbidito.</p><p>Província Vascongadas, Espanha. Extraído de Pettijohn, Potter and Siever (1987), Sand</p><p>and Sandstone, 2nd edition, fig. 4-6, pg.102.</p><p>3. Flaser and lenticular bedding</p><p>4. Hummocky cross-statification</p><p>• Irregular stratification</p><p>1. Convolute bedding and lamination</p><p>É uma estrutura formada por dobras complexas ou amassados ou laminações em</p><p>anticlinais e sinclinas irregulares, geralmente de pequena escala.</p><p>É comumente, mas não necessariamente, confinado a uma única unidade de</p><p>sedimentação, e os estratos acima e abaixo deste acamamento pode mostrar pouca</p><p>evidência de deformação.</p><p>A laminação convoluta é mais comum em sucessões turbidíticas.</p><p>A origem do ainda não é totalmente compreendida, mas parece ser causado pela</p><p>deformação plástica do sedimento parcialmente liquefeito logo após a deposição. Os</p><p>eixos de algumas dobras convolutas têm uma orientação preferencial que comumente</p><p>coincide com a direção da paleocorrente, sugerindo que o processo que produz as</p><p>convoluções ocorra durante a deposição, pelo menos nestes casos. A liquefação de</p><p>sedimentos pode ser causada por processos como sobrecarga diferencial, choques</p><p>sísmicos e quebra de ondas.</p><p>2. Flame stucture (estrutura de chama)</p><p>As estruturas de chama são comumente associadas a outras estruturas causadas pelo</p><p>carregamento de sedimentos. Eles são provavelmente causados principalmente pelo</p><p>carregamento de camadas de lama saturadas de água que são menos densas do que as</p><p>areias sobrejacentes e, consequentemente, são espremidas para cima nas camadas de</p><p>areia. A orientação das cristas viradas sugere que o carregamento pode ser</p><p>acompanhado por algum arrasto horizontal ou movimento entre a lama e o leito de</p><p>areia.</p><p>3. Ball and Pillow Stuctures</p><p>Apresentam-se na parte inferior dos estratos de arenito, e menos comumente nos leitos</p><p>de calcário, que recobrem os xistos.</p><p>Eles consistem em massas hemisféricas ou em forma de rim de arenito ou calcário que</p><p>apresentam laminações internas. Em alguns hemisférios, as lâminas podem ser</p><p>levemente curvadas ou deformadas, particularmente próximas à borda externa dos</p><p>hemisférios, onde tendem a se conformar com a forma da borda.</p><p>Acredita-se que se formam como resultado do naufrágio e dissolução da</p><p>areia semiconsolidada, ou sedimento calcário, devido à liquefação parcial da lama</p><p>subjacente, possivelmente causada por choque. A liquefação da lama faz com que os</p><p>estratos de areia sobrejacentes ou sedimentos calcários se deformem em massas</p><p>hemisféricas que podem posteriormente se separar do leito e afundar na lama.</p><p>4. Synsedimentary folds and faults</p><p>5. Dish and pillar stuctures</p><p>6. Channels (Canais)</p><p>São estruturas. que mostram uma forma em U ou em V na seção transversal e cortam o</p><p>acamamento e a laminação formadas anteriormente. São formados por erosão,</p><p>principalmente por correntes, mas em alguns casos por movimentos</p><p>de massa.</p><p>Podem ser preenchidos com sedimentos que são texturamente diferentes dos estratos</p><p>que truncam.</p><p>Também ocorrem em sedimentos turbidíticos, onde as longas dimensões</p><p>dos canais tendem a ser orientados paralelamente à direção da corrente, como mostrado</p><p>por outras estruturas direcionais.</p><p>7. Scour-and-fill stuctures (Estruturas de</p><p>preenchimento)</p><p>São semelhantes aos canais, mas geralmente são menores. Eles consistem em pequenas</p><p>calhas assimétricas preenchidas.</p><p>Eles podem ser preenchidos com material de granulação mais grossa ou de granulação</p><p>mais fina do que o substrato. Essas estruturas são mais comuns em sedimentos arenosos</p><p>e acredita-se que se formem como resultado da erosão das correntes e subsequente</p><p>reaterro à medida que a velocidade da corrente diminui.</p><p>São principalmente estruturas de origem fluvial que podem ocorrer em ambientes</p><p>fluviais, de leques aluviais ou de planícies glaciais.</p><p>8. Mottled bedding (?)</p><p>9. Stomatolites (?)</p><p>BEDDING-PLANE MARKING</p><p>• Grove cast, strations, bounce, brush, prod and</p><p>roll marks</p><p>• Flute cast ou Flute marks (TURBOGLIFOS)</p><p>• Parting lineation (?)</p><p>• Load cast (marcas de carga)</p><p>• Tracks, trails, burrows (?)</p><p>• Mudcrack and syneresis crack (gretas de</p><p>resecamento e sinese)</p><p>Gretas de ressecamento (desiccation mudcracks = gretas de dissecamento em</p><p>argilas) são comuns em fundos de poças d’água secas, lagos e playas, planícies de</p><p>inundação de rios e em áreas de intermaré e supramaré, onde ocorrem como fissuras</p><p>abertas ou parcialmente preenchidas por outros sedimentos. Em rochas, ocorrem na</p><p>superfície de acamamento de intercalações arenito-argilito e, menos comum, em</p><p>sucessões carbonáticas de estratificação delgada. Nas sucessões arenito-argilito,</p><p>gretas de ressecamento ocorrem no topo das camadas de argilitos e estão preenchidas</p><p>por arenito. As gretas são formadas pela contração de argilas de sedimentos lamosos</p><p>durante ressecamento, produzindo um campo de stress tensional horizontal e</p><p>isotrópico, que diminui a partir da superfície para o interior do sedimento Formam</p><p>desenhos poligonais, geralmente hexagonais, embora muitos sejam quadrados ou</p><p>triângulos. Em planta, estão lado a lado e, em corte vertical, afilam-se para o interior</p><p>Gretas de sinerese (sub-aqueous shrinkage cracks – synaeresis cracks) ou gretas de</p><p>contração subaquáticas ocorrem em sucessões de argilitos intercalados com arenitos</p><p>e também em sedimentos carbonáticos ricos em argila, com acamamentos delgados.</p><p>Em planta, formam feições de relevo positivo (alto-relevo) no topo das camadas</p><p>lamosas e, em seção vertical, atravessam essas camadas afilando-se para o seu</p><p>interior. Gretas de contração subaquáticas resultam da expulsão de água intertisical</p><p>contida em argilas originalmente bastante porosas, devido a uma reorganização</p><p>produzida por floculação e/ou aumento de salinidade do meio. A esses processos dá-</p><p>se o nome de sinerese. Gretas de sinerese podem ser confundidas com gretas de</p><p>ressecamento, diques clásticos e, mais comumente, com traços fósseis,</p><p>particularmente em rochas precambrianas.</p><p>(a)</p><p>(b)</p><p>Gretas de sinerese:</p><p>(a) topo de camada pelítica de sucessão filito-quartzito precambriana. Supergrupo</p><p>Espinhaço, Serra do Espinhaço, Diamanatina, MG;</p><p>(b) Gretas de sinerese e marcas de onda simétricas em topo de arenitos do Jurassico</p><p>Inferior, Fm Botany Bay, Península Antártica.</p><p>• Pits and small impressions (?)</p><p>• Rill and swash marks (?)</p><p>OTHER STUCTURES</p><p>• Sedimentary sills and dikes</p>