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Questões resolvidas

(UEFS BA/2017) Entre os anos 1810 e 1820, [...] o inimigo comum era a Espanha. Todos os esforços concentravam-se para acabar com o domínio da Espanha. A tônica dos discursos era a liberdade. Liberdade, entretanto, não é um conceito entendido de forma única; tem significados diversos, apropriados também de formas particulares pelos diversos segmentos da sociedade. (Maria Lígia Prado. A formação das nações latino-americanas, 1985.) Entre os “significados diversos” do conceito de liberdade, presentes nas lutas de independência na América Hispânica, é correto afirmar que:

para as populações escravizadas, liberdade representava a abolição do trabalho compulsório e, para os membros da Igreja Católica, liberdade associava-se ao direito pleno de escolha religiosa.
para os membros das elites criollas, liberdade relacionava-se ao fim do controle metropolitano sobre o comércio colonial e, para os indígenas, liberdade representava o direito à terra.
para os representantes administrativos da metrópole, liberdade associava-se ao direito de retornar à Espanha e, para os africanos escravizados, liberdade relacionava-se à volta para a África.
para as ordens religiosas, liberdade representava o direito de cobrar tributos das comunidades indígenas e, para as elites criollas, liberdade associava-se ao fim do trabalho escravo.
para os indígenas, liberdade associava-se à restauração do Império Inca e, para os comerciantes ingleses, liberdade relacionava-se à persistência do monopólio comercial metropolitano.

(UEL, 2003) Nos textos a seguir, o narrador e a intelectual problematizam a experiência da ditadura militar na Argentina, instaurada em 1976. “Sou o filho mais velho. Meus irmãos mais moços têm seis e quatro anos e faz agora oito meses que nós vimos papai pela última vez. Um dia muito frio e muito triste, de manhã cedo, um grupo de homens, que dizia pertencer à polícia, entrou em nossa casa armado de pistolas e levou nosso pai e depois disso não tivemos nenhuma notícia dele (...).” (Argentina. Terror Fascista Contra Crianças. Dossiê da Anistia Internacional. p. 6-7. Liga Brasileira de Defesa dos Direitos Humanos, 1980.) “Há romances, poemas, depoimentos (...) [que] são obstáculos contra o convite ao esquecimento, contra sua possibilidade ou imposição; teimam em opor-se à hipocrisia de uma reconciliação amnésica que pretende calar o que, de qualquer modo, já se sabe.” (SARLO, Beatriz. Paisagens imaginárias. São Paulo: Edusp, 1997, p. 32.) Dado o confronto entre o presente e o passado recente na Argentina, o narrador e a intelectual conferem à memória e à história o trabalho de:

Fazer da ditadura militar um motivo de reconciliação com o passado político argentino para calar os atingidos pela repressão.
Fornecer subsídios às classes médias argentinas para fortalecer sua luta contra a atual política econômica de recessão.
Falsificar provas da violência imposta à população argentina para que seus executores sejam condenados e punidos.
Fazer esquecer a violência dos militares argentinos contra homens, mulheres e crianças, para amenizar os conflitos políticos dos tempos da ditadura.
Construir uma relação com o passado que permita aos argentinos restabelecer a continuidade entre as experiências dos tempos da ditadura e o presente.

78) (UFV-2005) O uso da denominação América Latina é problemático, devido à grande diversidade econômica e social entre os países que se originaram da colonização ibérica e francesa. Todavia, há uma relativa unidade entre eles, que pode ser percebida na identidade dos problemas e das situações que enfrentam desde sua emancipação política. Sobre a unidade entre os países latino-americanos, é CORRETO afirmar que:
a) as intensas relações culturais com os Estados Unidos contribuíram para a implantação de regimes democráticos pelos países latino-americanos, durante o século XIX.
b) a importação de bens manufaturados e a produção e exportação de matérias-primas promoveram uma situação de dependência econômica.
c) a manutenção da forma monárquica de governo, apesar da divisão em várias unidades políticas, garantiu o prolongamento do status quo colonial até o século XX.
d) a emancipação política foi acompanhada da abolição da escravatura, promovendo a integração dos afro-americanos ao processo produtivo através da concessão de terras.
e) a instauração de uma política de boa vizinhança, no período pós emancipação, contribuiu para a manutenção dos vínculos estabelecidos ao longo da colonização.

Diniz, então afirma no trecho acima: que quem reivindicou “a expressão América Latina”, foram:

A) os intendentes dessas nações que aceitaram e reivindicaram.
B) os jornais dessas nações que aceitaram e reivindicaram.
C) os argonautas dessas nações que aceitaram e reivindicaram.
D) os intelectuais dessas nações que aceitaram e reivindicaram.
E) os oficiais dessas nações que aceitaram e reivindicaram.

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Questões resolvidas

(UEFS BA/2017) Entre os anos 1810 e 1820, [...] o inimigo comum era a Espanha. Todos os esforços concentravam-se para acabar com o domínio da Espanha. A tônica dos discursos era a liberdade. Liberdade, entretanto, não é um conceito entendido de forma única; tem significados diversos, apropriados também de formas particulares pelos diversos segmentos da sociedade. (Maria Lígia Prado. A formação das nações latino-americanas, 1985.) Entre os “significados diversos” do conceito de liberdade, presentes nas lutas de independência na América Hispânica, é correto afirmar que:

para as populações escravizadas, liberdade representava a abolição do trabalho compulsório e, para os membros da Igreja Católica, liberdade associava-se ao direito pleno de escolha religiosa.
para os membros das elites criollas, liberdade relacionava-se ao fim do controle metropolitano sobre o comércio colonial e, para os indígenas, liberdade representava o direito à terra.
para os representantes administrativos da metrópole, liberdade associava-se ao direito de retornar à Espanha e, para os africanos escravizados, liberdade relacionava-se à volta para a África.
para as ordens religiosas, liberdade representava o direito de cobrar tributos das comunidades indígenas e, para as elites criollas, liberdade associava-se ao fim do trabalho escravo.
para os indígenas, liberdade associava-se à restauração do Império Inca e, para os comerciantes ingleses, liberdade relacionava-se à persistência do monopólio comercial metropolitano.

(UEL, 2003) Nos textos a seguir, o narrador e a intelectual problematizam a experiência da ditadura militar na Argentina, instaurada em 1976. “Sou o filho mais velho. Meus irmãos mais moços têm seis e quatro anos e faz agora oito meses que nós vimos papai pela última vez. Um dia muito frio e muito triste, de manhã cedo, um grupo de homens, que dizia pertencer à polícia, entrou em nossa casa armado de pistolas e levou nosso pai e depois disso não tivemos nenhuma notícia dele (...).” (Argentina. Terror Fascista Contra Crianças. Dossiê da Anistia Internacional. p. 6-7. Liga Brasileira de Defesa dos Direitos Humanos, 1980.) “Há romances, poemas, depoimentos (...) [que] são obstáculos contra o convite ao esquecimento, contra sua possibilidade ou imposição; teimam em opor-se à hipocrisia de uma reconciliação amnésica que pretende calar o que, de qualquer modo, já se sabe.” (SARLO, Beatriz. Paisagens imaginárias. São Paulo: Edusp, 1997, p. 32.) Dado o confronto entre o presente e o passado recente na Argentina, o narrador e a intelectual conferem à memória e à história o trabalho de:

Fazer da ditadura militar um motivo de reconciliação com o passado político argentino para calar os atingidos pela repressão.
Fornecer subsídios às classes médias argentinas para fortalecer sua luta contra a atual política econômica de recessão.
Falsificar provas da violência imposta à população argentina para que seus executores sejam condenados e punidos.
Fazer esquecer a violência dos militares argentinos contra homens, mulheres e crianças, para amenizar os conflitos políticos dos tempos da ditadura.
Construir uma relação com o passado que permita aos argentinos restabelecer a continuidade entre as experiências dos tempos da ditadura e o presente.

78) (UFV-2005) O uso da denominação América Latina é problemático, devido à grande diversidade econômica e social entre os países que se originaram da colonização ibérica e francesa. Todavia, há uma relativa unidade entre eles, que pode ser percebida na identidade dos problemas e das situações que enfrentam desde sua emancipação política. Sobre a unidade entre os países latino-americanos, é CORRETO afirmar que:
a) as intensas relações culturais com os Estados Unidos contribuíram para a implantação de regimes democráticos pelos países latino-americanos, durante o século XIX.
b) a importação de bens manufaturados e a produção e exportação de matérias-primas promoveram uma situação de dependência econômica.
c) a manutenção da forma monárquica de governo, apesar da divisão em várias unidades políticas, garantiu o prolongamento do status quo colonial até o século XX.
d) a emancipação política foi acompanhada da abolição da escravatura, promovendo a integração dos afro-americanos ao processo produtivo através da concessão de terras.
e) a instauração de uma política de boa vizinhança, no período pós emancipação, contribuiu para a manutenção dos vínculos estabelecidos ao longo da colonização.

Diniz, então afirma no trecho acima: que quem reivindicou “a expressão América Latina”, foram:

A) os intendentes dessas nações que aceitaram e reivindicaram.
B) os jornais dessas nações que aceitaram e reivindicaram.
C) os argonautas dessas nações que aceitaram e reivindicaram.
D) os intelectuais dessas nações que aceitaram e reivindicaram.
E) os oficiais dessas nações que aceitaram e reivindicaram.

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<p>Pincel Atômico - 21/10/2024 18:05:08 1/4</p><p>Avaliação Online (SALA EAD) - Todos Capitulos/Referencias</p><p>Atividade finalizada em 14/10/2024 14:41:14 (2720728 / 1)</p><p>LEGENDA</p><p>Resposta correta na questão</p><p># Resposta correta - Questão Anulada</p><p>X Resposta selecionada pelo Aluno</p><p>Disciplina:</p><p>HISTÓRIA DA AMÉRICA II [480672] - Avaliação com 10 questões, com o peso total de 50,00 pontos [capítulos - Todos]</p><p>Turma:</p><p>Graduação: História - Grupo: AGOSTO/2022 - HIST/AGO22 [69458]</p><p>Aluno(a):</p><p>91529974 - VIVIANE RODRIGUES CAMILO - Respondeu 8 questões corretas, obtendo um total de 40,00 pontos como nota</p><p>[361637_1853</p><p>70]</p><p>Questão</p><p>001</p><p>(UEFS BA/2017) Entre os anos 1810 e 1820, [...] o inimigo comum era a Espanha.</p><p>Todos os esforços concentravam-se para acabar com o domínio da Espanha. A tônica</p><p>dos discursos era a liberdade. Liberdade, entretanto, não é um conceito entendido de</p><p>forma única; tem significados diversos, apropriados também de formas particulares</p><p>pelos diversos segmentos da sociedade. (Maria Lígia Prado. A formação das nações</p><p>latino-americanas, 1985.)</p><p>Entre os “significados diversos” do conceito de liberdade, presentes nas lutas de</p><p>independência na América Hispânica, é correto afirmar que:</p><p>X</p><p>para as populações escravizadas, liberdade representava a abolição do trabalho</p><p>compulsório e, para os membros da Igreja Católica, liberdade associava-se ao direito</p><p>pleno de escolha religiosa.</p><p>para os membros das elites criollas, liberdade relacionava- se ao fim do controle</p><p>metropolitano sobre o comércio colonial e, para os indígenas, liberdade representava o</p><p>direito à terra.</p><p>para os representantes administrativos da metrópole, liberdade associava-se ao direito</p><p>de retornar à Espanha e, para os africanos escravizados, liberdade relacionava-se à</p><p>volta para a África.</p><p>para as ordens religiosas, liberdade representava o direito de cobrar tributos das</p><p>comunidades indígenas e, para as elites criollas, liberdade associava-se ao fim do</p><p>trabalho escravo.</p><p>para os indígenas, liberdade associava-se à restauração do Império Inca e, para os</p><p>comerciantes ingleses, liberdade relacionava-se à persistência do monopólio comercial</p><p>metropolitano.</p><p>[361637_1853</p><p>92]</p><p>Questão</p><p>002</p><p>(Enem) Após a Independência, integramo-nos como exportadores de produtos</p><p>primários à divisão internacional do trabalho, estruturada ao redor da Grã-Bretanha. O</p><p>Brasil especializou-se na produção, com braço escravo importado da África, de plantas</p><p>tropicais para a Europa e a América do Norte. Isso atrasou o desenvolvimento de</p><p>nossa economia por pelo menos uns oitenta anos. Éramos um país essencialmente</p><p>agrícola e tecnicamente atrasado por depender de produtores cativos. Não se poderia</p><p>confiar a trabalhadores forçados outros instrumentos de produção que os mais toscos</p><p>e baratos. O atraso econômico forçou o Brasil a se voltar para fora. Era do exterior que</p><p>vinham os bens de consumo que fundamentavam um padrão de vida "civilizado",</p><p>marca que distinguia as classes cultas e "naturalmente" dominantes do povaréu</p><p>primitivo e miserável. (...) E de fora vinham também os capitais que permitiam iniciar a</p><p>construção de uma infraestrutura de serviços urbanos, de energia, transportes e</p><p>comunicações.</p><p>Paul Singer. Evolução da economia e vinculação internacional. In: I. Sachs; J.</p><p>Willheim; P. S. Pinheiro (Orgs.). "Brasil: um século de transformações". São Paulo:</p><p>Cia. das Letras, 2001, p. 80.</p><p>Levando-se em consideração as afirmações anteriores, relativas à estrutura</p><p>econômica do Brasil por ocasião da independência política (1822), é correto afirmar</p><p>que o país:</p><p>Pincel Atômico - 21/10/2024 18:05:08 2/4</p><p>X</p><p>Se tornou dependente da economia europeia por realizar tardiamente sua</p><p>industrialização em relação a outros países.</p><p>Extinguiu a produção colonial baseada na escravidão e fundamentou a produção no</p><p>trabalho livre.</p><p>Se industrializou rapidamente devido ao desenvolvimento alcançado no período</p><p>colonial.</p><p>Se tornou dependente do capital estrangeiro, que foi introduzido no país sem trazer</p><p>ganhos para a infraestrutura de serviços urbanos.</p><p>Teve sua industrialização estimulada pela Grã-Bretanha, que investiu capitais em</p><p>vários setores produtivos.</p><p>[361637_1854</p><p>12]</p><p>Questão</p><p>003</p><p>(UEL, 2003) Nos textos a seguir, o narrador e a intelectual problematizam a</p><p>experiência da ditadura militar na Argentina, instaurada em 1976.</p><p>“Sou o filho mais velho. Meus irmãos mais moços têm seis e quatro anos e faz agora</p><p>oito meses que nós vimos papai pela última vez. Um dia muito frio e muito triste, de</p><p>manhã cedo, um grupo de homens, que dizia pertencer à polícia, entrou em nossa</p><p>casa armado de pistolas e levou nosso pai e depois disso não tivemos nenhuma</p><p>notícia dele (...).” (Argentina. Terror Fascista Contra Crianças. Dossiê da Anistia</p><p>Internacional. p. 6-7. Liga Brasileira de Defesa dos Direitos Humanos, 1980.)</p><p>“Há romances, poemas, depoimentos (...) [que] são obstáculos contra o convite ao</p><p>esquecimento, contra sua possibilidade ou imposição; teimam em opor-se à hipocrisia</p><p>de uma reconciliação amnésica que pretende calar o que, de qualquer modo, já se</p><p>sabe.” (SARLO, Beatriz. Paisagens imaginárias. São Paulo: Edusp, 1997, p. 32.)</p><p>Dado o confronto entre o presente e o passado recente na Argentina, o narrador e a</p><p>intelectual conferem à memória e à história o trabalho de:</p><p>Fazer da ditadura militar um motivo de reconciliação com o passado político argentino</p><p>para calar os atingidos pela repressão.</p><p>Fornecer subsídios às classes médias argentinas para fortalecer sua luta contra a atual</p><p>política econômica de recessão.</p><p>Falsificar provas da violência imposta à população argentina para que seus executores</p><p>sejam condenados e punidos.</p><p>Fazer esquecer a violência dos militares argentinos contra homens, mulheres e</p><p>crianças, para amenizar os conflitos políticos dos tempos da ditadura.</p><p>X</p><p>Construir uma relação com o passado que permita aos argentinos restabelecer a</p><p>continuidade entre as experiências dos tempos da ditadura e o presente.</p><p>[361637_1853</p><p>87]</p><p>Questão</p><p>004</p><p>(UFV, 2005) O uso da denominação América Latina é problemático, devido à grande</p><p>diversidade econômica e social entre os países que se originaram da colonização</p><p>ibérica e francesa. Todavia, há uma relativa unidade entre eles, que pode ser</p><p>percebida na identidade dos problemas e das situações que enfrentam desde sua</p><p>emancipação política. Sobre a unidade entre os países latino-americanos, é</p><p>CORRETO afirmar que:</p><p>a manutenção da forma monárquica de governo, apesar da divisão em várias unidades</p><p>políticas, garantiu o prolongamento do status quo colonial até o século XX.</p><p>as intensas relações culturais com os Estados Unidos contribuíram para a implantação</p><p>de regimes democráticos pelos países latino-americanos, durante o século XIX.</p><p>X</p><p>a importação de bens manufaturados e a produção e exportação de matérias-primas</p><p>promoveram uma situação de dependência econômica.</p><p>a instauração de uma política de boa vizinhança, no período pós emancipação,</p><p>contribuiu para a manutenção dos vínculos estabelecidos ao longo da colonização.</p><p>Pincel Atômico - 21/10/2024 18:05:08 3/4</p><p>a emancipação política foi acompanhada da abolição da escravatura, promovendo a</p><p>integração dos afroamericanos ao processo produtivo através da concessão de terras.</p><p>[361637_1853</p><p>93]</p><p>Questão</p><p>005</p><p>(FGV, 2019) A charge pode ser relacionada a um momento de grave crise na história</p><p>dos Estados Unidos, que ficou conhecida como Quebra da Bolsa de Nova York, em</p><p>1929, e que teve muitas consequências na economia mundial.</p><p>(Disponível em: http://capitalismo-financeiro.blogspot.com)</p><p>Nesse contexto de crise, o governo brasileiro</p><p>buscou se antecipar aos seus efeitos, incentivando imediatamente os investimentos da</p><p>elite agrária no setor industrial, como forma de diversificar as atividades econômicas</p><p>do país.</p><p>X</p><p>procurou minimizar os efeitos da Grande Depressão comprando e queimando o</p><p>excedente de produção dos cafeicultores, uma vez que os Estados Unidos eram os</p><p>principais importadores desse grão.</p><p>soube tirar vantagem da depressão econômica e do desabastecimento vivido pelos</p><p>Estados Unidos, oferecendo a estes grandes quantidades</p><p>de produtos industriais</p><p>diversificados, que passaram a ser exportados.</p><p>sofreu grande pressão política das oligarquias cafeeiras por não conseguir sustentar a</p><p>chamada “política do café com leite”, sendo o presidente Getúlio Vargas deposto pela</p><p>Aliança Libertadora Nacional.</p><p>precisou elaborar planos emergenciais para conter a inflação e o caos em que</p><p>mergulhou a economia brasileira, com a corrida aos bancos para a retirada de dinheiro</p><p>e o desemprego industrial em massa, cunhando uma nova moeda.</p><p>[361638_1836</p><p>34]</p><p>Questão</p><p>006</p><p>“...Conforme Diniz, Espanha e Portugal não se envolveram para firmar essa</p><p>nomenclatura latina – (América-Latina) - pois a Espanha, “tinha aversão em</p><p>reconhecer a independência das antigas colônias” e partia do pressuposto de que “os</p><p>Estados da América eram, primeiramente, hispano-americanos antes de ser latino-</p><p>americanos.”</p><p>Nessa linha de raciocínio, entende-se que a categoria de hispanidade apareceu como:</p><p>resposta a latinidade.</p><p>responsável a latinidade.</p><p>resposta a disparidade.</p><p>X repudio a latinidade.</p><p>ressalva a latinidade.</p><p>Pincel Atômico - 21/10/2024 18:05:08 4/4</p><p>[361638_1836</p><p>27]</p><p>Questão</p><p>007</p><p>Lei atentamente e depois marque a questão que corresponde a resposta correta:</p><p>A revolução cubana emerge no contexto de Guerra Fria (1947-1991) e reflete nas</p><p>disputas do mundo bipolarizado – (..) - A aproximação de Cuba à URSS permitiu a</p><p>instalação de mísseis em Cuba. Isso Marcou o episódio da Crise dos mísseis de 1962</p><p>e a corrida armamentista.</p><p>Essa crise ameaçou a estabilidade da Guerra Fria, pois se conjecturava a</p><p>possibilidade de uma guerra, assim o mundo então temia uma guerra:</p><p>Continental.</p><p>Ocidental.</p><p>X Nuclear.</p><p>Bipolar.</p><p>Micelar.</p><p>[361638_1836</p><p>59]</p><p>Questão</p><p>008</p><p>Seguindo a lógica coercitiva, as eleições de diretorias para os sindicatos foram</p><p>proibidas. O estado intervinha na economia, incentivava a prática de uma política</p><p>assistencialista com o objetivo de:</p><p>controlar e despolitizar a Ordem dos Advogados do Brasil – OAB.</p><p>X controlar e despolitizar a classe dos operários.</p><p>libertar e politizar a classe dos operários.</p><p>controlar e despolitizar a classe das elites.</p><p>militarizar e armar a sociedade civil.</p><p>[361639_1836</p><p>20]</p><p>Questão</p><p>009</p><p>Leia atentamente:</p><p>O Congresso de Viena que ocorreu entre 1814-1815, importante evento de articulação</p><p>geopolítica da época, este também uma teve repercussão no Brasil.</p><p>Agora responda:</p><p>Qual foi a importância do congresso de Viena na vida dos colonos Brasileiros:</p><p>para o principio do enriquecimento dos colonos brasileiros.</p><p>para o início da alfabetização dos colonos.</p><p>para o fim do despertar da consciência dos colonos.</p><p>para o início do manifesto colono revolucionário.</p><p>X para o início do despertar da consciência dos colonos.</p><p>[361639_1836</p><p>36]</p><p>Questão</p><p>010</p><p>Analise o trecho que segue:</p><p>Segundo Diniz (2007), apesar de a princípio não ter sido um foco dos países da</p><p>América, “a expressão América Latina”, no entanto, foram entes de um determinado</p><p>grupo social quem reivindicou e aceitou a nomenclatura, pois ela “permitia, enfim, aos</p><p>antigos colonizados sair da tutela da mãe pátria ibérica e obter um estatuto</p><p>internacional independente.</p><p>Diniz, então afirma no trecho acima: que quem reivindicou “a expressão América</p><p>Latina”, foram:</p><p>os intendentes dessas nações que aceitaram e reivindicaram.</p><p>X os intelectuais dessas nações que aceitaram e reivindicaram.</p><p>os jornais dessas nações que aceitaram e reivindicaram.</p><p>os argonautas dessas nações que aceitaram e reivindicaram.</p><p>os oficiais dessas nações que aceitaram e reivindicaram.</p>

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