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<p>Branca Bastos Steinbrenner e Danieli Ferreira Martins</p><p>História natural da dengue</p><p>A dengue é passada pelo agente Aedes aegypti, sendo uma patologia conhecida pela febre</p><p>profunda causada por 4 sorotipos do Arbovírus Flavivírus: DENV 1, 2,3, 4.</p><p>Sua transmissão nos humanos ocorre através da picada do mosquito e sua contaminação é mais</p><p>comum em zonas tropicais, ademais, o período de incubação do vírus dura entre 3 a 15 dias.</p><p>Com a doença instalada, os sintomas clássicos são: cansaço, cefaléia, náusea, febre, dor no</p><p>corpo, dor nas articulações, manchas e erupções na pele e vômito. Já a dengue hemorrágica, além</p><p>dos sinais e sintomas prévios pode ocasionar sangramento, choque e morte.</p><p>Seu tratamento é feito com uma hidratação oral adequada, medicação correta e internação para a</p><p>limitação do dano, se preciso.</p><p>A patologia pode ser diferenciada por dois tipos:</p><p>Dengue clássica- sintomas clássicos são apresentados em um quadro mais fraco, já que as</p><p>células de defesas conseguem eliminar a doença.</p><p>Dengue hemorrágica - Leucócitos não são capazes de eliminar a doença, levando a um quadro</p><p>mais agudo, evoluindo rapidamente para um estágio preocupante.</p><p>Fatores causais da doença:</p><p>Causas proximais- a picada da fêmea que está infectada.</p><p>Causas intermediárias- causas interligadas com o meio, por exemplo o acúmulo de água</p><p>parada, falta de campanhas socioeducativas de conscientização.</p><p>Causas distais- fatores socioeconômicos (falta de acesso a saneamento básico), clima (tropical),</p><p>e zonas favoráveis (áreas rurais) com a proliferação do mosquito.</p><p>Causas necessárias- sem a presença do Arbovírus Flavivírus e de um hospedeiro não tem como</p><p>ocorrer a contaminação.</p><p>Níveis de prevenção a doença:</p><p>Prevenção primária- deve priorizar o saneamento básico, combate aos focos de acúmulo de</p><p>água, reciclagem e principalmente meios educacionais que comuniquem a população brasileira</p><p>perante esta problemática.</p><p>Prevenção secundária- se encontra no período patogênico, possuindo seu foco em um</p><p>diagnóstico preciso para um tratamento precoce.</p><p>Prevenção terciária- vai existir com a reabilitação do paciente, motivada pelas sequelas</p><p>deixadas.</p><p>Figura 1- Quadro demonstrativo da transmissão e circulação dos vírus da dengue.</p><p>Por fim, a dengue se apresenta como uma crescente epidemia global, em decorrência da sua</p><p>grande capacidade de distribuição e mortalidade. Logo, é imprescindível que as medidas</p><p>preventivas sejam seguidas para a diminuição dos casos atuais.</p><p>REFERÊNCIAS</p><p>https://rmmg.org/exportar-pdf/742/v21n4s6a13.pdf</p><p>http://www.funasa.gov.br/site/wp-content/uploads/2010/01/dengue_%20guia_vig_epid.pdf</p><p>http://scielo.iec.gov.br/scielo.php?pid=S0104-16731999000400002&script=sci_arttext&tlng=es</p><p>https://www.dengue.pr.gov.br/Pagina/Aspectos-clinicos-e-laboratoriais</p><p>https://rmmg.org/exportar-pdf/742/v21n4s6a13.pdf</p><p>http://www.funasa.gov.br/site/wp-content/uploads/2010/01/dengue_%20guia_vig_epid.pdf</p><p>http://scielo.iec.gov.br/scielo.php?pid=S0104-16731999000400002&script=sci_arttext&tlng=es</p><p>https://www.dengue.pr.gov.br/Pagina/Aspectos-clinicos-e-laboratoriais</p>