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Prova_Integrado-2011-ifpe

Caderno de prova do Exame de Seleção IFPE 2011 (cursos técnicos integrados), com instruções ao candidato e prova de Língua Portuguesa iniciada pelo Texto 1 "Uma mudança necessária", de Carlos Alberto Faraco, que discute mudanças na ortografia.

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Laura Lopes

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Questões resolvidas

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<p>Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de</p><p>Pernambuco - IFPE</p><p>Exame de Seleção / VESTIBULAR 2011</p><p>CURSOS TÉCNICOS INTEGRADOS</p><p>DATA – 12/12/2010 (DOMINGO)</p><p>ATENÇÃO</p><p>1. Leia todas as instruções antes de iniciar a prova.</p><p>2. Preencha seus dados pessoais.</p><p>3. Autorizado o início da prova, verifique se este caderno contém 30 (trinta) questões, sendo Português de 01 a 15 e</p><p>Matemática de 16 a 30. Se não estiver completo, exija, imediatamente, do fiscal da sala outro exemplar.</p><p>4. Ao receber a folha-resposta, confira o seu nome e o número de inscrição. Qualquer irregularidade comunique logo</p><p>ao fiscal.</p><p>5. Para marcar a folha-resposta, utilize caneta esferográfica com tinta na cor preta ou azul, e faça as marcas de acordo</p><p>com o modelo: Preencher a quadrícula assim</p><p>6. Marque apenas uma resposta para cada questão, pois só há uma única resposta correta. A questão que for marcada</p><p>com mais de uma resposta, ou rasurada, será anulada.</p><p>7. Se a Comissão Organizadora do Exame de Seleção – Vestibular 2011 verificar que a resposta de uma questão é</p><p>dúbia ou inexistente, a questão será posteriormente anulada e os pontos, a ela correspondentes, distribuídos entre as</p><p>demais.</p><p>8. Não risque, não amasse, não dobre e não suje a folha-resposta, pois isso poderá prejudicá-lo.</p><p>9. Os fiscais não estão autorizados a emitir opinião, nem prestar esclarecimentos sobre o conteúdo das provas.</p><p>10. O caderno de provas e a folha-resposta deverão ser devolvidos ao fiscal da sala.</p><p>11. A prova terá início às 9h 00min e deverá ser concluída até as 12h 00min. Por razões de segurança do concurso, o</p><p>candidato só poderá deixar o local de realização da aplicação das provas, 1 (uma) hora após o seu início.</p><p>12. Os fiscais não estão autorizados a fazer retificações de qualquer natureza nas instruções ou enunciados de questões</p><p>das provas. Apenas, e exclusivamente, o CHEFE DE PRÉDIO, pessoalmente, é que poderá comunicar alguma</p><p>retificação.</p><p>13. O IFPE não se responsabilizará por objetos ou valores portados, esquecidos, danificados ou extraviados nas</p><p>dependências dos locais de aplicação das provas.</p><p>14. Todos os materiais impressos, entregues aos candidatos no dia da prova, deverão ser devolvidos na íntegra, pois</p><p>pertencem ao IFPE.</p><p>15. O gabarito oficial preliminar será divulgado 2 (duas horas) depois do encerramento das provas, no Sítio</p><p>www.ifpe.edu.br , link Vestibulares/Concursos.</p><p>16. Será facultado ao candidato apresentar recurso, devidamente fundamentado, relativo ao gabarito e/ou ao conteúdo</p><p>das questões. O recurso deverá ser interposto até 24 (vinte e quatro) horas após a divulgação do gabarito oficial</p><p>preliminar, dirigido à Comissão do Exame de Seleção – Vestibular 2011, e entregue no Campus do IFPE em que o</p><p>candidato concorre à vaga, nos endereços constantes do item 5.1.1 do Manual do candidato. Não será aceito recurso</p><p>via postal, via fax ou correio eletrônico ou interposto por procurador.</p><p>17. Divulgação dos aprovados até 06/01/2011 no Sítio www.ifpe.edu.br, link Vestibulares/Concursos.</p><p>18. Fique atento ao cronograma de matrícula.</p><p>Impressão Digital</p><p>NOME DO CANDIDATO: ___________________________________________________________</p><p>R.G. nº ________________</p><p>ÓRGÃO: ___________</p><p>INSCRIÇÃO nº ___________________</p><p>ASSINATURA: ___________________________________________________________________</p><p>PROVA DE LÍNGUA PORTUGUESA</p><p>Texto 1 - Uma mudança necessária</p><p>Carlos Alberto Faraco</p><p>Como princípio geral, podemos afirmar que, por razões econômicas, sociais e educacionais, a</p><p>ortografia de uma língua deve ser o mais estável possível. Mudanças ortográficas devem ser raras. Se</p><p>eventualmente necessárias, devem ser pontuais, alcançando apenas aspectos marginais ou excessivamente</p><p>incongruentes.</p><p>Se só raramente devemos mexer na ortografia, o que justifica, então, as mudanças que, definidas por</p><p>Acordo assinado em 1990 pelos países de língua oficial portuguesa, estão agora em vias de ser implantadas?</p><p>Há duas boas e fortes razões: vamos eliminar excessos e incongruências que ainda persistem na</p><p>nossa ortografia e, ao fazer isso, vamos alcançar aquele que é o objetivo maior da reforma – resolver de vez a</p><p>esdrúxula situação de uma língua com duas ortografias concorrentes: a lusitana e a brasileira. (...)</p><p>Esta duplicidade não seria, em princípio, um problema, já que as diferenças não são de tal monta que</p><p>interfiram na compreensão dos textos. No entanto – e este é um ponto que raramente aparece nos debates –,</p><p>Portugal transformou a duplicidade de ortografias em um instrumento político para embaraçar a presença</p><p>brasileira seja nas relações com os demais países lusófonos, seja na promoção internacional da língua.</p><p>No fundo (embora isso nunca seja claramente dito), Portugal teme a “brasilianização” da língua</p><p>(afinal, 85% dos falantes estão aqui) e tenta nos neutralizar, praticando uma política da língua que busca</p><p>sempre nos deixar em plano secundário.</p><p>Há, por exemplo, sob o pretexto da diferença ortográfica, impedimentos à livre circulação de livros</p><p>com a ortografia brasileira nos demais países lusófonos. Isso aumenta os custos editoriais: o mesmo livro,</p><p>para circular em todos os territórios da lusofonia, precisa ter duas impressões diferentes.</p><p>Caso emblemático é o do Dicionário Houaiss. Este que é o maior dicionário da língua, para poder</p><p>circular também em Portugal e nos outros países lusófonos, teve de ser editado em duas versões ortográficas.</p><p>Podemos facilmente imaginar quanto custou essa “brincadeira”. E este é apenas um de incontáveis casos. O</p><p>Brasil tem, portanto, claros prejuízos culturais e econômicos com a duplicidade de ortografias.</p><p>Pelo mesmo pretexto, nunca conseguimos uma ação conjunta na certificação de proficiência em</p><p>português como língua estrangeira e na promoção internacional da língua. De que adianta o português ser a</p><p>terceira língua européia em número de falantes (só perde para o inglês e o espanhol), se esta vantagem</p><p>quantitativa não tem se transformado numa vantagem política?</p><p>Num mundo em que várias línguas estão em extinção por terem poucos falantes e em que as</p><p>“grandes” línguas lutam para garantir um equilíbrio frente à expansão do inglês, o português se vê</p><p>apequenado porque quem deveria ser nosso parceiro age como nosso antagonista, tendo a diferença de</p><p>ortografias como pretexto.</p><p>Superar essa situação é condição necessária para orientarmos novas maneiras de gerir politicamente</p><p>a nossa língua e garantir sua projeção, seja no interior dos próprios países que a têm como oficial (nestes,</p><p>com exceção de Brasil e Portugal, ela não é ainda sequer hegemônica), seja no plano internacional.</p><p>(Publicado em Gazeta do Povo, Curitiba - Paraná, p. 10, 02 out. 2007. Disponível em www.ipol.org.br)</p><p>01. Considerando os elementos envolvidos no processo de comunicação, é correto afirmar que o texto</p><p>acima:</p><p>a) Dirige-se a um público de especialistas, como professores e cientistas da Língua Portuguesa, por ser</p><p>publicado numa revista científica.</p><p>b) Apresenta uma linguagem técnica que se dirige principalmente a acadêmicos, professores e</p><p>pesquisadores da Língua Portuguesa.</p><p>c) Dialoga com o público em geral, pois apresenta registro comum e foi publicado em veículo de</p><p>grande circulação.</p><p>d) Está voltado para os leitores portugueses, para que concordem</p><p>com as mudanças propostas pelo</p><p>Brasil.</p><p>e) Direciona-se às camadas menos escolarizadas, a fim de que compreendam o Acordo Ortográfico.</p><p>02. Leia as proposições abaixo que explanam sobre o gênero e o tipo do Texto 1:</p><p>I. Pode-se considerar como uma reportagem que apresenta predominantemente o tipo narrativo-</p><p>descritivo.</p><p>II. Possui sequências tipológicas narrativas, que relatam fatos verídicos, através de verbos de ação.</p><p>III. Predomina o tipo expositivo, já que expõe informações em uma linguagem impessoal e objetiva.</p><p>IV. Pode-se nomear como um artigo de jornal que argumenta a respeito de um fato polêmico.</p><p>Estão corretas, apenas:</p><p>a) I e II</p><p>b) II e III</p><p>c) III e IV</p><p>d) I e III</p><p>e) II e IV</p><p>03. O texto debate o polêmico Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. Que opinião Carlos Alberto</p><p>Faraco revela a respeito?</p><p>a) Demonstra ser desfavorável ao Acordo, pois afirma, no 1º parágrafo, que as mudanças ortográficas</p><p>devem ser raras.</p><p>b) Concorda com a implementação do Acordo, para que se encerre a duplicidade de ortografias que</p><p>gera prejuízos financeiros e culturais.</p><p>c) Acredita que o Acordo não é necessário, pois a duplicidade de ortografias não impede que brasileiros</p><p>e lusitanos se entendam.</p><p>d) Defende a implementação do Acordo, para que o Português possa ser a terceira língua mais falada do</p><p>mundo.</p><p>e) Julga que o Acordo é positivo, por promover a difusão da língua brasileira, frente à de Portugal, ao</p><p>redor do mundo.</p><p>04. O autor apresenta várias razões que justificam seu ponto de vista. Assinale a alternativa que não</p><p>corresponde a um desses dados:</p><p>a) O acordo facilita a compreensão dos textos lusitanos e brasileiros.</p><p>b) Os custos para a circulação de livros serão menores.</p><p>c) O acordo propicia maior divulgação do Português no mundo.</p><p>d) O Português será reconhecido nos exames de proficiência em idiomas.</p><p>e) O acordo permite maior integração entre os países lusófonos.</p><p>05. Analise o termo “brasilianização” (5º parágrafo) e assinale a alternativa correta quanto à sua estrutura e</p><p>ao seu processo de formação:</p><p>a) Apresenta um prefixo ção, que esclarece o sentido da palavra – processo de se tornar brasileiro.</p><p>b) Possui uma vogal de ligação i, que une o radical “brasil” à desinência nominal “anização”.</p><p>c) É formado por derivação sufixal, tendo em vista que se agregam três sufixos (-ano, -izar, -ção) ao</p><p>radical “brasil”.</p><p>d) É um adjetivo formado por sufixação, já que acrescenta três sufixos nominais (-ano, -izar, -ção) ao</p><p>radical “brasil”.</p><p>e) É um verbo formado pelos sufixos –ano, -izar, -ação, que são reduzidos a -an, -iza, -ção,</p><p>respectivamente.</p><p>06. Relacione os termos “incongruências” e “esdrúxula” (3º parágrafo) e “emblemático” (7º parágrafo)</p><p>àqueles que, no contexto, são semanticamente equivalentes:</p><p>a) erros, rara, exemplar</p><p>b) incoerências, estranha, exemplar</p><p>c) estranhezas, imprópria, raro</p><p>d) impróprias, errada, raro</p><p>e) estranhezas, exemplar, impróprio</p><p>07. A respeito do uso dos sinais de pontuação no texto, assinale a alternativa não correta:</p><p>a) A vírgula no trecho “por razões econômicas, sociais e educacionais” (1º parágrafo) separa elementos</p><p>de mesma função sintática.</p><p>b) O travessão, no 3º parágrafo, pode ser substituído por dois pontos, sem prejuízo da compreensão do</p><p>texto.</p><p>c) As aspas no termo “brasilianização” (5º parágrafo) são usadas para destacar um neologismo (palavra</p><p>nova) na língua.</p><p>d) A interrogação, no 8º parágrafo, pode ser substituída pelo ponto final, pois a frase traz uma pergunta</p><p>indireta.</p><p>e) Os parênteses (5º, 8º e 10º parágrafos) trazem informações, explicações que esclarecem dados do</p><p>texto.</p><p>08. Quanto às relações de sentido estabelecidas no texto, assinale a alternativa que faz a correspondência</p><p>adequada:</p><p>a) A conjunção “se” (1º parágrafo) indica uma concessão para a realização de uma mudança</p><p>ortográfica.</p><p>b) A conjunção “porque” (9º parágrafo) denota a condição de a Língua Portuguesa não ser tão</p><p>difundida no mundo.</p><p>c) “Portanto” (7º parágrafo) indica uma consequência dos custos gerados pela duplicidade ortográfica.</p><p>d) O conectivo “para” (10º parágrafo) indica a causa de Brasil e Portugal se unirem em prol do Acordo</p><p>Ortográfico.</p><p>e) O conectivo “seja...seja” (10º parágrafo) aponta uma relação de inclusão entre a comunidade</p><p>lusófona e internacional.</p><p>09. Releia o 5º parágrafo do Texto 1:</p><p>“No fundo (embora isso nunca seja claramente dito), Portugal teme a ‘brasilianização’ da língua (afinal,</p><p>85% dos falantes estão aqui) e tenta nos neutralizar, praticando uma política da língua que busca sempre</p><p>nos deixar em plano secundário.”</p><p>Os elementos destacados marcam, respectivamente, as relações de:</p><p>a) Conclusão, concessão, justificativa</p><p>b) Justificativa, concessão, restrição</p><p>c) Oposição, justificativa, conclusão</p><p>d) Concessão, justificativa, restrição</p><p>e) Concessão, conclusão, restrição</p><p>10. As aspas nos termos “brincadeira” (7º parágrafo) e “grandes” (9º parágrafo), conforme o contexto dos</p><p>enunciados em que se inserem tais palavras, assinalam, respectivamente, o uso das seguintes figuras de</p><p>linguagem:</p><p>a) Ironia, ao se referir à dupla edição do livro; e personificação, por atribuir traço humano às línguas.</p><p>b) Ironia, ao se referir à dupla edição do livro; e hipérbole, ao aumentar o tamanho das línguas.</p><p>c) Paradoxo, por contradizer a realidade; e metáfora, por comparar implicitamente as línguas aos</p><p>homens.</p><p>d) Metáfora, por comparar implicitamente o real ao lúdico; e disfemismo, por enaltecer as línguas.</p><p>e) Paradoxo, por contradizer a realidade; e personificação, por atribuir traço humano às línguas.</p><p>11. Na oração “a ortografia de uma língua deve ser o mais estável possível” (1º parágrafo), a concordância</p><p>da expressão “o mais ... possível”, está</p><p>a) inadequada, pois a expressão deve concordar com o sujeito da oração.</p><p>b) inadequada, pois a expressão deveria estar no feminino singular.</p><p>c) adequada, porque a expressão é impessoal, ou seja, não faz concordância.</p><p>d) adequada, pois, quando superlativa, a expressão pode ficar invariável.</p><p>e) adequada, porque o artigo “o” concorda com o adjetivo “possível”.</p><p>12. No que diz respeito às relações entre Brasil e Portugal, é correto considerar que:</p><p>a) Ambos os países atuam em prol da implantação do Acordo junto à comunidade lusófona.</p><p>b) Os verbos “transformou” e “embaraçar” (4º parágrafo) assinalam a crítica do autor à posição de</p><p>Portugal.</p><p>c) Os verbos “teme” e “neutralizar” (5º parágrafo) depreciam as ações de Portugal, que se opõem à</p><p>política pró-Acordo.</p><p>d) Os adjetivos depreciativos “apequenado” e “antagonista” (9º parágrafo) denotam crítica à posição de</p><p>Portugal quanto ao Acordo.</p><p>e) A expressão “pretexto” (9º parágrafo) categoriza de forma pejorativa as razões de Portugal se opor</p><p>ao Brasil.</p><p>Textos 2 e 3 – Charges</p><p>Texto 2 Texto 3</p><p>(Disponíveis em: www.chargeonline.com.br. Acesso: 02 out. 2010)</p><p>13. As proposições abaixo analisam as características do gênero textual charge presentes acima.</p><p>I. Estrutura-se em um ou poucos quadros, sendo constituída dos códigos verbal e não-verbal.</p><p>II. Possui sequências narrativo-descritivas, dado que relata uma história seguindo o tempo cronológico.</p><p>III. Apresenta registro de linguagem informal, permeado de gírias populares, por se destinar a toda</p><p>população.</p><p>IV. Aborda fatos recentes debatidos no noticiário, o que é evidenciado pelo jornal nas mãos da</p><p>personagem no Texto 3.</p><p>Estão corretas, apenas:</p><p>a) I e II</p><p>b) II e IV</p><p>c) I e IV</p><p>d) II e III</p><p>e) III e IV</p><p>14. Sabendo que as charges acima foram publicadas no mesmo período nos jornais, assinale a alternativa</p><p>correta quanto aos elementos do processo de comunicação.</p><p>a) Os chargistas elogiam o trabalho dos políticos pela importância que estes estão dando à língua</p><p>materna.</p><p>b) O canal de comunicação permite pequena difusão dos</p><p>textos, os quais têm como destinatário um</p><p>público restrito.</p><p>c) A mensagem é expressa em linguagem denotativa, que brinca com a real importância da ortografia</p><p>para a sociedade.</p><p>d) O referente é representado pelos temas da política e do acordo ortográfico, que são objetos de</p><p>discussão atualmente no país.</p><p>e) As charges provavelmente foram publicadas durante a campanha eleitoral, pois fazem uma crítica</p><p>aos candidatos.</p><p>15. Os Textos 2 e 3 acima relacionam o Acordo Ortográfico com a política nacional. Comparando-os, é</p><p>correto dizer que:</p><p>a) O Texto 2 quebra a expectativa do leitor, por retratar não só o desconhecimento da grafia da palavra,</p><p>como a pouca importância que lhe é dada.</p><p>b) O Texto 3 provoca o humor, por indicar que os políticos e o povo brasileiro não conhecem nem</p><p>aceitam a nova ortografia.</p><p>c) Ambos fazem uso da ironia, para criticar de forma severa a sociedade que negligencia problemas</p><p>sociais, como a ética e a educação.</p><p>d) Ambos quebram a expectativa do leitor, por ironizarem a falta de conhecimento da sociedade e dos</p><p>políticos sobre a nova ortografia.</p><p>e) Os dois assinalam uma posição contrária à implantação do acordo, já que se deve privilegiar a</p><p>discussão sobre a ética e educação no Brasil.</p><p>PROVA DE MATEMÁTICA</p><p>16. João foi estudar na casa de Pedro. Chegando perto da rua, João ligou para Pedro para perguntar o</p><p>número da casa, porque o tinha esquecido. Pedro respondeu-lhe com o seguinte problema: “É o número</p><p>que dividido por 17 dá 15 como quociente, e o resto é o maior possível”. João fez as contas e encontrou,</p><p>corretamente, como resposta o número:</p><p>a) 255</p><p>b) 267</p><p>c) 271</p><p>d) 275</p><p>e) 281</p><p>17. Carlos estava sem dinheiro para pagar a mensalidade da faculdade. Seu irmão Paulo tinha na poupança</p><p>R$ 1.520,00. Carlos pediu emprestado a Paulo um quinto dessa quantia. Com quantos reais Paulo ficou</p><p>na poupança, depois que emprestou o dinheiro a Carlos ?</p><p>a) R$ 304,00</p><p>b) R$ 915,00</p><p>c) R$ 1.150,00</p><p>d) R$ 1.216,00</p><p>e) R$ 1.304,00</p><p>18. Antônio estava empolgado com as aulas de Matemática. Querendo impressionar a sua querida</p><p>amiga Priscila, ele pediu à professora para resolver um problema de expressão numérica no</p><p>quadro. A professora então chamou-o ao quadro para resolver a seguinte expressão:</p><p>       3 2 7 2 4 2 14 10 2 15 2 8                 . Se Antônio resolveu corretamente essa</p><p>expressão, qual a resposta que ele encontrou ?</p><p>a) 12</p><p>b) 13</p><p>c) 14</p><p>d) 15</p><p>e) 16</p><p>19. O Sr. Severino é motorista de caminhão e, como é muito responsável, nunca ultrapassa o limite de peso</p><p>que seu caminhão pode carregar. Ele vai carregar o seu caminhão com 120 sacos de batata cada um com</p><p>45 kg. Se o peso do caminhão vazio é de 2,8 toneladas, qual será o peso do caminhão, em toneladas,</p><p>depois de carregado com os sacos de batata ?</p><p>a) 8,10</p><p>b) 8,12</p><p>c) 8,17</p><p>d) 8,20</p><p>e) 8,28</p><p>20. O professor Sérgio combinou com a turma de Engenharia de Produção Civil que a nota seria uma média</p><p>ponderada entre a nota do trabalho e as notas das duas provas. Foi acertado que o trabalho teria peso 2</p><p>(dois) e cada prova, peso 4 (quatro). A média para ser aprovado é 7 (sete). João tirou 8,0 no trabalho e</p><p>5,0 (cinco) na primeira prova. Que nota mínima ele deve tirar na segunda prova, para ser aprovado?</p><p>a) 7,5</p><p>b) 7,8</p><p>c) 8,0</p><p>d) 8,3</p><p>e) 8,5</p><p>21. Durante a aula de Matemática, o professor Geraldo falou sobre divisibilidade. Carlinhos anotou tudo</p><p>que estava escrito no quadro e algumas explicações dadas pelo professor. Uma dessas explicações foi:</p><p>“Para saber se um número natural x é ou não divisível por outro número natural y, diferente de zero,</p><p>temos duas maneiras:</p><p>I. Efetuar a divisão de x por y. Se o resto for zero, então x é divisível por y.</p><p>II. Usar os critérios de divisibilidade.</p><p>Com relação aos critérios de divisibilidade, é correto afirmar que:</p><p>a) Todo número divisível por 3 é também divisível por 9.</p><p>b) Se um número é divisível por 8, então é também divisível por 4.</p><p>c) Todo número ímpar é divisível por 2.</p><p>d) Todo número par é divisível por 5.</p><p>e) Todo número ímpar é divisível por 3.</p><p>22. Na reforma da fachada de um consultório médico, o arquiteto projetou um jardim na forma de um</p><p>círculo de raio igual a 1,8 metros. O jardineiro vai usar um saco de adubo de 200 gramas para cada</p><p>metro quadrado de área. Adotando π = 3, quantos sacos de adubo, aproximadamente, serão usados nesse</p><p>jardim?</p><p>a) 6</p><p>b) 8</p><p>c) 10</p><p>d) 12</p><p>e) 14</p><p>23. O Prof. Sérgio foi comemorar seu aniversário de casamento em João Pessoa e levou seus filhos, noras e</p><p>neta. Ele reservou pela internet o pacote do hotel para toda a família. No dia da reserva, a cotação do</p><p>dólar era R$ 1,62 e todo o pacote custou 750 dólares. Porém, quando efetuou o pagamento no hotel, ele</p><p>desembolsou R$ 1.290,00. Qual foi o aumento percentual aproximado do dólar, do dia da reserva até o</p><p>dia do pagamento?</p><p>a) 5,9%</p><p>b) 6,0%</p><p>c) 6,1%</p><p>d) 6,2%</p><p>e) 6,3%</p><p>24. A sala do apartamento do Sr. José tem a forma da figura abaixo. Ele quer trocar a cerâmica do piso da</p><p>sala. Na loja, foi informado que para cada 1,8 metros quadrados de área, deve ser utilizada uma caixa da</p><p>cerâmica desejada. Dessa forma, qual o número mínimo de caixas de cerâmica que o Sr. José deverá</p><p>comprar ?</p><p>a) 32</p><p>b) 30</p><p>c) 28</p><p>d) 26</p><p>e) 24</p><p>25. Carlinhos queria descobrir a altura do mastro da bandeira da sua escola. Para isso ele colocou o cabo de</p><p>uma vassoura, na posição vertical, ao lado do mastro. O cabo da vassoura tem 1,2 metros de</p><p>comprimento. Em determinado, momento as sombras do mastro e do cabo da vassoura eram 5 metros e</p><p>1 metro, respectivamente. Com isso, Carlinhos determinou a medida da altura do mastro, a qual está</p><p>indicada, corretamente, em metros, na alternativa:</p><p>a) 5,0</p><p>b) 5,8</p><p>c) 6,0</p><p>d) 6,2</p><p>e) 7,0</p><p>26. O pai de Jorge fez dois suportes para colocar a bicicleta e, com ela devidamente apoiada, fazer</p><p>exercícios sem sair de casa. A bicicleta tem um odômetro ligado à roda traseira, o qual marca a</p><p>distância percorrida. Em certo dia, ele disse que tinha feito exercícios na bicicleta e tinha percorrido</p><p>uma distância de 4.320 metros. Por curiosidade, Jorge mediu o raio da roda traseira e encontrou</p><p>0,36 metros, adotou π = 3 e concluiu que essa roda efetuou uma quantidade de voltas igual a:</p><p>a) 4.000</p><p>b) 3.500</p><p>c) 3.000</p><p>d) 2.500</p><p>e) 2.000</p><p>27. O diretor de uma escola contrata seis faxineiros, com a mesma capacidade de trabalho, para limpar as</p><p>20 salas de aula ali existentes. Eles realizam esse trabalho em dez horas. Como as salas serão utilizadas</p><p>num evento, o diretor precisa tê-las prontas em cinco horas. Para isso, ele deve contratar, no mínimo,</p><p>quantos faxineiros a mais?</p><p>a) 6</p><p>b) 7</p><p>c) 9</p><p>d) 10</p><p>e) 11</p><p>28. Leonardo, sua irmã Joana e sua prima Letícia encontraram uma balança na casa da avó de Letícia. A</p><p>balança como era velha, tinha a maior parte dos números apagados. Eles, então, resolveram se pesar de</p><p>dois em dois. Os resultados da pesagem foram:</p><p>I. Leonardo e Joana pesaram 98 kg.</p><p>II. Leonardo e Letícia pesaram 91 kg.</p><p>III. Joana e Letícia pesaram 79 kg.</p><p>Com base nesses resultados, é correto afirmar que:</p><p>a) Leonardo pesa 50 kg e Joana, 48 kg.</p><p>b) Letícia pesa 36 kg e Joana, 43 kg.</p><p>c) Letícia pesa 36 kg e Leonardo, 65 kg.</p><p>d) Leonardo pesa 55 kg e Joana, 46 kg.</p><p>e) Letícia pesa 40 kg e Joana, 59 kg.</p><p>29. Pedrinho estava estudando para o vestibular do IFPE. No final de semana, foi, junto com os pais,</p><p>almoçar na casa de seu avô. Depois do almoço, enquanto descansava no terraço, o avô de Pedrinho</p><p>propôs um desafio. Se ele acertasse, ganharia um sorvete de lanche. O desafio era: “Um número é</p><p>formado por dois algarismos distintos. A soma dos algarismos é 10. Se invertermos a ordem dos</p><p>algarismos, encontramos outro número, cuja diferença entre ele e o primeiro é 36. Qual é esse</p><p>número?”. Pedrinho pegou lápis e papel e conseguiu resolver</p><p>o desafio. Sabendo-se que Pedrinho</p><p>resolveu corretamente, a resposta encontrada foi:</p><p>a) 19</p><p>b) 28</p><p>c) 37</p><p>d) 46</p><p>e) 55</p><p>30. Na quadra poliesportiva do Colégio em que João estuda, há uma grande arquibancada com capacidade</p><p>para 600 pessoas. Os alunos do Ensino Fundamental assistiam à final de futebol de salão entre a 7ª.</p><p>Série A e a 8ª. Série B. Nas arquibancadas, havia 600 alunos, dos quais 270 eram meninas. Qual a razão</p><p>entre o número de meninas e o número de meninos presentes nessa final?</p><p>a)</p><p>25</p><p>9</p><p>b)</p><p>11</p><p>9</p><p>c)</p><p>10</p><p>9</p><p>d)</p><p>8</p><p>9</p><p>e)</p><p>5</p><p>9</p>

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