Prévia do material em texto
<p>Pincel Atômico - 17/10/2024 09:03:09 1/4</p><p>GLAUCIENE CARDOSO</p><p>DA SILVA</p><p>Avaliação Online - Todos Capitulos/Referencias (Curso Online -</p><p>Automático)</p><p>Atividade finalizada em 14/10/2024 11:35:44 (2133945 / 1)</p><p>LEGENDA</p><p>Resposta correta na questão</p><p># Resposta correta - Questão Anulada</p><p>X Resposta selecionada pelo Aluno</p><p>Disciplina:</p><p>PRÁTICA PEDAGÓGICA INTERDISCIPLINAR: HISTÓRIA DA FILOSOFIA CONTEMPORÂNEA E MODERNA [1135418] - Avaliação com 10</p><p>questões, com o peso total de 30,00 pontos [capítulos - Todos]</p><p>Turma:</p><p>Segunda Graduação: Segunda Graduação 6 meses - Licenciatura em Filosofia - Grupo: FPD-JUN/2024 - SGegu0A040624 [126777]</p><p>Aluno(a):</p><p>91411589 - GLAUCIENE CARDOSO DA SILVA - Respondeu 10 questões corretas, obtendo um total de 30,00 pontos como nota</p><p>[362456_1245</p><p>82]</p><p>Questão</p><p>001</p><p>São consideradas causas históricas fundamentais para a ocorrência da Modernidade:</p><p>O fortalecimento do cristianismo; A Reforma Protestante; As Revoluções Burguesas.</p><p>A Reforma Protestante; As grandes navegações; As invasões bárbaras.</p><p>X A Reforma Protestante; A Revolução Francesa; O Iluminismo.</p><p>O Iluminismo; A queda do muro de Berlin; A Primeira Guerra Mundial.</p><p>A queda de Roma; o Iluminismo; o surgimento do cristianismo.</p><p>[362456_1245</p><p>85]</p><p>Questão</p><p>002</p><p>O método científico, central para a atividade científica, pode ser definido como</p><p>o caminho pelo qual a ciência será construída pauta na sua proximidade com a religião</p><p>e, principalmente, na centralidade da existência de Deus.</p><p>X</p><p>o caminho pelo qual a ciência será construída pautada na observação sistemática da</p><p>realidade; no estabelecimento de regularidades e na confirmação por meio de</p><p>experimentos.</p><p>o caminho pelo qual a ciência se faz a priori, ou seja, sem a necessidade da</p><p>confirmação metódica/experimental.</p><p>o caminho pelo qual a ciência será construída a partir de uma atitude contemplativa</p><p>com relação à realidade.</p><p>o caminho pelo qual o cientista em conjunto com a técnica vê-se incapaz de fomentar</p><p>regularidades, ou seja, leis naturais que não podem ser comprovadas por meio de</p><p>experimentações.</p><p>[362456_1530</p><p>03]</p><p>Questão</p><p>003</p><p>(VUNESP) No livro Ideias para uma Fenomenologia Pura e para uma Filosofia</p><p>Fenomenológica, de Husserl, podem ser distinguidas duas direções de investigação.</p><p>Se uma delas pode ser chamada de orientação natural, a outra, em contrapartida,</p><p>pode ser nomeada como orientação fenomenológica. Segundo o autor, podemos</p><p>associar as duas orientações, respectivamente,</p><p>À lógica formal e à metafísica.</p><p>À crítica do conhecimento e à psicologia.</p><p>À ciência e à teologia</p><p>X Ao objeto puro e simples e ao objeto intencional.</p><p>Às ciências naturais e ao dogmatismo.</p><p>[362456_1523</p><p>24]</p><p>Questão</p><p>004</p><p>Marx propõe uma filosofia/sociologia que não se atenha apenas ao âmbito teórico,</p><p>uma vez que se direciona a prática revolucionária transformadora da realidade social.</p><p>Diante disso, o materialismo histórico é motor central da filosofia de Marx. Com base</p><p>nisso, o materialismo histórico pode ser compreendido como:</p><p>Pincel Atômico - 17/10/2024 09:03:09 2/4</p><p>X</p><p>O modo de compreensão da história e da sociedade por meio de suas</p><p>configurações/condições materiais</p><p>O modelo de compreensão da história e da realidade segundo as suas determinações</p><p>teórico-abstratas.</p><p>O modo de compreensão racionalista-cartesiano da história.</p><p>O modelo científico de compreensão da sociedade focado nos procedimentos</p><p>advindos do método empírico.</p><p>Um modo místico-teológico de compressão da história humana.</p><p>[362456_1246</p><p>12]</p><p>Questão</p><p>005</p><p>(UEL – Adaptada) Considerando a questão do “bom selvagem” no pensamento de</p><p>Rousseau, é correto afirmar:</p><p>No estado de natureza, o bom selvagem busca satisfazer sua necessidade inata de</p><p>reconhecimento de si e de admiração pelo outro.</p><p>A idealização do bom selvagem, no estado de natureza, representa a exaltação da</p><p>animalidade do homem primitivo que, no estado civil, adquire forma agressiva.</p><p>O homem, degenerado pela civilização, só poderá recuperar a felicidade no estado de</p><p>natureza com o retorno à vida isolada no meio das florestas.</p><p>X</p><p>No estado de natureza, o bom selvagem é autossuficiente e vive isolado, sobrevivendo</p><p>com o que a natureza lhe provê e de acordo com suas necessidades inatas.</p><p>[362457_1523</p><p>73]</p><p>Questão</p><p>006</p><p>De acordo com Reynolds (2013, p. 81):</p><p>[...] liberdade, morte, finitude e mortalidade; experiências fenomenológicas como a</p><p>angústia, a náusea e assim por diante; uma ênfase nos temas pertencentes à</p><p>autenticidade, à responsabilidade e à condenação da má-fé; um pessimismo quanto às</p><p>relações humanas; e uma rejeição a qualquer determinação externa de moralidade ou</p><p>valor, incluindo concepções de Deus e a ênfase na racionalidade do Iluminismo.</p><p>REYNOLDS, J. Existencialismo. Petrópolis, RJ: Vozes, 2013. Disponível em:</p><p>https://plataforma.bvirtual.com.br/Acervo/Publicacao/54214. Acessado em 08/06/21.</p><p>A partir da colocação de Reynolds é possível afirmarmos que liberdade não é somente</p><p>um dos temas centrais do existencialismo, como também é inerente à condição</p><p>humana. Nesse sentido, Sartre, em “O existencialismo é um humanismo”, salienta que</p><p>“o homem está condenado a ser livre”. Frente a isso, assinale a opção abaixo que</p><p>correponde ao entendimento da afirmação sartreana “o homem está condenado a ser</p><p>livre”.</p><p>A afirmação da sartreana “o homem está condenado a ser livre” determina a sujeição</p><p>do homem a uma liberdade pela qual ele não é responsabilizado, pois, ela, a liberdade,</p><p>é produto de um gênio maligno, conforme ressaltado por Descartes e reafirmado por</p><p>Sartre.</p><p>A afirmação sartreana “o homem está condenado a ser livre” demarca uma relação de</p><p>proximidade entre a liberdade humana e as determinações religiosas, pois, a</p><p>condenação do homem à liberdade correponde a uma assunção aos dogmas</p><p>religiosos.</p><p>A afirmação sartreana “o homem está condenado a ser livre” correponde ao processo</p><p>de aprisionamento do homem em uma situação de liberdade isenta de</p><p>responsabilidade.</p><p>A afirmação sartreana “o homem está condenado a ser livre” institui a condenação do</p><p>sujeito promovida pelas certezas metafísicas, ou seja, a liberdade somente pode ser</p><p>alcançada no reino das idealidades metafísicas.</p><p>Pincel Atômico - 17/10/2024 09:03:09 3/4</p><p>X</p><p>A afirmação sartreana “o homem está condenado a ser livre” demarca uma relação</p><p>inseparável entre a liberdade e a responsabilidade, pois, o homem é responsabilizado</p><p>pelas suas ações escolhidas livremente.</p><p>[362457_1204</p><p>98]</p><p>Questão</p><p>007</p><p>O empirismo de Locke fundamenta-se como uma atividade crítica que coloca em</p><p>questão a incapacidade de justificação prática da concepção de uma racionalidade</p><p>inatista, pois se fazem necessárias a justificação e a demonstração científica para a</p><p>determinação efetiva do conhecimento verdadeiro. Nesse sentido, a filosofia</p><p>experimental de Locke propõe</p><p>X</p><p>a fundamentação de que a razão nos fornece conhecimento provindo da experiência e</p><p>nada além dela.</p><p>a fundamentação de que a racionalidade ultrapassa as determinações da experiência.</p><p>a ideia de que o sujeito do conhecimento é desprovido de experimentação.</p><p>a noção de que o conhecimento deriva-se das possibilidades do conhecer a priori.</p><p>a compreensão de que o conhecimento é produto de uma razão inata.</p><p>[362457_1204</p><p>85]</p><p>Questão</p><p>008</p><p>É preciso, segundo Descartes, de “destruir em geral todas minhas antigas opiniões”</p><p>(DESCARTES, 2005, p. 30), para que, finalmente, seja possível, após o percurso</p><p>metódico da dúvida, encontrar um ponto fixo para o conhecimento. Para o filósofo</p><p>francês, portanto, é preciso</p><p>ultrapassar as enganações dos sentidos, destituir as determinações da natureza</p><p>corpórea, esclarecer os propósitos do Deus enganador e afirmar o pensamento como</p><p>central para a obtenção do conhecimento.</p><p>estabelecer as bases sólidas para o conhecimento a posteriori.</p><p>X</p><p>fundamentar que o método é, principalmente, compreender que a existência de um</p><p>Deus enganador é determinante para o conhecimento verdadeiro.</p><p>aceitar que não existe conhecimento verdadeiro.</p><p>determinar que os sentidos nos enganam e que, efetivamente, apenas a experiência</p><p>pode ser o ponto seguro para o conhecimento.</p><p>[362458_1523</p><p>33]</p><p>Questão</p><p>009</p><p>Figura 1: Alienação</p><p>Fonte: Arquivo do autor</p><p>A alienação torna-se uma condição fundamental do processo social/econômico do</p><p>capitalismo, uma vez que o humano não se vê apenas distanciado do seu trabalho e</p><p>das suas produções, como também, insere-se em um mundo desnaturalizado no qual</p><p>a totalidade das suas relações humanas, sociais e políticas são mediadas por</p><p>instâncias que ele mesmo desconhece, ocasionando, portanto, uma profunda relação</p><p>de estranhamento do homem em relação à natureza e a si próprio. Muito da alienação</p><p>liga-se à divisão do trabalho proporcionada pela rápida industrialização.</p><p>Nesse sentido, assinale abaixo a alternativa que corresponde à alienação da atividade</p><p>produtora e a alienação do homem em relação às suas próprias criações.</p><p>X</p><p>Divisão do trabalho humano na sociedade capitalista e separação do trabalhador em</p><p>relação ao produto de seu trabalho.</p><p>Pincel Atômico - 17/10/2024 09:03:09 4/4</p><p>Separação do trabalhador em relação ao produto de seu trabalho e separação do</p><p>indivíduo humano em relação aos seus próprios interesses.</p><p>Separação do homem em relação ao real e desnaturalização do humano.</p><p>Redução do indivíduo a uma mera instância animal/maquinal e divisão do trabalho</p><p>humano na sociedade capitalista.</p><p>Isolamento do humano no mundo do capitalista e divisão do trabalho humano na</p><p>sociedade capitalista.</p><p>[362458_1523</p><p>67]</p><p>Questão</p><p>010</p><p>De acordo com Werle (2011, p. 71):</p><p>“A origem da obra de arte é antes pensada como o desdobramento inaugural de algo a</p><p>partir de sua essência, uma espécie de projeção (Vorsprung) do que está oculto para o</p><p>que está desoculto”.</p><p>WERLE, M.A. Heidegger e A origem da obra de arte. In: Contextura, n°04, p. 70-78, 2°</p><p>semestre de 2011.</p><p>Frente a tal colocação, é interessante ressaltarmos que a tentativa de apresentação da</p><p>origem da obra de arte apresentada por Heidegger leva o crivo da ontologia. Nesse</p><p>sentido, assinale abaixo a alternativa que corresponde à compreensão da arte no</p><p>projeto filosófico heideggeriano.</p><p>A arte é local do acontecimento metafísico do ser no mundo.</p><p>X</p><p>A arte é o local do acontecimento da verdade e, em consequência disso, a arte abre o</p><p>mundo ao ser-aí.</p><p>A arte é o local no qual repousa a verdade do ser desvinculado de qualquer relação</p><p>como tempo e com a história.</p><p>A arte é o local do aparecimento do ser como determinação lógico-transcendental e,</p><p>portanto, redutível a proposições matemáticas.</p><p>A arte salvaguarda a criação da verdade na obra como a manifestação do racionalismo</p><p>cientificista.</p>