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Diante da situação hipotética narrada, assinale a opção correta. A Pietro e Tereza são comorientes e o capital segurado será pago a Bento, Sofia e Túlio por direito sucessório. B Pietro e Tereza são comorientes e o capital segurado será pago a Bento e Sofia por direito obrigacional. C Pietro e Tereza são comorientes e o capital segurado será pago a Túlio, por direito obrigacional. D Pietro e Tereza são comorientes e o capital segurado será pago a Bento e Sofia, por direito sucessório. E Pietro e Tereza são comorientes e o capital segurado será pago a Túlio, por direito sucessório.

A Pietro e Tereza são comorientes e o capital segurado será pago a Bento, Sofia e Túlio por direito sucessório.
B Pietro e Tereza são comorientes e o capital segurado será pago a Bento e Sofia por direito obrigacional.
C Pietro e Tereza são comorientes e o capital segurado será pago a Túlio, por direito obrigacional.
D Pietro e Tereza são comorientes e o capital segurado será pago a Bento e Sofia, por direito sucessório.
E Pietro e Tereza são comorientes e o capital segurado será pago a Túlio, por direito sucessório.

Com base no enunciado, na legislação civil e na jurisprudência dos Tribunais Superiores, é correto afirmar que: A Daniel herdará, já que não houve ação cível para excluí-lo da herança; B Paula e Poliana herdarão como se Maria já fosse morta quando o pai morreu; C Daniel não herdará, mas será o administrador dos bens do filho que herdará por cabeça; D Cláudia não herdará porque o regime de bens não permite; E Manoel herdará a quota-parte do pai.

A Daniel herdará, já que não houve ação cível para excluí-lo da herança;
B Paula e Poliana herdarão como se Maria já fosse morta quando o pai morreu;
C Daniel não herdará, mas será o administrador dos bens do filho que herdará por cabeça;
D Cláudia não herdará porque o regime de bens não permite;
E Manoel herdará a quota-parte do pai.

Acerca do quinhão que Carmen herdará, é correto dizer que será composto de A) um quarto do Sítio Amendoeira. B) sua meação e um sexto do patrimônio de Ricardo. C) um sexto do patrimônio de Ricardo. D) um sexto do Sítio Amendoeira. E) sua meação e um quarto do patrimônio de Ricardo.

A) um quarto do Sítio Amendoeira.
B) sua meação e um sexto do patrimônio de Ricardo.
C) um sexto do patrimônio de Ricardo.
D) um sexto do Sítio Amendoeira.
E) sua meação e um quarto do patrimônio de Ricardo.

Diante destes fatos, o Banco XYZ A) poderá aceitar a herança e receber metade do monte deixado por Judith. B) nada poderá fazer, senão continuar buscando bens de Diana. C) deverá mover ação pauliana contra os primos de Diana, não lhe cabendo se habilitar no inventário. D) poderá aceitar a herança e receber um quarto do monte deixado por Judith. E) deverá se habilitar no inventário dos bens de Judith para receber seu crédito.

A) poderá aceitar a herança e receber metade do monte deixado por Judith.
B) nada poderá fazer, senão continuar buscando bens de Diana.
C) deverá mover ação pauliana contra os primos de Diana, não lhe cabendo se habilitar no inventário.
D) poderá aceitar a herança e receber um quarto do monte deixado por Judith.
E) deverá se habilitar no inventário dos bens de Judith para receber seu crédito.

É correto afirmar que a sobrepartilha: A) não é cabível; B) poderá abranger todos os aluguéis recebidos; C) só poderá abranger os aluguéis vencidos após a apresentação do esboço de partilha; D) só poderá abranger os aluguéis vencidos após a partilha, observada a prescrição trienal a partir do vencimento de cada parcela; E) só poderá abranger os aluguéis vencidos após a partilha, observada a prescrição decenal a partir do trânsito em julgado da sentença homologatória.

A) não é cabível;
B) poderá abranger todos os aluguéis recebidos;
C) só poderá abranger os aluguéis vencidos após a apresentação do esboço de partilha;
D) só poderá abranger os aluguéis vencidos após a partilha, observada a prescrição trienal a partir do vencimento de cada parcela;
E) só poderá abranger os aluguéis vencidos após a partilha, observada a prescrição decenal a partir do trânsito em julgado da sentença homologatória.

Bento faleceu na última segunda-feira deixando um vasto patrimônio. Ele era casado com Glória, pelo regime de separação convencional de bens, e deixou dois filhos vivos, Cosme e José. Ocorre que Justina, também filha de Bento e Glória, que falecera dois anos antes de Bento, tinha dois filhos absolutamente incapazes, Pedro (5 anos de idade) e Valentina (3 anos), que se encontram vivos na presente data. Com base no ordenamento jurídico vigente, assinale a opção que apresenta a correta partilha de bens de Bento. Obs.: para a solução do caso, Bento nunca realizou testamento.

A) O patrimônio de Bento será dividido em parte iguais entre Cosme e José.
B) Glória terá direito a metade dos bens de Bento, na qualidade de meeira, e o restante dividido em parte iguais entre Cosme e José.
C) O patrimônio de Bento será dividido em quatro partes. Glória, Cosme e José herdarão, cada um, a quarta parte do patrimônio, sendo que a outra quarta parte será dividida entre Pedro e Valentina, que herdarão por representação.
D) O patrimônio de Bento será dividido em parte iguais entre Glória, Cosme e José.
E) O patrimônio de Bento será dividido em três partes. Cosme e José herdarão, cada um, a terça parte do patrimônio, sendo que a outra terça parte será dividida entre Pedro e Valentina, que herdarão por representação.

O Supremo Tribunal Federal, no Recurso Extraordinário nº 646.721-RS (repercussão geral, redator p/ acórdão min. Roberto Barroso, DJe 11.09.2017), decidiu sobre o direito sucessório de companheiros, hétero ou homoafetivos. A esse respeito, assinale a afirmativa correta.

A) O Art. 1790 do Código Civil revogou as Leis nº 8971/1994 e nº 9278/1996, sendo legítimo tratar diversamente situações diversas; cônjuges e companheiros não gozam de equivalente status legal.
B) A Constituição Federal de 1988 não permite a distinção de regimes sucessórios entre cônjuges e companheiros, mas é legítimo o companheiro herdar metade do que herda o cônjuge, diante da diferença de status legal entre as duas categorias.
C) A Constituição Federal de 1988 não permite a distinção de regimes sucessórios entre cônjuges e companheiros, mas é legítimo o companheiro herdar dois terços do que herda o cônjuge, diante da diferença de status legal entre as duas categorias.
D) A Constituição Federal de 1988 não permite a distinção de regimes sucessórios entre cônjuges e companheiros, devendo ser aplicado, em ambos os casos, o regime estabelecido no Art. 1829 do Código Civil de 2002.

Carla e Rafael se casaram em 2015, com 68 e 72 anos, respectivamente, e Carla se mudou para a casa de Rafael em Petrópolis. Em janeiro de 2021, Rafael faleceu ab intestato, deixando dois filhos maiores. Carla continuou a residir no imóvel e foi surpreendida ao receber citação postal em ação de reintegração de posse proposta pelo espólio de Rafael e distribuída na Comarca da Capital. Carla procurou o(a) Defensor(a) Público(a) da Comarca em que reside, informando que não tem onde morar e que seu único bem é um automóvel. Considerando a situação descrita, é correto afirmar que:

A) Carla não faz jus ao direito real de habitação, pois possui outro bem;
B) Carla, como titular do direito real de habitação, não pode ser condenada ao pagamento de aluguel por ocupação exclusiva do bem;
C) a petição inicial da demanda de reintegração deveria ter sido indeferida, eis que a legitimidade é dos herdeiros;
D) além da condição de titular do direito real de habitação, Carla pode alegar, para permanecer no imóvel, a sua condição de meeira de Rafael;
E) a ação não poderia ter sido proposta na Comarca da Capital, o que deve ser alegado através de exceção de incompetência relativa.

Paula procura a Defensoria Pública para saber se tem direito à herança de sua recém falecida companheira, com quem conviveu por 20 anos. A falecida companheira deixou apenas um bem imóvel, que foi adquirido onerosamente na constância da união estável. Ela não tinha filhos e os pais já eram falecidos há muito tempo. Deixou apenas dois irmãos e três sobrinhos, filhos de um irmão pré-morto. Considerando o posicionamento atual do Supremo Tribunal Federal sobre o tema, qual o direito sucessório da companheira sobrevivente?

A) Tem direito a 1/3 da herança.
B) Tem direito a 1/2 da herança.
C) Tem direito a 1/4 da herança.
D) Tem direito à totalidade da herança.
E) A companheira sobrevivente não tem direito à herança.

Quanto à sucessão do patrimônio de Marcos, é correto afirmar que:

A Joana haverá um quarto e o restante será dividido igualmente entre Felipe e Patrícia;
B Patrícia haverá três quartos dos bens, e Felipe, um quarto;
C Joana, Felipe e Patrícia receberão os bens igualmente;
D Joana e Felipe receberão, cada qual, metade do patrimônio deixado;
E Joana receberá metade dos bens, sendo o restante partilhado entre Felipe e Patrícia.

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Questões resolvidas

Diante da situação hipotética narrada, assinale a opção correta. A Pietro e Tereza são comorientes e o capital segurado será pago a Bento, Sofia e Túlio por direito sucessório. B Pietro e Tereza são comorientes e o capital segurado será pago a Bento e Sofia por direito obrigacional. C Pietro e Tereza são comorientes e o capital segurado será pago a Túlio, por direito obrigacional. D Pietro e Tereza são comorientes e o capital segurado será pago a Bento e Sofia, por direito sucessório. E Pietro e Tereza são comorientes e o capital segurado será pago a Túlio, por direito sucessório.

A Pietro e Tereza são comorientes e o capital segurado será pago a Bento, Sofia e Túlio por direito sucessório.
B Pietro e Tereza são comorientes e o capital segurado será pago a Bento e Sofia por direito obrigacional.
C Pietro e Tereza são comorientes e o capital segurado será pago a Túlio, por direito obrigacional.
D Pietro e Tereza são comorientes e o capital segurado será pago a Bento e Sofia, por direito sucessório.
E Pietro e Tereza são comorientes e o capital segurado será pago a Túlio, por direito sucessório.

Com base no enunciado, na legislação civil e na jurisprudência dos Tribunais Superiores, é correto afirmar que: A Daniel herdará, já que não houve ação cível para excluí-lo da herança; B Paula e Poliana herdarão como se Maria já fosse morta quando o pai morreu; C Daniel não herdará, mas será o administrador dos bens do filho que herdará por cabeça; D Cláudia não herdará porque o regime de bens não permite; E Manoel herdará a quota-parte do pai.

A Daniel herdará, já que não houve ação cível para excluí-lo da herança;
B Paula e Poliana herdarão como se Maria já fosse morta quando o pai morreu;
C Daniel não herdará, mas será o administrador dos bens do filho que herdará por cabeça;
D Cláudia não herdará porque o regime de bens não permite;
E Manoel herdará a quota-parte do pai.

Acerca do quinhão que Carmen herdará, é correto dizer que será composto de A) um quarto do Sítio Amendoeira. B) sua meação e um sexto do patrimônio de Ricardo. C) um sexto do patrimônio de Ricardo. D) um sexto do Sítio Amendoeira. E) sua meação e um quarto do patrimônio de Ricardo.

A) um quarto do Sítio Amendoeira.
B) sua meação e um sexto do patrimônio de Ricardo.
C) um sexto do patrimônio de Ricardo.
D) um sexto do Sítio Amendoeira.
E) sua meação e um quarto do patrimônio de Ricardo.

Diante destes fatos, o Banco XYZ A) poderá aceitar a herança e receber metade do monte deixado por Judith. B) nada poderá fazer, senão continuar buscando bens de Diana. C) deverá mover ação pauliana contra os primos de Diana, não lhe cabendo se habilitar no inventário. D) poderá aceitar a herança e receber um quarto do monte deixado por Judith. E) deverá se habilitar no inventário dos bens de Judith para receber seu crédito.

A) poderá aceitar a herança e receber metade do monte deixado por Judith.
B) nada poderá fazer, senão continuar buscando bens de Diana.
C) deverá mover ação pauliana contra os primos de Diana, não lhe cabendo se habilitar no inventário.
D) poderá aceitar a herança e receber um quarto do monte deixado por Judith.
E) deverá se habilitar no inventário dos bens de Judith para receber seu crédito.

É correto afirmar que a sobrepartilha: A) não é cabível; B) poderá abranger todos os aluguéis recebidos; C) só poderá abranger os aluguéis vencidos após a apresentação do esboço de partilha; D) só poderá abranger os aluguéis vencidos após a partilha, observada a prescrição trienal a partir do vencimento de cada parcela; E) só poderá abranger os aluguéis vencidos após a partilha, observada a prescrição decenal a partir do trânsito em julgado da sentença homologatória.

A) não é cabível;
B) poderá abranger todos os aluguéis recebidos;
C) só poderá abranger os aluguéis vencidos após a apresentação do esboço de partilha;
D) só poderá abranger os aluguéis vencidos após a partilha, observada a prescrição trienal a partir do vencimento de cada parcela;
E) só poderá abranger os aluguéis vencidos após a partilha, observada a prescrição decenal a partir do trânsito em julgado da sentença homologatória.

Bento faleceu na última segunda-feira deixando um vasto patrimônio. Ele era casado com Glória, pelo regime de separação convencional de bens, e deixou dois filhos vivos, Cosme e José. Ocorre que Justina, também filha de Bento e Glória, que falecera dois anos antes de Bento, tinha dois filhos absolutamente incapazes, Pedro (5 anos de idade) e Valentina (3 anos), que se encontram vivos na presente data. Com base no ordenamento jurídico vigente, assinale a opção que apresenta a correta partilha de bens de Bento. Obs.: para a solução do caso, Bento nunca realizou testamento.

A) O patrimônio de Bento será dividido em parte iguais entre Cosme e José.
B) Glória terá direito a metade dos bens de Bento, na qualidade de meeira, e o restante dividido em parte iguais entre Cosme e José.
C) O patrimônio de Bento será dividido em quatro partes. Glória, Cosme e José herdarão, cada um, a quarta parte do patrimônio, sendo que a outra quarta parte será dividida entre Pedro e Valentina, que herdarão por representação.
D) O patrimônio de Bento será dividido em parte iguais entre Glória, Cosme e José.
E) O patrimônio de Bento será dividido em três partes. Cosme e José herdarão, cada um, a terça parte do patrimônio, sendo que a outra terça parte será dividida entre Pedro e Valentina, que herdarão por representação.

O Supremo Tribunal Federal, no Recurso Extraordinário nº 646.721-RS (repercussão geral, redator p/ acórdão min. Roberto Barroso, DJe 11.09.2017), decidiu sobre o direito sucessório de companheiros, hétero ou homoafetivos. A esse respeito, assinale a afirmativa correta.

A) O Art. 1790 do Código Civil revogou as Leis nº 8971/1994 e nº 9278/1996, sendo legítimo tratar diversamente situações diversas; cônjuges e companheiros não gozam de equivalente status legal.
B) A Constituição Federal de 1988 não permite a distinção de regimes sucessórios entre cônjuges e companheiros, mas é legítimo o companheiro herdar metade do que herda o cônjuge, diante da diferença de status legal entre as duas categorias.
C) A Constituição Federal de 1988 não permite a distinção de regimes sucessórios entre cônjuges e companheiros, mas é legítimo o companheiro herdar dois terços do que herda o cônjuge, diante da diferença de status legal entre as duas categorias.
D) A Constituição Federal de 1988 não permite a distinção de regimes sucessórios entre cônjuges e companheiros, devendo ser aplicado, em ambos os casos, o regime estabelecido no Art. 1829 do Código Civil de 2002.

Carla e Rafael se casaram em 2015, com 68 e 72 anos, respectivamente, e Carla se mudou para a casa de Rafael em Petrópolis. Em janeiro de 2021, Rafael faleceu ab intestato, deixando dois filhos maiores. Carla continuou a residir no imóvel e foi surpreendida ao receber citação postal em ação de reintegração de posse proposta pelo espólio de Rafael e distribuída na Comarca da Capital. Carla procurou o(a) Defensor(a) Público(a) da Comarca em que reside, informando que não tem onde morar e que seu único bem é um automóvel. Considerando a situação descrita, é correto afirmar que:

A) Carla não faz jus ao direito real de habitação, pois possui outro bem;
B) Carla, como titular do direito real de habitação, não pode ser condenada ao pagamento de aluguel por ocupação exclusiva do bem;
C) a petição inicial da demanda de reintegração deveria ter sido indeferida, eis que a legitimidade é dos herdeiros;
D) além da condição de titular do direito real de habitação, Carla pode alegar, para permanecer no imóvel, a sua condição de meeira de Rafael;
E) a ação não poderia ter sido proposta na Comarca da Capital, o que deve ser alegado através de exceção de incompetência relativa.

Paula procura a Defensoria Pública para saber se tem direito à herança de sua recém falecida companheira, com quem conviveu por 20 anos. A falecida companheira deixou apenas um bem imóvel, que foi adquirido onerosamente na constância da união estável. Ela não tinha filhos e os pais já eram falecidos há muito tempo. Deixou apenas dois irmãos e três sobrinhos, filhos de um irmão pré-morto. Considerando o posicionamento atual do Supremo Tribunal Federal sobre o tema, qual o direito sucessório da companheira sobrevivente?

A) Tem direito a 1/3 da herança.
B) Tem direito a 1/2 da herança.
C) Tem direito a 1/4 da herança.
D) Tem direito à totalidade da herança.
E) A companheira sobrevivente não tem direito à herança.

Quanto à sucessão do patrimônio de Marcos, é correto afirmar que:

A Joana haverá um quarto e o restante será dividido igualmente entre Felipe e Patrícia;
B Patrícia haverá três quartos dos bens, e Felipe, um quarto;
C Joana, Felipe e Patrícia receberão os bens igualmente;
D Joana e Felipe receberão, cada qual, metade do patrimônio deixado;
E Joana receberá metade dos bens, sendo o restante partilhado entre Felipe e Patrícia.

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<p>Matéria: Direito Civil- Sucessões</p><p>Trabalho da Avaliação 1</p><p>DIA 02/10/2024</p><p>Professora: Gabriella Beltrame Seibel</p><p>Acadêmico (a):Eduarda de Pinho</p><p>1- Pietro, aposentado, pai de Bento e Sofia, frutos do seu matrimônio com Clara, falecida há 10</p><p>anos, mantém união estável há 5 anos com Tereza, 28 anos, mãe de Túlio de apenas 2 anos de idade.</p><p>Pietro e Tereza não tiveram filhos comuns. Apesar de Bento e Sofia gostarem muito de Pietro,</p><p>romperam relações com ele, pois não aceitaram o relacionamento dele com Tereza. Em respeito aos</p><p>sentimentos dos filhos, Pietro convenceu Tereza a abandonar sua carreira e a se mudar com ele para</p><p>um sítio, localizado em Caldas Novas. Além disso, celebrou pacto de convivência com Tereza, pelo</p><p>qual optaram pelo regime da separação de bens. Diante do contexto, Pietro, preocupado com o futuro</p><p>de Tereza, contratou um seguro de vida no valor de R$ 5 milhões de reais, indicando-a como única</p><p>beneficiária. Na última sexta-feira, Pietro e Tereza foram a Goiânia, levar o pequeno Túlio para a casa</p><p>do pai, com quem passaria duas semanas de férias. No retorno, Pietro e Tereza envolveram-se em</p><p>grave acidente de trânsito, resultando na morte de ambos, não sendo possível precisar quem faleceu</p><p>primeiro. Diante da situação hipotética narrada, assinale a opção correta.</p><p>A Pietro e Tereza são comorientes e o capital segurado será pago a Bento, Sofia e Túlio por direito</p><p>sucessório.</p><p>B Pietro e Tereza são comorientes e o capital segurado será pago a Bento e Sofia por direito</p><p>obrigacional.</p><p>C Pietro e Tereza são comorientes e o capital segurado será pago a Túlio, por direito obrigacional.</p><p>D Pietro e Tereza são comorientes e o capital segurado será pago a Bento e Sofia, por direito</p><p>sucessório.</p><p>E Pietro e Tereza são comorientes e o capital segurado será pago a Túlio, por direito sucessório.</p><p>Resposta B</p><p>2- João, pai de Daniel, Maria, José e Paulo, morreu e deixou cinquenta milhões de reais em</p><p>patrimônio. Não deixou testamento. Ficou constatado, por sentença penal condenatória transitada em</p><p>julgado, que Daniel, aborrecido por ter perdido o cargo de presidente da empresa da família, envenenou</p><p>o pai, causando-lhe a morte. Não houve ação cível para excluí-lo da herança. Daniel tem um filho</p><p>chamado Peter, que terá que conviver com o fato de o pai ser um assassino. Maria renunciou à herança.</p><p>Maria tem duas filhas: Paula e Poliana. José já era morto quando da morte do pai e tinha um filho</p><p>Manoel. Paulo teve um infarto logo após receber a notícia de que seu pai havia sido envenenado pelo</p><p>irmão e morrido. Não tinha filhos, apenas mulher, Cláudia, com quem foi casado pelo regime de</p><p>separação absoluta e voluntária de bens. Com base no enunciado, na legislação civil e na jurisprudência</p><p>dos Tribunais Superiores, é correto afirmar que:</p><p>A Daniel herdará, já que não houve ação cível para excluí-lo da herança;</p><p>B Paula e Poliana herdarão como se Maria já fosse morta quando o pai morreu;</p><p>C Daniel não herdará, mas será o administrador dos bens do filho que herdará por cabeça;</p><p>D Cláudia não herdará porque o regime de bens não permite;</p><p>E Manoel herdará a quota-parte do pai.</p><p>Resposta E</p><p>3- Ricardo faleceu sem testamento. Deixou, como viúva, sua companheira Carmen, com quem</p><p>teve três filhos, e mais dois filhos do primeiro casamento. Da partilha do primeiro matrimônio, restou</p><p>o único bem particular do qual Ricardo ainda era titular: o Sítio das Amendoeiras, que se tornou a casa</p><p>de campo da família. Da união estável com Carmen, o casal amealhou, em comunhão de bens, os</p><p>demais itens do patrimônio de Ricardo, inclusive o imóvel em que residiam. Acerca do quinhão que</p><p>Carmen herdará, é correto dizer que será composto de</p><p>A) um quarto do Sítio Amendoeira.</p><p>B) sua meação e um sexto do patrimônio de Ricardo.</p><p>C) um sexto do patrimônio de Ricardo.</p><p>D) um sexto do Sítio Amendoeira.</p><p>E) sua meação e um quarto do patrimônio de Ricardo</p><p>Resposta B</p><p>4- O Banco XYZ é credor de Diana, que não possui outros bens além de um carro e valores</p><p>correntes necessários para sua sobrevivência, uma vez que não lograra sucesso na vida empresarial.</p><p>Determinado dia, Diana é surpreendida com a informação de que Judith, irmã bilateral de seu pai, com</p><p>quem pouco tinha contato, havia falecido e lhe havia deixado herança a ser compartilhada com outros</p><p>3 (três) primos, todos filhos de outro irmão bilateral do pai de Diana. Por conta da dívida com o Banco</p><p>XYZ, Diana decide renunciar à herança, para que não seja integralmente consumida pela instituição</p><p>financeira. Em pesquisa de localização de bens de Diana, o Banco XYZ tomou ciência da renúncia</p><p>feita em ofício de notas, bem como identificar o inventário judicial ainda em curso de Judith. Diante</p><p>destes fatos, o Banco XYZ</p><p>A) poderá aceitar a herança e receber metade do monte deixado por Judith.</p><p>B) nada poderá fazer, senão continuar buscando bens de Diana.</p><p>C) deverá mover ação pauliana contra os primos de Diana, não lhe cabendo se habilitar no inventário.</p><p>D) poderá aceitar a herança e receber um quarto do monte deixado por Judith.</p><p>E) deverá se habilitar no inventário dos bens de Judith para receber seu crédito.</p><p>Resposta E</p><p>5- O inventário dos bens deixados por Evandro termina com a homologação da partilha que</p><p>contempla saldo bancário e um imóvel situado em Aracaju. Anos depois, vem à tona a questão relativa</p><p>aos aluguéis recebidos pela inventariante, decorrentes de contrato de locação que fora autorizado pelo</p><p>juízo orfanológico, em relação aos quais nunca houve a devida prestação de contas. Os herdeiros</p><p>pretendem, então, a sobrepartilha desses valores. É correto afirmar que a sobrepartilha:</p><p>A) não é cabível;</p><p>B) poderá abranger todos os aluguéis recebidos;</p><p>C) só poderá abranger os aluguéis vencidos após a apresentação do esboço de partilha;</p><p>D) só poderá abranger os aluguéis vencidos após a partilha, observada a prescrição trienal a partir do</p><p>vencimento de cada parcela;</p><p>E) só poderá abranger os aluguéis vencidos após a partilha, observada a prescrição decenal a partir do</p><p>trânsito em julgado da sentença homologatória.</p><p>Resposta D</p><p>6- Donato e sua esposa Milena fazem lavrar escritura pública transmitindo a seus filhos, em</p><p>proporções iguais, a integralidade de seu patrimônio, com efeitos imediatos, dispensando os</p><p>beneficiários do dever de colação. Reservam para si apenas o usufruto dos bens. Nesse caso, é correto</p><p>afirmar que:</p><p>A) se verifica uma espécie de pacta corvina, a versar herança de pessoa viva, o que é vedado pelo</p><p>ordenamento (Art. 426 do Código Civil);</p><p>B) o negócio jurídico é espécie de doação de bens, a desdobrar o indisponível dever de colação, pelos</p><p>herdeiros, dos bens transmitidos;</p><p>C) embora válido o negócio jurídico, se verificado algum prejuízo à legítima, será necessário, para</p><p>corrigi-lo, a realização de inventário, a fim de equacionar corretamente a partilha;</p><p>D) para a validade do negócio jurídico, é necessária a concordância de todos os herdeiros;</p><p>E) a invalidade que acomete o negócio jurídico pode ser expurgada pela redução das disposições para</p><p>que abranja apenas a parte disponível da herança.</p><p>Resposta C</p><p>7- Mariana falece em outubro de 2020 sem deixar testamento e também sem herdeiros</p><p>necessários. De seus quatro irmãos germanos, Marcos, Mário, Mirtes e Maitê, Mário, pai de Augusto,</p><p>por ter muito boa situação financeira, renuncia à herança. Mirtes, mãe de Jéssica, foi declarada indigna</p><p>em relação à sucessão de Mariana por sentença transitada em julgado proferida junto ao Juízo</p><p>Orfanológico. Por fim, Maitê e seu único filho Igor faleceram em acidente de carro no ano de 2018,</p><p>tendo Igor deixado filha única, Ana, sobrinha-neta de Mariana. Serão chamados à sucessão de Mariana:</p><p>A) Marcos, Jéssica e Ana;</p><p>B) Marcos e Jéssica;</p><p>C) Marcos e Augusto;</p><p>D) Marcos e Ana;</p><p>E) Marcos, Augusto e Ana.</p><p>Resposta E</p><p>8- Luciana, renomada artista plástica, tem</p><p>divulgada na mídia impressa notícia inverídica com</p><p>alto tom de agressividade, revelando fatos de sua vida privada, sem qualquer interesse público. A</p><p>pessoa jurídica divulgadora da notícia agiu de forma totalmente leviana e irresponsável, e logo no dia</p><p>seguinte divulgou nota se desculpando pelo ocorrido. Passado mais de um ano da reprovável</p><p>divulgação, Luciana falece de causas naturais. A respeito de eventual ação compensatória por dano</p><p>moral, sua única filha, Laura, deve compreender como correta a seguinte informação prestada pelo</p><p>defensor público:</p><p>A) a ação não poderá ser proposta por se tratar de direito personalíssimo de Luciana, que teve tempo</p><p>hábil para ajuizá-la e deixou de fazê-lo;</p><p>B) caso Luciana tivesse proposto a ação compensatória em vida, Laura não poderia dar continuidade;</p><p>C) a ação poderá ser proposta, bem como ter continuidade por Laura, sua única herdeira, respeitado o</p><p>prazo prescricional para tanto;</p><p>D) caso Luciana tivesse proposto a ação compensatória em vida, Laura poderia dar continuidade com</p><p>a anuência da ré;</p><p>E) a ação não poderá ser proposta, já que a empresa se retratou publicamente pela notícia, ficando</p><p>isenta de qualquer responsabilidade civil pelo acontecido.</p><p>Resposta C</p><p>9- Rômulo é casado com Isabella pelo regime legal de bens, casamento este contraído em 1975.</p><p>Na constância do matrimônio, o casal comprou um imóvel residencial e Rômulo recebeu, através de</p><p>inventário de sua mãe, outro imóvel. O casal teve três filhos, Lucas, Maria e Marta, tendo a última</p><p>falecido em 2010, casada com Vitor pelo regime da comunhão parcial de bens, deixando ainda filha</p><p>única, Nina, neta de Rômulo e Isabella. O patriarca da família faleceu subitamente em 2020 sem deixar</p><p>testamento. Ao procurarem a Defensoria Pública, têm como afirmação que são herdeiros legítimos do</p><p>de cujus:</p><p>A) Isabella, Lucas, Maria, Vitor e Nina;</p><p>B) Lucas, Maria, Vitor e Nina;</p><p>C) Isabella, Lucas, Maria e Nina;</p><p>D) Lucas, Maria e Nina;</p><p>E) Lucas e Maria.</p><p>Resposta C</p><p>10- Valentina, ao completar 27 anos, descobre que sua madrasta, Fátima, havia sonegado, quando</p><p>do inventário de seu pai, que falecera antes mesmo de seu nascimento, bens que deveriam ser trazidos</p><p>à colação. Ajuíza, então, ação de sonegados, postulando a pena de perdimento desses bens ocultados.</p><p>Sobre o tema, é correto afirmar que:</p><p>A) Valentina não tem legitimidade para o pleito, porque não era nascida quando do inventário nem</p><p>quando da abertura da sucessão;</p><p>B) a demanda está há muito prescrita, considerando o trânsito em julgado da sentença que homologou</p><p>a partilha em 2004;</p><p>C) Fátima, viúva, que, no inventário, só teve direito à meação, não está sujeita à pena de sonegados,</p><p>mesmo que tenha realmente ocultado bens;</p><p>D) a mera ocultação de bens traz ínsita a presunção de dolo, de modo que será necessária anterior</p><p>interpelação ou alguma comprovação específica;</p><p>E) somente se algum herdeiro trouxe à tona a matéria no curso do inventário terá cabimento a ação de</p><p>sonegados, caso contrário, já precluiu a oportunidade de trazer os bens à colação.</p><p>Resposta C</p><p>11- Maria, com 17 anos, tramou e executou o assassinato de seus pais, para que pudesse ficar com</p><p>a respectiva herança, avaliada em dezenas de milhões de reais. Pretendia, com isso, prover uma vida</p><p>de luxos à sua filha, Mariazinha, o que vinha sendo negado pelos avós. Nesse caso, é correto afirmar</p><p>que:</p><p>A) se cometido por um maior de idade, o caso seria de deserdação, pela prática de homicídio doloso</p><p>contra os autores da herança; no entanto, tratando-se de ato infracional análogo cometido por menor</p><p>de idade, não é possível a interpretação extensiva para excluir Maria da sucessão, diante da</p><p>taxatividade do rol do Art. 1.962 do Código Civil;</p><p>B) ainda que praticado por menor de idade, o ato infracional análogo ao homicídio doloso cometido</p><p>contra os autores da herança justifica a deserdação em uma leitura teleológica e sistemática compatível</p><p>com a taxatividade do rol do Art. 1.962 do Código Civil; nesse caso, a herança passará a Mariazinha,</p><p>como se a mãe fosse pré-morta;</p><p>C) ainda que praticado por menor de idade, o ato infracional análogo ao homicídio doloso cometido</p><p>contra os autores da herança justifica o reconhecimento da indignidade em uma leitura teleológica e</p><p>sistemática compatível com a taxatividade do rol do Art. 1.814 do Código Civil; nesse caso, a herança</p><p>passará a Mariazinha, como se a mãe fosse pré-morta;</p><p>D) se cometido por um maior de idade, o caso seria de indignidade, pela prática de homicídio doloso</p><p>contra os autores da herança; no entanto, tratando-se de ato infracional análogo cometido por menor</p><p>de idade, não é possível a interpretação extensiva para excluir Maria da sucessão, diante da</p><p>taxatividade do rol do Art. 1.814 do Código Civil;</p><p>E) ainda que praticado por menor de idade, o ato infracional análogo ao homicídio doloso cometido</p><p>contra os autores da herança justifica o reconhecimento da indignidade em uma leitura teleológica e</p><p>sistemática compatível com a taxatividade do rol do Art. 1.962 do Código Civil; nesse caso, com a</p><p>exclusão de sua mãe da sucessão, Mariazinha não poderá receber nada, até porque isso representaria</p><p>um aproveitamento da própria torpeza.</p><p>Resposta C</p><p>12- Lacerda falece aos 22/10/2022. Deixa três filhos, uma ainda na barriga de sua companheira.</p><p>Nascida a temporã Cláudia, aos 22/12/2022, vem a requerer, no inventário dos bens deixados por seu</p><p>pai, que seus irmãos tragam à colação um imóvel doado um ano antes da morte e, a par disto, o valor</p><p>correspondente ao uso e à ocupação de outra propriedade onde viviam gratuitamente seus irmãos.</p><p>Argumenta, para tanto, que a doação de um imóvel e o comodato de outro representam adiantamento</p><p>de legítima. Nesse caso, é correto afirmar que Cláudia:</p><p>A) que não era nascida ao tempo do óbito, não tem sequer capacidade sucessória e não pode, portanto,</p><p>exigir a colação pretendida;</p><p>B) tem capacidade sucessória, apesar de ainda não nascida quando do óbito, e pode exigir a colação</p><p>tanto do imóvel quanto do valor pelo uso e ocupação que deixaram de ser pagos;</p><p>C) tem capacidade sucessória, apesar de ainda não nascida quando do óbito, e pode exigir a colação</p><p>apenas do imóvel doado, mas não do valor de uso e ocupação;</p><p>D) tem capacidade sucessória, apesar de ainda não nascida quando do óbito, e pode exigir apenas a</p><p>colação do valor por uso e ocupação;</p><p>E) tem capacidade sucessória, mas não tem direito à colação do imóvel doado nem do valor por uso e</p><p>ocupação.</p><p>Resposta B</p><p>13- Bento faleceu na última segunda-feira deixando um vasto patrimônio. Ele era casado com</p><p>Glória, pelo regime de separação convencional de bens, e deixou dois filhos vivos, Cosme e José.</p><p>Ocorre que Justina, também filha de Bento e Glória, que falecera dois anos antes de Bento, tinha dois</p><p>filhos absolutamente incapazes, Pedro (5 anos de idade) e Valentina (3 anos), que se encontram vivos</p><p>na presente data. Com base no ordenamento jurídico vigente, assinale a opção que apresenta a correta</p><p>partilha de bens de Bento. Obs.: para a solução do caso, Bento nunca realizou testamento.</p><p>A) O patrimônio de Bento será dividido em parte iguais entre Cosme e José.</p><p>B) Glória terá direito a metade dos bens de Bento, na qualidade de meeira, e o restante divido em parte</p><p>iguais entre Cosme e José</p><p>C) O patrimônio de Bento será dividido em quatro partes. Glória, Cosme e José herdarão, cada um, a</p><p>quarta parte do patrimônio, sendo que a outra quarta parte será dividida entre Pedro e Valentina, que</p><p>herdarão por representação.</p><p>D) O patrimônio de Bento será dividido em parte iguais entre Glória, Cosme e José.</p><p>E) O patrimônio de Bento será dividido em três partes. Cosme e José herdarão, cada um, a terça parte</p><p>do patrimônio, sendo que a outra terça parte será dividida entre Pedro e Valentina, que herdarão por</p><p>representação.</p><p>Resposta B</p><p>14- Joana, jovem e renomada escritora</p><p>de livros infantis, faleceu. O mais velho dos seus herdeiros,</p><p>com 18 anos de idade, preocupado com a situação dos livros, que geravam uma elevada renda para</p><p>Joana, questionou um advogado a respeito da proteção constitucional oferecida a direitos dessa</p><p>natureza. O advogado respondeu, corretamente, que o direito de utilização, publicação ou reprodução</p><p>das obras de Joana pertence:</p><p>A) de modo exclusivo e em caráter perpétuo, aos herdeiros;</p><p>B) de modo exclusivo e pelo tempo que a lei fixar, aos herdeiros;</p><p>C) ao poder público, não aos herdeiros, que têm assegurado o direito de participação nos lucros</p><p>obtidos;</p><p>D) ao público em geral, não aos herdeiros, que têm assegurado o direito de participação nos lucros</p><p>obtidos;</p><p>E) aos herdeiros, ao poder público e ao público em geral, assegurando-se aos primeiros o direito de</p><p>participação nos lucros.</p><p>Resposta B</p><p>15- O Supremo Tribunal Federal, no Recurso Extraordinário nº 646.721-RS (repercussão geral,</p><p>redator p/ acórdão min. Roberto Barroso, DJe 11.09.2017), decidiu sobre o direito sucessório de</p><p>companheiros, hétero ou homoafetivos. A esse respeito, assinale a afirmativa correta.</p><p>A) O Art. 1790 do Código Civil revogou as Leis nº 8971/1994 e nº 9278/1996, sendo legítimo tratar</p><p>diversamente situações diversas; cônjuges e companheiros não gozam de equivalente status legal.</p><p>B) A Constituição Federal de 1988 não permite a distinção de regimes sucessórios entre cônjuges e</p><p>companheiros, mas é legítimo o companheiro herdar metade do que herda o cônjuge, diante da</p><p>diferença de status legal entre as duas categorias.</p><p>C) A Constituição Federal de 1988 não permite a distinção de regimes sucessórios entre cônjuges e</p><p>companheiros, mas é legítimo o companheiro herdar dois terços do que herda o cônjuge, diante da</p><p>diferença de status legal entre as duas categorias.</p><p>D) A Constituição Federal de 1988 não permite a distinção de regimes sucessórios entre cônjuges e</p><p>companheiros, devendo ser aplicado, em ambos os casos, o regime estabelecido no Art. 1829 do</p><p>Código Civil de 2002.</p><p>Resposta D</p><p>16- Quando Hermenegildo morreu, deixou o pequeno casebre onde residiu nos últimos anos da sua</p><p>vida e alguns bens pessoais. Sua vizinha tentou alegar que era companheira do falecido, mas não houve</p><p>comprovação satisfatória dessa alegação. Há notícia de que ele teria deixado um filho, que o</p><p>abandonara há muitos anos, bem como teria um primo em outro Estado, mas não há elementos</p><p>indicativos de quem sejam. Diante disso, é correto afirmar que:</p><p>A) A herança ficará jacente, figurando sua vizinha como curadora até que se obtenha a localização do</p><p>filho e, na ausência deste por cinco anos, ela se torna proprietária dos bens;</p><p>B) o juiz mandará arrolar e arrecadar os bens, mas pode ser dispensada a expedição de editais, ante a</p><p>notícia de que haveria herdeiros;</p><p>C) findo o prazo de um ano, a herança passará à propriedade do ente público, extinguindo-se os direitos</p><p>de eventuais herdeiros;</p><p>D) declarada a vacância da herança, seu primo não terá mais qualquer direito, mas seu filho ainda</p><p>poderá reivindicar os bens por cinco anos.</p><p>Resposta B</p><p>17- Alcebíades veio a falecer em 2015, aos 70 anos de idade, depois de três anos separado de fato</p><p>de sua esposa Gertrudes, com quem se casara em 2005. Logo depois da separação, Alcebíades assumiu</p><p>publicamente relacionamento com Renata, e assim permaneceram de forma contínua e duradoura até</p><p>sua morte. Um dos filhos de Alcebíades, chamado Gabriel, morrera um ano antes dele, deixando duas</p><p>filhas, Maria e Sofia, que contavam com 10 e 12 anos de idade, respectivamente, quando da morte do</p><p>avô. Alcebíades deixou ainda dois filhos vivos, Pedro e Paulo, que desaprovavam o novo</p><p>relacionamento do pai. Alcebíades cortara relações com Pedro há um ano, pois o filho chegou a chamar</p><p>Renata de interesseira em um jantar com toda a família. Paulo, por sua vez, renunciou à herança assim</p><p>que soube da morte do pai. Considerando que Alcebíades não deixou testamento, é correto afirmar</p><p>sobre sua sucessão que:</p><p>A) Gertrudes tem direito a quota igual a que couber a cada um dos filhos, a despeito do concubinato</p><p>com Renata, pois mantinha-se o vínculo conjugal por ocasião da morte;</p><p>B )Renata tem direito a metade do que couber aos filhos de Alcebíades, por não serem filhos comuns,</p><p>no que tange aos bens adquiridos onerosamente na vigência da união estável;</p><p>C) Sofia tem direito a quota igual a que couber a cada um dos filhos, pois tem direito de representar o</p><p>pai pré-morto, Gabriel, recebendo o que lhe caberia;</p><p>D) Pedro está excluído da sucessão do pai, pois a ofensa contra a honra da companheira do pai, ainda</p><p>que não reconhecida judicialmente como crime, caracteriza causa de indignidade;</p><p>E) os filhos de Paulo não podem herdar por representação do pai, renunciante, mas podem vir a herdar</p><p>por direito próprio, e por cabeça, se os demais herdeiros também renunciarem.</p><p>Resposta C</p><p>18- Disputam a herança de Ademir: Isaías, pai de Ademir; Djalma, filho de Ademir; e Vilma, neta</p><p>de Ademir e filha de Djalma. A herança de Ademir deve ser recebida por:</p><p>A) somente Isaías;</p><p>B) somente Djalma;</p><p>C) Isaías e Djalma;</p><p>D) Djalma e Vilma;</p><p>E) Isaías, Djalma e Vilma.</p><p>Resposta D</p><p>19- Quando seu pai faleceu, Mariana herdou a fração ideal de um terço de uma casa que ele possuía</p><p>na serra catarinense, ficando o imóvel em condomínio com suas duas irmãs, Andréa e Lúcia. Agora</p><p>Mariana toma ciência de que Lúcia vendeu sua parte para outra pessoa sem consultá-la. Nesse caso,</p><p>Mariana:</p><p>A) não tem qualquer direito em face de Lúcia, por se tratar de condomínio indivisível, envolvendo</p><p>mais de dois condôminos, o que não assegura direito de preferência em caso de alienação a estranhos;</p><p>B) terá direito a exigir indenização de Lúcia, por violação ao direito de preferência, se requerer no</p><p>prazo prescricional de três anos, contados do registro da venda no Cartório do Registro de Imóveis;</p><p>C) terá direito a exigir indenização de Lúcia, por violação ao direito de preferência, se requerer no</p><p>prazo decadencial de 180 dias, contados do registro da venda no Cartório do Registro de Imóveis;</p><p>D) terá direito de haver para si a parte vendida, depositando o preço, se requerer no prazo prescricional</p><p>de três anos, contados da celebração da escritura no Cartório de Títulos e Documentos;</p><p>E) terá direito de haver para si a parte vendida, depositando o preço, se requerer no prazo decadencial</p><p>de 180 dias, contados do registro da venda no Cartório do Registro de Imóveis.</p><p>Resposta C</p><p>20- Carla e Rafael se casaram em 2015, com 68 e 72 anos, respectivamente, e Carla se mudou para</p><p>a casa de Rafael em Petrópolis. Em janeiro de 2021, Rafael faleceu ab intestato, deixando dois filhos</p><p>maiores. Carla continuou a residir no imóvel e foi surpreendida ao receber citação postal em ação de</p><p>reintegração de posse proposta pelo espólio de Rafael e distribuída na Comarca da Capital. Carla</p><p>procurou o(a) Defensor(a) Público(a) da Comarca em que reside, informando que não tem onde morar</p><p>e que seu único bem é um automóvel. Considerando a situação descrita, é correto afirmar que:</p><p>A) Carla não faz jus ao direito real de habitação, pois possui outro bem;</p><p>B) Carla, como titular do direito real de habitação, não pode ser condenada ao pagamento de aluguel</p><p>por ocupação exclusiva do bem;</p><p>C) a petição inicial da demanda de reintegração deveria ter sido indeferida, eis que a legitimidade é</p><p>dos herdeiros;</p><p>D) além da condição de titular do direito real de habitação, Carla pode alegar, para permanecer no</p><p>imóvel, a sua condição de meeira de Rafael;</p><p>E a ação não poderia ter sido proposta na Comarca da Capital, o que deve ser alegado através de</p><p>exceção de incompetência relativa.</p><p>Resposta B</p><p>21- Paula procura a Defensoria Pública para saber se tem direito à herança de sua recém falecida</p><p>companheira, com quem conviveu por 20 anos. A falecida companheira</p><p>deixou apenas um bem imóvel,</p><p>que foi adquirido onerosamente na constância da união estável. Ela não tinha filhos e os pais já eram</p><p>falecidos há muito tempo. Deixou apenas dois irmãos e três sobrinhos, filhos de um irmão pré-morto.</p><p>Considerando o posicionamento atual do Supremo Tribunal Federal sobre o tema, qual o direito</p><p>sucessório da companheira sobrevivente?</p><p>A) Tem direito a 1/3 da herança.</p><p>B) Tem direito a 1/2 da herança.</p><p>C) Tem direito a 1/4 da herança.</p><p>D) Tem direito à totalidade da herança.</p><p>E) A companheira sobrevivente não tem direito à herança.</p><p>Resposta D</p><p>22- Marcos e Joana são casados sob o regime de separação total de bens. Marcos é pai de Felipe, e</p><p>Joana, mãe de Carolina, ambos os filhos concebidos com outros genitores, antes de seu casamento. O</p><p>casal possui, ainda, uma filha em comum, Patrícia. Em razão do temperamento agressivo de Marcos,</p><p>o casal se separa de fato e, após 6 (seis) meses de tal evento, mas antes de tomarem medidas voltadas</p><p>para a dissolução conjugal, Marcos falece, deixando vasto patrimônio. Quanto à sucessão do</p><p>patrimônio de Marcos, é correto afirmar que:</p><p>A Joana haverá um quarto e o restante será dividido igualmente entre Felipe e Patrícia;</p><p>B Patrícia haverá três quartos dos bens, e Felipe, um quarto;</p><p>C Joana, Felipe e Patrícia receberão os bens igualmente;</p><p>D Joana e Felipe receberão, cada qual, metade do patrimônio deixado;</p><p>E Joana receberá metade dos bens, sendo o restante partilhado entre Felipe e Patrícia.</p><p>Resposta E</p><p>23-Apresente um conceito em relação ao princípio da saisine, previsto do Código Civil de 2002? E</p><p>quais são as regras seguidas pelo patrimônio do de cujus? Quando ocorre a transmissão do patrimônio</p><p>aos herdeiros?</p><p>As regras são:</p><p>Universalidade do patrimônio</p><p>Relação com o testamento</p><p>Herdeiros necessários e legítimos</p><p>A transmissão ocorre no momento do falecimento do de cujus.</p><p>24- Francisco, recebeu de herança de seus pais, uma quantia de R$ 1.000.000,00, posteriormente casou</p><p>no regime de comunhão parcial de bens com Maria, no qual constituíram um patrimônio avaliado em</p><p>R$ 1.000.000,00. O casal teve 5 filhos, José, João, Josefina, Joana e Joelma, sendo que está já falecida,</p><p>que também deixou dois filhos Felipe e Julia. Francisco faleceu em decorrência de um ataque cardíaco,</p><p>a esposa dona Maria, procurou você, para realizar a patilha de bens, onde busca essa resguardar os</p><p>direitos de todos na forma legal.</p><p>Especifique a cota parte de cada herdeiro e herdeira junto com a meação valor e porcentagem.</p><p>¼ bens particulares 250 esposa</p><p>500 mil bens comuns : 750 mil esposa</p><p>Maria 750mil</p><p>José 250</p><p>João 250</p><p>Josefina 250</p><p>Joana 250</p><p>Felipe 75</p><p>Julia</p>

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