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<p>www.romulopassos.com.br 1</p><p>PROFESSORA CAMILA ABRANTES</p><p>Fundamentos de</p><p>Enfermagem IDECAN</p><p>63 questões comentadas</p><p>Quarta-feira, às 20h</p><p>1. (Prefeitura de Teresina-PI/IDECAN/2024) O termo diurese é utilizado para denominar a</p><p>quantidade de urina eliminada em um determinado período, normalmente 24h. Ela fornece</p><p>dados que possibilitam avaliar a função renal do paciente e suas condições hemodinâmicas e</p><p>auxiliar no diagnóstico de doenças específicas. A esse respeito, a diminuição da diurese é</p><p>chamada de</p><p>a) Oligúria.</p><p>b) Poliúria.</p><p>c) Anúria.</p><p>d) Disúria.</p><p>e) Hematúria.</p><p>2. (Prefeitura de Conquista-MG/IDECAN/2016) São terminologias que indicam alguma alteração</p><p>nos dados vitais, EXCETO:</p><p>a) Pirexia.</p><p>b) Eupneia.</p><p>c) Hipertensão.</p><p>d) Taquisfigmia.</p><p>3. (Prefeitura de Pindamonhangaba-SP/VUNESP/2023) O senhor Antônio, de 63 anos, após fazer</p><p>uso de medicamentos anti-inflamatórios para dores no joelho, refere sentir muita dor no</p><p>estômago e ter tido vômitos com coloração castanho escuro. Os termos corretos que definem os</p><p>sinais apresentados são, respectivamente:</p><p>a) algia e melena.</p><p>b) artralgia e epistaxe.</p><p>c) gastralgia e hematêmese.</p><p>d) mialgia e otorragia.</p><p>e) ciatalgia e hematúria.</p><p>www.romulopassos.com.br 2</p><p>4. (Prefeitura de Santo André-SP/VUNESP/2024) Com relação à temperatura corporal, é correto</p><p>afirmar que</p><p>a) um recém-nascido perde até 40% do calor corpóreo através da cabeça, por isso precisa usar um</p><p>capuz para prevenir a perda de calor. Quando protegido dos extremos ambientais, sua temperatura</p><p>corporal usualmente fica em torno de 34°C.</p><p>b) num adulto, usualmente, a temperatura corporal é menor entre 1 e 4 horas da madrugada;</p><p>durante o dia, aumenta regularmente, até alcançar um valor máximo em torno das 18 horas e,</p><p>então, declina aos níveis observados pela manhã.</p><p>c) as temperaturas ambientais afetam a temperatura corporal de lactentes e idosos menos</p><p>frequentemente, porque seus mecanismos de regulação são mais eficientes.</p><p>d) o estresse físico e emocional diminuem a temperatura do corpo através da ação hormonal e</p><p>neural, que desaceleram o metabolismo.</p><p>e) um exercício extenuante prolongado, como a corrida de longa distância, aumenta</p><p>temporariamente a temperatura corpórea até 42 °C.</p><p>5. (EBSERH/IBFC/2023) Um paciente com história de febre remitente, significa que:</p><p>a) apresenta picos febris e períodos de apirexia.</p><p>b) hipertermia diária com mais de 1°C de variação sem apirexia.</p><p>c) é cíclica – pode aparecer todo dia em um período do dia (cotidiana), em um dia e outro não ou</p><p>em dois dias sem febre.</p><p>d) dias com apirexia e dias com febre sem grandes oscilações.</p><p>e) acima do normal, variando até 1°C.</p><p>6. (Prefeitura de Manhumirim-MG/IDECAN/2017) Os sinais vitais são indicadores do estado de</p><p>saúde. Acerca deste assunto, analise as afirmativas a seguir.</p><p>I. A temperatura corpórea é a diferença entre a quantidade de calor produzido por processos do</p><p>corpo e a quantidade de calor perdido para o ambiente externo.</p><p>II. O paciente, estando na posição assentada para aferição da pressão arterial, o posicionamento</p><p>das pernas não interfere nos valores obtidos.</p><p>III. As mulheres geralmente sofrem flutuações maiores da temperatura corporal em relação aos</p><p>homens.</p><p>IV. Em um indivíduo com pulso regular, o número de pulsos que ocorrem em trinta segundos</p><p>corresponderá à frequência do pulso por minuto.</p><p>www.romulopassos.com.br 3</p><p>6. (Prefeitura de Manhumirim-MG/IDECAN/2017)</p><p>Estão corretas apenas as afirmativas</p><p>a) I e III.</p><p>b) II e IV.</p><p>c) I, III e IV.</p><p>d) II, III e IV.</p><p>7. (EBSERH/IDECAN/2014) “Quando se verifica uma deterioração brusca do estado de saúde da</p><p>pessoa, a __________________ é o local de eleição para rapidamente se avaliar o pulso.”</p><p>Assinale a alternativa que completa corretamente a afirmativa anterior.</p><p>a) cubital.</p><p>b) carótida.</p><p>c) braquial.</p><p>d) veia pediosa.</p><p>e) tibial posterior.</p><p>8. (EBSERH/IDECAN/2014) Sobre os fatores que podem interferir na verificação do pulso, analise.</p><p>I. Febre.</p><p>II. Uso de digitálicos.</p><p>III. Hemorragias.</p><p>IV. Condições pulmonares.</p><p>Está(ão) correta(s) a(s) alternativa(s)</p><p>a) III, apenas.</p><p>b) IV, apenas.</p><p>c) I, II, III e IV.</p><p>d) I e II, apenas.</p><p>e) III e IV, apenas.</p><p>www.romulopassos.com.br 4</p><p>9. (Prefeitura de Campina Grande-PB/IDECAN/2021) Os sinais vitais são indicadores do estado de</p><p>saúde e podem servir como mecanismo de comunicação universal sobre o estado do paciente e</p><p>da gravidade da enfermidade. Sobre os sinais vitais, assinale a alternativa correta.</p><p>a) Paciente com hemoglicoteste de 340 mg/dL, em jejum, encontra-se euglicêmico.</p><p>b) Paciente com frequência respiratória de 11 irpm encontra-se taquipneico.</p><p>c) Paciente com frequência cardíaca de 78 encontra-se normocárdico.</p><p>d) Paciente com pressão arterial de 120x80 encontra-se hipertenso.</p><p>Principais etapas para a realização da medição da PA:</p><p>1. Determinar a circunferência do braço no ponto médio entre acrômio e olécrano.</p><p>3. Colocar o manguito, sem deixar folgas, 2 a 3 cm acima da fossa cubital.</p><p>5. Estimar o nível da PAS pela palpação do pulso radial.</p><p>6. Palpar a artéria braquial na fossa cubital e colocar a campânula ou o diafragma do estetoscópio</p><p>sem compressão excessiva.</p><p>7. Inflar rapidamente até ultrapassar 20 a 30 mmHg o nível estimado da PAS obtido pela palpação.</p><p>8. Proceder à deflação lentamente (velocidade de 2 mmHg por segundo).</p><p>9. Determinar a PAS pela ausculta do primeiro som (fase 1 de Korotkoff) e, depois, aumentar</p><p>ligeiramente a velocidade de deflação.</p><p>10. Determinar a PAD no desaparecimento dos sons (fase 5 de Korotkoff).</p><p>11. Auscultar cerca de 20 a 30 mmHg abaixo do último som para confirmar seu desaparecimento e</p><p>depois proceder à deflação rápida e completa.</p><p>12. Se os batimentos persistirem até o nível zero, determinar a PAD no abafamento dos sons (fase 4</p><p>de Korotkoff) e anotar valores da PAS/PAD/zero.</p><p>13. Realizar 3 medidas da PA, com intervalo de 1 a 2 minutos; e medidas adicionais somente se as</p><p>duas primeiras leituras diferirem em mais de 10 mmHg. Deve-se registrar em prontuário a média</p><p>das duas últimas leituras da PA, sem “arredondamentos” e o braço em que a PA foi medida.</p><p>10. (Prefeitura de Teresina-PI/IDECAN/2024) A hipertensão arterial (HA) é um dos principais</p><p>fatores de risco modificáveis para morbidade e mortalidade em todo o mundo, por isso é</p><p>importante verificar a pressão arterial em qualquer atendimento realizado pelos profissionais de</p><p>saúde (Feitoza et al, 2023). Sobre a verificação da pressão arterial no consultório, é correto</p><p>afirmar que se deve</p><p>a) posicionar o braço na altura do coração, apoiado, com a palma da mão voltada para baixo e sem</p><p>garrotear o braço com roupas.</p><p>b) colocar o manguito, sem deixar folgas, 2 a 3 cm acima da fossa cubital, e centralizar o meio da</p><p>bolsa inflável sobre a artéria radial.</p><p>c) realizar a deflação rapidamente, cerca de 2 mmHg/segundo.</p><p>d) sentar o paciente, com pernas cruzadas, pés apoiados no chão, dorso relaxado e recostado na</p><p>cadeira.</p><p>e) inflar rapidamente até ultrapassar 20 a 30 mmHg o nível estimado da PA sistólica.</p><p>www.romulopassos.com.br 5</p><p>11. (Prefeitura de Campina Grande-PB/IDECAN/2021) Sobre a técnica de medida da pressão</p><p>arterial, marque o item correto.</p><p>a) Palpar o pulso apical e inflar o manguito até o seu desaparecimento para estimativa da pressão</p><p>sistólica, desinflar rapidamente e aguardar um minuto para inflar novamente.</p><p>b) Determinar a pressão sistólica no momento do aparecimento do primeiro som (fase I de</p><p>Korotkoff), seguido de batidas regulares que se intensificam com o aumento da velocidade da</p><p>deflação.</p><p>c) Determinar a pressão sistólica no desaparecimento do som (fase V de Korotkoff). Auscultar cerca</p><p>de 20 a 30mmHg abaixo do último som para confirmar seu desaparecimento e depois proceder a</p><p>deflação rápida e completa.</p><p>d) É indicado aferir a pressão arterial em membros que tiverem fístula endovenosa, cateterismo e</p><p>plegias.</p><p>12. (Prefeitura de Sorocaba-SP/VUNESP/2023) Em uma unidade de pronto atendimento – UPA,</p><p>uma gestante eutrófica, com 36 semanas de idade gestacional, encontra-se em observação. Ao</p><p>conferir a prescrição de enfermagem, o técnico de enfermagem (TE) observou que compreendia,</p><p>entre outros cuidados, a aferição da pressão arterial a cada quatro horas. Para tal, de acordo com</p><p>o preconizado pelo Ministério da Saúde (2022), o TE deve observar que a aferição da pressão</p><p>arterial deve ser feita com a gestante posicionada ________, utilizando o aparelho com manguito</p><p>de ________, no membro superior ________, mantendo-o, na altura do coração.</p><p>Assinale a alternativa que o completa, correta e respectivamente, as lacunas.</p><p>a) em decúbito lateral esquerdo … 20 cm … esquerdo</p><p>b) em decúbito lateral direito … 18 cm … direito</p><p>c) em decúbito lateral esquerdo … 18 cm … esquerdo</p><p>d) sentada … 13 cm … direito</p><p>e) sentada … 20 cm … esquerdo</p><p>Classificação da dor</p><p>*A dor aguda não aliviada pode evoluir para dor crônica.</p><p>*</p><p>www.romulopassos.com.br 6</p><p>Dor mista</p><p>a que decorre por mecanismos nociceptivo e neuropático, conjuntamente. Ocorre,</p><p>por exemplo, em certos casos de dor causada por neoplasias malignas. A dor decorre</p><p>tanto do excessivo estímulo dos nociceptores quanto da destruição das fibras</p><p>nociceptivas (PORTO, 2019; RAJA et al., 2020).</p><p>Dor</p><p>nociplástica</p><p>dor que surge de uma nocicepção alterada, apesar de não haver evidência clara, ou</p><p>ameaça, de lesão tecidual real provocando a ativação de nociceptores periféricos,</p><p>ou evidência de doença ou lesão no sistema somatossensitivo que cause a dor. A</p><p>dor nociplástica é considerada comum e desempenha um papel nas condições de</p><p>dor crônica como fibromialgia, dor lombar, e dor de cabeça (PORTO, 2019; RAJA et</p><p>al., 2020).</p><p>O</p><p>u</p><p>tr</p><p>as</p><p>c</p><p>la</p><p>ss</p><p>if</p><p>ic</p><p>aç</p><p>õ</p><p>e</p><p>s</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>o</p><p>r</p><p>A Escala de Faces de Dor – Revisada (EFD-R) apresenta seis desenhos de faces que mostram a</p><p>intensidade da dor, de “nenhuma dor”, à esquerda (0 ponto), à “muita dor”, à direita (10 pontos), e</p><p>pode ser utilizada a partir de 4 a 5 anos de idade.</p><p>Escala de Faces de Dor</p><p>13. (Prefeitura de Teresina-PI/IDECAN/2024) A avaliação da dor pela equipe de enfermagem é um</p><p>procedimento de fundamental importância na prática da assistência de enfermagem. Sobre esse</p><p>tema, assinale a alternativa correta.</p><p>a) Na vigência de dor, o paciente é avaliado pela equipe de enfermagem, medidas são</p><p>implementadas e a verificação das ações instituídas deve ocorrer em até três horas.</p><p>b) Na dor crônica, já diagnosticada, cabe ao enfermeiro a verificação e a manutenção para um limiar</p><p>de dor baixo e aceitável para o paciente.</p><p>c) Entre as escalas de avaliação da dor, a escala de faces é a mais utilizada atualmente nas unidades</p><p>hospitalares entre pacientes entre 20 e 40 anos.</p><p>d) Durante a internação ou no período de atendimento, o enfermeiro deve avaliar e mensurar a dor</p><p>apenas nos pacientes com queixas desse sintoma. Essa avaliação deve ser feita a cada 12 horas.</p><p>e) A escala Visual analógica é utilizada para a criança graduar sua dor em intervalos de 0 a 5 ou 0 a</p><p>10, em que 0 significa ausência de dor; e 5 ou 10 respectivamente significam a pior dor imaginável.</p><p>www.romulopassos.com.br 7</p><p>14. (EBSERH/IDECAN/2014) Na avaliação da dor é fundamental investigar as seguintes</p><p>características, EXCETO:</p><p>a) O déficit de autocuidado pode indicar o grau de dependência e a qualidade de vida do paciente</p><p>com dor.</p><p>b) O início da dor, a localização e os fatores atenuantes e agravantes são dados importantes dessa</p><p>avaliação.</p><p>c) A condição psíquica está diretamente ligada à forma como o paciente encara a dor, logo, deve</p><p>ser avaliada.</p><p>d) No diagnóstico preciso da dor no idoso, as informações devem se restringir apenas ao</p><p>autorrelato do paciente.</p><p>e) No exame físico deve haver inspeção de deformidades, como escoliose e alinhamento articular</p><p>na região da dor.</p><p>15. (Prefeitura de Teresina-PI/IDECAN/2024) Sobre as práticas de verificação de sinais vitais,</p><p>oxigenoterapia e aerossolterapia, é correto afirmar que</p><p>a) durante a verificação da saturação de oxigênio por oximetria de pulso, é fundamental assegurar</p><p>que o sensor esteja posicionado em um local aquecido e livre de artefatos como esmalte ou</p><p>pigmentos que possam interferir na leitura, garantindo a precisão dos valores.</p><p>b) aerossolterapia, quando administrada através de a nebulizadores ultrassônicos, é contraindicada</p><p>em pacientes com doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) devido ao risco de broncoconstrição</p><p>induzida pelo aumento da temperatura do aerossol.</p><p>c) oxigenoterapia de alto fluxo, através de cânulas a nasais de alto fluxo (CNAF), é indicada apenas</p><p>para pacientes com insuficiência respiratória aguda hipercápnica, e não deve ser utilizada em casos</p><p>de hipoxemia hipoxêmica isolada.</p><p>d) na verificação dos sinais vitais, é imprescindível que frequência respiratória seja medida antes da</p><p>a aferição da pressão arterial para evitar interferências hemodinâmicas, devendo ser registrada em</p><p>repouso por pelo menos cinco minutos.</p><p>e) administração de oxigênio em pacientes com a síndrome do desconforto respiratório agudo</p><p>(SDRA) deve ser ajustada para manter a saturação de oxigênio (SpO3) acima de 95%,</p><p>independentemente do risco de hiperóxia, para assegurar a adequada oxigenação tecidual.</p><p>16. (Prefeitura de Caraguatatuba-SP/FGV/2024) No atendimento a um paciente com dificuldade</p><p>respiratória, foi prescrito oxigênio com máscara não reinalante. Assinale a opção que apresenta,</p><p>corretamente, uma características desse dispositivo de oxigenoterapia.</p><p>a) Garantir uma FiO2 fixa.</p><p>b) Possuir uma válvula anti-retorno.</p><p>c) Garantir uma FiO2 de até 60%.</p><p>d) Promover um fluxo de O2 de até 8 L/min.</p><p>e) Oferecer concentrações de O2 entre 25% e 45%.</p><p>www.romulopassos.com.br 8</p><p>17. (Prefeitura de Campina Grande-PB/IDECAN/2021) A oxigenoterapia consiste na</p><p>administração de O2 em uma concentração de pressão superior à encontrada na atmosfera</p><p>ambiental, para corrigir e atenuar deficiência de oxigênio ou hipóxia, aplicada em situações</p><p>clínicas variáveis. Com relação a essa terapêutica, assinale a afirmativa incorreta.</p><p>a) O excesso de oxigênio pode causar hiperóxia.</p><p>b) O cateter tipo óculos é um sistema de alto fluxo, enquanto a máscara de Venturi é um sistema</p><p>de baixo fluxo.</p><p>c) A máscara de Venturi deve ser acoplada em válvula específica que determina a quantidade de</p><p>oxigênio que será ofertado ao paciente.</p><p>d) Pacientes com doença pulmonar crônica, cardiopatia congênita cianótica ou condições</p><p>neuromusculares crônicas apresentam saturações de oxigênio substancialmente abaixo da faixa</p><p>normal, mesmo quando clinicamente estável.</p><p>18. (Prefeitura de Duque de Caxias-RJ/IDECAN) Qual a concentração de oxigênio ofertada para</p><p>um paciente que se encontra com cateter nasal a 3l/min?</p><p>a) 12%. b) 33%. c) 40%. d) 60%. e) 80%.</p><p>19. (Prefeitura de Campina Grande-PB/IDECAN/2021) A administração de oxigênio é uma das</p><p>mais importantes modalidades de tratamento de hipoxemia, ocasionada por insuficiência</p><p>respiratória. Sobre esse tema, assinale a alternativa correta.</p><p>a) A máscara de Venturi fornece concentração precisa de O2, independente da taxa de fluxo de O2.</p><p>b) A máscara com reservatório não-reinalante tem concentração fixa de O2 em uma taxa de 100%.</p><p>c) A máscara facial simples fornece concentrações entre 70 e 80%.</p><p>d) A cânula nasal fornece baixas e médias concentrações de O2. Fluxos com concentrações</p><p>menores que 4L/min pode ressecar a mucosa nasal.</p><p>20. (Prefeitura de Teresina-PI/IDECAN/2024) Em relação às responsabilidades do técnico em</p><p>enfermagem no monitoramento de sinais vitais e na administração de oxigenoterapia, marque a</p><p>alternativa correta.</p><p>a) A frequência respiratória, quando medida durante a oxigenoterapia, deve ser registrada a cada</p><p>30 minutos em pacientes com insuficiência respiratória aguda, utilizando sempre um oxímetro de</p><p>pulso para avaliar a saturação de oxigênio simultaneamente.</p><p>b) A verificação da pressão arterial deve ser feita apenas antes e depois da administração da</p><p>oxigenoterapia, pois a flutuação na pressão pode interferir diretamente com a eficácia da terapia.</p><p>c) Durante a oxigenoterapia, é recomendável que a verificação dos sinais vitais seja realizada com</p><p>maior frequência, adaptando-se à condição clínica do paciente e às especificidades do caso,</p><p>garantindo a eficácia do tratamento e a segurança do paciente.</p><p>d) É recomendável que o técnico em enfermagem verifique a temperatura corporal do paciente</p><p>exclusivamente pela via oral ou axilar durante sessões de oxigenoterapia, evitando a via retal pela</p><p>possível interferência na administração do oxigênio.</p><p>e) No contexto da oxigenoterapia, é inapropriado para o técnico em enfermagem ajustar a</p><p>concentração de oxigênio entregue ao paciente sem uma ordem explícita do médico, mesmo que</p><p>observe sinais de desconforto respiratório ou alterações nos parâmetros vitais.</p><p>www.romulopassos.com.br 9</p><p>Fonte: Barros (2022) e Potter et al. (2023).</p><p>21. (Prefeitura de Teresina-PI/IDECAN/2024) Propedêutica é o conjunto de técnicas e</p><p>procedimentos pelos quais um paciente é examinado, com a finalidade de se chegar a uma</p><p>hipótese diagnóstica. Dentre as técnicas empregadas, tem-se a anamnese e o exame físico. Sobre</p><p>isso, é correto afirmar que o exame físico</p><p>a) define-se como um roteiro estruturado com intenção de captar a história socioeconômica do</p><p>paciente.</p><p>b) engloba palpação e inspeção, já a anamnese utiliza das técnicas da percussão e ausculta.</p><p>c) define-se como uma estratégia clínica de busca de informações da história pregressa do</p><p>paciente.</p><p>d) engloba competências técnicas possíveis através da inspeção, palpação, percussão e ausculta.</p><p>e) engloba a anamnese e entrevista semi estruturada, englobando a história clínica e pregressa do</p><p>paciente.</p><p>www.romulopassos.com.br 10</p><p>22. (Prefeitura de Teresina-PI/IDECAN/2024) A ausculta é um método semiológico que oferece</p><p>informações valiosas sobre o estado clínico do paciente. Em relação a ela, assinale a alternativa</p><p>correta.</p><p>a) Equivale a ouvir os ruídos hidroaéreos de estruturas maciças e timpânicas de modo a instruir</p><p>para procedimentos cirúrgicos.</p><p>b) Consiste em ouvir os sons corporais, procurando identificar anormalidades. Realizar a ausculta</p><p>do ápice para base, de forma comparativa e simétrica, na região anterior e posterior do tórax.</p><p>c) Equivale a avaliar temperatura, estado de hidratação, textura, forma, movimento, áreas de</p><p>sensibilidade e pulsação.</p><p>d) Consiste em golpear a superfície do corpo de forma rápida, porém aguda para produzir sons que</p><p>permitam ao examinador determinar a posição, tamanho, densidade de uma estrutura adjacente.</p><p>e) Diz respeito a avaliar o corpo quanto à forma, cor, simetria, odor e presença de anormalidades.</p><p>Sinais semiológicos no exame físico</p><p>Ex</p><p>am</p><p>e</p><p>n</p><p>e</p><p>u</p><p>ro</p><p>ló</p><p>gi</p><p>co</p><p>Tetania</p><p>Sinal de</p><p>Chvostek</p><p>Sinal de</p><p>Trousseau</p><p>Espasmo ou contratura da boca, do nariz e do olho em virtude</p><p>da percussão aguda sobre o nervo facial em frente à orelha</p><p>Espasmo carpopedal induzido pela oclusão do fluxo</p><p>sanguíneo para o braço durante 3 min com o esfigmomanômetro</p><p>Irritação meníngea</p><p>Sinal de</p><p>Kernig</p><p>Dor ao longo do trajeto do nervo isquiático e tentativa de impedir</p><p>o movimento de extensão da perna sobre a coxa após flexão da coxa sobre a</p><p>pelve (em ângulo reto com o paciente em decúbito dorsal)</p><p>Sinal de</p><p>Brudzinski</p><p>Flexão involuntária das pernas e das coxas e expressão</p><p>fisionômica de dor em decorrência da flexão da nuca</p><p>Avaliação do equilíbrio</p><p>Desequilíbrio e forte tendência à queda quando o paciente fecha os olhos</p><p>Indica alterações neurológicas</p><p>Sinal de</p><p>Romberg</p><p>23. (UNEMAT/CESGRANRIO/2024) Uma criança com 1 ano e 6 meses de idade foi internada,</p><p>apresentando febre, cefaleia, vômito, rigidez de nuca, sinal de Kernig, sinal de Brudzinski,</p><p>convulsões e manchas vermelhas no corpo. Esses sinais e sintomas sugerem um caso suspeito de</p><p>a) difteria</p><p>b) sarampo</p><p>c) poliomielite</p><p>d) tétano acidental</p><p>e) meningite meningocócica</p><p>www.romulopassos.com.br 11</p><p>Fonte: Barros (2022) e Potter et al. (2023).</p><p>24. (Prefeitura de Damianópolis-GO/IDECAN/2016) “Um exame físico do sistema respiratório</p><p>segue quatro passos: inspeção, palpação, percussão e ausculta.” Em relação à ausculta do tórax, é</p><p>INCORRETO afirmar que (Andris, 2015.)</p><p>a) são ouvidos quatro tipos de sons respiratórios normais.</p><p>b) os locais para a sua realização são os mesmos da percussão.</p><p>c) o paciente deve ser orientado a respirar somente pelo nariz.</p><p>d) devem ser ouvidas, pelo menos, uma inspiração e uma expiração completas em cada local.</p><p>www.romulopassos.com.br 12</p><p>Alterações da frequência respiratória</p><p>Cheyne-Stokes</p><p>Kussmaul</p><p>Biot</p><p>25. (Prefeitura de Duque de Caxias-RJ/IDECAN/2014) Respiração, também conhecida como</p><p>respiração periódica ou cíclica, é o padrão respiratório que se caracteriza por um movimento</p><p>respiratório lento crescente e decrescente, que ocorre a cada 40 a 60 segundos. O mecanismo</p><p>básico consiste em momentos de hiperventilação intercalados com dispneia. O momento da</p><p>respiração profunda é o causador do retardo da condução do sangue para o centro respiratório</p><p>cerebral, o qual sofre uma depressão excessiva denominada respiração</p><p>a) normal. c) de Kussmaul. e) de Cheyne-Stokes.</p><p>b) de Biot. d) taquipneica.</p><p>Fonte: Barros (2022) e Hinkle, Cheever e Overbaugh (2023).</p><p>www.romulopassos.com.br 13</p><p>Área aórtica</p><p>2º espaço intercostal</p><p>à direita do esterno;</p><p>ÁREA PULMONAR</p><p>2º espaço intercostal</p><p>à esquerda do esterno;</p><p>ÁREA TRICÚSPIDE</p><p>4º e 5º espaços intercostais</p><p>à esquerda do esterno;</p><p>ÁREA MITRAL OU APICAL</p><p>5º espaço intercostal esquerdo</p><p>na linha hemiclavicular;</p><p>*Os quatro focos de ausculta cardíaca tradicionais não correspondem às localizações anatômicas reais das</p><p>valvas, mas são os locais na parede do tórax em que os sons produzidos pelas valvas são mais bem</p><p>percebidos (Jarvis; Eckhardt, 2020). Portanto, existem algumas variações dos pontos de referência das áreas</p><p>de ausculta na literatura.</p><p>ÁREA AÓRTICA ACESSÓRIA (Ponto de Erb)</p><p>3º espaço intercostal</p><p>à esquerda do esterno.</p><p>Fonte: Barros (2022) e Hinkle, Cheever e Overbaugh (2023).</p><p>ÁREA AÓRTICA</p><p>ÁREA PULMONAR</p><p>ÁREA TRICÚSPIDE</p><p>ÁREA MITRAL OU APICAL</p><p>ÁREA AÓRTICA ACESSÓRIA (Ponto de Erb)</p><p>B1 - Primeira bulha cardíaca</p><p>Obs.: B1 - pode apresentar o som mais suave durante a inspiração (CURADO, 2017).</p><p>www.romulopassos.com.br 14</p><p>B2 - Segunda bulha cardíaca</p><p>Obs.: B2: Bulha com som mais claro e distinto, mais alta nos focos aórtico e pulmonar (CURADO, 2017).</p><p>B3 - Terceira bulha cardíaca</p><p>ocorre na protodiástole (fase virtual que separa a sístole da diástole), quando o ventrículo</p><p>estiver dilatado e não complacente;</p><p>ocorre durante o enchimento ventricular diastólico passivo e normalmente indica</p><p>disfunção ventricular grave em adultos; em crianças, ela pode ser normal, às vezes</p><p>persistindo até os 40 anos;</p><p>B3 também pode ser normal durante a gestação;</p><p>Obs.: B3: som baixo, fraco, que acontece no início da pausa diastólica, e desaparece com o</p><p>paciente em pé ou sentado. Pode ser ouvida em pessoas com o débito cardíaco elevado ou em</p><p>mulheres no terceiro trimestre de gravidez (CURADO, 2017). Fonte: CURADO, 2017.</p><p>26. (Câmara dos Deputados/FGV/2023) Durante a ausculta cardíaca de um paciente, o</p><p>enfermeiro ouviu o som correspondente à primeira bulha cardíaca. Assinale a opção que</p><p>apresenta as especificidades desse som.</p><p>a) É mais audível no foco tricúspide com o paciente em decúbito lateral esquerdo e pode ser</p><p>representada por “TU”.</p><p>b) É um ruído protodiastólico de baixa frequência que se origina da vibração da parede ventricular</p><p>distendida pela corrente sanguínea que penetra na cavidade durante o enchimento ventricular</p><p>rápido.</p><p>c) É um ruído débil que ocorre no fim da diástole ou pré-sístole e pode ser ouvida mais raramente</p><p>em crianças e adultos jovens normais.</p><p>d) É constituído por 4 grupos de vibrações, porém só são audíveis as originadas pelo fechamento</p><p>das valvas aórtica e pulmonar.</p><p>e) É um som mais grave, audível no ápice do coração, correspondendo ao fechamento das valvas</p><p>mitral e tricúspide e marca o início da sístole.</p><p>www.romulopassos.com.br 15</p><p>Abdome</p><p>A ordem do exame do abdome difere levemente dos demais (inspeção → ausculta → percussão</p><p>→ palpação). Inicia-se pela inspeção seguida da ausculta, pois a palpação e a percussão podem</p><p>alterar a frequência e as características dos sons intestinais. O abdome deve ser dividido em 4</p><p>quadrantes ou 9 regiões:</p><p>Fonte: Barros (2022), Hinkle, Cheever</p><p>e Overbaugh (2023) e Potter et al. (2023).</p><p>27. (Prefeitura de Pindamonhangaba-SP/VUNESP/2023) Na avaliação de uma senhora que segue</p><p>internada em uma enfermaria para controle da hipertensão arterial, a paciente menciona dor</p><p>abdominal. Ao conduzir o exame físico do abdome, deve-se seguir uma ordem correta:</p><p>a) coleta de dados, diagnóstico, implementação e avaliação.</p><p>b) palpação, percussão, ausculta e inspeção.</p><p>c) percussão, verificação de sinais específicos, diagnóstico e ausculta.</p><p>d) inspeção, ausculta, percussão e palpação.</p><p>e) inspeção estática, inspeção dinâmica, aferição de temperatura e palpação.</p><p>www.romulopassos.com.br 16</p><p>28. (Prefeitura de Campinas-SP/VUNESP/2023) Ao proceder ao exame físico de um paciente, sexo</p><p>masculino, 30 anos, com queixa de febre, dor abdominal sem localização e náuseas há 1 dia, o</p><p>enfermeiro realizou a palpação abdominal profunda e contínua do quadrante inferior esquerdo o</p><p>que resultou em queixa de dor intensa na fossa ilíaca direita. Frente a essa situação, é correto</p><p>afirmar que o enfermeiro obteve sinal de</p><p>a) Rovsing positivo.</p><p>b) Murphy negativo.</p><p>c) McBurney negativo.</p><p>d) McBurney positivo.</p><p>e) Jobert positivo.</p><p>29. (Prefeitura de Teresina-PI/IDECAN/2024) São diversos os sintomas da doença renal crônica,</p><p>porém, em um exame físico e em uma anamnese, pode-se pressupor o risco dessa patologia,</p><p>caso o paciente apresente os seguintes sintomas:</p><p>I. Câimbras.</p><p>II. Tornozelos inchados.</p><p>III. Micção frequente.</p><p>IV. Edema ao redor dos olhos.</p><p>Estão corretas as alternativas</p><p>a) I, II, III e IV.</p><p>b) I e II, apenas.</p><p>c) I e III, apenas.</p><p>d) II e IV, apenas.</p><p>e) I, II e IV, apenas.</p><p>30. (Prefeitura de Liberdade-MG/IDECAN) O enfermeiro deve estar preparado para reconhecer as</p><p>situações de emergência e urgência na faixa etária pediátrica. Acerca dos sinais de alerta em</p><p>neonatos, crianças e adolescentes que são obtidos na anamnese e no exame físico, marque V</p><p>para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.</p><p>( ) Frequência respiratória acima de 60 irpm é um sinal de alerta que deve ser considerado em</p><p>qualquer faixa etária.</p><p>( ) O sinal de gasping é identificado através da observação do batimento de aletas nasais.</p><p>( ) Quando a criança está responsiva, porém é incapaz de emitir qualquer som, é um sinal de</p><p>obstrução grave de via aérea por corpo estranho.</p><p>A sequência está correta em</p><p>a) V, F, F.</p><p>b) V, F, V.</p><p>c) F, V, F.</p><p>d) F, F, V.</p><p>www.romulopassos.com.br 17</p><p>31. (Prefeitura de Teresina-PI/IDECAN/2024) O cateterismo urinário consiste na colocação de um</p><p>cateter pela uretra na bexiga para drenagem de urina. É um procedimento invasivo que exige</p><p>prescrição médica e técnica asséptica em ambiente institucional (Gould et al., 2009; Lo et al.,</p><p>2008). Nesse sentido, diante do material necessário para o cateterismo vesical, assinale a</p><p>alternativa correta.</p><p>a) Suporte de soro (para irrigação fechada contínua ou intermitente).</p><p>b) Cateter de Swan-Ganz.</p><p>c) BladderScan ou dispositivo de ultrassom de bexiga.</p><p>d) Seringa pré-cheia com água estéril para insuflação do balonete de um cateter permanente.</p><p>e) Gel transmissor de ultrassom.</p><p>32. (Prefeitura de Campina Grande-PB/IDECAN/2021) Com relação à sondagem vesical de</p><p>demora, procedimento privativo do enfermeiro que deverá ser auxiliado pelo técnico de</p><p>enfermagem, assinale a alternativa correta.</p><p>a) O balonete pode ser preenchido com soro fisiológico na ausência da água destilada.</p><p>b) O antisséptico utilizado na antissepsia da uretra masculina é a água oxigenada.</p><p>c) O lubrificante a ser utilizado é a xilocaína em gel.</p><p>d) A sonda a ser utilizada é a foley.</p><p>33. (Prefeitura de Campina Grande-PB/IDECAN/2021) O enema ou clister é um procedimento que</p><p>tem por objetivo a introdução de uma sonda através do ânus até atingir a parte terminal do</p><p>intestino grosso para instilação de certa quantidade de solução. O procedimento é indicado em</p><p>casos onde o paciente está constipado. Assinale a alternativa correta com base no procedimento</p><p>a ser realizado pela equipe de enfermagem.</p><p>a) A sonda retal deverá ser lubrificada com solução ringer ou soro glicosado.</p><p>b) O paciente deve ser posicionado em posição semi-fowler.</p><p>c) O procedimento deve ser realizado com luvas estéreis e com técnica asséptica.</p><p>d) O paciente deve ser orientado a reter a solução o quanto puder após a injeção da substância.</p><p>(PETROBRAS/CEBRASPE/2024) Julgue os itens subsequentes, com referência a aspectos práticos</p><p>do trabalho em saúde e em enfermagem.</p><p>34. A manobra de introdução da sonda nasogástrica pode causar sufocamento, cianose, tosse ou</p><p>agitação; nesses casos, é recomendada sua suspensão temporária.</p><p>( ) Certo ( ) Errado</p><p>www.romulopassos.com.br 18</p><p>35. (UERN/IDECAN/2016) Sobre as sondas de alimentação, que são indicadas para pacientes que</p><p>são incapazes de ingerir alimentos adequadamente, analise as afirmativas a seguir.</p><p>I. Ao inserir uma sonda nasoenteral, se for encontrado resistência à passagem, a sonda deve ser</p><p>forçada para que o procedimento não seja demorado e não cause maior desconforto ao paciente.</p><p>II. Em pacientes com suspeita de fratura de base de crânio, a sonda deve ser introduzida por via</p><p>oral.</p><p>III. A ausculta de fluxos de ar na região epigástrica, enquanto se injeta ar na sonda, garante o seu</p><p>posicionamento adequado.</p><p>IV. A intubação endotraqueal ou traqueostomia predispõe à má colocação da sonda e</p><p>consequentes complicações pulmonares.</p><p>Estão corretas apenas as afirmativas</p><p>a) I e II. b) I e III. c) II e IV. d) III e IV.</p><p>36. (Prefeitura de Mossoró-RN/IDECAN/2024) Segundo Potter, a nutrição enteral (NE) fornece</p><p>nutrientes para o trato GI. Ela é o método preferido de satisfazer as necessidades nutricionais se</p><p>um paciente for incapaz de engolir ou consumir os nutrientes por via oral, ainda que tenha um</p><p>trato gastrointestinal em funcionamento. Os cuidados que o técnico de enfermagem deve</p><p>administrar em uma dieta enteral, predispõe</p><p>a) administrar medicamentos procinéticos, tais como metoclopramida, eritromicina ou cisaprida,</p><p>que diminuem o risco de aspiração.</p><p>b) manter a cabeça da cama elevada, de preferência, em um mínimo de 45 a 90 graus.</p><p>c) medir os volumes residuais gástricos (VRG) a cada hora em pacientes que recebem alimentações</p><p>contínuas.</p><p>d) caso ocorra aspiração, recomenda-se coletar o resíduo gástrico e medir o pH, antes de</p><p>suspender a alimentação.</p><p>e) poder utilizar as sondas de alimentação nasoenteral e nasogástrica, se a terapia com NE for por</p><p>menos de 6 meses.</p><p>www.romulopassos.com.br 19</p><p>37. (EBSERH/IDECAN/2014) A nutrição parenteral é indicada se o trato digestivo não funciona,</p><p>está obstruído ou inacessível. Assinale a alternativa que NÃO apresenta uma indicação específica</p><p>da nutrição parenteral.</p><p>a) Obstrução : neoplasias e aderências.</p><p>b) Mucosite e esofagite</p><p>c) Diarreia grave : quimioterapia. : doença inflamatória intestinal.</p><p>d) Vômito intratável : pancreatite aguda e quimioterapia.</p><p>e) Pós-operatório : exceto em casos de desnutrição grave.</p><p>38. (Prefeitura de Conquista-MG/IDECAN/2016) A higiene do paciente é uma atividade atribuída</p><p>à equipe de enfermagem, tem um fator importante na recuperação do paciente a fim de evitar</p><p>doenças infecciosas, no momento deve se fazer a troca de roupas e arrumação do leito. Em</p><p>relação à higiene corporal, assinale a alternativa INCORRETA.</p><p>a) A higiene corporal do paciente faz a sequência da cabeça aos pés.</p><p>b) O paciente em estado inconsciente deverá ser colocado em decúbito lateral para a realização da</p><p>higiene oral.</p><p>c) Higiene oral consiste em manter a boca, bochechas, língua e gengivas limpas, a fim de prevenir</p><p>cáries, gengivite, periodontite, halitose e formação de placas bacterianas.</p><p>d) O tipo de banho varia de acordo com a patologia e o estado geral que se encontra o paciente, no</p><p>caso da indicação do banho ser de ablução deverá colocar o paciente debaixo do chuveiro.</p><p>39. (Prefeitura de Teresina-PI/IDECAN/2024) As feridas são classificadas pela forma como se</p><p>fecham, sendo que uma ferida pode se fechar por intenção primária, secundária ou terciária.</p><p>Sobre o tema, assinale a alternativa que corretamente conceitua uma ferida.</p><p>a) Perda da solução de continuidade</p><p>do tegumento, representada não apenas pela ruptura da pele</p><p>e do tecido celular subcutâneo, mas também, em alguns casos, de músculos, tendões e ossos.</p><p>b) Uma área áspera e rachada quando o ressecamento atinge as camadas profundas,</p><p>comprometendo as aquaporinas cutâneas.</p><p>c) É um cisto de tamanho variável que abriga em seu interior pus e outros resíduos da atividade do</p><p>corpo humano. Ele pode surgir em diferentes pontos da pele, podendo ser sentido ao apalpar esses</p><p>locais.</p><p>d) É uma condição que assola as extremidades do intestino grosso (reto e cólon), causando uma</p><p>inflamação na região.</p><p>e) uma inflamação do revestimento interno do É estômago.</p><p>www.romulopassos.com.br 20</p><p>40. (Prefeitura de Mossoró-RN/IDECAN/2024) O tratamento eficaz de feridas é um aspecto crítico</p><p>da prática de enfermagem, exigindo uma compreensão abrangente das diversas tipologias de</p><p>feridas e abordagens terapêuticas correspondentes. Os princípios atuais de tratamento de feridas</p><p>pressupõem o(a):</p><p>a) Adoção de estratégia de tratamento que envolva a aplicação rotineira de agentes</p><p>antimicrobianos tópicos nas feridas crônicas e a utilização de terapia de oxigênio hiperbárico para</p><p>as feridas com cicatrização retardada.</p><p>b) Adoção de um protocolo de tratamento que prioriza a utilização de hidrogéis em feridas com</p><p>tecido com necrose por liquefação, combinado com a aplicação de curativos de espuma de prata</p><p>em feridas com exsudato leve, e a realização de desbridamento autolítico em casos de avançada</p><p>necrose tecidual.</p><p>c) Uso de terapia por pressão positiva em combinação com curativos de carvão ativado para</p><p>controle de odores em feridas infectadas, seguido por desbridamento autolítico, e incorporação de</p><p>protocolos de reavaliação frequente para ajustar a abordagem de tratamento com base na</p><p>dinâmica da ferida e na resposta do paciente.</p><p>d) Implementação de um regime de tratamento integrado que emprega curativos de alginato de</p><p>prata para feridas exsudativas, complementado por terapia de pressão negativa em casos de</p><p>exsudação mínima e controle rigoroso da carga bacteriana através de curativos impregnados com</p><p>cálcio, ajustando o regime conforme a evolução da cicatrização e a resposta do tecido.</p><p>e) Aplicação de um protocolo de desbridamento seletivo, utilizando técnicas autolíticas,</p><p>enzimáticas ou cirúrgicas conforme a quantidade e o tipo de tecido necrótico, complementado pela</p><p>terapia de substituição da matriz dérmica e curativos que promovem o ambiente úmido ideal para</p><p>cada tipo de ferida, ajustando a abordagem com base na progressão da cicatrização e na resposta</p><p>do paciente.</p><p>www.romulopassos.com.br 21</p><p>41. (Prefeitura de Damianópolis-GO/IDECAN/2016) O tratamento de feridas deve ser</p><p>individualizado para cada paciente, considerando a etiologia da ferida, a evolução do quadro até</p><p>então, a existência de comorbidades no paciente, a ocorrência de fatores que impliquem</p><p>alterações no prognóstico, as características físicas da ferida, a disponibilidade de recursos para</p><p>tratamento da ferida, a contraindicação. A resposta do tecido às lesões passa por três estágios.</p><p>Em relação à resposta do tecido às lesões, relacione adequadamente as colunas a seguir.</p><p>1. Inflamatória ou exsudativa.</p><p>2. Proliferativa ou regenerativa.</p><p>3. Reparativa ou de maturação.</p><p>( ) Última fase da cicatrização, a densidade celular e a vascularização da ferida diminuem, ocorre</p><p>o alinhamento das fibras a fim de aumentar a resistência do tecido e diminuir a espessura da</p><p>cicatriz, reduzindo a deformidade.</p><p>( ) Caracteriza-se pela formação do tecido de granulação. Nesta fase, o colágeno é o principal</p><p>componente do tecido conjuntivo.</p><p>( ) Corresponde à ativação do sistema de coagulação sanguínea, ocorre a liberação de</p><p>mediadores, tais como fator de ativação de plaquetas, fator de crescimento, serotonina, adrenalina</p><p>e fatores do complemento entre outro. Dura cerca de 72 horas.</p><p>A sequência está correta em</p><p>a) 1, 3, 2. b) 1, 2, 3. c) 3, 2, 1. d) 3, 1, 2.</p><p>Os neutrófilos são a primeira linha de defesa do organismo: fagocitam, matam e digerem fungos</p><p>e bactérias. Os fagócitos atuam na inflamação, processo no qual há resposta do tecido no local da</p><p>lesão. Na inflamação há aumento da permeabilidade vascular e, como consequência do aumento</p><p>do líquido intersticial, células sanguíneas migram para o local da inflamação.</p><p>Neutrófilos (BEU; GUEDES; DE QUADROS, 2017)</p><p>Depois que o neutrófilo fagocita uma bactéria, por exemplo, a interação dos grânulos específicos e</p><p>os azurófilos mata a bactéria e o neutrófilo morre. O acúmulo de neutrófilos mortos e bactérias</p><p>forma o pus.</p><p>42. (CBM-DF/IDECAN/2017) O processo de cicatrização, que se inicia quando uma ferida é aberta,</p><p>coordena e desencadeia a atuação de um grande número de células, substâncias químicas e</p><p>respostas fisiológicas para reparar o tecido lesionado. Durante a fase inflamatória, ocorre a</p><p>atuação das células de defesa do organismo. As células que representam a primeira linha de</p><p>defesa do organismo quando a pele deixa de atuar como uma barreira protetora são:</p><p>a) Basófilos.</p><p>b) Linfócitos.</p><p>c) Neutrólifos.</p><p>d) Macrófagos.</p><p>www.romulopassos.com.br 22</p><p>Feridas</p><p>A ferida pode apresentar</p><p>conteúdo bacteriano, sendo</p><p>caracterizada em diferentes</p><p>formas (SMS-SP, 2021)</p><p>43. (Prefeitura de São Gonçalo do Rio Abaixo-MG/IDECAN/2017) As feridas, qualquer lesão que</p><p>leve à descontinuidade da pele, são classificadas quanto à causa, à etiologia e ao conteúdo</p><p>microbiano. As feridas consideradas contaminadas são:</p><p>a) Com rupturas de vasos, incisas por cortes, laceração e perfuração.</p><p>b) Lesões feitas em condições assépticas e isentas de micro-organismos.</p><p>c) Lesões com tempo inferior a seis horas entre o trauma e o atendimento e sem contaminação</p><p>significativa.</p><p>d) Lesões com tempo superior a seis horas entre o trauma e o atendimento e com presença de</p><p>contaminantes, mas sem processo infeccioso.</p><p>Estadiamento da lesão por pressão</p><p>Estadiamento Imagem Descrição</p><p>Estágio 1</p><p>Pele íntegra com eritema que não embranquece e que pode parecer</p><p>diferente em pele de cor escura.</p><p>Estágio 2</p><p>Perda da pele em sua espessura parcial com exposição da derme. O leito da</p><p>ferida é viável, de coloração rosa ou vermelha, úmido e pode apresentar-se</p><p>como uma bolha intacta (com exsudato seroso) ou rompida.</p><p>Estágio 3</p><p>Perda da pele em sua espessura total, em que o tecido adiposo (gordura) é</p><p>visível, assim como, frequentemente, o tecido de granulação. Necrose de</p><p>liquefação (esfacelo) e/ou necrose de coagulação (escara) podem estar</p><p>visíveis. Não há exposição de ossos, tendões ou músculos.</p><p>www.romulopassos.com.br 23</p><p>Estadiamento Imagem Descrição</p><p>Estágio 4</p><p>Perda da pele em sua espessura total e perda tissular com exposição de</p><p>músculos, tendões e/ou ossos.</p><p>Inclassificável/ Não</p><p>graduável</p><p>Perda da pele em sua espessura total e perda tissular, na qual a extensão do</p><p>dano não pode ser confirmada porque está encoberta pela necrose de</p><p>liquefação (esfacelo) e/ou de coagulação (escara).</p><p>Lesão por pressão</p><p>tissular profunda</p><p>A pele estará intacta ou não, com área localizada e persistente, de descoloração vermelho-</p><p>escura, marrom ou púrpura, que não embranquece, ou separação epidérmica que mostra lesão</p><p>com leito escurecido ou bolha com exsudato sanguinolento (MORAES et al., 2016);</p><p>Lesão por pressão</p><p>relacionada a</p><p>dispositivo médico</p><p>Resulta do uso de dispositivos criados e aplicados para fins diagnósticos ou terapêuticos. Ex.:</p><p>colar cervical, máscara de ventilação não invasiva, cânulas nasais, cateteres urinários e</p><p>traqueostomia. Esses dispositivos geralmente são feitos de materiais rígidos, que podem exercer</p><p>pressão sobre os tecidos, especialmente se o aparelho for mal ajustado ou se houver edema.</p><p>Lesão por pressão</p><p>em membranas</p><p>mucosas</p><p>É encontrada nas regiões recobertas por mucosas, com a utilização de algum dispositivo médico</p><p>nesse local. Devido à anatomia do tecido, essas lesões não podem ser estadiadas (MORAES et</p><p>al., 2016).</p><p>44. (Prefeitura de Teresina-PI/IDECAN/2024) Lesão por pressão é um dano localizado na pele</p><p>e/ou tecidos moles subjacentes, geralmente sobre uma proeminência óssea ou relacionada</p><p>ao</p><p>uso de dispositivo médico ou a outro artefato. Em 2016, o NUAP (National Pressure Ulcer</p><p>Advisory Panel) publicou um consenso sobre a nova terminologia e a nomenclatura da</p><p>classificação da Lesão por pressão (LPP) em estágios. Com relação a essa classificação, assinale a</p><p>alternativa correta.</p><p>a) Lesão por Pressão Não Classificável: perda da pele em sua espessura total e perda tissular sem</p><p>presença de esfacelo ou escara.</p><p>b) Lesão por Pressão Estágio 2: perda da pele em sua espessura total com lesão em tecido</p><p>subcutâneo.</p><p>c) Lesão por Pressão Estágio 3: perda da pele em sua espessura total e sua exposição de fáscia.</p><p>d) Lesão por Pressão Estágio 1: pele íntegra com eritema que não embranquece.</p><p>e) Lesão por pressão Estágio 3: perda da pele em sua espessura total e palpação direta da fáscia,</p><p>músculo, tendão.</p><p>www.romulopassos.com.br 24</p><p>45. (Prefeitura de Teresina-PI/IDECAN/2024) A Escala de Braden, para Previsão de Risco de Lesão</p><p>por Pressão, é uma ferramenta que foi desenvolvida em 1987 por Barbara Braden e Nancy</p><p>Bergstrom. O objetivo da escala é auxiliar os profissionais de saúde, principalmente os</p><p>enfermeiros, a avaliar o risco de um paciente desenvolver uma Lesão por pressão. Sobre essa</p><p>escala, é correto afirmar que</p><p>a) a resposta ocular é utilizada como um importante indicador dessa escala.</p><p>b) o indicador nutrição, que diz respeito ao padrão de alimentação do paciente que é avaliado pelo</p><p>Nutricionista.</p><p>c) o aspecto fricção e cisalhamento deve ser avaliado somente pelo profissional médico.</p><p>d) um dos aspectos da escala é a mobilidade, que diz respeito à capacidade de alterar a posição do</p><p>corpo.</p><p>e) o aspecto resposta motora é avaliado na escala e é utilizado como ferramenta de diagnóstico</p><p>diferencial.</p><p>www.romulopassos.com.br 25</p><p>www.romulopassos.com.br 26</p><p>46. (Prefeitura de Teresina-PI/IDECAN/2024) Curativo é um meio terapêutico que consiste na</p><p>limpeza e aplicação de uma cobertura estéril em uma ferida. Para a realização de curativo de uma</p><p>ferida com cicatrização por primeira intenção, é recomendado</p><p>a) remover o curativo anterior com luvas estéreis.</p><p>b) realizar o curativo diariamente até a remoção da sutura, até mesmo nas limpas e não</p><p>exsudativas.</p><p>c) utilizar alginato de cálcio.</p><p>d) realizar o curativo com toque suave de SF 0,9% em incisão cirúrgica.</p><p>e) permanecer com curativo estéril por 24 h a 48 h, mesmo na presença de drenagem excessiva da</p><p>ferida.</p><p>47. (Prefeitura de Teresina-PI/IDECAN/2024) Paciente de 68 anos internado na UTI, apresentando</p><p>histórico de diabetes mellitus e insuficiência cardíaca. O paciente desenvolveu uma lesão por</p><p>pressão de categoria III na região sacral, algo exsudativa com pequenos pontos de necrose, após</p><p>uma semana de internação. Baseando-se nos princípios atuais para o tratamento de lesões por</p><p>pressão, marque a opção que apresenta o curativo adequado para promover a cicatrização desta</p><p>lesão.</p><p>a) Curativo de carvão ativado, utilizado para controlar o odor e absorver toxinas, porém não fornece</p><p>umidade necessária para o ambiente da ferida, sendo mais eficaz em lesões exsudativas.</p><p>b) Curativo de hidrofibra, que mantém um ambiente úmido e auxilia na absorção do exsudato, mas</p><p>é contraindicado para lesões com necrose extensa devido a sua menor capacidade de limpeza</p><p>autolítica.</p><p>c) Curativo com alginato de cálcio, que é ideal para feridas profundas, infectadas e com</p><p>sangramento, mas sua utilização é limitada em feridas com necrose seca.</p><p>d) Curativo de hidrogel, que promove hidratação e facilita o desbridamento autolítico, adequado</p><p>para lesões por pressão com tecido necrótico e seco.</p><p>e) Curativo de espuma de poliuretano, que é altamente absorvente e promove um ambiente úmido</p><p>controlado, indicado para lesões por pressão com moderada a grande quantidade de exsudato.</p><p>www.romulopassos.com.br 27</p><p>48. (Prefeitura de Mossoró-RN/IDECAN/2024) Na administração de medicamentos por via</p><p>pulmonar, a execução da técnica correta é fundamental para garantir a eficácia terapêutica e</p><p>minimizar os efeitos colaterais. Essa via de administração é particularmente utilizada em</p><p>condições respiratórias, exigindo conhecimento específico para a correta entrega do fármaco.</p><p>Considerando-se isso, é correto afirmar que</p><p>a) utilizando-se um inalador pressurizado sem espaçador, o paciente deve ser orientado a iniciar</p><p>uma inspiração lenta e profunda antes de ativar o dispositivo, mantendo a respiração por 10</p><p>segundos após a inalação.</p><p>b) utilizando-se um inalador de dose medida (IDM) com espaçador, o paciente deve ser instruído a</p><p>realizar várias respirações rápidas e superficiais após a liberação do medicamento, a fim de otimizar</p><p>sua distribuição nos pulmões.</p><p>c) para a administração de medicamentos por inalador de pó seco, é recomendada uma inspiração</p><p>rápida e profunda, seguida de uma breve pausa antes da expiração, a fim de assegurar a deposição</p><p>efetiva do fármaco nos pulmões.</p><p>d) para a administração de medicamentos por via pulmonar através de um nebulizador</p><p>ultrassônico, é recomendado o uso de fluxo de oxigênio alto, a fim de gerar partículas mais finas e</p><p>facilitar a penetração do medicamento nas vias aéreas.</p><p>e) utilizando-se um nebulizador com máscara facial para administração de medicamentos, é</p><p>essencial orientar o paciente a manter uma respiração regular e controlada, evitando respirações</p><p>muito profundas ou rápidas, a fim de maximizar a deposição do fármaco nas vias aéreas superiores</p><p>e inferiores, sem causar dispneia ou desconforto respiratório.</p><p>49. (Prefeitura de Mossoró-RN/IDECAN/2024) A administração correta da enoxaparina é crucial</p><p>para prevenir complicações tromboembólicas e minimizar o risco de sangramento. Com base nas</p><p>diretrizes atuais para a administração subcutânea de enoxaparina, assinale a alternativa que</p><p>representa a abordagem correta a ser adotada.</p><p>a) Administrar a enoxaparina na região glútea, alternando os lados a cada aplicação, para garantir</p><p>uma absorção uniforme e reduzir o desconforto do paciente.</p><p>b) Injetar a enoxaparina na parte superior do braço, utilizando uma agulha de calibre 25, e aplicar</p><p>uma leve compressão no local após a injeção para minimizar o risco de hematoma.</p><p>c) Aplicar a enoxaparina na região abdominal, lateral e distante pelo menos 5 cm do umbigo,</p><p>utilizando uma técnica de “pele em dobra”, sem massagear o local após a injeção.</p><p>d) Injetar a enoxaparina no tecido subcutâneo da coxa, mantendo a seringa em um ângulo de 45</p><p>graus, e pressionar levemente o local da injeção por alguns segundos após a administração.</p><p>e) Aspirar suavemente antes de injetar a enoxaparina para verificar a presença de sangue,</p><p>garantindo que a injeção não seja intravascular, e, então, administrar o medicamento lentamente.</p><p>www.romulopassos.com.br 28</p><p>50. (Prefeitura de Mossoró-RN/IDECAN/2024) O cálculo de medicamentos é uma habilidade</p><p>fundamental na enfermagem, exigindo precisão e compreensão dos princípios farmacológicos e</p><p>matemáticos para garantir a segurança do paciente. Diante de tal, é correto afirmar que:</p><p>a) Quando preparando uma solução de dopamina a 800 mg em 250 ml de soro, para uma dose de</p><p>5 mcg/kg/min em um paciente de 60 kg, o enfermeiro deve considerar a taxa de infusão usando a</p><p>fórmula de concentração da solução e o peso do paciente.</p><p>b) No cálculo de heparina para anticoagulação em um paciente com trombose venosa profunda, a</p><p>dose inicial é determinada com base no peso do paciente e ajustada conforme os resultados do</p><p>tempo de tromboplastina parcial ativada, seguindo protocolos específicos de titulação da dose.</p><p>c) Para uma prescrição de antibiótico com uma dosagem de 15 mg/kg, administrada a cada 8 horas</p><p>em um paciente de 50 kg, o enfermeiro deve entender a dose unitária como 150 mg, verificando a</p><p>concentração do medicamento disponível e a compatibilidade com outras infusões ou medicações.</p><p>d) Para administrar um medicamento prescrito como 1 mg/kg/dia em duas doses divididas para um</p><p>paciente de 70 kg, a dose total diária calculada é de 140 mg, sendo administrada como 70 mg a</p><p>cada 12 horas, após verificar a formulação disponível e considerar ajustes baseados na função renal</p><p>do paciente.</p><p>e) Em uma prescrição de hidratação intravenosa de 30 ml/kg para um paciente pediátrico de 18 kg</p><p>com desidratação moderada, o enfermeiro deve considerar a quantidade total como 150 ml, a ser</p><p>administrada ao longo de um período definido, ajustando a taxa de infusão conforme a resposta</p><p>clínica e os níveis de eletrólitos.</p><p>51. (Prefeitura de Duque de Caxias-RJ/IDECAN) Foi prescrito 1000 ml de SF a 0,9% para correr a</p><p>16 gotas/min. Quantos ml serão administrados por hora?</p><p>a) 47 ml/h.</p><p>b) 48 ml/h.</p><p>c) 50 ml/h.</p><p>d) 51 ml/h.</p><p>e) 52 ml/h.</p><p>52. (IF-CE/IDECAN/2021) Na prescrição médica, foi solicitada a administração de 20UI de insulina</p><p>NPH. Rotulado no frasco da NPH 100UI/ml e disponível na instituição seringa de insulina</p><p>graduada 40UI/ml.</p><p>Deve-se aspirar até que demarcação da seringa para administração da dose de 20UI prescrita?</p><p>a) 8UI.</p><p>b) 2UI.</p><p>c) 10UI.</p><p>d) 6UI.</p><p>www.romulopassos.com.br 29</p><p>C</p><p>ál</p><p>cu</p><p>lo</p><p>d</p><p>e</p><p>M</p><p>e</p><p>d</p><p>ic</p><p>aç</p><p>ão</p><p>53. (IF-CE/IDECAN/2021) Um frasco de 500ml de soro glicosado a 10% contém quantos gramas de</p><p>glicose?</p><p>a) 5g. b) 50g. c) 10g. d) 25g.</p><p>54. (Prefeitura de Campina Grande-PB/IDECAN/2021) Foi prescrito para um paciente internado</p><p>em uma unidade de queimados o seguinte: 2.000 de solução Ringer Lactato para serem</p><p>infundidos em 8 horas. Assinale a alternativa que apresente a quantidade de gotas por minuto a</p><p>serem infundidas.</p><p>a) 93. b) 94. c) 83. d) 84.</p><p>55. (Câmara Municipal de São Paulo-SP/FGV/2024) Foi prescrito Penicilina Cristalina 3.500.000 UI</p><p>EV de 4/4 horas. A unidade hospitalar dispõe de frascos de 5.000.000 UI – 2mL (soluto) que</p><p>devem ser diluídas em 8mL de água destilada. Considerando o volume do solvente e do soluto, a</p><p>quantidade a ser aspirada para cumprir a prescrição é de</p><p>a) 2,5mL.</p><p>b) 4,0mL.</p><p>c) 5,6mL.</p><p>d) 7,0mL.</p><p>e) 9,5mL.</p><p>56. (Prefeitura de Campina Grande-PB/IDECAN/2021) Com base em convenções sobre medidas e</p><p>equivalências adotadas no Brasil, com exceção de alguns medicamentos que fogem aos padrões,</p><p>assinale a alternativa correta.</p><p>a) As seringas para aplicação de insulina são graduadas em unidades, adequadas à concentração U-</p><p>100, o que significa que em 1 ml, há 10 unidades (UI) de insulina.</p><p>b) 1 ml corresponde a 20 gotas.</p><p>c) 1 gota possui 35 microgotas.</p><p>d) 1 macrogota equivale à 10 microgotas.</p><p>www.romulopassos.com.br 30</p><p>57. (Prefeitura de Mossoró-RN/IDECAN/2024) Ao administrar medicamentos por via subcutânea</p><p>em um paciente idoso desidratado, a(o) técnica(o) de enfermagem se depara com o paciente</p><p>apresentando desidratação leve e a prescrição médica inclui a administração de fluidos e</p><p>eletrólitos por hipodermóclise para melhorar a hidratação. Durante a preparação e início do</p><p>procedimento, o técnico observou que a solução estava muito fria e o paciente se queixava de</p><p>desconforto no local da infusão. Considerando a situação apresentada, selecione a afirmativa</p><p>correta sobre a conduta do técnico de enfermagem.</p><p>a) Manter e administrar a solução conforme prescrição, uma vez que a hipodermóclise é uma</p><p>técnica segura e o frio pode ajudar a reduzir o desconforto local.</p><p>b) Consultar o médico para avaliar a possibilidade de utilizar uma via de administração alternativa</p><p>de fluidos.</p><p>c) Reduzir a velocidade da infusão para minimizar o desconforto, mantendo a solução à</p><p>temperatura ambiente.</p><p>d) Adiar a administração até que a solução esteja em temperatura ambiente para evitar</p><p>desconforto ao paciente.</p><p>e) Aquecer a solução para hipodermóclise antes da administração, considerando o desconforto</p><p>relatado pelo paciente.</p><p>58. (Prefeitura de Campina Grande-PB/IDECAN/2021) Analise a assertiva a seguir: “Diante da</p><p>possibilidade de prevenção dos erros de medicação e do risco de dano em função da sua</p><p>ocorrência, torna-se relevante identificar a natureza e os determinantes dos erros, como forma</p><p>de dirigir ações para a prevenção”. Com base na referida temática, assinale a alternativa correta.</p><p>a) Incluir estratégias como a padronização de processos, o uso de recursos de tecnologia da</p><p>informação, educação permanente e, principalmente, o acompanhamento das práticas</p><p>profissionais em todas as etapas do processo que envolve o medicamento.</p><p>b) A identificação do paciente na prescrição poderá utilizar o nome completo do paciente. A</p><p>utilização do nome incompleto e do nome abreviado deve ser incentivado na prática cotidiana dos</p><p>estabelecimentos de saúde.</p><p>c) A prescrição de medicamentos que já estão selecionados e padronizados no estabelecimento de</p><p>saúde diminui a segurança do uso, em virtude da menor familiaridade dos prescritores,</p><p>farmacêuticos e equipe de enfermagem com esses medicamentos.</p><p>d) A dupla checagem de medicamentos deve ser implementada na farmácia e pela enfermagem,</p><p>sendo dispensada nova dupla checagem no momento de administração do medicamento prescrito,</p><p>tendo em vista que as medicações recebidas pel enfermagem já passaram por esta etapa.</p><p>www.romulopassos.com.br 31</p><p>59. (Prefeitura de Mossoró-RN/IDECAN/2024) Em relação à administração de contraste em</p><p>exames radiológicos, a atitude adequada do técnico de enfermagem para minimizar os riscos e</p><p>garantir a segurança do paciente nessa situação, é satisfeita pela(o)</p><p>a) administração de contraste oral e observação da recomendação para o paciente não ingerir</p><p>alimentos ou líquidos durante 24 horas antes do exame.</p><p>b) verificação da função renal do paciente antes da administração do contraste.</p><p>c) aquecimento do contraste para melhorar a tolerabilidade pelo paciente e diminuir o risco de</p><p>flebite.</p><p>d) administração rápida do contraste com objetivo de otimizar o tempo do exame e permanência</p><p>do paciente na sala.</p><p>e) não administração de contraste iodado em pacientes com histórico de alergias a mariscos, pois</p><p>essa condição contraindica sua utilização.</p><p>60. (Prefeitura de Mossoró-RN/IDECAN/2024) Com relação aos cuidados de enfermagem em</p><p>neonatologia, o método mais apropriado para a administração de surfactante exógeno em</p><p>recém-nascidos prematuros com síndrome do desconforto respiratório, corresponde à</p><p>a) administração intramuscular.</p><p>b) administração intravenosa.</p><p>c) nebulização.</p><p>d) via oral.</p><p>e) instilação traqueal.</p><p>61. (FUNSAÚDE-CE/FGV/2021) A respeito dos critérios de administração de fluidos e</p><p>medicamentos por meio da hipodermóclise, analise as afirmativas a seguir e assinale (V) para a</p><p>verdadeira e (F) para a falsa.</p><p>( ) A região do deltoide, a torácica e a abdominal são locais adequados para a realização das</p><p>punções.</p><p>( ) As soluções coloidais com teor de glicose >5% podem ser administradas por meio da</p><p>hipodermóclise.</p><p>( ) A hipodermóclise permite a administração de até 1.500 mL em 24h, por sítio de punção.</p><p>As afirmativas são, na ordem apresentada, respectivamente,</p><p>a) F – V – F. b) V – F – V. c) F – F – F. d) V – V – V. e) F – F – V.</p><p>62. (FHEMIG/FGV/2023) Assinale a opção que apresenta uma droga irritante, sem potencial</p><p>vesicante, utilizada no tratamento quimioterápico.</p><p>a) Dacarbazina.</p><p>b) Doxorrubicina.</p><p>c) Cisplatina.</p><p>d) Mitoxantrona.</p><p>e) Idarrubicina.</p><p>www.romulopassos.com.br 32</p><p>63. (EBSERH/IDECAN/2014) “Cuidado paliativo é a abordagem que promove qualidade de vida</p><p>de pacientes e seus familiares diante de doenças que ameaçam a continuidade da vida, através</p><p>de prevenção e alívio do sofrimento. Requer a identificação precoce, avaliação e tratamento</p><p>impecável da dor e outros problemas de natureza física, psicossocial e espiritual.”</p><p>(OMS, 2002.)</p><p>Sobre os cuidados paliativos, é INCORRETO afirmar que</p><p>a) promove o alívio da dor e de outros sintomas estressantes.</p><p>b) oferece um sistema de suporte que auxilia o paciente a viver tão ativamente quanto possível até</p><p>a sua morte.</p><p>c) oferece um sistema de suporte que auxilia a família e entes queridos a sentirem-se amparados</p><p>durante todo o processo da doença.</p><p>d) integra aspectos psicossociais e espirituais ao cuidado. Sempre conduzido por uma equipe</p><p>multiprofissional, cada qual em seu papel específico, mas agindo de forma integrada, com</p><p>frequentes discussões de caso.</p><p>e) deve ser iniciado em uma fase mais tardia, se possível, junto a outras medidas de</p><p>prolongamento de vida, como a quimioterapia e a radioterapia, e incluir todas as</p><p>investigações</p><p>necessárias para melhor compreensão e manejo dos sintomas.</p>