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<p>Norma Regulamentadora NR 20 – Segurança e Saúde no Trabalho com Inflamáveis e Combustíveis</p><p>Publicação D.O.U.</p><p>Portaria GM n.º 3.214, de 08 de junho de 1978 06/07/78</p><p>Portaria SIT n.º 308, de 29 de fevereiro de 2012 06/03/12</p><p>Portaria MTE n.º 1.079, de 16 de julho de 2014 17/06/14</p><p>1</p><p>NR 20</p><p>1</p><p>INTRODUÇÃO À NORMA</p><p>A NR 20 estabelece requisitos mínimos para a gestão da segurança e saúde no trabalho contra os fatores de risco de acidentes provenientes das atividades de extração, produção, armazenamento, transferência, manuseio e manipulação de inflamáveis e líquidos combustíveis.</p><p>2</p><p>NR 20</p><p>2</p><p>20.2 ABRANGÊNCIA</p><p>SE APLICA ÀS ATIVIDADES DE:</p><p>A extração, produção, armazenamento, transferência, manuseio e manipulação de inflamáveis e líquidos combustíveis, nas etapas de projeto, construção, montagem, operação, manutenção, inspeção e desativação da instalação;</p><p>3</p><p>NR 20</p><p>3</p><p>20.2 ABRANGÊNCIA</p><p>NÃO SE APLICA:</p><p>a) Às plataformas e instalações de apoio empregadas com a finalidade de exploração e produção de petróleo e gás do subsolo marinho, conforme definido no Anexo II, da NR 30;</p><p>4</p><p>NR 20</p><p>4</p><p>20.2 ABRANGÊNCIA</p><p>NÃO SE APLICA:</p><p>às edificações residenciais unifamiliares.</p><p>5</p><p>NR 20</p><p>5</p><p>20.4 CLASSIFICAÇÃO DAS INSTALAÇÕES</p><p>Para efeito da NR 20, as instalações são divididas em classes, conforme tabela a seguir.</p><p>6</p><p>NR 20</p><p>6</p><p>CLASSIFICAÇÃO DAS INSTALAÇÕES</p><p>CLASSE I	a) Quanto à atividade:</p><p>- postos de serviço com inflamáveis e/ou líquidos combustíveis.</p><p>b) Quanto à capacidade de armazenamento, de forma permanente e/ou transitória:</p><p>gases inflamáveis: acima de 2 ton até 60 ton;</p><p>- líquidos inflamáveis e/ou combustíveis: acima de 10 m³ até 5.000 m³.</p><p>7</p><p>NR 20</p><p>7</p><p>1 Frentista (operação) – curso INTERMEDIÁRIO</p><p>2 Mecânico (manutenção) – curso INTERMEDIÁRIO</p><p>3 Vigilante – curso INTEGRAÇÃO</p><p>4 Atendente loja conveniência - INTEGRAÇÃO</p><p>Posto de Serviço – Classe 1</p><p>1</p><p>2</p><p>3</p><p>4</p><p>8</p><p>NR 20</p><p>8</p><p>SEGURANÇA E SAÚDE</p><p>NO TRABALHO COM INFLAMÁVEIS E COMBUSTÍVEIS</p><p>9</p><p>NR 20</p><p>9</p><p>Zona 2</p><p>Zona 1</p><p>10</p><p>NR 20</p><p>10</p><p>CLASSIFICAÇÃO DAS INSTALAÇÕES</p><p>CLASSE II	a) Quanto à atividade:</p><p>engarrafadoras de gases inflamáveis;</p><p>atividades de transporte dutoviário de gases e líquidos inflamáveis e/ou combustíveis.</p><p>b) Quanto à capacidade de armazenamento, de forma permanente e/ou transitória:</p><p>gases inflamáveis: acima de 60 ton até 600 ton;</p><p>líquidos inflamáveis e/ou combustíveis: acima de 5.000 m³ até 50.000 m³.</p><p>11</p><p>NR 20</p><p>11</p><p>12</p><p>DISTRIBUIDORA</p><p>ENGARRAFADORA</p><p>NR 20</p><p>12</p><p>CLASSIFICAÇÃO DAS INSTALAÇÕES</p><p>CLASSE III	a) Quanto à atividade:</p><p>refinarias;</p><p>unidades de processamento de gás natural;</p><p>instalações petroquímicas;</p><p>usinas de fabricação de etanol e/ou unidades de fabricação de álcool.</p><p>b) Quanto à capacidade de armazenamento, de forma permanente e/ou transitória:</p><p>gases inflamáveis: acima de 600 ton;</p><p>líquidos inflamáveis ou combustíveis: acima de 50.000 m³.</p><p>13</p><p>NR 20</p><p>13</p><p>14</p><p>REFINARIA</p><p>USINA DE ALCOOL</p><p>NR 20</p><p>14</p><p>ANEXO II DA NR-20</p><p>CARGA HORÁRIA PARA CAPACITAÇÃO</p><p>Capacitação para os trabalhadores que adentram na área e NÃO mantêm contato direto com o processo ou processamento.	Instalação</p><p>classe I	Curso de Integração</p><p>de 4 horas</p><p>Instalação</p><p>classe II</p><p>Instalação</p><p>classe III</p><p>15</p><p>NR 20</p><p>15</p><p>ANEXO II DA NR-20</p><p>Capacitação para os trabalhadores que adentram na área e mantêm contato direto com o processo ou processamento.</p><p>CARGA HORÁRIA PARA CAPACITAÇÃO</p><p>16</p><p>NR 20</p><p>16</p><p>CARGA HORÁRIA PARA CAPACITAÇÃO</p><p>CLASSE</p><p>ATIVIDADE 	INSTALAÇÃO CLASSE I	INSTALAÇÃO CLASSE II	INSTALAÇÃO CLASSE III</p><p>Específica, pontual e de curta duração	Curso Básico</p><p>8 horas	Curso Básico</p><p>8 horas	Curso Básico</p><p>8 horas</p><p>Manutenção e inspeção	Curso</p><p>Intermediário</p><p>16 horas	Curso</p><p>Intermediário</p><p>16 horas	Curso</p><p>Intermediário</p><p>16 horas</p><p>Operação e atendimento a emergências	Curso</p><p>Intermediário</p><p>16 horas	Curso</p><p>Avançado I</p><p>24 horas	Curso</p><p>Avançado II</p><p>32 horas</p><p>Segurança e saúde no trabalho	-	Curso</p><p>Específico</p><p>16 horas	Curso</p><p>Específico</p><p>16 horas</p><p>17</p><p>NR 20</p><p>17</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO</p><p>CURSO INTEGRAÇÃO</p><p>Carga horária: 4 horas	Inflamáveis: características, propriedades, perigos e riscos;</p><p>Controles coletivo e individual para trabalhos com inflamáveis;</p><p>Fontes de ignição e seu controle;</p><p>Procedimentos básicos em situações de emergência com inflamáveis.</p><p>18</p><p>NR 20</p><p>18</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO</p><p>CURSO BÁSICO – Carga horária: 8 horas</p><p>Inflamáveis: características, propriedades, perigos e riscos;</p><p>Controles coletivo e individual para trabalhos com inflamáveis;</p><p>Fontes de ignição e seu controle;</p><p>Proteção contra incêndio com inflamáveis;</p><p>Procedimentos básicos em situações de emergência com inflamáveis;</p><p>Conteúdo programático prático:</p><p>Conhecimentos e utilização dos sistemas de segurança contra incêndio com inflamáveis.</p><p>19</p><p>NR 20</p><p>19</p><p>INFLAMÁVEIS</p><p>Características, Propriedades,</p><p>Perigos e Riscos</p><p>20</p><p>1</p><p>NR 20</p><p>20</p><p>São agentes causadores em potencial de doenças profissionais devido a sua ação química sobre o organismo dos trabalhadores. Podem ser encontrados na forma sólida, líquida e gasosa.</p><p>RISCOS QUÍMICOS</p><p>21</p><p>NR 20</p><p>21</p><p>RISCOS QUÍMICOS</p><p>Os agentes químicos podem penetrar no organismo por via respiratória, contato com a pele, ingestão, nas seguintes formas:</p><p>Gases e Vapores:</p><p>Irritantes, asfixiantes, narcóticos anestésicos;</p><p>Aerodispersóides:</p><p>Poeira, fumos, névoas, neblina, fumaça.</p><p>22</p><p>NR 20</p><p>Analgésicos não narcóticos: São substâncias utilizadas para diminuir a dor, que agem a nível periférico, normalmente indicados para a dor leve ou moderada.</p><p>Analgésicos narcóticos: refere-se a uma variedade de substâncias que fazem adormecer e reduzem ou eliminam a sensibilidade (chama-se a esse estado narcose). Em medicina, o termo designa apenas o ópio, os derivados do ópio e os seus substitutos sintéticos ou semi-sintéticos (opióides ou opiáceos), usados como anestésicos.</p><p>Em termos legais, narcótico é qualquer tipo de droga cujo uso é proibido ou permitido somente com prescrição médica – tais como heroína, codeína e morfina. A morfina é a droga padrão para aliviar a dor, sendo portanto usada na avaliação das outras drogas narcóticas.</p><p>22</p><p>RISCOS QUÍMICOS</p><p>Os danos físicos relacionados à exposição química incluem, desde irritação na pele e olhos, passando por queimaduras de primeiro grau, indo até lesões de maior severidade, causados por corrosivos, incêndio ou explosão.</p><p>Exemplo:</p><p>23</p><p>NR 20</p><p>23</p><p>RISCOS QUÍMICOS</p><p>EFEITOS TOXICOLÓGICOS DO PETRÓLEO</p><p>Quantidades relativamente pequenas de gases de derivados do petróleo quando são inaladas, diminuem os reflexos - como a tontura - e a noção de responsabilidade, (semelhante a embriaguez pelo álcool), acompanhado de dor de cabeça e irritação nos olhos.</p><p>A inalação em proporções maiores pode ser fatal.</p><p>24</p><p>NR 20</p><p>24</p><p>6.2 Os trabalhadores que exerçam suas atividades com risco de exposição ocupacional ao benzeno devem realizar, com frequência mínima semestral, hemograma completo com contagem de plaquetas e reticulócitos, independentemente de outros exames previstos no PCMSO.</p><p>Portaria MTPS Nº 1109 DE 21/09/2016</p><p>25</p><p>NR 20</p><p>25</p><p>RISCOS QUÍMICOS</p><p>Gases são compostos moleculares que possuem características como a grande compressibilidade e a capacidade de se expandirem, estes compostos não possuem volume fixo, são miscíveis entre si e em qualquer proporção.</p><p>GASES</p><p>26</p><p>NR 20</p><p>Miscíveis = Que se pode misturar</p><p>26</p><p>RISCOS QUÍMICOS</p><p>GASES</p><p>Devido aos gases não terem um volume definido, e dependendo do seu peso molecular, poderão ocupar rapidamente todo o local ou recipiente onde estão contidos.</p><p>27</p><p>NR 20</p><p>Miscíveis = Que se pode misturar</p><p>27</p><p>RISCOS QUÍMICOS</p><p>Um gás, seja ele qual for, pode sofrer três tipos de variação: de volume, temperatura e de pressão. Estas são as variáveis de estado, vejamos a definição para cada uma:</p><p>GASES</p><p>28</p><p>NR 20</p><p>28</p><p>RISCOS QUÍMICOS</p><p>Pressão: a pressão de um gás pode ser definida como a força que o mesmo exerce na direção perpendicular sobre a área de uma dada superfície.</p><p>Assim, quanto maior a quantidade de partículas por área, maior será a pressão exercida.</p><p>GASES</p><p>29</p><p>NR 20</p><p>29</p><p>RISCOS QUÍMICOS</p><p>Volume: é impossível determinar o volume exato de um gás, pois sempre ocupam o volume total do recipiente em que estão confinados;</p><p>GASES</p><p>30</p><p>NR 20</p><p>30</p><p>RISCOS QUÍMICOS</p><p>Temperatura: se relaciona com o grau de agitação das partículas, quanto maior a agitação maior será a temperatura do sistema.</p><p>31</p><p>NR 20</p><p>31</p><p>MATERIAIS INFLAMÁVEIS E COMBUSTÍVEIS</p><p>32</p><p>NR 20</p><p>32</p><p>Material inflamável é uma reação química entre uma substância e um gás, geralmente o oxigênio, para liberar calor. Pode se dizer que é uma combustão, queima, algo que pega fogo com facilidade.</p><p>MATERIAIS INFLAMÁVEIS E COMBUSTÍVEIS</p><p>A inflamabilidade depende de uma série de parâmetros que são:</p><p>33</p><p>NR 20</p><p>33</p><p>É a temperatura mínima na qual um combustível desprende gases suficientes para serem inflamados por uma fonte externa de calor, mas não em quantidade suficiente para manter a combustão. A chama aparece, porém logo se extingue, não mantendo a combustão.</p><p>PONTO DE FULGOR (FLASH POINT)</p><p>MATERIAIS INFLAMÁVEIS E COMBUSTÍVEIS</p><p>34</p><p>NR 20</p><p>34</p><p>EXEMPLOS DE INFLAMÁVEIS (ponto de fulgor):</p><p>Gasolina: - 35,8 ºC</p><p>Etanol: 13,6 ºC</p><p>Diesel: 38ºC</p><p>MATERIAIS INFLAMÁVEIS E COMBUSTÍVEIS</p><p>35</p><p>NR 20</p><p>35</p><p>PONTO DE COMBUSTÃO (FIRE POINT)</p><p>É a temperatura do combustível, acima da qual, ele desprende gases em quantidade suficiente para serem inflamados por uma fonte externa de calor e continuarem queimando, mesmo quando retirada esta fonte.</p><p>MATERIAIS INFLAMÁVEIS E COMBUSTÍVEIS</p><p>36</p><p>NR 20</p><p>36</p><p>Temperatura de ignição (ignition temperature)</p><p>É a temperatura necessária para que a reação química ocorra entre o combustível e o comburente, produzindo gases capazes de entrarem em combustão.</p><p>MATERIAIS INFLAMÁVEIS E COMBUSTÍVEIS</p><p>37</p><p>NR 20</p><p>37</p><p>20.3.1 Materiais inflamáveis ​​incluem:</p><p>Líquidos inflamáveis: são líquidos que possuem ponto de fulgor ≤ 60º C;</p><p>Gases inflamáveis: gases que inflamam com o ar a 20º C e a uma pressão padrão de 101,3 kPa;</p><p>Qualquer partícula sólida que, suspensa no ar, pode ser ignizada.</p><p>MATERIAIS INFLAMÁVEIS E COMBUSTÍVEIS</p><p>38</p><p>NR 20</p><p>38</p><p>20.3.3 Materiais combustíveis incluem:</p><p>Líquidos combustíveis: são líquidos com ponto de fulgor > 60º C e ≤ 93º C;</p><p>Todos os sólidos (madeira, polímeros, placas para andaimes, carvão mineral e vegetal, palha, folhas, etc) que podem queimar.</p><p>MATERIAIS INFLAMÁVEIS E COMBUSTÍVEIS</p><p>39</p><p>NR 20</p><p>39</p><p>LIMITES DE EXPLOSIVIDADE</p><p>40</p><p>NR 20</p><p>40</p><p>LIMITES DE EXPLOSIVIDADE</p><p>A mistura de combustível e oxigênio que se acenderá é diferente para cada gás combustível específico. Este ponto crítico, definido como limite de explosividade, fica entre o Limite Inferior de explosividade (LIE) e o Limite Superior de Explosividade (LSE).</p><p>41</p><p>NR 20</p><p>Limites</p><p>41</p><p>(LIE) – LIMITE INFERIOR DE EXPLOSIVIDADE</p><p>É a concentração mínima de gás ou vapor combustível, que em mistura com o ar atmosférico pode provocar uma explosão pela presença de faíscas, calor ou outras fontes de ignição.</p><p>42</p><p>NR 20</p><p>42</p><p>(LSE) – LIMITE SUPERIOR DE EXPLOSIVIDADE</p><p>É a concentração máxima de gás ou vapor combustível, que em mistura com o ar atmosférico pode provocar uma explosão pela presença de faíscas, calor ou outras fontes de ignição.</p><p>43</p><p>NR 20</p><p>43</p><p>LIMITE DE EXPLOSIVIDADE DO GLP</p><p>44</p><p>NR 20</p><p>44</p><p>GASES SOB PRESSÃO</p><p>45</p><p>NR 20</p><p>45</p><p>GASES SOB PRESSÃO</p><p>Classificação dos gases quanto a seu estado físico:</p><p>COMPRIMIDOS:</p><p>Gases cuja temperatura crítica (Tc) seja menor que -10oC. O conteúdo do cilindro será sempre gasoso. Exemplos: Ar comprimido, etileno, He, H2, O2, CO2, CO, Metano, etc.</p><p>46</p><p>NR 20</p><p>É a temperatura acima da qual a substância pode existir somente na forma de gás.</p><p>Um gás, acima dessa temperatura, não pode ser liquefeito, por mais que a pressão do sistema seja elevada.</p><p>Temperatura crítica pode ser definida como aquela temperatura em que acima dela a substância pode existir somente na forma de gás. Acima desta temperatura a substância gasosa não pode ser condensada por compressão isotérmica (mantendo a temperatura igual e aumentando a pressão). A temperatura crítica da água é 374,15°C , do álcool etílico é 243,1°C, do ácido carbônico 31,1°C e do hélio é -267,9°C. Isso quer dizer que essas substâncias, em sua respectiva temperatura crítica, será somente gás, mesmo que a injeção de pressão (ou devida redução, em outras substâncias) não irá condensar ou liquefazer o gás.</p><p>46</p><p>GASES SOB PRESSÃO</p><p>LIQUEFEITOS</p><p>Gás ou mistura de gases com Tc > -10oC.</p><p>No cilindro existem duas fases: líquido e gasosa. Exemplos: Amônia (NH3) , Butano (C4H10), Cloreto de Hidrogênio(HCl), Propano (C3H8), Gás Sulfídrico (H2S), etc.</p><p>47</p><p>NR 20</p><p>47</p><p>GASES SOB PRESSÃO</p><p>DISSOLVIDOS = ACETILENO</p><p>Este gás se comprimido ou liquefeito puro polimeriza-se. Esta reação é extremamente exotérmica e pode levar à explosão do cilindro. Por isso o acetileno é fornecido dissolvido em acetona (ou dimetilformamida) embebida em um material poroso que impede a propagação da reação.</p><p>48</p><p>NR 20</p><p>Polímero:</p><p>Química: é um composto que resulta da união de várias moléculas iguais ou semelhantes entre si e é caracterizado por uma elevada massa molecular.</p><p>Diz-se do composto que, em relação a um outro, apresenta moléculas de tamanhos diferentes, mas com as mesmas propriedades químicas.</p><p>48</p><p>PERIGO X RISCO</p><p>49</p><p>NR 20</p><p>Exemplos:</p><p>Imagine uma curva perigosa ela oferece o risco de atropelamento;</p><p>outro exemplo: Uma estrada onde a mesma está encoberta por uma forte neblina então está estrada ela é perigosa e oferece o risco de colisão, atropelamento, abalroamento.</p><p>Atravessando a rua:</p><p>- PERIGO = atravessar a rua</p><p>- RISCO = ser atropelado</p><p>Para eu diminuir o RISCO – ser atropelado – eu coloco uma faixa de pedestre = diminuir o risco de atropelamento. Caso eu ainda coloque um semáforo de pedestre, diminuo mais ainda o risco de atropelamento.</p><p>Descer uma escada</p><p>PERIGO = descer a escada</p><p>RISCO = escorregar/risco de queda = coloco corrimão e fita antiderrapante = diminuo o risco de queda.</p><p>49</p><p>RESPONSABILIDADE CIVIL</p><p>Considerando a posição de contratado e contratante para trabalhos envolvendo inflamáveis e liquidos combustíveis é importante que conheça os seguintes artigos do Código Civil:</p><p>Artigo 927 do Código Civil: “aquele que, por ato ilícito (arts. 186 e 187), causar dano a outrem, fica obrigado a repará-lo.“</p><p>Artigo 186 da Lei nº 10.406 de 10 de Janeiro de 2002 Art. 186. Aquele que, por ação ou omissão voluntária, negligência ou imprudência, violar direito e causar dano a outrem, ainda que exclusivamente moral, comete ato ilícito.</p><p>Artigo 187 da Lei nº 10.406 de 10 de Janeiro de 2002 Art. 187. Também comete ato ilícito o titular de um direito que, ao exercê-lo, excede manifestamente os limites impostos pelo seu fim econômico ou social, pela boa-fé ou pelos bons costumes.</p><p>NR 20</p><p>50</p><p>Artigo 932. são também responsáveis pela reparação civil:</p><p>III “o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.“</p><p>Art. 949. no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.</p><p>RESPONSABILIDADE CIVIL</p><p>NR 20</p><p>51</p><p>RESPONSABILIDADE PENAL</p><p>Considerando a posição de contratado e contratante para trabalhos envolvendo inflamáveis e liquidos combustíveis é importante que conheça os seguintes artigos do Código Penal:</p><p>Artigo 121 do código penal: "quando o acidente decorre de culpa grave, caracterizado em processo criminal, o causador do evento fica sujeito:</p><p>1º - se resulta morte do trabalhador.</p><p>§ 3º - detenção de 1 a 3 anos.</p><p>§ 4º - aumento da pena de um terço se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica de profissão.“</p><p>Artigo 129 do código penal: "se resulta em lesão corporal de natureza grave ou incapacidade permanente para o trabalho:</p><p>§ 2º - detenção de 2 a 8 anos.</p><p>§ 7º - aumento de um terço da pena se o crime foi</p><p>resultante de inobservância de regra técnica de profissão."</p><p>NR 20</p><p>52</p><p>20.20.2</p><p>Os trabalhadores, com base em sua capacitação e experiência, devem interromper suas tarefas, exercendo o direito de recusa, sempre que constatarem evidências de riscos graves e iminentes para sua segurança e saúde ou de outras pessoas, comunicando imediatamente o fato a seu superior hierárquico, que diligenciará as medidas cabíveis.</p><p>53</p><p>Artigo 135 Código Penal - Deixar de prestar assistência, quando possível fazê-lo sem risco pessoal, à criança abandonada ou extraviada, ou à pessoa inválida ou ferida, ao desamparo ou em grave e iminente perigo; ou não pedir, nesses casos, o socorro da autoridade pública:</p><p>Pena - detenção, de um a seis meses, ou multa.</p><p>Parágrafo único - A pena é aumentada de metade, se da omissão resulta lesão corporal de natureza grave, e triplicada, se resulta a morte.</p><p>NR 20</p><p>53</p><p>ART. 18 – CODIGO PENAL</p><p>O DOLO E A CULPA</p><p>Art. 18 - Diz-se o crime:</p><p>Crime doloso</p><p>I - doloso, quando o agente quis o resultado ou assumiu o risco de produzi-lo;</p><p>Crime culposo</p><p>II - culposo, quando o agente deu causa ao resultado por imprudência, negligência ou imperícia.</p><p>Parágrafo único - Salvo os casos expressos em lei, ninguém pode ser punido por fato previsto como crime, senão quando o pratica dolosamente.</p><p>54</p><p>NR 20</p><p>54</p><p>Pela lei, um indivíduo pode ser enquadrado em lesão corporal ou homicídio culposo quando incorre em um ou mais dos seguintes elementos:</p><p>Ex.: Desrespeitar normas de segurança, não chamar a atenção de funcionário que estiver descumprindo normas de segurança.</p><p>A Negligência é a displicência, o desleixo em face de uma cautela que não foi adotada.</p><p>ARTIGO 18 – CODIGO PENAL</p><p>O DOLO E A CULPA</p><p>55</p><p>NR 20</p><p>55</p><p>Ex.: Deixar de utilizar corretamente todos os equipamentos necessários para manipulação de produtos perigosos.</p><p>A Imprudência reside na conduta afoita, açodada, apressada e sem os devidos cuidados</p><p>A Imperícia é a falta de habilidade, de aptidão ou de conhecimento técnico para a realização de determinado ato, advindo dele o resultado lesivo.</p><p>Ex: Realizar atividades sem o devido treinamento, ou com treinamento inadequado, responsabilidade do empregador e/ou Instrutor.</p><p>ARTIGO 18 – CODIGO PENAL</p><p>O DOLO E A CULPA</p><p>56</p><p>NR 20</p><p>56</p><p>Situações de RISCOS ou PERIGO, são pontos vulneráveis de uma empresa, que podem gerar grandes perdas e danos.</p><p>SITUAÇÃO DE RISCO</p><p>57</p><p>NR 20</p><p>57</p><p>PERIGO: é a propriedade ou capacidade intrínseca dos materiais, locais, equipamentos, métodos e práticas de trabalho, potencialmente causadora de danos.</p><p>PERIGO X RISCO</p><p>58</p><p>NR 20</p><p>Exemplos:</p><p>Imagine uma curva perigosa ela oferece o risco de atropelamento;</p><p>outro exemplo: Uma estrada onde a mesma está encoberta por uma forte neblina então está estrada ela é perigosa e oferece o risco de colisão, atropelamento, abalroamento.</p><p>Atravessando a rua:</p><p>- PERIGO = atravessar a rua</p><p>- RISCO = ser atropelado</p><p>Para eu diminuir o RISCO – ser atropelado – eu coloco uma faixa de pedestre = diminuir o risco de atropelamento. Caso eu ainda coloque um semáforo de pedestre, diminuo mais ainda o risco de atropelamento.</p><p>Descer uma escada</p><p>PERIGO = descer a escada</p><p>RISCO = escorregar/risco de queda = coloco corrimão e fita antiderrapante = diminuo o risco de queda.</p><p>58</p><p>RISCO: Fonte ou situação com potencial para provocar danos em termos de lesão, doença, dano à propriedade, meio ambiente, local de trabalho ou a combinação destes.</p><p>Combinação da probabilidade de ocorrência e da(s) consequência(s) de um determinado evento perigoso.</p><p>PERIGO X RISCO</p><p>59</p><p>NR 20</p><p>Exemplos:</p><p>Imagine uma curva perigosa ela oferece o risco de atropelamento;</p><p>outro exemplo: Uma estrada onde a mesma está encoberta por uma forte neblina então está estrada ela é perigosa e oferece o risco de colisão, atropelamento, abalroamento.</p><p>Atravessando a rua:</p><p>- PERIGO = atravessar a rua</p><p>- RISCO = ser atropelado</p><p>Para eu diminuir o RISCO – ser atropelado – eu coloco uma faixa de pedestre = diminuir o risco de atropelamento. Caso eu ainda coloque um semáforo de pedestre, diminuo mais ainda o risco de atropelamento.</p><p>Descer uma escada</p><p>PERIGO = descer a escada</p><p>RISCO = escorregar/risco de queda = coloco corrimão e fita antiderrapante = diminuo o risco de queda.</p><p>59</p><p>São medidas de caráter preventivo, que têm a função de evitar que o risco se instale, mediante o uso de um mecanismo de controle.</p><p>IDENTIFICAÇÃO DO RISCO</p><p>60</p><p>NR 20</p><p>60</p><p>Para realizar o reconhecimento dos riscos, é necessário a escolha de um técnica de análise de risco, a mais comum é APR (Análise Preliminar de Risco).</p><p>Esse reconhecimento envolve os seguintes tópicos:</p><p>IDENTIFICAÇÃO DO RISCO</p><p>61</p><p>NR 20</p><p>61</p><p>Identificação dos Riscos;</p><p>Tempo de exposição ao risco;</p><p>Localização das fontes de risco;</p><p>Medidas de controle;</p><p>Entre outras.</p><p>IDENTIFICAÇÃO DO RISCO</p><p>62</p><p>NR 20</p><p>62</p><p>A avaliação dos risco está ligada diretamente na identificação. Avalia situação potencialmente geradoras de risco de acidentes em terminada atividade.</p><p>A avaliação pode ser qualitativa ou quantitativa.</p><p>AVALIAÇÃO DOS RISCOS</p><p>63</p><p>NR 20</p><p>63</p><p>AVALIAÇÃO QUALITATIVA: É o levantamento e análise de cada tipo de risco identificados no ambiente de trabalho.</p><p>AVALIAÇÃO QUANTITATIVA: Análise numérica do efeito dos riscos identificados no ambiente de trabalho.</p><p>AVALIAÇÃO DOS RISCOS</p><p>64</p><p>NR 20</p><p>64</p><p>As medidas de controle devem ser postas em prática logo após a identificação dos riscos. A prioridades são os controles nas fontes ou nas trajetórias. Por último, deve-se pensar em colocar um EPI nos trabalhadores.</p><p>CONTROLE DOS RISCOS</p><p>65</p><p>NR 20</p><p>65</p><p>APR – Análise Preliminar de Risco;</p><p>OS – Ordem de Serviço;</p><p>PTE – Permissão para Trabalho Especial;</p><p>PET – Permissão de Entrada e Trabalho;</p><p>Check List`s – Inspeções de segurança;</p><p>PCMSO – Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional;</p><p>PPRA – Programa de Prevenção de Riscos Ambientais;</p><p>LPR – Levantamento de Perigo e Risco.</p><p>TIPOS DE CONTROLE DOS RISCOS</p><p>66</p><p>NR 20</p><p>66</p><p>Desconhecimento do risco;</p><p>Falta de atenção;</p><p>Pressa/Stress;</p><p>Falta de ordem e limpeza;</p><p>Não cumprimento das regras de segurança.</p><p>Conhecimento do risco;</p><p>Atenção;</p><p>Destreza;</p><p>Respeito às regras de segurança.</p><p>Aumentam a probabilidade do acidente</p><p>Diminuem a probabilidade do acidente</p><p>67</p><p>NR 20</p><p>67</p><p>Uma vez concluída, a avaliação de riscos deve ser refeita periodicamente e revisada quando necessário, levando-se em consideração a aquisição de novos equipamentos e materiais que eventualmente alterem o grau de risco anteriormente avaliado.</p><p>CONTROLE DOS RISCOS</p><p>68</p><p>NR 20</p><p>68</p><p>EDUCAÇÃO EM SEGURANÇA</p><p>A falta de uma cultura prevencionista tem sido o principal obstáculo para as pessoas agirem com precaução nos locais de trabalho. Muitos trabalhadores são admitidos sem treinamento e passam a exercer funções sem estarem familiarizados com os procedimentos dos serviços, contribuindo para o aumento do risco nas atividades.</p><p>69</p><p>NR 20</p><p>69</p><p>EDUCAÇÃO EM SEGURANÇA</p><p>A melhor proteção que podemos oferecer é a informação e o treinamento, pois de nada vale valerá uma parafernália de equipamentos de proteção, se estes forem incorretamente empregados.</p><p>70</p><p>NR 20</p><p>70</p><p>CONTROLES COLETIVO E INDIVIDUAL PARA TRABALHOS COM INFLAMÁVEIS</p><p>71</p><p>2</p><p>NR 20</p><p>71</p><p>As medidas de controle garantem uma condição segura de todos envolvidos nas instalações para extração, produção, armazenamento, transferência, manuseio e manipulação de inflamáveis e líquidos combustíveis.</p><p>MEDIDAS DE CONTROLE</p><p>72</p><p>NR 20</p><p>72</p><p>Objetivo: Eliminar qualquer energia com temperatura suficiente de ignição do produto nos equipamentos com energia elétrica presentes nas instalações do processo.</p><p>As medidas preventivas se aplicam desde a fase de projeto, montagem, operação, manutenção e inspeção das instalações do processo.</p><p>MEDIDAS DE CONTROLE</p><p>73</p><p>NR 20</p><p>73</p><p>As principais medidas preventivas são:</p><p>Análise preliminar de Perigos/Riscos;</p><p>Permissão de trabalho;</p><p>Plano de inspeção e manutenção;</p><p>Inspeção em Segurança e Saúde no Ambiente de Trabalho;</p><p>Instruções técnicas para serviços de rotina;</p><p>Medidas de proteção complementar.</p><p>MEDIDAS DE CONTROLE</p><p>74</p><p>NR 20</p><p>74</p><p>A análise de riscos é um conjunto de métodos e técnicas, que aplicado a uma atividade, identifica e avalia qualitativa e quantitativamente os riscos que essa atividade representa para a população exposta, para o meio ambiente e para a empresa, de uma forma geral.</p><p>ANÁLISE PRELIMINAR DE PERIGOS/RISCOS</p><p>MEDIDAS DE CONTROLE</p><p>75</p><p>NR 20</p><p>75</p><p>20.8 – As instalações para extração, produção, armazenamento, transferência, manuseio e manipulação de inflamáveis e líquidos combustíveis devem possuir plano de inspeção e manutenção devidamente documentado.</p><p>PLANO DE INSPEÇÃO E MANUTENÇÃO NAS INSTALAÇÕES</p><p>MEDIDAS DE CONTROLE</p><p>76</p><p>NR 20</p><p>76</p><p>20.8.8 – Deve ser elaborada permissão de trabalho para atividades não rotineiras de intervenção nos equipamentos, baseada em análise de risco, nos trabalhos:</p><p>que possam gerar chamas, calor, centelhas ou ainda que envolvam o seu uso (trabalhos a quente);</p><p>em espaços confinados, conforme Norma Regulamentadora n.º 33;</p><p>PERMISSÃO DE TRABALHO</p><p>MEDIDAS DE CONTROLE</p><p>77</p><p>NR 20</p><p>77</p><p>envolvendo isolamento de equipamentos e bloqueio/etiquetagem;</p><p>em locais elevados com risco de queda, conforme Norma Regulamentadora n.º 35;</p><p>com equipamentos elétricos, conforme Norma Regulamentadora n.º 10;</p><p>cujas boas práticas de segurança e saúde recomendem, conforme Norma Regulamentadora n.º 20.</p><p>PERMISSÃO DE TRABALHO</p><p>MEDIDAS DE CONTROLE</p><p>78</p><p>NR 20</p><p>78</p><p>20.8.8.1 – As atividades rotineiras de inspeção e manutenção devem ser precedidas de instrução de trabalho.</p><p>Todos os serviços de rotina em instalações com inflamáveis e produtos combustíveis devem ser padronizados e precedidos de ordens de serviços especificas com a participação da CIPA e do SESMT.</p><p>INSTRUÇÕES TÉCNICAS PARA SERVIÇOS DE ROTINA</p><p>MEDIDAS DE CONTROLE</p><p>79</p><p>NR 20</p><p>79</p><p>20.9 – As instalações para extração, produção, armazenamento, transferência, manuseio e manipulação de inflamáveis e líquidos combustíveis devem ser periodicamente inspecionadas com enfoque na segurança e saúde no ambiente de trabalho.</p><p>INSPEÇÃO EM SEGURANÇA E SAÚDE NO AMBIENTE DE TRABALHO</p><p>MEDIDAS DE CONTROLE</p><p>80</p><p>NR 20</p><p>80</p><p>20.10.1 – Nas instalações classes I, II e III, o empregador deve elaborar e documentar as análises de riscos das operações que envolvam processo ou processamento nas atividades de extração, produção, armazenamento, transferência, manuseio e manipulação de inflamáveis e de líquidos combustíveis.</p><p>ANÁLISE PRELIMINAR DE PERIGOS/RISCOS</p><p>MEDIDAS DE CONTROLE</p><p>81</p><p>NR 20</p><p>81</p><p>Procedimento de proteção coletiva de Desenergização;</p><p>Proteção contra riscos adicionais;</p><p>Proteção por EPC e EPI.</p><p>MEDIDAS DE PROTEÇÃO COMPLEMENTAR</p><p>MEDIDAS DE CONTROLE</p><p>82</p><p>NR 20</p><p>82</p><p>Procedimento de proteção coletiva de Desenergização.</p><p>MEDIDAS DE PROTEÇÃO COMPLEMENTAR</p><p>MEDIDAS DE CONTROLE</p><p>É o conjunto de medidas de segurança necessárias, visando impossibilitar a liberação indevida de energia mecânica potencial, cinética, química, térmica, gravitacional, entre outras, para que um determinado serviço seja realizado sem riscos para o profissional, inclusive para o equipamento e/ou instalação.</p><p>83</p><p>NR 20</p><p>83</p><p>Procedimento de proteção coletiva de Desenergização</p><p>MEDIDAS DE PROTEÇÃO COMPLEMENTAR</p><p>MEDIDAS DE CONTROLE</p><p>Etapas da desenergização:</p><p>1 - Preparativos para desligar;</p><p>2 - Desligar o equipamento (painel);</p><p>3 - Isolar o equipamento;</p><p>4 - Bloquear (lacrar) e etiquetar;</p><p>5 - Controlar a energia armazenada ou reativa;</p><p>6 - Verificar se o equipamento está desligado.</p><p>84</p><p>NR 20</p><p>84</p><p>Procedimento de proteção coletiva de Desenergização</p><p>MEDIDAS DE PROTEÇÃO COMPLEMENTAR</p><p>MEDIDAS DE CONTROLE</p><p>Etapas da reenergização:</p><p>1 - Restaurar a área de trabalho;</p><p>2 - Informar a todos envolvidos;</p><p>3 - Remover os dispositivos de bloqueio.</p><p>85</p><p>NR 20</p><p>85</p><p>Riscos Adicionais</p><p>MEDIDAS DE PROTEÇÃO COMPLEMENTAR</p><p>MEDIDAS DE CONTROLE</p><p>Todos os demais grupos ou fatores de risco, além dos químicos, específicos de cada ambiente ou processos de trabalho que, direta ou indiretamente, possam afetar a segurança e a saúde no trabalho.</p><p>Exemplos:</p><p>- Energia elétrica;</p><p>- Espaço confinado;</p><p>- Trabalho em altura;</p><p>- Condições atmosféricas, etc...</p><p>86</p><p>NR 20</p><p>86</p><p>FONTES DE IGNIÇÃO</p><p>E SEU CONTROLE</p><p>87</p><p>3</p><p>NR 20</p><p>87</p><p>O risco químico mais significativo de acidente grave é quando existe a possibilidade de vazamento do produto inflamável ou combustível na presença de fontes de ignição.</p><p>FONTES DE INGNIÇÃO E SEU CONTROLE</p><p>88</p><p>NR 20</p><p>88</p><p>As fontes de ignição podem ser chamas vivas, superfícies quentes, automóveis, cigarros, faíscas por atrito, eletricidade dinâmica ou estática e podem gerar temperaturas suficientes para iniciar o processo de combustão da maioria das substâncias inflamáveis conhecidas.</p><p>FONTES DE INGNIÇÃO E SEU CONTROLE</p><p>89</p><p>NR 20</p><p>89</p><p>Especial atenção deve ser dada à eletricidade estática, uma vez que esta é uma fonte de ignição de difícil percepção.</p><p>Trata-se na realidade do acúmulo de cargas eletrostáticas que, por exemplo, um caminhão-tanque adquire durante o transporte.</p><p>Portanto, sempre que produtos inflamáveis estão envolvidos, deve-se realizar o aterramento adequado de todo equipamento.</p><p>FONTES DE INGNIÇÃO E SEU CONTROLE</p><p>ELETRICIDADE ESTÁTICA</p><p>90</p><p>NR 20</p><p>90</p><p>O Brasil é campeão em registro de descargas atmosféricas e instalações com inflamáveis tem que contar um plano de prevenção para monitoramento de mudanças climáticas com monitoramento e aviso prévio para interrupção preventiva de trabalhos em andamento.</p><p>FONTES DE INGNIÇÃO E SEU CONTROLE</p><p>SISTEMA DE PREVENÇÃO E DE PROTEÇÃO CONTRA RAIOS</p><p>91</p><p>NR 20</p><p>91</p><p>Toda instalação elétrica é projetada, adequada e documentada de acordo com a classificação da área respeitando toda segurança necessária no processo de forma que fontes elétricas de ignição não alcancem temperaturas suficientes para inflamação do produto mesmo em caso de vazamento local de acordo com a ABNT NBR IEC 60079.</p><p>FONTES DE INGNIÇÃO E SEU CONTROLE</p><p>NÍVEL DE PROTEÇÃO DOS EQUIPAMENTOS ELÉTRICOS - EPL</p><p>92</p><p>NR 20</p><p>92</p><p>O impacto de uma ferramenta não-faiscante contra uma superfície sólida pode gerar uma alta temperatura momentânea, em função do atrito, capaz de ionizar os átomos presentes nas moléculas do ar permitindo que a centelha se torne visível.</p><p>Normalmente chamada de faísca, esta temperatura gerada é estimada em torno de 700 ºC.</p><p>FONTES DE INGNIÇÃO E SEU CONTROLE</p><p>FAÍSCAS</p><p>93</p><p>NR 20</p><p>93</p><p>Toda vez que um gás ou vapor é comprimido em um sistema fechado, ocorre um aquecimento natural.</p><p>Quando esta compressão acontece de forma muita rápida, e o calor não sendo trocado devidamente entre os sistemas envolvidos, ocorre o que chamamos tecnicamente de compressão adiabática.</p><p>Esta compressão pode gerar picos de temperatura que podem chegar, dependendo da substância envolvida, a mais de 1.000 ºC.</p><p>FONTES DE INGNIÇÃO E SEU CONTROLE</p><p>COMPRESSÃO ADIABÁTICA</p><p>94</p><p>NR 20</p><p>94</p><p>É a fonte de energia mais fácil de ser identificada.</p><p>Algumas chamas oxicombustíveis, podem atingir temperaturas variando de 1.800 ºc (hidrogênio ou GLP com oxigênio) a 3.100 ºC (acetileno / oxigênio).</p><p>FONTES DE INGNIÇÃO E SEU CONTROLE</p><p>CHAMA DIRETA</p><p>95</p><p>NR 20</p><p>95</p><p>Vale ressaltar que, em todos os casos citados acima, as temperaturas geradas são muito maiores que a temperatura de auto-ignição da maioria das substâncias inflamáveis existentes, como: graxas comuns (500 ºC), gasolina (400 ºC), metanol (385 ºC), etanol (380 ºC) e querosene (210 ºC).</p><p>FONTES DE INGNIÇÃO E SEU CONTROLE</p><p>96</p><p>NR 20</p><p>O metanol é um biocombustível muito utilizado nas indústrias químicas como solvente e também como componente para fabricação de diversos produtos.</p><p>O metanol, também chamado de álcool metílico e hidrato de metilo, é um biocombustível altamente inflamável. Essa substância pode ser obtida através da destilação destrutiva de madeiras (principal), processamento da cana-de-açúcar ou por meio de gases de origem fóssil. Suas propriedades químicas são semelhantes ao etanol, porém, a toxidade é bem superior. Sua fórmula é: CH3OH.</p><p>96</p><p>PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO COM INFLAMÁVEIS</p><p>97</p><p>4</p><p>NR 20</p><p>97</p><p>Para uma melhor compreensão de todos</p><p>os elementos, ilustraremos, por meio de um triângulo, onde cada lado representará um dos elementos e o chamaremos de Triângulo do Fogo.</p><p>TEORIA DO FOGO</p><p>98</p><p>NR 20</p><p>98</p><p>Ultimamente vem sendo incluído mais um elemento, a Reação em cadeia.</p><p>TEORIA DO FOGO</p><p>TETRAEDRO DO FOGO</p><p>QUADRADO DO FOGO</p><p>99</p><p>NR 20</p><p>99</p><p>TEORIA DO FOGO</p><p>COMBUSTÍVEL</p><p>É todo material ou toda substância que possui a propriedade de queimar. Serve de campo para propagação do fogo.</p><p>100</p><p>NR 20</p><p>100</p><p>TEORIA DO FOGO</p><p>É o elemento que se combina com o material combustível, dando início e sustentando uma combustão (chama), ou seja, é o alimento da chama.</p><p>COMBURENTE</p><p>101</p><p>NR 20</p><p>101</p><p>TEORIA DO FOGO</p><p>É uma forma de energia física/química ligada diretamente ao aumento de temperatura que possibilita a reação entre o combustível e o comburente.</p><p>CALOR</p><p>102</p><p>NR 20</p><p>102</p><p>CLASSIFICAÇÃO DE INCÊNDIO</p><p>103</p><p>NR 20</p><p>103</p><p>CLASSE A – Fogo em materiais sólidos . Caracteriza-se por queimar em superfície e profundidade. Ex. tecido, madeira, papel, capim, etc.</p><p>CLASSE B – Fogo em líquidos inflamáveis. Caracteriza por queimar-se na superfície. Ex. graxas, gasolina, álcool.</p><p>CLASSE C – Fogo em equipamentos elétricos energizados. Ex. quadros de distribuição, fios sob tensão, computadores.</p><p>CLASSE D – Fogo em elemento pirofóricos. Ex. Magnésio, zircônio, titânio, etc.</p><p>104</p><p>NR 20</p><p>104</p><p>MÉTODOS DE EXTINÇÃO</p><p>105</p><p>NR 20</p><p>105</p><p>Diminui-se a temperatura do material incendiado inferiores ao ponto de fulgor ou de combustão dessa substância.</p><p>AÇÃO DE RESFRIAMENTO</p><p>106</p><p>NR 20</p><p>106</p><p>É resultante da retirada de Oxigênio, pela aplicação de um agente extintor, que deslocará o ar da superfície do material em combustão.</p><p>AÇÃO DE ABAFAMENTO</p><p>107</p><p>NR 20</p><p>107</p><p>A retirada do material combustível (o que está queimando ou o que esteja próximo) evita a propagação do incêndio, sem a necessidade de se utilizar um agente extintor.</p><p>AÇÃO DE RETIRADA DO MATERIAL</p><p>108</p><p>NR 20</p><p>108</p><p>AGENTES EXTINTORES</p><p>109</p><p>NR 20</p><p>109</p><p>Uso</p><p>Em incêndios de classe “A”.</p><p>Não usar em eletricidade (classe “C”).</p><p>EXTINTOR DE ÁGUA</p><p>110</p><p>NR 20</p><p>110</p><p>Uso</p><p>Em incêndios de classes “B” e “C”.</p><p>Pode ser usado em outras classes de fogo.</p><p>EXTINTOR DE PÓ QUÍMICO</p><p>111</p><p>NR 20</p><p>111</p><p>Uso</p><p>Em incêndios de Classes “B” e “C”.</p><p>Pode ser usado em outras classes do fogo.</p><p>EXTINTOR DE GÁS CARBÔNICO</p><p>112</p><p>NR 20</p><p>112</p><p>Uso</p><p>Em incêndios de classes “A” e “B”.</p><p>Nunca use em eletricidade (classe “C”).</p><p>EXTINTOR DE ESPUMA</p><p>113</p><p>NR 20</p><p>113</p><p>Os extintores de Pós chamados Multiuso ou ABC são extintores que podem ser usados em quaisquer classes de incêndio, pois extinguem princípios de incêndio em materiais sólidos, em líquidos inflamáveis e gases.</p><p>EXTINTOR MULTIUSO OU ABC</p><p>114</p><p>NR 20</p><p>114</p><p>Os extintores devem passar por teste hidrostático a cada cinco anos;</p><p>Na maioria dos extintores a inspeção por empresa especializada deverá ser feita uma vez ao ano;</p><p>Todos deverão ser sinalizado segundo Instrução Técnica do Corpo de Bombeiros;</p><p>RECOMENDAÇÕES GERAIS SOBRE OS EXTINTORES</p><p>115</p><p>NR 20</p><p>115</p><p>Todos deverão ser fixados em locais de fácil acesso e desobstruídos;</p><p>Deverão passar por uma inspeção mensal para verificar as perfeitas condições de uso.</p><p>RECOMENDAÇÕES GERAIS SOBRE OS EXTINTORES</p><p>116</p><p>NR 20</p><p>116</p><p>PROPRIEDADES DO CALOR</p><p>Transmissão do calor</p><p>É a propagação do fogo se dá pela transmissão do calor e se processa através do ar atmosférico e/ou da própria estrutura dos sólidos e líquidos que estiverem nas proximidades do fogo, manifestando-se de três formas:</p><p>117</p><p>NR 20</p><p>117</p><p>PROPRIEDADES DO CALOR</p><p>Transmissão do calor</p><p>Condução</p><p>Convecção</p><p>Irradiação</p><p>118</p><p>NR 20</p><p>118</p><p>PROPRIEDADES DO CALOR</p><p>Transmissão do calor</p><p>Condução:</p><p>A propagação do calor é feita de molécula para molécula do corpo, por movimento vibratório. A taxa de condução do calor vai depender basicamente da condutividade térmica do material, bem como de sua superfície e espessura.</p><p>119</p><p>NR 20</p><p>119</p><p>PROPRIEDADES DO CALOR</p><p>condução de calor por contato físico.</p><p>120</p><p>NR 20</p><p>120</p><p>PROPRIEDADES DO CALOR</p><p>Transmissão do calor</p><p>Convecção:</p><p>Este processo de transmissão de calor é característico dos fluidos (gases e líquidos). Ele se dá pela formação de correntes de ar ascendentes e descendentes.</p><p>A convecção é responsável pelo alastramento de muitos incêndios, às vezes atingindo compartimentos bastante afastados do local de origem do fogo.</p><p>121</p><p>NR 20</p><p>121</p><p>CONVECÇÃO (LIQUIDOS E GASES)</p><p>122</p><p>NR 20</p><p>122</p><p>CONVECÇÃO (LIQUIDOS E GASES)</p><p>123</p><p>NR 20</p><p>123</p><p>PROPRIEDADES DO CALOR</p><p>Transmissão do calor</p><p>Radiação:</p><p>É a propagação da energia por meio de partículas ou ondas. Todos os corpos emitem radiação, basta estarem a uma determinada temperatura.</p><p>124</p><p>NR 20</p><p>124</p><p>PROPRIEDADES DO CALOR</p><p>RADIAÇÃO – SEM CONTATO FÍSICO</p><p>125</p><p>NR 20</p><p>125</p><p>São equipamentos que tornam possível o transporte de água dos locais de abastecimento até a área atingida.</p><p>EQUIPAMENTOS HIDRÁULICOS</p><p>Hidrantes</p><p>Mangueiras</p><p>Esguichos</p><p>Chuveiros automáticos (Sprinklers)</p><p>Outros</p><p>126</p><p>NR 20</p><p>126</p><p>São conexões instaladas nas partes internas ou externas dos prédios, destinadas à colocação de mangueiras para combater incêndios.</p><p>Os hidrantes podem ser de parede, coluna ou calçada.</p><p>Todas as conexões dos hidrantes são do tipo engate rápido</p><p>HIDRANTES</p><p>127</p><p>NR 20</p><p>127</p><p>HIDRANTES</p><p>128</p><p>NR 20</p><p>128</p><p>São tubos flexíveis de tecido com revestimento interno de borracha. Nas extremidades, há juntas metálicas que possibilitam a colocação em hidrantes, derivantes etc., com a finalidade de conduzir água, sob pressão, do seu ponto de tomada (hidrantes) até o local do incêndio. São encontradas nos diâmetros de 2 ½" (65 mm) e 1 ½" (38 mm) em diversos tamanhos de comprimento: 15, 20, 25 e 30 metros.</p><p>MANGUEIRAS</p><p>129</p><p>NR 20</p><p>129</p><p>MANGUEIRAS</p><p>130</p><p>NR 20</p><p>130</p><p>As mangueiras podem ser acondicionadas da seguinte forma:</p><p>Enroladas ou em Espiral: permitem o armazenamento por muito tempo, evitando rachaduras.</p><p>MANGUEIRAS</p><p>131</p><p>NR 20</p><p>131</p><p>ADUCHADAS: são dobradas e enroladas ao meio, partindo da extremidade oposta às juntas de união. Permitem maior rapidez no combate ao fogo</p><p>MANGUEIRAS</p><p>132</p><p>NR 20</p><p>132</p><p>ZIGUEZAGUE: são utilizadas para o rápido combate ao fogo. Deve-se ter o cuidado de trocar as dobras a cada inspeção para evitar rachaduras.</p><p>MANGUEIRAS</p><p>133</p><p>NR 20</p><p>133</p><p>Conservá-las secas e em local ventilado;</p><p>Mantê-las desligadas dos hidrantes;</p><p>Examiná-las visualmente quanto a rupturas ou abrasões;</p><p>Secá-las completamente após o uso.</p><p>RECOMENDAÇÕES GERAIS SOBRE AS MANGUEIRAS</p><p>134</p><p>NR 20</p><p>134</p><p>São peças metálicas adaptadas à extremidade das mangueiras, destinadas a dar forma, direção e controle ao jato de água.</p><p>ESGUICHOS</p><p>Esguicho cônico ou agulheta;</p><p>Esguicho regulável ou Esguicho universal</p><p>135</p><p>NR 20</p><p>135</p><p>Esguicho cônico ou agulheta</p><p>É o tipo mais comum, constituído de um cone. A parte posterior é ligada à mangueira e a parte anterior, mais fina, dispõe de boca removível (requinte) que regula a formação do jato.</p><p>ESGUICHOS</p><p>136</p><p>NR 20</p><p>136</p><p>Esguicho regulável ou Universal</p><p>É um tipo de esguicho com um dispositivo especial, capaz de produzir jatos sólidos, borrifos ou neblina, controlados pelo próprio operador.</p><p>ESGUICHOS</p><p>137</p><p>NR 20</p><p>137</p><p>As instalações elétricas ocupam um dos primeiros lugares como fonte causadora de incêndio. Fios e componentes desgastados devem ser substituídos. Devem ser evitadas, também, as improvisações ou “gambiarras” e a realização de serviços com eletricidade somente deve ficar a cargo de pessoas capacitadas.</p><p>ELETRICIDADE</p><p>138</p><p>NR 20</p><p>138</p><p>ELETRICIDADE</p><p>INCÊNDIO PRÉDIO JOELMA</p><p>139</p><p>NR 20</p><p>139</p><p>As máquinas, equipamentos, prateleiras, containers, tanques..., Tudo que utilizam e/ou comportam materiais elétricos, inflamáveis ou explosivos devem estar aterrados; caso contrário, poderá haver a formação do triângulo do fogo, pela geração do calor, ocasionando incêndios.</p><p>FIO-TERRA</p><p>140</p><p>NR 20</p><p>140</p><p>Os incêndios provocados pelos raios são muito comuns. Todas as edificações devem possuir a proteção do pára-raios, cuja instalação e manutenção periódica devem ser feitas por especialistas.</p><p>PÁRA-RAIOS</p><p>141</p><p>NR 20</p><p>141</p><p>Os líquidos inflamáveis não devem ser guardados junto com materiais combustíveis sólidos. Também não devem ser estocados em grandes quantidades nos locais de trabalho, pois o acúmulo de gases desprendidos dos materiais pode provocar explosões e, em conseqüência, o incêndio.</p><p>ESTOCAGEM INCORRETA DE MATERIAIS</p><p>142</p><p>NR 20</p><p>142</p><p>A falta de arrumação e limpeza facilita o crescimento do fogo, dificultando ou impedindo sua extinção.</p><p>ARRUMAÇÃO E LIMPEZA</p><p>Panos e papéis sujos de líquidos inflamáveis devem ter destino próprio. Evite o acúmulo de lixo.</p><p>143</p><p>NR 20</p><p>143</p><p>Um simples cigarro tem provocado grandes tragédias. Ao terminar de fumar, apague completamente o que restou do cigarro. Ao jogar as cinzas e pontas de cigarro, verifique se ele ainda está aceso.</p><p>CIGARROS</p><p>144</p><p>NR 20</p><p>144</p><p>COMO AGIR EM CASO DE INCÊNDIO</p><p>145</p><p>NR 20</p><p>145</p><p>Se perceber indícios de incêndios (fumaça, cheiro de queimado), aproxime-se a uma distância segura para ver o que está queimando e a extensão do fogo;</p><p>Dê o alarme pelo meio disponível a todos ocupantes e brigada de incêndio;</p><p>EM CASO DE INCÊNDIO:</p><p>146</p><p>NR 20</p><p>146</p><p>Se não souber combater o fogo, ou não puder dominá-lo, saia do local alertando os demais ocupantes;</p><p>Não perca tempo tentando salvar objetos, salve sua vida;</p><p>Mantenha-se vestido, pois sua roupa protege o corpo contra o calor;</p><p>EM CASO DE INCÊNDIO:</p><p>147</p><p>NR 20</p><p>147</p><p>Procure alcançar o térreo usando a escada, sem correr. Jamais use o elevador;</p><p>Se sua vestes pegar fogo, não corra. Isso só faz aumentar a chama. Role no chão ou procure se envolver com um cobertor ou cortina para abafá-lo.</p><p>EM CASO DE INCÊNDIO:</p><p>148</p><p>NR 20</p><p>148</p><p>CORPO DE BOMBEIROS NO BRASIL</p><p>193</p><p>149</p><p>NR 20</p><p>149</p><p>TELEFONES ÚTEIS</p><p>CORPO DE BOMBEIROS (RESGATE) ...................193</p><p>AMBULÂNCIA/SAMU................................................192</p><p>POLÍCIA MILITAR .....................................................190</p><p>150</p><p>NR 20</p><p>150</p><p>PROCEDIMENTOS BÁSICOS EM SITUAÇÕES DE EMERGÊNCIA COM INFLAMÁVEIS</p><p>151</p><p>5</p><p>NR 20</p><p>151</p><p>PROCEDIMENTOS DE EMERGÊNCIA</p><p>Algumas empresas adotam que todos os trabalhadores participem da Brigada de Incêndio ou da Brigada de Emergência, obedecendo a um rodízio pré-estabelecido pelo Setor de Segurança – SESMT.</p><p>152</p><p>NR 20</p><p>152</p><p>PROCEDIMENTOS DE EMERGÊNCIA</p><p>Uma das maiores preocupações durante uma situação de emergência é a retirada das pessoas, o mais rápido possível, sem qualquer tipo de acidente ou incidente, de dentro do local sinistrado para um ambiente seguro, esse procedimento é chamado de ABANDONO DE ÁREA descrito no Plano de Ação de Emergência - PAE.</p><p>153</p><p>NR 20</p><p>153</p><p>PROCEDIMENTOS DE EMERGÊNCIA</p><p>PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA - PAE</p><p>PAE é parte integrante de um Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR), de modo que as tipologias acidentais, os recursos e as ações necessárias para minimizar os impactos possam ser adequadamente dimensionados.</p><p>154</p><p>NR 20</p><p>154</p><p>PROCEDIMENTOS DE EMERGÊNCIA</p><p>PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA - PAE</p><p>O abandono coordenado de local requer que as áreas sejam dividas em setores, de modo a permitir a individualização dos exercícios simulados.</p><p>155</p><p>NR 20</p><p>155</p><p>PROCEDIMENTOS DE EMERGÊNCIA</p><p>PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA - PAE</p><p>Os exercícios devem ser incentivados, pois a rapidez é importante no abandono do local, entretanto, sem coordenação a rapidez poderá causar congestionamento e resultar em pânico.</p><p>A ordem e o controle da situação devem ser observados nos exercícios simulados.</p><p>156</p><p>NR 20</p><p>156</p><p>PROCEDIMENTOS DE EMERGÊNCIA</p><p>PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA - PAE</p><p>Sistemática:</p><p>Primeiro Toque: Sinal de Alarme de Incêndio;</p><p>Segundo Toque: Sinal de preparação para o plano de abandono.</p><p>As máquinas e outros equipamentos devem ser desligados e os caminhos, portas e saídas de emergência desobstruídas;</p><p>Os ocupantes dos setores devem formar filas em direção as saídas designadas para esse fim;</p><p>157</p><p>NR 20</p><p>157</p><p>PROCEDIMENTOS DE EMERGÊNCIA</p><p>PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA - PAE</p><p>Sistemática:</p><p>Terceiro Toque: Final da ocorrência com retorno ao local de trabalho.</p><p>158</p><p>NR 20</p><p>158</p><p>PROCEDIMENTOS DE EMERGÊNCIA</p><p>ALARME DE INCÊNDIO</p><p>Os alarmes de incêndio podem ser manuais ou automáticos.</p><p>Os detectores de fumaça, de calor ou de temperatura acionam automaticamente a central de alarme de incêndio.</p><p>159</p><p>NR 20</p><p>159</p><p>PROCEDIMENTOS DE EMERGÊNCIA</p><p>SINALIZAÇÃO</p><p>A sinalização contra incêndio e pânico tem a finalidade de reduzir o risco de incêndio e garantir ações adequadas frente à situação de risco.</p><p>160</p><p>NR 20</p><p>160</p><p>PROCEDIMENTOS DE EMERGÊNCIA</p><p>ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA</p><p>A iluminação de emergência, que entra em funcionamento quando falta energia elétrica, pode ser alimentada por gerador, bateria de acumuladores (não automotiva) ou bateria autônoma recarregável.</p><p>161</p><p>NR 20</p><p>161</p><p>PROCEDIMENTOS DE EMERGÊNCIA</p><p>ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA</p><p>A iluminação de emergência é obrigatória nos elevadores e escadas de emergência, com constantemente revisão dos pontos de iluminação.</p><p>Caso seja feito o corte de energia, a iluminação de emergência garantirá que a evacuação seja feita de forma segura mantendo a visibilidade local.</p><p>162</p><p>NR 20</p><p>162</p><p>PROCEDIMENTOS DE EMERGÊNCIA</p><p>SAÍDAS DE EMERGÊNCIA</p><p>As Saídas de Emergências dão acesso as rotas de fuga permitindo acesso seguro às dependências externas da edificação ou a um ponto de encontro.</p><p>163</p><p>NR 20</p><p>163</p><p>PROCEDIMENTOS DE EMERGÊNCIA</p><p>ROTAS DE FUGA</p><p>A rota de fuga é a via considerada mais segura por onde devem se evadir os colaboradores das áreas já atingidas ou passíveis de se tornarem áreas de emergência.</p><p>Estas rotas seguras de saída devem ser divulgadas a todos, como exemplo, evidenciada através do curso de integração na empresa.</p><p>164</p><p>NR 20</p><p>164</p><p>PROCEDIMENTOS BÁSICOS EMERGÊNCIAIS</p><p>165</p><p>NR 20</p><p>165</p><p>PROCEDIMENTOS DE EMERGÊNCIA</p><p>PROCEDIMENTOS BÁSICOS EMERGÊNCIAIS</p><p>As principais medidas de prevenção contra incêndios de forma geral são:</p><p>Ao término do trabalho, desligue a chave geral de instalação elétrica;</p><p>Acondicione restos de estopas ou panos sujos de graxas ou inflamáveis em recipiente próprio com tampa;</p><p>Não jogue em sexta de lixo fósforo ou ponta de cigarros;</p><p>166</p><p>NR 20</p><p>166</p><p>PROCEDIMENTOS DE EMERGÊNCIA</p><p>PROCEDIMENTOS BÁSICOS EMERGÊNCIAIS</p><p>Não fume nunca em nenhum local, abandone este vício;</p><p>Não utilizar materiais inflamáveis para limpar o chão, paredes, entre outros.</p><p>167</p><p>NR 20</p><p>167</p><p>PROCEDIMENTOS DE EMERGÊNCIA</p><p>PROCEDIMENTOS BÁSICOS EMERGÊNCIAIS</p><p>As medidas básicas em situação de incêndio são:</p><p>Afaste-se o mais rápido da instalação se não estiver combatendo o fogo;</p><p>Desça uma escada sempre pelo seu lado direito;</p><p>Rasteje quando tiver que atravessar áreas com fumaça;</p><p>168</p><p>NR 20</p><p>168</p><p>PROCEDIMENTOS DE EMERGÊNCIA</p><p>PROCEDIMENTOS BÁSICOS EMERGÊNCIAIS</p><p>Molhe suas roupas e coloque um pano limpo molhado sobre o nariz e boca, que servirão como filtro;</p><p>Não suba as escadas a menos que o prédio tenha saída de emergência para prédios vizinhos.</p><p>169</p><p>NR 20</p><p>169</p><p>PROCEDIMENTOS DE EMERGÊNCIA</p><p>PROCEDIMENTOS BÁSICOS EMERGÊNCIAIS</p><p>As medidas necessárias de prevenção para instalações administrativas são:</p><p>A compartimentação por meio de paredes a prova de fogo;</p><p>Saídas em quantidades suficientes e de fácil acesso;</p><p>Informação da localização dos extintores e para qual classe de incêndios serão utilizados;</p><p>170</p><p>NR 20</p><p>170</p><p>PROCEDIMENTOS DE EMERGÊNCIA</p><p>PROCEDIMENTOS BÁSICOS EMERGÊNCIAIS</p><p>Instalação hidráulica preventiva contra incêndio;</p><p>Detectores automáticos de incêndio;</p><p>Equipamentos extintores portáteis de combate a incêndios;</p><p>Nomeação de inspetor para os locais perigosos do ponto de vista de incêndio;</p><p>Portas corta-fogo leves e metálicas; e</p><p>Rede de chuveiros automáticos do tipo Sprinkler.</p><p>171</p><p>NR 20</p><p>171</p><p>PROCEDIMENTOS DE EMERGÊNCIA</p><p>PROCEDIMENTOS BÁSICOS EMERGÊNCIAIS</p><p>As medidas necessárias de prevenção para instalações</p><p>elétricas são:</p><p>Revise periodicamente as instalações elétricas, principalmente no que se refere à sobrecorrentes.</p><p>Instale sistema de detecção de fumaça e alarme sonoro contra fogo.</p><p>Nunca substitua de um fusível ou rearme de disjuntores, acione a manutenção elétrica.</p><p>172</p><p>NR 20</p><p>172</p><p>PROCEDIMENTOS DE EMERGÊNCIA</p><p>PROCEDIMENTOS BÁSICOS EMERGÊNCIAIS</p><p>As medidas necessárias de prevenção para oficinas são:</p><p>Se informe sobre a localização dos extintores e em qual Classe de incêndios serão utilizados;</p><p>Proíba a obstrução da área destinada ao equipamento de combate a incêndio;</p><p>Evite acúmulo de resíduos e sobras inflamáveis;</p><p>173</p><p>NR 20</p><p>173</p><p>PROCEDIMENTOS DE EMERGÊNCIA</p><p>PROCEDIMENTOS BÁSICOS EMERGÊNCIAIS</p><p>Ventile o ambiente que esteja carregado de poeiras ou emanações inflamáveis ou explosivas;</p><p>Não acumule vasilhames com inflamáveis ou explosivos em armários estantes ou gavetas;</p><p>Nomeie inspetores para os locais perigosos do ponto de vista de incêndio.</p><p>174</p><p>NR 20</p><p>174</p><p>PROCEDIMENTOS DE EMERGÊNCIA</p><p>PROCEDIMENTOS BÁSICOS EMERGÊNCIAIS</p><p>As medidas necessárias de prevenção para áreas de estocagem são:</p><p>Construa tanques para água visando um estoque estratégico para combate a incêndio;</p><p>Instale bombas hidráulicas para pressurizar a rede preventiva de incêndio;</p><p>Coloque em locais estratégicos uma rede de hidrantes fixos para eventuais combate a incêndio;</p><p>175</p><p>NR 20</p><p>175</p><p>PROCEDIMENTOS DE EMERGÊNCIA</p><p>PROCEDIMENTOS BÁSICOS EMERGÊNCIAIS</p><p>Armazene todo produto químico dentro dos seus grupos;</p><p>Evite o armazenamento de grupos de explosivos, corrosivos, inflamáveis e outros produtos com reações perigosas.</p><p>176</p><p>NR 20</p><p>176</p><p>PERM. TRAB. COM INFLAMÁVEIS</p><p>INFORMAÇÕES IMPORTANTES</p><p>A PT limitará o trabalho a um determinado equipamento ou área ou período de validade;</p><p>Todos os seus campos deverão ser preenchidos;</p><p>A PT aprovada ficará em posse do executante do trabalho, devendo ser apresentada sempre que solicitada;</p><p>A PT deverá ser arquivada.</p><p>177</p><p>NR 20</p><p>177</p><p>image2.jpeg</p><p>image3.jpeg</p><p>image4.jpeg</p><p>image5.jpeg</p><p>image6.png</p><p>image7.png</p><p>image8.jpeg</p><p>image9.jpeg</p><p>image10.jpeg</p><p>image11.jpeg</p><p>image12.jpeg</p><p>image13.jpeg</p><p>image14.jpeg</p><p>image15.jpeg</p><p>image16.jpeg</p><p>image17.jpeg</p><p>image18.jpeg</p><p>image19.jpeg</p><p>image20.png</p><p>image21.jpeg</p><p>image22.jpeg</p><p>image23.png</p><p>image24.jpeg</p><p>image25.jpeg</p><p>image26.jpeg</p><p>image27.png</p><p>image28.jpeg</p><p>image29.jpeg</p><p>image30.jpeg</p><p>image31.jpeg</p><p>image32.jpeg</p><p>image33.png</p><p>image34.jpeg</p><p>image35.jpeg</p><p>image36.png</p><p>image37.png</p><p>image38.jpeg</p><p>image39.png</p><p>image40.jpeg</p><p>image41.png</p><p>image42.png</p><p>image43.jpeg</p><p>image44.png</p><p>image45.png</p><p>image46.png</p><p>image47.jpeg</p><p>image48.jpeg</p><p>image49.jpeg</p><p>image50.jpeg</p><p>image51.jpeg</p><p>image52.png</p><p>image53.wmf</p><p>image54.jpeg</p><p>image55.jpeg</p><p>image56.jpeg</p><p>image57.jpeg</p><p>image58.jpeg</p><p>image59.jpeg</p><p>image60.jpeg</p><p>image61.jpeg</p><p>image62.jpeg</p><p>image63.jpeg</p><p>image64.jpeg</p><p>image65.jpeg</p><p>image66.jpeg</p><p>image67.jpeg</p><p>image68.jpeg</p><p>image69.png</p><p>image70.jpeg</p><p>image71.jpeg</p><p>image72.jpeg</p><p>image73.png</p><p>image74.png</p><p>image75.png</p><p>image76.png</p><p>image77.wmf</p><p>image1.png</p>

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