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<p>1 - Lactente de 18 meses, previamente hígido, é levado por sua mãe à emergência com história de febre(39,0ºC)</p><p>iniciada há 36 horas sem outros sintomas. Apresenta caderneta de vacinação incompleta para pneumococo (apenas</p><p>uma dose aos dois meses), febril Tax: 39,9ºC, bom estado geral, hidratado, corado, acianótico, sem qualquer</p><p>alteração detectável ao exame físico, coletado no primeiro dia de febre EAS >100.000/ ml, por conta própria e por</p><p>saco coletor ficando 4 horas em contato com a pele. A conduta inicial é colher:</p><p>a) hemograma e PCR. Caso hemograma alterado colher hemocultura, internar e iniciar antibiótico parenteral.</p><p>b) Realizar nova coleta de EAS, hemograma e PCR. Caso exames normais liberar o paciente, sem necessidade de</p><p>Retorno</p><p>c) apenas EAS e, se alterado, iniciar antibiótico oral</p><p>d) Realizar novo EAS. Se EAS se normal, coletar hemograma e PCR. Caso exames normais liberar o paciente e programar</p><p>retorno em 24 horas</p><p>2 - Um lactente de 10 dias iniciou febre de 38,8 °C há 24 horas. Os pais dizem que a criança mantém bom estado</p><p>geral e está mamando sem dificuldade. Durante a avaliação, o exame físico do paciente encontra-se normal e, após</p><p>30 minutos sem roupa, sua temperatura mantém-se alta, 38,6 °C. Considerando-se o quadro de febre sem foco, qual</p><p>deve ser a próxima medida?</p><p>a) Prescrever antitérmico, orientar sinais de alarme e reavaliar em 24 horas.</p><p>b) Colher hemograma e urina para avaliação de elementos anormais e sedimentos (EAS) e, se a contagem de</p><p>leucócitos estiver entre 5.000 e 15.000 / mm3 e o EAS estiver normal, liberar com orientação de retorno em 24</p><p>horas.</p><p>c) Solicitar hemocultura, urinocultura e punção lombar com cultura, celularidade e bioquíma do líquor e, se o líquor</p><p>estiver normal, liberar após dose de ceftriaxona intramuscular.</p><p>d) Indicar internação hospitalar para realização de hemocultura, urinocultura e líquor, além de iniciar</p><p>antiobioticoterapia parenteral empírica.</p><p>3 - A doença de Kawasaki é uma vasculite que ocorre especialmente em menores de 5 anos de idade. A febre</p><p>persistente por mais de 5 dias é um dos pontos principais para suspeitar da doença. Os 5 critérios diagnósticos</p><p>clássicos para definição da doença são:</p><p>a) alterações de extremidades (eritema de palmas das mãos e planta dos pés e edema), artrite de grandes</p><p>articulações, alterações neurológicas focais, linfadenopatia cervical (> 1,5 cm) e anemia com trombocitopenia.</p><p>b) linfadenopatia cervical (> 1,5 cm), alterações em lábios e cavidade oral (fissuras, “língua em framboesa”),</p><p>alterações do nível de consciência, exantema polimorfo e aneurismas de coronárias.</p><p>c) alterações de extremidades (eritema de palmas das mãos e planta dos pés e edema), conjuntivite bilateral sem</p><p>exudato, linfadenopatia cervical (> 1,5 cm), anemia com trombocitopenia e exantema polimorfo.</p><p>d) conjuntivite bilateral sem exudato, linfadenopatia cervical (> 1,5 cm), alterações em lábios e cavidade oral (fissuras,</p><p>“língua em framboesa”), alterações de extremidades (eritema de palmas das mãos e planta dos pés e edema) e</p><p>exantema polimorfo.</p><p>4 - A síndrome mão-pé-boca, em geral, causada por infecção pelo:</p><p>a) coronavírus</p><p>b) adenovírus</p><p>c) vírus da Herpes Simples</p><p>d) coxsakievírus A16</p><p>5 - Lactente de 11 meses de idade apresentou febre alta (39,8°C) por 3 dias, seguido de exantema maculopapular</p><p>principalmente em tronco, não pruriginoso. Estava sendo acompanhado desde o nascimento e não apresentava</p><p>nenhum problema de saúde. Sua caderneta de vacinação está atualizada. Está no 4o dia de doença, afebril desde</p><p>ontem, e, com diminuição das lesões, sem outras anormalidades ao exame físico. Mãe relata que seu filho está</p><p>frequentando a creche há 2 meses. A principal hipótese diagnóstica é:</p><p>a) sarampo</p><p>b) enterovírus – Síndrome mão pé boca</p><p>c) escarlatina</p><p>d) exantema súbito</p><p>6 - Erupções cutâneas, febre e exantema são manifestações comuns de muitas infecções. A distribuição e a</p><p>aparência da erupção sugerem o diagnóstico diferencial dos agentes infecciosos. É considerado como</p><p>patognomônico para o diagnóstico de sarampo:</p><p>a) tosse, coriza e febre alta por 3 dias</p><p>b) febre, tosse e exantema com distribuição centrípeta</p><p>c) pródromo de 3 dias de tosse, febre e manchas de Koplik</p><p>d) exantema maculopapular com distribuição céfalo-caudal</p><p>7 - Diversas doenças virais apresentam sintomas bastante semelhantes entre si, muitas vezes muito parecidos aos</p><p>da gripe ou aos de um resfriado comum. O sarampo é um exemplo de doença que inicialmente lembra um resfriado.</p><p>Entretanto, como o tempo, aparecem erupções na face que se espalham progressivamente para outras partes do</p><p>corpo. É uma doença grave, transmitida através:</p><p>a) das secreções nasofaríngeas de pessoas contaminadas.</p><p>b) da ingestão de alimentos e água contaminados pelo vírus.</p><p>c) do contato sexual com pessoas contaminadas.</p><p>d) da ingestão de carne mal passada contaminada.</p><p>8 - Assinale V (verdadeiro) ou F (falso) considerando a conduta adequada em quadros de IVAS viral:</p><p>( ) Em crianças de 2 anos, com otite unilateral e sem otorreia, o uso do antimicrobiano pode ser postergado por, pelo</p><p>menos, mais 48h, utilizando-se somente analgesia e antitérmicos.</p><p>( ) A radiografia simples de seios paranasais é indicada como adjuvante na decisão terapêutica para Rinossinusite.</p><p>( ) A eficácia e a resistência bacteriana são critérios mais importantes para a escolha de medicamentos do que a</p><p>posologia facilitada.</p><p>( ) O uso de soro fisiológico nasal, além de melhorar a evolução do paciente, pode causar alívio sintomático da</p><p>obstrução.</p><p>Indique a alternativa que apresenta a sequência correta.</p><p>a) F-V-V-F</p><p>b) V-F-V-F</p><p>c) F-V-F-V</p><p>d) V-F-F-V</p><p>9 - São critérios para suspeita diagnóstica da síndrome dos ovários policísticos, exceto:</p><p>a) oligomenorreia</p><p>b) à ultrassonografia, presença de 20 ou mais folículos medindo 2-9mm de diâmetro.</p><p>c) fluxo menstrual com volume aumentado.</p><p>d) presença de acne, seborreia e alopécia frontal.</p><p>10 - Sobre a síndrome de morris, marque a alternativa errada:</p><p>a) possui cariótipo 46xx</p><p>b) na fisiopatologia apresentam insensibilidade androgênica</p><p>c) apresenta gônadas vestigiais masculinas</p><p>d) apresenta-se com fenótipo feminino</p><p>11 -Paciente com diagnóstico de Síndrome dos Ovários Policísticos deseja engravidar há 2 anos sem sucesso. Das</p><p>drogas abaixo, qual está indicada para a paciente que deseja engravidar?</p><p>a) Medicamento a base de Ciproterona (Diane 35® por exemplo)</p><p>b) desogestrel</p><p>c) metformina</p><p>d) gestodeno</p><p>12 - Na consulta ginecológica, qual a principal indicação do exame de toque vagino-retal?</p><p>a) galactorreia</p><p>b) suspeita de endometriose de septo retrovaginal</p><p>c) gestação</p><p>d) paciente virgem</p><p>13 - Assinale a alternativa que contém apenas os hormônios produzidos nos ovários da mulher no menacme:</p><p>a) B-HCG/ Estrgênio/ Progesterona</p><p>b) Testosterona / Estrogênio/ Progesterona</p><p>c) FSH/ TSH/ T4</p><p>d) FSH / LH/ Estrogênio</p><p>14 - Identifique a sequência correta da coleta da Colpocitologia Oncótica (somente 1 alternativa está na ordem</p><p>sequencia correta):</p><p>1. Fixação do material na lâmina</p><p>2. Introdução do especulo vaginal</p><p>3. Coleta de material da Endocérvice</p><p>4. Coleta de Material da Ectocérvice</p><p>5. Introdução da “escovinha” na endocérvice</p><p>a) V-II-III-I-IV</p><p>b) II-III-IV-V-I</p><p>c) II-V-III-IV-I</p><p>d) II-IV-V-III-I</p><p>15 - Qual hormônio é responsável pela maturação oocitária? (seu pico geralmente é 36 horas antes da ovulação).</p><p>a) LH</p><p>b) Estrogênio</p><p>c) Progesterona</p><p>d) FSH</p><p>16 - Paciente 78 anos feminino natural de Brejinho de Nazaré/TO, assintomática procura ajuda na unidade básica</p><p>de saúde para avaliação anual. Histórico familiar de obesidade, DM2 e HAS, pai faleceu de IAM aos 59 anos, mãe</p><p>hígida. Nega outras patologias crônicas na família, não fuma, etilista social, não segue dieta e sedentária. Faz uso</p><p>de medicação para controle de triglicerídeos. Ao Exame IMC 29, circunferência abdominal 86cm, PA 135x90mmhg.</p><p>Com relação ao quadro clínico apresentado</p><p>assinale e resposta correta quanto ao diagnóstico, melhor conduta e</p><p>justificativa.</p><p>a) Síndrome Metabólica; Mudança de Estilo de Vida é a principal medida para o tratamento, pois o tratamento</p><p>medicamentoso não tem benefício no caso, conforme as recomendações da SBD 2021;</p><p>b) Diabetes Tipo 1; Insulina NPH 10 unidades no esquema conhecido como Bed Time é a melhor conduta segundo as</p><p>diretrizes da SBD 2021;</p><p>c) Diabetes Tipo 2; Dapaglifozina 10mg, um inibidor do co-transportador dependente de sódio e glicose do tipo 1</p><p>pode ser uma alternativa para iniciar tratamento, pois mostrou em seus estudos redução da mortalidade por</p><p>evento cardiovascular, conforme diretriz SBD 2021;</p><p>d) Síndrome Metabólica; Metformina, uma biguanida, que tem como mecanismo de ação estimular o receptor</p><p>PPARGama, na dose de 1g por dia é indicada segundo as Diretrizes da SBD 2021 para tratamento de Síndrome</p><p>Metabólica;</p><p>17 - Paciente sexo feminino, 33 anos, vem encaminhada da ginecologia que a paciente procurou devido a ciclos</p><p>irregulares e hirsutismo. Refere ganho ponderal de 5 kg em 30 dias e alterações da glicemia. Pais obesos, hipertensos</p><p>e diabéticos. Mãe com sequela de AVC aos 40 anos. No momento sem restrição na dieta e sedentária. Nega</p><p>tabagismo e etilismo. Ao exame: IMC 25, CA 85, PA 120x80. A US de abdômen apresenta aumento difuso da</p><p>ecogenicidade hepática em grau moderado. Nos exames laboratoriais glicemia plasmática de jejum 120m/dL,</p><p>confirmada em uma segunda amostra, e lipidograma com triglicérides 99mg/dL, Colesterol total 240mg, HDL</p><p>60mg/dL e LDL 180mg/dL. Além da Síndrome dos Ovários Policísticos e Dislipidemia, qual alternativa que indica</p><p>outro diagnóstico da Paciente e melhor conduta juntamente com as características farmacológicas do tratamento</p><p>se medicamentoso?</p><p>a) Sindrome Metabólica (IDF 2006); somente mudança no estilo de vida pois nesse grupo de pacientes não tem</p><p>benefício o uso de tratamento medicamentoso;</p><p>b) Pré-Diabetes; Além da mudança no estilo de vida a paciente tem indicação de iniciar o tratamento medicamentoso</p><p>com Metformina 1g por dia, uma Biguanida que age esimulando a ação da AMPK (proteína quinase ativada por</p><p>adenosina), reduzindo a gliconeogenese e glicogenólise além de reduzir absorção de glicose no trato gastrointestinal,</p><p>ou ainda Pioglitazona de 15 a 30mg, uma Tiazolidinadiona que tem como mecanismo de ação estimular o receptor</p><p>PPAR-Gama, melhorando o consumo de glicose nos tecidos periféricos;</p><p>c) Síndrome Metabólica (IDF 2006); além das mudanças no estilo de via devemos iniciar pioglitazona 100mg uma vez</p><p>ao dia, um inibidor da dipeptidil peptidase 4 cuja função é aumentar o tempo de ação do GLP-1 e assim estimular a</p><p>secreção insulínica dependente de glicose;</p><p>d) Diabetes Mellitus tipo 2; além da mudança no estilo de vida devemos iniciar Metformina 875mg uma vez ao dia,</p><p>uma biguanida que age estimulando a ação da AMPK (proteína quinase ativada por adenosina), reduzindo a</p><p>gliconeogênese e glicogenólise além de reduzir absorção de glicose no trato gastrointestinal;</p><p>18 - Paciente 68 anos, masculino encaminhado da UBS para otimização do tratamento de diabetes mellitus tipo 2.</p><p>Refere diagnóstico recente e que as glicemias não estão controlando com as medicações indicadas pelo médico da</p><p>UBS. HAS há mais de 20 anos e ICC classe funcional 2 secundário a HAS. Histórico familiar de HAS em pai e avô</p><p>paterno ambos jovens 50 e 55 anos, AVC na avó aos 70 anos. Tio com CA de próstata e prima com CA de mama. No</p><p>momento para diabetes usa Metformina 2g/dia e Glibenclamida 5mg/dia. Nos exames de laboratório HBA1C 9%,</p><p>Glicemia de jejum 230mg/dL e pós prandial 290mg/dL, Creatinina 1,7mg/dL; uréa 60mg/dL (MDRD 40 mL/min/1.73</p><p>m ).</p><p>De acordo com o quadro clínico descrito assinale a alternativa que descreva as complicações do DM2 e qual a</p><p>conduta medicamentosa mais adequada e a justificativa.</p><p>a) Doença renal crônica diabética classificação 2. Devemos ajustar a dose da metformina para 3g/dia (dose máxima),</p><p>além de elevar a dose da Glibenclamida para 10mg, devido a essas drogras serem permitidas na DRCD nesse estágio</p><p>e metas glicêmicas não estarem sendo atingidas nas doses atuais, terceiro agente seria indicado após dose máxima</p><p>dos dois agentes em uso;</p><p>b) Doença renal crônica diabética classificação 3A. Devemos ajustar a dose da metformina para no máximo 1g/dia,</p><p>suspender a Glibenclamida e prescrever preferencialmente um inibidor do cotransportador dependente de sódio e</p><p>glicose tipo 2 (Canaglifozina, Dapaglifozina ou Empaglifozina), devido aos benefícios dessas drogas na redução da</p><p>progressão da Doença Renal Cronica e internações por insuficiência cardíaca;</p><p>c) Doença renal crônica diabética classificação 3B. Devemos ajustar a dose da metformina para no máximo 1g/dia,</p><p>suspender a Glibenclamida e prescrever preferencialmente um inibidor do co-transportador dependente de sódio e</p><p>glicose tipo 2 (Canaglifozina, Dapaglifozina ou Empaglifozina), devido aos benefícios dessas drogas na redução da</p><p>progressão da doença renal crônica e internações por insuficiência cardíaca;</p><p>d) Doença renal crônica diabética classificação 4. Devemos ajustar a dose da metformina para no máximo 1g/dia,</p><p>suspender a Glibenclamida e prescrever preferencialmente uma Glitazona (Pioglitazona), devido aos benefícios dessas</p><p>drogas na redução da progressão da Doença Renal Crônica e internações por insuficiência cardíaca e prevenção do</p><p>AVC;</p><p>19 - No retorno esse paciente pergunta quanto que a glicose deve ficar para o caso dele, porém refere que vem</p><p>sentindo dores em pontadas nos MMII, compatíveis com Polineuropatia Diabética Dolorosa.</p><p>Assinale a alternativa com a correta orientação quanto as metas glicêmicas e melhor terapia para a polineuropatia.</p><p>a) Trata-se de um idoso saudável portanto metas glicêmicas entre 80-130mg/dL em jejum e</p><p>meses caminhada 40 min.</p><p>3 vezes por semana, peso de 92 kg e 1,70 mts de altura. Na suspeita de síndrome metabólico, dos dados do paciente</p><p>descrito abaixo, qual não caracteriza fator de risco para esta doença?</p><p>a) PA 140/90 mmhg</p><p>b) Glicemia 128 mg/dl</p><p>c) HDL 50 mmhg</p><p>d) Triglicéridos 160 mg/dl</p><p>23 - Mulher retorna para consulta de planejamento familiar. Após todos os esclarecimentos sobre os métodos</p><p>contraceptivos, ela opta pelo DIU (dispositivo intrauterino) Hormonal. O médico da equipe decide então encaminhá-</p><p>la para um ginecologista. Diante da escolha do método, podemos afirmar que são contraindicações para</p><p>implantação do DIU, exceto:</p><p>a) Doença inflamatória pélvica</p><p>b) câncer de colo uterino</p><p>c) nuligesta</p><p>d) suspeita de gestação</p><p>24 - As infecções faringoamigdalianas são um grupo de enfermidades que desenvolve processos inflamatórios nas</p><p>vias respiratórias superiores, acometendo a faringe, as tonsilas e os tecidos adjacentes. De causas variadas e quadro</p><p>clínico geralmente similar. Quando causada pelo Streptococcus pyogenes pode evoluir para as seguintes</p><p>complicações, exceto:</p><p>a) Piodermite</p><p>b) Febre reumática</p><p>c) Glomeronefrite difusa aguda pós-estreptocócica</p><p>d) Abscesso retrofaríngeo</p><p>25 - Paciente de 30 anos queixa-se de amenorreia há 12 meses. O teste de progesterona mostrou-se negativo, e a</p><p>avaliação laboratorial demonstrou 2 dosagens de FSH = 40 e 42mUI/mL (valores de referência: até 20mUI/mL) e TSH</p><p>= 2,5mUI/mL. Assinale a 1 primeira hipótese.</p><p>a) Síndrome hiperandrongênica</p><p>b) Síndrome dos ovários policísticos</p><p>c) Hipotireoidismo</p><p>d) Falência ovariana precoce.</p><p>1 – D</p><p>2 – D</p><p>3 – D</p><p>4 – D</p><p>5 – D</p><p>6 – B</p><p>7 – A</p><p>8 – B</p><p>9 – C</p><p>10 – A</p><p>11 – C</p><p>12 – B</p><p>13 – B</p><p>14 – D</p><p>15 – A</p><p>16 – A</p><p>17 – B</p><p>18 – C</p><p>19 – B</p><p>20 – C</p><p>21 – C</p><p>22 – C</p><p>23 – C</p><p>24 – A</p><p>25 – D</p>