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Dan Vieira

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Ferramentas de estudo

Questões resolvidas

Lactente de 18 meses, previamente hígido, é levado por sua mãe à emergência com história de febre(39,0ºC) iniciada há 36 horas sem outros sintomas. Apresenta caderneta de vacinação incompleta para pneumococo (apenas uma dose aos dois meses), febril Tax: 39,9ºC, bom estado geral, hidratado, corado, acianótico, sem qualquer alteração detectável ao exame físico, coletado no primeiro dia de febre EAS >100.000/ ml, por conta própria e por saco coletor ficando 4 horas em contato com a pele. A conduta inicial é colher:

a) hemograma e PCR. Caso hemograma alterado colher hemocultura, internar e iniciar antibiótico parenteral.
b) Realizar nova coleta de EAS, hemograma e PCR. Caso exames normais liberar o paciente, sem necessidade de Retorno.
c) apenas EAS e, se alterado, iniciar antibiótico oral.
d) Realizar novo EAS. Se EAS se normal, coletar hemograma e PCR. Caso exames normais liberar o paciente e programar retorno em 24 horas.

Um lactente de 10 dias iniciou febre de 38,8 °C há 24 horas. Os pais dizem que a criança mantém bom estado geral e está mamando sem dificuldade. Durante a avaliação, o exame físico do paciente encontra-se normal e, após 30 minutos sem roupa, sua temperatura mantém-se alta, 38,6 °C. Considerando-se o quadro de febre sem foco, qual deve ser a próxima medida?

a) Prescrever antitérmico, orientar sinais de alarme e reavaliar em 24 horas.
b) Colher hemograma e urina para avaliação de elementos anormais e sedimentos (EAS) e, se a contagem de leucócitos estiver entre 5.000 e 15.000 / mm3 e o EAS estiver normal, liberar com orientação de retorno em 24 horas.
c) Solicitar hemocultura, urinocultura e punção lombar com cultura, celularidade e bioquíma do líquor e, se o líquor estiver normal, liberar após dose de ceftriaxona intramuscular.
d) Indicar internação hospitalar para realização de hemocultura, urinocultura e líquor, além de iniciar antibioticoterapia parenteral empírica.

A doença de Kawasaki é uma vasculite que ocorre especialmente em menores de 5 anos de idade. A febre persistente por mais de 5 dias é um dos pontos principais para suspeitar da doença. Os 5 critérios diagnósticos clássicos para definição da doença são:

a) alterações de extremidades (eritema de palmas das mãos e planta dos pés e edema), artrite de grandes articulações, alterações neurológicas focais, linfadenopatia cervical (> 1,5 cm) e anemia com trombocitopenia.
b) linfadenopatia cervical (> 1,5 cm), alterações em lábios e cavidade oral (fissuras, “língua em framboesa”), alterações do nível de consciência, exantema polimorfo e aneurismas de coronárias.
c) alterações de extremidades (eritema de palmas das mãos e planta dos pés e edema), conjuntivite bilateral sem exudato, linfadenopatia cervical (> 1,5 cm), anemia com trombocitopenia e exantema polimorfo.
d) conjuntivite bilateral sem exudato, linfadenopatia cervical (> 1,5 cm), alterações em lábios e cavidade oral (fissuras, “língua em framboesa”), alterações de extremidades (eritema de palmas das mãos e planta dos pés e edema) e exantema polimorfo.

A síndrome mão-pé-boca, em geral, causada por infecção pelo:

a) coronavírus
b) adenovírus
c) vírus da Herpes Simples
d) coxsakievírus A16

Lactente de 11 meses de idade apresentou febre alta (39,8°C) por 3 dias, seguido de exantema maculopapular principalmente em tronco, não pruriginoso. Estava sendo acompanhado desde o nascimento e não apresentava nenhum problema de saúde. Sua caderneta de vacinação está atualizada. Está no 4o dia de doença, afebril desde ontem, e, com diminuição das lesões, sem outras anormalidades ao exame físico. Mãe relata que seu filho está frequentando a creche há 2 meses. A principal hipótese diagnóstica é:

a) sarampo
b) enterovírus – Síndrome mão pé boca
c) escarlatina
d) exantema súbito

Erupções cutâneas, febre e exantema são manifestações comuns de muitas infecções. A distribuição e a aparência da erupção sugerem o diagnóstico diferencial dos agentes infecciosos. É considerado como patognomônico para o diagnóstico de sarampo:

a) tosse, coriza e febre alta por 3 dias
b) febre, tosse e exantema com distribuição centrípeta
c) pródromo de 3 dias de tosse, febre e manchas de Koplik
d) exantema maculopapular com distribuição céfalo-caudal

Assinale V (verdadeiro) ou F (falso) considerando a conduta adequada em quadros de IVAS viral: ( ) Em crianças de 2 anos, com otite unilateral e sem otorreia, o uso do antimicrobiano pode ser postergado por, pelo menos, mais 48h, utilizando-se somente analgesia e antitérmicos. ( ) A radiografia simples de seios paranasais é indicada como adjuvante na decisão terapêutica para Rinossinusite. ( ) A eficácia e a resistência bacteriana são critérios mais importantes para a escolha de medicamentos do que a posologia facilitada. ( ) O uso de soro fisiológico nasal, além de melhorar a evolução do paciente, pode causar alívio sintomático da obstrução. Indique a alternativa que apresenta a sequência correta.

a) F-V-V-F
b) V-F-V-F
c) F-V-F-V
d) V-F-F-V

São critérios para suspeita diagnóstica da síndrome dos ovários policísticos, exceto:

a) oligomenorreia
b) à ultrassonografia, presença de 20 ou mais folículos medindo 2-9mm de diâmetro.
c) fluxo menstrual com volume aumentado.
d) presença de acne, seborreia e alopécia frontal.

Sobre a síndrome de morris, marque a alternativa errada:

a) possui cariótipo 46xx
b) na fisiopatologia apresentam insensibilidade androgênica
c) apresenta gônadas vestigiais masculinas
d) apresenta-se com fenótipo feminino

Paciente com diagnóstico de Síndrome dos Ovários Policísticos deseja engravidar há 2 anos sem sucesso. Das drogas abaixo, qual está indicada para a paciente que deseja engravidar?

a) Medicamento a base de Ciproterona (Diane 35® por exemplo)
b) desogestrel
c) metformina
d) gestodeno

Na consulta ginecológica, qual a principal indicação do exame de toque vagino-retal?

a) galactorreia
b) suspeita de endometriose de septo retrovaginal
c) gestação
d) paciente virgem

Assinale a alternativa que contém apenas os hormônios produzidos nos ovários da mulher no menacme:

a) B-HCG/ Estrgênio/ Progesterona
b) Testosterona / Estrogênio/ Progesterona
c) FSH/ TSH/ T4
d) FSH / LH/ Estrogênio

Identifique a sequência correta da coleta da Colpocitologia Oncótica (somente 1 alternativa está na ordem sequencia correta): 1. Fixação do material na lâmina 2. Introdução do especulo vaginal 3. Coleta de material da Endocérvice 4. Coleta de Material da Ectocérvice 5. Introdução da “escovinha” na endocérvice

a) V-II-III-I-IV
b) II-III-IV-V-I
c) II-V-III-IV-I
d) II-IV-V-III-I

Qual hormônio é responsável pela maturação oocitária? (seu pico geralmente é 36 horas antes da ovulação).

a) LH
b) Estrogênio
c) Progesterona
d) FSH

Com relação ao quadro clínico apresentado assinale e resposta correta quanto ao diagnóstico, melhor conduta e justificativa.

a) Síndrome Metabólica; Mudança de Estilo de Vida é a principal medida para o tratamento, pois o tratamento medicamentoso não tem benefício no caso, conforme as recomendações da SBD 2021;
b) Diabetes Tipo 1; Insulina NPH 10 unidades no esquema conhecido como Bed Time é a melhor conduta segundo as diretrizes da SBD 2021;
c) Diabetes Tipo 2; Dapaglifozina 10mg, um inibidor do co-transportador dependente de sódio e glicose do tipo 1 pode ser uma alternativa para iniciar tratamento, pois mostrou em seus estudos redução da mortalidade por evento cardiovascular, conforme diretriz SBD 2021;
d) Síndrome Metabólica; Metformina, uma biguanida, que tem como mecanismo de ação estimular o receptor PPARGama, na dose de 1g por dia é indicada segundo as Diretrizes da SBD 2021 para tratamento de Síndrome Metabólica;

Além da Síndrome dos Ovários Policísticos e Dislipidemia, qual alternativa que indica outro diagnóstico da Paciente e melhor conduta juntamente com as características farmacológicas do tratamento se medicamentoso?

a) Sindrome Metabólica (IDF 2006); somente mudança no estilo de vida pois nesse grupo de pacientes não tem benefício o uso de tratamento medicamentoso;
b) Pré-Diabetes; Além da mudança no estilo de vida a paciente tem indicação de iniciar o tratamento medicamentoso com Metformina 1g por dia, uma Biguanida que age estimulando a ação da AMPK (proteína quinase ativada por adenosina), reduzindo a gliconeogenese e glicogenólise além de reduzir absorção de glicose no trato gastrointestinal, ou ainda Pioglitazona de 15 a 30mg, uma Tiazolidinadiona que tem como mecanismo de ação estimular o receptor PPAR-Gama, melhorando o consumo de glicose nos tecidos periféricos;
c) Síndrome Metabólica (IDF 2006); além das mudanças no estilo de via devemos iniciar pioglitazona 100mg uma vez ao dia, um inibidor da dipeptidil peptidase 4 cuja função é aumentar o tempo de ação do GLP-1 e assim estimular a secreção insulínica dependente de glicose;
d) Diabetes Mellitus tipo 2; além da mudança no estilo de vida devemos iniciar Metformina 875mg uma vez ao dia, uma biguanida que age estimulando a ação da AMPK (proteína quinase ativada por adenosina), reduzindo a gliconeogênese e glicogenólise além de reduzir absorção de glicose no trato gastrointestinal;

De acordo com o quadro clínico descrito assinale a alternativa que descreva as complicações do DM2 e qual a conduta medicamentosa mais adequada e a justificativa.

a) Doença renal crônica diabética classificação 2. Devemos ajustar a dose da metformina para 3g/dia (dose máxima), além de elevar a dose da Glibenclamida para 10mg, devido a essas drogas serem permitidas na DRCD nesse estágio e metas glicêmicas não estarem sendo atingidas nas doses atuais, terceiro agente seria indicado após dose máxima dos dois agentes em uso;
b) Doença renal crônica diabética classificação 3A. Devemos ajustar a dose da metformina para no máximo 1g/dia, suspender a Glibenclamida e prescrever preferencialmente um inibidor do cotransportador dependente de sódio e glicose tipo 2 (Canaglifozina, Dapaglifozina ou Empaglifozina), devido aos benefícios dessas drogas na redução da progressão da Doença Renal Cronica e internações por insuficiência cardíaca;
c) Doença renal crônica diabética classificação 3B. Devemos ajustar a dose da metformina para no máximo 1g/dia, suspender a Glibenclamida e prescrever preferencialmente um inibidor do co-transportador dependente de sódio e glicose tipo 2 (Canaglifozina, Dapaglifozina ou Empaglifozina), devido aos benefícios dessas drogas na redução da progressão da doença renal crônica e internações por insuficiência cardíaca;
d) Doença renal crônica diabética classificação 4. Devemos ajustar a dose da metformina para no máximo 1g/dia, suspender a Glibenclamida e prescrever preferencialmente uma Glitazona (Pioglitazona), devido aos benefícios dessas drogas na redução da progressão da Doença Renal Crônica e internações por insuficiência cardíaca e prevenção do AVC;

Assinale a alternativa com a correta orientação quanto as metas glicêmicas e melhor terapia para a polineuropatia.

a) Trata-se de um idoso saudável portanto metas glicêmicas entre 80-130mg/dL em jejum e < 180mg/dL pós prandial. No caso está indicado iniciar uso de opióides para controle da dor;
b) Trata-se de um idoso comprometido portanto metas glicêmicas entre 90-150mg/dL em jejum e < 180mg/dL pós prandial. No caso está indicado iniciar uso de Pregabalina em ajuste de dose (metade) para controle da dor;
c) Trata-se de um idoso saudável portanto metas glicêmicas entre 100-180mg/dL em jejum e sem metas no pós prandial. No caso está indicado iniciar uso de analgésicos como dipirona e paracetamol para controle da dor;
d) Trata-se de um idoso muito comprometido portanto metas glicêmicas entre 90-150mg/dL em jejum e sem metas pós prandial. No caso está indicado iniciar uso de Pregabalina em dose habitual para controle da dor;

Qual das informações abaixo está inadequada?

a) A melhor forma de acompanhar o crescimento e desenvolvimento infantil é o registro do peso periódico, estatura e do IMC da criança na Caderneta de Saúde da Criança.
b) O ganho de peso no primeiro mês deve ser em média de 750 gr ou acima.
c) É recomendado manter o aleitamento materno exclusivo até os 8 meses de idade.
d) Na primeira semana de vida, ele pode perder até 10% do seu peso.

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Questões resolvidas

Lactente de 18 meses, previamente hígido, é levado por sua mãe à emergência com história de febre(39,0ºC) iniciada há 36 horas sem outros sintomas. Apresenta caderneta de vacinação incompleta para pneumococo (apenas uma dose aos dois meses), febril Tax: 39,9ºC, bom estado geral, hidratado, corado, acianótico, sem qualquer alteração detectável ao exame físico, coletado no primeiro dia de febre EAS >100.000/ ml, por conta própria e por saco coletor ficando 4 horas em contato com a pele. A conduta inicial é colher:

a) hemograma e PCR. Caso hemograma alterado colher hemocultura, internar e iniciar antibiótico parenteral.
b) Realizar nova coleta de EAS, hemograma e PCR. Caso exames normais liberar o paciente, sem necessidade de Retorno.
c) apenas EAS e, se alterado, iniciar antibiótico oral.
d) Realizar novo EAS. Se EAS se normal, coletar hemograma e PCR. Caso exames normais liberar o paciente e programar retorno em 24 horas.

Um lactente de 10 dias iniciou febre de 38,8 °C há 24 horas. Os pais dizem que a criança mantém bom estado geral e está mamando sem dificuldade. Durante a avaliação, o exame físico do paciente encontra-se normal e, após 30 minutos sem roupa, sua temperatura mantém-se alta, 38,6 °C. Considerando-se o quadro de febre sem foco, qual deve ser a próxima medida?

a) Prescrever antitérmico, orientar sinais de alarme e reavaliar em 24 horas.
b) Colher hemograma e urina para avaliação de elementos anormais e sedimentos (EAS) e, se a contagem de leucócitos estiver entre 5.000 e 15.000 / mm3 e o EAS estiver normal, liberar com orientação de retorno em 24 horas.
c) Solicitar hemocultura, urinocultura e punção lombar com cultura, celularidade e bioquíma do líquor e, se o líquor estiver normal, liberar após dose de ceftriaxona intramuscular.
d) Indicar internação hospitalar para realização de hemocultura, urinocultura e líquor, além de iniciar antibioticoterapia parenteral empírica.

A doença de Kawasaki é uma vasculite que ocorre especialmente em menores de 5 anos de idade. A febre persistente por mais de 5 dias é um dos pontos principais para suspeitar da doença. Os 5 critérios diagnósticos clássicos para definição da doença são:

a) alterações de extremidades (eritema de palmas das mãos e planta dos pés e edema), artrite de grandes articulações, alterações neurológicas focais, linfadenopatia cervical (> 1,5 cm) e anemia com trombocitopenia.
b) linfadenopatia cervical (> 1,5 cm), alterações em lábios e cavidade oral (fissuras, “língua em framboesa”), alterações do nível de consciência, exantema polimorfo e aneurismas de coronárias.
c) alterações de extremidades (eritema de palmas das mãos e planta dos pés e edema), conjuntivite bilateral sem exudato, linfadenopatia cervical (> 1,5 cm), anemia com trombocitopenia e exantema polimorfo.
d) conjuntivite bilateral sem exudato, linfadenopatia cervical (> 1,5 cm), alterações em lábios e cavidade oral (fissuras, “língua em framboesa”), alterações de extremidades (eritema de palmas das mãos e planta dos pés e edema) e exantema polimorfo.

A síndrome mão-pé-boca, em geral, causada por infecção pelo:

a) coronavírus
b) adenovírus
c) vírus da Herpes Simples
d) coxsakievírus A16

Lactente de 11 meses de idade apresentou febre alta (39,8°C) por 3 dias, seguido de exantema maculopapular principalmente em tronco, não pruriginoso. Estava sendo acompanhado desde o nascimento e não apresentava nenhum problema de saúde. Sua caderneta de vacinação está atualizada. Está no 4o dia de doença, afebril desde ontem, e, com diminuição das lesões, sem outras anormalidades ao exame físico. Mãe relata que seu filho está frequentando a creche há 2 meses. A principal hipótese diagnóstica é:

a) sarampo
b) enterovírus – Síndrome mão pé boca
c) escarlatina
d) exantema súbito

Erupções cutâneas, febre e exantema são manifestações comuns de muitas infecções. A distribuição e a aparência da erupção sugerem o diagnóstico diferencial dos agentes infecciosos. É considerado como patognomônico para o diagnóstico de sarampo:

a) tosse, coriza e febre alta por 3 dias
b) febre, tosse e exantema com distribuição centrípeta
c) pródromo de 3 dias de tosse, febre e manchas de Koplik
d) exantema maculopapular com distribuição céfalo-caudal

Assinale V (verdadeiro) ou F (falso) considerando a conduta adequada em quadros de IVAS viral: ( ) Em crianças de 2 anos, com otite unilateral e sem otorreia, o uso do antimicrobiano pode ser postergado por, pelo menos, mais 48h, utilizando-se somente analgesia e antitérmicos. ( ) A radiografia simples de seios paranasais é indicada como adjuvante na decisão terapêutica para Rinossinusite. ( ) A eficácia e a resistência bacteriana são critérios mais importantes para a escolha de medicamentos do que a posologia facilitada. ( ) O uso de soro fisiológico nasal, além de melhorar a evolução do paciente, pode causar alívio sintomático da obstrução. Indique a alternativa que apresenta a sequência correta.

a) F-V-V-F
b) V-F-V-F
c) F-V-F-V
d) V-F-F-V

São critérios para suspeita diagnóstica da síndrome dos ovários policísticos, exceto:

a) oligomenorreia
b) à ultrassonografia, presença de 20 ou mais folículos medindo 2-9mm de diâmetro.
c) fluxo menstrual com volume aumentado.
d) presença de acne, seborreia e alopécia frontal.

Sobre a síndrome de morris, marque a alternativa errada:

a) possui cariótipo 46xx
b) na fisiopatologia apresentam insensibilidade androgênica
c) apresenta gônadas vestigiais masculinas
d) apresenta-se com fenótipo feminino

Paciente com diagnóstico de Síndrome dos Ovários Policísticos deseja engravidar há 2 anos sem sucesso. Das drogas abaixo, qual está indicada para a paciente que deseja engravidar?

a) Medicamento a base de Ciproterona (Diane 35® por exemplo)
b) desogestrel
c) metformina
d) gestodeno

Na consulta ginecológica, qual a principal indicação do exame de toque vagino-retal?

a) galactorreia
b) suspeita de endometriose de septo retrovaginal
c) gestação
d) paciente virgem

Assinale a alternativa que contém apenas os hormônios produzidos nos ovários da mulher no menacme:

a) B-HCG/ Estrgênio/ Progesterona
b) Testosterona / Estrogênio/ Progesterona
c) FSH/ TSH/ T4
d) FSH / LH/ Estrogênio

Identifique a sequência correta da coleta da Colpocitologia Oncótica (somente 1 alternativa está na ordem sequencia correta): 1. Fixação do material na lâmina 2. Introdução do especulo vaginal 3. Coleta de material da Endocérvice 4. Coleta de Material da Ectocérvice 5. Introdução da “escovinha” na endocérvice

a) V-II-III-I-IV
b) II-III-IV-V-I
c) II-V-III-IV-I
d) II-IV-V-III-I

Qual hormônio é responsável pela maturação oocitária? (seu pico geralmente é 36 horas antes da ovulação).

a) LH
b) Estrogênio
c) Progesterona
d) FSH

Com relação ao quadro clínico apresentado assinale e resposta correta quanto ao diagnóstico, melhor conduta e justificativa.

a) Síndrome Metabólica; Mudança de Estilo de Vida é a principal medida para o tratamento, pois o tratamento medicamentoso não tem benefício no caso, conforme as recomendações da SBD 2021;
b) Diabetes Tipo 1; Insulina NPH 10 unidades no esquema conhecido como Bed Time é a melhor conduta segundo as diretrizes da SBD 2021;
c) Diabetes Tipo 2; Dapaglifozina 10mg, um inibidor do co-transportador dependente de sódio e glicose do tipo 1 pode ser uma alternativa para iniciar tratamento, pois mostrou em seus estudos redução da mortalidade por evento cardiovascular, conforme diretriz SBD 2021;
d) Síndrome Metabólica; Metformina, uma biguanida, que tem como mecanismo de ação estimular o receptor PPARGama, na dose de 1g por dia é indicada segundo as Diretrizes da SBD 2021 para tratamento de Síndrome Metabólica;

Além da Síndrome dos Ovários Policísticos e Dislipidemia, qual alternativa que indica outro diagnóstico da Paciente e melhor conduta juntamente com as características farmacológicas do tratamento se medicamentoso?

a) Sindrome Metabólica (IDF 2006); somente mudança no estilo de vida pois nesse grupo de pacientes não tem benefício o uso de tratamento medicamentoso;
b) Pré-Diabetes; Além da mudança no estilo de vida a paciente tem indicação de iniciar o tratamento medicamentoso com Metformina 1g por dia, uma Biguanida que age estimulando a ação da AMPK (proteína quinase ativada por adenosina), reduzindo a gliconeogenese e glicogenólise além de reduzir absorção de glicose no trato gastrointestinal, ou ainda Pioglitazona de 15 a 30mg, uma Tiazolidinadiona que tem como mecanismo de ação estimular o receptor PPAR-Gama, melhorando o consumo de glicose nos tecidos periféricos;
c) Síndrome Metabólica (IDF 2006); além das mudanças no estilo de via devemos iniciar pioglitazona 100mg uma vez ao dia, um inibidor da dipeptidil peptidase 4 cuja função é aumentar o tempo de ação do GLP-1 e assim estimular a secreção insulínica dependente de glicose;
d) Diabetes Mellitus tipo 2; além da mudança no estilo de vida devemos iniciar Metformina 875mg uma vez ao dia, uma biguanida que age estimulando a ação da AMPK (proteína quinase ativada por adenosina), reduzindo a gliconeogênese e glicogenólise além de reduzir absorção de glicose no trato gastrointestinal;

De acordo com o quadro clínico descrito assinale a alternativa que descreva as complicações do DM2 e qual a conduta medicamentosa mais adequada e a justificativa.

a) Doença renal crônica diabética classificação 2. Devemos ajustar a dose da metformina para 3g/dia (dose máxima), além de elevar a dose da Glibenclamida para 10mg, devido a essas drogas serem permitidas na DRCD nesse estágio e metas glicêmicas não estarem sendo atingidas nas doses atuais, terceiro agente seria indicado após dose máxima dos dois agentes em uso;
b) Doença renal crônica diabética classificação 3A. Devemos ajustar a dose da metformina para no máximo 1g/dia, suspender a Glibenclamida e prescrever preferencialmente um inibidor do cotransportador dependente de sódio e glicose tipo 2 (Canaglifozina, Dapaglifozina ou Empaglifozina), devido aos benefícios dessas drogas na redução da progressão da Doença Renal Cronica e internações por insuficiência cardíaca;
c) Doença renal crônica diabética classificação 3B. Devemos ajustar a dose da metformina para no máximo 1g/dia, suspender a Glibenclamida e prescrever preferencialmente um inibidor do co-transportador dependente de sódio e glicose tipo 2 (Canaglifozina, Dapaglifozina ou Empaglifozina), devido aos benefícios dessas drogas na redução da progressão da doença renal crônica e internações por insuficiência cardíaca;
d) Doença renal crônica diabética classificação 4. Devemos ajustar a dose da metformina para no máximo 1g/dia, suspender a Glibenclamida e prescrever preferencialmente uma Glitazona (Pioglitazona), devido aos benefícios dessas drogas na redução da progressão da Doença Renal Crônica e internações por insuficiência cardíaca e prevenção do AVC;

Assinale a alternativa com a correta orientação quanto as metas glicêmicas e melhor terapia para a polineuropatia.

a) Trata-se de um idoso saudável portanto metas glicêmicas entre 80-130mg/dL em jejum e < 180mg/dL pós prandial. No caso está indicado iniciar uso de opióides para controle da dor;
b) Trata-se de um idoso comprometido portanto metas glicêmicas entre 90-150mg/dL em jejum e < 180mg/dL pós prandial. No caso está indicado iniciar uso de Pregabalina em ajuste de dose (metade) para controle da dor;
c) Trata-se de um idoso saudável portanto metas glicêmicas entre 100-180mg/dL em jejum e sem metas no pós prandial. No caso está indicado iniciar uso de analgésicos como dipirona e paracetamol para controle da dor;
d) Trata-se de um idoso muito comprometido portanto metas glicêmicas entre 90-150mg/dL em jejum e sem metas pós prandial. No caso está indicado iniciar uso de Pregabalina em dose habitual para controle da dor;

Qual das informações abaixo está inadequada?

a) A melhor forma de acompanhar o crescimento e desenvolvimento infantil é o registro do peso periódico, estatura e do IMC da criança na Caderneta de Saúde da Criança.
b) O ganho de peso no primeiro mês deve ser em média de 750 gr ou acima.
c) É recomendado manter o aleitamento materno exclusivo até os 8 meses de idade.
d) Na primeira semana de vida, ele pode perder até 10% do seu peso.

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<p>1 - Lactente de 18 meses, previamente hígido, é levado por sua mãe à emergência com história de febre(39,0ºC)</p><p>iniciada há 36 horas sem outros sintomas. Apresenta caderneta de vacinação incompleta para pneumococo (apenas</p><p>uma dose aos dois meses), febril Tax: 39,9ºC, bom estado geral, hidratado, corado, acianótico, sem qualquer</p><p>alteração detectável ao exame físico, coletado no primeiro dia de febre EAS >100.000/ ml, por conta própria e por</p><p>saco coletor ficando 4 horas em contato com a pele. A conduta inicial é colher:</p><p>a) hemograma e PCR. Caso hemograma alterado colher hemocultura, internar e iniciar antibiótico parenteral.</p><p>b) Realizar nova coleta de EAS, hemograma e PCR. Caso exames normais liberar o paciente, sem necessidade de</p><p>Retorno</p><p>c) apenas EAS e, se alterado, iniciar antibiótico oral</p><p>d) Realizar novo EAS. Se EAS se normal, coletar hemograma e PCR. Caso exames normais liberar o paciente e programar</p><p>retorno em 24 horas</p><p>2 - Um lactente de 10 dias iniciou febre de 38,8 °C há 24 horas. Os pais dizem que a criança mantém bom estado</p><p>geral e está mamando sem dificuldade. Durante a avaliação, o exame físico do paciente encontra-se normal e, após</p><p>30 minutos sem roupa, sua temperatura mantém-se alta, 38,6 °C. Considerando-se o quadro de febre sem foco, qual</p><p>deve ser a próxima medida?</p><p>a) Prescrever antitérmico, orientar sinais de alarme e reavaliar em 24 horas.</p><p>b) Colher hemograma e urina para avaliação de elementos anormais e sedimentos (EAS) e, se a contagem de</p><p>leucócitos estiver entre 5.000 e 15.000 / mm3 e o EAS estiver normal, liberar com orientação de retorno em 24</p><p>horas.</p><p>c) Solicitar hemocultura, urinocultura e punção lombar com cultura, celularidade e bioquíma do líquor e, se o líquor</p><p>estiver normal, liberar após dose de ceftriaxona intramuscular.</p><p>d) Indicar internação hospitalar para realização de hemocultura, urinocultura e líquor, além de iniciar</p><p>antiobioticoterapia parenteral empírica.</p><p>3 - A doença de Kawasaki é uma vasculite que ocorre especialmente em menores de 5 anos de idade. A febre</p><p>persistente por mais de 5 dias é um dos pontos principais para suspeitar da doença. Os 5 critérios diagnósticos</p><p>clássicos para definição da doença são:</p><p>a) alterações de extremidades (eritema de palmas das mãos e planta dos pés e edema), artrite de grandes</p><p>articulações, alterações neurológicas focais, linfadenopatia cervical (> 1,5 cm) e anemia com trombocitopenia.</p><p>b) linfadenopatia cervical (> 1,5 cm), alterações em lábios e cavidade oral (fissuras, “língua em framboesa”),</p><p>alterações do nível de consciência, exantema polimorfo e aneurismas de coronárias.</p><p>c) alterações de extremidades (eritema de palmas das mãos e planta dos pés e edema), conjuntivite bilateral sem</p><p>exudato, linfadenopatia cervical (> 1,5 cm), anemia com trombocitopenia e exantema polimorfo.</p><p>d) conjuntivite bilateral sem exudato, linfadenopatia cervical (> 1,5 cm), alterações em lábios e cavidade oral (fissuras,</p><p>“língua em framboesa”), alterações de extremidades (eritema de palmas das mãos e planta dos pés e edema) e</p><p>exantema polimorfo.</p><p>4 - A síndrome mão-pé-boca, em geral, causada por infecção pelo:</p><p>a) coronavírus</p><p>b) adenovírus</p><p>c) vírus da Herpes Simples</p><p>d) coxsakievírus A16</p><p>5 - Lactente de 11 meses de idade apresentou febre alta (39,8°C) por 3 dias, seguido de exantema maculopapular</p><p>principalmente em tronco, não pruriginoso. Estava sendo acompanhado desde o nascimento e não apresentava</p><p>nenhum problema de saúde. Sua caderneta de vacinação está atualizada. Está no 4o dia de doença, afebril desde</p><p>ontem, e, com diminuição das lesões, sem outras anormalidades ao exame físico. Mãe relata que seu filho está</p><p>frequentando a creche há 2 meses. A principal hipótese diagnóstica é:</p><p>a) sarampo</p><p>b) enterovírus – Síndrome mão pé boca</p><p>c) escarlatina</p><p>d) exantema súbito</p><p>6 - Erupções cutâneas, febre e exantema são manifestações comuns de muitas infecções. A distribuição e a</p><p>aparência da erupção sugerem o diagnóstico diferencial dos agentes infecciosos. É considerado como</p><p>patognomônico para o diagnóstico de sarampo:</p><p>a) tosse, coriza e febre alta por 3 dias</p><p>b) febre, tosse e exantema com distribuição centrípeta</p><p>c) pródromo de 3 dias de tosse, febre e manchas de Koplik</p><p>d) exantema maculopapular com distribuição céfalo-caudal</p><p>7 - Diversas doenças virais apresentam sintomas bastante semelhantes entre si, muitas vezes muito parecidos aos</p><p>da gripe ou aos de um resfriado comum. O sarampo é um exemplo de doença que inicialmente lembra um resfriado.</p><p>Entretanto, como o tempo, aparecem erupções na face que se espalham progressivamente para outras partes do</p><p>corpo. É uma doença grave, transmitida através:</p><p>a) das secreções nasofaríngeas de pessoas contaminadas.</p><p>b) da ingestão de alimentos e água contaminados pelo vírus.</p><p>c) do contato sexual com pessoas contaminadas.</p><p>d) da ingestão de carne mal passada contaminada.</p><p>8 - Assinale V (verdadeiro) ou F (falso) considerando a conduta adequada em quadros de IVAS viral:</p><p>( ) Em crianças de 2 anos, com otite unilateral e sem otorreia, o uso do antimicrobiano pode ser postergado por, pelo</p><p>menos, mais 48h, utilizando-se somente analgesia e antitérmicos.</p><p>( ) A radiografia simples de seios paranasais é indicada como adjuvante na decisão terapêutica para Rinossinusite.</p><p>( ) A eficácia e a resistência bacteriana são critérios mais importantes para a escolha de medicamentos do que a</p><p>posologia facilitada.</p><p>( ) O uso de soro fisiológico nasal, além de melhorar a evolução do paciente, pode causar alívio sintomático da</p><p>obstrução.</p><p>Indique a alternativa que apresenta a sequência correta.</p><p>a) F-V-V-F</p><p>b) V-F-V-F</p><p>c) F-V-F-V</p><p>d) V-F-F-V</p><p>9 - São critérios para suspeita diagnóstica da síndrome dos ovários policísticos, exceto:</p><p>a) oligomenorreia</p><p>b) à ultrassonografia, presença de 20 ou mais folículos medindo 2-9mm de diâmetro.</p><p>c) fluxo menstrual com volume aumentado.</p><p>d) presença de acne, seborreia e alopécia frontal.</p><p>10 - Sobre a síndrome de morris, marque a alternativa errada:</p><p>a) possui cariótipo 46xx</p><p>b) na fisiopatologia apresentam insensibilidade androgênica</p><p>c) apresenta gônadas vestigiais masculinas</p><p>d) apresenta-se com fenótipo feminino</p><p>11 -Paciente com diagnóstico de Síndrome dos Ovários Policísticos deseja engravidar há 2 anos sem sucesso. Das</p><p>drogas abaixo, qual está indicada para a paciente que deseja engravidar?</p><p>a) Medicamento a base de Ciproterona (Diane 35® por exemplo)</p><p>b) desogestrel</p><p>c) metformina</p><p>d) gestodeno</p><p>12 - Na consulta ginecológica, qual a principal indicação do exame de toque vagino-retal?</p><p>a) galactorreia</p><p>b) suspeita de endometriose de septo retrovaginal</p><p>c) gestação</p><p>d) paciente virgem</p><p>13 - Assinale a alternativa que contém apenas os hormônios produzidos nos ovários da mulher no menacme:</p><p>a) B-HCG/ Estrgênio/ Progesterona</p><p>b) Testosterona / Estrogênio/ Progesterona</p><p>c) FSH/ TSH/ T4</p><p>d) FSH / LH/ Estrogênio</p><p>14 - Identifique a sequência correta da coleta da Colpocitologia Oncótica (somente 1 alternativa está na ordem</p><p>sequencia correta):</p><p>1. Fixação do material na lâmina</p><p>2. Introdução do especulo vaginal</p><p>3. Coleta de material da Endocérvice</p><p>4. Coleta de Material da Ectocérvice</p><p>5. Introdução da “escovinha” na endocérvice</p><p>a) V-II-III-I-IV</p><p>b) II-III-IV-V-I</p><p>c) II-V-III-IV-I</p><p>d) II-IV-V-III-I</p><p>15 - Qual hormônio é responsável pela maturação oocitária? (seu pico geralmente é 36 horas antes da ovulação).</p><p>a) LH</p><p>b) Estrogênio</p><p>c) Progesterona</p><p>d) FSH</p><p>16 - Paciente 78 anos feminino natural de Brejinho de Nazaré/TO, assintomática procura ajuda na unidade básica</p><p>de saúde para avaliação anual. Histórico familiar de obesidade, DM2 e HAS, pai faleceu de IAM aos 59 anos, mãe</p><p>hígida. Nega outras patologias crônicas na família, não fuma, etilista social, não segue dieta e sedentária. Faz uso</p><p>de medicação para controle de triglicerídeos. Ao Exame IMC 29, circunferência abdominal 86cm, PA 135x90mmhg.</p><p>Com relação ao quadro clínico apresentado</p><p>assinale e resposta correta quanto ao diagnóstico, melhor conduta e</p><p>justificativa.</p><p>a) Síndrome Metabólica; Mudança de Estilo de Vida é a principal medida para o tratamento, pois o tratamento</p><p>medicamentoso não tem benefício no caso, conforme as recomendações da SBD 2021;</p><p>b) Diabetes Tipo 1; Insulina NPH 10 unidades no esquema conhecido como Bed Time é a melhor conduta segundo as</p><p>diretrizes da SBD 2021;</p><p>c) Diabetes Tipo 2; Dapaglifozina 10mg, um inibidor do co-transportador dependente de sódio e glicose do tipo 1</p><p>pode ser uma alternativa para iniciar tratamento, pois mostrou em seus estudos redução da mortalidade por</p><p>evento cardiovascular, conforme diretriz SBD 2021;</p><p>d) Síndrome Metabólica; Metformina, uma biguanida, que tem como mecanismo de ação estimular o receptor</p><p>PPARGama, na dose de 1g por dia é indicada segundo as Diretrizes da SBD 2021 para tratamento de Síndrome</p><p>Metabólica;</p><p>17 - Paciente sexo feminino, 33 anos, vem encaminhada da ginecologia que a paciente procurou devido a ciclos</p><p>irregulares e hirsutismo. Refere ganho ponderal de 5 kg em 30 dias e alterações da glicemia. Pais obesos, hipertensos</p><p>e diabéticos. Mãe com sequela de AVC aos 40 anos. No momento sem restrição na dieta e sedentária. Nega</p><p>tabagismo e etilismo. Ao exame: IMC 25, CA 85, PA 120x80. A US de abdômen apresenta aumento difuso da</p><p>ecogenicidade hepática em grau moderado. Nos exames laboratoriais glicemia plasmática de jejum 120m/dL,</p><p>confirmada em uma segunda amostra, e lipidograma com triglicérides 99mg/dL, Colesterol total 240mg, HDL</p><p>60mg/dL e LDL 180mg/dL. Além da Síndrome dos Ovários Policísticos e Dislipidemia, qual alternativa que indica</p><p>outro diagnóstico da Paciente e melhor conduta juntamente com as características farmacológicas do tratamento</p><p>se medicamentoso?</p><p>a) Sindrome Metabólica (IDF 2006); somente mudança no estilo de vida pois nesse grupo de pacientes não tem</p><p>benefício o uso de tratamento medicamentoso;</p><p>b) Pré-Diabetes; Além da mudança no estilo de vida a paciente tem indicação de iniciar o tratamento medicamentoso</p><p>com Metformina 1g por dia, uma Biguanida que age esimulando a ação da AMPK (proteína quinase ativada por</p><p>adenosina), reduzindo a gliconeogenese e glicogenólise além de reduzir absorção de glicose no trato gastrointestinal,</p><p>ou ainda Pioglitazona de 15 a 30mg, uma Tiazolidinadiona que tem como mecanismo de ação estimular o receptor</p><p>PPAR-Gama, melhorando o consumo de glicose nos tecidos periféricos;</p><p>c) Síndrome Metabólica (IDF 2006); além das mudanças no estilo de via devemos iniciar pioglitazona 100mg uma vez</p><p>ao dia, um inibidor da dipeptidil peptidase 4 cuja função é aumentar o tempo de ação do GLP-1 e assim estimular a</p><p>secreção insulínica dependente de glicose;</p><p>d) Diabetes Mellitus tipo 2; além da mudança no estilo de vida devemos iniciar Metformina 875mg uma vez ao dia,</p><p>uma biguanida que age estimulando a ação da AMPK (proteína quinase ativada por adenosina), reduzindo a</p><p>gliconeogênese e glicogenólise além de reduzir absorção de glicose no trato gastrointestinal;</p><p>18 - Paciente 68 anos, masculino encaminhado da UBS para otimização do tratamento de diabetes mellitus tipo 2.</p><p>Refere diagnóstico recente e que as glicemias não estão controlando com as medicações indicadas pelo médico da</p><p>UBS. HAS há mais de 20 anos e ICC classe funcional 2 secundário a HAS. Histórico familiar de HAS em pai e avô</p><p>paterno ambos jovens 50 e 55 anos, AVC na avó aos 70 anos. Tio com CA de próstata e prima com CA de mama. No</p><p>momento para diabetes usa Metformina 2g/dia e Glibenclamida 5mg/dia. Nos exames de laboratório HBA1C 9%,</p><p>Glicemia de jejum 230mg/dL e pós prandial 290mg/dL, Creatinina 1,7mg/dL; uréa 60mg/dL (MDRD 40 mL/min/1.73</p><p>m ).</p><p>De acordo com o quadro clínico descrito assinale a alternativa que descreva as complicações do DM2 e qual a</p><p>conduta medicamentosa mais adequada e a justificativa.</p><p>a) Doença renal crônica diabética classificação 2. Devemos ajustar a dose da metformina para 3g/dia (dose máxima),</p><p>além de elevar a dose da Glibenclamida para 10mg, devido a essas drogras serem permitidas na DRCD nesse estágio</p><p>e metas glicêmicas não estarem sendo atingidas nas doses atuais, terceiro agente seria indicado após dose máxima</p><p>dos dois agentes em uso;</p><p>b) Doença renal crônica diabética classificação 3A. Devemos ajustar a dose da metformina para no máximo 1g/dia,</p><p>suspender a Glibenclamida e prescrever preferencialmente um inibidor do cotransportador dependente de sódio e</p><p>glicose tipo 2 (Canaglifozina, Dapaglifozina ou Empaglifozina), devido aos benefícios dessas drogas na redução da</p><p>progressão da Doença Renal Cronica e internações por insuficiência cardíaca;</p><p>c) Doença renal crônica diabética classificação 3B. Devemos ajustar a dose da metformina para no máximo 1g/dia,</p><p>suspender a Glibenclamida e prescrever preferencialmente um inibidor do co-transportador dependente de sódio e</p><p>glicose tipo 2 (Canaglifozina, Dapaglifozina ou Empaglifozina), devido aos benefícios dessas drogas na redução da</p><p>progressão da doença renal crônica e internações por insuficiência cardíaca;</p><p>d) Doença renal crônica diabética classificação 4. Devemos ajustar a dose da metformina para no máximo 1g/dia,</p><p>suspender a Glibenclamida e prescrever preferencialmente uma Glitazona (Pioglitazona), devido aos benefícios dessas</p><p>drogas na redução da progressão da Doença Renal Crônica e internações por insuficiência cardíaca e prevenção do</p><p>AVC;</p><p>19 - No retorno esse paciente pergunta quanto que a glicose deve ficar para o caso dele, porém refere que vem</p><p>sentindo dores em pontadas nos MMII, compatíveis com Polineuropatia Diabética Dolorosa.</p><p>Assinale a alternativa com a correta orientação quanto as metas glicêmicas e melhor terapia para a polineuropatia.</p><p>a) Trata-se de um idoso saudável portanto metas glicêmicas entre 80-130mg/dL em jejum e</p><p>meses caminhada 40 min.</p><p>3 vezes por semana, peso de 92 kg e 1,70 mts de altura. Na suspeita de síndrome metabólico, dos dados do paciente</p><p>descrito abaixo, qual não caracteriza fator de risco para esta doença?</p><p>a) PA 140/90 mmhg</p><p>b) Glicemia 128 mg/dl</p><p>c) HDL 50 mmhg</p><p>d) Triglicéridos 160 mg/dl</p><p>23 - Mulher retorna para consulta de planejamento familiar. Após todos os esclarecimentos sobre os métodos</p><p>contraceptivos, ela opta pelo DIU (dispositivo intrauterino) Hormonal. O médico da equipe decide então encaminhá-</p><p>la para um ginecologista. Diante da escolha do método, podemos afirmar que são contraindicações para</p><p>implantação do DIU, exceto:</p><p>a) Doença inflamatória pélvica</p><p>b) câncer de colo uterino</p><p>c) nuligesta</p><p>d) suspeita de gestação</p><p>24 - As infecções faringoamigdalianas são um grupo de enfermidades que desenvolve processos inflamatórios nas</p><p>vias respiratórias superiores, acometendo a faringe, as tonsilas e os tecidos adjacentes. De causas variadas e quadro</p><p>clínico geralmente similar. Quando causada pelo Streptococcus pyogenes pode evoluir para as seguintes</p><p>complicações, exceto:</p><p>a) Piodermite</p><p>b) Febre reumática</p><p>c) Glomeronefrite difusa aguda pós-estreptocócica</p><p>d) Abscesso retrofaríngeo</p><p>25 - Paciente de 30 anos queixa-se de amenorreia há 12 meses. O teste de progesterona mostrou-se negativo, e a</p><p>avaliação laboratorial demonstrou 2 dosagens de FSH = 40 e 42mUI/mL (valores de referência: até 20mUI/mL) e TSH</p><p>= 2,5mUI/mL. Assinale a 1 primeira hipótese.</p><p>a) Síndrome hiperandrongênica</p><p>b) Síndrome dos ovários policísticos</p><p>c) Hipotireoidismo</p><p>d) Falência ovariana precoce.</p><p>1 – D</p><p>2 – D</p><p>3 – D</p><p>4 – D</p><p>5 – D</p><p>6 – B</p><p>7 – A</p><p>8 – B</p><p>9 – C</p><p>10 – A</p><p>11 – C</p><p>12 – B</p><p>13 – B</p><p>14 – D</p><p>15 – A</p><p>16 – A</p><p>17 – B</p><p>18 – C</p><p>19 – B</p><p>20 – C</p><p>21 – C</p><p>22 – C</p><p>23 – C</p><p>24 – A</p><p>25 – D</p>

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