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<p>FUNDAÇÃO EDSON QUEIROZ</p><p>UNIVERSIDADE DE FORTALEZA - UNIFOR</p><p>CENTRO DE CIÊNCIAS DA COMUNICAÇÃO E GESTÃO</p><p>CURSO DE JORNALISMO</p><p>AV1</p><p>HERON ENZO CÂNDIDO MOURA – 2125495/9</p><p>ALESSANDRA OLIVEIRA – JORNALISMO CULTURAL</p><p>FORTALEZA</p><p>2024.1</p><p>Ser putinha dos machos também é amor</p><p>Neste ano de 2024, na época de carnaval. O calor dominando a cidade, o tesão</p><p>aumentando, as praias lotadas e os homens com suas sungas e malas bem marcadas.</p><p>Cada jeba (órgão sexual masculino) com uma circuncisão própria e uma grossura eminente.</p><p>Eu estava na praia da Beira-Mar com o Reynaldo, Diego e Amaury. Eles foram jogar</p><p>futevôlei e eu fiquei na barraca de praia observando as necas (gíria LGBT para órgão sexual</p><p>masculino) saltitando da sunga. Naquele momento, eu notava vida nas veias penianas do</p><p>Amaury. Cada movimento com o corpo para pegar a bola era o pau pulando e se mostrando</p><p>como uma espada de São Jorge que iria sarar todas as minhas feridas anais.</p><p>Naquele momento, eu me sentia uma cachorra no cio. Eu olhava para esses machos viris, a</p><p>cada jogada e movimento no futevôlei me deixava mais safada e toda molhada. O Reynaldo</p><p>tinha aquele jeito de um lobão bem macho alfa que mandava na sua loba com autoridade e</p><p>tesão. Já o Diego tinha 1,90m de altura, com seus peitos fartos e peludos. Ele sabia tratar</p><p>muito bem uma putinha com sede de piroca.</p><p>Acabou o jogo, nós decidimos ir para casa, tomar banho e curtir as atrações do carnaval da</p><p>Gentilândia. O Diego preferiu ir para a minha casa, já Reynaldo foi para a casa do Amaury.</p><p>Eu sempre senti mais tesão e energia sexual pelo Diego. Ele já me comeu uma vez e eu</p><p>nunca mais esqueci. Eu espero que o ‘remember’ aconteça na hora do banho.</p><p>Chegamos na minha casa e o calor escaldante só aumentando. Eu comecei a me oferecer</p><p>para acontecer a foda dos meus sonhos. Entreguei ao Diego uma toalha, sabonete,</p><p>shampoo e condicionador para tomar banho. Naquele exato momento, eu percebi que a</p><p>neca grossa dele estava acordando, e eu, que não sou nada boba, comecei a me esfregar</p><p>levemente e fingir sonsice, mas dando umas reboladinhas para atiçar esse putão.</p><p>Diego percebeu pelo meu olhar a vontade de ser arregaçada por ele. E começou a tirar sua</p><p>roupa na minha frente, primeiro tirou a blusa e mostrou aquele homem tesudo bronzeado</p><p>com o corpo todo malhado, logo, ele tirou o short e me mostrou aquelas pernas grossas de</p><p>homem machudo que pratica esporte e quando eu subo meu olhar, eu visualizo aquele</p><p>cacete grosso, bicolor, com uma cabecinha rosada, que intimida e encanta qualquer</p><p>cachorra passiva.</p><p>Diego estava no box do meu banheiro, e me conduziu a pegar naquela vara e minha boca</p><p>caiu de vez naquele pauzão veiudo. Eu mamei, mamei, mamei tanto que meu cu “gritou”</p><p>pedindo aquela jeba para fazer presença dentro do meu buraco secreto. Após muita</p><p>mamação, ele me colocou de lado e começou a esfregar na minha portinha anal, querendo</p><p>adentrar de vez no meu ânus.</p><p>Começamos a transar no banheiro e o calor, junto com meu tesão, só aumentava, até que</p><p>ele ligou o chuveiro e me senti em um filme, em que eu era a puta fina e ele o garanhão.</p><p>Foram acontecendo beijos, carícias, pegação e a chama dos nossos corpos incendiava</p><p>minha pussy (expressão em inglês para órgão genital feminino, porém muito usado pelos</p><p>gays passivos para se referir a cu).</p><p>Ele, com sua voz grave e com um corpo bem espertinho, dominava meu corpo e me vira de</p><p>costas e começa falando aquelas putarias que toda cachorra gosta e geme ao escutar, sua</p><p>pomba (gíria para órgão sexual masculino) com aquele caule duro e vivo pedindo para jorrar</p><p>leitinho no meu cuzinho.</p><p>Foram 40 minutos dando bem gostoso para ele no box do banheiro, até que ele me leva</p><p>para a cama, toda molhada, mas gemendo de prazer, em que ele me fazia ser uma piranha</p><p>bem putona, bem cadela. Eu estava completamente dominada por esse cachorro putão. Eu</p><p>era uma piranhuda que sambava no cacete desse machão porrudo.</p><p>Diego me coloca na posição de frango assado (ato sexual em que o passivo fica deitado de</p><p>frente ao passivo com as pernas todas dobradas e os joelhos rentes) e mete paulada na</p><p>minha bunda, soca com muita força meu cu, me bate e toma atitude de dominador. Ele sabe</p><p>fuder um cuzinho de uma putinha faminta. Eu finalizo em cima do pau gostoso dele, dando</p><p>aquela piscadinha e deixando o “buraco do amor” mais apertadinho.</p><p>O meu macho começa a falar: “Vai putinha, vai safada, geme para o teu macho, sua vadia. É</p><p>piroca no cu que tu quer. Então, pega porra”. Toda vez que ele me controlava na cama, era</p><p>um gemido que eu dava. Até que chega o momento exato em que eu estava lá cavalgando</p><p>na rolona daquele desgraçado fudedor e nós gememos juntos. Ele revirava os olhos de</p><p>prazer, já eu sentia mais vontade em cada pirocada no meu traseiro. Chegou o momento em</p><p>que gozamos e ele me deu aquele beijo com uma linguada de que quer me comer para</p><p>sempre.</p><p>Após a sensação de um sexo gostoso e bem feito, nós decidimos ligar para Amaury e</p><p>Reynaldo para irmos ao bloquinho da Gentilândia. Eles aceitaram a ideia e nos encontramos</p><p>lá.</p><p>Eu estava na Gentilândia, curtindo o carnaval com os meus amigos. Bebendo tudo que</p><p>estava na minha frente, cerveja, caipirinha, caipiroka, coca-cola. Quanto mais álcool eu</p><p>tomava, mais mamar e ser arregaçada por um homem eu sentia vontade. Diego notou logo</p><p>minha saliência naquele local e propôs uma suruba inusitada entre mim, ele, Amaury e</p><p>Reynaldo. Eu logo topei, os meninos também e logo fomos para minha casa novamente.</p><p>Ao chegar em casa, nós começamos a pegação com muito apetite. Eu, com meu extinto de</p><p>mundana e puta, só queria me jogar na pomba do Amaury, aquela The Big Black Cock (O</p><p>Grande Pau Preto). O tesão me consumia novamente e não era só um macho e sim três</p><p>machos para me fuder com força.</p><p>Iniciei tirando minha roupa e mostrando minhas belas nádegas e peitos fartos, deixei os três</p><p>com suas energias sexuais afloradas, o calor naquele momento subiu e consumiu nós</p><p>quatro, parecia que estávamos em um caldeirão de tesão. Aproveitei e influenciei Diego,</p><p>Amaury e Reynaldo a tirar suas roupas e a putaria só começou.</p><p>Eu pedia muita pica para todos. Chupei todas as girombas (termo vulgar e pejorativo</p><p>utilizado para se referir ao órgão sexual masculino) presentes. Mamava colocando a minha</p><p>boquinha na cabecinha do pau e descia minha linguinha naquele caule, chegando até as</p><p>bolas e o saco. Como uma boa putinha, eu suguei muito bem todos os paus e encantei</p><p>esses fudedores. Amaury e Reynaldo se empolgaram e vieram logo enfiar as espadas</p><p>sagradas no meu cu. Eu já estava arrombada, fiquei muito mais com esta dupla penetração</p><p>que me deixou bem satisfeita.</p><p>Já o Diego, ele ficava me beijando e me colocando para chupar sua bengala (e põe bengala</p><p>nisso, que cacete gigante!). Após vários minutos incalculáveis de sintomas de prazer, o</p><p>Diego fez uma proposição de que eu seria a putinha fixa deles, o Amaury e o Reynaldo</p><p>toparam na hora e eu, como sou muito safada, comecei a intensificar a chupada no Diego e</p><p>a piscar o cuzinho no pau do Reynaldo e do Amaury.</p><p>Estes minutos de prazer em que eu conduzia a foda foram magníficos até que chegou a</p><p>excitação máxima e eles gozaram e me deixaram tão putinha que gozei em seguida. Ao final</p><p>do sexo delicioso, eu fui pedida em namoro putifero pelos três safados. E é óbvio que</p><p>aceitei. Agora, eu sou uma vadia monogâmica de três machões.</p>

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