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<p>I. ANATOMIA TOPOGRÁFICA</p><p>SISTEMA URINÁRIO</p><p>O sistema urinário em suma, e composto por dois rins (um esquerdo e um direito), sendo que o rim direito</p><p>se encontra mais cranial que o rim esquerdo devido considerações de posicionamento anatômico; temos</p><p>ainda dois ureteres, vesícula urinária, e por fim a uretra. Todo esse sistema e irrigado pela veia cava e</p><p>pela artéria aorta. Sua responsabilidade maior cabe em filtrar o sangue e remover metabólitos da corrente</p><p>sanguínea (ureia, creatinina, excretas nitrogenadas etc.).</p><p>Fonte: SANARMED.COM.</p><p>PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO</p><p>CISTOTOMIA, URETROSTOMIA PERINEAL (GATOS),</p><p>URETROSTOMIA PRÉ-PÚBICA</p><p>P.O.P.</p><p>05</p><p>OBJETIVO: DESCREVER PASSO-A-PASSO DAS TÉCNICAS CIRÚRGICAS ALVO, PADRONIZANDO SUAS REALIZAÇÕES.</p><p>DISCENTES: BRUNA ALVES MARANHÃO DUARTE R.A: 202112873; CAROLINE OURIQUE RIBEIRO DE SOUZA R.A:</p><p>202113364; DANIELLE SOMMA DE OLIVEIRA R.A: 202012497; ELLEN BRITO SOUZA MATOS R.A: 202113386; PEDRO</p><p>HENRIQUE COSTA SANTOS R.A: 202112943</p><p>ROTEIRO</p><p>O rim (os rins), internamente são compostos por: Córtex, Cápsula, Medula, Pelve renal, Glomero e néfrons.</p><p>Dentre os anteriormente citados, os néfrons são personagens muito importantes, pois além de auxiliarem</p><p>na purificação do sangue, eles regulam a quantidade de água que o corpo pode eliminar na urina e a</p><p>quantidade que pode retornar a circular no nosso corpo. O rim, controla a pressão arterial no organismo e</p><p>este possui também um sistema compensatório o “SRAA” que é vital para nosso corpo em situações de</p><p>desequilíbrio. Temos uma certa regulação discreta de glicose realizadas pelo rim, e também temos a</p><p>eritropoetina produzida pelos rins que é um componente fundamental para medula óssea. Temos sua</p><p>irrigação advinda pela veia renal (drenagem) e artéria renal (ramo da aorta), e topograficamente se</p><p>encontram dorsalmente (na fossa ventral) preso por uma gordura e em região mesogástrica.</p><p>Ureteres são responsáveis por levar a urina produzida nos rins até a vesícula urinária.</p><p>Observações: Procedimentos cirúrgicos que envolvam o rim (Esquerdo) em pacientes fêmeas, as mesmas</p><p>devem ser castradas! Pois, a cirurgia vai envolver também a circulação do ovário esquerdo em decorrência</p><p>da comunicação venosa entre o rim esquerdo e o ovário esquerdo.</p><p>Região do Íleo Renal, compreende região onde se desemboca o ureter, a veia renal e a artéria renal.</p><p>ANATOMIA DA VESÍCULA URINÁRIA (BEXIGA)</p><p>A vesícula urinária se encontra na região hipogástrica e quando está cheia se encontra parcialmente na</p><p>região mesogástrica. A vesícula urinária é um órgão tubular oco musculoso, cavitário, elástico, distensível</p><p>e que se apresenta em formato de “Pêra”/ovoide, este reside no assoalho pélvico e possui a função de</p><p>recepção, armazenamento temporário e excreção de urina (material resultante do filtrado glomerular dos</p><p>rins que é direcionado a bexiga pelos ureteres). De forma Anatômica, a bexiga e dividida em três regiões</p><p>(fundo/parte cranial, corpo/parte intermediária e colo/parte distal), e ainda podemos dividi-la em parte final</p><p>dos ureteres, Peritônio, Orifício da uretra, Trígono (A Região do Trígono Vesical corresponde ao fundo da</p><p>bexiga que formam três aberturas orifício interno da uretra e os dois orifícios ureterais), Esfíncter interno,</p><p>Músculo do assoalho pélvico e Esfíncter externo.</p><p>ANATOMIA URETRAL</p><p>F</p><p>o</p><p>n</p><p>te</p><p>:</p><p>G</p><p>O</p><p>O</p><p>G</p><p>L</p><p>E</p><p>I</p><p>M</p><p>A</p><p>G</p><p>E</p><p>N</p><p>S</p><p>.</p><p>A uretra, e um tubo fibromuscular (composta por musculatura lisa) que serve de passagem pela urina, da</p><p>bexiga para fora do organismo/meio externo; temos particularidades nos cães (serve de via comum para</p><p>micção e ejaculação) e na Fêmea (serve somente para via de excreção).</p><p>A uretra e classificada em uretra pélvica e uretra peniana, sendo que nesta última, a de maior recorrência</p><p>em procedimentos cirúrgicos e com maior gama de procedimentos.</p><p>A Uretra pode ser dividida em três camadas principais: Prostática, Membranosa e Esponjosa; sendo que</p><p>respectivamente: a Camada prostática (possui cerca de 3cm de comprimento, atravessa a próstata e se</p><p>apresenta dilatada); Camada membranosa (possui cerca de 1cm de comprimento, e um segmento maior e</p><p>mais estreito que atravessa o diafragma urogenital (músculo esfíncter da uretra) e está serve de ligação para</p><p>as uretras prostáticas e esponjosas; e por fim, Camada esponjosa (subdivide-se em bulbo, corpo e glande;</p><p>conta com a abertura das glândulas bulbouretrais e com o óstio externo da uretra).</p><p>Entre os sexos, temos individualidades que compreendem a uretra destes animais; podemos começar a</p><p>citar o macho, a respeito da drenagem linfatica podem se mencionar as partes prostáticas e membranosas</p><p>(principalmente linfonodos ilíacos internos e ilíacos externos), para a parte esponjosa (linfonodos inguinais</p><p>profundos, ilíacos externos) é a respeito da inervação, para a parte prostática temos o plexo prostático; e</p><p>parte membranosa, os nervos cavernosos do penis (extensão do plexo prostático) e parte esponjosa</p><p>compreendendo os ramos do nervo pudendo. Nas Fêmeas, a uretra se apresenta em tamanho curto (cerca</p><p>de 4cm de comprimento), está se estende entre o colo da bexiga e o óstio externo da uretra e atravessa o</p><p>diafragma pélvico e urogenital e a palpação podemos encontrar está fundida a parede anterior da vagina.</p><p>De forma sucinta, a irrigação (e realizada pelas artérias vesical inferior, artérias vesical inferior e uterinas e</p><p>artéria pudenda interna); a drenagem venosa/e linfática (e realizada pelo plexo vesical e pela veia pudenda</p><p>interna, está por sua vez, em sua extensão apresenta os linfonodos ilíacos internos e ilíacos externos) e a</p><p>inervação das uretras são de responsabilidade por parte superior (plexos vesical e uterovaginal), parte</p><p>inferior (nervo pudendo, componentes autônomos e sensitivos).</p><p>Pode ainda discorrer que uretra (iniciada na vesícula urinária), em fêmeas e mais calibrosa o que favorece</p><p>a passagem de urólitos de pequeno calibre; mas, no entanto, em cães machos (Machos de forma geral) ela</p><p>tem um menor calibre é e mais longa o que acaba por favorecer que os mesmos desenvolvam cistites. Em</p><p>gatos tanto (machos quanto em fêmeas), a uretra e menos calibrosa e os gatos machos ainda possuem a</p><p>particularidade de possuírem espiculas sob a mucosa do pênis.</p><p>Quanto a peculiaridades do sistema reprodutivo (glândulas acessórias), (O Cão) possui a próstata como</p><p>sendo a glândula mais importante; ela possui característica de ser bi lobulada e está abraçando a uretra. Já</p><p>(O Gato) a mais importante são as bulbouretrais e a próstata no gato e praticamente vestigial.</p><p>Fonte: KÖNIG, 2016.</p><p>VESTUÁRIO CIRÚRGICO</p><p>Todas as pessoas que entram no centro cirúrgico devem estar vestidas apropriadamente para o ambiente</p><p>(pijama cirúrgico, gorro, máscara e pró-pé), para minimizar a contaminação microbiana do local.</p><p>ESCOVAÇÃO CIRÚRGICA</p><p>Antes da entrada no centro cirúrgico todos os membros da equipe cirúrgica (limpa) devem retirar todos os</p><p>acessórios e realizar a escovação cirúrgica das mãos e braços.</p><p>Este procedimento tem como principais objetivos a redução da população bacteriana cutânea e a</p><p>remoção mecânica de sujidades e gordura; as unhas devem ser sempre mantidas curtas e limpas; as</p><p>mãos devem ser sempre mantidas mais altas que os cotovelos durante e após o processo de escovação,</p><p>tendo em vista que as mãos devem ser a área mais limpa.</p><p>O produto antimicrobiano usado para a escovação deve ser de rápida ação, amplo espectro e não irritantes</p><p>como a: clorexidina e o iodo-povidona.</p><p>VESTINDO O AVENTAL</p><p>O avental esterilizado deve estar dobrado de maneira em que o profissional após a escovação consiga</p><p>manipulá-lo para vestir, de forma a qual, só tenha contato com a parte de dentro para evitar a contaminações</p><p>e, após vesti-lo deve-se pedir para que o auxiliar de maneira cuidadosa,</p><p>amarre-o na parte de trás.</p><p>CALÇANDO AS LUVAS</p><p>PREPARATÓRIO PARA A OPERAÇÃO</p><p>As luvas estéreis para procedimentos cirúrgicos devem ser calçadas após a vestimenta do capote, de forma</p><p>em que não haja contato das mãos com a parte externa da luvas.</p><p>PREPARAÇÃO DO PACIENTE – Aplicação do cateter venoso</p><p>Primeiramente, deve-se escolher o local onde será inserido o cateter, dando preferência para a veia cefálica.</p><p>Realizar tricotomia e antissepsia do local (conter o animal adequadamente) e introduzir a agulha com o</p><p>bisel voltado para cima. Ao encontrar a veia retirar a agulha mantendo apenas o cateter no paciente. Realizar</p><p>a fixação do cateter com esparadrapo e técnica borboleta para melhor fixação.</p><p>POSICIONAMENTO</p><p>Na cistotomia, o paciente deve ser posicionado em decúbito dorsal, na Uretrostomia perineal o animal</p><p>deve ser posicionado em decúbito external (com os membros posteriores pendurados sobre a borda da</p><p>mesa) e na Uretrostomia Pré-púbica o paciente deve se encontrar em decúbito dorsal.</p><p>TRICOTOMIA</p><p>Na Cistotomia e deve-se realizar a tricotomia ampla na região retro umbilical, abdômen caudal e poção</p><p>medial das coxas. Na Uretrostomia perineal a tricotomia será realizada em toda a região perineal e bolsa</p><p>escrotal, na Uretrostomia pré-púbica também deve ser feita a tricotomia ampla abrangendo abdômen e</p><p>pelve.</p><p>PREPARAÇÃO CUTÂNEA ESTÉRIL</p><p>Para a antissepsia deve-se aplicar clorexidina na região a qual já foi realizada a tricotomia, espalhando e</p><p>realizando a degermação. Após esse processo com a gaze deve-se passá-la em um sentido unidirecional</p><p>cranial-caudal, e depois aplica-se álcool 70% e repete-se o processo.</p><p>PROTEÇÃO DO CAMPO OPERATÓRIO</p><p>Para o isolamento da região já limpa, deve-se posicionar o campo cirúrgico/campo fenestrado na área a qual</p><p>vai ser realizado o procedimento e prender suas extremidades na pele do paciente com 4 backhaus.</p><p>CELIOTOMIA EXPLORATÓRIA</p><p>O procedimento de celiotomia, consiste na abertura do abdômen através da linha alba (paciente em decúbito</p><p>dorsal), cuja finalidade é ter acesso a cavidade abdominal para fins terapêuticos ou diagnósticos (avaliação</p><p>de patologias ou identificação de possíveis patologias não diagnosticadas previamente), para esta operação</p><p>divide-se o abdômen em quadrantes cranial (direito-esquerdo) e (caudal direito-esquerdo).</p><p>PASSO-A-PASSO TÉCNICA CIRÚRGICA</p><p>Tal técnica possui 3 formas de acesso, sendo eles a retro umbilical, em que a incisão é feita abaixo do</p><p>umbigo, podendo estender até o púbis na região hipogástrica; pré- umbilical, onde a incisão ocorre acima</p><p>do umbigo até a região epigástrica; pré-retro umbilical, que inicia da região epigástrica até a região</p><p>hipogástrica. Na celiotomia é possível combinar as incisões, dependendo do procedimento a ser realizado,</p><p>já na Esplenectomia, a incisão é feita mediana-paracostal , que vai da do começo do processo xifoide e se</p><p>estende até a sínfise púbica.</p><p>Com o auxílio do bisturi, iremos fazer a incisão da pele (PLANO A PLANO), após a incisão conseguimos</p><p>visualizar o subcutâneo, com auxílio de uma tesoura iremos fazer divulsionamento do tecido presente, para</p><p>que se seja visualizado a linha alba.</p><p>Para acessarmos a cavidade abdominal, precisamos do auxílio de uma pinça Allis suspendendo a parede</p><p>abdominal (suspendendo-se os lados da mesma; as fáscias externas dos músculos retos abdominais), para</p><p>que não corra risco de perfuramos nenhuma outra região, com auxílio de um bisturi invertido, ou seja virado</p><p>para cima, iremos fazer uma punção no músculo , depois iremos incisionar minimamente a região, para</p><p>adentrar e iremos também utilizar dois dedos; com auxílio de uma pinça para melhor guiar a tesoura,</p><p>abriremos a linha alba para pôr fim termos acesso a cavidade.</p><p>Após a incisão com a tesoura na musculatura iremos o acesso a cavidade abdominal, com auxílio de duas</p><p>pinças Allis prendendo a musculatura, uma pelo lado direito e outra pelo lado esquerdo iremos visualizar</p><p>todo o interior da cavidade abdominal.</p><p>CISTOTOMIA (FELINO E FÊMEA)</p><p>Para se ter acesso a bexiga, deve-se posicionar o animal em decúbito dorsal para realizar a celiotomia</p><p>retro umbilical, realizando um incisão do umbigo até o púbis. Após localizar o órgão, isolar a bexiga com</p><p>compressas e fazer uma cistocentese intraoperatória retirando a urina, com uma agulha (20ml, canhão rosa)</p><p>acoplada em uma seringa (caso haja muito líquido é importante perfurar o órgão apenas uma vez, ou seja,</p><p>introduzir a agulha apenas uma vez e quando a seringa estiver cheia retirar apenas a seringa para esvaziá-</p><p>la e acoplar novamente na agulha e repetir o processo até o esvaziamento da bexiga); Para a melhor</p><p>manipulação do órgão é indicado realizar um ponto de ancoragem na parte cranial e outro na parte caudal</p><p>da bexiga (suturas de sustentação e ancoragem no ápice e aspecto caudal da bexiga (sem transfixar o</p><p>lúmen da mesma), para em seguida tracionar a bexiga em direção cranial. Logo deve-se realizar uma</p><p>incisão longitudinal na superfície ventral (ou dorsal) do corpo da bexiga com um bisturi, entre os pontos</p><p>de ancoragem, e com uma tesoura metzenbaum divulsionar o tecido, e ao ter boa visibilidade deve-se</p><p>inspecionar o órgão em buscas de anormalidades na mucosa ou se há presença de cálculos.</p><p>É necessário averiguar se há obstrução na uretra, e para isto deve-se se passar um catéter no canal</p><p>(cateter uretral, para assegurar de que não há cálculos restantes dentro da uretra.</p><p>Após colocação do catéter uretral, passar um cateter duplo J (12) uretral para verificar a patência da uretra,</p><p>e certificar que não há nenhum resquício de cálculo que possa obstruir a uretra e a saída da urina; o cateter</p><p>deve passar pela uretra e sair pela vulva em fêmeas. Realizar o procedimento de flushing e aspiração, a fim</p><p>de remover os cálculos discretos e pequenas partículas restantes no canal. Posteriormente, é feita a</p><p>cistorrafia simples separada ou contínua padrão (Cushing ou Lembert), com fio monofilamentar</p><p>absorvível sintético 3.0 ou 4.0. A sutura deve abranger todas as camadas da bexiga (serosa, muscular</p><p>e mucosa).</p><p>É Importante lembrar de testar a vedação da bexiga no fim da cirurgia, para observar se há algum</p><p>vazamento de urina na mesma, verificando se a síntese/rafia foi realizada com sucesso.</p><p>Para finalizar, deve-se realizar a lavagem da bexiga com solução fisiológica através da compressão (seringa</p><p>de 20ml e agulha de canhão rosa) para limpar o órgão e omentalizar para estimular a circulação sanguínea</p><p>na ferida cirúrgica. NÃO ESQUECER QUE DURANTE TODO O PROCEDIMENTO A BEXIGA DEVE SER</p><p>IRRIGADA COM SOLUÇÃO FISIOLÓGICA PARA QUE ESTÁ NÃO RESSEQUE.</p><p>CISTOTOMIA (MACHO)</p><p>Para se ter acesso a bexiga, deve-se posicionar o animal em decúbito dorsal e iniciar uma incisão abdominal</p><p>na linha alba se atentando as artérias penianas durante o processo, e a incisão cutânea deve realizar uma</p><p>curva lateral ao prepúcio (lateral ao pênis) o qual este deva ser retraído. Através da incisão realizada na</p><p>linha alba será possível localizar dentro do abdômen a vesícula urinaria; posteriormente a este processo,</p><p>será necessário expor a bexiga para fora da cavidade/incisão realizada e com compressa realiza-se o</p><p>isolamento do órgão (lembrando que ao longo da cirurgia deve-se irrigar o órgão com solução fisiológica</p><p>para que não haja ressecamento da mucosa). Após, lateralmente a bexiga poderá ser localizado também os</p><p>ureteres e o canal deferente, que se segue até a próstata. Antes de incisionar a vesícula urinaria, deve</p><p>realizar a cistocentese intraoperatória; retirando a urina, com uma agulha (20ml, canhão rosa) acoplada em</p><p>uma seringa (caso haja muito líquido é importante perfurar o órgão apenas uma vez, ou seja, introduzir a</p><p>agulha apenas uma vez e quando a seringa estiver cheia retirar apenas a seringa para esvaziá-la e acoplar</p><p>novamente na agulha e repetir o processo até o esvaziamento da bexiga); Para a melhor manipulação</p><p>do</p><p>órgão é indicado realizar um ponto de ancoragem na parte cranial e outro na parte caudal da bexiga (suturas</p><p>de sustentação e ancoragem no ápice e aspecto caudal da bexiga (sem transfixar o lúmen da mesma), para</p><p>em seguida tracionar a bexiga em direção cranial. A incisão realizada deve ser estendida cranial e</p><p>caudalmente com uma tesoura metzenbaum (está deve possuir tamanho suficiente para que se passe</p><p>cálculos puxados por instrumentação cirúrgica de forma fácil). NESTE PONTO, RETIRA-SE O CÁLCULO</p><p>PRESENTE NA BEXIGA. Para verificar-se a patência da uretra e certificar que não há mais cálculos dentro</p><p>do sistema que venha a propiciar surgimento de novos cálculos, obstruir a uretra ou impedir circulação da</p><p>urina, deve-se utilizar um cateter n°12 (inserido na uretra peniana apartir do orifício peniano) até a</p><p>abertura/incisão cirúrgica realizada (pode também usar como alternativa, passar o cateter uretral através da</p><p>bexiga para que este saia para fora da abertura da uretra) e realizar o procedimento de flushing e aspiração</p><p>para que se limpe toda a extensão do lúmen uretral. Antes de se realizar a rafia, e preciso fazer a inspeção</p><p>de toda a bexiga embusca de anormalidades e posteriormente passamos para a cistorrafia, em padrão</p><p>simples contínua padrão Cushing ou Lambert, com fio monofilamentar absorvível sintético 3.0 ou 4.0</p><p>(pode realizar dois padrões na bexiga afim de trazer segurança a síntese do procedimento). REALIZAR O</p><p>TESTE DA VEDAÇÃO DA BEXIGA, com uma seringa agulhada faz-se a injeção de soro próximo a sutura e</p><p>verifica se há extravasamentos, com uma seringa de 20mL e agulha canhão rosa realizar lavagem da bexiga</p><p>com solução fisiológica e por fim, reposicionar a vesícula cuidadosamente dentro de sua anatomia normal</p><p>(cavidade pélvica) para posteriormente ser omentalizada.</p><p>URETROSTOMIA PERINEAL EM GATOS</p><p>De início é importante realizar uma sutura no padrão bolsa de tabaco no ânus, e se possível cateterizar o</p><p>pênis para que se evite contaminação. Realizar uma incisão ao redor do eixo do escroto e do prepúcio e</p><p>realizar a amputação de ambas as estruturas (Liberando assim a uretra distal e o pênis dos tecidos</p><p>próximos/circundantes). Para melhor manipulação do pênis é indicado colocar na parte terminal do prepúcio</p><p>um fórceps de Allis. Logo, deve-se disjungir a uretra distal e o pênis do tecido os quais os envolvem, e</p><p>alongar a dissecção de forma lateral e ventral em direção à estabilização do pênis e ao arco isquiático. Após</p><p>elevar o pênis de forma dorsal e separar o ligamento peniano ventral, para evitar hemorragias e lesões</p><p>nos nervos deve-se seccionar os músculos isquiocavernosos, os isquiouretrais e suas inervações em suas</p><p>origens no ísquio para evitar-se assim lesões que possam acometer ramos nervosos. Logo desloca-se o</p><p>pênis de forma ventral expondo sua superfície dorsal. Após erguer e remover o músculo retrator do pênis</p><p>sobre a uretra, deve incisionar a uretra peniana de forma longitudinal e continuar com a incisão até próximo</p><p>a uretra pélvica (pode usar como localizador as glândulas bulbouretrais como pontos de referência para o</p><p>tamanho e extensão da incisão a ser realizada) e fazer uma incisão longitudinal na uretra peniana,</p><p>prosseguindo com a incisão uretral até próximo da uretra pélvica (1cm além do nível das glândulas</p><p>bulbouretrais). Para certificar que a largura da uretra esteja adequada deve inserir uma pinça mosquito</p><p>hemostática de Halsted fechada por cima do canal, e se possível passar o hemostato no local onde houve</p><p>a obstrução de forma a qual não tenha nenhuma resistência. Para rafia, deve-se suturar a mucosa uretral</p><p>à pele usando suturas absorvíveis 4-0 ou 5-0 ou não absorvível em um corte cônico (polidioxanona</p><p>ou poligliconato) ou não absorvível (náilon, polipropileno) em agulha com fio fixado, usando sutura</p><p>padrão simples interrompida ou contínua. Posteriormente, sutura-se os dois terços proximais da uretra</p><p>peniana à pele e amputar a porção distal terminal por meio da colocação de uma sutura de colchoeiro</p><p>Horizontal (Wolff) através da pele e dos tecidos penianos e amputando o pênis distal à ligadura. Com todo</p><p>o processo anterior finalizado, pode-se realizar a sutura da pele com suturas interrompidas simples.</p><p>Fonte: FOSSUM, 2014.</p><p>URETROSTOMIA PRÉ-PÚBICA</p><p>Iniciar o procedimento realizando uma celiotomia retro-umbilical, com uma incisão na linha média ventral</p><p>do umbigo até o púbis, e através da dissecção simples liberar a uretra intrapélvica do assoalho pélvico,</p><p>sempre preservando a artéria uretral e suas ramificações, além do, suprimento sanguíneo para o colo da</p><p>bexiga. Em alguns casos para garantir que a uretra está assegurada para a exteriorização pode ser</p><p>necessário a dissecação da próstata através da uretra em cães machos (Deve-se separar cuidadosamente</p><p>a próstata a partir da uretra, para garantir que a uretra esteja suficientemente disponível para exteriorização</p><p>em alguns cães machos). Para a exteriorização da uretra em cães machos deve ser realizado uma incisão</p><p>lateral ao prepúcio ou dentro dele de aproximadamente 2 a 3 centímetros (lateralmente ao prepúcio ou/e</p><p>dentro dele). Já nas fêmeas a exteriorização da uretra se dá através de uma incisão na linha média ventral</p><p>ou lateralmente a linha alba também de 2 a 3 centímetros; em seguida, deve-se especular a parte distal da</p><p>uretra para aumentar o diâmetro de seu lúmen. Posteriormente, deve-se suturar a mucosa uretral para a</p><p>pele com suturas interrompidas de monofilamento absorvível ou não absorvível. Ainda é indicado</p><p>utilizar durante o período de cicatrização inicial, ou seja, 24 a 48 horas, um cateter de Foley dentro da bexiga</p><p>(através da técnica de uretrostomia) para o desvio da urina.</p><p>Fonte: FOSSUM, 2014.</p><p>CELIORRAFIA (CELIOTOMIA)</p><p>O Separado deve se fazer na pele, fáscia muscular (Nas fáscias usar fio absorvível sintético</p><p>monofilamentar), parede do órgão; padrão contínuo deve ser utilizado no subcutâneo.</p><p>Em cada lado da incisão deve-se incorporar de 4 -10mm da fáscia muscular em cada estrutura (Suturas</p><p>interrompidas com 5 -10mm de distância), apertando as suturas o suficiente para uni-las. As incisões</p><p>realizadas na linha média alba devem incorporar a espessura total da parede abdominal na sutura, mas</p><p>atenção, não se deve incorporar o ligamento falciforme entre as bordas das fáscias.</p><p>Muscular e Subcutâneo – É indicado que o peritônio seja utilizado juntamente com uma camada da fáscia</p><p>do músculo reto do abdômen devido risco de se rasgar por conta dos movimentos do animal/paciente para</p><p>cirurgias de bexiga; para o subcutâneo realiza-se uma técnica de sutura subcuticular/intradérmica em zigue-</p><p>zague afim de reduzir as chances de Seroma.</p><p>Pele – Pode ser realizado com a técnica de sutura simples interrompido ou REVERDIN ou FORD (o último</p><p>se apresenta como esteticamente mais apresentável, além de não ter grande quantidade de nós aderidos a</p><p>pele, o que pode vir a ser menos incômodo para o animal durante o processo de cicatrização); Utiliza-se fios</p><p>inabsorvíveis 3.0 ou 4.0 para síntese.</p><p>Indicações para a sutura (Segundo SLIDE aula):</p><p>Muscular – Simples separado ou/e simples contínuo</p><p>Subcutâneo – intradérmica em zigue-zague</p><p>Derme – Simples separado (indicação: para o fechamento de pele, o padrão de sutura selecionado foi de</p><p>intradérmica em zigue-zague, fio de material absorvível 2.0 ou 3.0).</p><p>SÍNTESE</p><p>O fechamento de incisões na bexiga é realizado com padrões de sutura invaginante simples contínuas</p><p>(exemplo: Lembert e/ou Cushing, ou os dois); Fios de sutura absorvíveis sintéticos monofilamentados, a</p><p>exemplo do polidioxanone e do poligliconato são os mais indicados.</p><p>Os fios utilizados para a ancoragem da bexiga, podem ser de material não absorvível;</p><p>Observações: A mucosa não deve ser penetrada durante</p><p>a síntese, pois o contato da urina com o material</p><p>de sutura reduz o tempo de resistência tênsil, ou a própria sutura pode favorecer a formação de cálculos.</p><p>É importante ressaltar que suturas não absorvíveis são contraindicadas de serem realizadas na bexiga ou</p><p>na uretra, pois elas podem promover a formação de cálculos; e por fim, Padrões aposicionais (opostos aos</p><p>invertidos) são os mais seguros para o fechamento da vesícula urinária (bexigas pequenas por exemplo</p><p>ou/e quando a parede do órgão está demasiadamente espessa em decorrência de alguma enfermidade).</p><p>SÍNTESE (CISTOTOMIA)</p><p>Para Iniciarmos, pode-se dizer que antes de fechar o abdômen na operação de cistotomia deve ser realizado</p><p>a omentalização da região operada na bexiga; o processo de omentalização e muito útil pois acelera a</p><p>cicatrização, auxilia na vedação da linha incisional de forma rápida evitando a contaminação da área. A</p><p>omentalização também impede a aderência da bexiga na parede abdominal ou em outros órgãos como nas</p><p>alças intestinais e útero (em caso das fêmeas).</p><p>TROCAR AS LUVAS UTILIZADAS PARA SUTURAR A BEXIGA DEVIDO CLASSIFICAÇÃO DE</p><p>CIRURGIA LIMPA-CONTAMINADA!</p><p>Para realizar a omentalização da lesão cirúrgica, deve ser encontrado o músculo do omento maior e</p><p>suturando-o junto a linha incisional, utilizando a técnica de sutura simples separado.</p><p>Informações sobre síntese dentro das técnicas cirúrgicas anteriormente relatadas, se encontram em</p><p>NEGRITO ao longo do tópico de passo-a-passo procedimento cirúrgico.</p><p>COMPLICAÇÕES TRANS-OPERATÓRIAS E PÓS-OPERATÓRIAS</p><p>CISTOTOMIA</p><p>Podem ser relatados como complicações em trans e pós operatórias durante o procedimento de cistotomia,</p><p>o vazamento da urina para cavidade abdominal (o que pode dar origem a uma inflamação do peritônio</p><p>(uroperitônio) causando uma peritonite, principalmente pelo fato de a urina ser um conteúdo contaminado);</p><p>COMPLICAÇÕES TRANS E PÓS OPERATÓRIAS E RECOMENDAÇÕES GERAIS</p><p>o surgimento de hemorragias principalmente se o cirurgião não evitar a incisão em regiões mais</p><p>vascularizadas da bexiga, além das hemorragias outras complicações desencadeadas por erro do cirurgião</p><p>é a fuga da parede da vesícula por um padrão de sutura mal realizado e as recidivas de formações de novos</p><p>cálculos ocasionadas por suturas que penetram a bexiga, pode ocorrer também a formação de hematomas</p><p>no músculo durante a introdução do cateter além da obstrução do mesmo, devido o sangramento da urina</p><p>pela formação de coágulos, pela formação de cálculos ou até mesmo pela torção do tubo além disso, a</p><p>complicação mas comum durante o pós operatório é a dificuldade para remover todos os urólitos, a fim de</p><p>evitar essa complicação deve ser feita uma lavagem minuciosa da uretra e do desempenho das radiografias</p><p>abdominais no pós operatório.</p><p>URETROSTOMIA PERINEAL (GATOS)</p><p>URETROSOTOMIA PRÉ-PUBIANA</p><p>Podem ser relatados como complicações em trans e pós-operatórias durante o procedimento de</p><p>uretrostomia perineal em gatos e uretrostomia pré-pubiana, a formação de estenoses, o vazamento de</p><p>urinário, hemorragias permanentes no ato de micção, pode ocorrer também incontinência fecal e urinária se,</p><p>os nervos forem lesados durante dissecção ao redor da uretra pélvica, cateteres prementes podem contribuir</p><p>para surgimento de infecções bacterianas ascendentes, ou fibrose e estenose, já as complicações de</p><p>caterização pré-púbica pode, incluir perfuração intestinal devido a colocação percutânea inapropriada,</p><p>infecção do trato urinário, hematúria transitória, uruabdomen, remoção prematura de cateter e obstrução ou</p><p>remoção.</p><p>RECOMENDAÇÕES (PÓS-OPERATÓRIAS)</p><p>CISTOTOMIA</p><p>Deve-se permitir que o paciente urine de forma espontânea, ou por meio de sonda uretral estéril durante</p><p>três dias (é essencial que o paciente fique internado durante 72 horas, se não tem essa possibilidade é</p><p>indicado ao paciente internação de 24h, logo após é dado alta do mesmo com a sonda uretral, com retorno</p><p>de 3 dias para retirada da mesma), permitido a realização de cultura bacteriana da urina se necessário, é</p><p>feito antibioticoterapia sendo o antibiótico de eleição utilizado a amoxicilina + ácido clavulânico durante sete</p><p>dias, em casos de presença de urólitos, eles devem ser enviados para análise laboratorial, e seu resultado</p><p>podendo ajudar na profilaxia, evitando-se as recidivas, deve ser citado que é comum que no primeiro dia</p><p>pós procedimento a uma pequena quantidade de hematúria decorrente a cirurgia, deve-se realizar</p><p>radiografias simples a fim para examinar a bexiga e uretra para avaliar presença de cálculos do no trato</p><p>urinário, além de dietas terapêuticas para evitar a formação de novos urólitos.</p><p>URETROSTOMIA PERINEAL (GATOS)</p><p>URETROSOTOMIA PRÉ-PUBIANA</p><p>É necessário a monitoração dos parâmetros vitais do paciente, incluindo temperatura, suporte nutricional</p><p>eliminação, junto a observação dos drenos e ferida cirúrgica, além disso deve se fazer a mensuração de dor</p><p>do paciente mantendo-o seguro e confortável avaliando a necessidade de analgésicos, é necessário a</p><p>avaliação da urina mesurando a presença de obstrução devido tecidos edemaciados ou com fibrose e</p><p>necrose, após a retirada da obstrução unitária, o paciente deve ser mantido em fluidoterapia intravenosa até</p><p>cessar a diurese pós-obstrutiva, pacientes com cateteres permanentes, que passaram pelo procedimentos</p><p>de uretrotomias ou uretrostomia devem utilizar colar elisabetano, estes também devem ser observados</p><p>devido o possível surgimento de hemorragias em pós operatório, a bexiga do paciente deve ser mantida</p><p>vazia, por compressão manual ou por cateterismo, até que ele possa urinar normalmente, em gatos que</p><p>passaram por procedimento de uretrostomia deve-se usar papéis para forrar o chão, em vez de camas, até</p><p>a cicatrização da ferida.</p><p>INDICAÇÕES PÓS-OPERATÓRIO</p><p>CISTOTOMIA</p><p>Após a retirada da sonda uretral, deve ser indicado e explicado ao tutor do paciente a necessidade do</p><p>incentivo para que o paciente urine de forma espontânea, através de passeios, em casos de cálculos é</p><p>prescrito ao paciente dieta alimentar com rações terapêuticas para o trato urinário a fim de evitar a formação</p><p>de novos cálculos, além disso, é indicado a limpeza diária dos pontos com solução fisiológica NaCL 0,9%,</p><p>e clorexidina e em conjunto o uso do colar elisabetano até a retirada dos pontos.</p><p>URETROSTOMIA PERINEAL (GATOS)</p><p>URETROSOTOMIA PRÉ-PUBIANA</p><p>Para os pacientes que passaram pelos procedimentos é indicado a limpeza da ferida com solução fisiológica</p><p>NaCL 0,9% e clorexidina ou iodopovidona, junto a utilização do colar elisabetano nos primeiros dias, para o</p><p>paciente é prescrito a utilização de pomadas impermeáveis, dipirona para analgesia, é feita a avaliação de</p><p>necessidade de anti-inflamatórios, e antibioticoterapia (podendo ser utilizados cefalosporinas sendo o de</p><p>eleição o amoxicilina + ácido clavulânico), em casos de inflamação na ferida é feita a utilização de gel de</p><p>massagem a base de escina, dimetilsulfoxido, dexametasona, entre outras composições, além do manejo</p><p>alimentar com royal canin urinary.</p><p>DE OLIVEIRA, Dulce; F. L. (2016). Uretrostomia pré-púbica devido a complicações da técnica perineal</p><p>em gato. Medvep - Revista Científica de Medicina Veterinária - Pequenos Animais e Animais de Estimação,</p><p>12(45), 1-xxx. Acesso em: 09 maio de 2024.</p><p>REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS</p><p>FOSSUM, Theresa Welch. Cirurgia de pequenos animais. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2021.</p><p>1487 p. Acesso em: 09 maio de 2024.</p><p>KÖNIG, H. E.; LIEBICH, H. G. Anatomia dos animais domésticos. Texto e atlas colorido. 4a ed, Porto</p><p>Alegre: Artmed, 2016. Acesso em: 09 maio de 2024.</p><p>OLIVEIRA, Gabriela Bovi de; MORENO, Leila Soares; RODRIGUES, Karina Borges Almeida. Relato de</p><p>caso: cistotomia para remoção de urólito vesical em cadela da raça Shih Tzu. Enciclopédia Biosfera, v. 20,</p><p>n. 26, p. 4963-4971,</p><p>2022. DOI: 10.18677/EnciBio_2022D26. Acesso em: 09 maio de 2024.</p><p>PIVETA, Lidiana. Técnicas Operatórias - Cirurgias da Vesícula Urinária e da Uretra. Aula ministrada na</p><p>disciplina de técnica operatória de pequenos animais, Centro universitário Uni-Goiás, Goiânia – Goiás, 1º</p><p>semestre/2024. Acesso em: 09 maio de 2024.</p><p>SENA, M. R. L. ASPECTOS ANATOMOPATOLÓGICOS DE UROLITÍASE VESICAL ASSOCIADO A</p><p>HIPERPLASIA PROSTÁTICA EM UM CÃO: RELATO DE CASO, Trabalho de Conclusão de Curso, 2021.</p><p>Acesso em: 09 maio de 2024.</p>