Prévia do material em texto
<p>Trilha 1 - Fundamentos conceituais do currículo</p><p>Fundamentos conceituais do currículo</p><p>DESAFIO</p><p>Padrão de resposta esperado</p><p>Reuniões para a implementação da BNCC na escola representam uma</p><p>oportunidade para os professores discutirem os ajustes de acordo com as</p><p>necessidades mais urgentes do ambiente escolar em questão, proporcionando</p><p>também uma gestão democrática do curriculo.</p><p>a) Para planejar o trabalho no cotidiano, os professores precisam analisar e</p><p>identificar as conquistas e as dificuldades percebidas nas práticas com as</p><p>crianças, realizando a observação da trajetória de cada criança e de todo o</p><p>grupo. Segundo a BNCC, "Parte do trabalho do educador é refletir, selecionar,</p><p>organizar, planejar, mediar e monitorar o conjunto das práticas e interações,</p><p>garantindo a pluralidade de situações que promovam o desenvolvimento pleno</p><p>das crianças."</p><p>b) Os direitos de aprendizagem e desenvolvimento na educação infantil são seis</p><p>pontos que criam as condições necessárias para que as crianças aprendam em</p><p>ambiente ativo, onde podem encontrar desafios e explorar significados de si, do</p><p>mundo e dos outros. São elas:</p><p>Conviver, brincar, participar, explorar, expressar e conhecer-se.</p><p>Exercícios</p><p>1. Quando falamos em currículo há diferentes possibilidades de</p><p>interpretação, isso ocorre porque o termo é utilizado dentro e fora do</p><p>campo educacional. Tendo em vista que as primeiras definições datam de</p><p>1633, sabemos que o conceito se alterou bastante nos dias atuais. Sobre o</p><p>conceito de currículo, analise as assertivas abaixo e identifique se são</p><p>verdadeiras ou falsas.</p><p>I – Ainda que possa ser considerado como um conjunto de disciplinas e</p><p>seu corpo de conhecimento organizado numa sequencia lógica, o currículo</p><p>é, também um campo de reflexão e estudos.</p><p>II – Devido à complexidade da educação, defini-se courrículo como um</p><p>sistema que só pode ser compreendido quando analisamos parte a parte</p><p>de seus componentes.</p><p>III – O conceito é construído historicamente de acordo com as realidades</p><p>sociais nas quais está inserido, sendo assim, trata-se de um conceito</p><p>multifacetado que só pode ser compreendido num dado tempo e espaço</p><p>específico.</p><p>IV – Atualmente, compreende-se currículo como um plano estruturado e,</p><p>por ter como definição o mapeamento do percurso escolar e da carreira do</p><p>indivíduo, não está vinculado a nenhuma legislação.</p><p>Assinale a alternativa correta:</p><p>A. V, F, V, F</p><p>2. O artigo 2º da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei</p><p>9.403/96) define que:</p><p>A educação, dever da família e do Estado, inspirada nos princípios de</p><p>liberdade e nos ideais de solidariedade humana, tem por finalidade o pleno</p><p>desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania</p><p>e sua qualificação para o trabalho.</p><p>Para formar o sujeito com o objetivo de promover seu pleno</p><p>desenvolvimento e prepara-lo, tanto para o exercício da cidadania,</p><p>quanto para o trabalho, é preciso que um currículo...</p><p>C. ...escolar priorize os conhecimentos que promovam tal</p><p>desenvolvimento, tendo como foco dar acesso a todos e, principalmente,</p><p>àqueles cujo contexto social é privado de tais conhecimentos.</p><p>3. O ensino apoia-se em um conjunto limitado de conhecimentos, haja vista</p><p>o tempo limitado na formação escolar e a desvalorização de certos</p><p>conhecimento para o desenvolvimento humano, por isso todo currículo é</p><p>uma seleção de conteúdos. Quais são, portanto, os critérios para a seleção</p><p>desses conteúdos? Analise as assertivas abaixo e indique a(s)</p><p>verdadeira(s):</p><p>I – Todo conhecimento tem um valor intrínseco que é priorizado para a</p><p>seleção dos conteúdos escolares.</p><p>II – A escolha de conteúdos é uma opção política, ou seja, definida por</p><p>interesses diversos.</p><p>III – A cada público está destinado um determinado conjunto de</p><p>conhecimentos que pode limitar ou ampliar o horizonte de possibilidades</p><p>das pessoas.</p><p>IV – Sendo um processo democrático e justo, os critérios previstos em lei</p><p>são definidos em cada comunidade, de acordo com a classe social.</p><p>Assinale a alternativa com as assertivas verdadeiras:</p><p>B. II e III, apenas</p><p>4. A organização curricular é guiada por legislação, contudo há um longo</p><p>caminho entre o currículo oficial, portanto legal, e o currículo real praticado</p><p>em cada escola, em cada sala de aula. Sobre isso é correto o que se aforma</p><p>em:</p><p>E. Os currículos não são os mesmos quando pensamos nas diferentes</p><p>escolas do país, pois somente algumas oferecem um conhecimento</p><p>diferenciado capaz de promover a transformação cognitiva dos alunos e a</p><p>ampliação de seu repertório.</p><p>5. Os estudos sobre o currículo advém de análises feitas nos países</p><p>desenvolvidos entre os Séculos XVIII e XIX, por ocasião do início de seus</p><p>processos de industrialização. Para o desenvolvimento do capitalismo era</p><p>a escolarização em massa das camadas menos favorecidas da população,</p><p>formando, assim, mão de obra especializada. Nessa perspectiva, o</p><p>currículo passa a ser organizado de forma metódica, mensurado e avaliado.</p><p>Essa modelo de currículo é conhecido no Brasil como um currículo:</p><p>A. Tecnicista</p><p>O currículo e suas concepções ideológicas</p><p>DESAFIO</p><p>Padrão de resposta esperado</p><p>1) Modalidade de ensino do currículo analisado: Ensino Fundamental.</p><p>2) Ideologia em que ele se enquadra ou a que mais se evidencia: intelectual-</p><p>racionalista e técnico-comportamental.</p><p>3) Fonte utilizada em sua elaboração: epistemológica (tradicional).</p><p>4) Valores teóricos/ideológicos presentes em sua proposta: acadêmico-</p><p>racional/liberal e técnico-comportamental.</p><p>5) Exemplos: conteúdos programáticos: detêm-se nos objetivos e planejamento</p><p>do ensino e aprendizagem por meio de disciplinas isoladas, sem levar em conta</p><p>o contextos social e histórico de aluno.</p><p>Exercícios</p><p>1. A palavra currículo significa um caminho a percorrer e isso quer dizer</p><p>um caminho não linear, mas permeado por situações que o modificam em</p><p>seu percurso. Na educação básica o currículo também se modifica de</p><p>acordo com cada novo contexto socioeconômico. Podemos considerar</p><p>como exemplo/s dessa mudança:</p><p>C. O processo de industrialização, a democratização e a universalização do</p><p>ensino.</p><p>2. A teoria considerada de forma descontextualizada, mecânica e</p><p>fragmentada em disciplinas, tendo uma organização rígida e metódica, na</p><p>qual o professor é a autoridade do saber é chamada de:</p><p>B. Teoria tradicional.</p><p>3. A Teoria Tradicional que pretende ser neutra por não questionar os</p><p>problemas e as desigualdades, que o sistema econômico capitalista</p><p>promove na sociedade está presente na escola tradicional, nova e</p><p>tecnicista. Relacione as Escolas, identificando as características de cada</p><p>uma delas.</p><p>( 1 ) Escola Tradicional</p><p>( 2 ) Escola Nova</p><p>( 3 ) Escola Tecnicista</p><p>( ) Utiliza o método reflexivo e experimental.</p><p>( ) Considera os conteúdos importantes por si mesmos e imprescindíveis</p><p>para o desenvolvimento intelectual.</p><p>( ) Voltada para a formação técnica e científica.</p><p>Marque a sequência correta.</p><p>E. 2-1-3</p><p>4. A Teoria Crítica proclama que o currículo não é neutro, já que toda a</p><p>teoria está baseada em relações de poder econômico e cultural, possuindo</p><p>bases sociológicas, filosóficas e antropológicas com destaque em ideias</p><p>marxistas. A ideologia da teoria crítica está presente em algumas</p><p>proposições. Marque a alternativa que destaca a proposição que procede</p><p>dos estudos de Paulo Freire (2009), que critica a educação bancária e</p><p>propõe a conscientização crítica da sociedade brasileira.</p><p>A. Pedagogia Libertadora.</p><p>5. De acordo com Libâneo (2013) o currículo se apresenta como “elemento</p><p>nuclear do projeto pedagógico, é ele que viabiliza o processo de ensino e</p><p>aprendizagem, [...] materializando intenções e orientações previstas no</p><p>projeto em objetivos e conteúdos” que serão trabalhados durante o</p><p>período escolar (LIBÂNEO, 2013, p. 169). No entanto, o currículo passa por</p><p>inúmeras influências, passando de documento formal até chegar</p><p>ao</p><p>planejamento real do professor, preservando características ocultas</p><p>durante a efetiva prática docente. Diante desse contexto relacione os</p><p>currículos com os seus níveis destacados por Libâneo (2013).</p><p>( 1 ) Currículo Formal</p><p>( 2 ) Currículo Real</p><p>( 3 ) Currículo Oculto</p><p>( ) É a efetivação do que foi planejado pelas instituições por meio da prática</p><p>do professor na sala de aula.</p><p>( ) Expresso pelos valores culturais presentes nas relações que se</p><p>estabelecem entre professor-aluno, escola família, aluno-aluno, etc.</p><p>( ) Estabelecido pelas instituições de ensino, expresso nas diretrizes e</p><p>normas prescritas pelas escolas, pelos municípios, estados e governo</p><p>federal.</p><p>Marque a sequência correta.</p><p>C. 2-3-1</p><p>Os tipos de currículo</p><p>DESAFIO</p><p>1. MCKERNAN (2009) define um tipo curricular como sendo aquele em que</p><p>consta os planos de estudos acadêmicos oferecidos pela instituição e que</p><p>é constituído pelo conteúdo, os objetivos e as preparações formalizadas</p><p>para a aprendizagem. Este currículo é denominado</p><p>C. formal.</p><p>2. MCKERNAN (2009) aponta um currículo que se originou da ideia de</p><p>currículo nuclear. Este currículo é denominado</p><p>A. nacional.</p><p>3. Aplle (2006) aponta um determinado tipo de currículo como sendo o</p><p>ensino tácito de normas, valores e inclinações aos alunos. E que este</p><p>ensino permanece pelo simples fato de os alunos viverem e lidarem com</p><p>as expectativas institucionais e rotinas das escolas todos os dias durante</p><p>vários anos. Este tipo de currículo é entendido como sendo o currículo:</p><p>E. oculto.</p><p>4. MCKERNAN (2009) aponta três aspectos relacionados aos diversos tipos</p><p>de currículos, um deles refere-se às transações ou às experiências que</p><p>acontecem enquanto o currículo está sendo implementado. Este currículo</p><p>é denominado:</p><p>B. vivido.</p><p>5. Apple (2006) afirma que pode-se aprender um pouco sobre a importância</p><p>de um determinado tipo de currículo a partir da literatura sobre a</p><p>socialização política. Para ele, fica claro que a aprendizagem incidental</p><p>contribui mais para a socialização política de um aluno do que aulas de</p><p>civismo ou outras formas de ensino deliberadas de determinada orientação</p><p>de valor ético-social. Por meio desta fala, este autor se refere a qual tipo</p><p>currículo?</p><p>B. Currículo oculto.</p><p>A seleção de conteúdos para o currículo</p><p>DESAFIO</p><p>Padrão de resposta esperado</p><p>Escola Americana em BH:</p><p>• Não adota a Base Curricular Nacional Comum do Brasil;</p><p>• Adota um projeto cujo nome é Programa Brasileiro, para que o aluno</p><p>tenha conhecimento social e cultural sobre o Brasil.</p><p>• São oferecidos conteúdos como arte, música, biblioteca, tecnologia e</p><p>educação física.</p><p>• No ensino médio são ofertadas disciplinas de línguas (Inglês e</p><p>Português), Matemática, Humanas e Ciências, bem como Educação Física,</p><p>Tecnologia, Arte, Música, Redação Criativa, Debate, Pequenos Grupos de</p><p>Comunicação, Debate, Comunicação Interpessoal, Produção de Mídia</p><p>Digital, Chinês e Espanhol.</p><p>• Possui como objetivo a educação internacional de alta qualidade com</p><p>ênfase na construção de cidadãos globais, onde o ensino é ministrado na</p><p>língua inglesa. O foco desta escola está numa formação internacional, por</p><p>isso os conteúdos curriculares básicos exigidos no Brasil não são sua</p><p>prioridade.</p><p>Escola Montessori em BH:</p><p>• Adota os conteúdos da Base Curricular Nacional Comum e mais alguns</p><p>outros conteúdos definidos como: conteúdos procedimentais, conteúdos</p><p>atitudinais.</p><p>• Em consonância com os Parâmetros Curriculares Nacionais para o ensino</p><p>fundamental, organiza o currículo deste nível de ensino no contexto do</p><p>sistema montessoriano por meio de experiências referentes à formação</p><p>pessoal e social e conhecimento de mundo, proporcionando condições</p><p>para o desenvolvimento integral da criança. Com referência à formação</p><p>pessoal e social, enfatiza-se o trabalho da identidade e da autonomia no</p><p>conhecimento de mundo, na construção das diferentes linguagens e nas</p><p>suas relações para com os objetos de conhecimento. Estas atitudes e</p><p>procedimentos são influenciados em torno da saúde, da educação, do</p><p>desenvolvimento infantil e da afetividade.</p><p>• Possui como objetivo formar cidadãos cristãos, criativos e engajados</p><p>com um mundo mais humano e ambientalmente sustentável. Por isso</p><p>possui uma seleção de conteúdos voltados para a vivência humana prática</p><p>- relacionados a procedimentos e atitudes.</p><p>Exercícios</p><p>1. A seleção de conteúdos faz parte de um processo histórico quanto aos</p><p>objetivos de aprendizagem. Zabala (2002) conta que um dos estudiosos</p><p>estabeleceu a divisão da ciência em especulativa (física, matemática,</p><p>filosofia), prática (lógica, ética, política) e poética (arte). De qual estudioso</p><p>se trata este pensamento?</p><p>C. Aristóteles.</p><p>2. Segundo Zabala (2002), Comênio (1592-1670), o autor da "Didáctica</p><p>Magna", era convencido de que existia uma estreita relação entre os</p><p>diversos campos do saber (pansofismo) e afirma que, se o ensino fracassa,</p><p>é por não saber relacioná-los e adaptá-los à pessoa. Ou seja, a seleção de</p><p>conteúdos deveria satisfazer, primariamente, as necessidades reais dos</p><p>estudantes composta por uma unidade de conhecimentos</p><p>interdependentes entre si. Essa unidade de conhecimentos proposta por</p><p>Comênio foi rompida definitivamente quando:</p><p>A. Napoleão organiza o sistema de ensino na França.</p><p>3. Para Zabala (2002), em relação aos critérios de seleção dos conteúdos</p><p>escolares, é correto o que se afirma em:</p><p>I – A seleção de determinadas matérias em detrimento de outras, numa</p><p>proposta educativa está diretamente ligada à função social que se atribui</p><p>ao sistema educativo.</p><p>II – A função básica para seleção de conteúdos está, majoritariamente,</p><p>vinculada à preparação para o nível superior.</p><p>III – A concepção propedêutica dirigida para a universidade foi o referencial</p><p>prioritário na seleção e organização dos conteúdos de aprendizagem.</p><p>IV – A relevância relativa de cada conteúdo é fruto da força e da</p><p>ascendência social que, em cada momento, têm diferentes grupos sociais.</p><p>É verdadeiro o que se afirma em:</p><p>D. I, II, III e IV</p><p>4. Zabala (2002) enfatiza que o modelo capitalista promoveu, sob uma</p><p>distribuição de tarefas fordistas, uma contínua especialização do trabalho</p><p>desmembrando as fases do processo produtivo. Isso teve forte influência</p><p>no âmbito produtivo do sistema educativo. Qual a decorrência de tal fato</p><p>na seleção de conteúdos curriculares?</p><p>E. Indução e condicionamento do processo de seleção dos conteúdos</p><p>escolares e sua maneira de organizá-los em disciplinas.</p><p>5. A educação escolar deve contribuir para que os estudantes possam</p><p>utilizar de seus conhecimentos a aprendizagens na resolução de situações</p><p>problemas ao longo de suas vidas. Considerando esse contexto, avalie as</p><p>asserções e a relação proposta entre elas: De acordo com Zabala (2002) o</p><p>conceito de “educar para a vida” deve estar presente no dia a dia da escola.</p><p>Porque</p><p>Deve ser realizado a partir de um processo contínuo e interativo de ensino-</p><p>aprendizagem entre os alunos e deles com o meio, experimentando,</p><p>descobrindo e adquirindo conhecimentos pela e para a vida cotidiana dos</p><p>sujeitos escolares.</p><p>C. A primeira e a segunda são verdadeiras e a segunda é justificativa da</p><p>primeira.</p><p>Trilha 2 - Integração Curricular</p><p>As disciplinas e suas inter-relações</p><p>DESAFIO</p><p>Padrão de resposta esperado</p><p>1. Por que os estudantes não participaram da aula de Matemática?</p><p>Porque ficaram intimidados ou decepcionados com a postura do professor.</p><p>2. Você acha que algum dos professores citados dá o enfoque globalizador</p><p>à sua prática docente? Justifique.</p><p>Não. Um enfoque globalizador por parte desses professores estaria</p><p>colocando a disciplina para resolver/analisar problemas da realidade.</p><p>Ficou evidente que os estudantes queriam interagir com os professores, e</p><p>estes priorizaram a disciplina no lugar da realidade.</p><p>3. O que você sugere a esses professores para que suas práticas</p><p>sejam</p><p>mais globalizadoras, e os estudantes criem sentido para o conhecimento</p><p>matemático?</p><p>O professor deveria utilizar métodos globalizadores, pois estes têm como</p><p>princípio fundamental o estudante ativo e protagonista, bem como um</p><p>professor contextualizador, problematizador e que orienta e apoia o</p><p>desenvolvimento dos trabalhos, ajudando a construir uma aprendizagem</p><p>significativa. Assumindo uma concepção construtivista e um enfoque</p><p>globalizador, estariam colocando as disciplinas não como um fim em si</p><p>mesmas, mas sim a serviço da resolução dos problemas da realidade</p><p>próxima dos alunos, envolvendo-os com o conhecimento escolar e</p><p>elaborando melhor o seu conhecimento cotidiano.</p><p>Exercícios</p><p>1. A finalidade educativa determina a forma de organização das disciplinas</p><p>e metodologias utilizadas. Assim, se concebemos um ensino complexo e</p><p>global, adotamos métodos globalizados. Nesse contexto, qual a afirmativa</p><p>que caracteriza um método globalizado?</p><p>C. Método que organiza o conteúdo a partir de situações, temas ou ações.</p><p>2. Nos métodos globalizados, os estudantes mobilizam-se e aprendem uma</p><p>série de fatos, conceitos, técnicas, habilidades e atitudes. No entanto, para</p><p>eles, esta aprendizagem não é o objetivo direto que querem alcançar.</p><p>Podemos afirmar que o objetivo direto é:</p><p>B. buscar respostas para as questões que os preocupam.</p><p>3. As disciplinas acadêmicas são meios para o desenvolvimento de</p><p>métodos globalizados. Vários estudos apresentam formas de se</p><p>estabelecer relações entre estas disciplinas. A interdisciplinaridade é uma</p><p>forma de se estabelecer relações entre os conteúdos. A partir desta</p><p>definição, podemos afirmar que a interdisciplinaridade é:</p><p>E. o reencontro e cooperação entre duas ou mais disciplinas.</p><p>4. A transdisciplinaridade é a unificação das disciplinas, uma execução</p><p>axiomática comum a um conjunto de disciplinas. Como exemplo dessa</p><p>relação entre as disciplinas, isto é, como teoria transdisciplinar, pode-se</p><p>citar:</p><p>C. o marxismo.</p><p>5. Os currículos estabelecem temas transversais, ou seja, eixos para o</p><p>desenvolvimento das disciplinas. Essa proposta se situa numa perspectiva</p><p>metadisciplinar, isto é, se refere a pontos de vista sobre um objeto de</p><p>conhecimento. Qual das alternativas a seguir representa um tema</p><p>transversal?</p><p>D. O meio ambiente.</p><p>Currículo e avaliação</p><p>DESAFIO</p><p>Cenário 1: Avaliação Somativa</p><p>Proposta de avaliação no currículo</p><p>prescrito</p><p> Proposta de Avaliação: Avaliação final baseada em</p><p>provas escritas e testes padronizados para verificar a</p><p>compreensão dos conteúdos ensinados ao longo do</p><p>semestre.</p><p>Proposta de avaliação no currículo</p><p>real</p><p> Proposta de Avaliação: O professor realiza uma</p><p>prova final abrangente que cobre todos os tópicos</p><p>ensinados. Os alunos são avaliados com base em</p><p>suas respostas corretas.</p><p>Avaliação realizada e instrumentos Formas e Instrumentos: Provas escritas com</p><p>questões de múltipla escolha e dissertativas. Os</p><p>alunos têm um tempo limitado para completar a</p><p>prova.</p><p>Situação e desvelamento das ações Situações: Alguns alunos se destacam por suas</p><p>habilidades de memorização e compreensão rápida,</p><p>enquanto outros têm dificuldades devido à ansiedade</p><p>ou falta de tempo para estudar.</p><p> Desvelamentos: A avaliação cria uma hierarquia de</p><p>excelência, onde os alunos com melhores notas são</p><p>considerados mais bem-sucedidos. Isso pode levar a</p><p>uma desigualdade no êxito, conforme apontado por</p><p>Perrenoud (1999).</p><p>Cenário 1: Avaliação Formativa</p><p>Proposta de avaliação no currículo</p><p>prescrito</p><p> Proposta de Avaliação: Avaliação contínua e</p><p>processual, focada no desenvolvimento integral do</p><p>aluno e na promoção de uma aprendizagem</p><p>significativa.</p><p>Proposta de avaliação no currículo</p><p>real</p><p> Proposta de Avaliação: O professor utiliza diversas</p><p>formas de avaliação ao longo do semestre para</p><p>acompanhar o progresso dos alunos e fornecer</p><p>feedback contínuo.</p><p>Avaliação realizada Formas e Instrumentos: Portfólios, projetos,</p><p>apresentações orais, autoavaliações e avaliações</p><p>entre pares. O professor realiza observações</p><p>regulares e oferece feedback detalhado.</p><p>Situação e desvelamento das ações</p><p>avaliativas nas aprendizagens dos</p><p>alunos</p><p> Situações e Desvelamentos:</p><p>o Situações: Os alunos têm a oportunidade de</p><p>demonstrar suas habilidades e conhecimentos</p><p>de diversas maneiras, o que pode reduzir a</p><p>ansiedade e promover uma aprendizagem</p><p>mais profunda.</p><p>o Desvelamentos: A avaliação formativa</p><p>promove a igualdade de oportunidades, pois</p><p>todos os alunos têm a chance de melhorar</p><p>continuamente. Isso pode levar a um ambiente</p><p>de aprendizagem mais colaborativo e</p><p>inclusivo.</p><p>Exercícios</p><p>1. Para Sacristán (2013), currículo e avaliação, no processo de ensino-</p><p>aprendizagem, são dois elementos:</p><p>B. indissociáveis.</p><p>2. Conforme Sacristán (2013), a avaliação da aprendizagem só tem sentido</p><p>se estiver integrada ao currículo, fazendo parte dele, e não como um</p><p>adendo final e isolado. Dessa forma, o autor apresenta dois grandes</p><p>paradigmas existentes na tradição pedagógica que interferem na relação</p><p>entre avaliação e currículo. Um deles é a:</p><p>A. visão positivista.</p><p>3. Segundo Mckernan (2009), a avaliação é a arte de julgar a validade, ou o</p><p>valor, das atividades educacionais, e possui pelo menos seis propósitos. A</p><p>avaliação somativa é aplicada no propósito que diz respeito à:</p><p>E. avaliação do aluno.</p><p>4. Segundo Perrenoud (1999), a avaliação da aprendizagem é um processo</p><p>mediador na construção do currículo e encontra-se intimamente</p><p>relacionada à gestão da aprendizagem dos alunos, sendo que a forma</p><p>como se avalia é crucial para a concretização do projeto educacional</p><p>constante no currículo. Neste sentido, a avaliação numa função formativa</p><p>centra seu foco:</p><p>C. no processo.</p><p>5. Perrenoud (1999) discute a situação em que programas e currículos</p><p>educativos se encontram atualmente no que tange à avaliação, afirmando</p><p>que esta se encontra sob duas lógicas: a serviço da seleção e a serviço das</p><p>aprendizagens. A denominação que ele dá à avaliação a serviço da seleção</p><p>é:</p><p>A. Avaliação normativa.</p><p>O currículo no ambiente institucional escolar</p><p>DESAFIO</p><p>Padrão de resposta esperado</p><p>- Como se concebe a palavra currículo ao entendê-lo como os</p><p>procedimentos e as relações sociais que integram o cenário em que os</p><p>conhecimentos são ensinados e são aprendidos, ou seja, no espaço</p><p>escolar?</p><p>- Que consequências os aspectos do currículo oculto podem estar</p><p>provocando no aluno?</p><p>- Como se evidencia a importância do currículo no processo educativo</p><p>escolar?</p><p>- Ao reconhecer, atualmente, a importância da esfera cultural na</p><p>organização da vida social, o foco das preocupações dos pesquisadores</p><p>de currículo tem se deslocado do conhecimento escolar para a cultura. Por</p><p>quê?</p><p>- Como fazer com que a escola se prepare para bem socializar os</p><p>conhecimentos escolares e facilitar o acesso do estudante a outros</p><p>saberes?</p><p>- O que se deve entender por conhecimento escolar? Que aspectos o</p><p>caracterizam? Quem o constrói?</p><p>- Que importância tem para os professores e gestores compreenderem o</p><p>que se chama de conhecimento escolar? De que modo conhecer essa</p><p>noção modifica suas práticas?</p><p>- Em que consistem os processos de descontextualização e</p><p>recontextualização do conhecimento escolar?</p><p>- Que processos são empregados na construção dos conhecimentos</p><p>escolares?</p><p>- Quais questões se expressam nos livros didáticos escolares? Como</p><p>pensar em novas estratégias de crítica e de utilização desses livros?</p><p>- Que interesses, conflitos e disputas marcam o livro didático?</p><p>- Os professores, na escola, estão sabendo tirar suficiente proveito das</p><p>vantagens resultantes do uso de novas tecnologias?</p><p>- De que modo a compreensão dos processos de construção do</p><p>conhecimento escolar é útil ao professor?</p><p>- É pertinente considerar o currículo como um conjunto de práticas em que</p><p>significados são construídos, disputados, rejeitados</p><p>e compartilhados?</p><p>- Como entender as relações entre currículo, conhecimento escolar e</p><p>cultura?</p><p>Tais indagações se articulam e se reforçam entre si nos seguintes pontos:</p><p>- Recuperação do direito ao conhecimento como o eixo estruturante do</p><p>currículo e da docência.</p><p>- Recuperação do direito à cultura, do dever do currículo, da escola e da</p><p>docência de garantir a cultura acumulada, devida às novas gerações.</p><p>- Destacam o currículo como uma organização temporal e espacial do</p><p>conhecimento que se traduz na organização dos tempos e espaços</p><p>escolares e do trabalho dos professores e alunos.</p><p>- Interrogam as lógicas temporais e espaciais de organização escolar e</p><p>curricular.</p><p>Exercícios</p><p>1. Apple (2006) afirma que dada a combinação entre cultura de elite e</p><p>cultura popular nas escolas, há duas maneiras distintas nas quais o</p><p>conhecimento escolar se manifesta. Uma delas é:</p><p>B. O modelo de desempenho acadêmico.</p><p>2. Sacristán (2013) promove em sua obra uma reflexão quanto ao currículo.</p><p>Em dado momento, ele estabelece indagações quanto à função do</p><p>currículo e como o mesmo se apresenta no ambiente escolar. Neste</p><p>sentido, o autor afirma que as escolas e os professores ensinam</p><p>E. aquilo que é fruto de uma adaptação pedagogicamente transfigurada da</p><p>cultura valiosa disponível na sociedade.</p><p>3. Apple (2006), ao tecer considerações acerca do papel das escolas na</p><p>maximização da produção de conhecimento, alega que tal instituição</p><p>parece fazer o que se espera que faça, em termos de proporcionar</p><p>disposições e propensões funcionais para a vida futura em uma ordem</p><p>social e econômica complexa e estratificada. Neste sentido, para o autor,</p><p>as escolas parecem contribuir para a desigualdade social e econômica</p><p>porque</p><p>D. são organizadas de forma a distribuir, diferentemente, determinados</p><p>tipos de conhecimento.</p><p>4. Conforme aponta Sacristán (2013), no processo de mediação entre o</p><p>currículo prescrito e o interpretado, os docentes têm de desenvolver um</p><p>conhecimento de gestão de aula e também de gestão do currículo. A gestão</p><p>da turma implica conseguir manter a cooperação nas atividades que</p><p>preenchem o tempo escolar e servem a propósitos educativos. Assim</p><p>sendo, ele aponta duas dimensões básicas de tais atividades, uma delas é:</p><p>A. A estrutura social.</p><p>5. Sacristán (2013) afirma que o currículo foi pensado como o dispositivo</p><p>escolar que concretiza o texto para a sua reprodução. Neste sentido, o livro</p><p>didático se torna</p><p>D. a forma material a um modo de proceder pedagógico para a reprodução</p><p>cultural.</p><p>Trilha 3 - Políticas curriculares</p><p>Políticas Curriculares</p><p>DESAFIO</p><p>Padrão de resposta esperado</p><p>1) Instrumentos:</p><p>• LDB 9394/96</p><p>• DiretrizesCurriculares Nacionais da Educação Básica</p><p>• Base Nacional Comum: Direitos e objetivos de aprendizagem e</p><p>desenvolvimento</p><p>• Parâmetros Curriculares Nacionais</p><p>• Referenciais Curriculares Nacionais</p><p>• Normas Curriculares Estaduais e/ou Municipais</p><p>• Projeto Político-Pedagógico das Escolas</p><p>2) Orienta os sistemas e a rede de escolas para garantir:</p><p>• a unidade nacional do currículo para a formação de uma identidade</p><p>nacional inclusiva e democrática;</p><p>• as condições de realização do direito de aprender e desenvolver-se para</p><p>todos os estudantes;</p><p>• articulação das diversas etapas e modalidades da Educação Básica.</p><p>3) Deverá atender:</p><p>• as demandas postas à educação pelos desafios da contemporaneidade;</p><p>• a diversidade de sujeitos que frequentam as etapas da Educação Básica;</p><p>• a necessidade de resgatar a dívida educacional para com uma parcela</p><p>importante da população, que não logrou, de forma plena, realizar o direito</p><p>à Educação Básica de qualidade.</p><p>4) Organização do currículo por áreas de conhecimento:</p><p>• Linguagens</p><p>• Matemática</p><p>• Ciências Humanas</p><p>• Ciências Naturais</p><p>Exercícios</p><p>1. Pacheco (2003) aponta que a política curricular enquanto uma ação</p><p>simbólica representa uma ideologia para a organização da autoridade e que</p><p>abrange tanto as decisões das instâncias da administração central como</p><p>as decisões dos contextos escolares sendo, assim, implementada por</p><p>intermédio de três tipos de instrumentos. O instrumento que diz respeito</p><p>aos textos de apoio e documentos internos da escola são:</p><p>B. Documentos de orientação e apoio.</p><p>2. Segundo Pacheco (2003), as políticas curriculares, enquanto elos às</p><p>políticas educacionais, são um subconjunto, não são decididas em um</p><p>ciclo prescritivo, mas em um ciclo constituído por contextos interligados</p><p>de uma forma não hierárquica. O que engloba a produção de diversos</p><p>textos — normativos, documentos, pareceres, discursos oficiais e</p><p>intervenção da mídia — é denominado:</p><p>D. Contexto de produção do texto político.</p><p>3. Ao tratar dos parâmetros conceituais das políticas curriculares, Pacheco</p><p>(2003) afirma que uma das questões fundamentais na definição de tais</p><p>políticas é a de determinar a centralidade das decisões na administração,</p><p>escola e sala de aula, elencando, portanto, algumas estratégias. A que se</p><p>refere ao papel determinante da administração central na concepção e</p><p>operacionalização da política curricular é denominada:</p><p>C. Política centralista.</p><p>4. Pacheco (2003), ao falar da fundamentação das políticas curriculares,</p><p>afirma que as políticas educacionais e curriculares são discutidas a partir</p><p>de algumas teorias. A teoria que direciona sua ênfase no individualismo é</p><p>denominada:</p><p>A. Teoria liberal clássica.</p><p>5. Ao falar em referenciais de políticas curriculares, Pacheco (2003)</p><p>enfatiza que, no que tange à democratização curricular, a partir dos</p><p>conceitos de igualdade/desigualdade e a homogeneização/diversificação,</p><p>há quatro possibilidades. A possibilidade cuja pretensão é de igualizar os</p><p>alunos de acordo com as exigências políticas e sociais da não</p><p>discriminação é denominada:</p><p>E. Política curricular igual e homogênea.</p><p>Sociedade, economia e currículo</p><p>DESAFIO</p><p>Padrão de resposta esperado</p><p>1. Educação Moral e Cívica e OSPB (Organização Social e Política do Brasil)</p><p>A disciplina foi criada pelo Decreto-Lei nº 869, em 1969, e previa o culto à</p><p>pátria, bem como aos seus símbolos, tradições e instituições. A matéria</p><p>deveria constar em todas as grades curriculares brasileiras durante o</p><p>primário, que hoje equivaleria ao ensino fundamental, e era uma forma de</p><p>exaltar o nacionalismo presente na época da ditadura militar (1964 - 1985).</p><p>Eram abordados, também, conteúdos que “aprimoravam o caráter do aluno</p><p>por meio de apoio moral e dedicação tanto à família quanto à comunidade”.</p><p>Os professores ensinavam a compreensão dos direitos e deveres dos</p><p>brasileiros e o conhecimento da organização sociopolítica e econômica do</p><p>País.</p><p>Esses conteúdos eram ensinados com mais profundidade na disciplina de</p><p>organização social e política brasileira (OSPB) no segundo grau —</p><p>atualmente, ensino médio. Na época, foi criada a Cruz Mérito da Educação</p><p>Moral e Cívica. A distinção era entregue a personalidades que, na avaliação</p><p>dos militares, prestavam esforços e dedicação à disciplina. Por não ser</p><p>considerada parte de um regime democrático, Educação Moral e Cívica foi</p><p>extinta da grade curricular brasileira em 1993, por meio da Lei 8.663,</p><p>assinada pelo ex-presidente Itamar Franco.</p><p>Porém, partes da matéria foram incorporadas em outros conteúdos, mas</p><p>sem o viés ideológico. Os conteúdos da disciplina que abordavam</p><p>questões históricas e políticas foram somados a Estudos Sociais e</p><p>História, por exemplo. Em relação à questão cívica, ainda é comum cantar</p><p>o Hino Brasileiro e hastear a bandeira nas escolas em datas</p><p>comemorativas, como na Independência do Brasil.</p><p>2. Economia Doméstica</p><p>A disciplina não é mais obrigatória, mas ainda é lecionada em alguns</p><p>colégios no Brasil. O que mudou, principalmente, foi a abordagem dos</p><p>professores ao passar o conteúdo aos alunos. A economia doméstica</p><p>existente no currículo da década de 20 a 40 tratava de um único provedor,</p><p>o homem, na</p><p>época em que a maioria das mulheres cuidavam da casa e</p><p>eram educadas para isso. Hoje, é adaptada à nova realidade de inserção</p><p>das mulheres no mercado de trabalho e ao reconhecimento da importância</p><p>de cuidar do meio ambiente. São tratadas questões como a preservação</p><p>dos recursos hídricos, por exemplo. Seus conteúdos podem, também, ser</p><p>abordados dentro das disciplinas de Geografia, História e Sociologia.</p><p>3. Educação para o Lar</p><p>Ao contrário da economia doméstica, a educação para o lar era ensinada</p><p>nos colégios brasileiros com o intuito de ensinar mulheres e homens a</p><p>cuidarem do lar. Porém a disciplina era voltada principalmente às mulheres,</p><p>então tidas como responsáveis pelas tarefas domésticas. O contexto social</p><p>mudou, as mulheres ingressaram fortemente no mercado de trabalho e</p><p>hoje, idealmente, dividem as tarefas do lar com o marido e família —</p><p>embora haja muitos casos de atraso pelo País. Por isso, a disciplina acabou</p><p>não fazendo mais sentido de ser lecionada.</p><p>4. Latim</p><p>Além de lideranças religiosos católicos, são raras as pessoas que falam</p><p>latim atualmente — há muito que a língua não é mais universal. No Brasil,</p><p>a disciplina foi obrigatória até 1964, quando um acordo entre o Ministério</p><p>da Educação (MEC) do Brasil e a United States Agency for International</p><p>Development (Usaid), dos Estados Unidos, tirou do currículo matérias</p><p>consideradas obsoletas. Hoje, são poucas as escolas que mantêm o latim</p><p>em sala de aula.</p><p>5. Técnicas Comerciais</p><p>Conteúdos administrativos, econômicos e contábeis faziam parte de</p><p>Técnicas Comerciais. A disciplina ensinava práticas como, por exemplo,</p><p>utilizar serviços bancários. Com o avanço das tecnologias e sua difusão,</p><p>se tornou mais acessível e fácil descobrir como se preenche um cheque —</p><p>o que também constava na ementa. Alguns conteúdos da matéria são</p><p>lecionados até hoje nas faculdades de administração, economia e ciências</p><p>contábeis, mas não estão mais presentes nas salas de aula.</p><p>(Fonte: http://noticias.terra.com.br/educacao/latim-e-ospb-conheca-5-</p><p>disciplinas-escolares-de-outra-</p><p>epoca,810075ea5f48b410VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html)</p><p>EXERCÍCIOS</p><p>1. Ao se problematizar as interferências ideológicas de sociedade,</p><p>mercado e cultura manifestas no currículo e no conhecimento escolar,</p><p>podemos nos concentrar em analisar argumentos políticos, econômicos e</p><p>conceituais em que diversos teóricos tem-se debruçado. Neste sentido, a</p><p>tradição da abordagem da socialização, se caracterica por:</p><p>I - Uma meta social que é a maximização da produtividade acadêmica.</p><p>II – Um de seus primeiros interesses é explorar as normas e os valores</p><p>sociais ensinados na escola. III - Suas preocupações gerenciais do controle</p><p>técnico e da eficiência, negligenciando o conteúdo do próprio</p><p>conhecimento escolar.</p><p>B. II.</p><p>2. A educação não somente aloca os indivíduos em um conjunto</p><p>relativamente fixo de posições na sociedade — alocação determinada por</p><p>forças políticas e econômicas —, mas o próprio processo de educação, o</p><p>currículo formal e oculto, socializa as pessoas de modo a fazer com que</p><p>aceitem como legítimos os papéis limitados que de fato ocupam na</p><p>sociedade. Tal explicação advém de uma das tradições de pesquisa no</p><p>ramo de ideologia e currículo denominada:</p><p>A. Sociologia do conhecimento escolar.</p><p>3. Ao explanar sobre a tradição da sociologia do conhecimento escolar,</p><p>podemos retomar alguns conceitos de Bourdieu que estabelece uma</p><p>investigação da relação entre a reprodução cultural e econômica,</p><p>buscando analisar as regras culturais, o que chama de habitus, que</p><p>conectam o controle econômico e cultural à distribuição econômica e</p><p>cultural. Com relação à pesquisa de Bourdieu sobre a reprodução cultural,</p><p>analise as afirmativas a seguir:</p><p>I - O capital cultural armazenado nas escolas atua como um mecanismo</p><p>eficaz de filtragem na reprodução de uma sociedade hierárquica.</p><p>II - Por meio da educação, as 'estruturas mentais' do indivíduo (isto é, as</p><p>categorias de pensamento, linguagem e comportamento) são formadas;</p><p>elas derivam da divisão social do trabalho.</p><p>III - A forma pela qual as instituições econômicas dominantes são</p><p>estruturadas, para que aqueles que herdem ou já tenham capital</p><p>econômico se deem melhor, se repete no que diz respeito ao capital</p><p>cultural.</p><p>Está CORRETO apenas o que se afirma em:</p><p>D. I e III.</p><p>4. O campo do currículo finca suas raízes no solo do controle social. Assim,</p><p>a educação em geral e os significados cotidianos do currículo nas escolas,</p><p>em particular, eram vistos como elementos essenciais para a preservação</p><p>de privilégios, interesses e conhecimentos sociais existentes, que eram as</p><p>prerrogativas de uma parcela da população, mantidas às custas de grupos</p><p>com menos poder. Neste sentido, analise as afirmativas a seguir:</p><p>I - O controle social como ideia ou interesse não se originou com as</p><p>tentativas do primeiro movimento curricular de usar o conhecimento</p><p>escolar para fins sociais bastante progressistas.</p><p>II - A intenção deste controle social era que a ordem, a estabilidade e o</p><p>imperativo do crescimento industrial pudessem ser alterados juntamente</p><p>com a mudança social emergente.</p><p>III - O controle social foi uma meta implícita de um grande número de</p><p>programas sociais e políticos de aperfeiçoamento realizados durante o</p><p>século XIX, tanto por agentes privados quanto estatais.</p><p>Está CORRETO apenas o que se afirma em:</p><p>C. III.</p><p>5. Ao se problematizar em torno do termo "construção social" para o</p><p>currículo e a escola, observa-se que hoje esse termo se tornou uma espécie</p><p>de lugar-comum na literatura sociológica e educacional ao falar da</p><p>realidade como construção social. Neste sentido, pode-se afirmar que este</p><p>conceito significa dizer:</p><p>I - Tornar-se uma pessoa é um ato social, um processo de iniciação no qual</p><p>o recém-aprendiz aceita determinada realidade social como realidade pura</p><p>e simplesmente, como a maneira que a vida realmente é.</p><p>II - Em maior escala, os significados sociais que sustentam e organizam</p><p>uma coletividade são criados pelos padrões contínuos da interação do</p><p>senso comum das pessoas à medida que vivem suas vidas.</p><p>III - Os padrões de significados que as pessoas usam para organizar suas</p><p>vidas e tentam transmitir por meio de suas instituições culturais não</p><p>dependem de influências sociais ou ideológicas.</p><p>Está CORRETO apenas o que se afirma em:</p><p>E. I e II.</p><p>Estatística Aplicada à Educação -</p><p>Trilha 1 - Tópicos de Matemática Básica</p><p>Porcentagem</p><p>DESAFIO</p><p>EXERCÍCIOS:</p><p>1. Os problemas que envolvem porcentagem são bastante recorrentes,</p><p>portanto, saber calculá-la é essencial. A estratégia de resolução depende</p><p>do tipo de problema com o qual se está lidando.</p><p>Nesse contexto, suponha que Carla gastou R$15,00 para preparar um</p><p>arranjo de flores e o vendeu com lucro de R$6,00.</p><p>Entre as alternativas a seguir, assinale aquela que expressa corretamente</p><p>a porcentagem do lucro de Carla.</p><p>C. 40%.</p><p>2. Saber resolver situações que envolvam taxa de porcentagem, lucro ou</p><p>prejuízo em operações com mercadorias e descontos ou acréscimos sobre</p><p>preços de produtos é muito importante no nosso dia a dia.</p><p>Nesse contexto, considere que Paulo é um revendedor de bolos e que ele</p><p>compra cada um por R$12,00. Ele deseja lucrar 30% com a venda de cada</p><p>unidade.</p><p>Entre as alternativas a seguir, assinale aquela que apresenta o lucro</p><p>unitário, em reais, que Paulo terá.</p><p>B. R$3,60.</p><p>3. Embora a indústria brasileira automotiva esteja cada vez mais</p><p>globalizada, o Brasil vai na contramão dessa realidade na questão dos</p><p>combustíveis. Isso porque a gasolina vendida aqui é uma mistura de álcool</p><p>e gasolina. No resto do mundo, é oferecida gasolina pura. Sendo assim,</p><p>para rodar em terras brasileiras, os veículos estrangeiros precisam ser</p><p>adaptados.</p><p>Considerando que em um dado galão há 240 litros de gasolina e 60 litros</p><p>de álcool, pode-se afirmar que a porcentagem de álcool contida na mistura</p><p>corresponde a:</p><p>E. 20%.</p><p>4. A comissão de vendas é um percentual do valor total de uma venda ou</p><p>do lucro obtido na venda, que é destinado ao vendedor. Esse valor é pago</p><p>como recompensa pelos esforços do profissional de vendas e integra parte</p><p>importante da sua remuneração mensal.</p><p>Nesse contexto, considere que Ana é vendedora de roupas e ganha, como</p><p>remuneração variável, uma comissão de 5% sobre os lucros das vendas</p><p>realizadas. Se no mês passado as vendas foram de R$ 60.000,00 com um</p><p>lucro de 30%, então é correto afirmar que a comissão de Ana será de:</p><p>A. R$900,00.</p><p>5. Relatórios de instituições brasileiras e internacionais deixam um</p><p>problema bem evidente: mulheres recebem menos que homens para</p><p>exercer a mesma função. Quando o assunto é desigualdade salarial, o</p><p>Brasil se encontra em uma posição pouco confortável</p><p>no ranking internacional de igualdade salarial.</p><p>Nesse contexto, considere o casal Lúcia e Antônio, que exercem a mesma</p><p>função em uma empresa. Somando o salário de ambos, eles recebem, por</p><p>mês, o total de R$21.500,00. Sabendo que Antônio recebe 15% a mais que</p><p>Lúcia, é correto afirmar que os salários de Lúcia e de Antônio,</p><p>respectivamente, são:</p><p>E. R$10.000,00 e R$11.500,00.</p><p>Generalidades sobre funções</p><p>DESAFIO</p><p>Padrão de resposta esperado</p><p>Como a taxa de inscrição é reduzida linearmente, há o seguinte:</p><p>a. Divide-se, primeiramente, a taxa anual de R$ 900,00 por 12 meses: R$</p><p>900/12 = R$ 75,00 (taxa proporcional mensal).</p><p>b. Se considerarmos x o número de meses já transcorridos, temos que a</p><p>função da taxa de inscrição mensal T(x) será dada por:</p><p>T(x) = 75 (12 – x)</p><p>Exercícios</p><p>1. Para valores específicos de x, f(x) representa os valores da função (isto</p><p>é, as saídas ou valores de y) nesses valores de x. Assim, a partir da análise</p><p>dos pontos pertencentes ao gráfico de uma função, é possível identificar o</p><p>valor que f(x) assume para dado valor x.</p><p>Nesse contexto, se (1,3) está no gráfico de y = f(x), então f(1) é:</p><p>C. 3.</p><p>2. Podemos usar a notação funcional para indicar que y é uma função de x.</p><p>A função é denotada por f e escrevemos y = f(x). Sempre que tivermos a</p><p>expressão algébrica de f(x), é possível encontrar o valor de y para dado</p><p>valor de x.</p><p>Assim, se f(x) = 1 – x³, encontre f(–2).</p><p>D. 9.</p><p>3. A partir da notação funcional, podemos encontrar o valor da variável</p><p>dependente para dado valor da variável independente, mesmo quando a</p><p>variável independente não for um valor numérico, mas, sim, uma</p><p>expressão.</p><p>Nesse caso, se f(x) = 2x², encontre f(x + h).</p><p>B. f(x + h) = 2(x²+ 2xh + h²)</p><p>4. Se o domínio e a imagem de uma função não são especificados,</p><p>podemos supor que o domínio é formado por todas as entradas reais</p><p>(valores de x) que resultam em saídas reais (valores de y), produzindo uma</p><p>imagem que é um subconjunto dos números reais. Entretanto, é preciso ter</p><p>atenção com denominadores e raízes de índice par.</p><p>Nesse contexto, se f(x) = 1/(x+1), qual é o domínio de f(x)?</p><p>B. O conjunto de todos os números reais, exceto quando x = –1.</p><p>5. A ideia de função pode ser utilizada na prática, sempre que tivermos a</p><p>relação de dependência entre duas variáveis em que, para cada valor da</p><p>variável independente, corresponder um único valor da variável</p><p>dependente.</p><p>Considere que um passageiro de táxi tem que pagar, por uma corrida, uma</p><p>parcela fixa de R$ 5,00, denominada bandeirada, mais uma parcela variável</p><p>de R$ 0,60 por km rodado.</p><p>Sendo x o número de km rodados, a expressão que representa o preço P</p><p>de uma corrida de táxi em função do número de km rodados é dada por:</p><p>C. P(x) = 5 + 0,60x.</p><p>Função do primeiro grau</p><p>DESAFIO</p><p>Padrão de resposta esperado</p><p>a) O tempo que Ricardo praticou musculação para perder 573,75kcal pode</p><p>ser calculado da seguinte forma:</p><p>Se o gasto por hora de energia para homens é medido por h(p) = 4,5p e o</p><p>peso (p) de Ricardo é 85kg, logo: h(85) = 4,5 . 85 = 382,50kcal/h.</p><p>Se Ricardo perdeu 573,75kcal após a prática de musculação, então: 573,75</p><p>dividido por 382,50kcal/h = 1,5h (tempo de musculação).</p><p>b) O gasto por hora de energia (kcal) para Ana, que pesa 72kg, com base</p><p>na função conhecida, será dado por:</p><p>m(p) = 3,2p</p><p>m(72) = 3,2 . 72 = 230,40kcal/h.</p><p>c) Se Ana consegue perder 230,40kcal/h e ela praticou também 1,5h de</p><p>musculação, então:</p><p>230,40kcal/h x 1,5h = 345,60kcal.</p><p>1. O estudo de funções pode ser útil para modelar problemas aplicados a</p><p>fim de realizar previsões, mas, para isso, é necessário conhecer as</p><p>características e especificidades de cada tipo de função. Na função de</p><p>primeiro grau, há dois coeficientes: o linear, que representa a interseção</p><p>da reta com o eixo y, e o angular, que representa a inclinação da reta.</p><p>Com base no exposto, determine os coeficientes angular e linear da reta</p><p>representada pela função f(x) = 3x + 5.</p><p>A. Coeficiente angular a = 3, coeficiente linear b = 5.</p><p>2. A lei de uma função pode ser usada para determinar o valor da função</p><p>em um ponto dado. No entanto, na prática, nem sempre se conhece a lei da</p><p>função, mas dispomos de uma tabela com alguns de seus pontos. A</p><p>geometria euclidiana demonstra que dois pontos determinam uma única</p><p>reta, de modo que, dados dois pontos, é possível determinar a equação da</p><p>reta que passa por ambos.</p><p>Assim, determine a função do primeiro grau cujo gráfico passa pelos</p><p>pontos A(0; –1) e B(1; 2).</p><p>D. y = 3x – 1.</p><p>3. Uma função de primeiro grau pode ser expressa na forma y = ax + b, onde</p><p>(a) é o coeficiente angular, ou inclinação da reta, e (b) é o coeficiente linear.</p><p>Sabe-se que, conhecidos os valores dos coeficientes (a) e (b), é possível</p><p>encontrar a expressão analítica que descreve a função do primeiro grau.</p><p>Assim, a função da reta com coeficiente angular 1/2 e interseção com o</p><p>eixo y igual a –3, é:</p><p>C. y = 1/2(x) – 3.</p><p>4. Ao trabalhar com a função do primeiro grau, é muito importante saber</p><p>reconhecer os coeficientes linear e angular a partir da análise de sua</p><p>expressão analítica. Se ela estiver na forma y = ax + b, tem-se (a) como</p><p>coeficiente angular e (b) como coeficiente linear. Caso não esteja nessa</p><p>forma, é preciso isolar o valor de y.</p><p>Dessa forma, o coeficiente angular e a interseção com o eixo y da reta cuja</p><p>equação é x + 2y = 8 são, respectivamente:</p><p>B. −1/2 e 4.</p><p>5. Uma das aplicações da função de primeiro grau é em problemas</p><p>envolvendo depreciação de bens, ou seja, a sua perda de valor ao longo do</p><p>tempo.</p><p>Considere que um edifício valendo R$ 360.000,00 é depreciado pelo seu</p><p>proprietário. O valor y do edifício depois de x meses de uso é y = 360.000 –</p><p>1.500x. Quanto tempo (em meses) leva para que o edifício seja totalmente</p><p>depreciado, ou seja, seu valor seja zero?</p><p>C. 240.</p><p>O que é estatística?</p><p>DESAFIO</p><p>EXERCÍCIOS</p><p>1. A estatística pode ser definida como um ramo da matemática aplicada</p><p>que estuda maneiras de coletar, organizar, analisar, interpretar e chegar a</p><p>conclusões ou antecipações sobre eventos ou populações a partir da</p><p>investigação e de considerações de uma parte do todo. A maior parte dos</p><p>autores divide a estatística em duas partes: descritiva ou inferencial, outros</p><p>em três ramos: estatística descritiva, inferência estatística e estatística</p><p>probabilística.</p><p>Marque a alternativa que contém a definição de estatística descritiva.</p><p>B. A estatística descritiva se responsabiliza pela descrição dos dados, ou</p><p>seja, a coleta, a apresentação (seja ela por meio de gráficos, tabelas ou</p><p>números) e a organização dos dados, facilitando a sua interpretação.</p><p>2. A estatística tem aplicações em diversas áreas do conhecimento,</p><p>podendo ser utilizada em qualquer situação que envolva a coleta, a</p><p>descrição e a análise de dados, visando à tomada de decisão. No entanto,</p><p>é muito importante, em um estudo estatístico, identificar o tipo de variável</p><p>envolvida a fim de escolher o melhor método de análise dos dados.</p><p>Com base no</p><p>exposto, marque a alternativa que contém uma variável</p><p>quantitativa discreta.</p><p>A. Quantidade de garrafas de refrigerantes vendidos em uma loja de</p><p>supermercado em um dia.</p><p>3. As aplicações da estatística são inúmeras, desde a interpretação de</p><p>notícias de jornais para um leitor leigo até testes de hipóteses, regressões</p><p>e controles estatísticos de qualidade, estando presente nas mais diversas</p><p>áreas do conhecimento, como, por exemplo, engenharias, saúde,</p><p>economia, marketing, entre outras. Nesses casos, lida-se com dados</p><p>estatísticos, que são informações (fatos ou números) obtidas a partir da</p><p>coleta, em geral sintetizadas por meio de gráficos, tabelas, medidas</p><p>centrais, etc., a fim de serem interpretadas.</p><p>Assinale a alternativa que contém uma aplicação envolvendo dados</p><p>qualitativos.</p><p>D. Construção do perfil do cliente de uma loja com base em dados de sexo</p><p>e escolaridade.</p><p>4. A estatística tem aplicações nas mais diversas áreas, mas, para utilizá-</p><p>la, é necessário conhecer as etapas de um estudo estatístico para uma</p><p>interpretação eficiente dos resultados. Todo estudo estatístico depende de</p><p>um planejamento detalhado e cada etapa se submete à determinação da</p><p>etapa anterior.</p><p>Marque a alternativa que contém a descrição correta de uma dessas etapas.</p><p>C. No planejamento de coleta de dados, é necessário delinear como os</p><p>elementos pesquisados serão selecionados de modo que a amostra seja</p><p>imparcial e represente fielmente a população.</p><p>5. A estatística pode ser útil tanto em problemas teóricos quanto em</p><p>situações cotidianas. Frequentemente, pesquisadores coletam dados</p><p>sobre opiniões e estilos de vida das pessoas a fim de inferir sobre a</p><p>população em questão.</p><p>Com os dados, é possível criar campanhas de marketing direcionadas para</p><p>os consumidores de determinado produto ou elaborar políticas públicas</p><p>que melhoram a qualidade de vida das pessoas. Todavia, para que a</p><p>pesquisa seja confiável, é importante conhecer as técnicas e etapas de uma</p><p>investigação estatística.</p><p>Uma das etapas fundamentais em uma pesquisa estatística inclui</p><p>organização, apresentação e análise dos dados. Sobre essa etapa, marque</p><p>a alternativa correta.</p><p>D. As medidas descritivas são uma maneira generalizada de notar o</p><p>conjunto de elementos como um todo, classificando-os descritivamente</p><p>quando possível.</p><p>Fundamentos, Tipos e Aplicação de</p><p>Variáveis Estatísticas</p><p>DESAFIO</p><p>Padrão de resposta esperado</p><p>Para avaliar a aceitação dos benefícios por parte dos funcionários, o</p><p>formulário online pode conter um questionário com, no mínimo, seis</p><p>questões que contemplem os quatro tipos de variáveis.</p><p>1) Há quanto tempo é funcionário da empresa?</p><p>Para essa questão, se a pergunta for aberta e o funcionário respondê-la</p><p>com números, será quantitativa contínua. Caso tenha intervalos de tempo,</p><p>será considerada uma intervalar.</p><p>2) A que região atende?</p><p>Colocar as opções: será classificada como qualitativa nominal.</p><p>( ) Capital</p><p>( ) Região metropolitana</p><p>( ) Interior</p><p>3) Qual é o valor da sua comissão? Confira em seu contracheque o valor</p><p>exato.</p><p>Se a pergunta for aberta e o funcionário respondê-la com números, será</p><p>quantitativa contínua. Caso tenha intervalos de valores (faixas salariais),</p><p>será considerada uma intervalar.</p><p>4) Quantos clientes foram visitados no último mês? Verifique em sua</p><p>planilha o número de clientes visitados.</p><p>Se a pergunta for aberta e o funcionário respondê-la com números, será</p><p>quantitativa discreta. Caso tenha intervalos de quantidades, será</p><p>considerada uma intervalar.</p><p>5) Qual é a sua satisfação com a nova política de comissionamento</p><p>empregada?</p><p>Colocando as opções: muito satisfeito, satisfeito, indiferente, insatisfeito e</p><p>muito insatisfeito, será considerada qualitativa ordinal.</p><p>( ) Muito satisfeito</p><p>( ) Satisfeito</p><p>( ) Indiferente</p><p>( ) Insatisfeito</p><p>( ) Muito insatisfeito</p><p>6) Qual é o seu sexo?</p><p>Variável qualitativa nominal.</p><p>( ) Masculino</p><p>( ) Feminino</p><p>Exercícios</p><p>1. Considere uma investigação sobre o peso total de sacas de soja</p><p>exportadas no último ano. A variável peso, nesse caso, seria classificada</p><p>como:</p><p>D. quantitativa contínua.</p><p>2. Um gestor quer realizar uma enquete entre seus funcionários. Ele deseja</p><p>saber a proporção de qual é a cor preferida da nova logomarca da empresa.</p><p>Qual seria a classificação dessa variável?</p><p>A. Qualitativa nominal.</p><p>3. Um levantamento sobre os tipos de produtos disponíveis em uma loja de</p><p>calçados encontrou quatro tipos diferentes de mercadoria: sapatos em</p><p>geral femininos, sapatos em geral masculinos, tênis e sapatos infantis.</p><p>Esses dados foram codificados e a análise resultou em uma média de 2,5.</p><p>O que você diria sobre esse valor?</p><p>E. Não está correto, pois tínhamos uma variável qualitativa. Mesmo</p><p>codificando, não podemos calcular a média, apenas as frequências.</p><p>4. Um administrador quer avaliar seus principais vendedores. Para isso, ele</p><p>solicitou a cada um que fornecessem as listagens dos compradores no</p><p>último mês. Ele quer uma nota média para a satisfação dos clientes de cada</p><p>um dos vendedores, mas está indeciso em relação à formulação da</p><p>pergunta. Ele pensou de duas maneiras, conforme a seguir. Qual é a melhor</p><p>opção?</p><p>Opção A: dê uma nota de 0 a 10 para a satisfação com o seu vendedor.</p><p>Opção B: qual é o seu nível de satisfação com o atendimento do seu</p><p>vendedor?</p><p>1 - Muito insatisfeito</p><p>2 – Insatisfeito</p><p>3 – Indiferente</p><p>4 – Satisfeito</p><p>5 - Muito Satisfeito</p><p>5. Dois amigos estão conversando sobre os tipos de análises que podem</p><p>ser realizadas com cada tipo de variável. Qual das opiniões está</p><p>completamente correta?</p><p>A. Independente do tipo de variável, podemos realizar análises descritivas</p><p>e análises inferenciais.</p><p>Tabelas de frequência simples</p><p>Padrão de resposta esperado</p><p>Exercícios</p><p>1. Ao construirmos uma tabela de frequência simples é muito importante</p><p>conhecer cada um de seus elementos e saber dispô-los na ordem correta.</p><p>Na primeira coluna de uma tabela de agrupamento simples, é apresentada</p><p>____________________.</p><p>A. A variável em estudo.</p><p>2. Em uma tabela de frequência simples existem símbolos utilizados para</p><p>a representação de seus elementos.</p><p>Os símbolos x e f em uma tabela de agrupamento simples representam,</p><p>respectivamente:</p><p>D. A variável em estudo e frequência absoluta simples.</p><p>3. Dentre os elementos que devem constar em uma tabela de frequência</p><p>simples estão as frequências.</p><p>Os símbolos F e fr em uma tabela de agrupamento simples representam,</p><p>respectivamente:</p><p>A. A frequência acumulada e frequência relativa.</p><p>4. Na construção de uma tabela de frequência simples, é necessário</p><p>realizar um cálculo para a frequência relativa simples e para a frequência</p><p>acumulada relativa.</p><p>A frequência relativa simples é obtida realizando-se qual cálculo?</p><p>E. A frequência relativa simples é o percentual de ocorrências do valor x, a</p><p>proporção em que cada valor ocorre. Obtém-se esse valor dividindo-se</p><p>cada valor de f pelo total de f.</p><p>5. Uma das colunas da tabela de frequência simples é destinada à</p><p>frequência acumulada.</p><p>Como é construída a coluna da frequência acumulada?</p><p>A. A frequência acumulada indica quantos indivíduos têm frequência igual</p><p>ou menor do que um determinado valor. Obtém-se esse valor somando-se</p><p>a f da linha desejada com a f dos valores menores do que o desejado.</p><p>Tabelas de frequência agrupadas em</p><p>intervalos de classe</p><p>DESAFIO</p><p>EXERCÍCIOS</p><p>1. Em uma investigação estatística, os dados podem ser organizados por</p><p>rol ou por distribuição de frequências, podendo ser por ponto ou por</p><p>intervalo. Por que alguns conjuntos de dados são organizados em tabelas</p><p>de frequência agrupadas em intervalos de classes?</p><p>D. São organizados em tabelas de frequência agrupadas em intervalos de</p><p>classe para condensar a informação, suprimir o número de linhas da tabela</p><p>e tornar a estética visual mais agradável, facilitando a compreensão dos</p><p>dados.</p><p>2. Os dados</p><p>abaixo referem-se à taxa de creatinina na urina de 24 horas</p><p>(mg/100 mL) em uma amostra de 36 homens normais. Organize uma tabela</p><p>de frequência por intervalo de classes, adotando classes iguais, de modo</p><p>que a primeira seja 1,00 ├ 1,15.</p><p>3.Considere que em um estudo sobre a altura de estudantes da Educação</p><p>Infantil até o Ensino Médio de uma escola, foi obtida a seguinte tabela de</p><p>frequência:</p><p>4. Considere que em um estudo sobre a altura de estudantes da Educação</p><p>Infantil até o Ensino Médio de uma escola, foi obtida a seguinte tabela de</p><p>frequência:</p><p>C. 13,90%.</p><p>5. Ao construir uma tabela de agrupamento por intervalos é preciso estar</p><p>atento aos símbolos, para que a tabela seja construída adequadamente e</p><p>possa ser utilizada a análise de dados. Assim, o que significam os símbolos</p><p>┤, ├ e ├┤, respectivamente?</p><p>D. Intervalo aberto à esquerda, intervalo aberto à direita e intervalo fechado</p><p>à direita e esquerda.</p><p>Representações gráficas</p><p>DESAFIO</p><p>EXERCÍCIOS</p><p>1. A variável qualitativa nominal com poucas categorias deve ser</p><p>representada por qual tipo de gráfico?</p><p>B. b) Gráfico de setores (pizza).</p><p>2. Qual o melhor tipo de gráfico para expressar o acompanhamento ao</p><p>longo do tempo de uma determinada variável?</p><p>D. d) Gráfico de linhas</p><p>3. Qual o melhor tipo de gráfico para expressar a variável de peso?</p><p>E. e) Gráfico histograma.</p><p>4. Qual o melhor tipo de gráfico para expressar a variável de número de</p><p>filhos?</p><p>D. d) Gráfico de colunas.</p><p>5. As variáveis de gênero, número de irmãos, etnia e altura devem ser</p><p>representadas, respectivamente, por quais gráficos?</p><p>B. b) Gráficos de setores, colunas, barras e histograma.</p><p>Medidas de tendência central</p><p>DESAFIO</p><p>EXERCÍCIO:</p><p>1. O conjunto de dados a seguir apresenta a quantidade de dias na semana</p><p>em que sete idosos internados em uma clínica apresentaram alta na</p><p>pressão arterial:</p><p>2, 6, 1, 2, 3, 4, 2</p><p>Qual é a mediana desse conjunto de dados?</p><p>D. 2.</p><p>2. Você está cursando a disciplina de bioestatística, cuja nota final será</p><p>dada pela média aritmética entre as quatro avaliações realizadas. Os dados</p><p>a seguir apresentam as notas obtidas:</p><p>6, 9, 8, 9</p><p>Qual será sua nota final?</p><p>B. 8.</p><p>3. As medidas de tendência central são resumos numéricos muito úteis na</p><p>interpretação de um conjunto de dados. No entanto, é fundamental</p><p>conhecer o significado de cada uma delas para identificar quando podem</p><p>ser usadas. Assinale a alternativa que se refere a uma característica da</p><p>média.</p><p>C. Um problema para a média aritmética é quando existem pontos</p><p>discrepantes dentro do conjunto de dados que podem distorcer o resultado</p><p>da média.</p><p>4. Um pesquisador mediu a altura de 101 adultos do sexo masculino e</p><p>organizou os dados obtidos em ordem crescente. A mediana é calculada</p><p>D. encontrando o valor que separa dois grupos iguais, contendo 50% dos</p><p>indivíduos cada um.</p><p>5. Cinco famílias foram pesquisadas sobre o número de filhos em cada</p><p>domicílio, apresentando os seguintes valores: 2, 2, 3, 4, 9. Os valores da</p><p>média, da moda e da mediana são, respectivamente:</p><p>D. 4, 2 e 3.</p><p>Medidas de dispersão e variabilidade</p><p>DESAFIO</p><p>EXECÍCIOS</p><p>1. Entre as medidas de dispersão conhecidas, a mais simples de calcular é</p><p>a amplitude de variação (a), que pode ser definida como a diferença entre</p><p>os valores extremos. Considere os dados: 6, 3, 4, 2, 9, 1, 2, 3, 4, 5, 7, 8.</p><p>Qual é a amplitude de variação desse conjunto de dados?</p><p>A. 8.</p><p>2. Ao analisar um conjunto de dados, antes de calcular as medidas de</p><p>posição ou as de dispersão que os descrevem, é importante saber o que</p><p>cada medida significa para escolher quais delas descrevem melhor o</p><p>conjunto de dados. Dessa forma, o que é o desvio padrã?</p><p>A. É a raiz quadrada da variância.</p><p>3. A variância é uma das medidas de dispersão mais conhecidas e</p><p>utilizadas, mas, para obtê-la, é necessário já ter calculado a média</p><p>anteriormente. Qual é o conceito de variância?</p><p>C. É a média dos quadrados dos desvios em torno da média.</p><p>4. Além das medidas de dispersão amplitude, variância, desvio padrão e</p><p>coeficiente de variação, também podemos calcular o erro padrão. O que é</p><p>erro padrão de um conjunto de dados?</p><p>B. É uma medida de precisão da média amostral calculada que representa</p><p>a precisão e a incerteza de uma única amostra como a estimativa da</p><p>população.</p><p>5. Quando calculamos as medidas de dispersão, estamos atrelados a uma</p><p>unidade de medida. No entanto, ao calcularmos o coeficiente de variação,</p><p>não ficamos na dependência de uma unidade de medida. O que é o</p><p>coeficiente de variação relativa?</p><p>C. É a razão entre o desvio padrão e a média de um conjunto de dados. Ele</p><p>expressa a variação relativa (%) presente no conjunto de dados em relação</p><p>à média.</p><p>Tipos de Amostragem</p><p>DESAFIO</p><p>Padrão de resposta esperado</p><p>Em uma amostra quantitativa, cada elemento tem a mesma importância e</p><p>poucas informações são obtidas. Nas qualitativas, diversas características</p><p>do mesmo elemento são verificadas. Um exemplo típico é uma caixa com</p><p>diversas bolas de cores diferentes. Uma amostra quantitativa se preocupa</p><p>em saber quantas bolas de cada cor foram retiradas, e a qualitativa se</p><p>interessa em saber se a pintura de cada bola está uniforme, se o peso e o</p><p>formato estão dentro de padrões pré-estabelecidos etc.</p><p>EXERCÍCIOS:</p><p>1. Você precisa de uma amostragem não-probabilística e, para isso, tem</p><p>que decidir qual tipo será adequado para identificar os funcionários que</p><p>melhor se relacionam na sua empresa. Nessa situação, dada as alternativas</p><p>abaixo, marque a que corresponde à decisão CORRETA e à sua respectiva</p><p>justificativa.</p><p>C. Amostragem por bola de neve. Você pedirá a cada funcionário que</p><p>indique três pessoas com quem eles se relacionam bem. Os funcionários</p><p>mais citados são os que efetivamente se relacionam bem com a maioria.</p><p>2. Uma empresa está estabelecendo seus critérios de qualidade e você foi</p><p>designado para explicar a principal característica de amostra</p><p>probabilística. Sendo assim, marque a resposta que você apresentará:</p><p>E. Pode ser utilizada para a análise estatística.</p><p>3. Para pesquisar as preferências de um público específico, uma grande</p><p>loja de departamento lhe contratou para encontrar amostras não-</p><p>probabilísticas. Ao orientar a sua equipe, você fez questão de lembrar que</p><p>este tipo de amostra:</p><p>D. Possui diversos usos, mas não pode ser utilizada para inferências</p><p>estatísticas.</p><p>4. Você foi convidado para apresentar uma palestra aos calouros de sua</p><p>faculdade. O diretor lhe pediu para não deixar de falar sobre o objetivo de</p><p>trabalhar com amostras. Escolha a base CORRETA do seu discurso:</p><p>E. Será mais rápido e mais barato trabalhar com amostras se todas tiverem</p><p>as mesmas características da população.</p><p>5. Um grupo de alunos estava debatendo sobre a diferença entre os dois</p><p>grandes grupos de amostras. Assinale a alternativa em que o aluno</p><p>apresentou a CORRETA diferença:</p><p>E. Pode-se dizer que a amostra quantitativa se preocupa mais com as</p><p>características comuns ao total de elementos da amostra, enquanto a</p><p>qualitativa se preocupa com as características de cada elemento.</p><p>Cálculo de probabilidade</p><p>DESAFIO</p><p>Padrão de resposta esperado</p><p>a) Nesse caso, são feitas exigências a respeito de três eventos que devem</p><p>ocorrer simultaneamente. Esse problema tem sua solução com o uso da</p><p>propriedade da interseção de três eventos independentes, ou seja, se</p><p>espera conhecer a probabilidade de que as transportadoras A, B e C</p><p>atendam imediatamente. Portanto:</p><p>P (A atender imediatamente e B atender imediatamente e C atender</p><p>imediatamente)</p><p>Então, P (A at. imed. ∩ B at. imed. ∩ C at. imed.)</p><p>P(A at. imed.) × P(B at. imed.) × P(C at. imed.) = 0,85 × 0,70 × 0,90 = 0,5355</p><p>Isso significa que a probabilidade de que as transportadoras A, B e C</p><p>atendam imediatamente os seus clientes é de 53,55%. Conhecer a</p><p>informação a respeito da entrega</p><p>dos produtos aos clientes é importante</p><p>para refletir sobre estratégias que melhorem as entregas, uma vez que a</p><p>chance de que as transportadoras atendam imediatamente os clientes é</p><p>pouco superior a 50%.</p><p>b) Nesse caso, consideram-se todas as possibilidades, pois não se sabe</p><p>qual transportadora irá atender imediatamente. Sendo assim, é necessário</p><p>calcular:</p><p>P (A atender imediatamente e B não e C não) OU P (A não e B atender</p><p>imediatamente e C não) OU P (A não e B não e C atender imediatamente)</p><p>Em outras palavras, esse problema tem sua solução usando</p><p>conjuntamente a propriedade da interseção de três eventos independentes</p><p>e da união de diferentes combinações de entregas.</p><p>P(A at. imed. ∩ B não at. imed. ∩ C não at. imed.) + P(A não at. imed. ∩ B at.</p><p>imed. ∩ C não at. imed.) + P(A não at. imed. ∩ B não at. imed. ∩ C at. imed.) =</p><p>(0,85 × 0,30 × 0,10) + (0,15 × 0,70 × 0,1) + (0,15 × 0,30 × 0,9) = 0,0765</p><p>Isso significa que a probabilidade de que somente uma transportadora</p><p>atenda imediatamente é de 7,65%.</p><p>Com isso, percebe-se que a transportadora A atende imediatamente, ao</p><p>passo que a B e a C não o fazem; independentemente da ordem, isso gera</p><p>uma probabilidade de 7,65% — outra informação relevante para repensar</p><p>as entregas realizadas pelas transportadoras.</p><p>EXERCÍCIOS</p><p>1. O conhecimento dos aspectos fundamentais do cálculo das</p><p>probabilidades é uma necessidade essencial para o estudo da inferência</p><p>estatística. São fenômenos que, mesmo repetidos várias vezes, sob</p><p>condições semelhantes, apresentam resultados imprevisíveis.</p><p>A respeito disso, assinale a alternativa correta.</p><p>D. Eventos mutuamente excludentes são aqueles em que a ocorrência de</p><p>um exclui (impede) a do outro.</p><p>2. Dois eventos são independentes quando a ocorrência de um não muda</p><p>a probabilidade de o outro ocorrer e, se A e B são independentes, P(A e B)</p><p>= P(A) P(B). Para usar a regra da multiplicação, deve-se decidir se os</p><p>eventos são independentes.</p><p>Considerando isso, assinale a alternativa correta.</p><p>E. A probabilidade de se obter três caras ao jogar uma moeda três vezes é</p><p>igual a 0,125.</p><p>3. Em probabilidade e estatística, independência entre variáveis aleatórias</p><p>ou eventos significa que, a partir do resultado de um deles, não é possível</p><p>inferir nenhuma conclusão sobre o outro. Por outro lado, os eventos</p><p>dependentes são aqueles em que a ocorrência de um evento interfere na</p><p>ocorrência de outro.</p><p>Sendo assim, assinale a alternativa correta.</p><p>A. Os eventos dependentes são aqueles em que a realização do primeiro</p><p>evento afeta a probabilidade dos próximos.</p><p>4. Existem duas definições básicas de probabilidade, sendo que a primeira</p><p>é a lei de Laplace. Trata-se do conceito clássico de probabilidade, segundo</p><p>o qual a probabilidade de determinado evento ocorrer é o resultado da</p><p>divisão entre o número de casos favoráveis pelo número de casos</p><p>possíveis. Nesse contexto, considere uma equipe composta por cinco</p><p>profissionais, sendo duas mulheres e três homens. Um dos cinco</p><p>profissionais será sorteado e receberá uma bolsa de estudos para um</p><p>curso de inglês.</p><p>Assinale a alternativa que contêm a probabilidade de ser sorteada uma</p><p>profissional mulher.</p><p>B. 0,4.</p><p>5. A probabilidade da união de dois eventos é a probabilidade de um</p><p>primeiro ou de um segundo evento ocorrer. Sendo assim, considere dois</p><p>eventos A e B mutuamente exclusivos. A probabilidade de ocorrência de A</p><p>vale 0,2 e a de ocorrência de B, 0,4.</p><p>Assinale a alternativa que contém o valor da probabilidade de ocorrência</p><p>do evento A união B.</p><p>C. 0,6.</p>