Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

<p>1</p><p>Produto:</p><p>Sistema Construtivo</p><p>“CASAS OLÉ - PAINÉIS PRÉ-MOLDADOS</p><p>EM ALVENARIA COM BLOCOS</p><p>CERÂMICOS E CONCRETO</p><p>ARMADO”</p><p>Proponente:</p><p>OLÉ CASAS CONSTRUÇÕES E</p><p>INCORPORAÇÕES LTDA.</p><p>Rua Ary Barroso, 70 – sala 602, torre 02, Papicu</p><p>60.175-705 - Fortaleza/CE</p><p>Tel.: +55 (85) 98698-4413</p><p>www.olecasas.com.br</p><p>Rua Aquinos, 111</p><p>Água Branca</p><p>São Paulo – SP</p><p>CEP 05036-010</p><p>Tel/Fax (11) 3611-0833</p><p>www.institutofalcaobauer.com.br</p><p>inovacons@falcaobauer.com.br</p><p>Emissão</p><p>março/2023</p><p>Validade</p><p>fevereiro/2026</p><p>Considerando a avaliação técnica coordenada pelo</p><p>Instituto Falcão Bauer da Qualidade, IFBQ e a decisão</p><p>dos Técnicos Especialistas, conforme Portaria nº 3.259</p><p>de 29 de dezembro de 2020, do Ministério do</p><p>Desenvolvimento Regional, foi aprovada a renovação do</p><p>Documento de Avaliação Técnica Nº 021-D da Olé</p><p>Casas Construções e Incorporações Ltda. Esta decisão</p><p>é restrita às condições de uso definidas para o produto</p><p>e às condições expressas neste Documento de</p><p>Avaliação Técnica."</p><p>DATec</p><p>Nº 021-D</p><p>Limites da avaliação técnica de desempenho do sistema construtivo “Casas Olé”, composto por painéis estruturais</p><p>pré-moldados em alvenaria com blocos cerâmicos e concreto armado:</p><p>• A avaliação técnica foi realizada considerando-se o emprego do sistema construtivo em unidades habitacionais</p><p>térreas unifamiliares, geminadas ou isoladas;</p><p>• Para a avaliação do sistema construtivo considerou-se como elementos inovadores as paredes, com função</p><p>estrutural, em painéis pré-moldados compostos por blocos cerâmicos e concreto armado, e suas interfaces como</p><p>a ligação entre painéis, entre painéis e a fundação, entre painéis e as esquadrias e entre painéis e a cobertura.</p><p>Os painéis têm comprimento máximo de 5000mm;</p><p>• Os componentes e elementos convencionais (por exemplo: telhado com telhas cerâmicas e forro em réguas de</p><p>PVC, lajes de forro em concreto armado, entre outros.) devem atender às normas técnicas correspondentes,</p><p>sendo analisadas as respectivas influências apenas nos casos de interface com sistema construtivo;</p><p>• O desempenho térmico foi avaliado para as cidades representativas das 8 (oito) zonas bioclimáticas,</p><p>considerando os sistemas de cobertura descritos no item 4.3 deste documento;</p><p>• A avaliação de desempenho acústico foi realizada em campo, considerando-se a isolação sonora promovida</p><p>pela vedação externa (D2m,nT,w) e a isolação sonora promovida pelas paredes de geminação (DnT,w) entre unidades</p><p>habitacionais, contemplando o sistema de cobertura constituído por telhado com telhas cerâmicas e manta de</p><p>subcobertura (2mm de espessura, constituída por polietileno expandido de baixa densidade revestido em uma</p><p>face por filme de alumínio) com forro em réguas de PVC (espessura de 1cm).Os resultados são restritos ao caso</p><p>estudado, conforme descrito no item 4.4, sendo a habitação avaliada localizada em área sujeita a situação de</p><p>ruído enquadrada na Classe II;</p><p>• A estanqueidade à água foi avaliada por meio de ensaios laboratoriais, visitas às obras e análise de projetos</p><p>considerando os painéis de fachada, a interface das esquadrias com os painéis e as interfaces entre painéis e</p><p>entre painéis e a fundação. A estanqueidade à água das esquadrias deve atender às normas técnicas brasileiras</p><p>pertinentes;</p><p>• A avaliação da durabilidade do sistema construtivo considerou a resistência à compressão do concreto classe</p><p>C25 e classes de agressividade ambiental I e II, correspondentes às zonas rural e urbana, respectivamente.</p><p>Ressalta-se que este DATec não considera as classes de agressividade ambiental III (zona marinha e zona</p><p>industrial) e IV (zona industrial e zona sujeita a respingo de maré).</p><p>Não é possível exibir esta imagem.</p><p>SINAT</p><p>2</p><p>1. Descrição do sistema construtivo</p><p>O sistema construtivo desenvolvido e produzido pela OLÉ CASAS Construções e Incorporações</p><p>Ltda., denominado “CASAS OLÉ”, destina-se à produção de unidades habitacionais térreas,</p><p>isoladas ou geminadas.</p><p>Os painéis são concebidos conforme projeto específico, compostos por camada de concreto</p><p>armado, blocos cerâmicos e argamassa, sendo produzidos sobre pista de moldagem em concreto</p><p>no canteiro de obras. As paredes internas e externas são estruturais e possuem 122mm de</p><p>espessura.</p><p>A Figura1 apresenta o corte típico dos painéis e a Figura 2 o desenho de armação dos painéis.</p><p>Figura 1 – Corte típico dos painéis pré-moldados (medidas em mm).</p><p>Figura 2 – Armação típica dos painéis pré-moldados.</p><p>3</p><p>As pistas de moldagem (Figura 3) são dimensionadas para a produção dos painéis de uma unidade</p><p>habitacional e recebem desmoldante com base de óleos (Figura 4).</p><p>Perfis metálicos delimitam os painéis e os vãos destinados às esquadrias conforme projeto</p><p>executivo. As esquadrias são posicionadas nos vãos com as faces internas voltadas para a pista,</p><p>antes da aplicação da primeira camada de concreto (Figura 5).</p><p>Figura 5 - Detalhes das fôrmas metálicas nos painéis durante procedimento de moldagem.</p><p>Conforme projeto analisado, apenas as paredes de geminação contêm pilares pré-moldados de</p><p>concreto armado classe C25 com rebaixos nas laterais, promovendo a ligação entre painéis de</p><p>parede. Ressalta-se que, os pilares são localizados no ambiente interno entre unidades</p><p>habitacionais. As Figuras 6, 10 e 11 ilustram as ligações na parede de geminação.</p><p>Figura 6 – Pilares das paredes geminadas.</p><p>O sistema de cobertura apresenta a seguinte configuração: telhado com telhas cerâmicas com</p><p>10mm de espessura ou telha em fibrocimento com 6mm de espessura, sobre estrutura de madeira</p><p>ou metálica, subcobertura (manta com 2mm de espessura, constituída por polietileno expandido de</p><p>Figura 3 – Vista geral das pistas de fabricação dos</p><p>painéis. Figura 4 – Aplicação do desmoldante.</p><p>4</p><p>baixa densidade revestido em uma face por filme de alumínio em uma face) e forro em réguas de</p><p>PVC (espessura de 8mm) ou laje de forro pré-moldada em concreto armado (espessura de 80mm).</p><p>O projeto executivo de fundação deve ser elaborado observando-se as características do local e</p><p>estudos geotécnicos específicos para cada empreendimento.</p><p>1.1 Condições e limitações de uso</p><p>Os painéis pré-moldados têm função estrutural e as unidades habitacionais não podem ser</p><p>ampliadas verticalmente. Os painéis não podem ser demolidos total ou parcialmente, bem como</p><p>não é permitida a abertura de vãos e rasgos para instalações hidráulicas e elétricas. Para ações</p><p>dessa natureza previamente deverá ser realizada consulta a Olé Casas.</p><p>Ampliações horizontais podem ser realizadas sem abertura ou rasgos nas paredes. Eventuais</p><p>aberturas de porta devem ocorrer unicamente em local definido pelo Manual de Operação, Uso e</p><p>Manutenção (Manual do Proprietário), elaborado e fornecido pela Olé Casas. Da mesma forma,</p><p>consertos de instalações elétricas embutidas na parede devem obedecer à orientação do Manual</p><p>do Proprietário.</p><p>. A avaliação da durabilidade do sistema construtivo “Casas Olé” considerou concreto classe C25</p><p>para os pilares e painéis pré-moldados, atendendo as Classes I e II de agressividade ambiental,</p><p>correspondentes às zonas rural e urbana, respectivamente.</p><p>Os cuidados na utilização, as cargas máximas permitidas para a fixação de peças suspensas, ,</p><p>periodicidade de manutenção das pinturas sobre as paredes e eventuais reparos constam do</p><p>Manual de Operação, Uso e Manutenção (Manual do Proprietário).</p><p>2. Diretriz para avaliação técnica</p><p>O IFBQ realizou a avaliação técnica de acordo com a “DIRETRIZ SINAT Nº002 Rev.02 – “Sistemas</p><p>de paredes integrados por painéis pré-moldados de concreto ou mistos para emprego em edifícios</p><p>habitacionais”, e a norma de desempenho ABNT NBR 15575:2021.</p><p>3. Informações e dados técnicos</p><p>3.1 Principais materiais, especificações e equipamentos</p><p>a) Fôrmas: Sobre a pista de moldagem concebida em concreto, os painéis pré-moldados são</p><p>delimitados por perfis metálicos fixados entre si conforme projeto específico. Da mesma forma,</p><p>os vãos de esquadrias (portas e/ou janelas), são delimitados por</p><p>perfis metálicos (Figura 5);</p><p>b) Armadura: Tela eletrossoldada tipo Q61, com malha de 150mmx150mm e fios de aço CA60</p><p>com Ø3,4mm; treliça TR08644 em aço CA60 e reforços em barras de aço CA50 com Ø8,0mm</p><p>ou Ø10,0mm, conforme ABNT NBR 7480;</p><p>c) Alças de içamento: São conformadas por barras de aço ASTM A36 (س10mm), conforme</p><p>ABNT NBR 9062;</p><p>d) Concreto: O concreto empregado na produção dos painéis é de classe C25 (resistência</p><p>característica a compressão de 25MPa), densidade da ordem de 2365kg/m3, fator água cimento</p><p>menor ou igual a 0,60, classe de consistência S100 (abatimento-A, 100mm≤A</p><p>plástica. O adensamento e acabamento da</p><p>argamassa são providenciados por régua vibratória (Figuras 25 a 27).</p><p>Figura 25– Distribuição dos blocos cerâmicos.</p><p>mestra</p><p>12</p><p>Figura 26 – Distribuição da argamassa. Figura 27 – Vibração da argamassa.</p><p>Após adensamento e acabamento da camada de argamassa, os painéis são cobertos com lona</p><p>plástica, de modo a evitar a perda de água durante o processo de cura (Figura 28).</p><p>O processo de cura dos painéis é continuado após desenforma e montagem no local definitivo, por</p><p>meio de aspersão de água ao menos três vezes ao dia, por três dias consecutivos.</p><p>Decorridas 24h da moldagem, os painéis são identificados, desmoldados e transportados para o</p><p>local definitivo (Figuras 29 a 31).</p><p>Figura 28– Proteção dos painéis com lona plástica. Figura 29 – Identificação e desenforma dos painéis.</p><p>Figura 30– Içamento para transporte do painel. Figura 31 – Montagem do painel no local definitivo.</p><p>O assentamento do painel ocorre sobre argamassa com aditivo impermeabilizante de base acrílica,</p><p>previamente distribuída na região demarcada no radier (Figura 32). O primeiro painel é lançado,</p><p>aprumado e devidamente escorado. Sequencialmente, conforme plano de montagem, o próximo</p><p>painel é lançado, aprumado e soldado por meio dos dispositivos metálicos dispostos em três pontos</p><p>distintos em suas laterais. Os locais de solda são protegidos com primer epóxi rico em zinco;</p><p>(Figuras 33 a 35).</p><p>13</p><p>Figura 32 – Detalhe do assentamento da parede. Figura 33 – Detalhe do escoramento do painel.</p><p>Figura 34 – Soldagem entre painéis. Figura 35 – Detalhe de produto primer epóxi rico</p><p>em zinco.</p><p>Após soldagem dos painéis, as escoras são removidas e os vãos nas interfaces são preenchidos</p><p>com graute. As juntas são tratadas por meio da aplicação de tela de poliéster e argamassa (Figuras</p><p>36 a 39).</p><p>Figura 36 – Preparação da forma metálica para</p><p>grauteamento. Figura 37 – Vão preenchido com graute.</p><p>14</p><p>Figura 38 – Aplicação de tela de poliéster e</p><p>argamassa nas juntas. Figura 39 – Tratamento de juntas finalizado.</p><p>Seguem apresentadas imagens que contemplam a vista geral de unidades habitacionais em fase</p><p>de montagem (Figura 40) e vista geral de unidades acabadas (Figura 41).</p><p>Figura 40 – Unidades habitacionais em fase de</p><p>montagem. Figura 41 – Unidades habitacionais acabadas.</p><p>4. Avaliação técnica</p><p>A avaliação técnica de desempenho foi conduzida conforme a Diretriz SiNAT Nº002 – Rev.02 a</p><p>partir da análise de projetos, ensaios laboratoriais e de campo, verificações analíticas do</p><p>comportamento estrutural, inspeções técnicas de produção dos painéis e de montagem das</p><p>edificações em campo.</p><p>4.1 Desempenho estrutural</p><p>O desempenho estrutural do sistema de paredes foi avaliado considerando a resistência à</p><p>compressão do concreto dos painéis, a estabilidade global e a resistência às cargas verticais da</p><p>parede, a resistência a impactos de corpo mole, corpo duro, peças suspensas e solicitação de</p><p>portas do sistema de paredes.</p><p>A resistência característica especificada para o concreto e para o graute empregado nos painéis</p><p>pré-moldados é igual ou maior a 25MPa.</p><p>Foram realizados ensaios de compressão excêntrica para avaliar a resistência dos painéis a cargas</p><p>verticais, considerando o estado limite último e de serviço. A Tabela 1 apresenta a síntese dos</p><p>resultados dos ensaios de compressão excêntrica realizados em laboratório.</p><p>15</p><p>Tabela 1 – Síntese dos resultados dos ensaios de compressão excêntrica</p><p>Corpo de prova Carga do primeiro dano</p><p>(kN/m)</p><p>Carga de ruptura</p><p>(kN/m)</p><p>CP 1 280,2 347,8</p><p>CP 2 164,3 340,9</p><p>CP 3 144,9 339,9</p><p>Média 196,5 342,8</p><p>Obs.: corpos de prova (largura de 2070mm, comprimento de 2800mm e espessura de 122mm) foram ensaiados com</p><p>aplicação de carga com excentricidade do lado da argamassa e os danos verificados também ocorreram nesse mesmo</p><p>lado.</p><p>Com os resultados dos ensaios da Tabela 1 utilizou-se as equações para a determinação da</p><p>resistência última de projeto (Rud) e da resistência de serviço (Rsd) da ABNT NBR 15575-2 com</p><p>γm = 2,0 e ξ = 1,5.</p><p>Tomando-se a maior carga prevista no projeto exemplo analisado (Sk = 20,9 kN/m), fornecido pelo</p><p>Cliente, foram calculadas as solicitações de projeto para o estados limite último (Sd,u), considerando</p><p>γf = 1,4 . 1,3, e para o estado limite de serviço (Sd,s), considerando γf = 1,3, obtendo-se os valores</p><p>da Tabela 2. A partir desses resultados verificam-se comprovadas as condições de que Sd,u ≤ Rud,</p><p>para o estado limite último, e Sd,s ≤ Rsd, para o estado limite de serviço.</p><p>Tabela 2– Síntese da análise dos resultados dos ensaios de compressão excêntrica</p><p>Rud Sd,u Rsd Sd,s</p><p>119,0 kN/m 38,04 kN/m 43,4 kN/m 27,2 kN/m</p><p>Os ensaios de impacto de corpo mole, impacto de corpo duro, ações transmitidas por impactos de</p><p>portas foram realizados em protótipo edificado no campus da UFC – Universidade Federal do Ceará.</p><p>Para estes estudos foram consideradas as ações, tanto na face do painel com concreto armado</p><p>quanto na face do painel revestida com argamassa.</p><p>Foram empregadas energias de 120J, 180J, 240J, 360J, 480J, 720J e 960J. Os resultados obtidos</p><p>nos ensaios, considerando-se também os deslocamentos horizontais (dh≤h/250 e dhr≤h/1250),</p><p>atendem aos critérios estabelecidos na Diretriz SiNAT Nº 002 – Rev.02.</p><p>O ensaio de impactos de corpo duro, com aplicação de energias de 2,50J, 3,75J, 10J, 20J, atende</p><p>aos critérios estabelecidos na Diretriz SiNAT Nº002 – Rev.02.</p><p>O ensaio de ações transmitidas por portas sob ação de impacto de corpo mole com energia de</p><p>240J, aplicado no centro geométrico da folha de porta, atende ao critério estabelecido na Diretriz</p><p>SiNAT Nº002 – Rev.02.</p><p>Quanto a solicitação de cargas provenientes de peças suspensas, foram realizados ensaios com</p><p>carga de 0,8kN por 24h, aplicadas em mão-francesa padrão fixadas com parafuso metálico de</p><p>cabeça chata e bucha plástica tipo S8. Também foi realizada avaliação referente a cargas</p><p>provenientes de “rede-de-dormir” com carga de 2,0kN, considerando-se coeficiente de segurança</p><p>igual a 2, sem ocorrência de destacamento dos dispositivos de fixação ou falhas que prejudiquem</p><p>o estado-limite de utilização para as cargas de serviço. Para esse caso o elemento de fixação</p><p>utilizado foi armador metálico do tipo baton. Os resultados obtidos nos ensaios demonstram</p><p>atendimento aos critérios estabelecidos na Diretriz SiNAT Nº002 – Rev.02.</p><p>A análise dos resultados de ensaios e da documentação (memória de cálculo e análise estrutural)</p><p>entregues pela Olé Casas, demonstra que o sistema construtivo atende aos requisitos e critérios de</p><p>desempenho estrutural estabelecidos na Diretriz SiNAT Nº002 – Rev.02 para a construção de casas</p><p>térreas isoladas ou geminadas. Ressalta-se que para cada empreendimento deve ser desenvolvido</p><p>um projeto estrutural específico e sua respectiva memória de cálculo, cujas solicitações de projeto</p><p>devem ser comparadas com a resistência última de projeto (Rud) e a resistência de serviço (Rsd),</p><p>mantendo as interfaces detalhadas neste DATec.</p><p>16</p><p>4.2 Estanqueidade à água</p><p>Foram realizadas avaliações referentes a estanqueidade à água proveniente de fontes de umidades</p><p>internas e externas da edificação.</p><p>A verificação da estanqueidade à água de chuva nos painéis de fachada foi realizada na junta entre</p><p>três painéis, antes e após a exposição ao calor e choque térmico, com pressão estática do vento</p><p>equivalente a 50Pa e vazão da água de 3,0L/min/m2, por um período de 7h. A face oposta não</p><p>apresentou manchas de umidade, borrifamentos, escorrimentos ou formação de gotas, atendendo</p><p>aos requisitos e critérios de choque térmico e de estanqueidade estabelecidos na Diretriz SiNAT</p><p>Nº002 – Rev.02.</p><p>Foi também realizado ensaio de verificação da estanqueidade à água de chuva na interface do</p><p>painel com a esquadria, aplicando-se uma vazão de água de 3,0L/min/m2 e uma pressão de ar de</p><p>50Pa, durante 7h. As esquadrias instaladas durante a concepção dos painéis são fixadas por meio</p><p>do chumbamento</p><p>de hastes metálicas posicionadas nas laterais das esquadrias (2 hastes por</p><p>lateral). O resultado do ensaio evidenciou atendimento ao critério estabelecido na Diretriz SiNAT</p><p>Nº002 – Rev.02.</p><p>4.3 Desempenho térmico</p><p>Foram realizadas simulações computacionais para avaliação de desempenho térmico para as oito</p><p>zonas bioclimáticas (Z1 a Z8 indicadas na norma ABNT NBR 15220), utilizando o software</p><p>EnergyPlus considerando o projeto padrão de casas térreas (isoladas e geminadas) e orientações</p><p>do Protocolo de Avaliação do Desempenho Térmico de Sistemas Construtivos para Habitações por</p><p>Simulações Computacionais do SiNAT emitido em 21 de agosto de 2021, com base no método de</p><p>avaliação mencionado na norma ABNT NBR 15575-1:2021.</p><p>A simulação considerou três opções de cores de acabamento externo: clara (a=0,30), média</p><p>(a=0,50) e escura (a=0,70). Para o sistema de cobertura, foram consideradas duas soluções, quais</p><p>sejam:</p><p>• Cobertura tipo I: sistema de cobertura constituído de telhas de fibrocimento (6mm de espessura</p><p>e a=0,62) e forro em laje de concreto maciço (80mm de espessura);</p><p>• Cobertura tipo II: sistema de cobertura constituído de telhas cerâmica (6mm de espessura e</p><p>a=0,65) e forro em réguas de PVC (8mm de espessura).</p><p>De acordo com os resultados, o sistema construtivo possui potencial de atendimento aos critérios</p><p>de desempenho térmico mínimo para as zonas bioclimáticas 1 a 8, quando consideradas as cores</p><p>de acabamento das fachadas e o sistema de cobertura, conforme apresentado na Tabela 3.</p><p>Tabela 3 – Síntese dos resultados de avaliação do desempenho térmico pelo procedimento de</p><p>simulação computacional.</p><p>Zona bioclimática</p><p>Tipo de unidade habitacional</p><p>Isolada Geminada</p><p>Cobertura tipo I Cobertura tipo II Cobertura tipo I Cobertura tipo II</p><p>Clara Média Escura Clara Média Escura Clara Média Escura Clara Média Escura</p><p>1 M M M M M M M M M M M M</p><p>2 M M M M M M M M M M M M</p><p>3 M M M M M M M M M M M M</p><p>4 M M M M M M M M M M M M</p><p>5 M M M M M M M M M M M M</p><p>6 M M M M M M M M M M M M</p><p>7 M M M M M M M M M M M M</p><p>8 M M X M M X M M M M M X</p><p>Onde:</p><p>M: nível de desempenho mínimo,</p><p>X: não atende o desempenho mínimo.</p><p>17</p><p>4.4 Desempenho acústico</p><p>A avaliação do desempenho acústico foi realizada em campo com a determinação do isolamento</p><p>sonoro global (D2m,nT,w) promovido pela vedação externa (conjunto fachada e cobertura para casas</p><p>térreas) e a determinação da diferença padronizada de nível ponderado (DnT,w) entre ambientes</p><p>(parede de geminação), caracterizando de forma direta o comportamento acústico do sistema</p><p>construtivo. As habitações avaliadas localizam-se em áreas sujeitas a situação de ruído enquadrada</p><p>na Classe II. A cobertura é composta por telhado cerâmico (telhas cerâmicas com 10mm de</p><p>espessura) sobre estrutura de madeira, subcobertura (manta com 2mm de espessura, constituída</p><p>por polietileno expandido de baixa densidade revestido em uma face por filme de alumínio em uma</p><p>face) e forro em réguas de PVC (espessura de 10mm). As janelas são em caixilhos de alumínio</p><p>com duas folhas de vidro de 4mm de espessura, com dimensões de 1200mmx1200mm. A Tabela</p><p>4 apresenta os índices mínimos estabelecidos na ABNT NBR 15575-4 e os resultados obtidos em</p><p>campo.</p><p>Tabela 4 – Síntese dos critérios de desempenho e do resultado do ensaio de isolamento a ruídos</p><p>aéreos.</p><p>Critério de desempenho para ensaios de campo</p><p>(ABNT NBR 15575-4:2021) Resultados dos ensaios de</p><p>campo</p><p>(dB) Elemento Mínimo</p><p>(dB)</p><p>Parede entre unidades habitacionais autônomas</p><p>(parede de geminação), no caso- de pelo menos um</p><p>dos ambientes ser dormitório (DnT,w).</p><p>³45 45</p><p>Habitação localizada em áreas sujeitas a situações de</p><p>ruído enquadrada na classe II (vedação externa de</p><p>dormitórios (fachadas) (D2m,nT,w)).</p><p>³25 26</p><p>Os resultados dos ensaios de campo para as unidades habitacionais avaliadas, com o respectivo</p><p>sistema de cobertura, atendem aos critérios mínimos estabelecidos na ABNT NBR 15575-4</p><p>considerando a Classe de ruído II.</p><p>4.5 Durabilidade e Manutenibilidade</p><p>A durabilidade do sistema construtivo foi avaliada considerando-se os detalhes de projeto, as</p><p>características dos materiais, a agressividade ambiental e os procedimentos de uso e de</p><p>manutenção descritos no Manual de Operação, Uso e Manutenção (Manual do Proprietário)</p><p>fornecido pelo proponente.</p><p>Foi verificada a relação entre a classe de agressividade ambiental e as características do concreto</p><p>utilizado, como resistência a compressão, relação água/cimento e consumo mínimo de cimento. O</p><p>sistema construtivo utiliza concreto classe C25, com consumo mínimo de cimento de 359kg/m3,</p><p>resistência característica à compressão maior ou igual a 25MPa e relação água/cimento menor que 0,6.</p><p>O cobrimento das armaduras pelo concreto é de 25mm. Considerando Δc=5mm para o cobrimento</p><p>nominal e controle rigoroso de moldagem, é atendido o cobrimento mínimo estabelecido na Diretriz</p><p>SiNAT Nº002 – Rev.02.</p><p>A durabilidade da estrutura, referente à resistência à corrosão das armaduras, atende</p><p>exclusivamente as exigências das classes de agressividade ambientais das regiões rural (Classe I)</p><p>e urbana (Classe II).</p><p>Os dispositivos metálicos localizados nas laterais dos painéis, com a função de ligação entre os</p><p>mesmos, são soldados com eletrodos em aço carbono Ø2,5mm. Posteriormente, os pontos de solda</p><p>são protegidos com primer epóxi rico em zinco.</p><p>Foram realizados ensaios de exposição da parede à ação de calor e choque térmico e ensaios de</p><p>aderência da camada de argamassa (antes e após ciclos de choque térmico), sendo os resultados</p><p>considerados satisfatórios. Ensaios de estanqueidade nas juntas de ligação entre painéis foram</p><p>realizados antes e após a ação de calor e choque térmico. Não foram observados vazamentos ou</p><p>fissuras nessas interfaces.</p><p>18</p><p>A cota do nível do piso interno da edificação encontra-se a 50mm acima do piso da calçada. O piso</p><p>acabado da região do box encontra-se 10mm abaixo do piso acabado do banheiro.</p><p>A manutenibilidade do sistema construtivo que compõe a edificação deve ser prevista e realizada</p><p>conforme manutenções preventivas e corretivas previstas no Manual de Operação, Uso e</p><p>Manutenção (Manual do Proprietário), de modo a propiciar atendimento a vida útil de projeto (VUP)</p><p>requerida.</p><p>4.6 Segurança ao fogo</p><p>Foi realizado ensaio de resistência ao fogo dos painéis do sistema construtivo, conforme método</p><p>estabelecido na ABNT NBR 5628. Os resultados obtidos no ensaio em parede com função</p><p>estrutural, com carga de 13,4kN/m, demonstram que o sistema construtivo atende aos 30 minutos</p><p>de resistência ao fogo, conforme critério estabelecido na Diretriz SiNAT Nº 002 – Rev.02.</p><p>Os painéis pré-moldados com blocos cerâmicos e concreto armado são compostos por materiais</p><p>incombustíveis, não se caracterizando como propagadores de incêndio. Também apresentam</p><p>características adequadas em termos de desenvolvimento de fumaça, não agravando o risco de</p><p>incêndio.</p><p>As paredes da cozinha, de ambiente fechado que abrigue equipamento de gás e de geminação das</p><p>casas térreas, são elementos de compartimentação horizontal e devem apresentar resistência ao</p><p>fogo por um período mínimo de 30 minutos. A compartimentação horizontal no projeto analisado é</p><p>obtida por meio de parede de geminação cuja altura se extende até o telhado (Figura 42). Da mesma</p><p>forma, a compartimentação ocorre com a elevação das paredes dos dormitórios, os quais fazem</p><p>divisa com o ambiente sala/cozinha.</p><p>Figura 42 – Paredes de geminação e do quarto elevadas até o telhado.</p><p>19</p><p>Observa-se que, quando da utilização do forro não resistente ao fogo na área da cozinha, entre as</p><p>paredes da cozinha e ambientes adjacentes, devem ser previstos septos verticais compostos pela</p><p>elevação da própria parede até o nível do telhado ou por elementos que possuam resistência ao</p><p>fogo por um período de 30 minutos (exemplo: septos com duas chapas de gesso para drywall, com</p><p>espessura de 12,5mm tipo Standard e tratamento de juntas entre placas com aplicação de fita de</p><p>papel microperfurado</p><p>com massa de gesso, conforme norma ABNT NBR 15758-1), com o objetivo</p><p>de confinar o incêndio no ambiente de origem.</p><p>Ressalta-se que o proponente deve elaborar projetos específicos considerando-se as exigências</p><p>das legislações e regulamentações pertinentes aos locais em que a construção será edificada, bem</p><p>como atender as exigências da ABNT NBR 14432 e regulamentos municipais específicos.</p><p>5. Controle da qualidade</p><p>A Olé Casas mantém controles necessários para a qualidade do processo de produção e de</p><p>montagem de seu sistema construtivo.</p><p>Nas auditorias técnicas realizadas nas unidades de produção localizadas nos canteiros de obras,</p><p>foi constatado atendimento aos requisitos da DIRETRIZ SiNAT Nº 002 – Rev. 02, quanto aos</p><p>controles de recebimento e aceitação do concreto e argamassas, controle da produção dos painéis,</p><p>controle de montagem das paredes.</p><p>A documentação técnica de suporte aos controles, elaborada pelo proponente, estabelece</p><p>orientações para especificação de implantação do canteiro de obras, com projetos do depósito de</p><p>materiais, central de produção do concreto, do graute, da argamassa, ferragem e das pistas de</p><p>montagem dos painéis, e procedimentos para produção dos painéis e montagem das unidades</p><p>habitacionais. A documentação técnica compreende:</p><p>• Projetos executivos com detalhes do sistema construtivo contendo os principais aspectos das</p><p>interfaces entre painéis e entre painéis e pilares; plantas e cortes dos painéis com detalhamento</p><p>e projeto das armaduras; especificação da resistência à compressão do concreto e da argamassa</p><p>para desmoldagem (24h) e resistência característica à compressão para o concreto e do graute</p><p>aos 28 dias (C25); detalhes das ligações entre painéis e estrutura da cobertura; interfaces das</p><p>paredes com instalações elétricas; detalhe das interfaces das esquadrias com os painéis;</p><p>detalhes das interfaces dos painéis com o piso interno e com a calçada;</p><p>• Controle da qualidade dos perfis metálicos que delimitam os painéis durante o processo de</p><p>moldagem, tendo como principais indicadores a retilinidade e a variação dimensional;</p><p>• Controle de álcali-agregado conforme ABNT NBR 15577-1, por fornecedor;</p><p>• Controle tecnológico da areia realizado por meio de ensaio do teor de umidade (método da</p><p>frigideira) duas vezes ao dia. Ensaios de granulometria (ABNT NBR NM 248) e de massa unitária</p><p>(ABNT NBR NM 45), realizados por recebimento de material;</p><p>• Controle tecnológico da brita com ensaios de granulometria (ABNT NBR NM 248) e de massa</p><p>unitária (ABNT NBR NM 45), realizados por recebimento de material;</p><p>• Controle tecnológico do concreto(*) a cada 34m3 para ensaio de resistência à compressão axial</p><p>(ABNT NBR 5739) nas idades de 24h (desenforma), 7 dias e 28 dias. A amostragem deve ser</p><p>realizada para, no mínimo, 6(seis) betonadas com 3(três) exemplares (cada exemplar constituído</p><p>por dois corpos de prova). O ensaio de abatimento pelo tronco de cone (ABNT NBR NM 67) é</p><p>realizado: na primeira massada do dia; após duas horas de interrupção dos trabalhos; quando</p><p>da determinação do teor de umidade da areia; na troca de operadores e quando da moldagem</p><p>dos corpos de prova para ensaio de resistência à compressão axial;</p><p>• Controle tecnológico da argamassa(*) a cada 21m3 para ensaio de resistência à compressão axial</p><p>(anexo D da ABNT NBR 15921-2) nas idades de 24h (desenforma), 7 dias e 28 dias. A</p><p>amostragem deve ser realizada para, no mínimo, 6 (seis) betonadas com 3(três) exemplares</p><p>(cada exemplar constituído por dois corpos de prova). Ensaios de resistência de aderência</p><p>(ABNT NBR 13528) são realizados quinzenalmente e sempre que modificado o substrato;</p><p>20</p><p>• Controle tecnológico do graute(*) realizado diariamente com amostragem de um exemplar</p><p>(constituído por dois corpos de prova) para ensaio de resistência à compressão axial (ABNT NBR</p><p>5739) na idade de 28 dias;</p><p>• Os blocos cerâmicos são controlados por recebimento de material por meio de ensaios</p><p>realizados conforme a ABNT NBR 15270-1, fornecidos pelo fabricante;</p><p>• Controle de recebimento dos painéis após desenforma (identificação, aparência, eventual falha);</p><p>• Procedimentos executivos para moldagem, içamento transporte e montagem dos painéis pré-</p><p>moldados.</p><p>(*) produzidos no canteiro de obra.</p><p>O “Manual do Proprietário” possui informações relativas dos seus principais componentes e</p><p>periodicidade para inspeções e manutenções preventivas, bem como para eventuais ampliações.</p><p>Durante o período de validade deste DATec serão realizadas auditorias técnicas a cada, no mínimo,</p><p>6 (seis) meses, para verificação dos controles realizados na fabricação dos painéis e respectiva</p><p>montagem em obras, bem como, auditorias em unidades habitacionais em uso, quando pertinente.</p><p>6. Fontes de informação</p><p>As principais fontes de informação são os documentos técnicos fornecidos pela empresa, os</p><p>Relatórios Técnicos emitidos pela Universidade Federal do Ceará – UFC, e relatório de auditoria e</p><p>inspeção de campo.</p><p>6.1 Documentos da empresa</p><p>• Projetos de implantação, arquitetônico, hidráulico, elétrico, estrutural, sistema de cobertura e de</p><p>fundação das unidades habitacionais térreas isoladas e geminadas;</p><p>• Projetos executivos de moldagem e de montagem dos painéis;</p><p>• Procedimentos e fichas de registros de controle e do processo de moldagem e de montagem dos</p><p>painéis;</p><p>• Memorial descritivo do sistema construtivo;</p><p>• Relatórios de ensaios de controle de resistência à compressão da argamassa e do concreto, da</p><p>verificação da consistência do concreto e da caracterização dos agregados (areia e brita);</p><p>• Manual de uso, operação e manutenção do sistema construtivo (Manual do Proprietário);</p><p>• Certificado de Conformidade – PBQP-H/SiAC - N° 181745-2015-AQ-BRA-INMETRO.</p><p>6.2 Relatórios Técnicos e Relatórios de Ensaio</p><p>• Relatório Técnico RT Nº002/13 rev.1 – novembro/2013 emitido pela Fundação Núcleo de</p><p>Tecnologia Industrial do Ceará – Divisão de Materiais – DIMAT referente a: Desempenho</p><p>Estrutural, Estanqueidade, Desempenho Térmico, Desempenho Acústico e Durabilidade;</p><p>• Relatório de Avaliação Técnica de Desempenho – RTA N°001/2013 – julho/2013 – IFBQ;</p><p>• Relatório de ensaio de resistência ao fogo – IPT N° 1047004-203/2013 – julho/2013;</p><p>• Relatório de Auditoria Técnica e Inspeção de Campo – julho/2013 – IFBQ;</p><p>• Relatório de Auditoria Técnica e Inspeção de Campo – outubro/2013 – IFBQ;</p><p>• Relatório de Auditoria Técnica N°008/2014 (1ª Manutenção Periódica do DATec N°021 –</p><p>novembro/2014);</p><p>• Relatório de Auditoria Técnica N°010/2015 (2ª Manutenção Periódica do DATec N°021 –</p><p>janeiro/2016);</p><p>• Relatório de Auditoria Técnica N°008/2017 (2ª Manutenção Periódica do DATec N°021-A –</p><p>outubro/2017);</p><p>• Relatório de Auditoria Técnica N°002/2019 (1ª Manutenção Periódica do DATec N°021-B –</p><p>outubro/2019);</p><p>• Relatório de Auditoria Técnica N°010/2019 (2ª Manutenção Periódica do DATec N°021-B –</p><p>novembro/2019);</p><p>21</p><p>• Relatório de Auditoria Técnica Nº01/2021 (1ª Manutenção Periódica do DATec N°021-C –</p><p>outubro/2021);</p><p>• Relatório de Auditoria Técnica Nº09/2022 (2ª Manutenção Periódica do DATec N°021-C –</p><p>junho/2022);</p><p>• Relatório de Auditoria Técnica Nº02/2023 (3ª Manutenção Periódica do DATec N°021-C –</p><p>novembro/2022);</p><p>• Verificação Estrutural “Sistema Construtivo OLÉ – Verificação Estrutural: Parede – Protótipo e</p><p>Casa Térrea Tipo “B” do empreendimento Chorozinho/CE – Rev.05, janeiro/2018, Racional</p><p>Projeto e Consultoria S/S, Fortaleza/CE;</p><p>• Avaliação do desempenho térmico do sistema olé casas para verificação de atendimento à</p><p>norma da ABNT NBR 15575:2013 – julho/2019, realizado pelo Ms. Arq. Alexandre Oliveira;</p><p>• Relatório Técnico Nº 047/2019 - Verificação da estanqueidade à água de chuva interface</p><p>esquadria painel - sistema construtivo: “casas olé - painéis pré-moldados em alvenaria com</p><p>blocos cerâmicos e concreto armado”, junho/2019 – ASTEF – Associação Técnico-Científica</p><p>Paulo de Frontin;</p><p>• Relatório de medição acústica nº002/2018, ISTEMM – Instituto SENAI de Tecnologia em</p><p>Eletrônica,</p><p>maio/2018, Maracanaú/CE;</p><p>• Relatório de Avaliação de Desempenho Térmico (NBR 15575:2021) do Sistema Olé Casas,</p><p>janeiro/2023, emitido pelo Ms. Arq. Alexandre Oliveira.</p><p>7. Condições de emissão do DATec</p><p>Este Documento de Avaliação Técnica - DATec é emitido nas condições descritas conforme</p><p>Regimento Geral do SiNAT – Sistema Nacional de Avaliações Técnicas de Produtos Inovadores e</p><p>Sistemas Convencionais, em seu Capítulo VI – Das Condições de Concessão.</p><p>A OLÉ CASAS Construções e Incorporações Ltda. compromete-se a:</p><p>a) manter o sistema construtivo e o processo de produção dos painéis pré-moldados e</p><p>demais elementos do sistema nas condições gerais de qualidade em que foram avaliados</p><p>neste DATec, elaborando projeto específico para cada edificação e cada</p><p>empreendimento;</p><p>b) produzir o sistema construtivo de acordo com as especificações, normas técnicas e</p><p>regulamentos aplicáveis;</p><p>c) manter a capacitação da equipe de colaboradores envolvida no processo;</p><p>d) manter assistência técnica, por meio de serviço de atendimento ao cliente.</p><p>O produto deve ser utilizado de acordo com as instruções do proponente e recomendações deste</p><p>Documento de Avaliação Técnica.</p><p>O SiNAT e a Instituição Técnica Avaliadora, no caso o IFBQ, não assumem qualquer</p><p>responsabilidade sobre perda ou dano advindos do resultado direto ou indireto deste produto.</p><p>______________________________________________________________________________</p><p>Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade no Habitat – PBQP-H</p><p>Sistema Nacional de Avaliações Técnicas – SiNAT</p><p>Brasília, DF, 22 de março de 2023.</p>

Mais conteúdos dessa disciplina